BANCO DO BRASIL, S.A. SUCURSAL EM PORTUGAL DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E NOTAS ÀS CONTAS 2008 (EM LIQUIDAÇÃO)

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1 BANCO DO BRASIL, S.A. SUCURSAL EM PORTUGAL DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E NOTAS ÀS CONTAS 2008 (EM LIQUIDAÇÃO)

2 Índice Demonstração de Resultados (em liquidação) Balanço (em liquidação) Demonstração dos Fluxos de Caixa (em liquidação) Mapa de Alterações no Capital Próprio (em liquidação) Notas Anexas às Demonstrações Financeiras Individuais (em liquidação) Certificação das Contas

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7 Notas Anexas às Demonstrações Financeiras (Em liquidação) 5

8 1. ACTIVIDADE O Banco do Brasil, S.A. Sucursal em Portugal, ( Sucursal ) opera em Portugal desde 1972, mediante despacho do Ministério das Finanças de 7 de Março de A Sucursal tem por objecto principal a realização de operações financeiras e a prestação de todos os serviços permitidos aos bancos de acordo com a legislação em vigor, centrando-se a sua actividade na captação de recursos de terceiros os quais aplica em operações de financiamento e comércio externo. A Sucursal dispõe actualmente de 4 balcões. Concluiu-se, em 31/12/2008, o processo de instalação em Portugal do Banco do Brasil AG Sucursal em Portugal, uma sucursal do Banco do Brasil na Áustria, a qual vai iniciar a sua actividade em 01/01/2009. A Gerência prevê transferir para a nova sucursal toda a actividade do Banco do Brasil, S.A. Sucursal em Portugal, com o subsequente encerramento da mesma. 2. RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas e critérios valorimétricos aplicados na preparação destas demonstrações financeiras são indicados abaixo. 2.1.BASES DE APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E COMPARABILIDADE As demonstrações financeiras agora apresentadas foram aprovadas pelo Comité de Administração da Sucursal em 26 de Fevereiro de 2009 e reflectem os resultados das operações da Sucursal, para o período de doze meses findo em 31 de Dezembro de 2008 e As demonstrações financeiras são apresentadas em euros. As demonstrações financeiras da Sucursal não foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, pelo facto da Sucursal ter sido liquidada em 31 de Dezembro de No exercício de 2006, no âmbito do disposto no Regulamento (CE) nº1606/2002 do parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho de 2002, na sua transposição para a legislação Portuguesa através do Decreto-Lei nº35/2005, de 17 de Fevereiro e do Aviso do Banco de Portugal n.º 1/2005, as demonstrações financeiras da Sucursal passaram a ser preparadas de acordo com as Normas de Contabilidade Ajustadas (NCA), tal como definidas pelo Banco de Portugal. As NCA traduzem-se na aplicação às demonstrações financeiras individuais das Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS) tal como adoptadas pela União Europeia, com excepção de algumas matérias reguladas pelo Banco de Portugal, como: a carteira de crédito e garantias está sujeita à constituição de provisões para riscos específicos e riscos gerais de crédito, nos termos do Aviso do Banco de Portugal nº 3/2005, de 21 de Fevereiro e a valorimetria desta componente deverá ser efectuada de acordo com o disposto no Aviso nº 1/2005; o impacto ao nível das responsabilidades por pensões de reforma, resultante da aplicação do IAS 19 com referência a 31 de Dezembro de 2005 poderá ser reconhecido em resultados transitados, por um prazo de 5 anos, com excepção da parte relativa a responsabilidades por cuidados médicos pós-emprego e alteração dos pressupostos relativos à tábua de mortalidade, para as quais o prazo se estende até aos 7 anos, conforme definido nos Avisos do Banco de Portugal nº 4/2005 e nº12/2005, de 21 de Fevereiro e 22 de Dezembro, respectivamente; e 6

9 os activos tangíveis serão mantidos ao custo de aquisição, salvo quando se verifiquem reavaliações extraordinárias, legalmente autorizadas, caso em que as mais valias daí resultantes serão incorporadas em sub-rubrica apropriada da conta "Reservas legais de reavaliação. Os IFRS incluem as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC), e pelos respectivos órgãos antecessores. Até 31 de Dezembro de 2005, as demonstrações financeiras individuais da Sucursal, foram preparadas e apresentadas de acordo com o Plano de Contas para o Sistema Bancário (PCSB) estabelecido pelo Banco de Portugal através da Instrução 4/96, de 17 de Junho. Assim a Sucursal, apresentou em 2006, pela primeira vez, as demonstrações financeiras de acordo com os princípios de reconhecimento e mensuração definidos nas NCA. As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com o princípio do custo histórico, modificado pela aplicação do justo valor para os instrumentos financeiros derivados, activos e passivos financeiros detidos para negociação, outros activos financeiros ao justo valor através de resultados e activos financeiros disponíveis para venda, excepto aqueles para os quais o justo valor não esteja disponível. Os outros activos e passivos financeiros e activos e passivos não financeiros são registados ao custo amortizado ou ao custo histórico. As políticas contabilísticas apresentadas nesta nota foram aplicadas de forma consistente em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras, excepto nas situações identificadas para dar cumprimento da preparação das demonstrações financeiras numa óptica de liquidação.. Alguns dos valores do ano anterior foram ainda reclassificados para cumprir com a apresentação do ano corrente. 2.2.RELATO POR SEGMENTOS Um segmento de negócio é um grupo de activos e operações criados para providenciar produtos ou serviços, sujeitos a riscos e a benefícios, diferentes dos verificados noutros segmentos. Um segmento geográfico está associado à oferta de produtos ou serviços num ambiente económico específico, caracterizado por ter riscos e benefícios distintos aos verificados em segmentos que operam em outros ambientes económicos. 2.3.OPERAÇÕES EM MOEDA ESTRANGEIRA Moeda funcional e moeda de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações financeiras são mensurados utilizando a moeda do ambiente económico primário em que a entidade opera. As demonstrações financeiras da Sucursal são apresentadas em euros, sendo esta a sua moeda funcional e de relato financeiro. Transacções e Saldos As transacções em moeda estrangeira são convertidas à taxa de câmbio da data da transacção. Os activos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira, que estão contabilizados ao custo histórico, são convertidos à taxa de câmbio da data de balanço. As diferenças cambiais resultantes da conversão são reconhecidas em resultados de reavaliação cambial. Os activos e passivos não monetários denominados em moeda estrangeira, registados ao custo histórico, são convertidos à taxa de câmbio da data da 7

10 transacção. Activos e passivos não monetários registados ao justo valor são convertidos à taxa de câmbio da data em que o justo valor foi determinado. 2.4.ACTIVOS FINANCEIROS Os activos financeiros são reconhecidos pela Sucursal na data de negociação ou contratação. Nos casos em que por imposição contratual ou legal/regulamentar os direitos e obrigações subjacentes se transferem em datas diferentes, será utilizada a última data relevante. A Sucursal classifica os seus activos financeiros nas seguintes categorias: activos financeiros detidos para negociação, activos financeiros disponíveis para venda, aplicações em instituições de crédito e crédito a clientes. Activos financeiros detidos para negociação Um activo financeiro é classificado nesta categoria se o principal objectivo associado à sua aquisição for a venda no curto prazo. Os instrumentos financeiros derivados também são classificados nesta categoria como activos financeiros detidos para negociação, excepto quando façam parte de uma relação de cobertura. Os dividendos associados a estas carteiras são registados em resultados de activos e passivos avaliados ao justo valor através de resultados. Activos financeiros disponíveis para venda Activos financeiros disponíveis para venda são aqueles cuja intenção da Sucursal é a sua detenção por um período indeterminado de tempo, e que poderão ser vendidos no caso de existir uma necessidade de liquidez ou mudanças nas taxas de juro, taxas de câmbio ou preço de acções. A compra e venda de activos financeiros disponíveis para venda, é reconhecida na data da transacção, data em que a Sucursal se compromete a adquirir ou a vender o activo. Os activos financeiros são inicialmente reconhecidos ao justo valor, adicionado dos custos de transacção. O desreconhecimento é efectuado quando expira o direito de recebimento de fluxos de caixa dos activos, ou quando a Sucursal tenha transferido substancialmente os riscos e benefícios do activo. Activos disponíveis para venda são subsequentemente mensurados ao justo valor. Ganhos e perdas que advenham de alterações no justo valor de activos disponíveis para venda são reconhecidos directamente em reservas de justo valor em capitais próprios, até o activo ser desreconhecido ou estar em imparidade, situação em que os valores previamente acumulados são reconhecidos na demonstração de resultados. Contudo, para activos classificados como disponíveis para venda, o juro calculado é reconhecido na demonstração de resultados em margem financeira. Os dividendos recebidos de activos disponíveis para venda são reconhecidos na demonstração de resultados, em rendimentos de instrumentos de capital, quando o direito de recebimento da entidade for estabelecido. O justo valor de investimentos cotados em mercados activos é baseado no bid price. Se um activo financeiro não tiver mercado activo (e para títulos não cotados), a Sucursal determina o justo valor através de técnicas de valorização (modelos, com inputs, tais como o discout cash flow). No caso de acções não cotadas, estas encontram-se reconhecidas ao custo histórico sempre que não exista disponível um valor de mercado e não seja possível determinar com fiabilidade o seu justo valor. 8

11 Aplicações em instituições de crédito e créditos a clientes O crédito e outros valores a receber compreende todos os activos financeiros correspondentes ao fornecimento de dinheiro, bens ou serviços a um devedor. Este conceito abrange a actividade típica da concessão de crédito a clientes. O crédito a clientes é reconhecido inicialmente pelo seu justo valor e subsequentemente ao custo amortizado líquido de perdas de imparidade. Os juros, comissões e outros custos e proveitos que sejam considerados incrementais (associados à operação de crédito) são periodificados ao longo da vida das operações de acordo com a taxa efectiva, independentemente do momento em que são cobrados ou pagos. O crédito a clientes só é desreconhecido do balanço quando expiram os direitos contratuais da Sucursal à sua recuperação ou forem transferidos substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção. As garantias prestadas e compromissos irrevogáveis ou revogáveis são registados nas contas extrapatrimoniais pelo valor em risco, sendo os fluxos de comissões, juros ou outros proveitos registados em resultados ao longo da vida das operações. 2.5.PASSIVOS FINANCEIROS Um instrumento é classificado como passivo financeiro quando existe uma obrigação contratual da sua liquidação ser efectuada mediante a entrega de dinheiro ou de outro activo financeiro, independentemente da sua forma legal. Os passivos financeiros detidos para negociação são registados ao justo valor e incluem os instrumentos financeiros derivados com valor negativo. Os outros passivos financeiros incluem recursos de instituições de crédito e de clientes. Estes passivos financeiros são registados (i) inicialmente pelo seu justo valor deduzido dos custos de transacção incorridos e (ii) subsequentemente ao custo amortizado, com base no método linear. 2.6.COMPENSAÇÃO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Activos e passivos financeiros são apresentados no balanço pelo seu valor líquido quando (i) existe a possibilidade legal de compensar os montantes já reconhecidos e (ii) exista a intenção de os liquidar pelo seu valor líquido ou realizar o activo e liquidar o passivo simultaneamente. 2.7.INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS A Sucursal utiliza instrumentos financeiros derivados (forwards cambiais) para cobertura do risco cambial resultante de actividades de financiamento e investimento. Todos os derivados da Sucursal não se classificam contabilisticamente como de cobertura, por não cumprirem as condições definidas na norma IAS 39, pelo que são registados como de negociação. Os Instrumentos financeiros derivados de negociação são reconhecidos na data da sua negociação pelo seu justo valor. Subsequentemente, o justo valor dos instrumentos financeiros derivados é reavaliado numa base regular, sendo os ganhos ou perdas resultantes dessa reavaliação registados directamente em resultados. 9

12 O justo valor dos instrumentos financeiros derivados corresponde ao seu valor de mercado, quando disponível, ou é determinado tendo por base técnicas de valorização de acordo com modelos de desconto de fluxos de caixa. 2.8.RECLASSIFICAÇÃO ENTRE CATEGORIAS DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Em Outubro de 2008 o IASB emitiu a revisão da norma IAS 39 - Reclassificação de instrumentos financeiros (Amendements to IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement and IFRS 7: Financial Instruments Disclosures). Esta alteração veio permitir que uma entidade transfira de activos financeiros ao justo valor através de resultados - negociação para as carteiras de activos financeiros disponíveis para venda, "Loans and Receivables" ou para activos financeiros detidos até à maturidade ("Held-to-maturity"), desde que esses activos financeiros obedeçam às características de cada categoria. As transferências de activos financeiros disponíveis para venda para as categorias de "Loans and receivables" e "Held-to-maturity" são também permitidas. São proíbidas as transferências de e para activos e passivos financeiros ao justo valor por decisão da própria entidade ("Fair Value Option"). 2.9.RECONHECIMENTO DE JUROS Os resultados decorrentes de juros de instrumentos financeiros mensurados ao custo amortizado, são reconhecidos nas rubricas de juros e proveitos similares ou juros e encargos similares, utilizando o método da taxa efectiva RENDIMENTOS DE SERVIÇOS E COMISSÕES Os rendimentos de serviços e comissões são reconhecidos da seguinte forma: Os rendimentos de serviços e comissões obtidos à medida que os serviços são prestados são reconhecidos em resultados no período a que se referem. Os rendimentos de serviços e comissões de um instrumento financeiro são registados em rendimentos de serviços e comissões quando não integram a taxa efectiva. Neste último caso são reconhecidos em margem financeira IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS Crédito De acordo com o disposto no Aviso do Banco de Portugal n.º1/2005 a carteira de créditos e garantias está sujeita à constituição de provisões nos termos do Aviso do Banco de Portugal n.º 3/2005. Imparidade Conforme referido na política contabilística 2.1, a Sucursal aplica nas suas contas as NCA's pelo que, de acordo com o definido nos nº 2 e 3 do Aviso nº 1/2005 do Banco de Portugal, a valorimetria e provisionamento do crédito concedido mantém o regime definido pelas regras do Banco de Portugal aplicado pela Sucursal nos exercícios anteriores, como segue: 10

13 Provisão específica para crédito concedido A provisão específica para crédito concedido é baseada na avaliação dos créditos vencidos, incluindo os créditos vincendos associados, e créditos objecto de acordos de reestruturação, destinando-se a cobrir créditos de risco específico, sendo apresentada como dedução ao crédito concedido. A avaliação desta provisão é efectuada periodicamente pela Sucursal tomando em consideração a existência de garantias reais, o período de incumprimento e a actual situação financeira do cliente. A provisão específica assim calculada assegura o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo Banco de Portugal através dos Avisos nº 3/95 de 30 de Junho, nº 7/00 de 27 de Outubro e nº 8/03 de 30 de Janeiro. Provisão para riscos gerais de crédito Esta provisão destina-se a cobrir riscos potenciais existentes em qualquer carteira de crédito concedido, incluindo os créditos por assinatura, mas que não foram identificados como de risco específico, encontrando-se registada no passivo. A provisão para riscos gerais de crédito é constituída de acordo com o disposto no Aviso nº 3/95 de 30 de Junho, Aviso nº 2/99 de 15 de Janeiro e Aviso nº8/03 de 30 de Janeiro, do Banco de Portugal. Provisão para risco país A provisão para risco país é constituída de acordo com o disposto no Aviso nº 3/95 de 30 de Junho do Banco de Portugal, sendo calculada segundo as directrizes da Instrução N.º 94/96, de 17 de Junho, do Boletim de Normas e Instruções do Banco de Portugal, incluindo as alterações, de Outubro de 1998, ao disposto no número 2.4 da referida Instrução. Anulação contabilística de créditos ('write-offs') A anulação contabilística de créditos é feita pela utilização de provisões para crédito quando estas, de acordo com os critérios definidos nesta política, correspondem a 100% do valor dos créditos. As recuperações posteriores destes créditos são contabilizadas como proveitos no exercício em que ocorram. Outros activos financeiros A Sucursal avalia regularmente se existe evidência objectiva de que um activo financeiro, ou grupo de activos financeiros, apresenta sinais de imparidade. Para os activos financeiros que apresentam sinais de imparidade, é determinado o respectivo valor recuperável, sendo as perdas por imparidade registadas por contrapartida de resultados. Um activo financeiro, ou grupo de activos financeiros, encontra-se em imparidade sempre que exista evidência objectiva de imparidade resultante de um ou mais eventos que ocorreram após o seu reconhecimento inicial, tais como: (i) para os títulos cotados, uma desvalorização continuada ou de valor significativo na sua cotação, e (ii) para títulos não cotados, quando esse evento (ou eventos) tenha um impacto no valor estimado dos fluxos de caixa futuros do activo financeiro, ou grupo de activos financeiros, que possa ser estimado com razoabilidade. Quando existe evidência de imparidade nos activos financeiros disponíveis para venda, a perda potencial acumulada em reservas de justo valor, correspondente à diferença entre o custo de aquisição e o justo valor actual, deduzida de qualquer perda de imparidade no 11

14 activo anteriormente reconhecida em resultados, é transferida para resultados. Se num período subsequente o montante da perda de imparidade diminui, a perda de imparidade anteriormente reconhecida é revertida por contrapartida de resultados do exercício até à reposição do custo de aquisição se o aumento for objectivamente relacionado com um evento ocorrido após o reconhecimento da perda de imparidade, excepto no que se refere a acções ou outros instrumentos de capital, caso em que a reversão da imparidade é reconhecida em reservas de justo valor ACTIVOS INTANGÍVEIS Os custos incorridos na aquisição de licenças de software são capitalizados assim como as despesas adicionais suportadas pela Sucursal necessárias à sua implementação. Estes custos são amortizados de forma linear segundo a vida útil esperada. Os custos associados ao desenvolvimento e/ou manutenção de aplicações informáticas pela Sucursal, sobre os quais seja expectável que venham a gerar benefícios económicos futuros para além de um exercício, são reconhecidos e registados como activos intangíveis. Estes custos de desenvolvimento de software reconhecidos como activos são amortizados durante a sua vida útil, utilizando o método das quotas constantes. Os custos com a manutenção de aplicações informáticas são reconhecidos como custos quando incorridos ACTIVOS TANGÍVEIS Os activos tangíveis da Sucursal encontram-se valorizados ao custo de aquisição deduzido das respectivas amortizações acumuladas e perdas de imparidade. Conforme referido na Nota 2.1, na data da transição para os IFRS, a Sucursal elegeu considerar como custo o valor reavaliado dos seus activos tangíveis, conforme determinado de acordo com as anteriores políticas contabilísticas, o qual era semelhante ao custo depreciado mensurado de acordo com os IFRS ajustado por forma a reflectir variações nos respectivos índices de preços. O custo inclui despesas que são directamente atribuíveis à aquisição dos bens. Os custos subsequentes com os activos tangíveis são reconhecidos apenas se: (i) for provável que deles resultarão benefícios económicos futuros para a Sucursal e (ii) se o custo puder ser mensurado com fiabilidade. Todas as despesas com manutenção e reparação são reconhecidas como custo, de acordo com o princípio da especialização dos exercícios. As amortizações são calculadas segundo o método das quotas constantes, às seguintes taxas de amortização que reflectem a vida útil esperada dos bens: Número de anos Obras em edifícios arrendados 10 (ou durante o período de arrendamento se inferior) Equipamento informático 3 a 4 Equipamento 4 a 12 Outras imobilizações 3 Quando existe indicação de que um activo possa estar em imparidade, o seu valor recuperável é estimado, devendo ser reconhecida uma perda por imparidade sempre que o valor líquido de um activo exceda o seu valor recuperável. As perdas por imparidade são reconhecidas na demonstração dos resultados. 12

15 O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o seu preço de venda líquido e o seu valor de uso, sendo este calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa estimados futuros que se esperam vir a obter do uso continuado do activo e da sua alienação no fim da sua vida útil CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Para efeitos da demonstração de fluxos de caixa, caixa e equivalentes de caixa, compreendem saldos com uma maturidade inferior a 3 meses quando foram adquiridos, incluindo: caixa, depósitos à ordem em bancos centrais que não tenham restrições, disponibilidades à vista sobre instituições de crédito PROVISÕES Provisões para outros riscos e encargos As provisões para custos de reestruturação e processos legais, são reconhecidas sempre que: a Sucursal tenha uma obrigação legal ou construtiva resultante de acontecimentos passados; sempre que for mais provável existir uma saída de recursos (do que não existir essa saída de recursos), para liquidar uma obrigação; e o montante possa ser estimado com fiabilidade BENEFÍCIOS A EMPREGADOS Pensões de reforma A Sucursal subscreveu o Acordo Colectivo de Trabalho Vertical a vigorar em Portugal para o sector bancário. Assim, os empregados e as respectivas famílias têm direito a pensões de reforma e de sobrevivência calculadas de acordo com as disposições específicas do respectivo acordo. O fundo de pensões é suportado através de contribuições efectuadas, com base nos montantes determinados por cálculos actuariais periódicos. O valor do fundo de pensões corresponde ao justo valor dos seus activos à data de balanço. A Sucursal determina anualmente o valor actual das responsabilidades passadas por pensões de reforma através de avaliações efectuadas por actuários qualificados e independentes utilizando o método de Project Unit Credit. Os pressupostos actuariais (financeiros e demográficos) utilizados têm por base expectativas à data de balanço para o crescimento dos salários e tábua de mortalidade que se adequa à população da Sucursal. A taxa de desconto é determinada com base em taxas de mercado de obrigações de empresas com baixo risco, de prazo semelhante ao da liquidação das responsabilidades. Contabilisticamente, o activo reconhecido em balanço nos Outros activos, relativamente aos planos de pensões de benefícios definidos é o valor actual das responsabilidades de benefício definido à data do balanço, menos o justo valor dos activos do plano conjuntamente com ajustamentos de ganhos/perdas actuariais não reconhecidas e as responsabilidades com serviços passados. O valor dos ganhos e perdas actuariais resultantes de alterações nos pressupostos actuariais e financeiros e de diferenças entre os pressupostos actuariais e financeiros utilizados e os valores efectivamente verificados são reconhecidos de acordo com o método do corredor e registados na rubrica Outros activos ou Outros passivos Desvios actuariais. São enquadráveis no corredor, os ganhos ou perdas actuariais acumulados que não excedam 10% do valor das responsabilidades com serviços passados ou 10% do valor do Fundo de Pensões, dos dois o maior. Os valores que excedam o corredor são 13

16 amortizados em resultados pelo período de tempo médio até à idade esperada de reforma dos Colaboradores abrangidos pelo plano. Nos termos do Aviso do Banco de Portugal nº 4/2005, os desvios actuariais acumulados (positivos) e o acréscimo de responsabilidades resultante da aplicação do IAS 19, em 31 de Dezembro de 2005 foi reconhecido na rubrica Custos diferidos e está a ser amortizado em resultados transitados de acordo com um plano de amortização de prestações uniformes em 5 anos ou 7 anos na parte relativa a responsabilidades com cuidados médicos pós-emprego e alteração dos pressupostos relativos à taxa de mortalidade (com início no exercício de 2006). No exercício de 2008, e devido ao processo de liquidação do Banco do Brasil em Portugal, ocorrido em 31 de Dezembro de 2008, foi reconhecido a totalidade dos custos diferidos em resultados. O Aviso do Banco de Portugal nº 4/2005 determina ainda a obrigatoriedade do financiamento integral pelo fundo das responsabilidades por pensões em pagamento e de um nível mínimo de financiamento de 95% das responsabilidades por serviços passados de pessoal no activo, excepto quanto às responsabilidades ainda não amortizadas nos termos previstos no parágrafo anterior. Os custos com pessoal da Sucursal incluem os seguintes custos, líquidos dos proveitos, relativos a responsabilidades por pensões de reforma: custo do serviço corrente (custo do ano); custo dos juros da totalidade das responsabilidades; rendimento esperado do Fundo de Pensões; e amortização de desvios actuariais ou de alterações de pressupostos fora do corredor. custos diferidos que se encontravam em balanço até 31 de Dezembro de 2008 e que foram reconhecidos em resultados, tendo em consideração a liquidação da Sucursal. Plano complementar de assistência médica Os empregados da Sucursal beneficiam, durante o período de vida activa e reforma, de um plano de assistência médica definido no Acordo Colectivo de Trabalho. A Sucursal reconhecia até 2006, por contrapartida de resultados, as responsabilidades assumidas por benefícios adquiridos pelos empregados no activo e reformados, relativos ao plano de assistência médica. O encargo do exercício, era apresentado como um reforço da provisão constituída para o efeito, e corresponde aos benefícios adquiridos pelos empregados no próprio ano, determinados com base em avaliação actuarial. A partir do exercício de 2007, as responsabilidades com assistência médica de empregados na situação de reforma foram transferidas para o fundo de pensões. Prémio de antiguidade As responsabilidades por serviços passados por prémios de antiguidade são registadas em balanço na rubrica de outros passivos e a sua variação anual é registada em resultados do exercício custos com pessoal. O cálculo desta responsabilidade é efectuado por actuário qualificado, sendo utilizados os mesmos pressupostos do plano de pensões. 14

17 2.17.IMPOSTOS SOBRE LUCROS A Sucursal está sujeita ao regime fiscal consignado no Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (Código do IRC). Os impostos sobre lucros compreendem os impostos correntes e os impostos diferidos. Os impostos sobre lucros são reconhecidos em resultados, excepto quando estão relacionados com itens que são reconhecidos directamente nos capitais próprios, caso em que são também registados por contrapartida dos capitais próprios. Os impostos correntes são os que se esperam que sejam pagos com base no resultado tributável apurado de acordo com as regras fiscais em vigor e utilizando a taxa de imposto aprovada que, em 31 de Dezembro de 2008 e de 2007, era de 25% acrescida da derrama. A Sucursal regista impostos diferidos decorrentes (i) das diferenças temporárias entre os valores contabilísticos dos activos e passivos e a sua base fiscal, para efeitos de tributação em sede de IRC e (ii) dos prejuízos fiscais apurados a utilizar em exercícios futuros. Os impostos diferidos passivos são geralmente reconhecidos para todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos diferidos activos são reconhecidos apenas na medida em que seja expectável que existam lucros tributáveis no futuro capazes de absorver as diferenças temporárias dedutíveis e os prejuízos fiscais a utilizar futuramente. No âmbito do processo de integração do Banco do Brasil em Portugal no Banco do Brasil AG Viena, a Sucursal procedeu em 31 de Dezembro de 2007 à reversão de todas as diferenças temporais de impostos existentes à data. A taxa utilizada no cálculo do imposto diferido é a taxa substantivamente decretada à data do balanço (26,5%). 3. GESTÃO DO RISCO FINANCEIRO A actividade da Sucursal encontra-se exposta a uma variedade de riscos financeiros que requerem a sua análise, avaliação, aceitação e gestão de um certo nível de risco ou combinações de risco. Assumir o risco é a essência da actividade financeira e o risco operacional é uma consequência inevitável desta. O objectivo da Sucursal consiste portanto em obter um equilíbrio apropriado entre o risco que assume e o proveito da sua actividade, minimizando potenciais efeitos adversos da sua performance financeira. A actividade desenvolvida pela Sucursal compreende a captação de recursos, essencialmente através de depósitos de clientes e de operações de mercado monetário indexadas à taxa Euribor, aplicando os recursos captados em investimentos financeiros, nomeadamente, em operações de comércio externo com a sua Sede no Brasil. Em 31 de Dezembro de 2008, a carteira de títulos da Sucursal era composta essencialmente por obrigações de taxa fixa. A Sucursal possui algum risco cambial no que se refere a posições em aberto em moeda estrangeira. Para fazer face a este risco, e ainda que não se trate de uma cobertura perfeita, a Sucursal utiliza instrumentos financeiros derivados para mitigar esta exposição RISCO DE CRÉDITO No âmbito do risco de crédito encontram-se paremetrizadas informaticamente limitações automáticas na aprovação de crédito, que apenas poderão ser derrogadas de acordo com normas claramente definidas. É efectuada uma análise detalhada das condições económico-financeiras dos clientes aquando da aprovação dos créditos. 15

18 Todo o crédito concedido é acompanhado, de forma a serem apurados os níveis incumprimento de crédito, que poderão ter de vir a ser suportados pela Sucursal garantindo, numa óptica prudencial, a suficiência de fundos para cobertura destes riscos RISCO DE MERCADO A Sucursal tem posições abertas em taxa de juro e moeda que estão expostos ao risco de mercado. O Comité ALCO da Sucursal analisa detalhadamente a exposição ao risco de mercado, estabelecendo limites que garantam o respeito pela estratégia de investimento definida, a qual, em termos genéricos, procura assegurar uma adequada diversificação da base de activos e a opção por investimentos que apresentem um nível de volatilidade limitado RISCO CAMBIAL A Sucursal opera quase exclusivamente com activos e passivos denominados em EUR, USD e BRL. As posições noutras divisas são pontuais e sem peso significativo no balanço e nos resultados da instituição. Tendo em vista neutralizar o risco cambial das exposições em USD, procede-se diariamente à monitorização não só da posição cambial à vista como também da exposição a prazo resultante das expectativas do impacto que os activos e passivos em USD poderão gerar no futuro. Mensalmente estas análises são detalhadamente apresentadas e discutidas no Comité ALCO, tendo em vista a definição ou correcção das medidas a adoptar de forma a atingir o objectivo de minimização dos riscos cambiais incorridos. Balanço desagregado por moeda: Total do Activo BRL EUR GBP USD Total Caixa e disponibilidades em bancos centrais 5,066 3,866,238 3,454 39,581 3,914,339 Disponibilidades em outras instituições de crédito 95, ,242 1, , ,102 Activos financeiros detidos para negociação - Activos financeiros disponíveis para venda - 1,552, ,552,941 (Provisão/ Imparidade) - Aplicações em instituições de crédito - 67,205,472-68,026, ,232,134 (Provisão/ Imparidade) - Crédito a clientes - 5,699,806-39,853 5,739,659 (Provisão/ Imparidade) - (802,508) - - (802,508) Propriedades de investimento - 981, ,019 (Provisão/ Imparidade) - (184,399) - - (184,399) Outros activos tangíveis - 2,051, ,051,162 (Amortizações) - (1,108,920) - - (1,108,920) Activos intangíveis - 152, ,136 (Amortizações) - (152,136) - - (152,136) Activos por impostos correntes - 185, ,495 Activos por impostos diferidos - Outros activos - 931, , ,861 80,523,590 5,055 68,533, ,163,065 - Total do Passivo e Capitais Próprios - Passivos financeiros detidos para negociação - 307, ,650 Recursos de outras instituições de crédito - 672,404-45,154,691 45,827,094 Recursos de clientes e outros empréstimos 14,424 40,386, ,218,775 52,619,979 Provisões - 1,914, ,914,233 Passivos por impostos correntes - Passivos por impostos diferidos - Outros passivos - 1,506, ,506,492 Capital - 39,355, ,355,154 Reservas de reavaliação - 3, ,417 Outras reservas e resultados transitados - 7,175, ,175,426 Resultado do exercício - 453, ,618 14,424 91,775, ,373, ,163,065 Posições de balanço líquidas 86,437 (11,251,521) 4,991 11,160,

19 3.4. RISCO TAXA DE JURO A exposição às variações das taxas de juro é objecto de cuidadosa e permanente análise e acompanhamento. O Comité ALCO procede à monitorização permanente e sistemática da distribuição de activos e passivos de acordo com os seus prazos de refixação de taxa, procedendo-se regularmente à cobertura dos riscos que excedam os limites definidos, mediante a utilização de instrumentos derivados adequados. EUR % USD % Activo Passivo RISCO DE LIQUIDEZ A Sucursal assume deliberadamente uma posição prudente e conservadora em matéria de gestão da liquidez, procurando manter em níveis confortáveis os principais indicadores, em particular a cobertura dos recursos de curto prazo por activos líquidos, por forma a garantir a satisfação das necessidades de tesouraria mesmo em condições adversas de mercado. No que diz respeito à análise ao risco de liquidez, para além das obrigações de solvabilidade a que se encontra sujeito por força da regulamentação prudencial do Banco de Portugal, a Sucursal recorre ainda ao conceito de Gap de liquidez, que lhe permite o planeamento das responsabilidades de tesouraria, rentabilizando a utilização dos fundos sem provocar oscilações significativas na sua solvabilidade. Compondo o Balanço pelos prazos de vencimento das operações activas e passivas, obtém-se uma posição desagregada (positiva ou negativa) segundo os prazos residuais de vencimento das operações. Os Quadros seguintes apresentam o balanço individual, no final do mês de Dezembro de 2008, com as principais classes agrupadas por prazos de vencimento. Até 1 mês De 1 a 3 Meses De 1 a 5 Anos Mais de 5 Anos Indeterminado Total Caixa e disponibilidades em bancos centrais 3,914, ,914,339 Disponibilidades em outras instituições de crédito 671, ,102 Activos financeiros detidos para negociação - Activos financeiros disponíveis para venda 1,348, ,000 4,771 1,552,941 (Provisão/ Imparidade) - Aplicações em instituições de crédito 80,177,540 10,522,167 28,788,442 1,437, , ,232,133 (Provisão/ Imparidade) - Crédito a clientes 3,449, ,575 1,241, ,073 41,190 5,739,659 (Provisão/ Imparidade) (802,508) (802,508) Propriedades de investimento 981, ,019 (Provisão/ Imparidade) (184,399) (184,399) Outros activos tangíveis 2,051, ,051,162 (Amortizações) (1,108,920) (1,108,920) Activos por impostos correntes 185, ,495 Activos por impostos diferidos - Outros activos 752, ,042 Total do Activo 91,435,392 10,937,126 30,029,682 1,754, , ,163,065 Passivos financeiros detidos para negociação 307, ,650 Recursos de outras instituições de crédito 43,834,789 1,940, ,222 45,827,096 Recursos de clientes e outros empréstimos 35,349,021 5,854, ,622 52,619,979 Provisões 1,914, ,914,233 Outros passivos 1,329, ,506,491 Capital 39,355, ,355,154 Reservas de reavaliação 3, ,417 Outras reservas e resultados transitados 7,175, ,175,426 Resultado do exercício 453, ,618 Total do Passivo e Capital Próprio 129,722,405 7,794, , ,163,065 GAP (38,287,013) 3,142,319 30,029,682 1,754, ,133 - GAP Acumulado (38,287,013) (35,144,694) (2,275,306) (521,133) - 17

20 4. ESTIMATIVAS E ASSUMPÇÕES NA APLICAÇÃO DE POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS Na elaboração das demonstrações financeiras a Sucursal efectuou estimativas e utilizou pressupostos que afectam as quantias relatadas dos activos e passivos. Estas estimativas e julgamentos são apreciados regularmente e baseiam-se em diversos factores incluindo expectativas acerca de eventos futuros que se consideram razoáveis nas circunstâncias. Utilizaram-se estimativas e pressupostos nomeadamente nas seguintes áreas significativas: Provisões para crédito concedido A Sucursal apreciou a sua carteira de crédito no sentido de apurar sobre a necessidade de provisões para crédito adicionais aos limites mínimos definidos pelo Banco de Portugal, utilizando para o efeito estimativas sobre os fluxos de caixa recuperáveis incluindo os originados pelas eventuais recuperações e realizações de colaterais. Justo valor de derivados O justo valor de instrumentos financeiros não cotados em mercados activos, é determinado através de técnicas de avaliação. Nos casos em que estas técnicas são utilizadas para determinar justos valores (por exemplo, modelos), a sua fiabilidade é revista e validada periodicamente por pessoal qualificado e independente. Todos os modelos se encontram certificados antes da sua utilização para garantia de resultados actuais e comparativos. Apesar destes modelos utilizarem dados observáveis de mercado, áreas como o risco de crédito (próprio e de terceiros), a volatilidade dos mercados e correlações inerentes, exigem a concepção de estimativas. Quaisquer alterações nas assumpções realizadas acerca destes factores podem afectar o justo valor reportado de instrumentos financeiros. Imparidade de activos financeiros disponíveis para venda A Sucursal determina que existe imparidade em activos financeiros disponíveis para venda, quando se tenha verificado um decréscimo significativo ou prolongado do justo valor, abaixo do seu custo. A quantificação necessária das expressões, significativa e prolongado, exigem juízo profissional. Na realização deste juízo, a Sucursal avalia entre outros factores, a volatilidade normal no preço da acção. Complementarmente, deve ser considerada imparidade quando se verificarem eventos que evidenciem a deterioração da viabilidade do investimento, a performance da indústria e do sector, alterações tecnológicas e cash flows operacionais e financeiros. Impostos sobre lucros A Sucursal é tributada individualmente e está sujeito ao regime fiscal consignado no Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC). Os impostos correntes são calculados de acordo com a legislação aplicável. Nas situações em que existam diferenças temporárias entre os resultados contabilísticos e os resultados fiscais, procede-se ao registo dos respectivos impostos diferidos. 18

21 5. JUSTO VALOR Em 31 de Dezembro de 2008 os valores contabilísticos dos activos e passivos financeiros comparam com o respectivo justo valor conforme segue: Valor Contabilístico Justo Valor Activos Disponibilidades em outras instituições de crédito 671, ,102 Activos financeiros disponíveis para venda 1,552,941 1,552,941 Aplicações em instituições de crédito 135,232, ,232,133 Crédito a clientes 4,937,151 4,937,151 Passivos Passivos financeiros detidos para negociação 307, ,650 Recursos de outras instituições de crédito 45,827,096 45,827,096 Recursos de clientes e outros empréstimos 52,619,979 52,619,979 As disponibilidades em outras instituições de crédito e as aplicações em instituições de crédito são constituídas maioritariamente por depósitos à ordem e de curto prazo que vencem juros a taxas de mercado, pelo que o valor de balanço é uma estimativa razoável do respectivo justo valor. Os activos e passivos financeiros detidos para negociação estão contabilizados ao justo valor. O valor de mercado destes contratos sobre taxas de câmbio é proveniente da reavaliação às taxas de câmbio a prazo do mercado ou, na ausência destas, através do seu cálculo com base nos diferenciais de taxas de juro aplicáveis ao prazo residual de cada operação. Os activos financeiros disponíveis para venda estão contabilizados ao justo valor. O justo valor tem como base os preços de cotação de mercado, sempre que estes se encontrem disponíveis. No caso de acções não cotadas, estas encontram-se reconhecidas ao custo histórico sempre que não exista disponível um valor de mercado e não seja possível determinar com fiabilidade o seu justo valor. O crédito a clientes é estimado com base na actualização dos fluxos de caixa esperados de capital e de juros, os quais vencem juros a taxas de mercado, pelo que o valor de balanço é uma estimativa razoável do respectivo justo valor. Considerando que para os recursos de outras instituições de crédito e de clientes as taxas de juro aplicáveis são de natureza variável e o período de maturidade dos depósitos é substancialmente inferior a um ano, não existem diferenças significativas no seu justo valor. 19

22 6. INDICADORES DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS E DO BALANÇO VENTILADOS POR LINHAS DE NEGÓCIO E POR MERCADOS GEOGRÁFICOS Todos os elementos da demonstração de resultados e do balanço, numa perspectiva de segmentação da actividade da Sucursal por linhas de negócio, deverão ser considerados como banca de retalho. Adicionalmente refira-se que, todos os proveitos e custos gerados pela Sucursal, resultaram de operações realizadas essencialmente no mercado nacional, no mercado europeu e no mercado brasileiro. Portugal União Europeia Estados Unidos da América América do Sul Angola Ilhas Caimão Outros Total Caixa e disponibilidades em bancos centrais 3,914, ,914,339 Disponibilidades em outras instituições de créd 2, , ,465 95, ,102 Activos financeiros detidos para negociação - Activos financeiros disponíveis para venda 1,552, ,552,941 Aplicações em instituições de crédito 69,626,123 54,976,224-7,823,377-2,806, ,232,133 Crédito a clientes 5,739, ,739,659 (Provisão/ Imparidade) (802,508) (802,508) Propriedades de investimento 981, ,019 (Provisão/ Imparidade) (184,399) (184,399) Outros activos tangíveis 2,051, ,051,162 (Amortizações) (1,108,920) (1,108,920) Activos intangíveis 152, ,136 (Amortizações) (152,136) (152,136) Activos por impostos correntes 185, ,495 Outros activos 543, ,499 9, ,042 Total do Activo 82,501,012 55,499, ,710 7,919,204-2,806, ,163,065 Passivos financeiros detidos para negociação (307,650) (307,650) Recursos de outras instituições de crédito (3,803,257) (17,820) - (2,481,594) - (39,520,428) (3,997) (45,827,096) Recursos de clientes e outros empréstimos (33,798,942) (1,055,247) (1,526,745) (10,033,933) (6,095,287) (569) (109,256) (52,619,979) Provisões (1,914,234) (1,914,234) Outros passivos (883,104) (615,602) (5,861) (1,924) (1,506,491) Capital (39,355,154) (39,355,154) Reservas de reavaliação (3,417) (3,417) Outras reservas e resultados transitados (7,175,426) (7,175,426) Resultado do exercício 400,966 (960,183) 118,755 (1,766,365) 158,905 1,591,242 3,062 (453,618) Total do Passivo e Capital Próprio (86,840,218) (2,648,852) (1,413,851) (14,283,816) (5,936,382) (37,929,755) (110,191) (149,163,065) Juros e encargos similares 1,233, ,776 64, , ,850 1,595,327 3,062 3,863,401 Encargos com serviços e comissões 147,359 9, ,332 Resultados de activos e passivos avaliados ao justo valor através de resultados (líquido) 576, ,866 Resultados de activos financeiros disponíveis para venda (líquido) Custos com pessoal 2,323, ,323,229 Gastos gerais administrativos 1,529, ,036 60, ,266,912 Depreciações e amortizações 252, ,625 Provisões líquidas de reposições e anulações 197, ,797 Correcções de valor associadas ao crédito a clientes e valores a receber de outros devedores (líquidas de reposições e anulações) 805, (14) ,845 Impostos 238, ,000 Total Custos 7,304,722 1,155, , , ,850 1,595,327 3,062 10,682,756 Juros e rendimentos similares (3,123,685) (2,074,898) (6,398) (2,097,824) (945) (4,086) - (7,307,835) Rendimentos de instrumentos de capital (61,670) (61,670) Rendimentos de serviços e comissões (869,478) (41,058) - (5,008) (915,544) Resultados de reavaliação cambial (líquido) (2,167,406) (2,167,406) Outros resultados de exploração (655,974) - - (2,402) (658,376) Imparidade de outros activos líquida de reversões e recuperações (25,543) (25,543) Total Proveitos (6,903,756) (2,115,956) (6,398) (2,105,234) (945) (4,086) - (11,136,374) 20

23 7. MARGEM FINANCEIRA Esta rubrica decompõe-se como segue: Juros e rendimentos similares de: Disponibilidades 99, ,505 Aplicações em I.C.'s 6,863,677 11,374,415 Crédito a clientes 335, ,328 Activos disponíveis para venda 8,798 8,702 7,307,835 11,892,950 Juros e encargos similares de: Recursos de I.C.'s 2,310,788 6,941,815 Recursos de clientes 1,482,623 1,440,820 Outros juros e encargos similares 69,990 15,608 3,863,401 8,398,243 Margem Financeira 3,444,434 3,494, RENDIMENTOS E ENCARGOS COM SERVIÇOS E COMISSÕES Estas rubricas decompõem-se como segue: Rendimentos de serviços e comissões Comissões por garantias prestadas 5,069 4,356 Comissões por serviços bancários prestados 910, , , ,667 Encargos com serviços e comissões Comissões por serviços bancários prestados por terceiros 157, , , , RESULTADOS DE ACTIVOS E PASSIVOS AVALIADOS AO JUSTO VALOR ATRAVÉS DE RESULTADOS E RESULTADOS DE REAVALIAÇÃO CAMBIAL Esta rubrica é analisada como segue: Perdas em Operações com instrumentos financeiros ao justos valor através de resultados Derivados de negociação 14,433,587 15,947,437 Ganhos em Operações com instrumentos financeiros ao justos valor através de resultados Derivados de negociação 13,856,721 19,008,399 (576,866) 3,060,962 Os rendimentos líquidos de negociação em moeda estrangeira incluem ganhos e perdas com contratos forward e spot. 21

24 Perdas em operações cambiais 18,792,317 41,714,307 Ganhos em operações cambiais 20,959,723 39,458,222 2,167,406 (2,256,085) 10. OUTROS RESULTADOS DE EXPLORAÇÃO OUTROS RESULTADOS DE EXPLORAÇÃO Outros custos de exploração: Quotizações e donativos 23,969 24,464 Contribuições fundo garantia depósito 13,126 17,500 Outros impostos 64,466 97,713 Outros custos de exploração 14,228 48, , ,576 Outros proveitos de exploração: Ganhos em activos não financeiros 198,925 6,976,011 Outros ganhos e rendimentos operacionais 575, , ,165 7,155, ,376 6,966,752 A 31 de Dezembro de 2008, a rubrica de ganhos em activos não financeiros no montante de Euros refere-se ao impacto da reavaliação do imóvel entregue em dação registado em propriedades de investimento, conforme referido na nota 21. A rubrica de ganhos em activos não financeiros, no exercício de 2007, inclui o montante de Euros relativos à alienação do imóvel da Sede da Sucursal em Portugal. A rubrica de outros ganhos e rendimentos operacionais inclui o montante de Euros (2007: Euros ) relativos à recuperação de créditos abatidos ao activo em exercícios anteriores. 11. CUSTOS COM PESSOAL Esta rubrica é analisada como segue: CUSTOS COM PESSOAL E GASTOS GERAIS ADMINISTRATIVOS CUSTOS COM PESSOAL Remunerações 1,863,373 2,083,837 Encargos sociais obrigatórios: Encargos relativos a remunerações 206, ,262 Fundo de pensões 192, ,952 Outros encargos sociais obrigatórios 12,458 23,246 Outros custos 48,096 55,746 2,323,229 2,707,043 Em 31 de Dezembro de 2008, a rubrica de encargos com fundo de pensões inclui o custo do exercício no montante de Euros e a amortização do proveito diferido (corredor) no montante de Euros Em 31 de Dezembro de 2007, a rubrica de encargos com fundo de pensões inclui o custo do exercício no montante de Euros

25 Em 31 de Dezembro de 2008, o número de colaboradores ao serviço da Sucursal, distribuído por grandes categorias profissionais, analisa-se como segue: Administradores 3 3 Chefes de sector Outras funções Em 31 de Dezembro de 2008, as remunerações e outros encargos atribuídos aos Gerentes ascenderam a Euros (2007: Euros ). 12. GASTOS GERAIS ADMINISTRATIVOS Esta rubrica é analisada como segue: GASTOS GERAIS ADMINISTRATIVOS Com fornecimentos Água, energia e combustíveis 49,341 62,961 Material de consumo corrente 23,830 24,304 Outros fornecimentos 6,612 8,165 79,783 95,430 Com serviços Rendas e alugueres 395, ,192 Comunicações 417, ,964 Deslocações, estadas e representação 52,114 47,236 Publicidade e edição de publicações 18,058 27,737 Conservação e reparação 44, ,615 Transportes 11,306 9,391 Formação de pessoal 10,591 17,873 Seguros 8,225 14,524 Serviços especializados 910,574 1,008,246 Outros serviços de terceiros 317, ,733 2,187,129 2,733,511 2,266,912 2,828, AMORTIZAÇÕES DO EXERCÍCIO Esta rubrica é analisada como segue: AMORTIZAÇÕES Activos intangíveis: Software Outros activos intangíveis Outros activos tangíveis: 9,193 47, ,267 10,006 53,445 Imóveis Imóveis de serviço próprio - 51,379 Obras em imóveis arrendados 53,071 19,323 Equipamento Mobiliário e material Máquinas e ferramentas Equipamento informático Instalações interiores Equipamento de segurança Outros activos tangíveis 21,115 28,802 14,156 22,918 57,049 78,515 53,566 55,097 19,372 31,956 24,290 24, , , , ,719 23

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