Secretaria Municipal de Meio Ambiente
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- Heitor Gonçalves Arantes
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1 AU2 - Plano de Arborização Urbana Ações para melhoria das condições e qualidade de vida das árvores de Itu Revisão INTRODUÇÃO Itu possui uma área territorial de 639,578 Km 2 (IBGE, 2014) e uma população estimada de mil habitantes (IBGE, 2014). A densidade demográfica em Itu é de 241,01 hab./km 2 (IBGE, 2014), sendo que a do Estado é de 166,23 hab./km 2 (IBGE, 2014). O município está situado no interior do Estado de São Paulo (porção sudeste do Estado) entre as coordenadas de Latitude Sul e de Longitude Oeste. Do ponto de vista geológico localiza-se, sobre o limite entre sedimentos da Bacia Sedimentar do Paraná (Grupo Itararé, com rochas depositadas em antigos ambientes periglaciais, continentais a transicionais, deltáicos, compreendendo arenitos, siltitos e diamictitos de idade Permiano-Carbonífero, de cerca de 300 milhões de anos) e rochas do embasamento cristalino (Neoproterozóico). Em termos geomorfológicos, Itu situa-se na borda da Depressão Periférica Paulista. (AB SABER, 1948) O clima da região é, segundo classificação de Köeppen, do tipo Cfa (subtropical quente), apresentando como temperatura média anual 21,4ºC, máxima de verão 30,1ºC e mínima de inverno 12,2ºC, e milímetros de altura pluviométrica anual. (KOEPEN, 1958) Na região ocorrem solos predominantemente das classes Argissolos e Latossolos, embora ocorra também Cambissolos, Neossolos Litólicos e Quartzarênicos em algumas porções do município. (MADEIRA, 2001) A formação da vegetação original da região do município de Itu é de Floresta Estacional Semidecidual (FES) com zonas de contato (ecótonos) com formações de Cerrado. Isso faz dessa região do ponto de vista ambiental, principalmente da perspectiva florística, muito especial, pois conforme Odum (1988), região de confluência de
2 dois habitats distintos geralmente apresenta maior riqueza na biodiversidade comum aos dois biomas, quando comparada apenas um dos habitas isoladamente. 2. Justificativa A arborização urbana consiste em toda cobertura vegetal de porte arbóreo existente nas cidades, permitindo que o espaço construído se integre com o jardim, ruas e parques. Para constituir a paisagem da cidade, a vegetação urbana ocupa, fundamentalmente, três espaços distintos: as áreas livres de uso público e potencialmente coletivas, conhecidas como áreas verdes públicas, as áreas livres particulares, e aquelas que acompanham o sistema viário, conhecidos como passeio público. O crescimento dos últimos anos se acentuará, criando um fator de pressão importante sobre os remanescentes florestais, a paisagem e o equilíbrio ambiental. A Prefeitura da Estância Turística de Itu por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com a Secretaria de Planejamento trabalha continuamente o planejamento da cidade frente aos desafios propostos para se atingir a sustentabilidade ambiental. Atualmente, apenas 9,85%, (segundo o Inventário Florestal do Estado de São Paulo) da vegetação original do município de Itu se mantêm pouco alterada, concentradas principalmente nas regiões rurais do município. Esse dado por si só, já demonstra os desafios de se estruturar um processo de arborização que contribua para o aumento da vegetação original do município. Segundo o levantamento realizado pela empresa de saneamento Águas de Itu, o território do município é marcado por uma densa e perene malha hídrica composta por mais 600 nascentes; e rios importantes como Rios: Tietê, Pirapitingui, Piraí, Itaim Mirim, Itaim Guaçu, Braiaiá, Pirajibu, os córregos
3 Taquaral, São José, Santo Antônio, Santa Cecília, Varejão e Batajaú. Esse patrimônio ambiental sofre grande pressão do modelo tradicional de desenvolvimento econômico, imobiliário e industrial que causa pressão e degradação sobre os recursos naturais de Itu, principalmente sobre os maciços florestais. Neste sentido uma estratégia da gestão ambiental municipal é ampliar a arborização urbana como uma forma de equilibrar as pressões sobre o ambiente geradas pelo desenvolvimento econômico e demográfico. Para melhorar e ampliar a arborização urbana, desde 2008, a Prefeitura de Itu destinou investimentos para realização de ações concretas de revitalização das áreas verdes urbanas, praças e passeio público. Além disso, nas obras de reurbanização, implantação de novos loteamentos exige-se por lei específica projetos e planos de arborização com critérios técnicos pré-definidos Legislação O processo de arborização do município está em consonância com o Plano Diretor, instituído pela Lei n 770 de 10 de outubro de 2006 e também com a lei que define o dia 27 de fevereiro como dia Estadual Plantio de Árvores Nativas. O Plano de Arborização Urbana de Itu ampara-se nos seguintes instrumentos legais: Lei nº 2828 de 25 de agosto de 1986: Dispõe sobre a obrigatoriedade de se reservar, nos passeios públicos, espaço para o plantio de árvores. Lei nº 222, de 13 de maio de Dispõe sobre a Autorização para corte de árvores urbana. Lei nº 720, de 14 de março de Dispõe sobre o Plantio de árvores obrigatório para pessoas físicas e jurídicas que requerem o habite-se ou alvará de utilização.
4 Lei nº 951, de 02 de junho de 2008: Institui o Dia Municipal do Plantio de árvores nativas 27 de fevereiro. Lei nº 1082 de 28 de setembro de 2009: Dispõe sobre a obrigatoriedade de implementação de projeto de arborização urbana nos solos parcelamentos de solo. Lei n 1580 de 22 de novembro de 2013: Altera o anexo I da Lei nº 1082 de 28 de Setembro de Por meio destas leis e da execução do Plano de Arborização Urbana, Itu possui diversos mecanismos de fomento à conservação, recuperação e manutenção da arborização de passeios públicos áreas verdes e ciliares existentes no município Benefícios da arborização urbana A estabilidade microclimática, uma cidade adequadamente arborizada apresenta um clima mais ameno, sem grandes variações de temperatura; Melhoria da qualidade do ar, pela adsorção de partículas de poeira e gases às folhas das árvores, retirando grande parte da poluição do ar. A captura de carbono da atmosfera, colaborando no equilíbrio na emissão do CO 2 (importante gás do efeito estufa); A redução da poluição sonora através do amortecimento das ondas sonoras por barreiras verdes e pelas copas das árvores; Melhoria no paisagismo ou do aspecto visual da cidade: principalmente em diferentes épocas de floração multicores, criando diferentes sensações durante as estações do ano; Alimento e proteção à avifauna; Melhoria da saúde física e mental da população.
5 3. OBJETIVOS Planejar e reorientar a arborização de Itu, a partir do diagnóstico da situação atual; Inventariar quali-quantitativamente, por meio de Inventário Arbóreo, a arborização de Itu localizada nos Logradouros Públicos em calçadas de Ruas e Avenidas, Praças e Canteiros Centrais; Em 27 de fevereiro realizar plantio massivo de nativas em diversos bairros, contando com a participação de escolas e população; Implantar anualmente um Piloto de Floresta Urbana; Informatizar todas as ações, dados e documentos do diagnóstico arbóreo de Itu em parceria com a Secretaria de Planejamento; Identificar logradouros onde as árvores públicas, face às condições fitossanitárias apresentadas, necessitem providências imediatas de conservação; Identificar as áreas verdes e as ocupadas irregularmente ou clandestinamente; Buscar informações sobre as comunidades locais visando o apoio e mobilização para plantio e manutenção de novas mudas a serem plantadas; Integrar os órgãos das esferas municipal, estadual e federal cujas atividades que exercem têm reflexos na arborização urbana, para desenvolver um trabalho tecnicamente correto e adequado à realidade da cidade, evitando o desperdício de recursos e promovendo a melhoria da qualidade de vida da população; Definir as diretrizes de manejo e expansão da arborização pública no município;
6 Treinar e capacitar a mão-de-obra especializada responsável pela execução das atividades de poda e/ou supressão de árvores do município; Montar equipe de manejo da arborização urbana; Estabelecer um ambiente agradável do ponto de vista ecológico e paisagístico; Determinar as espécies adequadas para plantio e definir cronograma de ação, estabelecendo metas anuais a serem cumpridas; Revisar a legislação municipal de proteção à vegetação urbana; Desenvolver programas e projetos em parcerias com Universidades, ONG s, Escolas, com vistas à coleta de semente, produção de mudas, plantio, manutenção, proteção, monitoramento, cadastramento; Criar equipe especializada pelo monitoramento contínuo de plantios realizados pela Prefeitura Municipal e a elaboração de Programas de Educação Ambiental a fim conscientizar a comunidade em geral da importância da arborização no meio urbano; Promover a arborização como instrumento de desenvolvimento urbano, qualidade de vida e equilíbrio ambiental; Priorizar o uso de espécies nativas; Implementar banco de áreas para o plantio de árvores no contexto urbano; Manter os excelentes índices de área verde por habitante. 4. METAS Inventariar e diagnosticar 50% das árvores e áreas verdes para atuação da arborização urbana de Itu até 2016;
7 Continuar o aprimoramento de procedimentos e instrumentos legais para autorização de poda e supressão de árvores, compensação ambiental, até 2016; Implantar 1 Piloto de Floresta Urbana por ano; Plantar no mínimo 4000 árvores por ano para obter a expansão de cobertura vegetal; Continuação do levantamento de espécies inadequadas, senescentes ou com risco iminente de queda na área urbana e propor o manejo; Dar continuidade ao plantio de mudas na APP do Rio Tietê; Continuar a implantação, o uso de ferramentas, softwares e realizar capacitação da equipe da SMMA para seu uso em parceria com a Secretaria de Planejamento; Atender anualmente a diretiva Arborização Urbana do Programa Município Verde e Azul. Diagnosticar 100% das áreas verdes ocupadas irregular ou clandestinamente. PRAZO DE VIGÊNCIA DO PLANO: 2013 A METODOLOGIA 5.1. Diagnóstico da arborização urbana Este plano propõe aprofundar o diagnóstico da arborização no município em andamento e elaborar propostas de ações mais efetivas na arborização de Itu. Com base nas informações disponíveis é possível diagnosticar que a arborização de Itu, tem as seguintes características: Baixa diversidade de espécies nos plantios realizados no passado; Árvores, por vezes, inadequadas aos passeios públicos;
8 Passeios públicos, por vezes inadequados às árvores; Dificuldade no monitoramento e manutenção; Envolvimento da comunidade sendo fomentado por meio da educação ambiental e mobilizações para plantios; Testada dos imóveis por vezes inadequadas ao plantio de árvores; Necessidade de supressão de árvores senescentes e ou inadequadas Cálculo da área arborizada Os levantamentos de projeção das copas e da quantidade de árvores em passeios públicos, praças, sistemas de lazer e demais áreas consideradas nesse cálculo são realizados em conjunto com a Secretaria de Planejamento. A metodologia e os resultados obtidos para a avaliação da distribuição das árvores no perímetro urbano, sua proporcionalidade à projeção de copa total no município são apresentados a seguir: Materiais e Métodos Material utilizado para a realização do trabalho: a) Levantamento aerofotográfico digital colorido com dimensão de 500x333m e resolução aproximada de 0,10m/pixel. Vôo realizado em outubro de Segundo informações, estas aerofotos foram georreferenciadas e ortorretificadas pela empresa Base Aerofotogrametria e Projetos S.A. utilizando como referência o modelo digital do terreno e pontos de amarração coletados em campo; b) Imagem orbital Quickbird, com passagem no ano de 2013; c) Levantamento preliminar das copas de árvore realizado em 2012, totalizando aproximadamente 125 ha.
9 Método utilizado Pela falta de canais espectrais que auxiliam no levantamento de corpos vegetais, não foi possível utilizar o método recomendado pelo PMVA a partir de classificação pixel a pixel por Máxima Verossimilhança. Esse fato foi conferido pela análise dos materiais disponíveis em diferentes softwares para avaliar o melhor método, sendo ArcMap 10.1, SPRING 5.2 e Multispec nas extensões de processamento digital de imagens. Dessa forma, o levantamento foi feito por interpretação visual de objetos. O método de interpretação visual consistiu na montagem de um mosaico total do município para digitalização manual dos objetos de interesse em ambiente SIG com o software Quantum GIS Foram demarcados os objetos que atendessem aos seguintes critérios: - Árvores isoladas bem definidas e com projeção de copa acima de 1 a 1,5 m 2 de diâmetro; -Sombra projetada para diminuir a confusão entre arbustos paisagísticos e árvores de pequeno porte; -Palmeiras e arecas somente quando ocorriam agrupadas; -Nos lotes vagos ou áreas em sucessão secundária, foi considerada somente a ocorrência de grupos ou maciços arbóreos; -Agrupamentos arbóreos com continuidade de dossel em áreas urbanas e fragmentos remanescentes em área rural, excetuando plantio comercial e silvicultura. A Imagem 01 apresenta amostras de indivíduos e fragmentos digitalizados e a Imagem 02 apresenta amostras que foram descartadas por não atenderem às exigências do interpretador.
10 Imagem 01: a. agrupamento arbóreo em área urbana; b. arborização de espaços públicos; c. arborização de calçadas; d. arborização particular; e. fragmentos de vegetação remanescente em área rural; f. indivíduos isolados em área rural; g. espécies caducifólias (sem folhas na data da imagem); h. agrupamentos de palmáceas.
11 Imagem 02: a. reflorestamento comercial; b. vegetação arbustiva e paisagística; c. palmáceas separadas; d. sebes e cercas vivas; e. estágios primários e secundários de sucessão ecológica; f. elementos mal definidos em função de embaçamento ou resolução espacial. A digitalização foi realizada por meio da ferramenta Freehand que permite o desenho livre em tela, sendo utilizada escala de trabalho que variou de 1:500 a 1:1000 em áreas do mosaico aerofotogramétrico e escala de trabalho de 1:3000 em áreas compreendidas pela imagem Quickbird. Essas diferenças de escala deram-se em função das diferentes resoluções existentes entre as imagens.
12 Para conferir maior confiabilidade no levantamento em áreas compreendidas pela imagem Quickbird, foi realizada a verificação da situação atual dos fragmentos por meio do aplicativo Google Earth Pro, cujo mosaico que compreende o município possui imagens recentes do ano de É imprescindível ressaltar o caráter dinâmico da conversão e alteração do uso do solo em meio urbanizado, assim como as características físicas e estruturais das árvores, o que pode levar a erros de mapeamento, tanto em função da forma quanto da área Resultados Obtidos Os resultados do levantamento da projeção de copas de árvores no perímetro urbano municipal são demonstrados na tabela 01 a seguir, indicando as áreas encontradas e taxa da relação projeção de copa/perímetro urbano: Tabela 01: Áreas e Projeção de Copas Classe de Uso Áreas (ha) Proporcionalida de Imagem 2010 Áreas (ha) Proporcionalida de Imagem 2013 Perímetro Urbano Projeção de Copas ,85 100% ,85 100% 3.219,76 15,49% ,45% Na tabela acima se pode analisar a evolução da projeção de copa verificada com o aprimoramento dos estudos e das imagens de 2010 para as imagens 2013, utilizadas neste ciclo. Conforme o levantamento, a proporção de copas de árvore em relação ao perímetro urbano é de 17,45%. O município apresenta a proporção de 45,17m 2 de projeção de copa/habitantes considerando a estimativa do IBGE ano 2013 ( habitantes).
13 Como os núcleos urbanos mais distantes do Centro ainda se encontram pouco adensados, a cobertura arbórea ainda é abrangente, com poucos impactos de ocupação. A carta temática gerada com a camada de PROJEÇÃO DE COPA é apresentada a seguir (Imagem 03): Imagem 03: Carta da Projeção de Copa
14 Metas de 20% de projeção de copa de árvore Para atingir a meta de 20% de projeção de copa no perímetro urbano, seria necessária uma área de aproximadamente 4.158,16 hectares e como o município já apresenta uma área de hectares de projeção de copa, com uma taxa de 17,45% é necessária uma área de aproximadamente 530,16 hectares. (Tabela 02) Tabela 02: Projeção de Copa e Déficit Meta de Projeção de Copa Projeção de Copa Atual Déficit de Projeção de Copa Déficit em Áreas (ha) 20% Apc 17,45% 2,55% 530, Análise da distribuição das árvores no município Analisando a carta de projeção de copa, os levantamentos quantitativos e qualitativos realizados in loco em alguns bairros, concluiu-se que a distribuição de árvores no perímetro urbano é homogênea e a distribuição dos arranjos arbóreos se situa de maneira dispersa no espaço urbano. A área central urbanizada localizada ao norte do município é uma área carente de arborização. Foram levantadas as quantidades e espécies arbóreas de 11 bairros e 2 condomínios, concluiu-se que são áreas carentes de arborização e essa área levantada foi considerada como uma amostra representativa de toda área central, servindo como base para concluir que toda área central é carente de arborização.
15 A média dos 11 bairros levantados é de 9,55% de índice de projeção de copa, muito abaixo de 17,45%. Na região sul está localizado a região do Pirapitingui, uma área urbana mais recente apresenta distribuição arbórea equivalente à área central. O resultado de 17,45% de projeção de copa obtido com o mapeamento arbóreo se deve a fragmentos florestais preservados (localizados no perímetro urbano não consolidado) e áreas de proteção ambiental municipal, eles representam uma área considerável do índice de projeção de copa. Por fim, a proporção no município de Itu de projeção de copa (m 2 ) por habitante é de 45,17. Esse índice de área verde se encontra acima do valor difundido no Brasil como ideal. É atribuído à ONU, OMS ou FAO o valor de 12 m 2 de área verde/habitante e a Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU) considera como ideal o índice de 15 m 2 /hab para áreas verdes públicas destinadas à recreação Levantamento Arbóreo e de Áreas Verdes Levantamento de todos os espécimes arbóreos plantados nas calçadas do município, catalogando a espécie, idade aproximada, altura, diâmetro a altura do peito, situação fitossanitária e perspectivas de desenvolvimento. Será avaliado o potencial de interferências que essas espécies possam ter com o calçamento e outras benfeitorias públicas e privadas de seu entorno. O levantamento das áreas verdes deverá mapear caracterizar e catalogar as praças, áreas verdes e sistemas de lazer de loteamentos, áreas verdes em parques não oriundos de loteamentos, áreas de Proteção Ambiental, e canteiros centrais de avenidas.
16 Composição e Diversidade encontradas em logradores públicos Com análise quali-quantitativa é possível conhecer as condições da arborização, obtendo um diagnóstico da situação atual da vegetação, tanto em termos de adaptabilidade quanto a problemas relacionados à espécie e condições de plantio. Os resultados obtidos nessas análises subsidiam o planejamento e o manejo da arborização no município, já que permitem definir prioridades de intervenções silviculturais, nas necessidades de poda, tratamentos fitossanitários e remoções. O levantamento foi realizado por meio de estimativa de amostragem, censo realizado in loco em bairros diversos e condomínios. Nos loteamentos regularizados no município as 51 espécies mais frequentes (Tabela 03) em vias públicas são: Tabela 03: Espécies arbóreas mais frequentes em vias públicas Nome Popular Nome Científico Origem 1 Ipê Roxo Tabebuia sp. Nativa 2 Falsa Murta Murraya paniculata Exótica 3 Pata de Vaca Bauhinia variegata Exótica 4 Sibipiruna Caesalpinia peltophoroides Nativa 5 Chapéu de Sol Terminalia catapa Exótica 6 Ipê Amarelo de Jardim Tecoma stans Exótica 7 Oiti Licania tomentosa Nativa 8 Quaresmeira Tibouchina granulosa Nativa 9 Alfeneiro Ligustrum lucidum Exótica
17 10 Aroeira Salsa Schinus molle Nativa 11 Magnólia Amarela Magnolia champaca Exótica 12 Orelha de Macaco (Tamboril) Enterolobium contortisiliquum Nativa 13 Flamboyant Delonix regia Exótica 14 Espatódea Spathodea campanulata P.Beauv. Exótica 15 Alecrim-de-Campinas Holocalyx balansae Nativa 16 Tipuana Tipuana tipu Exótica 17 Pau Ferro Caesalpinia ferrea Nativa 18 Uva Japonesa Hovenia dulcis Exótica 19 Pau Brasil Caesalpinia echinata Nativa 20 Fícus (Figueira) Ficus benjamina Exótica 21 Coração-de-Negro Poecilanthe parviflora Nativa 22 Jambolão Syzygium jambolanum Exótica 23 Pitanga Eugenia uniflora Nativa 24 Leucena Leucaena leucocephala Exótica 25 Cássia Chuva de Ouro Cassia fistula Exótica 26 Jacarandá Mimoso Jacaranda mimosifolia Exótica 27 Canafistula Peltophorum dubium Nativa 28 Canelinha Imbuia Ocotea porosa Nativa 29 Mirindiba Lafoensia glyptocarpa Nativa 30 Espirradeira Nerium oleander Exótica 31 Aroeira Pimenteira Schinus terebinthifolius Nativa 32 Araribá Centrolobium Nativa
18 tomentosum 33 Resedá Lagerstroemia indica Exótica 34 Calistemo (Escova-de- Garrafa) Callistemon spp Exótica 35 Ipê Amarelo Cascudo Tabebuia chrysotricha Nativa 36 Ipê Rosa Tabebuia impetiginosa Nativa 37 Ipê Branco Tabebuia roseo-alba Nativa 38 Monguba Pachira aquatica Nativa 39 Pau Formiga Triplaris brasiliana Nativa 40 Santa Barbara Melia azedarach Exótica 41 Flamboyanzinho Caesalpinia pulcherrima Exótica 42 Algodão da Praia Hibiscus tiliaceus Exótica 43 Saboneteira Sapindus saponaria Nativa 44 Manduirana Senna macranthera Nativa 45 Alelueiro Senna multijuga Nativa 46 Copaíba Copaifera langsdorffi Nativa 47 Aldrago Pterocarpus violaceus Nativa 48 Melaleuca Melaleuca alternifolia Exótica 49 Manacá da Serra Tibouchina mutabilis Nativa 50 Arvore da China (Quereutéria) Koelreuteria paniculata Laxm. Exótica 51 Calicarpa Callicarpa reevesi Exótica Abaixo os principais tópicos analisados: Dessas espécies as 11 primeiras correspondem a 80% do total de árvores em vias públicas, canteiros centrais, praças;
19 Das 51 espécies mais frequentes, 27 são nativas e 24 exóticas; Tais números demonstram heterogeneidade de espécies; A arborização mais antiga da cidade (40 anos atrás) não obedeceu nenhum planejamento, ficando a critério da população o plantio e a espécie utilizada; Espécies que causam problemas são autorizadas a supressão, sendo substituída por espécies mais adequadas, preferencialmente nativas; Algumas espécies exóticas quando introduzidas no ambiente se estabelecem e desenvolvem competindo com as nativas, a ponto de ocupar seu espaço, podendo proporcionar alterações ecológicas; As espécies exóticas podem trazer transtornos se não planejadas corretamente como exemplos a figueira asiática Ficus benjamina (espécie de grande porte, com troncos adultos bastante largos e raízes agressivas que comprometem as tubulações subterrâneas e equipamentos públicos) e a planta de origem mediterrânea Myrtus communis hospedeira do inseto que transmite o amarelão, o psilídeo se alimeta da seiva da falsa murta (onde vive a bactéria que provoca a doença); No plantio de espécies exóticas devemos avaliar a viabilidade e os eventuais riscos de sua implantação; A partir de 2011 são priorizados o plantio de espécies nativas da região; A arborização urbana deve apresentar diversidade de espécies, com isso estará protegendo, difundindo e valorizando a flora local. Estima-se a ocorrência de aproximadamente árvores, divididas em calçadas, canteiros centrais, praças, áreas verdes públicas, parques, APPs urbanas, cemitério e quartel Espécies mais plantadas em áreas verdes e APPs urbanas (Tabela 04)
20 Tabela 04: Espécies em ordem alfabética Nome popular Nome científico 1 Açoita Cavalo / açoita cavalo miúdo Luehea divaricata 2 Algodoeiro / Heliopcarpus Jangada-brava / Paujangada popayanensis 3 Alecrim-do-campo Baccharis dracunculifolia 4 Amendoim do Campo / Jacarandá-docampo Platypodium elegans / Faveiro 5 Angico branco Anadenanthera colubrina 6 Angico vermelho Anadenanthera peregrina 7 Araça Psidium guineense 8 Araribá Centrolobium tomentosum 9 Araticum cagão / Fruta-do-conde Annona cacans 10 Arco de Peneira/ Camboatã Cupania vernalis 11 Aroeira Brava Lithraea molleoides 12 Aroeira pimenteira Schinus terebinthifolius 13 Babosa branca / Baba-de-boi Cordia superba 14 Bico de pato / Machaerium Jacarandá do campo acutifolium 15 Bracatinga Mimosa scabrella 16 Branquinho Sebastiania commersoniana
21 17 Café de bugre / chá de bugre Cordia sellowiana 18 Cambará / Candeia Gochnatia polymorpha 19 Canafístula / Guarucaia Peltophorum dubium 20 Canelão / Canela de cheiro Nectandra cissiflora 21 Canjarana Cabralea canjerana 22 Canudo de pito Senna pendula 23 Capitão do campo Terminalia brasiliensis 24 Capixingui Croton floribundus 25 Capororoca pequena Rapanea ferruginea 26 Capororoca branca / capororoca do Rapanea guianensis cerrado 27 Cebolão Phytolacca dioica 28 Chal Chal / Fruta-defaraó / Fruta-de-jacu Allophylus edulis 29 Congonha Citronella gongonha 30 Crista de Galo Erythrina crista-galli 31 Dedaleiro Lafoensia pacari 32 Embaúba branca Cecropia pachystachya 33 Embaúba vermelha Cecropia hololeuca 34 Erva Mate Ilex paraguariensis 35 Espinho de maricá / Maricá / Angico-preto Mimosa bimucronata 36 Fedegoso Senna macranthera 37 Figueira branca Ficus guaranítica 38 Figueira do brejo / figueira mata pau Ficus insípida
22 39 Fruta de pombo Erythroxylum myrsinites 40 Grumixamá Eugenia brasiliensis 41 Guapuruvu Schizolobium parahyba 42 Guatambu do Aspidosperma cerrado macrocarpon 43 Ingá ferradura / ingá macaco Inga sessilis 44 Ipê amarelo Tabebuia chrysotricha 45 Ipê-branco / Caroba branca Tabebuia roseo-alba 46 Ipê felpudo Zeyheria tuberculosa 47 Jatobá Hymenaea courbaril 48 Jequitibá branco Cariniana estrellensis 49 Jerivá Syagrus romanzoffiana 50 Joá / Gravitinga Solanum granuloso 51 Leiteiro Tabernaemontana hystrix 52 Lixeira / Cambará-delixa Aloysia virgata 53 Mamona do Mato / Canudo-de-pito / Mabea fistulifera Canudeiro 54 Manacá da serra Tibouchina mutabilis 55 Mandioqueiro Didymopanax calvum 56 Maria mole Dendropanax cuneatum 57 Monjoleiro Acacia polyphylla 58 Mulungu do litoral / suinã Erythrina speciosa
23 59 Mutambo Guazuma ulmifolia 60 Óleo de copaíba / Pau óleo Copaifera langsdorffii 61 Olho de cabra Ormosia arbórea 62 Pau cigarra Senna multijuga 63 Pau formiga Triplaris brasiliana 64 Pau Jangada / Tapiá / Tapieira Alchornea triplinervia 65 Pau marfim Balfourodendron riedellianum 66 Pau Pólvora Trema micrantha 67 Pau viola Citharexylum myrianthum 68 Pau-jacaré Piptadenia gonoacantha 69 Peroba rosa Aspidosperma polyneuron 70 Pessegueiro bravo / Marmelo Prunus sellowi 71 Quina de São Paulo Solanum pseudoquina 72 Quaresmeira Tibouchina granulosa 73 Sangra D água Croton urucurana 74 Sapuva Machaerium stipitatum 75 Tamanqueiro Aegiphila sellowiana 76 Tamboril / Orelha de Enterolobium negro contortisiliquum 77 Tapiá Alchornea glandulosa 78 Tarumã Vitex megapotamica 79 Unha de vaca Bauhinia forficata 80 Uvaia Eugenia pyriformis
24 5.4. Áreas prioritárias carentes de arborização 1. Bairros carentes de arborização com projeção de copa inferior a 17,45% (Imagem 04) (Anexo 01); Jardim Oliveira; Bairro Nossa Senhora Aparecida; Jardim Alberto Gomes; Vila São Francisco; Jardim Santana; Jardim Santa Tereza; Jardim Convenção de Itu; Vila Esperança; Parque Residencial Mayard; Parque Nossa Senhora da Candelária; Parque Residencial Presidente Médici. 2. APPs Urbanas Degradadas (Imagem 05) (Anexo 02); 3. Áreas Verdes (Imagem 06) (Anexo 03); 4. Áreas de Antigas Mineradoras e Argileiras Degradadas (Imagem 07) (Anexo 04).
25 Alguns bairros com Projeção de Copa inferior a 17,45% Imagem 04: Bairros carentes de arborização
26 Nos bairros carentes de arborização com projeção de copa inferior a 17,45% (listados anteriormente) as espécies inventariadas (Tabela 05) são: Tabela 05: Espécies levantadas nos 13 loteamentos Nome Popular Nome Científico Origem Quantidade Ipê Roxo Tabebuia sp. Nativa 683 Falsa Murta Murraya paniculata Exótica 449 Pata de Vaca Bauhinia variegata Exótica 362 Aroeira Salsa Schinus molle Nativa 290 Sibipiruna Caesalpinia peltophoroides Nativa 249 Ipê Amarelo Tabebuia chrysotricha Nativa 218 Ficus Ficus benjamina Exótica 164 Chapéu de Sol Terminalia catappa Exótica 163 Oiti Mirim Licania tomentosa Nativa 158 Palmeira Imperial Roystonea oleracea Exótica 150
27 Pau Formiga Triplaris brasiliana Nativa 116 Tipuana Tipuana Tipu Exótica 97 Coração de Negro Poecilanthe parviflora Nativa 80 Mirindiba Lafoensia glyptocarpa Nativa 77 Leucena Leucaena leucocephala. Exótica 76 Ipê Branco Tabebuia roseo-alba Nativa 73 Canafistula Peltophorum dubium Nativa 72 Pitangueira Eugenia uniflora Nativa 69 Resedá Lagerstroemia indica Exótica 66 Aroeira Pimenteira Schinus terebinthifolius Nativa 62 Alfeneiro Ligustrum lucidum Exótica 59 Amoreira Morus nigra Exótica 57 Ipê Jardim Tecoma stans Exótica 55 Pau Fava/Manduirana Senna Macranthera Nativa 55 Aldrago Pterocarpus violaceus Nativa 54 Caroba Jacaranda cuspidifolia. Nativa 54 Falso Barbatimão Cassia leptophylla Nativa 54 Mangueira Mangifera indica Exótica 49 Paineira Chorisia speciosa Nativa 49 Magnólia Michelia champaca Exótica 46 Pau Ferro Caesalpinia ferrea Nativa 42 Cássia Imperial Cassia fistula Exótica 40 Alecrim Campinas Holocalyx balansae Nativa 38 Jerivá/ baba-de- boi Syagrus romanzoffiana Nativa 38 Quaresmeira Tibouchina granulosa Nativa 38
28 Amendoim do Campo (Bravo) Pterogyne nitens Nativa 33 Angico Anadenanthera falcata Nativa 33 Jambolão Syzygium jambolanum Exótica 31 Espirradeira Nerium oleander Exótica 29 Flamboyant Delonix regia Exótica 27 Abacateiro Persea americana Exótica 26 Jacarandá Mimoso Jacaranda mimosifolia Exótica 26 Acerola Malpighia emarginata Exótica 24 Embaúva Cecropia sp. Nativa 23 Embiruçu-da-mata Pseudobombax grandiflorum Nativa 21 Dedaleiro Lafoensia pacari Nativa 20 Pau Viola Citharexylum myrianthum Nativa 20 Sabão de Soldado Sapindus saponaria Exótica 18 Espatódea Spathodea campanulata Exótica 16 Guapuruvu Schizolobium parahyba Nativa 15 Jacarandá Machaerium floridum Nativa 15 Araça Psidium cattleianum Nativa 13 Ingá mirim Ingá marginata Nativa 13 Canelinha Nectandra megapotamica Nativa 12 Capixingui Croton floribundus Nativa 12 Escova de Garrafa Callistemon speciosus Exótica 12 Goiaba-Brava Myrcia tomentosa Nativa 12 Castanha Maranhão Bambacopsis glabra Nativa 11 Jaca Artocarpus heterophyllus Exótica 10
29 Nêspera Eriobotrya japonica Exótica 10 Algodão de Praia Hibiscus pernambucensis Nativa 7 Espatódea Spathodea campanulata Exótica 7 Romã Punica granatum Exótica 7 Jacarandá-Paulista Machaerium villosum Nativa 6 Uvaia Eugenia pyriformis Nativa 6 Fruta do Conde Annosa squamosa Exótica 5 Goiabeira Psidium guajava Nativa 5 Grevílea Grevillea robusta Exótica 5 Monguba Pachira aquatica Nativa 5 Cafeeiro Coffea arabica Exótica 4 Cerejeira(sakura) Prunus campanulata Exótica 4 Figueira Ficus benjamina Exótica 4 Limoeiro Citrus limon Exótica 3 Pau-Brasil Caesalpinia echinata Nativa 3 Rabo de Bugio Lonchocarpus muehlbergianus Nativa 3 Sangra d'água Croton urucurana Nativa 3 Seriguela Spondias purpurea Exótica 3 Uva Japonesa Hovenia dulcis Exótica 3 Carambola Averrhoa carambola Exótica 2 Ficheira(Guapuruvu) Schizolobium sp. Nativa 2 Jatobá Hymenaea sp. Nativa 2 Lichia Litchi chinensis Exótica 2 Manacá-da-serra Tibouchina mutabilis Nativa 2
30 Paineira Vermelha Bombax ceiba Exótica 2 Palmeira Rabo de Peixe Caryota urens L. Exótica 2 Açoita Cavalo Luehea divaricata. Nativa 1 Cajueiro Anacardium occidentale Nativa 1 Cereja do Rio Grande Eugenia involucrata Nativa 1 Jequitibá-vermelho Cariniana legalis Nativa 1 Mamica-de-porca Zanthoxylum riedelianum Nativa 1 Orelha de Macaco Enterolobium contortisiliquum. Nativa 1 Santa Barbara Melia azedarach Exótica 1 Urucum Bixa orellana Nativa 1 Total 4989 Nessas áreas foram identificadas 4989 árvores, de 93 espécies diferentes (53 de espécies nativas e 40 de espécies exóticas). Mostrando que apesar da carência de arborização nesses bairros, as áreas apresentam uma grande diversidade de espécies. Das 93 espécies identificadas as que mais se destacaram foram, Tabebuia sp. popularmente conhecida como Ipê Roxo, totalizando 683 indivíduos de origem nativa e Murraya paniculata (Falsa Murta), num total de 449 indivíduos de origem exótica. Algumas espécies frutíferas foram encontradas: Terminalia catappa (Chapéu de Sol), Eugenia uniflora (Pitangueira), Schinus terebinthifolius (Aroeira Pimenteira), Morus nigra (Amoreira), servindo de alimento para a fauna, atraindo polinizadores e garantindo sua diversidade.
31 Análise das áreas prioritárias carentes de arborização e que receberam plantios Os bairros identificados de 1 a 11 (legenda verde) são definidos como áreas carentes de arborização. Bairros identificados como 12 e 13 (legenda roxa) são condomínios recentes que receberam plantios nas calçadas nos anos de 2013 e Por ser um empreendimento novo o índice de projeção de copa é baixo. Esses locais receberão plantios em suas áreas verdes e, no futuro contribuirão com o aumento do índice de projeção de copa. No loteamento Jardim Villas do Golf será reflorestado ,61 m 2 de áreas verdes, totalizando o plantio de mudas.
32 Áreas de Preservação Permanente Urbanas (APPs) Imagem 05: Delimitação das APPs (incluindo as APPs degradadas)
33 Áreas Verdes Imagem 06: Áreas verdes
34 Áreas de Mineradoras e Argileiras Imagem 07: Mineradoras e Solos Argilosos
35 6. Critérios para implantação dos projetos de arborização urbana Utilizar as seguintes leis: Lei nº 1082 de 28 de setembro de 2009: Dispõe sobre a obrigatoriedade de implementação de projeto de arborização urbana nos solos parcelamentos de solo; Lei n 1580 de 22 de novembro de 2013: Altera o anexo I da Lei nº 1082 de 28 de setembro de Produção de Mudas em Viveiro Próprio Cabe aos Viveiros Municipais: Santa Tereza e Martinho de Ciero-Escola Agrícola : I - produzir mudas com variabilidade de espécies visando atingir os padrões mínimos estabelecidos para plantio em vias públicas ou em áreas de recomposição, enriquecimento e recuperação florestal, de acordo com este plano; II identificar, cadastrar e proteger árvores - matrizes, para a produção de sementes e mudas de qualidade com sustentabilidade; III - implantar um banco de sementes nativas com material genético regional; IV - testar espécies com predominância de nativas não usuais, com o objetivo de introduzi-las na arborização urbana do município; V - difundir e perpetuar as espécies vegetais nativas no município; VI - promover o intercâmbio de técnicas, de sementes e mudas com outros municípios da região e do Estado de São Paulo.
36 7.1. Seleção, Aquisição e Manejo de Mudas Levar em consideração, a adaptabilidade climática; variabilidade de espécies e variabilidade genética; Seguir orientações da Secretaria Estadual do Meio Ambiente para a escolha das espécies; As espécies a serem utilizadas devem fazer parte da lista oficial do Instituto de Botânica e/ou identificadas em levantamentos florísticos regionais, seguindo orientação da Resolução SMA 032/2014 ou das que lhe sucederem; Importância para a fauna: seja para abrigo, nidificação, alimentação; Porte das mudas entre 0,50-0,80m para recuperação de APP s; Porte mínimo de 1,50 a 1,80m para plantio nas calçadas; Acondicionadas em embalagens plásticas e ou tubetes; Isenta de pragas e doenças; Raízes não enoveladas na embalagem; Estar livre de pragas e doenças; Possuir raízes bem formadas e com vitalidade; Estar viçosa e resistente, capaz de sobreviver a pleno sol; Ter passado por endurecimento a pleno sol; Possuir fuste retilíneo, rijo e lenhoso sem deformações ou tortuosidades que comprometam o seu uso. A SMMA Itu adota também as espécies para arborização urbana que são recomendadas pela concessionária de energia elétrica, pela Secretaria de Agricultura do Estado e pela SBAU Sociedade Brasileira de Arborização Urbana.
37 7.2. Disponibilização de Mudas Dentre as estratégias disponíveis à incorporação do elemento arbóreo na área urbana, são realizados cadastros com pedidos de plantio e campanhas. Em algumas atividades faz-se a doação associada à educação ambiental. Muitas espécies para este tipo de disponibilização são frutíferas silvestres de pequeno e médio porte, visando o incentivo ao plantio em áreas privadas, principalmente, os quintais. 8. Critérios para a Execução do Plantio em Calçadas, Praças e Avenidas O plantio deve ser feito, preferencialmente, na estação chuvosa ou, qualquer época do ano, desde que com irrigação; Demarcação dos berços de plantio: deverá ser realizada através da pintura da guia com tinta indelével e identificável pela equipe de plantio; Corte do passeio: deverá ser realizado por equipamento moto-mecânico de corte do tipo policorte de forma a manter um acabamento afilado. O berço deverá ter a forma de um quadrado com dimensões mínimas de sessenta (60) centímetros de altura, largura e profundidade; Substituição da terra por composto orgânico produzido pelos Viveiros, Aterro de Inertes e Centros de Educação Ambiental. Plantio: será feito abrindo-se um pequeno berço um pouco maior que o torrão da muda, a mesma será encaixada no berço devendo o colo ficar no nível da superfície do solo, fixada com os pés, preenchendo-se todos os espaços vazios ou bolsas de ar junto ao torrão; Tutoramento: será cravado ao lado do berço um tutor de bambu ou afim com a finalidade de manter a muda ereta e evitar a movimentação do torrão durante a fase de adaptação. O tutor após cravado no solo deverá ultrapassar o tamanho da muda em 50 cm, o tutor será fixada com uso de marreta; posteriormente, deverá se preencher parcialmente o berço com o substrato preparado, posicionando-se então a muda, fazer amarração
38 em x, evitando a queda da planta por ação do vento, ou seu dano por fixação inadequada do tutor; A muda com fuste bem definido deve ser plantada na mesma altura em que se encontrava no viveiro, sem enterrar o caule e sem deixar as raízes expostas; Após o completo preenchimento do berço com o substrato, deverá o mesmo ser comprimido por ação mecânica, sugerindo-se um pisotear suave para não danificar a muda; Em seguida a muda será amarrada ao tutor com 3 tiras de cordão de polipropileno de 3mm, formando um 8 (oito) deitado; Irrigação das mudas no ato do plantio: Deverá ser feita imediatamente após o plantio, na quantidade mínima de (20) litros de água por planta, com frequência durante o período de garantia de "pegamento" da muda, ou seja, 90 dias após o plantio. 9. Critérios para recomposição, enriquecimento e recuperação florestal de áreas verdes urbanas. Critérios para a execução do plantio de Recomposição, Enriquecimento e Recuperação Florestal de áreas verdes urbanas: Prévia roçagem e limpeza da área; Demarcação utilizando espaçamento indicado para cada situação; Abertura dos berços de plantio nas dimensões de 40X40X40 cm; Adubação dos berços: composto orgânico, 200 gramas de Adubo ; 300 gramas de Calcário dolomítico; Instalação de tutor de bambu ou afim com no mínimo 1,50 m de altura para fixação à muda; Coroamento ou embaciamento para facilitar a irrigação e controlar as plantas daninhas; Irrigação com frequência quando necessária até o prazo de 60 dias após o plantio; Substituição das mudas mortas e garantia por 120 dias após o plantio;
39 A substituição de mudas mortas ou depredadas deverá ser feita após o recebimento da ordem de serviço emitida pela SMMA. 10. Critérios para plantio em passeio público Os critérios de arborização urbana devem ser integrados com a elaboração de um projeto global que privilegie um sistema de distribuição de espécimes adequadas as localidades. O plantio das mudas nos passeios deverá seguir os seguintes critérios: O recuo mínimo entre a face externa da guia e o eixo da muda deve ser no mínimo de 50 centímetros; Distância mínima de 1 metro entre árvores e garagens; Distância mínima de 5 metros entre árvores e postes com ou sem transformadores; Distância mínima 4 metros de postes de iluminação pública; Distância mínima de 5 metros entre árvores e esquinas; Distância mínima de 2 metros entre as árvores e as bocas-de-lobo e caixas de inspeção; Distância mínima de 1,0 2,0 metros de encanamentos de água e esgoto e fiação subterrânea; Distância mínima de 6 metros dos semáforos; Distância mínima de 03 metros de placas de identificação e sinalizações; Distância mínima de 1,0 2,0 metros de encanamentos de água, esgoto e fiação subterrânea; Distância mínima de 1,25 metros do acesso de veículos; Distância mínima de 03 metros de ramais de ligações subterrâneas; Distância mínima de 0,5 metros do meio fio viário, exceto em canteiros centrais;
40 Distância mínima de 2 metros de mobiliário urbano bancas, cabines, guaritas, telefones; Nos locais onde o rebaixamento de meios-fios for contínuo, deverá ser plantada uma árvore a cada 7 metros; Distância mínima de 3,0 metros de hidrantes; Distância mínima 1,5 de pontos de ônibus; As mudas deverão ser plantadas nas divisas entre os lotes; Não é recomendável o plantio onde passe rede de tubulações subterrânea de gás; Não é recomendável o plantio em canteiro central com menos de 1,0 metros; Em volta das árvores plantadas deverá ser adotada uma área permeável, seja na forma de canteiro arredondado, que permita a infiltração de água e a aeração do solo; Não executar plantios em passeios com menos de 1,5 metros ou quando sob marquise ou não apresentar recuo do imóvel de no mínimo 4,0 metros; Esta sendo implantado em novos empreendimentos calçada ecológica e, a longo prazo pretende-se regulamentar este procedimento. 11. Critérios para seleção de áreas Após a realização do inventário arbóreo e de áreas verdes do município o plantio seguirá os seguintes critérios, priorizando as: Calçadas, Praças e Avenidas Setor de atuação com menor índice de arborização; Setor de atuação com arborização mais antiga; Novos loteamentos, praças e avenidas;
41 Solicitação de moradores; Locais onde são recebidos o Habite-se emitidos pela Secretaria de Obras. Recomposição, Enriquecimento e Recuperação Florestal Novos sistemas de lazer de loteamentos; Áreas com problemas de erosão; Parques municipais; Academias ao ar livre; Áreas prioritárias para conexão de fragmentos e formação de corredores ecológicos. 12. Espécies a serem utilizadas A escolha das espécies deve ser precedida de consulta às informações técnicas desse plano, disponibilidade de obtenção no mercado ou em viveiro próprio, recomendação de técnicos da SMMA e solicitação específica de moradores. A definição sempre será balizada pelos parâmetros técnicos e legais vigentes. Os projetos de arborização dos novos loteamentos e condomínios a serem instalados no município, deverão cumprir os requisitos deste Plano de Arborização. A escolha das espécies a serem utilizadas nos plantios de recomposição, enriquecimento e recuperação florestal de áreas verdes e parques, deverá seguir as orientações da lista oficial do Instituto de Botânica e/ou identificadas em levantamentos florísticos regionais, seguindo orientação da Resolução SMA 032/2014 ou das que lhe sucederem. Em áreas urbanas são indicadas as seguintes espécies, conforme a IPEF/Esalq (Tabela 06):
42 Tabela 06: Algumas árvores indicadas para utilização em áreas urbanas Nome Popular Nome Científico Acácia-mimosa Acacia podalytifolia Açoita-cavalo Luehea divaricata Mart. Aroeira-periquita Schinus molle L. Aroeira-vermelha Schinus terebinthifolius Raddi Butiazeiro Butia eriospatha (Mart.) Becc. Capororocão Rapanea parviflora (A Dc) Mez Chal-Chal Allophyllus edulis Coração-de-negro Poecilanthe parviflora Benth Corticeira-do-banhado Erytrina crista-galli L. Gerivá Syagrus romanzoffiana (Cham.) Goiabira Psidium guajava L. Ingá-feijão Ingá marginata Ipê-amarelo-paulista Tabebuia chrysotricha (Mart. Ex DC.) Standl. Ipê-roxo Tabebuia avellanedae Lor. Ex Griseb. Jaboticabeira Myrciaria trunciflora Berg Jaborandi Pilocarpus pennatifolius Lem. Mulungú Erythrina falcata Paineira Chorisia speciosa St. Hill. Palmito Euterpe edulis Mart. Pata-de-vaca Bauhinia candicans Benth. Pinheiro Araucária angustifólia Kuntze Pitangueira Eugenia uniflora L. Podocarpus Podocarpus lambertii Klotzsch Salseiro Salyx humbolditiana Wild. Sina-sina Parkinsonia aculeata L. Timbaúva Enterolobium contortisilicum. (Vell.) Morong. Uva-do-japão Hovenia dulcis
43 Espécies indicadas para a redução da poluição (Tabelas 07, 08, 09,10 e 11) Tabela 07: Pequeno porte com folhagem permanente Nome popular Araçá Chal-Chal Chuva-de-ouro Quaresmeira Quaresmeira Nome científico Psidium Cattleianum Allophyllus edulis Cassia multijuga Tibouchina granulosa Tibouchina sellowiana Tabela 08: Meio porte com folhagem semi-caduca Nome popular Cocão Goiabeira-da-serra Guarbiroba-de-folha-miúda Manacá-da-serra Tarumã-preta Nome científico Erythroxylum argentinum Brittoa guazumifolia Campomanesia rhombea Tibouchina mutabilis Vitex montevidensis Tabela 09: Médio porte com folhagem permanente Nome popular Goiabeira Alecrim Nome científico Psidium guajava Holocalix glaziovii Tabela 10: Grande porte com folhagem semi-caduca Nome popular Guabiroba Camboatá-vermelho Maria-preta Camboatá-branco Nome científico Campomanesia xanthocarpa Cupania vernalis Diospyrus inconstans Matayba ealeagnoides
44 Tabela 11: Grande porte com folhagem permanente Nome popular Guajuvira Aguaí Aguaí-folha-de-salsa Catiguá Açoita-cavalo Louro-preto Louro Caroba Nome científico Patagonula americana Pouteria gardneriana Pouteria salicifolia Trichilia clauseni Luehea divaricata Chordia ecalyculata Chordia trychotoma Jacaranda micrantha Espécies indicadas para estacionamento (Tabela 12). Tabela 12: Espécies indicadas Nome popular Açoita-cavalo Aleluia Angelim-bravo Angico-vermelho Aroeira-periquita Bartimão Camboatá-vermelho Canafístula Canela-amarela Canela-do-brejo Canela-ferrugem Capororoca Carne-de-vaca Carvalho-brasileiro Catiguá Cedro Corticeira-da-serra Nome científico Luehea divaricata Senna multijug Lonchocarpus campstris Parapiptadenia rígida Schinus molle Cassia leptophylla Cupania vernalis Peltophorum dubium Nectranda rígida Machaerium stipitatum Nectranda rígida Rapanea umbellata Styrax leprosus Roupala brasiliensis Trichilia clausenii Cedrella fissilis Erytrhrina falcata
45 Grápia Guajuvira Ingá-feijão Ingá-macaco Ingazeiro Marmeleiro-do-mato Pau-brasil Coração-de-negro Quaresmeira Rabo-de-bugio Sibipiruna Timbó Apuleia leiocarpa Pataonula americana Inga marginata Inga sessilis Lonchocarpus sericeus Ruprechtia laxiflora Caesalpinia echinata Poecilanthe parviflora Tibouchina granulosa Lonchocarpus muehlbergianus Caesalpinia peltophoroides Ateleia glazioveana Palmeiras para uso em calçadas e/ou canteiros centrais (Tabela 13). Tabela 13: Espécies de Palmeiras indicadas Nome popular Butiazeiro Buriti-palito Cariota Gerivá Neodipsis Palmeira-cabeluda Palmeira-da-califórnia Palmeira-da-califórnia Palmeira-imperial Palmiteiro Robeline Sabal Tamareira-das-cancanárias Tamareira Nome científico Butia capiata Trithrinax brasiliensis Caryota urens Syagrus romanzoffiana Dypsis decary Trachycarpus fortunei Washingtonia robusta Washingtonia filifera Roystonea oleracea Euterpe edulis Phoenix roebelinii Sabal palmetto Phoenix canariensis Phoenix dactylifera
46 Outras espécies poderão ser utilizadas desde que recomendadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, pelos órgãos oficiais de pesquisa agropecuárias, concessionárias de serviços públicos e pela SBAU-Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. 13. Manutenção Após a implantação da arborização, será indispensável à vistoria periódica para a realização dos trabalhos de manejo e conservação. Para essa vistoria é previsto um cadastramento em banco de dados todos os plantios e acompanhamento do crescimento e manutenção das espécies plantadas em área urbana Cuidados pós-plantio 30 dias depois do plantio é necessária a manutenção das mudas até o pegamento e, após, por mais 24 meses as mudas devem ser monitoradas e receberem os tratos culturais adequados Cuidados I A muda deverá receber irrigação, pelo menos três vezes por semana nos primeiros três meses e, quando necessário, posteriormente até seu pleno pegamento; II Garantir as exigências nutricionais das árvores: a critério técnico, a muda deverá receber adubação orgânica de cobertura ou similar 30 dias após o plantio garantindo às exigências nutricionais das árvores; III - Deverão ser eliminadas brotações laterais, principalmente basais, evitando a competição com os ramos da copa por nutrientes e igualmente evitando o entouceiramento;
47 IV - Combate a doenças e pragas; V - Erradicação de ervas daninhas; VI - Retutoramento periódico das mudas; VII - Em caso de morte ou supressão de muda, a mesma deverá ser reposta em um período não superior a 03 meses; VIII - Priorizar o atendimento preventivo à arborização com vistorias periódicas e sistemáticas, tanto para as ações de condução como para reparos às danificações; IX - A SMMA poderá eliminar, a critério técnico, as mudas nascidas no passeio público, ou indevidamente plantadas, no caso de espécies incompatíveis com o Plano de Arborização Urbana; Poda A poda tem a função de adaptar a árvore e seu desenvolvimento ao espaço que ela ocupa. A poda sempre é uma agressão à árvore e deve ser feita de modo a facilitar a cicatrização do corte. O planejamento da poda é realizado a partir de pedidos da população, na Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e Rurais-SEMSUR. A necessidade de poda drástica é determinada pela SMMA e todas as podas realizadas pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e Rurais-SEMSUR. Poda de Formação - PF: é realizada nas árvores jovens, visando à condução e direcionamento da copa com o objetivo de adequá-las às condições do local onde se encontram plantadas, adquirindo tronco em haste única, livres de brotos e copa elevada, acima de 1,80 metro; Poda de Limpeza - PL: realizada para a remoção de galhos mortos ou secos; Poda de Manutenção - PM: adotada nas árvores jovens e adultas, visando à manutenção da rede viária.
48 Poda em V : é a remoção dos galhos internos da copa, que atingem a fiação secundária energizada ou telefônica, dando aos ramos principais a forma de V, permitindo assim o desenvolvimento da copa acima e ao redor da rede elétrica; Poda em furo : consiste na manutenção da poda em V, com o desenvolvimento da copa acima e ao redor da fiação. É necessária remoção constante das brotações desenvolvidas ao redor dos fios; Poda de formação de copa alta: a copa é direcionada a se formar acima da rede elétrica, consiste na remoção dos ramos principais e/ou secundários que atingem a fiação. Quando existe fiação primária energizada, a formação de copa alta não é possível; Poda de contenção de copa: é a redução da altura da copa, com o objetivo de mantê-la abaixo da fiação aérea. É utilizada principalmente em árvores plantadas sob fiação primária energizada; Poda drástica: é considerada poda drástica aquela que apresenta uma das seguintes características: - remoção total da copa, permanecendo acima do tronco os ramos principais com menos de 1,0 metro de comprimento nas árvores adultas; - remoção total de um ou mais ramos principais, resultando no desequilíbrio irreversível da árvore e; - remoção total da copa de árvores jovens e adultas, resultando apenas o tronco. As podas drásticas deverão ser evitadas, sendo a sua utilização permitida apenas em situações emergenciais ou quando precedida de parecer técnico de profissional habilitado. Anualmente é feita a capacitação técnica de funcionários da SMMA e da SEMSUR. As ferramentas e equipamentos principais para os serviços de poda são: tesoura de poda, serras manuais ou moto-serras. Deverão ser evitadas as seguintes ferramentas: machado, facão e foice.
49 Os equipamentos acessórios são as escadas, cordas e plataformas elevatórias ou cestos. Os equipamentos de segurança são: capacete com fixação no queixo, óculos para evitar serragem nos olhos, protetores auriculares para os operadores de moto-serra, luvas de couro, sapatos com solado reforçado e cinto de segurança. Caberá a SMMA, informar e conscientizar a população sobre a importância da realização de uma poda correta e colaborar na capacitação de todos aqueles que praticam profissionalmente a poda na cidade, a fim de executar esta atividade com eficiência e qualidade. Toda poda drástica realizada em árvores existentes em espaços públicos, por particulares, concessionárias de serviços públicos e pela própria Prefeitura, deverão ser precedidas de solicitação formal a SMMA com a apresentação de laudo técnico assinado por profissional habilitado, e autorizada ou não após análise da equipe técnica da SMMA. O serviço é feito pela SEMSUR. Os materiais resultantes das podas serão transportados até o Aterro de Inertes, onde sofrerão fragmentação para facilitar a compostagem, que posteriormente retornará como adubo natural para as plantas Remoção Para a remoção de árvores, deve ser feita uma análise prévia e produzido um laudo. Critérios: I) Em terreno a ser edificado, quando o corte for indispensável à realização da obra, a critério da SMMA; II) Quando o estado fitossanitário precário, sem condições de recuperação da árvore, justificar; III) Nos casos em que a árvore esteja causando comprováveis danos permanentes ao patrimônio público ou privado; IV) Nos casos em que a árvore constitua obstáculo fisicamente incontornável ao acesso de veículos;
50 V) Quando o plantio irregular ou a propagação espontânea de espécimes arbóreos impossibilitarem o desenvolvimento adequado de árvores vizinhas; VI) Quando se tratar de espécies invasoras, com propagação prejudicial comprovada; VII) Em casos de obras de interesse social comprovado; VIII) Total incompatibilidade da espécie com o espaço disponível Transplante Os transplantes vegetais, quando necessários, deverão ser autorizados pela SMMA mediante a apresentação de laudo técnico apresentado por profissional habilitado, e executados conforme a legislação vigente, cabendo à SMMA definir o local de destino dos transplantes. O período mínimo de acompanhamento profissional do vegetal transplantado será de doze meses, devendo ser apresentado relatório semestral pelo responsável técnico, informando as condições do(s) vegetal (ais) transplantado (s), e o local de destino do (s) mesmo (s). O local de destino do vegetal transplantado, incluindo passeio, meio-fio, redes de infra-estrutura, canteiros, vegetação e demais equipamentos públicos, deverão permanecer em condições adequadas após o transplante, cabendo ao responsável pelo procedimento, a sua reparação e/ou reposição, em caso de danos decorrentes do transplante. 14. Educação Ambiental A Secretaria Municipal do Meio Ambiente por meio de seu Programa de Educação Ambiental estará articulada com este programa de arborização para: informar e conscientizar a comunidade da importância da preservação e manutenção da arborização urbana;
51 conscientizar a população da importância da construção de canteiros em torno de cada árvore, vegetando-os com grama ou forração, bem como nos locais em que haja impedimento do plantio de árvores; conscientizar a comunidade da importância do plantio de espécies nativas, visando à preservação e a manutenção do equilíbrio ecológico. reduzir a depredação e o número de infrações administrativas relacionadas a danos à vegetação; compartilhar ações público-privadas para viabilizar a implantação e manutenção da arborização urbana, através de projetos de co-gestão com a sociedade; estabelecer convênios ou intercâmbios com universidades, com intuito de pesquisar e testar espécies arbóreas para o melhoramento vegetal quanto à resistência, diminuição da poluição, controle de pragas e doenças, entre outras. 15. Parcerias e adote uma área verde Para auxiliar na implantação do Plano de Arborização, deverão ser estimuladas as parcerias com universidades e entidades do terceiro setor, empresas privadas para o apoio nos levantamentos, diagnósticos necessários e programas de educação ambiental. Poderão ser celebrados termos de cooperação com a iniciativa privada, visando à execução e manutenção de melhorias urbanas, ambientais e paisagísticas, bem como a conservação de áreas públicas. 16. Dia D Plantar Campanha Dia D plantar, para a Arborização Permanente, estimulando o ituano a plantar e cuidar de suas árvores. O princípio da campanha de
52 arborização é simples: qualquer pessoa que quiser participar poderá obter uma muda gratuitamente. Ocorre na semana da árvore em setembro e é feito este cadastramento pelo site da Prefeitura, telefone, s e pontos de informação por toda a cidade. Um agente da Secretaria de Meio ambiente, vai a residência da pessoa atender ao pedido e que receberá ainda, um folheto com informações sobre plantio e manutenção. São doadas as mudas nos viveiros e parques. 17. Dia 27 de fevereiro Com fundamentação na Lei Municipal 951 de 02 de Junho de 2008, criada pelo Prefeito Herculano Castilho Passos Júnior e Lei Estadual de 03 de Julho de 2008, criada pela Deputada Estadual Rita Passos, a Prefeitura da Estância Turística de Itu, através da Secretaria de Meio Ambiente realizou no dia 27 de fevereiro de 2013 o Dia Estadual e Municipal de plantio de árvores nativas. Durante dois meses são realizadas, reuniões, visitas e levantamento de áreas para plantio com as seguintes diretrizes: Área Verde; Áreas degradadas; Acessibilidade e infra-estrutura; Educação Ambiental, mobilização e comunicação Divulgação O programa é divulgado através dos meios de comunicação local e por meio de reuniões com as associações empresariais e comunitárias, diretores e
53 professores das escolas do município. Os cidadãos deverão ser informados dos detalhes dos programas de arborização municipal, dos benefícios da arborização e das suas responsabilidades em relação à sua conservação. A participação da comunidade será um fator essencial ao sucesso do projeto, pois pessoas conscientizadas são os meios mais valiosos para a preservação das árvores e das áreas verdes. 18. CRONOGRAMA (Anexo 05) A priorização das ruas e bairros que receberão árvores será feita de acordo com os dados do inventário preliminar, dos levantamentos, das análises das informações dos novos inventários arbóreos e de áreas verdes setorizadas de acordo com os seguintes critérios: Locais com baixo índice de arborização; Parques e praças; Existência de ruas pavimentadas; Locais de maior interesse por parte da população; Bairros com maiores problemas com a arborização existente na atualidade; Dimensões adequadas dos passeios públicos para receber as árvores. O diagnóstico da arborização e o levantamento arbóreo do município esta sendo realizado desde outubro de 2011 até No entanto, durante esse processo há o plantio e manutenção dos setores de acordo com os cronogramas. 19. SUSTENTABILIDADE DO PLANO O plantio em conformidade com as normas contidas neste Plano do Município de Itu pretende evitar a concorrência da árvore com os equipamentos urbanos
54 públicos e/ou privados, de maneira a racionalizar a ocupação do espaço e diminuir as ações de manejo necessárias para a manutenção da árvore ao longo de sua existência. As ações devem ser realizadas em conjunto com os demais órgãos para mitigar situações de conflito. A sustentabilidade da arborização também passa pela implementação de benefícios diretos ao cidadão que opta em plantar e preservar uma árvore em frente sua residência/propriedade. Além disso, a instrumentação dos setores responsáveis pelo manejo da arborização é fundamental para o planejamento e estabelecimento de prioridades de ações de uso dos recursos disponíveis, visando evitar acidentes previsíveis que as árvores possam provocar. O aumento da biodiversidade e o adequado manejo da arborização concorrem para estabelecer o equilíbrio na ocorrência de pragas urbanas. A conscientização da população sobre a importância da arborização e sua participação como co-responsável no processo é fundamental para o sucesso. Assim, para que se alcancem os benefícios ambientais gerados pela arborização urbana, é fundamental o conhecimento da vegetação já implantada, o adequado planejamento e a adequada manutenção da arborização, visando não só prevenir distorções causadas pela falta de planejamento, como também a efetiva ampliação e requalificação da cobertura vegetal da cidade. PLANTIO DE ARBORIZAÇÃO URBANA Entre novembro de 2013 a setembro de 2014, foi plantado no município de Itu por diversos atores cerca de 6250 árvores no perímetro urbano em passeio público, praças e áreas verdes municipais.
55 BIBLIOGRAFIA AB'SÁBER, Aziz Nacib - Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e arredores de São Paulo. Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Geografía, GOIANIA. Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Plano Diretor de Arborização de Vias Públicas / coordenado por Antonio Esteves dos Reis. Itu: GUIA de planejamento e manejo de arborização urbana / Eletropaulo; CEESP ; CPFL; São Paulo 1995; KÖEPPEN, W. Climatologia, com um estúdio de los climas de la tierra. Madri, LORENZI, HARRY; Árvores Brasileiras. Plantarum.Volume 1 e 2, 1992 e 1998; MADEIRA N., J. Comportamento espectral dos solos. In: Meneses, P. R.; Madeira Netto, J. Sensoriamento remoto: relfectância dos alvos naturais. Brasília: UnB, MICHI, S. M. P.; COUTO, H. T. Z. Estudo de dois métodos de amostragem de árvores de rua na cidade de Piracicaba SP. WANTUELFER, G.; LEITE, H. G.; SANTOS, E. Estudo do tamanho e forma de unidades de amostra para inventário da arborização viária em Belo Horizonte-MG. Revista Natureza & Desenvolvimento: Centro Brasileiro Para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável, Brasília, v.1, n.1, p.59-66, 2005; Manual de Normas Técnicas de Arborização Urbana. Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral - FAPESP. Piracicaba, 2007; VELASCO, G. D. N. Arborização viária x sistema de distribuição de energia elétrica: avaliação dos custos, estudos das podas e levantamento dos problemas fitotécnicos Dissertação de Mestrado em Engenharia
56 Agronômica Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, IBGE, Disponível em: < perfil.php?lang=&codmun=352390&search== infogr%e1ficos:-informa%e7% F5es-completas>. Acesso em 22 de Setembro de Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, Arborização Urbana. Disponível em: < Acesso em 21 de Julho de Instituto Florestal, Mapa Florestal dos Municípios do Estado de São Paulo Itu. Disponível em: < ulo/itu.pdf?sorocaba=itu.pdf>. Acesso em 4 de Agosto de Responsáveis Técnicos:
57
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