Matriz de Orçamento de Outros Custeios e Capital - Matriz OCC
|
|
|
- Maria do Pilar Aires Carmona
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal do Amapá Pró-reitoria de Planejamento Departamento de Informações Institucionais e Estatísticas Divisão de Estatística Matriz de Orçamento de Outros Custeios e Capital - Matriz OCC ANEXO I Portaria N o 651, de 24 de julho de 2013 MACAPÁ - AP 25 de outubro de 2014
2 1 ANEXO I A distribuição dos recursos de Orçamento de Outros Custeios e Capital (OCC) para as universidades federais será baseada em uma equação cujas parcelas constituintes fornecem uma medida: a) do tamanho da instituição, mensurado em termos do número de alunos equivalentes; e, b) da eficiência/eficácia da instituição, mensurada em termos RAP (relação aluno equivalente/professor equivalente) e da qualidade dos cursos ofertados em cada instituição, mensurada com base nos conceitos constantes nas bases de dados do INEP e da CAPES. A parcela decimal de participação de cada universidade federal, expressa por P ART j, no total dos recursos da Matriz OCC - IFES, a ser distribuído pelo MEC ao conjunto das IFES, será calculada de acordo com a seguinte equação: P ART j = h 1 (P T AE j ) + h 2 (EQR j ) (1) P T AE j é o parâmetro que mede a participação de cada uma das IFES no total de alunos equivalentes do conjunto das IFES; EQR j é o parâmetro que mede a eficiência e qualidade acadêmico-científica relativa de cada uma das IFES em relação ao conjunto total das IFES; e, h 1 > 0, h 2 > 0 e h 1 + h 2 = 1. Os valores de h 1 e h 2 serão definidos pela comissão paritária. A Participação da IF ES j no total de alunos equivalentes do conjunto das IFES é calculada por: P T AE j = T AE j = total de alunos equivalentes da IFES j; e T AE j m j=1 T AEj (2) m j=1 T AEj = Total de alunos equivalentes do conjunto das IFES. A eficiência e qualidade acadêmico-científica relativa das IFES j é equacionada por: EQR j = DEQ j m j=1 DEQj (3) DEQ j mede a eficiência e qualidade acadêmico-científica da IFES j; e m j=1 DEQj mede a dimensão eficiência e qualidade acadêmico-científica do conjunto das IFES.
3 2 O total de alunos equivalentes de uma IFES j, indicado pela expressão T AE j, será definido pela soma dos alunos equivalentes por nível de ensino: T AE j = T AEG j + T AERM j + T AEM j + T AED j (4) T AEG j = total de alunos equivalentes de graduação presencial da IFES j; T AERM j = total de alunos equivalentes das residências médica e multiprofissional da IFES j; T AEM j = total de alunos equivalentes dos cursos de mestrado da IFES j; e, T AED j = total de alunos equivalentes dos cursos de doutorado da IFES j. 3.1 a) O total de alunos equivalentes dos cursos de graduação presencial consolidados da IFES j, representado por T AEG j, será obtido através da seguinte expressão: {[ T AEG j = (NACG i ) (1 + R i ) + (N ] } i NACG i ) P G i DG i BT i BF S i 4 (5) Sendo para a IFES j: NACG i = Número de alunos concluintes no curso de graduação i; R i = Retenção-padrão do curso de graduação i; N i = Número de alunos ingressantes no curso de graduação i; P G i = Peso do grupo do curso de graduação i; DG i = Duração-padrão do curso de graduação i; BT i = Bônus por turno noturno do curso de graduação i; BF S i = Bônus por curso i de graduação fora da sede. 3.1 b) O total de alunos equivalentes de cursos de graduação presencial novos da IFES j será obtido por meio da seguinte expressão: T AEG j = [NMG i ] P G i BT i BF S i (6) NMG i = número de alunos matriculados no curso de graduação presencial i; P G i = peso do grupo do curso de graduação presencial i; BT i = bônus por turno noturno do curso de graduação presencial i; BF S i = bônus por curso i de graduação presencial fora da sede.
4 3 Cursos de graduação presencial novos são aqueles criados a menos de 10 anos, contados a partir da data da coleta dos dados. O bônus por turno noturno (BT) será igual a 1, 0 se o curso for ministrado no período diurno e 1, 15 se o curso for ministrado no período noturno. O bônus fora da sede (BFS) será igual a 1, 0 se o curso for ministrado na sede da IFES e 1, 10 se o curso for ministrado em câmpus fora da sede. 3.1 c) O total de alunos equivalentes de cursos de graduação que não apresentarem ingressantes (N i = 0) e cursos de graduação que apresentarem número de ingressantes menor que o número de diplomados (N i < N ACGi ) da IFES j, será obtido excluindo-se a segunda parcela da fórmula, por meio da seguinte expressão: T AEG j = {[(NACG i ) (1 + R i )] P G i DG i BT i BF S i } (7) 3.2 O total de alunos equivalentes dos cursos de residência médica e multiprofissional (T AERM j ) de uma IFES j será calculado pela expressão: T AERM j = (NAMRM i )P RM i (8) NAMRM i = número de alunos matriculados no curso de residência médica e multiprofissional i; P RM i = peso do grupo do curso de residência médica ou multiprofissional i. 3.3 a) O total de alunos equivalentes dos cursos de mestrado consolidados de uma IFES j (T AEM j ) será calculado conforme segue: T AEM j = (NACM i ) (DM i ) (P M i ) (9) NACM i = número de alunos concluintes no curso de mestrado i; DM i = duração-padrão do curso de mestrado i; P M i = peso do grupo do curso de mestrado i. 3.3 b) O total de alunos equivalentes dos cursos novos de mestrado de uma IFES j (T AEM j ) será calculado de acordo com a expressão: T AEM j = (NAMM i ) (P M i ) (10) NAMM i = número de alunos matriculados no curso de mestrado i que não completou o prazo de consolidação do curso;
5 4 P M i = peso do grupo do curso de mestrado i. Cursos novos de mestrado são aqueles criados a menos de 4 anos, contados a partir da data da coleta dos dados. 3.4 a) O total de alunos equivalentes dos cursos de doutorado consolidados de uma IFES j (T AED j ) será calculado pela expressão: T AED j = (NACD i ) (DD i ) (P D i ) (11) onde, para a IFES j, tem-se: NACD i = número de alunos concluintes no curso de doutorado i; DD i = duração-padrão do curso de doutorado i; P D i = peso do grupo do curso de doutorado i. 3.4 b) O total de alunos equivalentes dos cursos novos de doutorado de uma IFES j (T AED j ) será calculado pela expressão: T AED j = (NAMD i ) (P D i ) (12) NAMD i = número de alunos matriculados no curso de doutorado i que ainda não completou o prazo de consolidação do curso; P D i = peso do grupo do curso de doutorado i. Cursos novos de doutorado são aqueles criados a menos de 8 anos, contados a partir da data da coleta dos dados. 4. Os indicadores de eficiência e qualidade acadêmico-científica das IFES. A dimensão da eficiência e qualidade da IFES j (DEQ j ) será dada pela expressão: DEQ j = (DEAE j ) + (DQG j ) + (DQM j ) + (DQD j ) (13) 4.1 A dimensão eficiência das atividades de ensino da IFES j (DEAE j ) será dada pela expressão; DEAE j = F RAP j (14) F RAP j = RAP j RAP = Aluno equivalente j Professor Equivalente j RAP média das IFES 4.2 A dimensão qualidade dos cursos de graduação de uma IFES j (DQG j ) será dada pela expressão: n DQG j = (F CGj i ) (16) NCG j NCG j = número de cursos de graduação presencial da IFES j; (15)
6 5 F CG j i = Fator qualidade do curso de graduação i da IFES j; ( ) F CG j i = CSG j i CSG i (17) CSG j i = conceito SINAES do curso de graduação i da IFES j; CSG i = conceito SINAES médio do curso de graduação i no conjunto das IFES. 4.3 A dimensão qualidade dos cursos de mestrado de uma IFES j (DQM j ) será dada pela expressão: n DQM j = (F QM j i ) (18) NCM j NCM j = número de cursos de mestrado da IFES j; F QM j i = fator qualidade acadêmico-científica do curso de mestrado i da IFES j; F QM j i = ( ) CCM j i CCMi (19) CCM j i = conceito CAPES do curso de mestrado i da IFES j; CCMi = conceito CAPES médio no conjunto das IFES dos cursos da área de conhecimento na qual se enquadra o curso de mestrado i. 4.4 A dimensão qualidade dos cursos de doutorado de uma IFES j (DQD j ) será dada pela expressão: n DQD j = (F QDj i ) (20) NCD j NCD j = número de cursos de doutorado da IFES j; F QD j i = fator qualidade acadêmico-científica do curso de doutorado i da IFES j; ( ) F QD j i = CCD j i CCDi (21) CCD j i = conceito CAPES do curso de doutorado i da IFES j; CCDi = conceito CAPES médio no conjunto das IFES dos cursos da área de conhecimento na qual se enquadra o curso de doutorado i.
Matriz OCC das IFES. Acelino Gehlen da Silva Pró-reitoria de Planejamento e Administração Universidade Federal do Rio Grande do Sul Outubro de 2013
Matrz OCC das Acelno Gehlen da Slva Pró-retora de Planeamento e Admnstração Unversdade Federal do Ro Grande do Sul Outubro de 203 Contextualzação Base legal Portara MEC nº 65, de 24 de ulho de 203 Decreto
Matriz de Alocação de Recursos de Outros Custeio e Capital (OCC) - Matriz ANDIFES. Tomás Dias Sant Ana e equipe Coordenador Nacional do FORPLAD
Matrz de Alocação de Recursos de Outros Custeo e Captal (OCC) - Matrz AND Tomás Das Sant Ana e equpe Coordenador Naconal do FORPLAD Abrl - 2017 Matrz OCC? Precsamos conhecer, aplcar e dfundr a Matrz OCC
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA E DIRETRIZES PARA O PLANO DE AÇÃO
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ----------------------- --- PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA E DIRETRIZES PARA O PLANO DE AÇÃO UNIR-
ALOCAÇÃO DE RECURSOS DE CUSTEIO PARA AS IFES
ALOCAÇÃO DE RECURSOS DE CUSTEIO PARA AS IFES Conceitos da Matriz Andifes ANDIFES Ouro Preto, 25 de junho de 2012 Modelo Atual Parâmetros Componente 1 (90%) [alunos equivalentes] Alunos concluintes e ingressantes
PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA E DIRETRIZES PARA PLANO DE AÇÃO ANO - 2015
PODER EXECUTIVO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA E DIRETRIZES PARA PLANO DE AÇÃO ANO - 2015 Pró-Reitoria de Planejamento-PROPLAN PORTO VELHO, NOVEMBRO/2014 PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA E DIRETRIZES
Orçamento, Matriz ANDIFES e Matriz PNAES
Orçamento, Matrz AND e Matrz PNAES Prof. Tomás Das Sant Ana Coordenador Naconal do FORPLAD Pró-Retor de Planeamento, Orçamento e Desenvolvmento Insttuconal UNIFAL-MG Mao de 2015 Mesa Redonda: Orçamento,
Aluno Equivalente e Censo da Educação Superior
Aluno Equivalente e Censo da Educação Superior Facilitador:Charles Vieira (Estatístico) 2 Matriz OCC Atual Base Legal: Portaria nº 651, de 14 de julho de 2013 Decreto nº 7.233, de 19 de julho de 2010 Lei
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO Nº 32, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015, DA REITORA DA UFTM
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO Nº 32, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015, DA REITORA DA UFTM Dispõe sobre os critérios de distribuição orçamentária aos Institutos
Matriz ANDIFES. Fórmula para o Cálculo do Aluno Equivalente
Matriz ANDIFES Fórmula para o Cálculo do Aluo Equivalete Nova metodologia (D.O.U. de 26/07/2013) 1 1. Cursos cosolidados de graduação: TAEG = NACG i + 1 + R i + N i NACG i 4 i=1 x PG i x DG i x BT i x
Integração dos sistemas PingIFES e Censup. Dourados, 01/11/2013
Integração dos sistemas PingIFES e Censup Dourados, 01/11/2013 Contextualização O Censo da Educação Superior é um levantamento de dados sobre a educação superior no Brasil, anual e sistemático, gerado
MATRIZ ORÇAMENTÁRIA. Essa distribuição é realizada com base em uma equação cujos vetores constituintes fornecem uma medida:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO MATRIZ ORÇAMENTÁRIA Documento elaborado como resultado do trabalho da Comissão Especial para elaborar
III FORPLAD 2015. Comissão de Modelos Matriz OCC das IFES Subsídios para PLOA para 2016. BARREIRAS 27 de agosto de 2015
III FORPLAD 2015 Comissão de Modelos Matriz OCC das IFES Subsídios para PLOA para 2016 BARREIRAS 27 de agosto de 2015 1 Variáveis Acadêmicas Aluno equivalente: Graduação Pós-Graduação: Mestrado e Doutorado
CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010
CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 Divulgação dos principais resultados Censo da Educação Superior 2010 Outubro de 2011 Estatísticas Básicas de Graduação (presencial e a distância) e Pós-Graduação por Categoria
Matriz de Distribuição de OCC entre as Unidades Acadêmicas da UFMG 2010
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Matriz de Distribuição de OCC entre as Unidades Acadêmicas da UFMG 2010 Belo Horizonte Setembro de 2010 1 Introdução
2. As dimensões do plano de reestruturação
21 2. As dimensões do plano de reestruturação B. Reestruturação Acadêmico-Curricular B.1 Revisão da estrutura acadêmica buscando a constante elevação da qualidade A Universidade Federal de Rondônia foi
Políticas para a Educação Superior
Políticas para a Educação Superior A experiência da UFERSA Prof. Augusto Carlos Pavão Pró-Reitor de Graduação A Universidade Políticas Públicas Expansão Acesso Interiorização SISU Lei das Cotas PIBID Bolsas
MEC. Censo da Educação Superior 2014
MEC Censo da Educação Superior 2014 BRASÍLIA DF 04 DE DEZEMBRO DE 2015 Tabela Resumo Estatísticas Gerais da Educação Superior Brasil 2014 Categoria Administrativa Estatísticas Básicas Total Geral Pública
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO N.º 030, DE 05 DE MAIO DE 2008. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
O que é Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade)?
O que é Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade)? O Enade é componente curricular obrigatório aos cursos de graduação, conforme determina a Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004. É aplicado
SINOPSE ESTATÍSTICA EDUCAÇÃO BÁSICA
SINOPSE ESTATÍSTICA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR 2006 Presidente da República Federativa do Brasil Luís Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim
RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG
RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,
Programa de Remuneração Variável 2011
Programa de Remuneração Variável 2011 Sistema de Gestão É o conjunto de processos que permite traduzir as estratégias em ações alinhadas em todos os níveis de forma a garantir o alcance da Missão e Visão,
MODELO DE ALOCAÇÃO DE RECURSOS DE OCC PARA AS IFES - ESTUDOS PARA FASE DE EQUALIZAÇÃO
MODELO DE ALOCAÇÃO DE RECURSOS DE OCC PARA AS IFES - ESTUDOS PARA FASE DE EQUALIZAÇÃO Comissão de Modelos/FORPLAD PORQUE TERMOS UM MODELO PARA ALOCAR RECURSOS DE OCC ENTRE AS IFES? HISTÓRICO PERCENTUAL
RELÁTORIO CENSO 2015. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal do Amapá UNIFAP Pró-Reitoria de Planejamento PROPLAN
RELÁTORIO CENSO 2015 Este relatório de atividades referente ao censo com ano de referencia 2014 descreve as tarefas realizadas, dificuldades encontradas e possíveis soluções para a realização do próximo
Ministério da Educação COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. PORTARIA No- 140, DE 1o- DE JULHO DE 2010
Diário Oficial Imprensa Nacional. Nº 126 DOU de 05/07/10 p. 5 seção 1 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF Ministério da Educação COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR PORTARIA
13. DEMONSTRATIVO DE CAPACIDADE E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRAS 13.1 Demonstração da sustentabilidade financeira 13.2 Estratégia de gestão
13. DEMONSTRATIVO DE CAPACIDADE E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRAS 13.1 Demonstração da sustentabilidade financeira 13.2 Estratégia de gestão econômico-financeira 13.3 Planos de investimentos 13.4 Previsão
CÁLCULO DO ALUNO EQUIVALENTE PARA FINS DE ANÁLISE DE CUSTOS DE MANUTENÇÃO DAS IFES
MIISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMETO DE DESEVOLVIMETO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR TECOLOGIA DA IFORMAÇÃO CÁLCULO DO ALUO EQUIVALETE PARA FIS DE AÁLISE DE CUSTOS DE MAUTEÇÃO DAS IFES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Polo UFS EDITAL COMPLEMENTAR MNPEF-UFS01/2013 PROCESSO SELETIVO DE INGRESSO NO CURSO DE MESTRADO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PRÓ-REITORIA DE ENSINO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PRÓ-REITORIA DE ENSINO EDITAL PRE N 0 013/2011 (5ª chamada de vagas remanescentes - Resultado e Cadastramento - Vestibular 2011 (ENEM 2010)
2012 = R$ 808.068.725,00 2013 = R$ 999.039.000,00 2014 = R$ 1.200.067.354,00 (R$ 61.217.417,00*)
1. DEMOSTRATIVO DE CAPACIDADE E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA DO IFRS PERÍODO 2014 a 2018 1.1. COMPOSIÇÃO DA MATRIZ ORÇAMENTÁRIA A Matriz Orçamentária é a ferramenta que visa à distribuição justa de recursos
O QUE É O ENADE? Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP
O QUE É O ENADE? É um dos procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, instituído pelo Decreto-Lei 10.861/04 Realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DAES
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DAES NOTA TÉCNICA INEP/DAES nº 2/213 Assunto: Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 16/01/2014 (nº 11, Seção 1, pág. 26) Institui o Plano Nacional de
ENADE 2014 CRONOGRAMA UNEB (Com fulcro na LEI Nº 10.861/ 2004 / PORTARIA NORMATIVA Nº 40/2007 / PORTARIA NORMATIVA Nº 08/ 2014)
Site para os acessos: http://enade.inep.gov.br 04 a 10/06/2014 ENADE 2014 CRONOGRAMA UNEB (Com fulcro na LEI Nº 10.861/ 2004 / PORTARIA NORMATIVA Nº 40/2007 / PORTARIA NORMATIVA Nº 08/ 2014) Data Assunto
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO EDITAL nº 01/ 2013 - PROCESSO SELETIVO (Publicado em11/11/2013) EDITAL DE ABERTURA
EDITAL PROCESSO SELETIVO TRADICIONAL 2015/2
EDITAL PROCESSO SELETIVO TRADICIONAL 2015/2 CONSOLIDADO A Diretora da Faculdade Cenecista de Vila Velha-FACEVV, com sede no município de Vila Velha, Estado do ES, torna público, na forma regimental e em
Sistema de Educación Superior en Brasil: Panorama, perspectivas y desafíos.
Sistema de Educación Superior en Brasil: Panorama, perspectivas y desafíos. CLAUDIA MAFFINI GRIBOSKI Directora de Evaluación del INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquizas Educacionais Ainísio Teixeria
Novo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil
Entenda o cálculo do IDH Municipal (IDH-M) e saiba quais os indicadores usados O Índice de Desenvolvimento Humano foi criado originalmente para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a partir
Cenário mercadológico brasileiro da graduação privada - EaD APE 50-09OUT14 - SALA 11 14:00/14:25
Cenário mercadológico brasileiro da graduação privada - EaD APE 50-09OUT14 - SALA 11 14:00/14:25 Mercado EaD Brasil - Sumário 1. Descrição do atual cenário mercadológico da educação superior privada. 2.
(Publicado em 02/02/2015)
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO EDITAL N 01 / 2015 - PROCESSO SELETIVO (Publicado em 02/02/2015) EDITAL DE ABERTURA
FACULDADE OPET EDITAL Nº 01, DE 25 DE MARÇO DE 2015 PROCESSO SELETIVO
FACULDADE OPET EDITAL Nº 01, DE 25 DE MARÇO DE 2015 PROCESSO SELETIVO A Faculdade Opet por sua Comissão de Processo Seletivo, instituída em caráter permanente pela Portaria Nº 10/2014, torna pública as
ORIENTAÇÕES PARA O CÁLCULO DOS INDICADORES DE GESTÃO
Tribunal de Contas da União - TCU Secretaria de Educação Superior SESu/MEC Secretaria Federal de Controle Interno - SFC ORIENTAÇÕES PARA O CÁLCULO DOS INDICADORES DE GESTÃO DECISÃO TCU Nº 408/2002-PLENÁRIO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA CAV
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 0, de 05 de abril de 0, publicado no Diário Oficial da União nº 66, de 08 de abril de 0. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES,
ESCOLA SUPERIOR NACIONAL DE SEGUROS DE SÃO PAULO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO DE 2016 1º SEMESTRE
ESCOLA SUPERIOR NACIONAL DE SEGUROS DE SÃO PAULO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO DE 2016 1º SEMESTRE A Direção Acadêmica da Escola Superior Nacional de Seguros de São Paulo, localizada à Av. Paulista, 2421
PROGRAMA JOVENS TALENTOS PARA A CIÊNCIA - PJTC/CAPES/2015 SELEÇÃO DE PROFESSORES ORIENTADORES EDITAL Nº 01/2015
PROGRAMA JOVENS TALENTOS PARA A CIÊNCIA - PJTC/CAPES/2015 SELEÇÃO DE PROFESSORES ORIENTADORES EDITAL Nº 01/2015 O Departamento de Apoio Acadêmico (DAA), da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), da Universidade
POR DENTRO DO ENADE CURSO DE CAPACITAÇÃO 2014. Procuradoria Educacional Institucional Pró-Reitoria de Ensino IFG
POR DENTRO DO ENADE CURSO DE CAPACITAÇÃO 2014 Procuradoria Educacional Institucional Pró-Reitoria de Ensino IFG Avaliação Institucional Processos de avaliação institucional Interna Relatórios da CPA Externa
Faculdade Energia de Administração e Negócios FEAN Credenciada pela Portaria MEC Nº 1757/2000 DOU 31/10/2000 EDITAL Nº 001/2015
Faculdade Energia de Administração e Negócios FEAN Credenciada pela Portaria MEC Nº 1757/2000 DOU 31/10/2000 EDITAL Nº 001/2015 O Diretor da Faculdade Energia de Administração e Negócios (FEAN), instituição
CHAMADA PÚBLICA - TURMA 2015
CHAMADA PÚBLICA - TURMA 2015 CURSO DE ANÁLISE ESPACIAL E GEOPROCESSAMENTO EM SAÚDE Periodicidade: Anual Coordenadores: Christovam Barcellos e Mônica Magalhães Objetivos do Curso Introduzir conceitos básicos
VESTIBULAR 2015/1. Período de Inscrições de 06/12/2014 a 07/02/2015 MANUAL DO CANDIDATO
VESTIBULAR 2015/1 Período de Inscrições de 06/12/2014 a 07/02/2015 MANUAL DO CANDIDATO Referente ao Edital 2015/1 A FTP torna público: A FTP Faculdade de Tecnologia de Palmas, sito à QD 1401 Sul Av. Teotônio
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PRÓ-REITORIA DE ENSINO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PRÓ-REITORIA DE ENSINO EDITAL PRE Nº 032/2013 Reopção de Turno / UFCG Período Letivo para ingresso: 2013.2 1. Pelo presente Edital, o Pró-Reitor
RESOLUÇÃO Nº 3, DE 14 DE OUTUBRO DE 2010. CÂMARA DE
SIC 35/10* Belo Horizonte, 20 de outubro de 2010. UNIVERSIDADE. CREDENCIAMENTO. NOVA REGULAMENTAÇÃO. RESOLUÇÃO Nº 3, DE 14 DE OUTUBRO DE 2010. CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.
EDITAL Nº. 19/2015 PROCESSO SELETIVO 2016/1 VAGAS REMANESCENTES TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADOR DE DIPLOMA
EDITAL Nº. 19/2015 PROCESSO SELETIVO 2016/1 VAGAS REMANESCENTES TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADOR DE DIPLOMA O Diretor Superintendente da Faculdade Alves Faria ALFA, no uso de suas atribuições regimentais
Faculdade AGES AGENDA INSTITUCIONAL 2012-2 E 2013-1
Faculdade AGES AGENDA INSTITUCIONAL 2012-2 E 2013-1 1. INSCRIÇÕES PARA O PROCESSO SELETIVO 2013.1 Vestibular para estudantes que não prestaram o ENEM; entrevista para candidatos com Transferência Externa,
Cronograma da Disciplina Matemática Básica 2012/1
Cronograma da Disciplina Matemática Básica 2012/1 Período letivo do 1º semestre de 2012 para Matemática Básica De 30 de janeiro de 2012 a 01 de julho de 2012 1ª semana 30/01 a 05/02 Assunto: Números Naturais
ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO [email protected].
ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO [email protected] CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE
Perspectivas da educação no Brasil Movimento Empresarial pela Inovação - MEI
Perspectivas da educação no Brasil Movimento Empresarial pela Inovação - MEI Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Educação Básica Política de expansão das creches e pré-escolas (Brasil Carinhoso)
Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e de Administração das Instituições Federais de Ensino Superior (Forplad)
Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e de Administração das Instituições Federais de Ensino Superior (Forplad) Carlos Eduardo CANTARELLI Reitor Caiobá, 5 de novembro de 2014 Temas 2. PNE Desafios
EDITAL. EDITAL DIR N o 24/2015
EDITAL DIR N o 24/2015 PROCESSO SELETIVO CONTINUADO II / 2015 DAS FACULDADES INTEGRADAS MACHADO DE ASSIS FEMA. O Diretor Geral das Faculdades Integradas Machado de Assis, mantidas pela Fundação Educacional
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ EDITAL Nº 109 / 2009 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR ADJUNTO CAMPUS DA UFC EM FORTALEZA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ EDITAL Nº 109 / 2009 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR ADJUNTO CAMPUS DA UFC EM FORTALEZA O Reitor da Universidade Federal do Ceará, tendo em vista o
ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO COMERCIAL E MARKETING EDITAL Nº 29, DE 16 DE SETEMBRO DE 2014. PROCESSO SELETIVO VERÃO 2015
ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO COMERCIAL E MARKETING EDITAL Nº 29, DE 16 DE SETEMBRO DE 2014. PROCESSO SELETIVO VERÃO 2015 Art. 1º A Escola Superior de Gestão Comercial e Marketing (ESIC), e por sua Comissão
PROCESSO SELETIVO PARA PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR E PARA TRANSFERÊNCIA DE OUTRA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
PROCESSO SELETIVO PARA PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR E PARA TRANSFERÊNCIA DE OUTRA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR O reitor do Centro Universitário de Brasília - UniCEUB - faz saber, mediante
EDITAL Nº 092/VRG/2014
EDITAL Nº 092/VRG/2014 ESTABELECE CRITÉRIOS, DATAS E ETAPAS DE SELEÇÃO DAS VAGAS PARA OS CURSOS PRESENCIAIS DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA E MATEMÁTICA, COM BOLSA DE ESTUDOS INTEGRAL, OFERTADOS A PROFESSORES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. EDITAL PPPG Nº.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS,
Matrícula. de A a Z. Guia para fazer sua matrícula 2011.2
Matrícula de A a Z Guia para fazer sua matrícula 2011.2 CENTRO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO Coordenação Geral Ariana Oliveira Coordenação de Finanças João Ferreira Juliana Martins Preparação do Texto Ariana
Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004: Criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes)
Perguntas frequentes 1. ENADE 1.1. Qual a legislação pertinente ao ENADE? Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004: Criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) Portaria Normativa
Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008
Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...
CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010
1 CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), constitui se em importante instrumento
EDITAL nº 013/2010 ELEIÇÃO PARA COMPOSIÇÃO DE COLEGIADO DE CURSO
EDITAL nº 013/2010 ELEIÇÃO PARA COMPOSIÇÃO DE COLEGIADO DE CURSO, do Centro Universitário São Camilo, no uso de suas atribuições e por ordem da Profa. Dra. Luciane Lucio Pereira, Pró-Reitora Acadêmica
Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012
Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria
Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste
Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Educação à Distância no Território Nacional: desafios e perspectivas Francisco Aparecido Cordão [email protected]
AEducação Superior. na Legislação Educacional Vigente. Prof a. Rosimar de Fátima Oliveira Departamento de Educação Universidade Federal de Viçosa
AEducação Superior na Legislação Educacional Vigente Prof a. Rosimar de Fátima Oliveira Departamento de Educação Universidade Federal de Viçosa 1. Estrutura Normativa da Educação Superior AUTONOMIA ACESSO
