RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO
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- Rafael Leveck Valgueiro
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1 RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO Na qualidade de responsáveis pelo órgão de Controle Interno do Município de Ilópolis/RS, apresentamos Relatório e Parecer sobre as contas do Poder Executivo, relativos ao exercício de 2011, em conformidade com o previsto no art. 74 da Constituição Federal, artigo 59 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000 e, nos termos do disposto no art. 113, inciso I, letra b da Resolução nº 544, de 21 de junho de 2000, do Tribunal de Contas do Estado, com a redação que lhe deu a Resolução nº 591, de 10 de abril de Destaca-se, inicialmente, que o órgão de Controle Interno do Município foi instituído pela Lei Municipal nº 1214/2000, regulamentada pelo Decreto nº 619/2003, tendo sido designados seus membros pelas Portarias nº 1651/2001 e 3843/2009. Há disposição da Administração para o aperfeiçoamento dos métodos de trabalho e dos servidores em algumas áreas em busca de atualização, visando uma melhor atuação, balizada nos princípios que regem a Administração Pública (CF, art.37). Em análise da execução do orçamento, verificamos o atendimento das metas estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, com exceção de algumas metas, cujos objetivos não foram atingidos em razão da retração das receitas e não efetivação de repasse de convênios. No que respeita ao atendimento dos limites e condições para realização de operações de crédito e inscrição em restos a pagar, cabem as seguintes considerações: a) Operações de Crédito O Município não realizou operações de crédito no exercício de 2011.
2 b) Restos a Pagar Quanto aos restos a pagar, verificou-se o seguinte: O balancete da despesa emitido em 31/12/2011, revela que houve empenhos a liquidar no valor de R$ ,64 e o total de empenhos liquidados a pagar foi de R$ ,03. Estes valores foram inscritos em restos a pagar não processados e processados. Confrontando-se tais empenhos com as disponibilidades de caixa verificadas em e respeitadas as fontes de recursos correspondentes, temos o seguinte quadro: Recursos Disponíveis X Obrigações a Pagar em 31/12/2010 RECURSO DISP 31/12 A PAGAR 31/12 SALDO 0001 Livres , , , Manut. Des. Ensino - MDE , , , Asps , , , Conv. Prog.2ºTempo , , , Programa Habitacional , , , Convenio Fundergs 8.824, ,00 244, Recuros Fundemai 2.554,14 840, , CIP - Contrib. Ilum.Pública 8.939, ,66 981, Construção Creche Munic , , , Conv.Constr.Unid.Habit , , , Recursos CRAS/PAIF , , , Conv Est. Mun , , , Conv.Ampl.Quadra Esport , , , Conv / , , , Conv / , , Saúde Bucal - Estado 812,74 798, TOTAIS , , ,51 Analisando-se o quadro acima, verifica-se a suficiência financeira para a inscrição de empenhos em restos a pagar. Obs: Nas disponibilidades financeiras recurso Convênio Ministério do Esporte nº /2009 efetuamos a adição do valor de R$ ,25, para dar suporte ao empenho de restos a pagar processados nº 902/2010 no valor de R$ 9.315,13 a empresa Construtora Dall Acqua Ltda, para construção de copa e cozinha dentro do Estádio Municipal, conforme nota de empenho (NE), nº 2009NE emitida em 09/12/2009. No recurso Convênio Ministério do Esporte nº /2010 efetuamos a adição do valor de R$ ,00 para dar
3 suporte ao empenho de restos a pagar processado no valor de R$ ,12 e o valor de R$ ,48 de restos a pagar não processado, conforme empenho nº 1387/2011 a empresa Construmate Construtora e Incorporadora Ltda, para conclusão e ampliação de quadra esportiva coberta, conforme nota de empenho(ne), nº 2010NE No recurso Convênio como Ministério do Turismo nº /2010 efetuamos a adição do valor de R$ ,25 para dar cobertura ao empenho de restos a pagar não processado no valor de R$ 5.660,93 e restos a pagar processado R$ ,61, empenho nº 2447/2011 a empresa Construtora Dall Acqua Ltda, para revitalização do acesso ao Santuário São Paulo Apóstolo, nota de empenho (NE), nº 2010NE e no recurso 1105 Convênio Ministério do Turismo /2010 efetuamos a adição de R$ ,00 para dar cobertura ao empenho de restos a pagar não processado nº 2449/2011 no valor de R$ ,33 a empresa Esculturas Conrado Moser Ltda, para revitalização da Praça em frente ao Santuário São Paulo Apóstolo, conforme nota de empenho (NE), nº 2010NE No tocante à despesa total com pessoal, de que tratam os arts. 18 a 23 da Lei Complementar nº 101/2000, cabem as seguintes considerações: Despesas com Pessoal do Poder Executivo Receita Corrente Líquida (R C L) R$ ,10 Despesas com Pessoal Computáveis nos últimos 12 meses R$ ,73 = 33,83% Limite de alerta cfe art. 59, 1º, II da LRF R$ ,97 = 48,60% s/rcl Limite prudencial cfe art. 22, único da LRF R$ ,52 = 51,30% s/rcl Limite legal cfe art. 20, III, b da LRF R$ ,07 = 54,00% s/rcl A dívida consolidada líquida do Município apresentou a seguinte posição em 31 de Dezembro de 2010 a qual atende ao disposto na Resolução nº 40/2001 do Senado Federal:
4 Dívida Consolidada Líquida Receita Corrente Líquida R C L R$ ,10 Dívida Consolidada R$ ,66 Precatórios incluídos no orçamento e não pagos R$ 0,00 (-) Disponibilidades de Caixa (exceto do RPPS) R$ 3.237,39 (-) Aplicações Financeiras (exceto do RPPS) R$ ,72 (-) Demais disponibilidades financeiras (exceto do RPPS) R$ ,68 (+) Obrigações financeiras (exceto do RPPS) R$ ,11 (+) Demais haveres financeiros R$ 124,38 (=) Dívida Consolidada Líquida R ,40 Limite de emissão de alerta cfe, art, 59, 1º, III da LRF R$ ,15 108% s/rcl Limite legal cfe art.3º, II da Resolução 40/2001 R$ ,72 120% s/rcl No exercício de 2011, não houve a alienação de bens integrantes do ativo. Os limites de gastos do Poder Legislativo do Município, podem ser visualizados nos quadros a seguir: a) Despesas com pessoal do Poder Legislativo Municipal (LRF art. 20, III, a ) Receita Corrente Líquida (R C L) R$ ,10 Despesas com Pessoal Computáveis nos últimos 12 meses R$ ,45 = 2,78% s/r C L Limite de alerta cfe art. 59, 1º, II da LRF R$ ,11 = 5,4% s/rcl Limite prudencial cfe art. 22, único da LRF R$ ,95 = 5,7% s/rcl Limite legal cfe art. 20, III, b da LRF R$ ,79 = 6% s/rcl b) Limite da despesa com a remuneração dos Vereadores (Art. 29, VII da Constituição Federal) Receita do Município (vide conceito cfe decisão do Tce, Processo /93-2) Remuneração dos Vereadores R$ ,02 R$ ,44 = 1,85% s/receita do Município
5 Limite legal R$ ,25 = 5% s/receita do Município c) Gastos totais do Poder Legislativo (Art. 59, VI da LRF e Art. 29-A da Constituição Federal) Receita efetivamente realizada no exercício anterior cfe art. 29-A da Constituição Federal População do Município R$ , habitantes Limite legal para gastos totais 7% R$ ,16 Gastos totais do Poder Legislativo Municipal R$ ,66 d) Despesas com Folha de Pagamentos do Poder Legislativo (Art. 29-A, 1º da Constituição Federal) Limite Legal para gastos totais R$ ,16 Limite para Folha de Pagamentos R$ ,51 = 70% do limite legal Despesas com a Folha de Pagamentos R$ ,99 = 50,62% Quanto à inscrição de restos a pagar do Poder Legislativo Municipal, verificou-se o seguinte: O balancete da despesa emitido em 31/12/2011, revela que houve empenhos liquidados a pagar no valor de R$ 3.819,08 e empenhos de restos a pagar não processados o valor de R$ 2.030,00. Confrontando-se tais empenhos com a disponibilidade de caixa da Câmara Municipal temos o seguinte quadro: Recursos Disponíveis da Câmara X Obrigações a Pagar em 31/12/2010 RECURSO DISP 31/12 A PAGAR 31/12 SALDO Livres R$ 5.849,08 R$ 5.849,08 0,00 T OTAIS R$ 5.849,08 R$ 5.849,08 0,00
6 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Em análise mais detalhada das operações financeiras e orçamentárias realizadas pela Contadoria (ou Administração e Finanças) no exercício de 2011, observamos, em relação ao disposto no Capítulo II, do Título IX da Lei Federal nº 4.320/64, que todas foram escrituradas em conformidade com as normas aí previstas e com observância dos princípios fundamentais de contabilidade, aplicáveis à espécie, pois: a) A despesa orçamentária conteve-se no limite dos créditos votados e em nenhum momento, durante a execução, excedeu o montante autorizado. b) Os gastos efetuados guardaram conformidade com a classificação funcionalprogramática da Lei Federal nº 4.320/64 e Portarias Ministeriais. c) Não houve correção quanto à classificação econômica da despesa (Anexo 01 da Lei Federal nº 4.320/64 e Portarias Ministeriais). d) Ficou caracterizada a observância das fases da despesa estabelecidas nos arts. 60, 63 e 64 da Lei Federal nº 4.320/64. e) As Notas de Empenho e Ordens de Pagamento estão acompanhadas de documentação comprobatória hábil (notas fiscais, recibos, faturas, conhecimentos, etc.), nos termos da legislação vigente. f) No exame da documentação relativa às Prestações de Contas de Adiantamentos (art. 68 da Lei Federal nº 4.320/64), constatou-se o cumprimento das normas gerais de Direito Financeiro e da Lei Municipal nº 205/83 de 28 de março de g) Os bens móveis e imóveis adquiridos no curso do exercício foram contabilizados nas contas patrimoniais respectivas. h) Não houve controle contábil mensal das entradas, saídas e do saldo dos materiais estocados em almoxarifado por não existir almoxarifado. i) Os inventários dos bens patrimoniais não coincidem com os registros contábeis, uma vez que não está concluído o trabalho de levantamento de todos os bens patrimoniais.
7 j) No controle contábil das operações financeiras extra-orçamentárias, nenhuma irregularidade foi constatada. l) Analisando-se os créditos adicionais abertos no exercício, observa-se a existência de autorização legal para a abertura bem como a existência dos recursos indicados para a sua cobertura, conforme o prescrito no Art. 43 da Lei 4.320/64. DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS Analisando-se os principais demonstrativos financeiros que compõem o Balanço Geral do Município, especificamente o Balanço Financeiro (anexo 13), Balanço Patrimonial (anexo 14) e a Demonstração das Variações Patrimoniais (anexo 15), verificou-se o atendimento das normas legais vigentes, mediante a aplicação dos seguintes testes de consistência e relevação de saldo contábil. a) Balanço Financeiro: verificou-se a consistência das informações, comparando-se os dados constantes no demonstrativo com os saldos do balancete de verificação contábil de 31/12/2011, mediante a aplicação do seguinte teste: Saldo anterior do ativo circulante (caixa e bancos) R$ ,78 (+) Receita orçamentária realizada R$ ,94 (+) Movimentos a créditos Extra-Orçamentário R$ ,42 (-) Despesa Orçamentária realizada (empenhada) R$ ,60 (-) Movimentos a débito Extra-Orçamentário R$ ,06 (=) Saldos das disponibilidades em 31/12 (caixa e bancos) R$ ,48 b) Demonstração das Variações Patrimoniais: a consistência da apuração do resultado do exercício foi verificada mediante a extração dos seguintes dados do balancete de verificação
8 contábil de 31/12/2011: Receita orçamentária realizada R$ ,94 (+) Variações ativas resultantes da execução orçamentária R$ ,71 (+) Variações ativas independentes da execução orçamentária R$ ,06 (-) Despesa orçamentária realizada (empenhada) R$ ,60 (-) Variações passivas resultantes da execução orçamentária R$ ,11 (-) Variações passivas independentes da execução orçamentária R$ ,59 (=) Resultado do Exercício (superavit) R$ ,41 O resultado encontrado coincide com aquele constante do Demonstrativo das Variações Patrimoniais (anexo 15), demonstrando a consistência das informações contábeis. c) Balanço Patrimonial: para fins de verificação da consistência das informações constantes do demonstrativo (anexo 14) foi aplicado o seguinte teste de relevação de saldo contábil: Saldo patrimonial do exercício anterior R$ ,14 Resultado do exercício apurado conforme demonstração das variações patrimoniais R$ ,41 Saldo patrimonial do exercício atual (31/12/2008) R$ ,55 Tal informação coincide com o Saldo Patrimonial constante do Balanço Patrimonial, demonstrando a consistência das informações.
9 CONCLUSÃO Diante do exposto, o Órgão de Controle Interno é de parecer que as metas previstas no Plano Plurianual, priorizadas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, e os programas do Governo Municipal elencados na Lei Orçamentária do Exercício, foram adequadamente cumpridas sendo que algumas metas previstas na LDO e Lei Orçamentária não foram cumpridas por falta de recursos financeiros, buscando ajustes orçamentários e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, como também a não efetivação dos repasses de Convênios previstos com o Governo Federal e Estadual. De outra parte, no que se refere à legalidade dos atos de gestão financeira orçamentária, financeira e patrimonial, salvo melhor juízo, foi ela observada. Quanto à eficácia e eficiência, da gestão, os resultados obtidos foram os previstos nas Leis Orçamentárias com proveito para a coletividade atendida. Em relação à aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado, anota-se que o Município concedeu R$ ,00 em subvenções sociais. É o relatório e parecer. Ilópolis, em 13 de março de Leda Canei Trentini Responsável pelo Controle Interno Anacelia Predebon Responsável pelo Controle Interno
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