MERCADO PAULISTA DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
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- Geraldo Alvarenga Botelho
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1 MERCADO PAULISTA DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS Fabricio Dorado Soler Advogado do escritório Pinheiro Pedro Advogados, especialista em Gestão Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da USP e pósgraduado em Gestão e Negócios do Setor Energético pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo
2 Legislação Paulista Lei Estadual nº 997, de 31 de maio de 1976 Controle da Poluição do Meio Ambiente Decreto Estadual nº 8.468, de 08 de setembro de 1976 Regulamentador Instrumentos de Comando e Controle (C&C) X Instrumentos Econômicos (IE)
3 Licença Renovável Decreto Estadual n , Modernização do sistema de licenciamento Gera informações ambientais atualizadas (ferramenta dinâmica) Indução constante pela qualidade e eficiência do processo (performance ambiental dos empreendimentos) Fiscalização corretiva para adequação das fontes e melhoria contínua dos padrões ambientais
4 São Paulo/Brasil e Califórnia/EUA Protocolo de Intenções sobre Cooperação Técnica nas Áreas de Fontes de Energias Renováveis e Melhorias no Meio Ambiente (dez/05) Reconhecem que ar limpo é condição básica para a viabilidade de suas economias e para a saúde de seus habitantes Envidam esforços para reduzir emissões atmosféricas, por meio de medidas como Decreto /04 e a Executive Order S-3-05 Reduzir os malefícios da poluição atmosférica tanto na Califórnia quanto em São Paulo; Obter os benefícios econômicos de políticas mais limpas, de forma pró ativa e mais ambiciosa que outras medidas já existentes.
5 Decreto de Bacias Aéreas Decretos Estaduais nº /04 e nº /06 Padrão de Qualidade da sub-região SAT EVS NS A B C D Padrão de Emissão de A, B, C e D Sub-região de gerenciamento de qualidade do ar: Município
6 Grau de Saturação e Poluentes Atmosféricos Determina-se o grau de saturação da qualidade do ar de uma sub-região quanto a um poluente específico, cotejandose as concentrações verificadas nos últimos 3 anos com os Padrões de Qualidade do Ar (PQAR) estabelecidos no Decreto ou regulamentação correlata superveniente. Material Particulado (MP) Óxidos de Nitrogênio (NOx) Compostos Orgânicos Voláteis (COVs, não-ch4) Óxidos de Enxofre (SOx) Monóxido de Carbono (CO)
7 Classificação sub-regiões e respectiva saturação por poluente específico Municípios MP SO2 CO NO2 O3 Campinas NS NS NS SAT Cubatão SAT NS NS SAT Limeira SAT NS SAT Osasco SAT NS NS SAT Paulínia NS NS NS SAT Santo André EVS SAT SAT Santos SAT NS SAT São Caetano S. NS NS SAT EVS SAT São Paulo SAT NS SAT SAT SAT Fonte: Manual para Aplicação do Decreto /06 (versão )
8 Programa de Redução de Emissões Atmosféricas PREA Vinculado à renovação da LO e condicionado à: utilização de sistemas de controle de poluição do ar baseados na melhor tecnologia disponível implementação de Plano de Monitoramento Cumprimento de metas de redução de emissões, em termos de prazo e quantidade, estabelecidas pela CETESB, considerando: contribuição proporcional no inventário; cada renovação da LO a meta pode ser revista; utilização do mecanismo de compensação de emissões por poluente
9 Créditos de Emissões Atmosféricas Reduzidas - CEAR s Instrumentos Econômicos Geração efetiva-se no processo de renovação de licença, licenciamento de alterações do processo produtivo e desativação de fontes Critérios de conversibilidade de reduções de emissões Comprovação por meio de medições (antes/depois) Reduções permanentes e verificáveis (balanço de massas) Validação: Agência Ambiental - CETESB Titularidade dos CEAR s: registro na licença Validade: 10 anos
10 Mercado Paulista de Emissões Atmosféricas Implementação pelo setor privado Plataforma informatizada para comercialização de CEAR s Ambiente de negociação desburocratizado e de baixo custo Instrumento jurídico próprio Alocação de recursos mais eficiente: empreendedor decide entre investir na redução de emissão ou adquirir CEAR s; Investimentos em CEAR s para futura (curto e médio prazo) comercialização; Funcionalidade econômica: qualidade do processo industrial (recurso econômico qualidade atmosférica)
11 Mercado Paulista de Emissões Atmosféricas Fabricio Dorado Soler Advogado do escritório Pinheiro Pedro Advogados, especialista em Gestão Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da USP e pós-graduando em Gestão Ambiental e Negócios do Setor Energético pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo. [email protected] Antonio Fernando Pinheiro Pedro Advogado sócio diretor do escritório Pinheiro Pedro Advogados, pós-graduado em Direito Privado e Processo Civil, especialista e professor de Direito Ambiental em cursos de graduação e pós-graduação, vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da AMCHAM e Consultor do Banco Mundial. [email protected] Simone Paschoal Nogueira Advogada sócia e coordenadora do Departamento Ambiental do escritório Pinheiro Pedro Advogados, especialista em Direito Ambiental pelas Faculdades Metropolitanas Unidas e pela Faculdade de Saúde Pública da USP. [email protected]
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