Recursos Atmosfericos
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- Maria de Fátima Brandt Furtado
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1 Recursos Atmosfericos Professor: Neyval Costa Reis Jr. Departamento de Engenharia Ambiental Centro Tecnológico UFES Recursos Atmosféricos Ementa: Classificação dos poluentes, suas fontes e mecanismos de remoção da atmosfera. Efeitos dos contaminantes sobre as propriedades da atmosfera, sobre a saúde humana e animal, sobre os vegetais e sobre os materiais. Os constituintes da atmosfera. Meteorologia local e global da poluição do ar (movimentos de macro, meso e microescalas). Elementos e fatores climáticos. Tipos e classificação de climas, aproveitamento energético eólico.
2 Programa Detalhado Atmosfera Camadas Constituintes Balanço de energia Ventos na atmosfera Poluentes Atmosféricos Principais poluentes suas fontes e seus efeitos sobre as propriedades da atmosfera, a saúde humana e animal, os vegetais e os materiais. Qualidade do ar Gestão da qualidade do ar de uma região Estimativa de emissão Monitoramento da qualidade do ar Dispersão de poluentes na atmosfera Meteorologia local e global da poluição do ar Estabilidade atmosférica Mecanismos de remoção Elementos e fatores climáticos. Aproveitamento energético eólico. Bibliografia Stern, A.C., Boudel, R.W. Turner, D.B., Fox, D.L., Fundamentals of Air Pollution, Academic Press, 2a. Edição, 984. SEINFELD, J. H. e PANDIS, S. N, Atmospheric Chemistry and Physics, New York, Wiley-Interscience Braga, B., Hespanhol, I., Conejo, J. G. L., Barros, M. T. L., Spencer, M., Porto, M., Nucci, N., Juliano, N., Eiger, S., Introdução à Engenharia Ambiental, Prentice Hall, São Paulo, U.S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. Compilation of Air Pollutant Emission Factors. AP-42, volume I: Stationary Point and Area Sources, th ed. Office of Air Quality Planning and Standards. Research Triangle Park, North Carolina. 99. Disponível em: <
3 Aula I Introdução e Histórico da Poluição do Ar Por que é importante o estudo da poluição do ar no contexto da saúde pública e meio ambiente? Segundo a Organização Mundial da Saude (WHO), pessoas morrem prematuramente de doenças causadas por poluição do ar ambiente em todo o mundo. A poluição do ar está associada com muitas doenças Calcular o impacto à saúde da poluição do ar urbana é uma importante etapa no gerenciamento da qualidade do ar urbano. Avaliação dos custos econômicos da poluição do ar
4 Histórico Pré-revolução industrial Tribos nômades Uso do fogo queima de madeira queima de carvão vegetal queima de coke Principais indústrias metalurgia cerâmica preservação de produtos de origem animal Histórico Período Prérevolução industrial Surgiram as 9 Primeiro primeiras leis grande destinadas ao desastre de poluição controle da atmosférica fumaça. em Londres com 0 mortes. 92 Ocorreu o maior incidente relacionado a poluição do ar em Londres com cerca de 4000 mortes. 984 Desastre em Bopal na Índia com mortos e cerca de feridos.
5 Histórico Revolução Industrial Em 784, Watt projetou a máquina à vapor movidas por combustíveis fósseis ou vegetais Em 848, na Inglaterra, a agência de saúde tornam-se responsáveis pelos níveis de fumaça e cinzas. Em 83, surgiram as primeiras leis destinadas ao controle da fumaça. Os principais avanços tecnológicos para o controle da poluição ocorreram no século XIX com os lavadores de gases, ciclones e filtros de tecido. Histórico Século XX Considerável aumento da poluição do ar com o crescimento das cidades e indústrias, sem mudanças significativas na legislação ou atitudes públicas para controlar o problema. 9 Primeiro grande desastre de poluição atmosférica em Londres com 0 mortes.
6 Histórico Século XX Décadas marcadas por grandes episódios agudos de poluição do ar: g Ano Lugar Número de óbitos em excesso 930 Vale do Meuse, Bélgica Donora, Pensilvânia Londres Londres 700 O episódio de 92 em Londres: relação entre concentração e óbitos
7 Episódio de 962 confirmado pela presença de aerossóis ácidos Histórico Substitição da queima de carvão por gás em algumas cidades americanas. Melhoria da qualidade do ar em Pittsburg, nos EUA devido a utilização de gás natural em lugar de carvão mineral
8 Histórico Em 92, ocorreu um dos maiores incidentes relacionados à poluição do ar em Londres com cerca de 4000 mortes. Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano, em Estocolmo em 972. Principal atenção foi dada ao controle de emissão de poluentes por veículos automotores (remoção de SOx dos gases e dessulfurização dos combustíveis). Estudos sobre meteorologia aplicada à poluição atmosférica e à modelagem da dispersão de poluentes surgiram na década de 80. Sistemas de monitoramento do ar tornaram-se operacionais em várias partes do mundo. Histórico 980- Implantação de organizações governamentais e nãogovermamentais Aumento da responsabilidade da proteção ambiental por parte das indústrias. Novas indústrias, veículos e processos de geração de energia foram construídos incorporando equipamentos de controle de poluição. Desastre em Bopal na Índia, em 984, com mortos e cerca de feridos. Atenção do público e da mídia para os problemas causados pelo efeito estufa, destruição da camada de ozônio (98), chuva ácida, contaminação de ambientes internos, etc.
9 ECO 92 Pontos polêmicos: Emissão de CO 2 Biodiversidade Conservação das florestas tropicais O dinheiro para proteger o ambiente ECO 92 As resoluções da ECO-92: Carta da Terra: Há uma ligação íntima entre três fatores: a Política, a Economia e a Ecologia, que devem caminhar obrigatoriamente juntos. Planejando o Século XXI AGENDA 2 Convenção da biodiversidade Tratado sobre mudanças climáticas (CO 2 e CFC s)
10 Principais problemas atuais Problemas de escala global: Destruição da camada de ozônio Efeito estufa Problemas de escala regional: Desenvolvimento econômico e urbano. Segundo a Organização Mundial da Saude (WHO), pessoas morrem prematuramente de doenças causadas por poluição do ar ambiente em todo o mundo. A poluição do ar está associada com muitas doenças (impacto à saúde). Contaminação de ambientes internos. Avaliação dos custos econômicos da poluição do ar. Destruição da camada de Ozônio
11 Redução do Cloro na atmosfera após as medidas de limitação de emissão dos CFC s provável desaparecimento do buraco na camada de ozônio Principais problemas atuais Problemas de escala global Destruição da camada de ozônio Efeito estufa Problemas de escala regional: Desenvolvimento econômico e urbano. Segundo a Organização Mundial da Saude (WHO), pessoas morrem prematuramente de doenças causadas por poluição do ar ambiente em todo o mundo. A poluição do ar está associada com muitas doenças (impacto à saúde). Contaminação de ambientes internos. Avaliação dos custos econômicos da poluição do ar.
12 Desvio em relação à temperatura média [ o C] Desvio em relação à temperatura média [ o C] Efeito Estufa Temperatura global desde 860 Ano Efeito Estufa Temperatura global nos últimos 800 mil anos Milhares de Anos
13 Temperatura média [ o C] CO 2 [ppm] Radiação solar [W/m 2 ] Ano Kyoto -997 O Protocolo de Quioto prevê como meta geral a redução da emissão de gases de efeito estufa em,2% entre 2008 e 202, com base nos níveis de 990. Esta redução deve ser feita pelos países industrializados que podem, como forma de compensação de metas, comprar créditos de carbono gerados por projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) realizados em países em desenvolvimento.
14 Kyoto -997 As discussões em torno do desenvolvimento de um mercado de Certificados de Emissões Reduzidas (CERs), ou créditos de carbono, ganharam corpo em meados de 200. A principal base do comércio de emissões é a compra e a venda de certificados de dióxido de carbono (CO 2 ). As empresas que reduzirem as suas emissões de CO 2, através da implantação de tecnologias inócuas ao meio ambiente, poderão vender os certificados de dióxido de carbono, obtendo assim uma renda financeira direta. Por outro lado, as empresas que não puderem cumprir as suas cotas de redução de emissões adquirem um "direito à poluição", juntamente com os certificados comprados. Principais problemas atuais Problemas de escala global Destruição da camada de ozônio Efeito estufa Problemas de escala regional: Desenvolvimento econômico e urbano. Segundo a Organização Mundial da Saude (WHO), pessoas morrem prematuramente de doenças causadas por poluição do ar ambiente em todo o mundo. A poluição do ar está associada com muitas doenças (impacto à saúde). Contaminação de ambientes internos. Avaliação dos custos econômicos da poluição do ar.
15 Preocupação ambiental desenvolvida tardiamente Contaminação do ar Padrão de qualidade do ar Nível de desenvolvimento Século XX Crescimento das Mega-cidades
16 Megacidades existentes: - 2% da superfície de terra do planeta - 7% do uso industrial de madeira - 60% do uso da água destinada ao consumo humano - 80% de toda produção antropogênica de carbono Problemas de Poluição do ar em Megacidades Poluente Cidade SO 2 CO NO 2 O 3 Pb MP Bankoc X X X XX XXX Beijing XXX X X XX X XXX Bombai X X X X XXX Buenos Aires X XX Cairo XX XXX XXX Calcutá X X X XXX Deli X X X X XXX Jacarta X XX X XX XX XXX Karachi X XXX XXX Londres X XX X X X X Los Angeles X XX XX XXX X XX Manila X XX XXX Cidade do México XXX XXX XX XXX XX XXX Moscou XX XX X XX Nova York X XX X XX X X Rio de Janeiro XX X X XX São Paulo X XX XX XXX X XX Seul XXX X X X X XXX Shangai XX XXX Tokio X X X XXX X Baseado em Mage (996); xxx significa que os padrões da WHO para o poluente foram excedidos por mais que um fator 2, xx significa que eles foram excedidos por até um fator 2, e x significa que os padrões não foram ultrapassados, e branco significa que não há dados suficientes.
17 Crescimento da população entre 90 e Em 90, menos que 30% da população mundial vivia em cidades. O número cresceu para 47% no ano 2000 (2,8 bilhões de pessoas), e é esperado um crescimento para 60% em torno do ano 202. Principais problemas atuais Problemas de escala global Destruição da camada de ozônio Efeito estufa Problemas de escala regional: Desenvolvimento econômico e urbano. Segundo a Organização Mundial da Saude (WHO), pessoas morrem prematuramente de doenças causadas por poluição do ar ambiente em todo o mundo. A poluição do ar está associada com muitas doenças (impacto à saúde). Contaminação de ambientes internos. Avaliação dos custos econômicos da poluição do ar.
18 Mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares para uma aumento de 0µg/m 3 de PM 0 em São Paulo RESP 2. Aumento % 2.0. DCV Miraglia et al., 997 Gouveia e Fletcher, 2000a Mortalidade de idosos em SP 6 PM 0 (3,8 µg/m3), SO 2 (,6 µg/m3) e CO (2,3 ppm) 4 2 SO 2 Aumento % PM 0 SO 2 CO PM Conceição et al., 2000 Miraglia et al., 997
19 Mortalidade Infantil e Poluição do Ar em São Paulo (Saldiva et al., 994). Aumentos na concentração de NOx Aumento da chance de óbitos de crianças menores de anos por doenças respiratórias (30%). Aumento percentual na mortalidade infantil por causas respiratórias devido a aumentos de interquartil nas concentrações de PM 0 (3,8 µg/m3), SO 2 (,6 µg/m3) e CO (2,3 ppm) (SP, ). Conceição et al., SO 2 CO Aumento % PM 0 2 0
20 Atendimentos de Pronto Socorro (ICHC-FMUSP) de idosos com doenças respiratórias. rias. Martins et al., 200; Martins et al., 2002a e b. Aumento % SO 2 O 3 SO 2 O 3 SO 2 CO 0 DPOC PN IVAS Internações hospitalares de crianças por doenças respiratórias em São Paulo. Gouveia e Fletcher, O 3-8% de aumento nas internações NO 2-9% de aumento PM 0-9% de aumento
21 Admissões por Doenças Respiratórias em São Paulo ( ). Braga et al., 200. Aumento % PM 0 SO 2 O3 CO NO Faixa Etária (anos) *Admissões hospitalares por doenças cardiovasculares em maiores de 44 anos no SUS, , Martins, 2004.
22 Principais problemas atuais Problemas de escala global Destruição da camada de ozônio Efeito estufa Problemas de escala regional: Desenvolvimento econômico e urbano. Segundo a Organização Mundial da Saude (WHO), pessoas morrem prematuramente de doenças causadas por poluição do ar ambiente em todo o mundo. A poluição do ar está associada com muitas doenças (impacto à saúde). Contaminação de ambientes internos. Avaliação dos custos econômicos da poluição do ar. Contaminação de ambientes internos DÉCADA DE 70 CRISE DO PETRÓLEO ALTA NO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS CRISE ENERGÉTICA. MUDANÇA NOS PROJETOS EDIFÍCIOS HERMETICAMENTE FECHADOS. CONTROLE DA UMIDADE RELATIVA E TEMPERATURA DO AR NÃO IMPORTÂNCIA COM A QUALIDADE DO AR. (BRICKUS & AQUINO NETO, 998)
23 Contaminação de ambientes internos SOLUÇÃO DO PROBLEMA DO CONSUMO DE ENERGIA = AUMENTO DA TAXA DE POLUENTES QUÍMICOS E BIOLÓGICOS DEVIDO A REDUÇÃO DRÁSTICA DA CAPTAÇÃO DO AR EXTERNO OMS - SÍNDROME DO EDIFÍCIO DOENTE CONTAMINAÇÃO HOTEL NA FILADÉLFIA CAUSADO POR UMA BACTÉRIA NA POEIRA DO AR CONDICIONADO CAUSANDO 82 CASOS DE PNEMONIA E 29 MORTES. DECADA DE 80 INTENSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS : CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES NO AR INTERNO É X MAIOR QUE AO AR LIVRE (GODISH, 997). 90% DO TEMPO EM AMBIENTES FECHADOS. Exposição de um indivíduo típico à partículas inaláveis durante o período de um dia (GODISH, 997). Cozinha bem ventilada Seção de fumantes de uma cafeteira Proximidades de um caminhão Seção de nãofumantes de uma cafeteira Sala de jantar Transporte Transporte Domitório Escritório Escritório Sala de estar
24 CONTAMINAÇÃO DO AR INTERNO = FONTES EXTERNAS + VENTILAÇÃO FONTES INTERNAS Infiltração de Poluentes Campo de concentração média (a) na superfície externa do prédio e (b) no interior do prédio (Pagel et al, 200).
25 Comparação entre os sintomas da SED em quartos naturalmente ventilados e quartos com sistemas de ar condicionado (WONG & HUANG, 2004). Principais problemas atuais Problemas de escala global Destruição da camada de ozônio Efeito estufa Problemas de escala regional: Desenvolvimento econômico e urbano. Segundo a Organização Mundial da Saude (WHO), pessoas morrem prematuramente de doenças causadas por poluição do ar ambiente em todo o mundo. A poluição do ar está associada com muitas doenças (impacto à saúde). Contaminação de ambientes internos. Avaliação dos custos econômicos da poluição do ar.
26 Custo dos danos causados pela emissão de poluentes (Spadaro & Rabl, 200). Efeito à saúde ERF Poluente Custo unitário ( /caso) Custo dos danos causados pela emissão de poluentes (Rabl & Spadaro, 2000).
27 Benefícios econômicos Proteção do Meio Ambiente Proteção do Meio Ambiente Benefícios econômicos
28 Benefícios econômicos Proteção do Meio Ambiente Desenvolvimento econômico e proteção ambiental não são duas forças antagônicas que devem ser balanceadas. Benefícios econômicos Proteção do Meio Ambiente
29 Principais fatores que induzem à preocupação ambiental Fatores sociais: Qualidade de vida e saúde da população a curto, médio e longo prazo. Fatores econômicos: Produção mais limpa = Produção mais eficiente Exigência do mercado consumidor (Selos de Certificação Ambiental, ex.: ISO 4000)
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35 Panorama Local Região da Grande Vitória ES Panorama Local Região da Grande Vitória ES 3
36 R E G I Ã O D A G R A N D E V I T Ó R I A Emissão de PTS na Grande Vitória Fonte: CVRD Veículos CST Belgo Mineira Pedr.Rydien Pedr.Rio Doce CBF Pedr.Alvorada Pedr.Brasitália Pedr.Ibrata Pedr.Pitanga Real Café Pedr.Sobrita Mizu Taxa de Emissão (kg/h)
37 Fonte: PONTA DE TUBARÃO VITÓRIA - ES (982) Fonte: PONTA DE TUBARÃO VITÓRIA - ES (2000) 37
38 R E G I Ã O D A G R A N D E V I T Ó R I A Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 00:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
39 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 0:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 02:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
40 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 03:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 04:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
41 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 0:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 06:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
42 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 07:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 08:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
43 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 09:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 0:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
44 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) :30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 2:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
45 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 3:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 4:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
46 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) :30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 6:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
47 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 7:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 8:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
48 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 9:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 20:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
49 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 2:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 22:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis.
50 Evolução da média horária da concentração de NOx ao nível do solo, para um dia de verão de 200 (selecionado aleatóriamente) 23:30 µg/m E-00 E-00 Resultados prelimirares de um modelo de dispersão de poluentes na atmosfera desenvolvido pelo grupo de Poluição do Ar do Programa de Pós-Graduação da UFES. Distribuição de concentração de NOx para a RGV considreando fontes fixas e móveis. Concentração de média anual (2000) de NOx obtida por um modelo de qualidade do ar (ISCST-EPA) µg/m 3 (Entringer et al.,200)
51 Contribuição de cada grupo de fontes para a concentração de PTS na região Fonte: Estudo realizado por P.A. Souza Jr. em 200, publicado no Jornal A GAZETA 09/2/200 Contribuições das fontes na RGV. Fonte: A GAZETA 09/2/200.
52 Evolução da frota veicular na Grande Vitória FONTE: DETRAN-ES
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55 Número de queixas à Secretaria de Fonte: Meio-Ambiente em %.%.8%.3%.8%.7% 8.% 2.2% 44.2% 8.% Poluiçaõ Sonora Poluiçaõ Atmosferica Invasão / Aterro em área de preservação Poluição(praias,rios,lagos,mangues) Construção irregular(área de preservação) Desmatamento/Queimadas Extração Mineral Lixo Dragagem Utilização de agrotóxicos/produtos uímicos
56 Resultados do estudo epidemiológico (Saldiva et al., 2003) Acréscimo de 3 % na internações hospitalares em termos médios para a Região da Grande Vitória (crianças menores de 6 anos), devido à poluição do ar. Acréscimo de 4 % na internações hospitalares em Jardim Camburi (crianças menores de 6 anos), devido à poluição do ar. Não foi encontrada uma correlação definida para outros bairros. Serra Cariacica Vila Velha
57 Poluentes de interesse para a região Convencionais Exemplo: H 2 S gera sensação de odor a partir de 0. ppb, mas seu limite de toxidade (WHO) é de 0 ppm. SOx, NOx, O 3, CO, MP PTS, MP0 MP2,? Orgânicos (Dioxinas, PCBs e demais Hidrocarbonetos Aromáricos) Compostos Odorantes Em geral estes compostos estão presentes em concentrações muito baixas, insuficientes para causar dano direto à saúde. Estudos recentes comprovam que a sensação de odor leva a perda de apetite, insônia, irritabilidade e aumento do nível de stress.
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