Relatório Trabalhista
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- Diego Morais Pedroso
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1 Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos - [email protected] - fone/fax (11) Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório Trabalhista Nº /09/2004 Sumário: LIDERANÇA DE REUNIÃO APOSENTADORIA POR INVALIDEZ - GENERALIDADES CHECK SUA ROTINA DE TRABALHO - LEMBRETES LIDERANÇA DE REUNIÃO De origem norte-americana, o método Training Within Industry - TWI surgiu no Brasil em 1952, pela Comissão Brasileiro-Americana de Educação Industrial (CBAI). Em São Paulo, é difundido pela Secretaria do Trabalho, e para outros estados é ministrado pelos órgãos do SENAI. A sua 5ª fase, do método, ensina como estar preparado para liderar uma reunião, então vejamos: FAÇA UM RESUMO: Prepare um resumo detalhado dos tópicos a serem discutidos. Determine os objetivos a serem alcançados. Faça uma lista dos pontos a serem salientados. PLANEJE A DIREÇÃO DA REUNIÃO: 1
2 Determine qual a aproximação a ser usada o que dizer, como dizer, como introduzir tópicos e idéias, como controlar a discussão. Estabeleça um horário: qual a duração da reunião. Estabeleça um horário qual a duração da reunião, qual o tempo necessário à discussão de cada tópico e de cada problema. TENHA PRONTO TODO O MATERIAL: Os panfletos, as folhas de informação, os materiais de referência que deverão ser usados. Cartões, diagramas, gráficos, cartazes, suficiente espaço de quadro-negro, giz, apagador, flip-chart, vídeo e fitas e todo o material necessário às demonstrações. MANTENHA O LOCAL DA REUNIÃO CONVENIENTEMENTE ARRUMADO: Certifique-se de que todos podem ver e ouvir bem. Certifique-se de que todos se sentem confortáveis: mesa, cadeiras em número suficiente, cinzeiros, temperatura, luz e ventilação adequadas, ausência de ruídos, etc. COMO LIDERAR UMA REUNIÃO? PONTO 1 - INICIE A REUNIÃO Cumprimente o grupo. Faça observações de introdução. Coloque o grupo à vontade. Mostre qual o objetivo da reunião, qual o problema a ser discutido e quais os objetivos que se deseja alcançar. Indique o método a ser usado. PONTO 2 - ORIENTE A DISCUSSÃO Inicie a discussão: exponha os fatos; faça perguntas diretas ou gerais; dê uma opinião; use demonstrações, filmes ou auxílios visuais de qualquer espécie. Encoraje a participação - troca de idéias e de experiências; faça com que todos participem Controle a discussão - evite ressentimentos que possam surgir dos argumentos apresentados; evite que um membro do grupo monopolize a discussão. Mantenha a discussão dentro do assunto - resuma com freqüência, analise o desenvolvimento da discussão. PONTO 3 - CONSIGA ACEITAÇÃO DOS RESULTADOS Reajuste as idéias e as opiniões de modo que a maior parte do grupo as aceite. Peça constantemente que as opiniões e as idéias apresentadas sejam expressas novamente. Faça muitas tentativas até que as conclusões sejam aceitas pela maioria do grupo. PONTO 4 - RESUMA A DISCUSSÃO Mostre os pontos altos da reunião. Faça uma avaliação das idéias, das opiniões, das sugestões e das experiências apresentadas. Chegue a conclusões ou a soluções - indique o que foi conseguido com a reunião. Determine um plano de ação a ser tomado. 2
3 APOSENTADORIA POR INVALIDEZ GENERALIDADES Tem direito, o segurado que após cumprir a carência exigida, esteja ou não recebendo auxílio-doença, for considerado incapaz para o trabalho e não sujeito à reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência. Não é concedida aposentadoria por invalidez ao segurado que, se ao filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social, já era portador da doença ou da lesão que geraria o benefício, salvo quando a incapacidade decorreu de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão. O segurado que estiver recebendo aposentadoria por invalidez, independente da idade, está obrigado a se submeter à perícia médica do INSS de dois em dois anos. Não é exigido nenhuma carência em decorrência de acidente de trabalho ou de qualquer natureza. Já em decorrência de outras causas, a carência é de 12 contribuições mensais. Havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data só serão computadas depois que, a partir da nova filiação à Previdência Social, o segurado comprovar, no mínimo 4 contribuições (1/3) que somadas as anteriores totalize 12 contribuições. Se o segurado for acometido de tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, neoplasia maligna, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, estado avançado de doença de Paget (osteíte deformante), síndrome da deficiência imunológica adquirida AIDS, ou contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada, terá direito ao benefício, independente do pagamento de 12 contribuições, desde que tenha a qualidade de segurado. Nota: A Portaria Interministerial nº 2.998, de 23/08/01, DOU de 24/08/01 (RT 070/2001), dos Ministros da Previdência e Assistência Social e da Saúde, excluiu a exigência de carência para a concessão de auxílio-doença ou de aposentadoria por invalidez aos segurados portadores das doenças ou afecções relacionadas nesta Portaria. O pagamento do benefício tem início a contar do dia imediato ao da cessação do auxílio-doença, caso o segurado já estiver recebendo auxílio-doença. Caso contrário, receberá a partir do 16º dia de afastamento da atividade ou a partir da data da entrada do requerimento, se entre o afastamento e a entrada do requerimento decorrerem mais de 30 dias. Para os demais segurados a partir da data do início da incapacidade ou a partir da data da entrada do requerimento, quando requerido após o 30º dia do afastamento da atividade. Caso o INSS tenha ciência da internação hospitalar ou do tratamento ambulatorial, avaliado pela perícia médica, a aposentadoria começa ser paga no 16º do afastamento da atividade ou na data do início da incapacidade, independentemente da data do requerimento. O benefício deixa de ser pago nas seguintes hipóteses: quando o segurado recupera a capacidade para o trabalho; quando o segurado volta voluntariamente ao trabalho; quando o segurado solicita e tem a concordância da perícia médica do INSS. O valor do benefício é equivalente a 100% do salário de benefício, caso o segurado não estivesse recebendo auxílio-doença. Para os inscritos até 28/11/99 - o salário de benefício corresponderá à média aritmética simples dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, a partir do mês julho/94. Para os inscritos a partir de 29/11/99 - o salário de benefício corresponderá à média aritmética simples dos maiores salários de contribuição correspondentes a 80% de todo o período contributivo. Para o segurado especial que não tenha optado por contribuir o valor será de um salário mínimo. Se o segurado necessitar de assistência permanente de outra pessoa, a critério da perícia médica, o valor da aposentadoria por invalidez será aumentado em 25% a partir da data de sua solicitação. Suspensão do Contrato de Trabalho De acordo com o art. 475 da CLT, durante o afastamento, o contrato de trabalho ficará suspenso. Portanto, não ocorre o desligamento do empregado. 3
4 A empresa deverá orientar ao empregado para sacar a cota do PIS/PASEP e o FGTS (código 05, autorização pelo INSS). CHECK SUA ROTINA DE TRABALHO - LEMBRETES PREVIDÊNCIA SOCIAL: Manutenção do calendário de vacinações periódicas, para efeito de pagamento de salário-família, bem como também para efeito de contratação (Portaria nº 597, de 08/04/04, DOU de 12/04/04, do Ministro de Estado da Saúde - RT 053/2004). Fixação da cópia da GPS, relativo ao mês de competência anterior, no quadro de horário de trabalho, durante o prazo de um mês (prazo alterado pelo Decreto nº 1.843, de 25/03/96 - antes era de 6 meses); Envio da cópia da GPS, devidamente quitada, ao sindicato profissional, até o dia 10 de cada mês subsequente ao de competência; TRABALHISTA: Treinamento/cursos: Empresas com mais de 100 empregados, deverão manter programas especiais de incentivos e aperfeiçoamento profissional da mão-de-obra (art. 390C, da CLT - Lei nº 9.799/99); Deficientes físicos - Empresas com 100 ou mais empregados estão obrigadas a preencher de 2 a 5% de seus cargos com beneficiários da Previdência Social reabilitados ou com pessoa portadora de deficiência habilitada (Lei nº 7.853/89, regulamentada pelo Decreto nº 3.298/99); Vencimento de exames médicos - Renovação periódica; Acordo Coletivo de Compensação de Horas Semanais para menores (renovação a cada 2 anos); Quadro de Horário de Trabalho (modelo único para menores e adultos); Quadro que trata da proteção de menores (fixado em local visível e de grande circulação); Cartão Externo (Office-Boy; Vendedores Externos; Motoristas; etc); Atualização das fichas de registro de empregados ou livro; Atualização das CTPS de empregados; IMPOSTO DE RENDA: Declaração de dependentes para Imposto de Renda (admissão, alteração e no mês de janeiro de cada ano); Manutenção da PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) da empresa tomadora e das empresas fornecedoras (cozinha industrial, refeições transportadas, administração de cozinha industrial, cesta de alimentos, ticket alimentação, etc); SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO: Implantação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - NR 9; Implantação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - NR 7; Validade dos extintores de incêndio; Manutenção dos hidrantes; Elaboração do Mapa de Riscos Ambientais pela CIPA; SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho); Composição da CIPA, de acordo com a quantidade de empregados x grau de risco; Validade do Relatório de Inspeção de caldeiras, compressores, etc.; Inspeção Prévia de funcionamento do estabelecimento; CIPA - término de gestão e reeleição (edital de convocação com 45 dias de antecedência ao término); Laudo Técnico Ambiental, expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, contendo informações sobre a existência de tecnologia de proteção coletiva que diminua a intensidade do agente agressivo a limites 4
5 de tolerância e recomendação sobre a sua adoção pelo estabelecimento respectivo (art. 58, Lei nº 8213/91, alterada pela MP nº 1.523/96 e reedições posteriores; e aprovada pela Lei nº 9.528, 10/12/97, DOU de 11/12/97; Perfil profissiográfico, entrega na ocasião do desligamento do empregado (art. 58, Lei nº 8213/91, alterada pela MP nº 1.523/96 e reedições posteriores); Cursos de direção defensiva, primeiros socorros e outros determinados pelo CONTRAN, aos motoristas de empresas de mantenhm frotas de veículos (Lei nº 9.503, de 23/09/97, art Código de Trânsito Brasileiro). SENAI/SENAC: Certificado da Escola Senai (Decreto nº , de 06/10/52); Quantidade de menores aprendizes (proporcionalidade); VALE TRANSPORTE: Concessão do VT (municipal, intermunicipal, metrô e trem); Termo de compromisso e informação sobre endereço residencial e meio de transporte, firmado pelo empregado usuário do VT, renovado a cada ano (art. 7º, 1º, Decreto nº /87); CRECHES: Vencimento do contrato com creche (distrital, pública ou privada, pela própria empresa, regime comunitário, SESI, SESC, LBA ou entidades sindicais); TREINAMENTO: Empresas com mais de 100 empregados, de ambos os sexos, deverão manter programas especiais de incentivos e aperfeiçoamento profissional da mão-de-obra (Art. 390-C, CLT). Cursos de direção defensiva, primeiros socorros e outros determinados pelo CONTRAN, aos motoristas de empresas de mantenhm frotas de veículos (Lei nº 9.503, de 23/09/97, art Código de Trânsito Brasileiro). CONVENÇÃO COLETIVA DO TRABALHO: Observar exigências do Acordo ou Convenção Coletiva; VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO ESTADO: Observar a legislação pertinente junto ao setor fiscal. OBSERVAÇÕES GERAIS: Sindicato - Contribuições: Observar os prazos determinados pelos sindicatos, quanto ao recolhimento da Contribuição Confederativa, Mensalidades de Associados e Contribuições Assistenciais previstas nos Acordos/Convenções Coletivas da categoria profissional, inclusive da categoria diferenciada; SENAI - Contribuição Adicional: As indústrias, empresas de comunicação, transportes e pesca, com mais de 500 empregados, devem recolher mensalmente a Contribuição Adicional do SENAI. O recolhimento é calculado com base em 0,2% sobre o valor total das 5
6 remunerações mensais pagas aos empregados e recolhe-se diretamente ao SENAI ou Banco do Brasil em guia própria. Havendo convênio SENAI/Empresa a contribuição poderá ser reduzida pela metade. SALÁRIO-EDUCAÇÃO - FNDE: Com a nova redação dada pelo Decreto nº 4.943, de 30/12/03, DOU de 31/12/03 ao art. 6º do Decreto nº 3.142, de 16/08/99, DOU de 17/08/99, que regulamentou a contribuição social do salário-educação, empresas cujo total de remunerações pagas ou creditadas, a qualquer título, aos segurados empregados, tenha atingido o valor de, no mínimo, R$ ,00 na folha de pagamento do mês de dezembro do exercício anterior, estão obrigadas a recolher o SE diretamente ao FNDE a partir da competência janeiro/2004. Portanto, não mais através da GPS/INSS. A folha de pagamento do 13º salário não será computado no limite mínimo mencionado. Todos os direitos reservados Todo o conteúdo deste arquivo é de propriedade de V. T. Sato (Sato Consultoria). É destinado somente para uso pessoal e não-comercial. É proibido modificar, licenciar, criar trabalhos derivados, transferir ou vender qualquer informação, sem autorização por escrito do autor. Permitese a reprodução, divulgação e distribuição, mantendo-se o texto original, desde que seja citado a fonte, mencionando o seguinte termo: "fonte: Visite o nosso site para aquisição de sua assinatura semestral. Fácil e rápido! 6
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