Direcção-Geral da Saúde
|
|
|
- Maria dos Santos Franca Castel-Branco
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Assunto: Para: Saúde Oral Normalização de procedimentos para a emissão de cheques-dentista e documentos de referenciação para higienista oral Divulgação Externa Nº:07/DSPPS/DCVAE DATA:26/03/09 Contacto na DGS: Dr. Rui Calado, Dra. Ana Margarida do Céu, Dra. Cristina Cádima, Dra. Margarida Jordão A Circular Normativa de 09/01/09 1 foi elaborada no pressuposto de que constituiria um elemento indutor do aumento da cobertura de cuidados preventivos e curativos, prestados por profissionais especializados, às crianças e jovens que frequentam escolas públicas e instituições privadas de solidariedade social (IPSS), de forma a criar condições facilitadoras da manutenção da saúde oral ao longo da vida. Tendo em consideração a cronologia da erupção dentária, é proposta uma intervenção prioritária nas coortes de crianças com: 7 anos, na condição de já se ter verificado a erupção dos primeiros molares; 10 anos, na condição de já se ter verificado a erupção dos pré-molares; 13 anos, na condição de já se ter verificado a erupção dos segundos molares. De acordo com a programação estabelecida, a partir de Setembro de 2009 serão abrangidas as crianças nascidas em 2002, 1999 e 1996 correspondentes às coortes acima mencionadas. Nestes termos a referenciação para a consulta de Higiene Oral ou a emissão de cheques-dentista será efectuada entre Setembro de 2009 e Abril de Estas consultas poderão ser efectuadas e estes cheques utilizados (validade) até 31 de Agosto de São excepções a este procedimento: Os casos de crianças submetidas a triagem e que não tinham, nessa data, os dentes permanentes, da respectiva coorte, erupcionados. Essas crianças serão 1 Circular Normativa 2/DSPPS/DCVAE, disponível em Micosite da Saúde Oral, em Informações/documentos de Apoio 1
2 abrangidas no ano seguinte, através de cheque-dentista a emitir com base em listagem disponibilizada pelo Sistema de Informação da Saúde Oral (SISO); Os casos de crianças não submetidas a triagem e que não tinham, à data da utilização do cheque (consulta), os dentes permanentes, da respectiva coorte, erupcionados. Os cheques emitidos adquirirão mais 12 meses de validade a partir dessa data, ficando a sua utilização dependente de nova marcação de consulta. Uma vez que é desejável que o número destas situações seja reduzido, sugere-se que a triagem e a referenciação incidam em primeiro lugar sobre a coorte de crianças com 7 anos (1º período lectivo), em segundo lugar na coorte dos jovens de 13 anos (início do 2º período lectivo) e finalmente na coorte dos alunos com 10 anos (até final de Abril). Parcerias A operacionalização dos procedimentos necessários à prestação, por profissionais especializados, de cuidados preventivos e curativos de saúde oral às crianças e jovens escolarizados, pressupõe a existência de uma estreita relação de cooperação com as estruturas pertinentes do Ministério da Educação. Por isso, representantes do Ministério da Saúde dialogaram com os seus homólogos das estruturas de nível Central e Regional do Ministério da Educação, tendo assegurado o necessário apoio e colaboração para a implementação do programa. Assim, ficou estabelecido que: As listas dos alunos de 7, 10 e 13 anos por escola e turma, serão fornecidas pelos Agrupamentos de Escolas. Um ficheiro nacional de alunos por agrupamento e escola será disponibilizado pelo Ministério da Educação, constituindo um instrumento essencial para o preenchimento dos campos que constam do suporte de informação usado para o carregamento de dados no Sistema de Informação da Saúde Oral (Anexo nº I). A transferência de dados para o SISO antecede a realização da triagem (nos Centros de Saúde com Higienista Oral) e/ou a emissão de cheques; 2
3 A deslocação aos estabelecimentos de ensino para a realização de triagens, deverá ser anualmente agendada entre o gestor local de saúde oral e o(s) interlocutor(es) designado(s) pelos Agrupamentos de Escolas, no início do 1º período lectivo. A entrega dos cheques-dentista, bem como dos documentos de referenciação para a consulta de higiene oral ou outros documentos considerados pertinentes para o desenvolvimento do presente programa, deverão ser entregues aos encarregados de educação através das escolas, mas sempre com o envolvimento efectivo, neste processo, dos Agrupamentos de Escolas. Para facilitar o processo de livre escolha de prestador pelo encarregado de educação, sempre que possível deverá ser entregue, juntamente com o cheque-dentista, uma cópia da lista actualizada de médicos aderentes com consultórios na área geográfica circundante da escola, que normalmente corresponderá ao concelho onde se situa a escola e aos concelhos limítrofes. No início de Maio o gestor local de saúde oral terá acesso à identificação das crianças a quem foram emitidos cheques-dentista que não foram utilizados, podendo contactar os respectivos encarregados de educação com a intenção de os sensibilizar para a importância da saúde oral e alertar sobre o prazo de validade do cheque dentista, uma vez que a possibilidade do seu educando o utilizar caducará no final do mês de Agosto. Ano de transição O ano de 2009 será um ano particular face à necessidade da intervenção recair sobre as coortes de crianças/jovens com 7, 10 e 13 anos referentes ao ano escolar 2008/2009 e de iniciar o processo de triagem e referenciação previstas para o ano lectivo de 2009/2010. Neste contexto e de acordo com o definido na mesma Circular Normativa a partir de Março de 2009 serão abrangidas as crianças nascidas em 2001, 1998 e 1995, que não beneficiaram da contratualização em 2008, de acordo com a seguinte metodologia: 3
4 Poderá iniciar-se, junto dos Agrupamentos de Escolas, o processo de selecção dos alunos e de preenchimento do suporte de informação necessário ao carregamento do Sistema de Informação da Saúde Oral; Nos Centros de Saúde com higienista oral, poderá ser agendada, com o respectivo Agrupamento de Escolas, a deslocação às escolas daquele profissional, para a realização da triagem necessária ao preenchimento das consultas de higiene oral disponibilizadas no âmbito do presente programa; Entre Março e Agosto de 2009 proceder-se-á à emissão dos documentos de referenciação das crianças/jovens para a consulta de higiene oral ou dos cheques-dentista ou outros documentos, para serem entregues aos encarregados de educação através das escolas, sempre com o envolvimento efectivo, neste processo, dos Agrupamentos de Escolas; No contexto deste ano de transição, as consultas de higiene oral e de medicina dentária poderão ser efectuadas até ao final do mês de Outubro de Nota: Face à necessidade de adaptar a forma e conteúdo dos cheques-dentista, juntam-se (Anexo II) as novas versões dos mesmos. O Director-Geral da Saúde Francisco George 4
5 ANEXO I 5
6 6
7 ANEXO II 7
8 8
9 9
10 10
11 11
12 12
13 13
14 14
15 15
16 16
Direcção-Geral da Saúde
Assunto: Para: Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral Crianças e Jovens que frequentam escolas públicas e IPSS: Normalização de procedimentos Divulgação Externa Nº: 02/DSPPS/DCVAE DATA: 09/01/09 Contacto
PNPSO - Saúde Oral para Grávidas e Saúde Oral para Idosos
PNPSO - Saúde Oral para Grávidas e Saúde Oral para Idosos Informação à Classe ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS Obtenha as respostas às seguintes questões: Como funciona o Programa do Cheque-dentista? Como funciona
CAPÍTULO I Disposições gerais
Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Lagoa As bases do enquadramento jurídico do voluntariado, bem como, os princípios que enquadram o trabalho de voluntário constam na Lei n.º 71/98,
Adesão ao programa e.escolinha para o ensino particular e cooperativo
Adesão ao programa e.escolinha para o ensino particular e cooperativo Descrição do Programa O programa e.escolinha destina-se aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico público e privado e tem como finalidade
Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007
Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram
Regulamento de Estágios
Programa de Inserção Profissional Regulamento de Estágios Faculdade de Ciências Humanas Nos últimos anos, o ensino universitário tem vindo a integrar nos percursos formativos a realização de estágios curriculares
Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual
Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial
Ministérios da Administração Interna, do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação PROTOCOLO. Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA,
PROTOCOLO Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL e MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 2/7 A aposta na qualificação dos portugueses constitui uma condição essencial
REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO MUNICIPAL TEMPORÁRIA DE JOVENS
REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO MUNICIPAL TEMPORÁRIA DE JOVENS REGULAMENTO Artigo 1.º Objecto 1 O programa de ocupação municipal temporária de jovens, adiante abreviadamente designado por OMTJ, visa a ocupação
Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social
Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros
Plano de Acção. Rede Social 2011/2012
Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização
O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?
O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo
ASSOCIAÇÃO DISTRITAL DE JUDO DE LISBOA
Anexo à Circular n.º 4/11 DIR SEGURO DESPORTIVO PARA 2012 O Seguro Desportivo de Grupo, contratado através da Corretora de Seguros VIP SEGUROS para a época de 2012, abrange toda a prática desportiva do
REGULAMENTO DOS TRANSPORTES ESCOLARES
REGULAMENTO DOS TRANSPORTES ESCOLARES A Câmara Municipal de Alpiarça, com a criação do presente Regulamento, pretende definir e clarificar procedimentos no âmbito dos Transportes Escolares, nomeadamente
ADMINISTRAÇÃO REGIONAL de SAÚDE de LISBOA e VALE do TEJO
ADMINISTRAÇÃO REGIONAL de SAÚDE de LISBOA e VALE do TEJO PROGRAMA NACIONAL de PROMOÇÃO da SAÚDE ORAL RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2007 Grupo Regional da Saúde Oral Lisboa Julho 2008 Grupo Regional da Saúde
CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS
2008 CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS SERVIÇO DE TRANSPORTE ADAPTADO A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA Normas de Funcionamento As pessoas com mobilidade condicionada debatem-se diariamente com sérios problemas
ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação
ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS GUIA PARA A MOBILIDADE DE SERVIÇOS BANCÁRIOS
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS GUIA PARA A MOBILIDADE DE SERVIÇOS BANCÁRIOS simplifica Como nasce este Guia O presente Guia baseia-se nos Princípios Comuns Para a Mobilidade de Serviços Bancários", adoptados
REGULAMENTO DO BANCO DE EMPRÉSTIMO DE MANUAIS ESCOLARES
REGULAMENTO DO BANCO DE EMPRÉSTIMO DE MANUAIS ESCOLARES 1 PREÂMBULO Sendo a aposta na educação uma estratégia fundamental para o desenvolvimento do concelho de Vendas Novas, é lançado o Banco de Empréstimo
Programa Nacional de Diagnóstico Pré-Natal Contratualização Processo de Monitorização e Acompanhamento
Introdução A saúde materna e infantil em Portugal tem vindo a registar melhorias significativas nos últimos anos, verificando-se expressiva diminuição das taxas de mortalidade perinatal e infantil por
ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas
REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2
REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros
EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS
INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Levante da Maia 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas
PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO
PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIOS SOCIAIS DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA - PROGRAMA ALBERGARIA SOLIDÁRIA NOTA JUSTIFICATIVA No âmbito de uma política social que se vem orientando para potenciar
CONCURSO DE CRIAÇÃO DE SPOT PROMOCIONAL
CONCURSO DE CRIAÇÃO DE SPOT PROMOCIONAL ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE PARA TODOS REGULAMENTO Artigo 1º OBJECTIVO O presente concurso tem como objectivo sensibilizar os alunos do Ensino Secundário e a comunidade
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados
Introdução 02. CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor 04. Passos para criação do CRER Centro de Recursos e Experimentação 05
criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Introdução 02 O que é o CRER 03 CRER Centro de Recursos e Experimentação 03 CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor
GUIA PRÁTICO BENEFÍCIOS ADICIONAIS DE SAÚDE
Manual de GUIA PRÁTICO BENEFÍCIOS ADICIONAIS DE SAÚDE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/7 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Benefícios Adicionais de Saúde (N30 v4.
SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187
I SÉRIE Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério da Educação e Ciência Portaria n.º 292-A/2012: Cria uma experiência-piloto de oferta formativa de cursos vocacionais
Perguntas Frequentes
Perguntas Frequentes I - De ordem geral: 1 - Em que consiste o incentivo fiscal ao abate de veículos em fim de vida previsto na lei da fiscalidade verde (Lei n.º 82-D/2014, de 31 de dezembro) Consiste
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA Preâmbulo O voluntariado é definido como um conjunto de acções e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada no âmbito
PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE
PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação
Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO
Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa
Programa Local de Responsabilidade Social de Ferreira do Alentejo
Regulamento do Programa Local de Responsabilidade Social de Preâmbulo O projeto Ferreira Solidária, financiado pelo Programa dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, prevê, no eixo 1, a implementação
Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima
Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima O projeto Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima tem como propósito fomentar a partilha de manuais escolares, mediante
Perguntas frequentes. 20142015 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde
Perguntas frequentes 20142015 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde lista de perguntas Projeto SOBE Trabalhar no projeto Saúde Oral, Bibliotecas Escolares (SOBE)
Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Planeamento da Alta do Doente com AVC Intervenção dos Assistentes Sociais Nº: 7/DSPCS DATA: 28/04/04 Para: Contacto na DGS: Assistentes
06-08-2005 43/05. 1. Divulgação das normas de seguro escolar aos encarregados de educação
DATA: NÚMERO: 06-08-2005 43/05 C/CONHECIMENTO A: REMETIDO A: SG - Secretaria-Geral do Ministério da Educação... GGF - Gabinete de Gestão Financeira... DGIDC - Direcção-Geral Inovação e Desenvolvimento
Colaborar com as várias estruturas da escola nas tarefas inerentes ao cargo.
Atualizar e divulgar a composição da equipa. Divulgar as atividades. Atualizar e divulgar diversos materiais. ano lectivo Informação/divulgação dos serviços especializados na página da escola /EE Representar
Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário
Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Secundário reconhecem que a melhoria da educação e da qualificação dos Portugueses constitui
Manual de Utilização
Sistema de Informação de Saúde Oral Manual de Utilização 1.0 11/06/2010 Engenharia de Software 2º Semestre 2009/2010 Grupo: 2 Membros: NUNO MESTRE 31140 DIOGO FIGUEIRAL 35979 HUGO FONSECA 36146 JOÃO LUÍS
GRIPE A (H1N1) v. Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino
GRIPE A (H1N1) v Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino Orientações para a sua elaboração Este documento contém: Metodologia de elaboração
Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15
DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15 O Departamento de Informática (DI) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) procura criar e estreitar
Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas Campo Mártires da Pátria, 130 1169-056 Lisboa Tel.: (..351) 21 880 30 95
Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas Campo Mártires da Pátria, 130 1169-056 Lisboa Tel.: (..351) 21 880 30 95 bonecada Praça Central. Colombo 27 de abril a 3 de maio Somos estudantes
Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Lisboa Sector da Rede Social
REDE SOCIAL Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Lisboa Sector da Rede Social REDE SOCIAL A Rede Social pretende constituir um novo tipo de parceria entre entidades públicas e privadas
Plano de acção. Outubro 2011
Plano de acção Outubro 2011 Ano Lectivo 2011/2012 PÁGINA - 2 INTRODUÇÃO A legislação em vigor determina que o Projecto Educativo da Escola (PEE) deve incluir temáticas relacionadas com a Promoção e Educação
Concursos e mobilidade. 5/6 de junho de 2014
Concursos e mobilidade 5/6 de junho de 2014 Regime de seleção, recrutamento e mobilidade do PD A satisfação das necessidades de pessoal docente das escolas é suprida através dos concursos: interno e externo
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT Conteúdo Artigo 1º... 3 OBJECTIVO... 3 Artigo 2º... 3 CONCEITO DE ENCONTRO DE SABEDORIA... 3 Artigo 3º... 3 ÂMBITO
REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR
REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR 1 1. Considerações Gerais A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com sede em Baguim do Monte, concelho de Gondomar,
sucessivamente plasmado no nº1 do artigo 20º do Decreto-Lei nº 409/89, de 18 de Novembro e no artigo 18º do Decreto-Lei nº 312/99, de 10 de Agosto
Tem a Administração Educativa recorrido, ora com carácter ocasional, ora com carácter regular, à contratação por oferta de escola de pessoal docente detentor de formação especializada para assegurar a
Agrupamento de Escolas de Vagos 161070 REGIMENTO DOS PRÉMIOS DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO
Agrupamento de Escolas de Vagos 161070 REGIMENTO DOS PRÉMIOS DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO maiol2014 Índice Página Preâmbulo... 2 Artigo 1.º - Objetivo e Âmbito... 2 Artigo 2.º - Composição...
PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO CART AXO. 1. Preâmbulo
PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO CART AXO 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objetivo assegurar aos militares e aos trabalhadores do mapa de
Normas para as Matrículas das Crianças da Educação Pré-escolar e dos Alunos dos Ensinos Básico e Secundário
Índice Legislação Geral 1 Legislação Acção Social e Seguro Escolar 2 Alargamento da Rede de Edcação pré-escolar 2 Educação Especial 3 Inclusão e Sucesso Educativo 4 Notícias 5 Encerramento do Ano Lectivo
L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010
L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e
Projeto Sorrisos. Intervenção em saúde Oral
Projeto Sorrisos Intervenção em saúde Oral 0. INTRODUÇÃO A Declaração de Liverpool sobre Promoção da Saúde Oral no século XXI foi assinada em setembro 2005 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), Associação
GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS
Manual de GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/7 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Apadrinhamento Civil Crianças
AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS
AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS I A Comissão Directiva do POPH informa que decorre entre os dias 30 de Janeiro e 3 de Março de 2008 o período para apresentação de candidaturas ao Programa Operacional
SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA
SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova
Associação de Apoio à Trissomia 21
I- Instituição Promotora NOME: AMAR 21 Associação de Apoio à Trissomia 21 MORADA: Rua Tomé de Sousa, nº 19 Edifício Leal, Apt 403 4750-217Arcozelo Barcelos DISTRITO: Braga CONTATOS: 933852811 TIPO DE INSTITUIÇÃO:
PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO
CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da
REGULAMENTO DE PRÉMIO Linka-te aos Outros
REGULAMENTO DE PRÉMIO Linka-te aos Outros 1. Apresentação O presente concurso é uma iniciativa promovida pela, no âmbito do Ano Europeu das Atividades Voluntárias que promovam uma Cidadania Ativa proclamado
Planejamento CPA Metropolitana 2013
Planejamento CPA Metropolitana 2013 1 Planejamento CPA Metropolitana Ano 2013 Denominada Comissão Própria de Avaliação, a CPA foi criada pela Legislação de Ensino Superior do MEC pela Lei 10.861 de 10
RMABE-Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo Preâmbulo
RMABE-Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo Preâmbulo Os Municípios são as Autarquias Locais que têm como objectivo primordial a prossecução dos interesses próprios e comuns dos respectivos
Regulamento Geral da Formação
Regulamento Geral da Formação Regulamento n.º 32/2006, de 3 de Maio publicado no Diário da República, II Série, n.º 85, de 3 de Maio de 2006 Artigo 1.º Objecto 1 Este regulamento define as regras relativas
Serviços de Saúde do Trabalho
1 CONVENÇÃO N. 161 Serviços de Saúde do Trabalho I Aprovada na 71ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1985), entrou em vigor no plano internacional em 17.2.88. II Dados referentes
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Rede Social de Aljezur Plano de Acção (2009) Equipa de Elaboração do Plano de Acção de 2009 / Parceiros do Núcleo Executivo do CLAS/Aljezur Ana Pinela Centro Distrital
Introdução Freguesia de Odivelas Junta Freguesia de Odivelas Comissão Social de Freguesia de Odivelas
Introdução A Freguesia de Odivelas é uma realidade complexa que a todos diz respeito, uma realidade que deve ser alvo de uma intervenção de todos que nela participam para que seja executado um trabalho
REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS
REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de
Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias
TERMO DE REFERÊNCIA Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias 1. Contexto e Justificação O Programa conjunto sobre o Empoderamento da Mulher
Banco de Livros Escolares de Azambuja
Banco de Livros Escolares de Azambuja Associações de Pais e Encarregados de Educação Município de Azambuja 1 PREÂMBULO O Banco de Livros Escolares de Azambuja, tem como propósito o fomento da partilha
Caritas Diocesana de Portalegre Castelo Branco
géneros alimentares recebidos do Banco Alimentar Contra a Fome - Delegação de Portalegre, com o qual existe protocolo. Artigo 12º (Afixação de documentos) É da responsabilidade d@ Coordenador/a da Loja:
A. Questões de âmbito geral sobre Requisição Electrónica de MCDT
A. Questões de âmbito geral sobre Requisição Electrónica de MCDT 1. O que é a requisição electrónica de MCDT e em que diploma está regulamentada? É o procedimento de emissão de requisições de meios auxiliares
REGULAMENTO DE BOLSAS E BENEFÍCIOS PARA O ANO DE 2015
REGULAMENTO DE BOLSAS E BENEFÍCIOS PARA O ANO DE 2015 Bacabal 2015 REGULAMENTO DE BOLSAS E BENEFÍCIOS DO OBJETIVO Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras gerais do Programa de Bolsas e Benefícios
PROPOSTA DE Seguro de Saúde
PROPOSTA DE Seguro de Saúde APIT 1. INTRODUÇÃO Tendo presente a tipologia de condições do seguro de saúde solicitada, a Açoreana procura corresponder aos interesses dos Associados da APIT e os respectivos
Regras de Filiação 2009/10
As Regras de Filiação, válidas para a época de 2009/2010 são as seguintes: 1) De acordo com o artigo 5º do Regulamento de Filiações da FPX, poderão filiar-se na FPX todos os indivíduos, independentemente
Guia de utilização. Gestão de Mensagens. Março 2009
Guia de utilização Gestão de Mensagens Março 2009 Índice Índice... 2 Novo Serviço de Gestão de Mensagens... 3 Criar Mensagens... 4 Layout Criar Mensagens... 5 Processo Criar Mensagens... 7 Gestão das Mensagens...
SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS DESPORTO ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE AVEIRO MANUAL DE PROCEDIMENTOS
Apólice n.º: 3968922 SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS DESPORTO ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE AVEIRO MANUAL DE PROCEDIMENTOS Este manual destina-se a reger o funcionamento do contrato de seguro desportivo obrigatório
NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES
GABINETE DA MINISTRA DESPACHO
DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado,
MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL E DA SAÚDE
MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL E DA SAÚDE Despacho conjunto n.º 867/2001. O Decreto-Lei n.º 50/2000, de 7 de Abril, cria a rede nacional de apoio aos militares e ex-militares portugueses portadores de
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA
MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA Aprovado por deliberação da Assembleia Municipal de 19 de Abril de 2011. Publicado pelo Edital n.º 73/2011. Em vigor desde 27
APPDA-Setúbal. Educação
APPDA-Setúbal Educação Enquadramento Constitui desígnio do XVII Governo Constitucional promover a igualdade de oportunidades, valorizar a educação e promover a melhoria da qualidade do ensino. Um aspeto
Regulamento. Núcleo de Voluntariado de Ourique
Regulamento Núcleo de Voluntariado de Ourique Regulamento da Núcleo de Voluntariado de Ourique Nota Justificativa O presente Regulamento define as normas de funcionamento do Núcleo de Voluntariado de Ourique,
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O Centro Social e Polivalente de Ourentã, (C.S.P.O.) designado por Instituição
