2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL
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- Maria dos Santos Vilalobos Barreto
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1 2ª AULA INQUÉRITO POLICIAL O inquérito policial é um procedimento (não é processo) que tem por escopo a produção de provas, tudo para abalizar a denúncia (se for o caso) do membro do Ministério Público. No inquérito policial, não há ampla defesa e o contraditório, trata-se de um processo inquisitivo, por seja, de mera colheita de provas. Quem conduz o inquérito policial é a autoridade policial, isto em razão do poder de investigação que a Polícia Civil ou Polícia Federal possuem. Inquérito policial estadual segue o rito do Código de Processo Penal. O prazo para conclusão do inquérito policial, se réu preso é de 10 dias, se solto, 30. O prazo não pode ser prorrogado. O encarregado do inquérito policial é um delegado de polícia estadual. Inquérito Policial Federal segue o rito da Lei 5010/66, no que diz respeito ao prazo da conclusão. O prazo para conclusão do inquérito policial é de 15 dias, podendo ser prorrogado, ainda que p réu esteja preso. O encarregado do inquérito policial é um Delegado Federal. O inquérito policial se iniciará com base no artigo 5º do Código de Processo Penal, isto em crime de competência estadual, vejamos: 1/12
2 Art. 5º Nos crimes de ação pública(1) o inquérito policial será iniciado: I - de ofício(2-4); II - mediante requisição(5-8) da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido(9) ou de quem tiver qualidade para representá-lo(10). 1º O requerimento a que se refere o no II conterá sempre que possível (11): a) a narração do fato, com todas as circunstâncias (12); b) a individualização do indiciado ou seus sinais característicos e as razões de convicção(13) ou de presunção de ser ele o autor da infração, ou os motivos de impossibilidade de o fazer (14); c) a nomeação das testemunhas, com indicação de sua profissão e residência (15). 2º Do despacho que indeferir o requerimento de abertura de inquérito caberá recurso para o chefe de Polícia (16). 3º Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito (17), comunicá-la à autoridade policial, e esta, verificada a procedência das informações, mandará instaurar inquérito (18). 4º O inquérito, nos crimes em que a ação pública depender de representação (19), não poderá sem ela ser iniciado (20). 5º Nos crimes de ação privada, a autoridade policial somente poderá proceder a inquérito a requerimento de quem tenha qualidade para intentá-la (21). Vamos entender este artigo: (1) Ação Pública é aquela cuja iniciativa cabe ao Ministério Público, dividindo-se em incondicionada e condicionada. (2) Significa que o delegado de polícia, tomando conhecimento da prática de uma infração penal, determina, por sua conta e através de portaria, a instauração de inquérito policial. 2/12
3 (3) Chamamos de notitia criminis a comunicação de um fato criminoso à autoridade policial. (4) Investigação policial contra prefeito só pode ser a autoridade competente, como descrito no artigo, ou seja, o Tribunal de Justiça do Estado (crimes estaduais) ou pelo Tribunal Regional Federal (crimes federais). Só após a autorização do Poder Judiciário é que se pode investigar a pessoa do prefeito. (5) Requisição é a exigência para a realização de algo, fundamentada em lei. Não podemos confundir requisição com ordem, pois o delegado não é subordinado do juiz ou do promotor. (6) O Delegado de Polícia pode recusar-se a atender a requisição do juiz ou do promotor, isto quando a requisição for manifestamente ilegal. (7) Indicação detalhada da ocorrência e do objeto de investigação: requisições dirigidas à autoridade policial, exigindo a instauração de inquérito policial contra determinada pessoa, ainda que aponte o crime, em tese, necessitam conter dados suficientes que possibilitem o delegado tomar providências e ter rumo a seguir (ver 1º deste artigo). Noutras palavras é dizer que não é possível um ofício genérico. (8) Se houver necessidade de trancamento de inquérito policial, porque indevidamente instaurado, constituindo constrangimento ilegal a alguém, deve-se levar em consideração em conta a autoridade que tomou iniciativa de principia-lo. (9) Requerimento é um pedido, uma solicitação, passível de indeferimento pelo destinatário, ou 3/12
4 seja, o Delegado de Polícia (Estadual ou Federal), diferente da requisição que é uma exigência legal. Do indeferimento do requerimento, caberá recurso ao chefe de polícia. (10) Representante legal não é, necessariamente, um advogado, podendo ser qualquer pessoa apta a representar outra, por procuração ou por foça de lei. Assim, o pai do menor vítima de um crime pode encaminhar o requerimento à polícia. (11) O requerimento, neste sentido, deve ser interpretado também como requisição, ou seja, tanto no requerimento, quanto na requisição, deve ter todas as circunstâncias do fato, a individualização do indivíduo, as razoes que supõe ser ele o autor, além de testemunhas que viabilizem o início da investigação. (12) Fato e circunstâncias têm uma pequena diferença: fato: o fato deve estar previsto em lei incriminadora; circunstâncias: são os elementos que envolvem o fato, permitindo ao delegado maior domínio sobre o assunto. (13) Convicção e Presunção são termos vagos em matéria de prova no processo penal, porém são aptas para instaurar uma investigação. Convicção significa uma formação íntima, pessoal, enquanto que presunção significa mera suspeita ou opinião de alguém baseada nas aparências. Para o juiz condenar um acusado, não pode se valer apenas da convicção e da presunção, deve se ater impreterivelmente as provas seguras e cabais que foram acostadas aos autos do processo criminal. 4/12
5 (14) Impossibilidade de indicar o autor: por muitas vezes, a vítima não sabe quem é seu algoz, sendo impossível indicar quem seja o infrator. Neste caso, cabe a vítima narrar o fato e circunstâncias, cabendo a autoridade policial localizar o autor do delito. (15) Testemunhas e sua qualificação: Do mesmo modo que o autor do fato, nem sempre é possível, mas quando existirem, ainda q pertinente somente ao fato e não ao autor, convém sejam incluídas no requerimento ou na requisição. (16) Recurso ao Chefe de Polícia: atualmente, considera-se o chefe da polícia civil o Delegado Geral que é o superior máximo exclusivo da Polícia Judiciária. No entanto, há quem sustente que o Secretário de Segurança Pública é o chefe maior da polícia civil. No caso da Polícia Federal, deve-se encaminhar o inconformismo ao Diretor Geral da polícia Federal. (17) Anonimato: há quem defenda a impossibilidade de se instaurar um inquérito policial através de denúncia anônima. No entanto, é perfeitamente possível a instauração de uma investigação em razão de uma denúncia anônima, como ocorre no caso do telefone 181 (Disque denúncia). (18) Delatio Criminis: é a comunicação de um fato típico à autoridade policial, narrando não só o fato, mas suas circunstâncias, bem como o autor do fato, se possível. 5/12
6 (19) Representação: Trata-se de delatio criminis postulatória, em q a vítima comunica um crime e requer a instauração de inquérito policial. Geralmente ocorre nas ações penais condicionadas a representação. (20) Indispensabilidade da representação: Nas ações penais condicionadas a representação, o inquérito policial não pode ser iniciado se não houver a representação da vítima ou de seu representante legal. Por vezes, a representação se dá em razão do registro da própria ocorrência. (21) Indispensabilidade do requerimento: Quando se trata de crime de ação penal privada, cuja iniciativa é do particular, não há representação. CARACTERÍSTICAS DO INQUÉRITO POLICIAL - ESCRITO: todo inquérito policial deve ser escrito. Não há inquérito oral. Ainda que o depoimento seja prestado de forma oral, deve ser reduzido a termo, o reconhecimento de pessoas e coisas deve ser lavrado em auto próprio. - INQUISITIVO: não há ampla defesa e o contraditório em campo de inquérito policial. No entanto, há quem defenda haver a ampla defesa e o contraditório, porém, de forma mitigada. Noutras palavras é dizer que, o advogado, ao acompanhar a oitiva de uma testemunha, ou até mesmo do acusado, não pode fazer perguntas, não pode interferir nas oitivas. 6/12
7 - SIGILOSO: (artigo 20 do Código de Processo Penal). Art. 20. A autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da sociedade. Segundo este artigo, o inquérito policial, diferente do processo penal, não fica a disposição do público em geral. No entanto, o sigilo do inquérito policial não atinge a pessoa do advogado devidamente constituído. Assim também o é ao juiz e ao promotor de justiça. Quanto ao sigilo das investigações, é direito do advogado ter acesso a todas as provas já produzidas e encartadas aos autos do inquérito policial, isto segundo a Súmula Vinculante nº 14, que diz: É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa. Baseado nesta súmula, podemos entender a corrente que declina haver ampla defesa e o contraditório no inquérito policial. - DISPENSÁVEL: para a propositura de uma ação penal, não é obrigatória a instauração de inquérito policial. Caso haja elementos de convicção, indícios de autoria e materialidade, o ministério público pode denunciar diretamente sem a necessidade de instauração de inquérito policial nos crimes de ação penal incondicionada. Em caso de ação penal condicionada a representação, o ministério público só poderá intentar a ação penal contra o agente se houver a devida representação, que por muitas vezes, só o ato de 7/12
8 requerer a instauração da ação penal, subentende-se como representação. Já nos crimes de ação penal privada, somente com o requerimento expresso do ofendido (ou CADI). Obs. O inquérito policial jamais será considerado nulo, devendo todas as provas ser ratificadas em juízo. COMO SE INICIA UM INQUÉRITO POLICIAL PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO: Flagrante próprio: ocorre quando o agente é surpreendido durante a prática delitiva, ou seja, praticando o crime no local dos fatos. Flagrante improprio: quando o agente é surpreendido logo após a pratica do crime, sendo perseguido, por exemplo. Flagrante presumido: quando o agente é surpreendido com objetos que fazem presumir ser ele o autor do crime. DE OFÍCIO ATRAVÉS DE PORTARIA: Quando o delegado tomar ciência de crime, tem o dever de ofício de instaurar o inquérito policial, podendo ser através de requerimento do ofendido (ou CADI). ATRAVÉS DE REQUISIÇÃO DO JUIZ OU DO PROMOTOR: Quando o delegado recebe o requerimento de instauração de inquérito policial, o delegado não pode se negar, salvo se manifestamente ilegal. PELA QUEIXA NOS CRIMES DE AÇÃO PENAL PRIVADA: Quando o ofendido (ou CADI) apresentar a queixa crime para o delegado de polícia, sendo evidentemente crime o constante na queixa. 8/12
9 PRAZO PARA A CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL Inquérito policial estadual: Se estiver preso, 10 dias (improrrogável); Se estiver solto, 30 dias (prorrogável). Inquérito policial federal: Se estiver preso, 15 dias, podendo ser prorrogado por mais 15, desde que fundamentado (art. 66 da Lei 5010/66). ESPÉCIES DE PRISÃO: ESPÉCIES DE PRISÃO: Prisão preventiva (também chamadas de prisão processual): São aquelas prisões de caráter assecuratório, ou seja, para garantir a ordem pública, garantir a ordem econômica, garantir a instrução processual e garantir a aplicação da lei penal. Pode ser aplicada tanto na fase de inquérito policial quanto na fase processual. Não tem prazo de duração. É considerada prisão processual até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. Prisão Temporária: somente pode ser aplicada em campo de inquérito policial. Está prevista na lei Nº 7.960, de 21 de dezembro de Art. 1 Caberá prisão temporária: I - quando imprescindível para as investigações do inquérito policial; II - quando o indicado não tiver residência fixa ou não fornecer elementos necessários ao esclarecimento de sua identidade; 9/12
10 III - quando houver fundadas razões, de acordo com qualquer prova admitida na legislação penal, de autoria ou participação do indiciado nos seguintes crimes: a) homicídio doloso (art. 121, caput, e seu 2 ); b) sequestro ou cárcere privado (art. 148, caput, e seus 1 e 2 ); c) roubo (art. 157, caput, e seus 1, 2 e 3 ); d) extorsão (art. 158, caput, e seus 1 e 2 ); e) extorsão mediante sequestro (art. 159, caput, e seus 1, 2 e 3 ); f) estupro (art. 213, caput, e sua combinação com o art. 223, caput, e parágrafo único); g) atentado violento ao pudor (art. 214, caput, e sua combinação com o art. 223, caput, e parágrafo único); h) rapto violento (art. 219, e sua combinação com o art. 223 caput, e parágrafo único); i) epidemia com resultado de morte (art. 267, 1 ); j) envenenamento de água potável ou substância alimentícia ou medicinal qualificado pela morte (art. 270, caput, combinado com art. 285); l) quadrilha ou bando (art. 288), todos do Código Penal; m) genocídio (arts. 1, 2 e 3 da Lei n 2.889, de 1 de outubro de 1956), em qualquer de sua formas típicas; n) tráfico de drogas (art. 12 da Lei n 6.368, de 21 de outubro de 1976); o) crimes contra o sistema financeiro (Lei n 7.492, de 16 de junho de 1986). Art. 2 A prisão temporária será decretada pelo Juiz, em face da representação da autoridade policial ou de requerimento do Ministério Público, e terá o prazo de 5 (cinco) dias, prorrogável por igual período em caso de extrema e comprovada necessidade. 1 Na hipótese de representação da autoridade policial, o Juiz, antes de decidir, ouvirá o Ministério Público. 2 O despacho que decretar a prisão temporária deverá ser fundamentado e prolatado dentro do prazo de 24 (vinte e quatro) horas, contadas a partir do recebimento da representação ou do requerimento. 3 O Juiz poderá, de ofício, ou a requerimento do Ministério Público e do Advogado, determinar que o preso lhe seja 10/12
11 apresentado, solicitar informações e esclarecimentos da autoridade policial e submetê-lo a exame de corpo de delito. 4 Decretada a prisão temporária, expedir-seá mandado de prisão, em duas vias, uma das quais será entregue ao indiciado e servirá como nota de culpa. 5 A prisão somente poderá ser executada depois da expedição de mandado judicial. 6 Efetuada a prisão, a autoridade policial informará o preso dos direitos previstos no art. 5 da Constituição Federal. 7 Decorrido o prazo de cinco dias de detenção, o preso deverá ser posto imediatamente em liberdade, salvo se já tiver sido decretada sua prisão preventiva. Art. 3 Os presos temporários deverão permanecer, obrigatoriamente, separados dos demais detentos. Art. 4 O art. 4 da Lei n 4.898, de 9 de dezembro de 1965, fica acrescido da alínea i, com a seguinte redação: "Art i) prolongar a execução de prisão temporária, de pena ou de medida de segurança, deixando de expedir em tempo oportuno ou de cumprir imediatamente ordem de liberdade;" Art. 5 Em todas as comarcas e seções judiciárias haverá um plantão permanente de vinte e quatro horas do Poder Judiciário e do Ministério Público para apreciação dos pedidos de prisão temporária. Art. 6 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7 Revogam-se as disposições em contrário. Como regra, a validade desta prisão será de 5 dias, podendo ser prorrogada por igual período, isto em caso de extrema necessidade. Prisão pena: é aquela para punir, só existindo após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. 11/12
12 CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL O inquérito policial se finda com uma peça chamada relatório feito pelo delegado de polícia. Todo o inquérito policial, incluindo o relatório, deve ser encaminhado ao ministério público. O Promotor de Justiça pode, (como regra): - requerer novas diligências; - requerer o arquivamento do inquérito policial (arquivado o inquérito policial por determinação do juiz, não caberá recurso); - denunciar o indiciado. 12/12
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