MIRAGE III O ESPÉCIME DE DASSAULT
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- Juliana do Amaral Araújo
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1 MIRAGE III O ESPÉCIME DE DASSAULT A origem do Mirage III surgiu a partir do projeto MD-550, um dos vários interceptadores de vida efémera construídos na França durante a década de 50. A França, como o resto do mundo, necessitava de um avião capaz de se opor eficientemente contra a ameaça representada pelos novos bombardeiros Myashishchev 4, soviéticos, por volta de 1955 (mesma época em que os americanos colocavam seus B-52 em atividade), cuja existência causava a todo estrategista uma grande apreensão. Seria necessário dispor de eficazes caças rápidos de interceptação, dotados de grande velocidade ascencional para interceptar o inimigo no menor espaço de tempo possível, para que pudessem fazer frente a esses bombardeiros. Para tanto, não era necessário muita manobrabilidade, apenas rapidez no ataque, o que deu aos projetistas do Mirage uma certa comodidade em relação a seu desenho. MD-550 ou Mirage I que originou toda a família do Mirage III. (Foto: Dassault)
2 Sem dúvida, esta foi, em síntese, a origem de toda uma geração de interceptadores de alta velocidade que surgiu, tanto na França através do Mirage III, como no resto do mundo, como ficaram conhecidos os Lockheed F-104, MIG 21, Convair F-102/106, BAC. Lightning, e até certo modo oyf-i2a e o MIG 25. Dassault havia projetado o MD-550, cujo primeiro voo foi a 24 de junho de 1955 em Melun-Villroche, pilotado por Roland Glavany, sendo um avião de asas delta relativamente pequeno, possuindo 10,5 m de comprimento, 3,65 m de altura e 8,00 m de envergadura. Impulsionado por duas turbinas MD-3 OR de 980 kg de empuxo cada, na realidade o modelo britânico "Armstrong Siddeley Viper", construído sob licença por Marcel Dassault. Esse aparelho recebeu a designação de Mirage I, após algumas modificações, como substituição da cauda por uma de menor altura com bordo de saída flechado, além de colocar-se a seção dorsal da fuselagem perfeitamente horizontal. Surgiu assim o primeiro exemplar do caça ligeiro que atendia às necessidades da "Armée de L Air", sendo que o mesmo não pesava mais do que cinco toneladas, podendo voar à velocidade Mach 1,3, auxiliado pelos foguetes SEPR 66 de kg de empuxo, juntamente com as turbinas MD-30. Desta forma, Dassault provou que era possível construir um caça supersônico e monoreator, tendo apenas que ter a força motriz adequada, escolhendo-se assim a turbina SNECMA ATAR 9, a qual na realidade havia sido derivada do modelo alemão BMW 003 da Segunda Guerra Mundial. O Mirage II nunca foi construído, ficando apenas como um projeto. Assim o Mirage III passou a ser uma realidade, quando no dia 17 de novembro de 1956 saiu do hangar de protótipos da Dassault para efetuar seu primeiro voo, o Mirage III-001, que era bastante semelhante ao seu predecessor o Mirage I ou MD-550, voou e voou bem, tendo sido aceito com ligeiras modificações pela Aviação Militar Francesa, inciando-se a produção de uma pré-série de 10 exemplares, todos equipados com a turbina SNECMA ATAR 9. Mirage III-001. (Foto: Dassault)
3 Em 12 de maio de 1958, voou Mirage III de pré-série, sendo esse o passo decisivo para a variante operativa denominada Mirage III-C. Já em junho de 1959, batia o recorde mundial de velocidade em circuto fechado, estabelecendo a marca de km/h. Iniciava-se assim a brilhante carreira dos "MIRAGE", tendo o modelo III-C efetuado seu primeiro voo em 09 de outubro de 1960, e após o mesmo, a França já contava com um avião de caça comparável com certa vantagem aos existentes na Inglaterra, Estados Unidos e União Soviética, chegando a ser chamada de "ARROGANTE FRANÇA DO GENERAL DE GAULLE". Evolução da asa em delta até sua configuração final na série III C. (Desenhos: avmir2k.html) A seguir, entrou na concorrência realizada pela OTAN para a aquisição de aviões, concorrência essa que ficou conhecida como "O CONTRATO DO SÉCULO", tendo os MIRAGE III-C concorrido com os Lockheed F-104 de fabricação americana. Ganhou o F-104, mais por questões políticas do que por capacidade, pois a LUFTWAFFE alemã o elegeu como seu caça padrão, levando desta forma consigo a maioria dos países pertencentes à OTAN, além é claro de alguns outros, sendo que até hoje a única coisa que o F-104 demonstrou foi a sua capacidade de criar problemas técnicos, tendo caído mais de
4 250 aparelhos, o que gerou apelidos como "FAZEDOR DE VIÚVAS, "ATAÚDE VOADOR", além é claro, de provocar a queda de vários ministros envolvidos nos famosos escândalos da Lockheed, o que veio provar que em 1960 houvera uma precipitada escolha na compra do F- 104, mas isto já é outra história... Mesmo após a perda desse contrato, o Mirage III-C se encontrava entre os melhores caças do mundo, tanto que a HEYL HA'AVIR (Força Aérea Israelense), em 1963, formava o seu primeiro esquadrão de aviões Mirage. Enquanto isso, a África do Sul terminava de efetuar um pedido de 58 aviões, tendo os australianos decidido produzí-los sob licença, saindo o primeiro exemplar das Fábricas Commonwelth no dia 06 de novembro de Logo a seguir, a Suiça começou produzí-lo também sob licença nas Fábricas Federais, efetuando-se modificações em seus equipamentos de radar e optando pelos de fabricação americana, além de reforçarem o trem de aterrisagem e seus freios. A produção se encerrou no fim dos anos 60, produzindo-se 59 aparelhos, os quais foram denominados Mirage II-S. As melhorias realizadas pelos suíços não foram decisivas para o modelo III-C e custaram apenas um pouco mais de dinheiro. Mirage III S suiços. (Foto: Schweizer Luftwaffe) A primeira versão derivada do modelo básico foi o Mirage III-B, uma versão biplace para treinamento avançado e que vieram substituir os velhos Lockheed T-33 de fabricação americana. Seu primeiro vôo ocorreu no dia 21 de outubro de Este diferia do modelo original pelo seu novo desenho da cabine, onde foi acrescentado um segundo assento, além de ter sido necessário alongar a fuselagem em 60 cm. Foram produzidos uns 70 exemplares para a Força Aérea Francesa, sendo que alguns foram denominados Mirage III-BE, em virtude de possuírem aparelhos eletrônicos que o modelo básico não possuía.
5 À esquerda Mirage III A e à direita o modelo III B. (Fotos: Dassault) Uma outra versão foi o Mirage III-R para reconhecimento, equipado com uma turbina ATAR 9C, voando pela primeira vez em 31 de outubro de 1961, entrando em serviço dois anos mais tarde, não só no seu país de origem, como na Suíça, onde produziram-se sob licença 18 exemplares, denominadas Mirage III-R5. Também foi produzido para a Força Aérea Francesa uma versão melhorada, denominada Mirage III- RD, fabricando-se 20 exemplares. Já o Mirage III-E foi um desenvolvimento do III-C básico, contando com um grande número de equipamentos de aviônica, tais como central de navegação e ataque, Radar Dopper, o que permite que o mesmo voasse a baixa altura em qualquer tempo. Sua principal finalidade foi a de realizar ataques contra alvos terrestres a grande distâncias, sendo que o III-E incorpora uma fuselagem um pouco mais larga do que o III-C, possuindo também uma turbina mais poderosa derivada do modelo ATAR 9 C. Mirage III EBR da FAB todo alumínio. (Foto Leandro Moldonado)
6 Foram também efetuadas algumas experiências no campo da decolagem vertical durante o início dos anos sessenta, utilizando o protótipo do Mirage III-001 e alargando-se sua fuselagem para que pudesse acrescentar os oito reatores de empuxo vertical Rolls Royce RB-108 de 1000 kg de empuxo, além do ORPHEUS 3 de propulsão horizontal de kg de empuxo. Na parte central da fuselagem, entre os oito reatores verticais, ficava o alojamento para o trem de pouso, e logo atrás o reator principal horizontal, lembrando que o trem de pouso era mais robusto em virtude do aparelho decolar a aterrizar verticalmente. Quanto às asas, estas eram iguais às do Mirage III básico. Estas modificações foram concluídas em 1962 e o aparelho foi batizado de Bazac V, embora este nome não tenha sido dado em honra ao literato Balzac, mas sim em virtude do mesmo ser um derivado do Mirage III-001 (o "001" era simplesmente um prefixo telefónico de Paris, comumente conhecido por Balzac, devido a uma curiosa combinação de sílabas). Estes esclarecimentos foram dados pelo fabricante, em virtude de um carta recebida por uma determinada Associação de Amigos da Literatura Francesa que desejava saber se o nome dado ao primeiro avião de decolagem vertical francês fora dado em homenagem ao grande literato do Século XIX, Honoré de Balzac. O Balzac V realizou seu primeiro voo estacionário no dia 12 de outubro de 1962 e alguns meses mais tarde, em 18 de março de 1963, efetuou eficientes voos, tendo sido apresentado no Salão Aeronáutico de Lê Bourget daquele ano, onde surgiu como um rival do Harrier inglês. No ano seguinte, sofreu um acidente que custou a vida de um oficial francês, mas o aparelho pode ser recuperado. Logo em seguida, sofreu outro acidente, ficando o aparelho totalmente destruído e falecendo um piloto da Marinha americana que o estava testando. Mirage III-001 Balzac V de decolagem vertical em testes. (Foto: Dassault)
7 A seguir surge o Mirage III-T, conservando o desenho básico do Balzac V, porém aumentando-se as dimensões de sua fuselagem. Foram colocados novos reatores, substituindo os oito Rolls Royce RB-108 verticais pelos Rolls Royce RB-162 de kg de empuxo, e no lugar do Orpheus 3 horizontal, colocou-se uma potente turbina americana Pratt & Whitney TF-194 B, modificada pela firma francesa SNECMA. Este exemplar voou pela primeira vez em 04 de junho de Logo após, instalaram uma turbina semelhante à anterior, a Pratt & Whitney TF-106, que serviu apenas como banco de provas para as desafortunadas e sofisticadas turbinas franco-americanas. Após toda a experiência adquirida durante anos de estudos no campo da decolagem vertical (uma espécie de loucura dos anos 60), decidiu-se construir um outro protótipo, o qual foi denominado Mirage III-V, que era muito parecido com o Mirage III básico, sendo apenas um pouco mais largo e com uma ligeira modificação no bordo de ataque de suas asas. Este efetuou seu primeiro voo em 12 de fevereiro de 1965 e os resultads foram satisfatórios, motivo que levou à construção de um segundo protótipo do Mirage III-V. dotado de uma nova versão da turbina franco-americana TF-30, voando em 1º de junho daquele ano e alcançando a velocidade Mach 2. Por questões políticas, este projeto foi simplesmente abandonado, dando continuação ao estudo do Mirage F-I. Mesmo assim, Dassault continuou, por sua conta, as experiências com o segundo protótipo do Mirage III-V, até que um acidente em 28 de novembro de 1965 colocava fim a este brilhante aparelho, o primeiro de decolagem vertical a alcançar Mach 2. Enquanto pesquisava-se o Mirage de decolagem vertical, continuava a produção dos modelos III-B, III-C, III-E, chegando-se a produzir do modelo III-E uma versão biplace denominada III-D. A seguir, desenvolveram o Mirage 5, que na realidade nada mais era do que uma versão do Mirage III-E com menos aviônica, o que diminuiu seu peso em uma tonelada, ganhando, assim, maior capacidade em transportar armamentos. Desta forma, chegou até mesmo a concorrer com o Northrop F-5 americano, tendo a França aproveitado os embargos impostos pelos norte-americanos a determinados países para conquistar estes mercados. Como exemplo pode-se citar o Peru, dentre outros. Na realidade, o que veio comprovar a eficácia do excelente avião Mirage III foi, sem dúvida, o conflito entre Israel e os países árabes, conhecido como "Guerra dos Seis dias", que eclodiu em 05 de junho de 1967, onde Israel obteve a vitória, operando aviões Mirage III-C contra aviões de fabricação soviética e inglesa principalmente. Por volta de 1970, construíram o Milan S, que não passava de um Mirage III-R dotado de "moustaches" (aletas canard) retrateis, que o ajudava a operar a baixa velocidade. O mesmo foi apresentado no Salão Aeronáutico de Le Bourget, dotado de uma turbina SNECMA ATAR 9K50 (a mesma do Mirage F-1) e de equipamentos eletrônicos muito similares aos do avião franco-britânico SEPCAT Jaguar, mas, por razões políticas, também não foi levado adiante.
8 Milan S Notar as aletas retráteis denominadas moustaches. (Foto: Dassalt) Em 1975, no Salão Aeronáutico de Le Bourget, Dassault apresentou um novo caça, o Mirage 50, que combinava a célula do Modelo III com a turbina ATAR 9K50, além de sofisticados aparatos eletrônicos, tais como sistema de navagação Litton LN-30, além do sistema de apresentação de dados Marconi-Elliot, que foi muito bem aceito no exterior. Cabe ressaltar que o aparelho apresentado neste salão era na realidade o protótipo do fracassado Milan S-01, ligeiramente modificado. Praticamente, o único Mirage III que deu certo com turbina estrangeira foi o IAI Kfir, um derivado do Mirage III-C, produzido por Israel e que utiliza a turbina do Phantom F-4 americano, conservando as linhas do avião que o inspirou, chegando a ser um forte concorrente do F-4 no mercado de aviões. Isto é apenas um dos paradoxos da história da aviação. IAI Kfir da Força Aérea do Equador. (Foto: Roberto Bertazzo) Um outro fato curioso foi o aparecimento da cópia israelense do Mirage 5, o qual teve suas vendas suspensas a Israel por ordem do General De Gaulle em virtude de questões políticas ligadas ao petróleo, tendo a Israel Aircraft Industries (IAI) copiado o
9 modelo 5, bem como a turbina ATAR 9C, surgindo desta forma a versão denominada Nesher, a qual foi muito usada pela Força Aérea Israelense durante a Guerra do Yon Kippur em 1973, tendo sido posteriomente vendidos à Argentina com a designação de Dagger, empregados no conflito pela posse das Ilhas Malvinas em Calcula-se que foram produzidos uns 50 exemplares do Nesher/Dagger, tendo sido vendidos 26 aparelhos para a Fuerza Aérea Argentina. A África do Sul, usando tecnologia Israelense, desenvolveu uma versão melhorada de seus Mirage III que ficou conhecida como CHEETAH nos anos 80, como resposta aos embargos sofridos em função do Apartheid e a necessidade gerada na guerra contra Angola com seus aviões de origem soviética. Mirage Cheetah Sul-africano com pintura comemorativa. (Foto: fighter/cheetah.html) A última versão de um derivado da família Mirage III foi o Mirage NG (Nova Geração), tendo seu protótipo efetuado seu primeiro voo em 21 de dezembro de 1982, apresentando algumas inovações tais como a adaptação logo acima da entrada de ar da turbina de pequenas asas "Canard", além de suas asas em delta terem sido prolongadas um pouco para a frente em relação a fuselagem, sendo impulsionado pela já conhecida turbina SNECMA ATAR 9K50, possuindo ainda um sofisticado aparato eletrônico. Seu armamento continuava sendo o mesmo dos outros, ou seja, dois canhões DEFA de 30mm. Apenas um foi construído. Mirage III NG. (Foto: Dassault) A produção de aviões Mirage III e seus derivados foram de unidades que foram ou são utilizados por diversos países como: Abu Dhabi, Argentina, Austrália, África
10 do Sul, Brasil, Bélgica, Chile, Colômbia, Egito, Espanha, França, Gabão, Israel, Líbano, Líbia, Paquistão, Peru, Suíça, Sudão, Venezuela e Zaire. No Brasil o primeiro voo oficial ocorreu em 06 de abril de 1973, muito embora o aparelho tenha chegado em 1º de outubro de 1972, recebendo na FAB a designação de F- 103E (versão monoplace) e F-103D (versão biplace) e do fabricante III EBR e III DBR. No total a Força Aérea Brasileira operou 32 aparelhos, novos e udados, sendo 22 na versão monoplace e 10 na biplace, alguns vieream para repor os 14 perdidos em acidentes. Inicialmente foram compor a 1ª Ala de Defesa Aérea (1ª ALADA), em 1972, que a partir de 1979 passa a ser denominada 1º Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) sempre na Base Aérea de Anápolis GO, existente até os dias de hoje. Comemoração das horas de voo dos Mirage III EBR da Força Aérea Brasileira em janeiro de 2005 na Base Aérea de Anápolis. (Foto: Johnson Barros) Após trinta e três anos de operação, deverão ser oficialmente desativados no próximo dia 31 de dezembro de 2005 e serão substituído pela geração mais nova conhecida como MIRAGE 2000 C/B, usados, provenientes de unidades da Força Aérea Francesa, cujo contrato de intenções foi assinado em 15 de julho de 2005, prevendo a vinda para o Brasil de 12 aviões, 10 modelo C e 2 B que prolongarão a agonia da Aeronáutica Militar Brasileira que sonhou com o programa FX, mas teve de contentar-se com esta aquisição...
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