Barramento Elétrico Blindado KSL70

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1 Barramento Elétrico Blindado KSL70

2 PG: 2 / 19 ÍNDICE PÁG. 1.0 DADOS TÉCNICOS MÓDULO SUSPENSÃO DESLIZANTE TRAVESSA DE SUSTENTAÇÃO EMENDA DOS CONDUTORES E DOS MÓDULOS GRAMPO FIXADOR ALIMENTAÇÃO LATERAL E CENTRAL DILATAÇÃO DOS CONDUTORES CARRO COLETOR / ARRASTADOR TAMPA FINAL VEDAÇÃO DO INVÓLUCRO FUNIL DE ENTRADA E SAÍDA MANUTENÇÃO PEÇAS SOBRESSALENTES 19

3 PG: 3 / Dados técnicos O sistema de eletrificação por Barramento KSL70 oferece simplicidade no trabalho de montagem. Tanto o invólucro do barramento (material termoplástico), como o carro coletor (material termoplástico reforçado), apresenta boa resistência mecânica a impactos, e ótima isolação elétrica. A instalação do sistema apresenta, depois de montado, robustez e facilidade de operação e manutenção. Nos itens seguintes deste manual, estão em seqüência as etapas a serem consideradas na montagem desse sistema de barramento. Seção de Capacidade em A Cobre mm² com 40ºC R: Ohm/Km Z: Ohm/Km ,870 1, ,233 1, ,752 0, ,537 0, ,375 0,427 Exemplo de Denominação Barramento KSL Seção do condutor de cobre mm² Quantidade de condutores Largura do sistema, invólucro de PVC com suspensão = 70mm. Tipo de Barramento KSL

4 PG: 4 / Módulo Barramento em invólucro de PVC tipo KSL70. Comprimento Padrão: 4m. Quantidade de Condutores: 1 a 7 Pólos. Curvas: Raio Mínimo: 800mm.

5 PG: 5 / Suspensão Deslizante Trechos Retos e Curvos Como regra de montagem deve ser adotada para trechos retos, vão livre entre suspensões do barramento a medida de 2,0m, ou seja, a suspensão deslizante é colocada a cada 2,0m ao longo da extensão do barramento. Em trechos curvos o vão livre entre suspensões deve ser de 1,2m aproximadamente. Medir 300 mm da extremidade do módulo p/ colocar a 1ª suspensão e a partir dessa colocar a cada 2000 mm (Fig.04). Figura 01 Suspensão Deslizante

6 PG: 6 / Travessa de Sustentação As travessas de sustentação na viga da monovia, nas quais serão montadas as suspensões deslizantes, são dimensionadas de acordo com a conveniente instalação de trabalho mostrada no layout do sistema. Importante! A localização das travessas de sustentação no barramento, além de respeitar os vãos livres recomendados, sempre deve atender a necessidade de apoio das emendas dos módulos (comprimento unitário do módulo = 4 m), ou seja, um suporte deve obrigatoriamente estar instalado à uma distância recomendada de 300 mm de cada emenda modular (Fig. 04). Isso é necessário para haver sustentação e estabilidade mecânica à região da emenda e assim não ocorrer desalinhamento ou flecha resultante de flexão, que são inconvenientes à instalação do sistema modular do barramento. Figura 02 Travessa de Sustentação

7 PG: 7 / Emenda dos Condutores e dos Módulos A emenda é constituída de um componente montado interno ao condutor de cobre que é uma barra de perfil trapezoidal de material latão e outro componente externo ao condutor de cobre que é um perfil curvado de material cobre, feito de forma a recobrir o condutor na parte posterior ao que ocorre o deslizamento de contato da escova (Fig 03). Figura 03 Emenda dos Condutores e dos Módulos A montagem dos condutores de seção 10 e 15mm2 é feita conectando 1 parafuso sextavado M4x8 no componente interno (perfil trapezoidal) ao componente externo (perfil curvado), fixando assim as duas partes do condutor a ser emendado, conforme mostrado nas figuras 3 e 4. A operação é repetida em todos os condutores do barramento, de acordo com o seu número de pólos. No caso dos condutores de seção 25, 35 e 50mm2 a montagem é feita conectando 4 parafusos sextavados M4x8 no componente interno (perfil trapezoidal) ao componente externo (perfil curvado), fixando as duas partes do condutor a ser emendado.

8 PG: 8 / 19 Essas emendas são fornecidas adequadamente para as respectivas áreas de secções de condutores de cobre: 10, 15, 25, 35, 50 mm2. Finalmente, para proteção e isolação elétrica da emenda é colocada a capa bipartida isolante encaixada na junção dos módulos do barramento. Essas capas bipartidas são unidas por dois pinos, encaixados manualmente pressionando-os. Para troca do módulo retira-se as capas bipartidas, o componente externo da emenda do condutor e desloca-se o componente interno da emenda para um dos lados e retira-se o módulo. Após a desmontagem executa-se os procedimentos de montagem convencional. Importante! O módulo padrão do KSL70 é de 4000 mm, sendo que: o invólucro (termoplástico) tem 3995 mm e o condutor de cobre tem 4000 mm. Portanto na montagem do sistema deve respeitar uma folga de 5 mm entre invólucros (ver figura 4 não cortar o cobre na montagem). Figura 04 Montagem da Emenda/Suspensão

9 PG: 9 / Grampo Fixador A montagem de uma peça do grampo fixador deve existir em todas as instalações de circuito aberto de sistemas do barramento KSL70. Deve ser montado na localização central, ou seja, no meio da extensão total do sistema. A função de trabalho que o grampo fixador assume, é de aprisionar o sistema modular em um ponto fixo, de forma, a garantir imobilidade da instalação como conjunto, visto que, o sistema é sustentado inteiramente por suspensões deslizantes (que permitem a mobilidade linear do sistema modular). Em instalações de circuito fechado, não é necessário a colocação do grampo fixador. Figura 05 Grampo Fixador montado na travessa

10 PG: 10 / Alimentação Lateral e Central A montagem da alimentação elétrica do barramento pode ser em uma das extremidades do sistema (somente para áreas de seção de condutor de cobre menores que 25mm²) que é chamada de alimentação lateral (Fig 06). Figura 06 - Alimentação Lateral A alimentação do barramento é montada diretamente no condutor de cobre e é constituída de terminais de ligação, de acordo com o número de pólos do sistema, com conexão parafusada entre cabo de alimentação e borne do terminal de ligação. Para proteção e isolação do sistema de alimentação, é colocada uma caixa de material isolante (polímero) revestindo todo o conjunto.

11 PG: 11 / 19 A montagem do sistema de alimentação não é executada em campo, mas sim, fornecida completamente montada num dos módulos do barramento a fazer parte do sistema, apenas restando o trabalho de conectar os cabos nos terminais respectivos de cada condutor do barramento. Também pode ser montada a alimentação na posição central, ou seja, aproximadamente no meio da extensão total do barramento instalado, chamado de alimentação central (Fig 07). Figura 07 - Alimentação Central

12 PG: 12 / Dilatação dos Condutores O conjunto de dilatação dos condutores é empregado para compensar variações no comprimento nominal dos mesmos, devido a influencia térmica do meio ambiente, ou seja, as temperaturas máximas e mínimas que é submetido um barramento em suas condições de trabalho. Deve ser aplicado este recurso em sistemas instalados com extensão acima de 100m de comprimento. A montagem do conjunto de dilatação dos condutores não é executada em campo, mas sim, fornecida completamente montada num dos módulos de barramento a fazer parte do sistema e executada já na etapa de fabricação. Figura 08 Dilatação dos Condutores

13 PG: 13 / Carro Coletor / Arrastador O sistema de eletrificação por barramento (termoplástico) KSL70 tem sua aplicação característica como sistema de eletrificação móvel de equipamentos, cujo layout de instalação apresenta esta condição de trabalho. Portanto o sistema de barramento, por meio do carro coletor fornece corrente elétrica para as máquinas, equipamentos, ferramentas ou dispositivos que necessitem de energização elétrica conforme layout de instalação. A conexão do carro coletor com o equipamento que deva ser eletrificado no percurso do barramento chama-se arrastador. Na montagem do conjunto do carro coletor é necessário prestar atenção no alinhamento do arrastador em relação ao módulo do barramento, que devem estar com ângulo de 90 entre si. Também devem respeitar a cota b e h de afastamento e altura respectivamente, para que o carro coletor não sofra desalinhamento provocado pela montagem inadequada do braço arrastador. Desta forma o carro coletor se movimentará pelo percurso do barramento de maneira simétrica, sem inclinações para os lados, sofrendo apenas a força de arrastamento linear do arrastador. Nos sistemas de barramento onde é constituído circuito aberto, os carros coletores são colocados e retirados pelas extremidades do sistema dos módulos do barramento, retirando-se as tampas laterais. Em sistemas circuito fechado usa-se o recurso da janela de extração executadas em um dos módulos do barramento para proceder a colocação e retirada dos carros coletores.

14 PG: 14 / 19 Figura 09 Carro Coletor c/ Arrastador Figura 10 Modelo de Carro Coletor

15 PG: 15 / 19 Figura 11 Arrastador Simples

16 PG: 16 / Tampa Final A tampa final assume a função de proteção mecânica e isolação elétrica das extremidades do sistema de barramento em circuito aberto. Por meio da sua retirada é possível fazer a colocação do carro coletor no interior do barramento, devendo ser recolocada logo em seguida. Sua fixação é prática, e feita por meio de um pino de polímero, encaixado lateralmente por pressão manual, realizando a conexão entre tampa lateral e módulo do barramento. Figura 12 Tampa Final

17 PG: 17 / Vedação do Invólucro A vedação do invólucro é indicado em ambientes que possam acumular resíduos no barramento. Ele age impedindo a contaminação interna do barramento que poderia acarretar mal funcionamento do carro coletor. Figura 13 Vedação do Invólucro

18 PG: 18 / Funil de Entrada e Saída Montado em um módulo conforme indicação. Figura 14 Funil de Entrada e Saída

19 PG: 19 / Manutenção O sistema apresenta baixa incidência de manutenção, restringindose a: 13.1 Carro Coletor ( Pág. 13) Rodas guia. Recomendamos verificar a cada 12 meses. Escovas. Recomendamos verificar a cada 6 meses Peças Sobressalentes POSIÇÃO DESCRIÇÃO CÓDIGO 1.0 Carro Coletor 4P 25A (Pág.13) Escova Fase 25A Escova Terra 40A Carro coletor 4P 40A (Pág.13) Escova Fase 40 A com chanfro Escova Terra 40A

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