Prévia do Mapa da Violência Os jovens do Brasil
|
|
|
- Renato Pedro Lucas Mendes Klettenberg
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Prévia do Mapa da Violência Os jovens do Brasil A recente divulgação das bases de dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde (MS), correspondentes ao ano de 2012, possibilitam delinear uma primeira visão sintética, a modo de adiantamento, do estudo que está sendo finalizado: Waiselfisz, J.J. Mapa da Violência Os Jovens do Brasil. Flacso, 2014 retrato da situação e evolução da mortalidade violenta no país de 1980 a Desde o primeiro Mapa da Violência, divulgado em 1998, entendíamos como mortalidade violenta os óbitos em acidentes de transporte, os homicídios e os suicídios, tabulados pelo SIM, do Sistema de Vigilância em Saúde do MS, fonte das informações de todas as tabelas elaboras. Os dados de população utilizados para o cálculo das taxas foram obtidos das estimativas do Datasus desse mesmo Ministério 1. Podemos ver, pelo conjunto de tabelas a seguir que, na década 2002/2012: Cresce significativamente o número de vítimas nos acidentes de transporte, que passam de para : aumento de 38,3%. Considerando o incremento populacional no período, esse aumento continua significativo: 24,5%; Crescem também os homicídios de forma mais moderada. Passam de para , crescimento, em termos absolutos, de 13,4%, mas as taxas, considerando o aumento da população, sobem só 2,1%. Esse modesto crescimento nos homicídios encobre alguns fatos bem marcantes: 1980/2003: Históricamente, desde a década de 90 e até 2003, crescimento acelerado das taxas de homicídio, centrado na explosão desenvolvimentista de poucas grandes metrópoles. 1 As rabelas foram cronstruidas com base nas informações do SIM/SVE/MS.
2 2003/2007. Estratégias de desarmamento e políticas nos estados mais violentos resultam primeiro em quedas e mais tarde em estabilização nas taxas de homicídio. 2007/2012. As taxas retoman a tendencia crescente passando de 25,2 em 2007 para 29,0 em 2012, isto é, um aumento de 15,3% no quinquênio. Por sua vez, o número de suicídios s elevase de forma contínua e sistemática ao longo da década: 33,6% e as taxas 20,3%. Considerando a evolução das três causas de mortalidade violenta entre 2011 e 2012, podemos observar que: Crescem pesadamente as taxas de homicídio, com um aumento nacional de 7,0% Se essa é a média nacional, no caso de Roráima as taxas crescem 71,3%, Ceará 36,5% e Acre 22.4% Só em 5 Ufs foram registradas quedas nas taxas de homicídio. Quedas insignificantes nos casos de Espírito Santo e Rio de Janeiro, moderadas nos casos de Pernambuco, Paraíba e Alagoas. O crescimento das mortes por acidentes de transporte no último ano foi moderado: 2,5%, mas são índices que continuam crescendo de forma sistemática e constante a partir do ano Destaque negativo neste campo são Paraíba, Pará, Maranhão, Rondônia a Piauí, cujas taxas cresceram acima de 10% nesse ano. No outro extremo, Amapá e Distrito Federal fizeram cair suas taxas também acima de 10%. Também os suicídios aumentaram de forma preocupante entre 2011 e 2012: 3,9%, com destaque para Brasília e Goiás, com incrementos de 23,8 e 18,5% respectivamente. Perdura assim, em relação aos homicídios, a situação de equilíbrio instável pós-campanha do desarmamento, já apontada em mapas anteriores. Poucas Unidades Federativas, mas de grande porte, com base em políticas e investimentos significativos ao longo do tempo, conseguem diminuir seus índices de assassinatos: nove UFs entre 2011 e 2012, mas na grande maioria: 18 Ufs, os índices aumentam. Nos acidentes de trânsito, a mortalidade continua sua espiral de crescimento praticamente incontrolável, tomando com base quase exclusiva a morte de
3 motociclistas. Entre 2002 e 2012 as taxas só caem em duas Unidades da Federação: Roraima e Distrito Federal. Entre 2011 e 2012 só Mato Grosso experimenta uma leve queda. Tabela 1. Número de óbitos por acidentes de transporte na População Total, por UF e Região. Brasil. 2002/2012 Acre ,4-2,4 Amapá ,0-18,1 Amazonas ,2-7,8 Pará ,4 15,6 Rondônia ,7 11,8 Roraima ,1 10,2 Tocantins ,6 4,3 Norte ,8 7,2 Alagoas ,4-1,6 Bahia ,5 9,0 Ceará ,4 10,9 Maranhão ,0 12,4 Paraíba ,6 22,8 Pernambuco ,2 3,3 Piauí ,7 11,3 Rio Grande do Norte ,9 1,0 Sergipe ,2 10,5 Nordeste ,0 8,9 Espírito Santo ,4 2,4 Minas Gerais ,2-2,9 Rio de Janeiro ,3 9,7 São Paulo ,1-4,9 Sudeste ,7-1,3 Paraná ,7 7,6 Rio Grande do Sul ,0 1,4 Santa Catarina ,4-5,0 Sul ,9 2,5 Distrito Federal ,1-13,8 Goiás ,9 10,6 Mato Grosso ,2 7,4 Mato Grosso do Sul ,2-3,8 Centro-Oeste ,5 3,5 BRASIL ,3 3,4.
4 Tabela 2. Taxas de óbitos (por 100 mil) em acidentes de transporte na População Total. UF e Região. Brasil. 2002/2012 Acre 22,8 16,8 14,2 14,8 12,4 14,5 17,5 18,2 19,9 22,5 21,6-5,3-4,0 Amapá 24,6 21,7 21,5 18,5 20,0 15,7 15,5 18,0 21,2 22,7 18,2-26,1-19,7 Amazonas 10,6 11,2 13,0 12,8 13,2 11,3 14,0 12,4 14,7 15,7 14,2 33,8-9,1 Pará 14,1 14,0 13,6 14,5 14,8 15,3 16,0 14,3 19,4 19,0 21,5 52,9 13,6 Rondônia 25,6 27,4 26,1 27,8 29,2 24,0 32,6 34,1 40,1 38,3 42,4 65,4 10,8 Roraima 40,6 23,5 23,1 26,8 27,5 34,9 29,6 30,6 34,1 29,8 32,2-20,9 8,0 Tocantins 30,5 30,1 37,6 30,6 27,3 33,3 37,6 36,2 40,6 39,7 40,9 34,2 3,1 Norte 17,5 16,9 17,5 17,5 17,5 17,4 19,5 18,5 22,8 22,6 23,8 36,2 5,5 Alagoas 20,4 18,0 19,4 19,7 19,0 21,7 19,2 21,3 25,5 27,4 26,7 30,8-2,3 Bahia 10,1 9,7 9,8 13,0 12,6 14,0 12,3 12,9 18,7 19,5 21,1 109,2 8,4 Ceará 19,9 20,4 21,4 21,8 20,7 20,8 20,8 18,7 26,1 26,3 29,0 45,3 9,9 Maranhão 11,8 11,6 12,9 14,9 13,7 16,6 18,5 18,1 20,8 22,8 25,4 116,1 11,2 Paraíba 19,3 15,4 18,5 18,5 19,7 19,8 21,9 21,3 22,3 21,4 26,1 35,2 22,0 Pernambuco 18,6 17,2 17,3 17,0 17,1 16,9 17,9 20,4 22,7 22,7 23,3 25,1 2,5 Piauí 18,5 18,5 19,8 21,4 25,7 25,6 26,9 29,1 33,9 34,8 38,4 107,8 10,5 Rio Grande do Norte 15,0 13,8 14,9 15,4 16,0 15,5 15,2 16,2 21,0 19,0 19,0 26,3 0,1 Sergipe 23,5 21,6 23,9 20,0 18,8 21,9 23,8 26,6 31,0 28,2 30,9 31,4 9,4 Nordeste 15,8 15,0 15,9 17,0 16,8 17,8 17,8 18,4 22,9 23,3 25,2 59,5 8,1 Espírito Santo 29,8 26,4 26,5 25,8 27,4 29,9 31,0 27,6 33,0 32,7 33,2 11,3 1,5 Minas Gerais 16,1 16,9 18,8 18,8 19,8 20,3 20,8 20,4 23,2 24,5 23,6 47,1-3,5 Rio de Janeiro 19,2 19,2 19,4 19,1 20,2 17,3 16,6 14,8 18,3 17,4 18,9-1,7 8,9 São Paulo 16,8 18,1 18,0 17,8 17,8 18,7 18,9 17,3 18,1 18,5 17,4 3,9-5,6 Sudeste 17,6 18,4 18,8 18,6 19,2 19,3 19,4 18,0 20,1 20,3 19,9 12,9-2,0 Paraná 27,0 28,4 31,3 29,5 28,7 30,5 30,5 29,4 32,9 32,2 34,5 27,6 7,0 Rio Grande do Sul 20,1 19,3 19,9 18,9 18,1 17,6 19,0 18,6 20,9 19,4 19,6-2,4 1,0 Santa Catarina 30,2 30,0 32,3 32,4 32,9 32,0 30,7 30,1 30,3 32,1 30,2-0,1-6,0 Sul 24,9 25,1 26,9 25,8 25,4 25,7 26,0 25,3 27,6 27,2 27,7 11,3 1,9 Distrito Federal 28,1 31,2 26,2 26,1 24,4 25,9 24,1 22,3 25,0 24,7 21,0-25,6-15,1 Goiás 29,6 27,4 30,2 27,8 25,1 25,8 28,3 29,1 32,9 30,7 33,5 13,3 9,2 Mato Grosso 34,1 29,0 35,0 31,7 36,3 31,9 36,2 37,6 37,8 35,8 38,0 11,4 6,1 Mato Grosso do Sul 29,3 27,7 32,2 33,1 30,0 29,9 30,7 30,2 33,3 34,8 33,1 12,9-4,9 Centro-Oeste 30,3 28,5 30,8 29,3 28,2 27,8 29,7 29,9 32,6 31,4 32,1 6,1 2,2 BRASIL 19,1 19,0 19,9 19,9 19,9 20,3 20,7 20,1 23,1 23,2 23,7 24,5 2,5
5 Tabela 3. Número de homicídios na População Total, por UF e Região. Brasil. 2002/2012 Acre ,4 24,4 Amapá ,7 20,7 Amazonas ,2 2,2 Pará ,0 5,9 Rondônia ,7 17,0 Roraima ,2 74,7 Tocantins ,1 3,9 Norte ,6 8,1 Alagoas ,9-9,8 Bahia ,1 8,9 Ceará ,1 37,7 Maranhão ,6 11,2 Paraíba ,3-5,6 Pernambuco ,2-4,4 Piauí ,7 18,0 Rio Grande do Norte ,4 7,6 Sergipe ,8 19,5 Nordeste ,5 8,0 Espírito Santo ,3 0,7 Minas Gerais ,3 7,1 Rio de Janeiro ,9 0,5 São Paulo ,4 12,2 Sudeste ,5 6,3 Paraná ,6 4,0 Rio Grande do Sul ,0 14,9 Santa Catarina ,7 2,4 Sul ,2 7,4 Distrito Federal ,6 5,5 Goiás ,7 23,1 Mato Grosso ,1 7,5 Mato Grosso do Sul ,2 1,6 Centro-Oeste ,8 13,4 BRASIL ,4 7,9
6 Tabela 4. Taxas de homicídio (por 100 mil) na População Total. UF e Região. 2002/2012. Acre 25,7 22,5 18,7 18,7 22,6 18,9 19,6 22,0 23,3 22,5 27,5 7,1 22,4 Amapá 35,0 35,5 31,3 33,0 33,0 26,9 34,4 30,5 40,2 30,4 35,9 2,5 18,2 Amazonas 17,3 18,5 16,9 18,5 21,1 21,0 24,8 27,0 31,5 36,4 36,7 112,2 0,7 Pará 18,4 21,0 22,7 27,6 29,2 30,4 39,2 40,3 47,5 40,0 41,7 126,9 4,1 Rondônia 42,3 38,4 38,0 36,0 37,7 27,4 32,1 35,6 35,6 28,4 32,9-22,3 16,0 Roraima 34,9 29,7 22,6 24,0 27,3 27,9 25,4 27,8 28,5 20,6 35,4 1,4 71,3 Tocantins 14,9 18,3 16,4 15,5 17,7 16,5 18,1 22,0 23,5 25,5 26,2 75,5 2,7 Norte 21,7 22,9 22,6 25,1 27,0 26,0 32,1 33,8 38,8 35,1 37,3 71,5 6,4 Alagoas 34,3 35,7 35,1 40,2 53,0 59,6 60,3 59,3 66,8 72,2 64,6 88,7-10,4 Bahia 13,0 16,0 16,6 20,4 23,5 25,7 32,9 36,8 40,4 38,7 41,9 221,6 8,3 Ceará 18,9 20,1 20,0 20,9 21,8 23,2 24,0 25,4 31,9 32,7 44,6 136,7 36,5 Maranhão 9,9 13,0 11,7 14,8 15,0 17,4 19,7 21,8 23,2 23,7 26,0 162,4 10,1 Paraíba 17,4 17,6 18,6 20,6 22,6 23,6 27,3 33,7 38,8 42,7 40,1 130,2-6,2 Pernambuco 54,8 55,3 50,7 51,2 52,7 53,1 50,7 44,9 39,3 39,1 37,1-32,3-5,1 Piauí 10,9 10,8 11,8 12,8 14,4 13,2 12,4 12,7 13,8 14,7 17,2 58,4 17,2 Rio Grande do Norte 10,6 14,2 11,7 13,6 14,8 19,3 23,2 25,2 26,0 32,6 34,7 229,1 6,6 Sergipe 29,7 25,2 24,4 25,0 29,8 25,9 28,7 32,8 33,9 35,4 41,8 40,7 18,3 Nordeste 22,4 24,0 23,2 25,4 27,9 29,6 32,1 33,4 35,5 36,3 38,9 73,5 7,2 Espírito Santo 51,2 50,5 49,4 46,9 51,2 53,6 56,4 57,2 51,5 47,4 47,3-7,6-0,2 Minas Gerais 16,2 20,6 22,6 21,9 21,3 20,8 19,5 18,5 18,4 21,5 22,8 40,7 6,4 Rio de Janeiro 56,5 52,7 49,2 46,1 45,8 40,1 34,0 31,7 33,1 28,3 28,3-50,0-0,3 São Paulo 38,0 35,9 28,6 21,6 19,9 15,0 14,9 15,3 14,1 13,5 15,1-60,3 11,3 Sudeste 36,8 36,1 32,1 27,6 26,7 23,0 21,6 21,1 20,5 19,9 21,0-43,0 5,6 Paraná 22,7 25,5 28,1 29,0 29,8 29,6 32,6 34,6 34,3 31,7 32,7 44,1 3,3 Rio Grande do Sul 18,3 18,1 18,5 18,6 17,9 19,6 21,8 20,4 19,2 19,2 21,9 19,8 14,5 Santa Catarina 10,3 11,6 11,1 10,5 11,0 10,4 13,0 13,1 13,2 12,6 12,8 23,5 1,3 Sul 18,3 19,5 20,6 20,8 20,9 21,4 24,0 24,3 23,6 22,4 24,0 31,0 6,7 Distrito Federal 34,7 39,1 36,5 31,9 32,3 33,5 34,1 38,6 34,4 37,4 38,9 12,3 4,0 Goiás 24,5 23,7 26,4 24,9 24,6 24,4 30,0 30,2 32,0 36,4 44,3 80,9 21,6 Mato Grosso 37,0 35,0 32,1 32,4 31,5 30,7 31,8 33,3 32,6 32,3 34,3-7,1 6,2 Mato Grosso do Sul 32,4 32,7 29,6 27,7 29,5 30,0 29,5 30,8 26,7 27,0 27,1-16,4 0,5 Centro-Oeste 30,4 30,5 30,0 28,2 28,3 28,4 31,1 32,6 31,7 34,1 38,2 25,6 12,0 BRASIL 28,5 28,9 27,0 25,8 26,3 25,2 26,4 26,9 27,5 27,1 29,0 2,1 7,0
7 Tabela 5. Número de suicídios na População Total, por UF e Região. Brasil. 2002/2012 Acre ,5 4,9 Amapá ,0-43,2 Amazonas ,3-1,6 Pará ,7 8,6 Rondônia ,2-6,4 Roraima ,0 11,8 Tocantins ,0 0,0 Norte ,7 0,1 Alagoas ,9 4,9 Bahia ,3 12,5 Ceará ,7-8,1 Maranhão ,3-3,3 Paraíba ,9 15,4 Pernambuco ,1 15,8 Piauí ,0 0,0 Rio Grande do Norte ,3-2,8 Sergipe ,1-18,8 Nordeste ,7 2,1 Espírito Santo ,5 7,9 Minas Gerais ,3 0,9 Rio de Janeiro ,4 6,7 São Paulo ,7 1,8 Sudeste ,8 2,3 Paraná ,8 6,4 Rio Grande do Sul ,0 13,2 Santa Catarina ,4 6,4 Sul ,2 9,7 Distrito Federal ,1 25,7 Goiás ,0 19,9 Mato Grosso ,9 17,1 Mato Grosso do Sul ,3 0,5 Centro-Oeste ,3 15,2 BRASIL ,6 4,8
8 Tabela 6. Taxas de suicídio (por 100 mil) na População Total. UF e Região. 2002/2012. Acre 3,7 4,3 4,2 2,8 3,6 5,1 4,9 4,5 5,7 5,5 5,7 51,2 3,2 Amapá 6,8 6,5 6,9 6,7 4,1 4,1 5,1 4,1 4,5 5,4 3,0-55,6-44,4 Amazonas 2,7 3,0 3,2 2,8 3,0 3,8 4,4 4,5 4,7 5,3 5,2 90,7-3,0 Pará 2,2 2,1 2,0 2,4 2,2 2,5 3,0 2,5 2,5 2,9 3,1 42,5 6,7 Rondônia 3,1 3,6 4,3 4,2 4,2 2,6 5,1 5,6 5,4 4,9 4,6 46,1-7,2 Roraima 5,5 5,6 7,1 6,9 8,4 10,4 7,5 7,6 7,9 7,4 8,1 47,8 9,5 Tocantins 4,1 5,9 5,1 5,2 5,3 6,5 6,6 6,2 6,4 6,6 6,6 58,4-1,2 Norte 2,9 3,1 3,2 3,2 3,2 3,5 4,1 3,9 4,0 4,3 4,2 46,8-1,4 Alagoas 2,9 2,3 3,2 2,6 3,2 3,5 3,4 3,5 2,7 3,2 3,4 17,6 4,2 Bahia 1,7 2,2 1,9 2,6 2,8 3,0 2,6 2,6 3,0 3,0 3,4 92,0 11,9 Ceará 6,0 5,4 5,8 6,7 6,0 6,3 6,4 5,8 5,8 6,5 5,9-1,6-8,9 Maranhão 2,0 1,5 1,6 1,8 2,5 2,5 2,8 2,4 3,2 3,2 3,1 55,0-4,2 Paraíba 2,2 2,3 2,6 2,9 3,6 3,7 4,2 4,4 4,2 4,3 4,9 122,5 14,7 Pernambuco 3,2 3,6 3,5 3,7 3,5 4,4 4,2 3,7 3,3 3,3 3,8 18,7 15,0 Piauí 4,4 4,8 5,5 5,1 6,0 7,0 7,1 6,6 6,5 7,5 7,4 69,7-0,6 Rio Grande do Norte 3,7 5,1 4,0 5,3 4,8 4,3 4,7 4,7 4,4 5,5 5,3 43,4-3,7 Sergipe 4,5 4,6 4,2 4,3 3,8 5,0 5,5 5,7 6,4 6,4 5,1 13,8-19,6 Nordeste 3,2 3,3 3,3 3,7 3,8 4,2 4,1 3,9 4,0 4,3 4,3 37,5 1,3 Espírito Santo 3,9 4,7 4,5 4,9 4,6 3,9 4,3 4,3 4,7 4,6 4,9 25,7 7,0 Minas Gerais 4,3 5,1 4,8 5,1 5,2 5,2 5,3 5,6 5,6 6,3 6,4 46,3 0,2 Rio de Janeiro 3,2 2,4 2,6 2,8 2,6 2,2 2,2 2,0 3,2 2,7 2,9-9,7 5,9 São Paulo 4,1 4,0 3,9 4,0 4,2 4,1 4,5 4,8 4,7 4,9 5,0 22,7 1,0 Sudeste 4,0 4,0 3,9 4,1 4,2 4,0 4,2 4,4 4,6 4,8 4,9 23,9 1,6 Paraná 5,9 6,0 6,7 6,6 5,7 6,0 5,7 6,1 5,5 5,7 6,0 0,7 5,7 Rio Grande do Sul 9,9 9,8 9,9 9,9 10,5 9,9 10,7 10,2 9,6 9,7 10,9 10,2 12,8 Santa Catarina 7,9 7,3 7,4 7,7 6,5 7,5 8,1 8,4 8,7 8,2 8,6 9,5 5,3 Sul 8,0 7,8 8,1 8,2 7,8 7,9 8,2 8,2 7,8 7,8 8,5 6,9 9,0 Distrito Federal 5,1 4,2 4,7 4,8 5,4 5,0 5,2 5,2 6,2 4,3 5,4 4,6 23,8 Goiás 7,1 6,1 6,1 5,7 4,8 4,9 6,2 5,2 5,2 5,4 6,5-9,4 18,5 Mato Grosso 5,9 6,0 6,0 5,4 5,9 5,3 6,2 6,3 5,4 5,1 5,9 1,1 15,6 Mato Grosso do Sul 7,9 8,7 8,8 8,5 8,5 7,9 7,8 8,9 7,9 8,4 8,4 6,2-0,6 Centro-Oeste 6,6 6,2 6,3 5,9 5,8 5,5 6,3 6,1 5,9 5,7 6,5-2,4 13,7 BRASIL 4,4 4,4 4,5 4,6 4,6 4,7 4,9 4,9 5,0 5,1 5,3 20,3 3,9
9
10
11 Resulta evidente, pelos dados até aqui arrolados, que nas três áreas analisadas os esforços até aqui dispendidos resultararam, como mínimo, insuficientes. Sem duvidar da eficãcia das políticas implementadas em cada um desses âmbitos, os indicadores evidenciam uma forte tendência altista que amedronta à população. Julio Jacobo Waiselfisz Coordenador da Área de Estudos da Violência Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais FLACSO.
Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007
Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007 REGIÃO NORTE 5.951.408 87,35 861.892 12,65 6.813.300 RONDÔNIA 760.521 88,11 102.631 11,89 863.152 ACRE 298.081 85,86 49.094
Acre Previsão por Coeficiente no Estado
Acre 0,6 121.073,55 262.729,59 0,8 161.431,39 350.306,12 1,0 201.789,24 437.882,66 1,2 242.147,09 525.459,19 1,4 - - 1,6 322.862,79 700.612,25 1,8 363.220,64 788.188,78 2,0 - - 2,2 - - 2,4 - - 2,6 524.652,03
9, R$ , , R$ ,
Rondônia 2005 R$ 601.575,17 2005 10.154 2004 1.027.983 2004 108.139 2004 10,52 2006 R$ 609.834,21 2006 10.757 2005 1.025.249 2005 101.539 2005 9,90 2007 R$ 1.229.490,00 2007 9.100 2006 1.047.004 2006 111.068
RESOLUÇÃO Nº 609, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014
RESOLUÇÃO Nº 609, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014 Ementa: Aprova o Orçamento Programa do Exercício de 2015 dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia. O CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, no uso das atribuições
Ranking de salário dos Tribunais de Justiça nos Estados e DF - Junho 2018 SS JUSTIÇA MG
Ranking de salário dos Tribunais de Justiça nos Estados e DF - Junho 2018 SS JUSTIÇA MG SS Justiça MG Junho 2018 Tabela 1 Tribunais de Justiça Estaduais posicionados conforme Vencimento Básico Vencimentos
Contabilizando para o Cidadão
Gasto Médio por Deputado Estadual - Assembleias Legistativas Estaduais - Ano 2017 R$17,5 R$16,9 R$15,9 Gasto Médio Anual por Deputado Estadual (em Milhões de R$) Média Nacional - Gasto Anual por Deputado
Atualização do custo total dos acidentes de trânsito no Brasil Histórico da Revisão
Atualização do custo total dos acidentes de trânsito no Brasil Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Atualização do custo total dos acidentes de trânsito no Brasil O presente documento tem por
FNPETI FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL. Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014
Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014 Fonte: IBGE/Pnad. Elaboração própria. Nota: a PNAD até o ano de 2003 não abrangia a área rural da região Norte (exceto o Tocantins). Nos anos de 1994, 2000
ENCARGOS SOCIAIS SOBRE A MÃO DE OBRA HORISTA % GRUPO A
ACRE B1 Repouso Semanal Remunerado 18,06 0,00 18,06 0,00 B2 Feriados 4,77 0,00 4,77 0,00 B3 Auxílio - Enfermidade 0,91 0,69 0,91 0,69 B4 13º Salário 10,97 8,33 10,97 8,33 B7 Dias de Chuvas 1,68 0,00 1,68
Produção Brasileira de Melão por Estado 2007 Estados Área (ha) Volume (Ton) Valor (Mil R$) Rio Grande do Norte Ceará 6.
Produção Brasileira de Abacaxi por Estado 2007 Pará 15.462 701.948 125.596 Paraíba 11.600 625.527 150.054 Minas Gerais 7.593 596.668 127.597 Bahia 6.430 282.634 63.185 São Paulo 3.620 271.380 76.161 Rio
Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes
Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes - 2015 Data: 18/05/2016 FILTROS: Veículos: Todos Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Piores trechos por Estado número de acidentes -
PROCESSO SELETIVO UFAL SiSU GERAL (5.168 vagas ofertadas)
PROCESSO SELETIVO UFAL 2014 - SiSU 2014.1 - GERAL (5.168 vagas ofertadas) ALAGOAS AL 2.918 56,46% BAHIA BA 306 5,92% SERGIPE SE 96 1,86% PERNAMBUCO PE 627 12,13% PARAÍBA PB 24 0,46% RIO GRANDE DO NORTE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Introdução SAEB/Prova Brasil 2011 - primeiros resultados O Sistema
Cursos de Dança no Brasil. Dulce Aquino
Cursos de Dança no Brasil Dulce Aquino Cursos de Dança no Brasil Instituições Federais Instituições Estaduais 3 cursos 9 cursos Total 3 Total de Cursos de Dança nas IES - 3 3 11 Norte - 3 Nordeste - 11
Tabela Área plantada, área colhida e produção, por ano da safra e produto das lavouras. Total Cana-de-açúcar
Variável - Área plantada (Hectares) Brasil, Grande Região e Unidade da FederProduto das lavouras Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Total
TÊNIS DE MESA Nº 04 13/09/2017
TÊNIS DE MESA Nº 04 13/09/2017 Relatório de Resultados TÊNIS DE MESA - EQUIPES - Feminino 13/09/2017 HORA JOGO FASE UF RESULTADO UF PARCIAIS CAT 09:00 J1 ELIM GOIAIS 1 X 3 MATO GROSSO 0-2\2-1\0-2\0-2 F
RESOLUÇÃO CFM Nº 2.064/2013
RESOLUÇÃO CFM Nº 2.064/2013 (Publicada no D.O.U. de 09 de janeiro de 2014, Seção I, p. 66) Aprova a previsão orçamentária do Conselho Federal de Medicina e dos Conselhos Regionais de Medicina para o exercício
Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos - Março de Inadimplência com cheques atinge 2,32% em março, aponta Serasa Experian
Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos - Março de 2015 Inadimplência com cheques atinge 2,32% em março, aponta Serasa Experian É o 4º pior março de toda a série histórica, iniciada em 1991 São
METODOLOGIA DE CÁLCULO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL
GT Mortalidade Infantil METODOLOGIA DE CÁLCULO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL RIPSA - Rede Interagencial de Informações para a Saúde A taxa de mortalidade infantil é um indicador utilizado para medir
8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014)
8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014) Elaboração: Contraf-CUT, CNTV e Federação dos Vigilantes do Paraná Fonte: Notícias da imprensa, SSP e sindicatos Apoio: Sindicato dos Vigilantes de Curitiba
FONTE DE DADOS. Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde: Dados de todos os estabelecimentos de saúde do Brasil.
CENSO AMIB 2016 OBJETIVO O objetivo desta proposta é prestar serviços de consultoria para a extração e análise de dados do CNES a respeito de leitos de UTI e profissionais da saúde intensivistas, bem como
Boletim Epidemiológico
Boletim Epidemiológico Análise Epidemiológica dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika, Semana Epidemiológica 1 a 5, do ano de 2018. Introdução A dengue, zika vírus e febre chikungunya
Estatísticas e Indicadores do Ensino Fundamental e Médio. Tiragem Limitada
Estatísticas e Indicadores do Ensino Fundamental e Médio Tiragem Limitada República Federativa do Brasil Fernando Henrique Cardoso Ministério da Educação e do Desporto - MEC Paulo Renato Souza Secretaria
MATERIAL SUPLEMENTAR. Tabela 1. Total de mamógrafos existentes e em uso no SUS, de acordo com tipo, em Salvador, Bahia e Brasil no ano de 2015.
MATERIAL SUPLEMENTAR Tabela 1. Total de mamógrafos existentes e em uso no SUS, de acordo com tipo, em Salvador, Bahia e Brasil no ano de 2015. EQUIPAMENTOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM - Brasil Equipamento
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua. Mercado de Trabalho Brasileiro 1º trimestre de de maio de 2018
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua Mercado de Trabalho Brasileiro 1º trimestre de 2018 17 de maio de 2018 P R I N C I P A L O B J E T I V O Produzir informações contínuas
Déficit Habitacional 2009
Déficit Habitacional 2009 Eduardo May Zaidan 28 de outubro de 2010 Déficit habitacional: conceito O déficit habitacional é a medida das carências de moradia de uma determinada sociedade. Essas carências
Noções Básicas sobre. Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso. População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica
Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso Noções Básicas sobre População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica Joilson Rodrigues de Souza Coordenador de Disseminação de Informações
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. Fevereiro/2013 (dados até Janeiro)
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Fevereiro/2013 (dados até Janeiro) Características da pesquisa Objetivo: - medir o impacto da conjuntura econômica nos Pequenos Negócios e suas
FLUXO CONSTRUÇÃO - OBRAS DE INFRA- ESTRUTURA POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
FLUXO - OBRAS DE INFRA- ESTRUTURA POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 29 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 29 FLUXO - OBRAS DE INFRA-ESTRUTURA, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA
SISTEMA PENITENCIÁRIO
Avante Instituto Brasil SISTEMA PENITENCIÁRIO Natália Macedo Sanzovo Coordenadora e Pesquisadora do Instituto Avante Brasil Data: 21/12/2012 Evolução da População Carcerária (1990-2012*) 2 Evolução da
7ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos. (1º semestre de 2014)
7ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (1º semestre de 2014) Elaboração: Contraf-CUT, CNTV e Federação dos Vigilantes do Paraná Fonte: Notícias da imprensa, SSP e sindicatos Apoio: Sindicato dos Vigilantes
SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA ATUAL
INFORME EPIDEMIOLÓGICO Nº 09 SEMANA EPIDEMIOLÓGICA (SE) 02/2016 (10 A 16/01/2016) MONITORAMENTO DOS CASOS DE MICROCEFALIA NO BRASIL A partir desta edição, o informe epidemiológico do COES passa a apresentar
CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016 CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016
CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016 V2 1 1. SETOR 2 UNIVERSO DISTRIBUIÇÃO MACRO REGIÕES SHOPPINGS EM OPERAÇÃO - UNIDADES 26 NORTE 80 NORDESTE 50 CENTRO OESTE 292 SUDESTE 520 +3,5% 538 SHOPPINGS
Resultado do Estoque de Empregos Formais RAIS 2002 a 2013
Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Junho de 2016
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Junho de 2016 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Junho de 2016 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores
MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS INTERESTADUAIS NA BAHIA, ENTRE OS PERÍODOS, 2000 e 2010
MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS INTERESTADUAIS NA BAHIA, ENTRE OS PERÍODOS, 2000 e 2010 Isaac A. Coimbra Lou SEI/BA Lis Helena Borges Bolsista/IPEA Roberta Pimenta Bolsista/IPEA Brasília, Março de 2013 3 a Conferência
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL
CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE D TABELA BÁSICA / EDIÇÃO 2016 PRIMEIRA FASE REF ROD DATA - DIA HORA GR JOGO ESTÁDIO CIDADE 1ª 12/06 - Dom A1 Rondônia RO x Amazonas AM A1 Acre AC x Amapá AP A2 Tocantins
Dados sobre o Programa de Educação Tutorial PET atualizados em abril de Fonte: SESu/MEC Apresentação: Diretoria da CENAPET
Dados sobre o Programa de Educação Tutorial PET atualizados em abril de 05 Fonte: SESu/MEC Apresentação: Diretoria da CENAPET Informações Gerais Número de Grupos: 84 Número de IES: Categoria Administrativa
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua. Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017 P R I N C I P A L O PNAD Contínua B J E T I Produzir informações contínuas Sobre a inserção da
NÍVEL DE EMPREGO FORMAL CELETISTA Outubro 2017 CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS CAGED
NÍVEL DE EMPREGO FORMAL CELETISTA Outubro 2017 CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS CAGED BRASIL SALDO DO EMPREGO FORMAL - SEM AJUSTES - PERÍODO DE OUTUBRO DE 2016 A OUTUBRO 2017 2 BRASIL SALDO
SONDAGEM SOBRE HÁBITOS DE LEITURA E DE PESQUISA JURÍDICA ASSOCIADOS AASP. Q1 Sexo. Respondidas: Ignoradas: 36
Q1 Sexo Respondidas: 5.469 Ignoradas: 36 Feminino Masculino Feminino Masculino 36,83% 2.014 63,17% 3.455 Total 5.469 1 / 14 Q2 Faixa etária Respondidas: 5.485 Ignoradas: 20 Até 25 anos 26 a 35 anos 36
Indicadores Econômicos e Fomento à Indústria
Edição 008 Setembro de 2018 Publicação do Sistema FIEMT elaborada pela área de Crescimento populacional de Mato Grosso em 2018 Pela estimativa populacional de 2018 divulgada pelo Instituto Brasileiro Geográfico
(Atenção Links não estão ativos) Tribunais Superiores. Justiça Federal. União Internacional do Notariado Latino Colégio Notarial do Brasil
Links Notariais (Atenção Links não estão ativos) União Internacional do Notariado Latino Colégio Notarial do Brasil Tribunais Superiores Supremo Tribunal Federal - STF Superior Tribunal de Justiça - STJ
