Estrutura da Educação Superior
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- Heitor Alencastre Mota
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1 Estrutura da Educação Superior 1
2 As instituições de educação superior são qualificadas como: INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO INSTITUTO SUPERIOR DE TECNOLOGIA FACULDADES (ISOLADAS E/OU INTEGRADAS) CENTROS UNIVERSITÁRIOS UNIVERSIDADES 2
3 Sobre a estrutura do Ensino Superior no Brasil: Cursos Superiores de Formação Específica - Estudos complementares Cursos Superiores de Formação Específica - Seqüenciais Licenciaturas Tecnólogos Bacharelados 3
4 Sobre a estrutura do Ensino Superior no Brasil: Pós - Graduação Aperfeiçoamento (mais comum nas IES públicas) Lato Sensu Stricto Sensu Especialização MBA Mestrado Doutorado Acadêmico Profissionalizante Pós-Doutorado 4
5 Autonomia de Faculdades, CEU s e Universidades. 5
6 A LDB, Lei n de 20/12/1996 definiu os sistemas federal e estadual de educação superior. 6
7 O Sistema Federal de Educação congrega: Colégios e escolas técnicas federais; Centros federais de tecnologia; Universidades federais; Instituições de ensino superior privadas; Instituições de ensino superior confessionais; Instituições de ensino superior comunitárias. 7
8 O Sistema Estadual de Educação Superior é composto pelas instituições de ensino superior públicas estaduais e municipais. 8
9 A autonomia do sistema estadual, conferida aos CEE s excluía apenas o ENC e o EAD ; Atualmente restringe-se ao EAD, excetuando-se os casos de opção formalizada ao MEC de integrar-se ao SINAES feita por alguns CEE s; Reforma Universitária propõe também a exclusão da autonomia dos CEE s sobre o Stricto Sensu. 9
10 Entre as ações/atividades que as IES se submetem ao MEC, no Sistema Federal de Educação, incluem-se: Credenciamento de IES (SESu) (Decreto 3.860/ art. 20/15); Recredenciamento de IES (SESu) (Decreto 3.860/ art. 20/15); PDI (SESu)(Resolução CNE/CES n.10/2002); Necessidade Social (SESu); Autorização de cursos (exceto para centros universitários e universidades); Credenciamento de EAD (SESu); Autorização de campus fora de sede (SESu); 10
11 Mudança de endereço (SESu); Transferência de mantença (SESu); Reconhecimento de cursos (INEP); Renovação de reconhecimento de cursos (INEP); Avaliação Institucional (Sinaes) (INEP) Credenciamento de Stricto Sensu ; (CAPES) Recredenciamento de Stricto Sensu ; (CAPES) Credenciamento de Lato Sensu ; (INEP e SESu) 11
12 Novas Demandas Estimadas na Reforma Universitária/Decreto: PPI no PDI (art II) e fora PPG Integração dos cadastros e dos sistemas Define categorias de Centros Universitários Serviços de intérprete e tradução da língua de sinais (art. 16 VII g) 12
13 Novas Demandas Estimadas na Reforma Universitária/Decreto: Universidades devem informar em 60 dias sobre abertura de novos cursos (art. 28) Cursos superiores de tecnologia autorização e reconhecimento via catálogo (arts. 29 a 31) Protocolo de reconhecimento de curso deverá ocorrer a partir de um ano do seu início (art. 39) Pedido de reconhecimento de curso deverá ocorrer a partir de um ano do seu início (art. 39) 13
14 Novas Demandas Estimadas na Reforma Universitária/Decreto: Deferimento do pedido de reconhecimento terá como referencial básico os processos de avaliação do SINAES (art. 41) Alunos, professores e funcionários, via órgãos representativos poderão representar aos órgãos de supervisão quanto a irregularidades no funcionamento de instituição (art. 46) Recredenciamento de universidade (10 anos), de centro universitário (5 anos) e renovação de reconhec. (5 anos) (art II) O exercício de atividade docente na educação superior não se sujeita a inscrição do professor em órgão de regulamentação profissional (art. 69) 14
15 Glossário Decreto n Brasília: MCC/PR, 26/11/1996. Regulamenta o seguro acid. Decreto n Brasília: MEC, 10/02/1998. EAD. Decreto n Brasília: MEC, 09/07/2001. Org. do Ensino Sup. (revogado) Decreto n Brasília: MCC/PR, 02/12/2004. Portadores de Nec. Especiais. Decreto n Brasília: MEC, 09/05/2006. Org. do Ensino Sup. Decreto n Brasília: MCC/PR, 18/08/1982. Regulamenta Lei n Lei n Brasília: MEC, 09/09/ Regulamenta profissão Administrador. Lei n Brasília: MCC/PR, 07/12/1977. Regulamenta o Estágio Supervisionado. Lei n Brasília: MEC, 20/12/ LDB. Lei n Brasília: MEC, 19/05/ Taxa de Avaliação. 15
16 Glossário Parecer n Brasília: CNE/CES, 04/06/2003. Aprova DCN e as homologa. Parecer n Brasília: CFA, 10/01/2005. Coord. Curso Adm. Parecer n Brasília: CFA, 10/01/2005. Prof. Disciplinas Profissionais de Adm. Parecer n Brasília: CFE, 08/07/1966. Regulamenta o currículo mínimo. Parecer n. 329.Brasília: CNE/CES, 23/11/2000. Duração Cursos Grad. Parecer n Brasília: CNE/CES, 23/11/1999. Critérios de autz. e reconhec. Portaria n. 301.Brasília: MEC, 07/04/1998. Cursos Grad. + Tecn. EAD. Portaria n Brasília: MEC, 02/12/1999. Portadores de Nec. Esp. Portaria n Brasília: MEC, 18/01/2001. CH de Ens. não Presenc (20%). Resolução n. 2.Brasília: CNE/CES, 07/04/1998. Reconhec. Cursos. Resolução n. 1.Brasília: CNE/CP, 30/09/1999. Credenc. de ISE. Resolução n. 1.Brasília: CNE/CES, 03/04/ Pós Stricto Sensu. Resolução n. 10.Brasília: CNE/CES, 11/03/2002. Credenc. IES e PDI. Resolução n. 4.Brasília: CNE/CES, 13/07/2005. DCN de Adm. 16
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