QUEIMAS CONTROLADAS: PRÓS E CONTRAS
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- Mauro Gomes Carreiro
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1 Anais/IPEF: 6-10, ABRIL, 1995 QUEIMAS CONTROLADAS: PRÓS E CONTRAS Ronaldo Viana Soares * INTRODUÇÃO O fogo é um fenômeno natural que sempre existiu na superfície do planeta e também um dos responsáveis pela predominância de vários ecossistemas terrestres. Antes do domínio do fogo pelo homem os raios se Constituíam na principal fonte de ignição da vegetação. O fogo foi a primeira força e fonte de energia natural a ser dominada pelo ser humano, constituindo-se desde então em um importante recurso usado para sua evolução, desde o aquecimento necessário para se estabelecer em regiões frias até mesmo a construção de foguetes para se chegar à lua. O fogo começou a ser dominado pelo homem há mais de anos, mas somente há cerca de anos ele aprendeu a usá-la com mais eficiência. Aquecimento e preparo de alimentos foram os dois primeiros usos do fogo. Depois o fogo começou a ser usado para diversos outros fins, como por exemplo objetivos religiosos, de guerra, de comunicação, de caça e de manejo da vegetação. Após a domesticação dos primeiros animais os pastores perceberam que a vegetação das áreas recentemente queimadas era mais nutritiva e preferida pelos animais. Então, como procedimento rotineiro passaram a queimar as pastagens ao final da estação de crescimento, prática usada ainda hoje em várias regiões do mundo. No final do século passado, principalmente devido ao efeito devastador de alguns grandes incêndios florestais ocorridos na América do Norte e Austrália, resultantes da alteração dos ecossistemas locais pelos colonizadores europeus, o fogo passou a ser considerado apenas como uma força destruidora, que deveria ser suprimida por todos os meios, em todas as situações. A constante alteração dos ecossistemas promovida pelo ser humano realmente tem levado a uma grande modificação do comportamento do fogo, principalmente quando ele não ocorre de forma natural. Atualmente, exceto em pequenas regiões, como nas montanhas rochosas dos Estados Unidos, o homem substituiu os raios como a principal causa de incêndios em áreas rurais. Apesar de todo seu potencial destrutivo, o fogo continua sendo uma ferramenta importante no manejo da vegetação, principalmente das florestas, quando usado racionalmente, de acordo com técnicas adequadas, sob forma de queima controlada. INCÊNDIOS E QUEIMAS CONTROLADAS * Professor Titular Escola de Florestas Universidade Federal do Paraná - UFPR 6
2 Ronaldo Viana Soares Um dos principais problemas encontrados para se convencer técnicos e administradores florestais para programas de uso do fogo em atividades de manejo da vegetação é a confusão terminológica entre incêndios e queimas controladas. O próprio INPE, que tem feito um bom trabalho no monitoramento do fogo em áreas rurais no Brasil chegou a divulgar resultados dizendo ocorrer anualmente milhares de incêndios florestais na Amazônia, fato totalmente inverídico, visto que a floresta úmida não queima. O que ocorrem na região são queimadas (não necessariamente controladas), ou seja, a queima deliberada da vegetação, depois de cortada e seca, para implantação de agricultura e/ou pecuária. Nos incêndios florestais o fogo se propaga livremente, de acordo com as condições climáticas, topográficas e de material combustível, geralmente liberando grandes quantidades de energia e produzindo altas temperaturas. Nestes casos, a força destruidora do fogo pode ser muito grande e existem muitos exemplos no Brasil de extensas áte as florestais destruídas pelo fogo. Nas regiões sul e sudeste do Brasil, quando ocorre um inverno mais seco, o risco de incêndios aumenta bastante e os resultados são sempre catastróficos. O ano de 1994 por exemplo foi um desses anos atipicamente secos e o resultado foi um número muito maior de ocorrências de incêndios, com extensas áreas de florestas nativas e plantadas queimadas pelo fogo. Daí grande temor pelo fogo, em qualquer circunstância. A queima controlada, por outro lado, é o uso do fogo de forma prescrita, conduzida dentro de limites pré estabelecidos de intensidade, a fim de se alcançar certos objetivos no manejo da vegetação ou, mais especificamente da floresta. USOS DA QUEIMA CONTROLADA Na área florestal a queima controlada é usada principalmente para preparo de terreno e redução de material combustível, embora possa ser usada também para eliminar espécies indesejáveis, controlar insetos e fungos, melhorar o habitat para a fauna e facilitar o acesso para o corte da madeira. Na agricultura o fogo é usado para queima de restos de culturas, preparo de terreno, limpeza e recuperação de pastagens e limpeza pré-corte dos canaviais. O fogo é o mais prático e econômico de todos os meios conhecidos para preparar o terreno para plantio, tanto de espécies florestais como agrícolas. A maioria dos técnicos sabe que o plantio é muito mais fácil em áreas queimadas do que não queimadas. Na regeneração natural a queima controlada é também um ótimo meio de preparar a área para receber as sementes, ou mesmo favorecer sua abundante germinação, como ocorre com a bracatinga (Mimosa scabrella) por exemplo. Sem o uso do fogo os pequenos agricultores das regiões próximas a Curitiba não conseguiriam regenerar, periodicamente, os povoamentos de bracatinga, que representam importante fonte suplementar de renda para eles. Como o material combustível é um dos componentes do triângulo do fogo e o único que pode ser controlado pelo homem, a sua redução é a mais eficiente técnica de prevenção contra os incêndios florestais. A queima controlada, prescrita e aplicada criteriosamente, tem demonstrado, através dos tempos ser a melhor alternativa para manter o material combustível em níveis toleráveis. A queima controlada para redução do material combustível é recomendada não apenas para o interior dos povoamentos florestais ma$ também para reduzi-lo em áreas de 7
3 Anais do I Forum Nacional sobre Incêndios Florestais / III Reunião Conjunta IPEF-FUPEF-SIF campo na periferia das florestas, evitando que incêndios vindos de fora atinjam as árvores. A queima controlada é ainda indicada para redução do material combustível após a exploração florestal, em margens de estradas de ferro e outras áreas de alto risco de incêndios. EFEITOS DA QUEIMA CONTROLADA Os mais difundidos argumentos contrários ao uso do fogo no meio rural são os efeitos do mesmo sobre os componentes do ecossistema, principalmente solo e ar atmosférico. Quando a combustão de biomassa é completa os elementos liberados pelo fogo são apenas água, dióxido de carbono e calor. Entretanto, na prática, a combustão nunca é completa e com isto existe a liberação também de combustível residual (partículas de carbono), monóxido de carbono e outros produtos considerados poluentes, como hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. Os efeitos do fogo sobre o ecossistema estão diretamente relacionados com a intensidade do mesmo. Incêndios florestais de alta intensidade podem destruir árvores, matar animais selvagens, danificar o solo, poluir o ar e mesmo destruir propriedades e matar pessoas, envolvidas ou não no combate. Nas queimas controladas, por outro lado, o fogo desenvolve baixas intensidades e por isto os efeitos são muito distintos dos incêndios. Quando se fala em nutrientes do solo sob uma floresta deve-se distinguir entre quantidade total (a maior parte sob forma orgânica) e quantidade disponível (mineralizada). Quando se faz uma queima controlada, embora a quantidade total de nutrientes diminua, a quantidade disponível ou mineralizada aumenta. Existem inúmeros trabalhos na literatura demonstrando isto, alguns relatando aumentos de mais de 100% nos teores de N, P, K, Ca e Mg mineralizados após a passagem do fogo. Como as plantas somente absorvem nutrientes mineralizados, é natural que elas cresçam mais rapidamente em áreas queimadas. A matéria orgânica, antes da mineralização, não é aproveitável pelas plantas e, sob o ponto de vista nutricional, ela é importante apenas como reserva para o futuro pois ela se decompõe, liberando nutrientes mineralizados, muito lentamente. Um dos mais significativos efeitos do fogo controlado sobre o ecossistema é a mineralização da matéria orgânica acumulada sobre o piso florestal, visto que o fogo é um rápido mineralizador da mesma. A mineralização se constitui no elo de ligação entre os mundos orgânico e inorgânico, sendo tão importante para a vida como a fotossíntese, que interliga os mundos inorgânico e orgânico. O empobrecimento do solo através do fogo pode entretanto ocorrer, basicamente em duas situações. Primeiro, em incêndios de alta intensidade, que queimam, volatilizam ou dispersam quase toda a matéria orgânica e a maior parte dos nutrientes. Segundo, através de queimas sucessivas que reduzem gradualmente o capital de nutrientes do solo sem permitir a sua recomposição. Em áreas florestais, onde os ciclos são longos, este segundo risco não existe pois o solo recupera todo seu potencial antes do final da rotação. No sul dos Estados Unidos, por exemplo, solos com cobertura florestal, submetidos a queima controlada periódica por mais de 50 anos, não mostraram nenhuma deterioração ou diminuição da fertilidade. Com relação à poluição, a queima da biomassa representa muito pouco quando comparada com a poluição industrial ou de veículos. Segundo a Associação de Doenças Respiratórias dos EUA, os incêndios e queimadas em florestas contribuem com cerca de 8
4 Ronaldo Viana Soares 3% do total dos principais poluentes da atmosfera do país, enquanto os automóveis representam 60%, as indústrias 18%, as usinas termoelétricas 14% e os sistemas de aquecimento de casas e edifícios 5%. Convém ressaltar que nos EUA, anualmente, se usa o fogo, sob a forma de queima controlada, em cerca de ha de áreas florestais. No contexto mundial, as emissões provenientes da queima de biomassa representa menos de 25% do total. Além disto, 90% das emissões da queima de biomassa é constituída de CO 2 e vapor d'água, que na verdade não são poluentes. A queima de combustíveis fósseis, por outro lado, libera, em grandes proporções, vários elementos altamente tóxicos, como monóxido de carbono e óxidos de enxofre e nitrogênio. Nas queimas controladas a combustão é geralmente mais completa do que nos incêndios e por isto elas poluem muito menos. O problema da poluição pelas queimadas é mais visual e psicológico pois ao se ver uma nuvem de fumaça muito escura tem-se a impressão de haver ali grandes quantidades de poluentes. Na verdade, a coloração escura da fumaça é resultado da grande quantidade de partículas de carbono misturadas ao vapor d'água. O problema da visibilidade, que tanto transtorno causa em rodovias e aeroportos, pode ser resolvido queimando-se apenas em condições atmosféricas favoráveis, isto é, quando não há uma inversão térmica tão próxima à superfície terrestre. PROIBIÇÃO X CONSCIENTIZAÇÃO O Artigo 27 do código florestal proíbe o uso do fogo em florestas e outros tipos de vegetação. Entretanto, o parágrafo único deste artigo abre excessões para casos especiais, desde que haja uma permissão da autoridade competente. Esta é uma medida correta, porém faltava uma regulamentação eficiente deste artigo. Por este motivo, a então Comissão Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais apresentou ao IBAMA uma proposta estabelecendo as normas para permissão de queimas controladas no país, proposta esta que foi ir.1stitucionalizada através da Portaria 231 de 08 de agosto de 1988, publicada pelo Diário Oficial da União em 16/08/88. Portanto, existe uma legislação a nível Federal que permite o uso do fogo, sob forma controlada, em todo território nacional, desde que cumpridas as exigências previstas na referida Portaria. No Estado de São Paulo, entretanto, o "Plano de Contingência para Incêndios Florestais - Operação Mata Fogo" proibiu o uso do fogo em todo o estado. No entanto, por pressões políticas, a queima foi liberada para os canaviais (pré-colheita). Ora, tecnicamente isto não tem nenhuma justificativa, quer sob o aspecto de poluição do ar ou da degradação do solo. A velocidade de propagação do fogo em um canavial, devido à baixa densidade do material combustível (muito volume e pouco peso) é muito superior à velocidade do fogo em uma queima controlada em combustíveis florestais. Com isto, a combustão nos canaviais é mais incompleta, aumentando desta forma a emissão de poluentes. Como a cana tem ciclo curto, a queima apresenta um risco muito maior de empobrecimento gradativo do solo do que em áreas florestais, que apresentam rotações muito mais longas. Um grande erro que se comete no Brasil é pensar que proibindo uma atividade o problema estará resolvido. Por isto muitas vezes se introduz uma legislação mesmo sabendo que ela não será respeitada, ao invés de se atacar o problema de modo mais racional, ou seja, através de educação e conscientização das pessoas. No caso das queimadas, a proibição não é o melhor caminho pois muitos agricultures, principalmente os pequenos, não podem prescindir do fogo, ferramenta barata e eficiente em muitas circunstâncias. O pior é que com a proibição as queimas se tornam 9
5 Anais do I Forum Nacional sobre Incêndios Florestais / III Reunião Conjunta IPEF-FUPEF-SIF clandestinas e com isto não são fiscalizadas e nem podem ser orientadas. Por isto, muito melhor do que proibir é orientar, educar e conscientizar, mas por outro lado exigir responsabilidade por parte daqueles que usarem o fogo. A legislação existente (Portaria 231 do IBAMA) é atual e eficiente. A sua efetiva implantação em todo território nacional seria uma ótima maneira de disciplinar o uso do fogo no meio rural. A permissão para se fazer as queimas poderia ser dada pelas várias instituições que trabalham junto ao meio rural, como o próprio IBAMA, Institutos Florestais, Entidades Ambientais e de Extensão Rural. Com isto se poderia reduzir também o número de incêndios florestais causados por queimadas mal conduzidas, onde o fogo escapa e se torna incontrolado. Afinal, de acordo com as estatísticas disponíveis, cerca de um terço dos incêndios florestais no Brasil são causados por queimadas mal conduzidas, feitas sem os mínimos requisitos de segurança, onde o fogo escapa ao controle e se propaga livremente. CONSIDERAÇÕES FINAIS O uso do fogo nos meios agrícola e florestal é um assunto polêmico e muitas vezes mal compreendido. Em primeiro lugar há que se considerar que o fogo é um fenômeno natural, que sempre existiu na superfície da terra, sendo inclusive responsável pela existência de vários ecossistemas. Em segundo lugar, se o fogo não tivesse nenhum efeito benéfico não teria sido usado por agricultores e pecuaristas desde os primórdios da civilização. Por outro lado, há que se considerar os efeitos negativos do fogo, principalmente sob forma de incêndios de alta intensidade. A queima controlada, isto é, o uso do fogo prescrito de maneira criteriosa e técnica, pode ser uma valiosa ferramenta no manejo florestal, diminuindo os custos de implantação de florestas e protegendo-as dos incêndios destrutivos através da redução do material combustível. Para se usar a queima controlada é necessário porém seguir a legislação existente, que define como, quando e em que circunstâncias o fogo pode ser usado. A conscientização das pessoas que atuam no meio rural é fundamental para que as queimadas controladas possam realmente beneficiar aqueles que precisam usar o fogo, sem que isto provoque danos ao ambiente. Finalmente, vale a pena lembrar um ditado muito comum em vários países: o fogo é um ótimo servente mas um péssimo patrão e por isto somente deve ser usado onde e quando necessário, através de técnicas adequadas e adotando-se as normas de segurança exigidas para cada caso. 10
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