1. IGREJA DE COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE CEBs

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1 1. IGREJA DE COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE CEBs A Diocese de Ruy Barbosa é uma Igreja de CEBs com pastorais e movimentos, que soma forças para realizar o Objetivo Geral da CNBB e assume, como Igreja particular, uma caminhada caracterizada pela criação, desenvolvimento e fortalecimento das Comunidades Eclesiais de Base - CEBs. Assim todas as nossas paróquias procuram se organizar e articular como redes de comunidades sendo cada paróquia uma Comunidade de Comunidades. Os agentes de pastoral são chamados a acompanhar as CEBs e empenhar-se no crescimento das comunidades de base da sua paróquia, visitando-as e apoiando-as no que for preciso, sobretudo na formação, não reduzindo a sua presença na comunidade somente à hora de celebrar os sacramentos. 1. Surgimento. A experiência das CEBs não surgiu de um planejamento prévio, mas de um impulso renovador, como um sopro do Espírito, já presente na Igreja do Brasil. Esse impulso renovador se manifesta de forma crescente nos anos 50 e 60 do século 20. Na verdade, os tempos se tornaram maduros para uma nova consciência histórica e eclesial: primeiro, pela emergência de um novo sujeito social na sociedade brasileira, o sujeito popular, que ansiava à participação; segundo, pela emergência de um novo sujeito eclesial, portador de uma nova consciência na Igreja. Ele ansiava participar ativa e coresponsavelmente da vida e da missão da Igreja. Esse sujeito provoca novas descobertas e conversões pastorais (Cf Comunidades Eclesiais de Base na Igreja do Brasil, Doc da CNBB 25,7). As Cebs se revigoravam ou restauravam as relações de reciprocidade, de modo a favorecer a reconstrução das estruturas da vida cotidiana, do mundo da vida, em um contexto social adverso. A interação entre a CEB enquanto organismo eclesial e a comunidade local de vizinhos é uma das grandes contribuições da Igreja à conquista dos direitos de cidadania em nosso País. Ao acolher pastoralmente a população rural ou migrante em capelas e salões improvisados nos quais ela se sentisse em casa, a Igreja lhe ofereceu uma possibilidade de organizar-se autonomamente, quando as empresas e os poderes públicos só viam nela o potencial de mão-de-obra a ser empregada no processo de industrialização. José Marins define as CEBs com as seguintes palavras: As CEBs são um nível eclesial fundamental onde os batizados veem sua fé de modo comunitário, profético e missionário numa opção preferencial pelos pobres, denunciando o projeto social existente e animando a todos para a construção de uma sociedade orientada pela utopia do Reino de Deus Dom Moacyr Grechi, arcebispo de Porto Velho, no 12º Intereclesial (julho de 2009), caracterizou as CEBs: gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares pouco importantes, consegue mudanças extraordinárias. No mesmo evento Dom Pedro Casaldáliga, na sua mensagem,define as CEBs: não são associação, não são um movimento, são uma movimentação, um espírito, uma atitude, uma lógica, uma coerência. As CEBs é um modo novo de ser Igreja, é um modo novo de toda a Igreja ser. Excluído: CNBB Excluído: Citação? Excluído: s Excluído: m Excluído: s Excluído: definiu Excluído: como Excluído: Excluído:

2 2. Jeito de ser Igreja. Que práticas envolve? - União dos membros: reunião, diálogo e objetivos comuns no campo sóciopolítico e religioso. CEB não é só ponto de missa ou lugar de Celebração da Palavra. - Leitura bíblica: orante e comunitária, da qual brota a conversão, o testemunho, a interação fé-vida. - Oração: espontânea, criativa, encarnada na cultura, que brota da vida, se dirige a Deus e produz ânimo e força para o compromisso, evitando imitar exageros da mídia. - Celebração do Mistério Pascal: que engloba a fé no ressuscitado, a esperança, a alegria, a memória do passado, o respeito pela religiosidade popular e a marca festiva do povo. - Reflexão da fé: teologia da libertação, que ressalta o Jesus histórico que dá a vida pela humanidade, leitura da história a partir dos pobres. - Ministérios e serviços: a partir de um espírito de liberdade e autonomia, protagonismo dos leigos, principalmente das mulheres, e valorização dos dons de todos. - Solidariedade e partilha: que consistem na distribuição dos bens, na defesa dos direitos, principalmente dos pobres e excluídos, na preocupação com a realidade, com a promoção humana e com a dimensão política, social e econômica. - Luta para uma sociedade justa e solidária: com iniciativas da comunidade, pressão para políticas públicas e efetiva participação política nos conselhos municipais, câmara de vereadores, fiscalização das contas públicas. - Valorização da cultura: resgatando as culturas oprimidas : indígena, afro, migrante, nômade, refletindo sobre a realidade, conservando os valores, etc. - Ecumenismo e diálogo inter-religioso: abertura, acolhimento e respeito pelas diferenças religiosas e culturais. - Missionariedade: necessidade de sair para servir aos irmãos com visitas aos doentes e às famílias, realização de círculos bíblicos, criação de novos grupos de rua ou de reflexão, partindo até para a missão além fronteiras. - Metodologia: Ver, Julgar, Agir e Celebrar. 5 Organização de uma Comunidade Eclesial de Base CEB Para que a comunidade que nasce possa crescer e amadurecer precisa de membros vivos, de formação e de um mínimo de organização e articulação: - Fortalecimento da Família como núcleo base das CEBs - Elaboração de um programa de vida e atividades comunitárias: cultos, festas, celebração dos sacramentos, mutirões, lutas por melhorias na qualidade de vida das pessoas da comunidade, compromisso sócio-político, formação (que merece um destaque especial em todos os níveis),, etc. - Organização das pastorais e serviços (cuidado aos doentes, acolhida, conservação e manutenção dos bens, etc.) dos ministérios (da Eucaristia, da Palavra, da Visitação e Esperança), da formação de lideranças e ministros - Organização do Conselho Pastoral da Comunidade, que articula as atividades e anima a caminhada da mesma, fiel às orientações e prioridades diocesanas. - Representação da comunidade na rede das comunidades da paróquia. Excluído: 3. Excluído: celebração dos sacramentos Excluído: compromisso sóciopolítico Excluído: D

3 3. Espiritualidade das CEBs A espiritualidade é o conjunto de práticas e atitudes que manifestam experiência de Deus (do Espírito Santo) numa pessoa, numa cultura ou numa comunidade. Trata-se de um estilo de vida que dá unidade profunda ao nosso orar, nosso pensar e nosso agir. (Segundo Galilea). - Nossa espiritualidade é o seguimento de Jesus, hoje, aqui. Seguimento de Jesus: assumindo sua causa, adotando suas atitudes, vivendo segundo seu Espírito. Hoje: sob o império neoliberal. Aqui: neste nosso Brasil, nesta América Latina, no meio do nosso povo... A Espiritualidade libertadora nasce do próprio coração de Deus (Ex 3,7-10): Deus está conosco, caminha no meio da gente, luta do nosso lado por um mundo mais justo e fraterno. É por que Deus não admite a injustiça, a pobreza e a opressão dos pequenos que nós nos comprometemos em lutar contra toda exclusão. (Dom Pedro Casaldáliga) 4. Características da espiritualidade: Espiritualidade que se expressa em gestos simples a. Viver em familiaridade com Deus: disto dependerá toda nossa vida. Nosso jeito de ser é de acordo com a visão de Deus que temos. Precisamos purificar nossa imagem de Deus. Nós acreditamos no Deus de Jesus libertador, encarnado na historia; precisamos continuar crescendo no conhecimento de Jesus. b. Praticar a Justiça, o Diálogo e a Ternura. Fazer e manifestar a experiência de Deus, realizar com as obras a fé que professamos. Traduzir em amor, em solidariedade, em política, em economia, o Evangelho que proclamamos; fazer vida e história o sonho de Deus. Vale esta regra: se não fazes oração, não és cristão, mas se não te comprometes também não és cristão. (Cf. Tg) Agir profeticamente como o Servo de Javé (Is. 42,1-5) c. Celebrar, Construir e Esperar a realização definitiva do Reino de Deus. Nossa fé cristã, nosso compromisso pastoral, nossa militância devem centrar-se no projeto de Jesus. Excluído: 4 Excluído: Espiritualidade que se expressa em gestos simples Excluído: Excluído: Excluído: Excluído: 5 Excluído: à Excluído: Fazermos Excluído: ; Excluído: t Excluído:... - Dimensão profética. - Fortalecimento da Família como núcleo base das CEBs. - Formar lideranças para a ação transformadora. - Integração das orientações. FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS! 6. CONSELHO PASTORAL DA COMUNIDADE CPC CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL CPP I. CONSELHOS 1. Sejam constituídos em cada paróquia o Conselho Pastoral Paroquial CPP e nas comunidades o Conselho Pastoral da Comunidade CPC como instrumentos para

4 articular, coordenar e dinamizar a evangelização e toda a atividade da paróquia e da comunidade respectivamente. 2. O CPP e o CPC têm voto consultivo. A prudência e o espírito eclesial de comunhão e participação e de co-responsabilidade para a missão de uma Igreja toda ministerial guiem o pároco na valorização plena desta colaboração. (Can.536) II. CONSELHO PASTORAL DA COMUNIDADE - CPC. 3. O CPC seja constituído de cristãos atuantes, membros da comunidade local, representantes eleitos, pelo menos um de cada grupo, pastoral ou movimento eclesial que existe dentro da comunidade, podendo acrescentar mais membros eleitos por uma Assembléia da comunidade. Em caso de impedimento prolongado, renúncia, morte ou não participação em três (3) reuniões consecutivas, o membro será substituído pelo grupo ou pastoral que o indicou. 4. Os membros eleitos sejam confirmados pelo padre por um mandato não remunerado de dois (2) anos. A eleição do novo Conselho leve em conta a continuidade e a renovação dos membros do Conselho. Nenhum membro eleito pode assumir por mais de dois mandatos consecutivos. 5. O CPC elege entre seus membros o Coordenador, dois (2) Secretários e dois (2) Tesoureiros, que juntos formam a Coordenação. Em caso de não participação em três (3) reuniões ordinárias consecutivas, sem justificativa, impedimento prolongado, renúncia ou morte de um dos membros da Coordenação, o CPC escolhe um substituto. 6. O CPC se reúne ordinariamente cada mês e extraordinariamente quando convocado pelo coordenador, pelo pároco ou por solicitação da maioria simples (metade + um) de seus membros. Obs. Que haja formação para os membros do conselho, através de equipes diocesanas e/ou paroquiais. Excluído: bispo ou Excluído: Diretoria 7. Compete ao CPC: 7.1. Representar a comunidade e promover sua ligação com a paróquia, zonal e diocese Responsabilizar-se pela execução do Plano Pastoral dentro das orientações e numa linha da Pastoral de conjunto de toda a diocese Estar atento à realidade da vida do povo em espírito de solidariedade e serviço Responsabilizar-se pela organização e manutenção econômica da comunidade e pela colaboração com a paróquia, cuidando da Pastoral do dízimo e outras formas de sustentação da comunidade, paróquia, diocese e colaboração dos fiéis Definir os critérios e prioridades para usar os recursos da comunidade nas diversas dimensões: formação, manutenção, construção, solidariedade Manter em dia o pagamento de taxas e outras despesas e a contabilidade da comunidade. 8. Compete ao Coordenador/a do CPC: 8.1. Coordenar as atividades do CPC Convocar e presidir as reuniões do CPC Garantir a cada membro do Conselho direito de voz e voto Representar a comunidade, em particular perante o CPP Comunicar ao CPP as decisões tomadas nas reuniões do CPC Movimentar as contas bancárias em conjunto com um dos tesoureiros.

5 9. Compete ao tesoureiro/a do CPC: 9.1. Responsabilizar-se pela contabilidade da comunidade e supervisionar a Pastoral do dízimo e campanhas financeiras da comunidade Elaborar e apresentar o balancete mensal das receitas e despesas Movimentar as contas bancárias junto com o coordenador Fazer os pagamentos autorizados pelo CPC Elaborar no início do ano a previsão orçamentária. 10. Compete ao secretário/a do CPC Secretariar as reuniões e elaborar as atas Auxiliar a administração geral junto com os demais membros do CPC Manter em dia o arquivo e o inventário dos bens da comunidade. III. CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL - CPP 11. O Conselho Pastoral Paroquial CPP, mesmo tendo vários princípios parecidos, é diferente do Conselho Pastoral da Comunidade do Centro; representa, articula, coordena e dinamiza a paróquia inteira. Compete ao CPP discutir e tomar decisões sobre as questões relacionadas à Pastoral paroquial. O CPP seja constituído de cristãos atuantes, representantes das comunidades e eleitos pelo menos um de cada Pastoral, Grupo ou Movimento eclesial que existe dentro da paróquia. Não se escolha para membro do CPP pessoa que esteja exercendo cargo político. 12. Compete ao CPP Eleger um Conselho de Administração Paroquial CAP, órgão de aconselhamento e colaboração do pároco na administração da paróquia, composto por no mínimo 03 (três) pessoas que farão parte do mesmo CPP (Cân. 537). As deliberações do CAP devem ser submetidas à apreciação e decisão do CPP. OK! 13. Compete ao CAP: Implantar e dinamizar formas de sustentação da paróquia, como a Pastoral do dízimo, que seja a fonte principal e habitual dos recursos paroquiais e do dízimo diocesano Cuidar para que a paróquia esteja em dia com as obrigações legais e diocesanas (coleta, dízimo...) Preocupar-se com a manutenção do pároco e dos agentes de pastoral liberados e com suas despesas previdenciárias (INSS, Plano de Saúde, etc.) Zelar pelo patrimônio da paróquia, casa paroquial, dependências pastorais, utensílios, veículos, escrituras, etc. 14. Todos os membros eleitos sejam confirmados pelo pároco por um mandato não remunerado de dois anos. A eleição de cada novo Conselho leve em conta a continuidade e a renovação dos membros do Conselho. Nenhum membro eleito pode assumir por mais de dois

6 mandatos consecutivos. 15. O CPP, tendo o pároco ou delegado como presidente, elege entre seus membros o coordenador, 02 (dois) secretários e 01 (um) tesoureiro do CAP, que juntos formam a Coordenação. Em caso de não participação em 03 (três) reuniões ordinárias consecutivas, sem justificativa, de impedimento prolongado, renúncia ou morte de um dos membros da Coordenação, o CPP escolhe um substituto. 16. O CPP se reúne ordinariamente cada 03 (três) meses e extraordinariamente quando convocado pelo presidente, pelo coordenador ou por solicitação da maioria simples (metade + um) de seus membros. 17. A pauta, elaborada pela Coordenação, seja comunicada com antecedência. No início da reunião seja lida, aprovada e assinada a ata anterior. 18. Para tomar decisões precisa a presença da maioria (metade + um) dos conselheiros e a maioria dos votos. As decisões sejam apresentadas às Comunidades na primeira oportunidade após a reunião do Conselho. 19. O conselheiro que se ausentar três reuniões seguidas, sem justificativa, ou quem pede demissão, perderá o mandato e será substituído por outro, escolhido da mesma forma que o primeiro e pelo tempo restante do mandato. 20. Compete ao Coordenador/a do CPP Coordenar as atividades do CPP Convocar e presidir as reuniões do CPP Garantir a cada membro do Conselho direito de voz e voto Representar a paróquia no zonal, diocese e outras instâncias. Excluído: Diretoria Excluído: Diretoria Excluído: diretoria 22. Compete ao secretário/a do CPP 22.1 Secretariar as reuniões e elaborar as atas Auxiliar a administração geral junto com os demais membros do CPP Manter em dia o arquivo e o inventário dos bens da paróquia.

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