RELATÓRIO DE PLANTIO E VISTORIA
|
|
|
- Sérgio Canela Gesser
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Propriedade: Parque Ecológico Rio Formoso Código: 03/2011 Número de mudas plantadas: 150 (Cento e cinquenta) Data do plantio: 22/03/ 2011 Data da vistoria 01: 15/05/ 2011 Patrocinadores: Agência Ar - Hotel Pousada Águas de Bonito - Agência Águas de Bonito - Wetiga Hotel Relator(a): Marilizi Duarte de Oliveira Data: 20/05/2011 No dia 22 de março de 2011, foram plantadas 150 mudas de espécies arbóreas nativas do Bioma Cerrado. As mudas foram patrocinadas por empresas privadas com compromisso ambiental, possibilitando assim, a recuperação de áreas degradadas, principalmente de matas ciliares dos rios da região; Além da neutralização do carbono gerado por suas atividades durante o ano de 2010 e comemoração simbólica ao Dia Mundial da Água, comemorado na data do plantio. Por este último motivo, o plantio contou com a colaboração de professores e acadêmicos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, Campus de Bonito (Foto 01). A ação realizada em parceria com os acadêmicos e professores da UFMS, possibilitou a prática de educação ambiental de forma extensiva, pois estes são formadores de opiniões (Foto 02). Foto 01. Professores, acadêmicos e técnicas do IASB realizaram o plantio de 150 mudas patrocinadas por empresas privadas de Bonito/MS, no dia 22 de março de 2011, Dia Mundial da Água.
2 Foto 02. Acadêmicos da UFMS realizando plantio em área de recomposição florestal.
3 Espécies de árvores como Caroba, Tarumã, Jaracatiá, Piúva, Cedro, Ipê amarelo, Embaúba, Aroeira, Maria-preta, Ingá e Pororoca, entre outras, foram plantadas em área em processo de recomposição florestal no Parque Ecológico Rio Formoso com coordenada, 21º S 56º26 52,05 O, distante 7 km do centro comercial do Município de Bonito/MS. Foto 03. Área delimitada em branco, próxima a Lagoa, recebeu mudas para recomposição florestal por se tratar de uma área de proteção permanente (APP). Fonte: Google Earth, Através do Programa Plante Bonito, o parque recebe mudas arbóreas desde 2009, totalizando até a data do relatório mudas. A área em questão fica próxima a estrada asfaltada, além de ser uma APP (Área de Preservação Permanente), pois está dentro dos 50 metros de mata ciliar do Rio Formoso, importante rio do município de Bonito/MS, por sua água cristalina e atividade turística desenvolvida em sua extensão. Na foto 04, observa-se as estacas remanescentes de outros plantios realizados, reiteramos que a área apresenta elevada concentração de calcário, que diminui a disponibilidade de micronutrientes para a muda, além do solo ser extremamente compactado por atividades anteriores, tornando o crescimento das plantas mais lento. Desta forma, a área se torna sensível, assim é necessário adensar
4 com plantas pioneiras e secundárias, para criar um micro clima e desta forma ocorrer à recomposição florestal da mesma. Foto 04. Área de APP que recebe mudas do Programa Plante Bonito, para Recomposição Florestal. Ressaltando que antes do plantio é realizada vistoria da área, buscando identificar as espécies adequadas. Previamente ao plantio, ocorreu o coroamento de aproximadamente 1 metro de diâmetro e abertura de covas com 30 cm de profundidade deixando a terra exposta. As mudas foram retiradas dos saquinhos com cuidado para não danificar o torrão (terra onde as raízes da muda de desenvolveu) e inseridas nas covas As mudas foram distribuídas de forma heterogenia que consiste no plantio conjunto de diferentes espécies de forma aleatória. Tal metodologia ajuda a recriar condições mais próximas das florestas naturais e ter maior sucesso no desenvolvimento das mudas, que foram produzidas no viveiro Municipal de Bonito, em saquinhos de plástico próprios para o crescimento das mesmas. As espécies escolhidas para recuperação da área possuem bom desenvolvimento em áreas ribeirinhas. No entorno da área possui uma lagoa utilizada para banho, além de pequenos fragmentos de floresta estacional semidecidual e algumas espécies introduzidas como Leucenia (Leucaena sp.) e Mamona (Ricinus communis). O período escolhido para a plantação foi propicio, pois no verão ocorrem chuvas sazonais, que auxiliam no crescimento e na fixação das raízes das plantas. Posteriormente, em nova data, as mudas serão medidas para obter a média da altura e avaliar quais espécies se adaptaram melhor ao local.
5 Foto 05. Observe a palhada proveniente da retirada da branquearia sp. e área de transição, onde é possível observar estadas provenientes de plantios anteriores. Foto 06. Abertura de covas manualmente para minimizar os danos as mudas já plantadas e evitar a compactação do solo com a entrada de tratores.
6 Foto 07. Biólogas e Técnicas do IASB conferem as mudas transplantadas e realizam últimos tratos culturais na área.
7 No dia 15 de maio de 2011, foi realizada vistoria na área em questão. Observou-se bom crescimento foliar das mudas, porém, 30% apresentou perda foliar, outras apresentaram folhas amareladas, tal característica ocorre por falta de água ou nutriente, vale ressaltar que área apresenta compactação do solo e apresenta pouca retenção de umidade. Além de possuir grande concentração de calcário, todas essas características demonstram como é delicada a recomposição florestal da área, além de ser necessário realizar análise do solo para quantificar nutrientes e verificar os motivos que estão retardando o desenvolvimento das mudas. Foto 08. Mudas com folhas amareladas. As mudas apresentam bom desenvolvimento foliar.
8 A área apresentou grande quantidade de mamoneiras em brotação, sendo observado posteriormente ao plantio que em vegetação próxima ao local possuía várias mamoneiras adultas e que as mesmas estavam em período de maturação, liberando sementes. Como o solo da área estava revolvido e a terra fofa, propiciou bom desenvolvimento das mamoneiras. Foto 09. Área de plantio infestada por mamoneiras. Observa-se a mamoneira adulta apontada pela seta. Na foto 10, é possível observar que a área remanescente dos plantios (a partir da placa de identificação), não apresentou infestação por mamonas. Nota-se que a área de plantio do dia 22 de março de 2011, apresentou grande infestação de mamonas. Foi necessário remover as mamoneiras manualmente, pois as mesmas poderiam abafar as mudas, pois apresentam desenvolvimento rápido, além ser de tratar de uma espécie exótica, não indicada para área de APP.
9 Foto 10. Área que recebe mudas do Programa Plante Bonito infestada por mamona, observa-se que área remanescente não apresenta o mesmo cenário. Seta vermelha indica área remanescente. Foto 11. Técnicas do IASB retiram as mamoneiras manualmente buscando não agredir as mudas de espécies nativas e manter as características do solo.
10 Observou-se que a palhada de cobertura colocada no solo ao redor das mudas auxiliou na manutenção da umidade do solo e protegeu, em alguns casos, da concentração de mamoneiras ao redor da muda, conforme foto 12. Foto 12. Mudas protegidas pela palhada e muda no meio das mamoneiras, em ambos os casos apresentaram bom desenvolvimento.
Bonito - Hotel Wetiga - 2ª Expobonito 2010 - Participantes do XVIII Congresso Brasileiro de Automática 2010 - REPAMS
Propriedade: Parque Ecológico Rio Formoso Código: 02/2011 Número de mudas plantadas: 300 (Trezentas) Data dos plantios: dez/ 2010 Patrocinadores: gência r - XVIII Congresso rasileiro de utomática 2010
Relatório de Atividade Técnicas de Restauração Florestal PROGRAMA PLANTE BONITO. Operadora Ambiental Expedições
Relatório de Atividade Técnicas de Restauração Florestal PROGRAMA PLANTE BONITO Operadora Ambiental Expedições 1. Objetivo Este relatório tem o objetivo de fornecer informações e imagens, referentes ao
Relatório Plante Bonito Patrocinador: Colégio Palmares Ambiental Viagens e Turismo Área: Estância Mimosa Ecoturismo
Instituto das Águas da Serra da Bodoquena IASB Organização não governamental sem fins lucrativos, com caráter técnico, científico e ambiental, criado em Bonito/MS por proprietários rurais, empresários,
RELATÓRIO DE PLANTIO. Código: 10/2011
Código: 10/2011 Propriedade: Chácara Paraíso Coordenadas (UTM): 556100 L 7662900 S Número de mudas plantadas: 240 (Duzentos e Quarenta) Datas do plantio: 01, 03 e 04 de novembro de 2011 Patrocinador(es):
FLORESTA PARQUE ECOLOGICO RIO FORMOSO Relatório de Caracterização da Área e Plantio
FLORESTA PARQUE ECOLOGICO RIO FORMOSO Relatório de Caracterização da Área e Plantio 1. Apresentação: O Plante Bonito é um programa participativo de recuperação de áreas degradadas, que tem o objetivo de
Sumário. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2. 1.2 Hidrografia 2. 1.3 Topografia 2. 1.4 - Área de reserva florestal legal 3
Sumário Pág. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2 1.2 Hidrografia 2 1.3 Topografia 2 1.4 - Área de reserva florestal legal 3 1.5 Acesso 3 2 Objetivo Geral 4 3 Metodologia 5 3.1
RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA
RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA Londrina, 19 de janeiro de 2012 INTRODUÇÃO A proposta de trabalho desenvolvida em 2011 voltada a realização de compensação de emissões de CO 2 por meio do plantio
Dr. Sergius Gandolfi [email protected] - LERF/LCB/ESALQ/USP
Conferência 09 Dinâmica de Florestas e Recuperação de Áreas Degradadas 19º. Congresso de Biólogos do Conselho Regional de Biologia - 01 30/07/2009 (11:00 12:00h) São Pedro, SP. Dr. Sergius Gandolfi [email protected]
Proposta de Adequação Ambiental e Paisagística do Trecho Urbano do Rio Piracicaba e Entorno.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LABORATÓRIO DE ECOLOGIA E RESTAURAÇÃO FLORESTAL Proposta de Adequação Ambiental e Paisagística
METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS PARA A FLORESTAIS: BIOMA CERRADO
METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS PARA A RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS FLORESTAIS: BIOMA CERRADO Prof. Dr. Israel Marinho Pereira [email protected] Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
PRÁTICAS SILVICULTURAIS
CAPÍTULO 10 PRÁTICAS SILVICULTURAIS 94 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO Um dos objetivos do manejo florestal é garantir a continuidade da produção madeireira através do estímulo
RELATÓRIO DE PLANTIO. Código: 09/2011
Código: 09/2011 Propriedade: Estância Mimosa Ecoturismo Número de mudas plantadas: 100 (Cem) Datas do plantio: 25, 26 e 27 de outubro de 2011 Patrocinador(es): Operadora Ambiental Expedições e Colégio
Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²;
Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²; ¹ Aluno do curso de Agronomia e bolsista do Programa Institucional
AÇÕES MARÇO/2015 Patrocínio Apoi o :
AÇÕES MARÇO/2015 RELATÓRIO No findar de janeiro, foi firmado entre Prefeitura Municipal de Bonito, através da SEMA - Secretaria de Meio Ambiente, com apoio do COMDEMA Conselho Municipal de Meio Ambiente
Fundação SOS Mata Atlântica. Relatório Programa Florestas do Futuro Parceria Química Amparo / Ypê.
Fundação SOS Mata Atlântica Relatório Programa Florestas do Futuro Parceria Química Amparo / Ypê. Itu SP / novembro de 2014 1. Introdução. O aumento da preocupação social com o destino dos fragmentos florestais
Relatório Plante Bonito Patrocinador: Wetiga Hotel Área: Lagoa Misteriosa
Instituto das Águas da Serra da Bodoquena IASB Organização não governamental sem fins lucrativos, com caráter técnico, científico e ambiental, criado em Bonito/MS por proprietários rurais, empresários,
EXECUÇÃO REALIZAÇÃO. PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE BONITO - MS Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul BONITO - MS
REALIZAÇÃO EXECUÇÃO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE BONITO - MS Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul BONITO - MS BACIA DO RIO FORMOSO Abrangência: cerca de 27% da área do município; Cerca
Município de Colíder MT
Diagnóstico da Cobertura e Uso do Solo e das Áreas de Preservação Permanente Município de Colíder MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Julho de 2008 Introdução O município de Colíder está localizado
PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES
TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMOS
PROJETO VALE SUSTENTÁVEL: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS VISANDO A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA CAATINGA NA REGIÃO DO VALE DO AÇU RN.
PROJETO VALE SUSTENTÁVEL: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS VISANDO A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA CAATINGA NA REGIÃO DO VALE DO AÇU RN. Elisângelo Fernandes da Silva (E-mail: [email protected]);
DESPERTE! PARA A VIDA E PARA O VERDE
V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 DESPERTE! PARA A VIDA E PARA O VERDE Letícia Mônica Garcia 1 ; Lindce Ariani Herrera 1 ; Danilo Spessato de Souza
Olha ali a Siriema! Vamos pedir ajuda a ela! Avisamos, sim! Então venham comigo, e tomem nota!
Olha ali a Siriema! Vamos pedir ajuda a ela! Avisamos, sim! Então venham comigo, e tomem nota! Oi crianças, o que fazem aqui, longe do caminho de casa? Oi Siriema! Existem muitas espécies de plantas no
NOTA TÉCNICA DE PESQUISA
Desenvolvimento de espécies nativas em gradiente ambiental em Área de Preservação Permanente de rio na Caatinga (CAA15) / Avaliação de técnicas de restauração florestal na caatinga em área de mata ciliar
FICHA PROJETO - nº383-mapp
FICHA PROJETO - nº383-mapp Mata Atlântica Pequeno Projeto 1) TÍTULO: Restauração da Região Serrana RJ: assistência técnica para consolidar uma rede de produtores rurais e viveiros comunitários. 2) MUNICÍPIOS
Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais
Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais O Secretário do Meio Ambiente, considerando: A necessidade de regulamentação da utilização
Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas
Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Produção de Mudas - No sistema de raiz nua Produção de mudas de Pinus no sul do BR - No interior de recipientes - Sacos plásticos - Tubetes Fertilização
ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES
ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO PROJETO CARBONO NO CORREDOR DE BIODIVERSIDADE EMAS TAQUARI RELATÓRIO DE ATIVIDADES ASSENTEMENTOS SERRA DAS ARARAS, FORMIGUINHA E POUSO ALEGRE JULHO DE 2011 INTRODUÇÃO
ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO. Prof. Dr. Israel Marinho Pereira [email protected]
ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO PRAD Prof. Dr. Israel Marinho Pereira [email protected] ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PRAD O Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), deverá
RELATÓRIO DE PLANTIO. Código: 04/2011
Código: 04/2011 Propriedade: Chácara Ouro Verde Coordenadas: 56º28 18 W 21º04 21 S Número de mudas plantadas: 30 (Trinta) Data do plantio: 18 de abril de 2011 Patrocinador(es): Agência Ar de Turismo Relator(a):
Principais ações desenvolvidas pela empresa
AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DESENVOLVIDAS PELA JCGONTIJO Principais ações desenvolvidas pela empresa 1. Re- uso de água 2. Adoção de tecnologias limpas em seus produtos 3. Financiamento de planos
Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade
Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apenas os estados de
Curitiba-PR Brasil Março 2007. Prefeitura
Curitiba-PR Brasil Março 2007 Prefeitura Biodiversidade Gerenciamento da Biodiversidade Urbana e Promoção da Conscientização da Biodiversidade em Comunidades Urbanas. Curitiba-PR-Brasil Março 2007 Clarismino
Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014
Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Define a metodologia a ser adotada em caráter experimental para a conversão das obrigações de reposição florestal
Ecossistema. Conjunto formado por todos os fatores bióticos: Plantas, animais e bactérias Abióticos: Água, Sol, solo, gelo, vento
Ecossistema Conjunto formado por todos os fatores bióticos: Plantas, animais e bactérias Abióticos: Água, Sol, solo, gelo, vento Bioma e ecossistema Um ecossistema só é considerado bioma se suas dimensões
Terminologia Vegetal
Terminologia Vegetal Aciculifoliadas folhas em forma de agulha; Latifoliadas folhas largas e grandes; Perenes nunca perdem as folhas por completo; Caducas (decíduas) perdem as folhas antes de secas ou
ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade.
São as áreas protegidas da propriedade. Elas não podem ser desmatadas e por isso são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs). São as faixas nas margens de rios, lagoas, nascentes, encostas
(9 coisas que deves saber sobre as árvores)
(9 coisas que deves saber sobre as árvores) 1 Não cortes os ramos maiores das árvores! 2 Usa as regras de 1/3 nas podas. 3 Como fazer um corte de poda. 4 A importância da turfa. 5 Onde as raízes realmente
Meio Ambiente e Árvores nas Escolas
Meio Ambiente e Árvores nas Escolas - Orientações - Objetivos Informar sobre Questões Ambientais Respeitar as Normas Ambientais Vigentes Preservar as Árvores Existentes nas Escolas Escola e Educação Ambiental
DESMATAMENTO DA MATA CILIAR DO RIO SANTO ESTEVÃO EM WANDERLÂNDIA-TO
DESMATAMENTO DA MATA CILIAR DO RIO SANTO ESTEVÃO EM WANDERLÂNDIA-TO Trabalho de pesquisa em andamento Sidinei Esteves de Oliveira de Jesus Universidade Federal do Tocantins [email protected] INTRODUÇÃO
BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp
BIOMAS DO BRASIL BIOMA Definição: Bioma, ou formação planta - animal, deve ser entendido como a unidade biótica de maior extensão geográfica, compreendendo varias comunidades em diferentes estágios de
1. PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS
1. PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS O Programa de Preservação e Recuperação de Ecossistemas visa o aumento da biodiversidade e a recuperação da paisagem. É composto por um conjunto
LAUDO DE CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL
LAUDO DE CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL INTERESSADO: CONDOMÍNIO RESIDENCIAL BOUGAINVILLEA DENOMINAÇÃO: CONDOMÍNIO RESIDENCIAL BOUGAINVILLEA FINALIDADE: LAUDO TÉCNICO PARA CUMPRIMENTO DA LEI MUNICIPAL 4.123 DE
Laudo Técnico Ambiental
E-MAIL: [email protected] Laudo Técnico Ambiental Atendimento a Notificação Nº 104/2013 Laudo Anual para Atender as exigências da Lei nº 4.123 de 04 de maio de 2007. Ano de referência: 2012 Valinhos
Relatório mensal JULHO/2014. Projeto: Estudo e implantação de floresta para manejo sustentado na Escola Técnica Prof. Dr. Antonio Eufrásio de Toledo.
Relatório mensal JULHO/2014 Projeto: Estudo e implantação de floresta para manejo sustentado na Escola Técnica Prof. Dr. Antonio Eufrásio de Toledo. Atividades desenvolvidas no mês: Estudo das espécies
NASCENTE MUNICIPAL MODELO DE SOROCABA
NASCENTE MUNICIPAL MODELO DE SOROCABA Por meio do Projeto de Georreferenciamento e Diagnóstico das Nascentes de Sorocaba, a equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMA) selecionou a Nascente
GRUPO X 3 o BIMESTRE PROVA A
A GERAÇÃO DO CONHECIMENTO Transformando conhecimentos em valores www.geracaococ.com.br Unidade Portugal Série: 6 o ano (5 a série) Período: MANHÃ Data: 27/10/2010 PROVA GRUPO GRUPO X 3 o BIMESTRE PROVA
PRODUÇÃO DE MUDAS DE ÁRVORES NATIVAS
PRODUÇÃO DE MUDAS DE ÁRVORES NATIVAS Maria E. M. Queiroga1 ; Lucas A. Levek2; Nathalie A. F. Luvison3; Marcelo Diel4; Alan Schreiner Padilha5 INTRODUÇÃO A Mata Atlântica é formada por um conjunto de formações
Diagnóstico da Área de Preservação Permanente (APP) do Açude Grande no Município de Cajazeiras PB.
Diagnóstico da Área de Preservação Permanente (APP) do Açude Grande no Município de Cajazeiras PB. Itallo Harlan Reinaldo Alves Gomes (1) ; Jessily Medeiros Quaresma (2) ; Francisco José (3) ; Laedy Cecília
IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE.
IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL URBANA, MARGEM DO RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE. Profa. Miriam Cleide Amorim Universidade Federal do Vale do São Francisco Campus Juazeiro, BA INTRODUÇÃO
LAUDO DE CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL
LAUDO DE CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL INTERESSADO: IMOBILIÁRIA PARQUE BRASIL LTDA DENOMINAÇÃO: LOTEAMENTO RESIDENCIAL VILA REAL FINALIDADE: LAUDO TÉCNICO PARA CUMPRIMENTO DA LEI MUNICIPAL 4.123 DE 04/05/2007
MINUTA DE RESOLUÇÃO. Define critérios rios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais
MINUTA DE RESOLUÇÃO Define critérios rios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais Situações I - APPs localizadas em pequena propriedade ou posse rural familiar desprovidas de vegetação
USO DA TERRA NO BRASIL 851 milhões de hectares
USO DA TERRA NO BRASIL 851 milhões de hectares URBANIZAÇÃO E OUTROS USOS 4% AGRICULTURA 7% VEGETAÇÃO NATURAL (FLORESTAIS E OUTROS) 65% PASTAGENS 23% FONTES: MMA/IBGE-PAM(2010)/INPE/CENSO AGROPECUÁRIO 2006
enxertia de araucária para produção de pinhão
enxertia de araucária para produção de pinhão A Araucaria angustifolia, espécie quase exclusiva do Brasil, está ameaçada de extinção, restando apenas 2 a 3% de sua área original. Neste sentido, é fundamental
193 - TRABALHOS COM HORTAS ESCOLARES NO MUNICÍPIO DE DIONÍSIO CERQUEIRA, SC
Sociedade e Natureza Monferrer RESUMO 193 - TRABALHOS COM HORTAS ESCOLARES NO MUNICÍPIO DE DIONÍSIO CERQUEIRA, SC Fabia Tonini 1 ; Andréia Tecchio 2 O espaço Horta Escolar pode ser utilizado como meio
AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Informações do Processo: Nome do Interessado: Nº do Processo: Data / de 20 Município: Localidade: Vistoria: Data: / / 20 Técnicos
Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.
PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL INTEGRADO PDMI Instrumentos de Gestão Ambiental Anexo 12 - Arborização Urbana e Passeio Público (GAPP) A arborização deve ser sempre realizada respeitando os preceitos
A importância do Cerrado
A importância do Cerrado Quem vive no Cerrado mora em uma das regiões mais ricas em espécies de plantas e animais do mundo, muitas delas ainda desconhecidas pela ciência e que só existem ali. É ainda nas
NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS
VALEC NAVA - 02 1 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS VALEC NAVA - 02 2 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS SUMÁRIO 1. OBJETO... 2 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2
MEMORIAL DESCRITIVO PAISAGISMO
Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Seção de Engenharia e Arquitetura MEMORIAL DESCRITIVO PAISAGISMO Cartório Eleitoral de Pinhalzinho/SC Fevereiro,
UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO.
UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. Patrícia Pinheiro da Cunha 1, Magda Beatriz de Almeida Matteucci
Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen
Lei 12.651/2012 Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Considerações Padrão Legal X Padrão de Qualidade Capacitação para aplicação da lei Análise individual
ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS
I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - I COBESA ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS Matheus Paiva Brasil (1) Graduando em Engenharia Sanitária e Ambiental
Sistema Modular Alveolar Leve. Ecotelhado
Sistema Modular Alveolar Leve Sistema Modular Alveolar Leve Objetivo O Sistema Alveolar tem como objetivo proporcionar, ao telhado com pouca ou sem inclinação, uma cobertura vegetada para conforto térmico
Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense
Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA
Módulo fiscal em Hectares 20 10 16 12
CÓDIGO FLORESTAL COMO SE REGULARIZAR O QUE É CÓDIGO FLORESTAL? O Código é uma lei que estabelece limites e obrigações no uso da propriedade,, que deve respeitar a vegetação existente na terra, considerada
LAUDO TÉCNICO AMBIENTAL
PREFEITURA DO MUNICIPIO DE VALINHOS Estado de São Paulo Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente LAUDO TÉCNICO AMBIENTAL CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MOINHO DE VENTO Condomínio residencial Moinho de Vento
CUIDADOS TÉCNICOS COM GRAMADOS
CUIDADOS TÉCNICOS COM GRAMADOS CUIDADOS PRÉ-PLANTIO ERRADICAÇÃO DE ERVAS DANINHAS Você deve erradicar as ervas daninhas da área a ser gramada. Esta operação pode ser feita através da capina mecânica ou
O MOVIMENTO GAIA BROCHURA NO 8 COMO: CULTIVAR SEU PRÓPRIO FERTILIZANTE E TAMBÉM ADQUIRIR FORRAGEM PARA ANIMAIS E LENHA. www.gaia-movement.
O MOVIMENTO GAIA BROCHURA NO 8 Depois da colheita os galhos cortados são usados para cobrir a terra. Isto protege contra erosão, guarda a humidade e melhora a terra com matéria orgânica, assim que segura
VERDADES E MENTIRAS SOBRE O PROJETO DE LEI QUE ALTERA O CÓDIGO FLORESTAL
VERDADES E MENTIRAS SOBRE O PROJETO DE LEI QUE ALTERA O CÓDIGO FLORESTAL 1. Por que o código florestal precisa ser mudado? O Código Florestal de 1965 é uma boa legislação. Aliás, caso fosse exigido o cumprimento
AS COOPERATIVAS FLORESTAL. Magno Botelho Castelo Branco
AS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS E O MDL FLORESTAL Guia de Orientação Magno Botelho Castelo Branco Objetivos Gi Guia de orientação sobre o MDL florestal tl para cooperativas agropecuárias; Conceitua o MDL
IASB Instituto das Águas da Serra da Bodoquena PROGRAMA PLANTE BONITO
IASB Instituto das Águas da Serra da Bodoquena PROGRAMA PLANTE BONITO Introdução Restauração Ecológica é uma atividade intencional que inicia ou acelera a recuperação de um ecossistema em relação a sua
www.tiberioge.tibe o.c rioge om.br o.c A Ge G og o r g afi f a Le L va v da d a Sério
1 FLORESTA AMAZÔNICA 2 Características Localiza-se: Região Norte; parte do norte do Mato Grosso e Goiás; e parte oeste do Maranhão; O maior bioma brasileiro ocupa, praticamente, um terço da área do País.
SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE PREFEITURA DE SUMARÉ SECRETARIA MUNICIPAL DE AÇÃO SOCIAL SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 3M DO BRASIL
SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE PREFEITURA DE SUMARÉ SECRETARIA MUNICIPAL DE AÇÃO SOCIAL SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 3M DO BRASIL SOCIEDADE HUMANA DESPERTAR LABORATÓRIO DE ECOLOGIA E RESTAURAÇÃO
Manejo Sustentável da Floresta
Manejo Sustentável da Floresta 1) Objetivo Geral Mudança de paradigmas quanto ao uso da madeira da floresta, assim como a percepção dos prejuízos advindos das queimadas e do extrativismo vegetal. 2) Objetivo
Sistema Laminar Médio. Ecotelhado
Sistema Laminar Médio Sistema Laminar Médio Objetivo O Sistema Laminar Médio tem como objetivo proporcionar a laje plana, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio
Érika Dolores Izenez Portela Karina do Espírito Santo Laís Guerra Taynãn Paes
Érika Dolores Izenez Portela Karina do Espírito Santo Laís Guerra Taynãn Paes POLÍTICAS PÚBLICAS ATRAVÉS DA VALORAÇÃO DE SERVIÇOS AMBIENTAIS: ESTUDO DE CASO PARANÁ / MATA CILIAR Juiz de Fora 2008 3 Érika
Plano de Educação Ambiental. 2º Biênio 2014/2016
Plano de Educação Ambiental 2º Biênio 2014/2016 PROJETO JUNTOS PELO AMBIENTE Ações: Levantamento ambiental das áreas a atuar dos municípios envolvidos; Análise e discussão de resultados para os municípios
RECUPERAÇÃO AMBIENTAL VIA T.C.R.A
RECUPERAÇÃO AMBIENTAL VIA T.C.R.A Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental Téc Agr Ramiéri Moraes CREA/SP: 50622361-39 TD PRINCIPAIS AUTUAÇÕES NA REGIÃO DE IBIÚNA E SÃO ROQUE Intervenção em APP(Áreas
Sistemas de manejo do solo
Sistemas de manejo do solo Introdução Uso e preparo do solo O arado. Evolução dos conhecimentos de uso e manejo do solo. O Ecossistema tropical Temperatura elevada e solos muito imteperizados 1 Sistemas
FUENTE DE VIDA PROJETO AGUA VIDA NATURALEZA [ PROJETO ÁGUA VIDA NATUREZA ] RELATÓRIO CHOCOLATERA INTRODUÇÃO.
FUENTE DE VIDA PROJETO AGUA VIDA NATURALEZA [ PROJETO ÁGUA VIDA NATUREZA ] RELATÓRIO CHOCOLATERA INTRODUÇÃO. Este teste foi feito para descobrir se poderíamos plantar no lugar mais difícil da Terra com
B I O G E O G R A F I A
B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas
Aula 14 Distribuição dos Ecossistemas Brasileiros Floresta Amazônica Mais exuberante região Norte e parte do Centro Oeste; Solo pobre em nutrientes; Cobertura densa ameniza o impacto da água da chuva;
BIOMAS BRASILEIROS. Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia
BIOMAS BRASILEIROS Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia BIOMA: É CONJUNTO DE ECOSSISTEMAS TERRESTRES, CLIMATICAMENTE CONTROLADOS, QUE SÃO CARACTERIZADOS POR UMA VEGETAÇÃO PRÓPRIA (RAVEN ET AL., 2001) LOCALIZAÇÃO
Prof. MSc. Leandro Felício
Prof. MSc. Leandro Felício Ecossistema: Sistema integrado e auto funcionante que consiste em interações dos elementos bióticos e abióticos e cujas dimensões podem variar consideravelmente. Bioma: Conjunto
Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código?
Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código? Dr. Sergius Gandolfi IV Simpósio sobre RAD - Ibt 16/11/2011-14h- Capital (SP) Biólogo, Laboratório de Ecologia
Sistema Hidromodular. Ecotelhado
Sistema Hidromodular Sistema Hidromodular Objetivo O Sistema Hidromodular tem como objetivo proporcionar a laje, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio com a
Qual o objetivo do Programa de Monitoramento de Atropelamento de Fauna?
Bióloga explica monitoramento de animais atropelados na BR 262/MS Desde junho, número de atropelamentos chega a quase 200. Entre os registros há espécies ameaçadas de extinção Só em setembro, 42 animais
Histórico. Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012
Histórico Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012 É criado o Cadastro Ambiental Rural - CAR, no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente
CIRCULAR TÉCNICA N o 13 PROGRAMA DE MELHORAMENTO FLORESTAL DA C.A.F.M.A. *
CIRCULAR TÉCNICA N o 13 PBP/2.A3 (Arquivar nesta pasta) PROGRAMA DE MELHORAMENTO FLORESTAL DA C.A.F.M.A. * 1 INTRODUÇÃO Iniciando os seus plantios em 1958, na região de Agudos (SP), a Companhia Agro Florestal
APPA Associação de Proteção e Preservação Ambiental de Araras A natureza, quando agredida, não se defende; porém,ela se vinga.
O desmatamento, ao longo dos anos, no município de Araras, contribuiu para a redução no suprimento de água potável, devido à formação geológica local, que resulta nos aqüíferos do grupo Passa Dois e Basalto
Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013
Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões
Sandra Heidtmann 2010
Sandra Heidtmann 2010 Definições: Amostra: Pequena parte ou porção de alguma coisa que se dá para ver, provar ou analisar, a fim de que a qualidade do todo possa ser avaliada ou julgada; Coleta: Ato de
Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio
Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio 0 Junho/2013 Introdução A contribuição da Vale no processo de conservação e preservação
PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO PATO MERGULHÃO
OBJETIVO GERAL O objetivo deste plano de ação é assegurar permanentemente a manutenção das populações e da distribuição geográfica de Mergus octosetaceus, no médio e longo prazo; promover o aumento do
Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências
COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências Nome: Ano: 5º Ano 1º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Ciências da Natureza Disciplina:
Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores
Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Integração do grupo; Sensibilização para os problemas e potencialidades
