MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VIII MONTAGEM DE TUBULAÇÕES

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1 MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VIII MONTAGEM DE TUBULAÇÕES

2 Montagem de Tubulações Chama-se de tubulação um conjunto de tubos e acessórios. A necessidade da existência das tubulações decorre principalmente do fato de o ponto de geração ou de armazenagem dos fluidos estar, em geral, distante do ponto de utilização. Usam-se tubulações para o transporte de todos os materiais capazes de escoar, isto é, todos os fluidos conhecidos, líquidos ou gasosos, assim como materiais pastosos e fluidos com sólidos em suspensão, todos em toda faixa de pressões e temperaturas usuais na indústria

3 Montagem de Tubulações A importância das tubulações na indústria é muito grande todas as indústrias têm redes de tubulações de maior ou menor importância e quase todas essas redes são essenciais ao funcionamento da indústria. A importância é ainda maior nas chamadas indústrias de processo nas quais as tubulações são elementos físicos de ligação entre os equipamentos (vasos de pressão, reatores, tanques, bombas, trocadores de calor, etc.), por onde circulam os fluidos de processo e de utilidades

4 Montagem de Tubulações

5 Montagem de Tubulações

6 Montagem de Tubulações Indústria de processo é um nome genérico para designar as indústrias em que: materiais fluidos sofrem transformações físicas ou químicas, ou as que se dedicam à armazenagem, manuseio e distribuição de fluidos. Dentre essas indústrias citam-se: a indústria do petróleo as indústrias químicas e petroquímicas muitas indústrias alimentícias e farmacêuticas a parte térmica das centrais termoelétricas os terminais de armazenagem e distribuição de produtos de petróleo bem como as instalações para processamento de petróleo ou gás natural, em terra e no mar

7 Montagem de Tubulações Indústria de processo Nessas indústrias, o valor das tubulações representa em média, 20 a 25% do custo total da instalação industrial a montagem das tubulações atinge, em média, 45 a 50% do custo total da montagem de todos os equipamentos o projeto das tubulações vale em média, 20% do custo total do projeto da indústria

8 8.1. Processos utilizados em montagem de tubulações As operações de ligação de tubos entre si, aos acessórios e aos equipamentos são fundamentais em montagem. Os tipos de ligação mais comuns são: solda rosca flange ponta e bolsa além de ligações especiais, para tubos de plástico ou de pequeno diâmetro

9 Ligações por solda As ligações soldadas são as preferidas, por: sua alta resistência boa estanqueidade simplicidade de aplicação baixo custo e, ainda, por dispensarem manutenção Porém, são contra-indicadas quando há previsão de desmontagem da tubulação Entre as ligações por solda, os tipos mais utilizados são: Solda elétrica de topo é a ligação mais utilizada, principalmente para tubos de aço de 2 ou mais. Solda de encaixe é bastante utilizada em tubos de aço de pequeno diâmetro, até 1 ½. para tubos de plástico e não-ferrosos pode ser usada com diâmetros maiores, até 4. Brasagem e solda branca são usadas para tubos não-ferrosos, como cobre, latão e chumbo

10 Ligações por solda

11 Ligações por solda

12 Ligações rosqueadas As ligações por rosca são usadas em tubulações com diâmetros menores, até 2, e especialmente quando há previsão de desmontagem da linha. Se os tubos ainda não estiverem rosqueados, as roscas terão que ser abertas em oficina de campo (pipe-shop) ou no próprio local de trabalho. As tubulações rosqueadas, são totalmente montados no campo, não sendo comum sua pré-fabricação e prémontagem. As medidas são tiradas no próprio local, pois o projeto não costuma especificar cotas definitivas, devido às dificuldades para abertura das roscas. Em geral, tubulações de menor diâmetro, que costumam ser rosqueadas, são montadas no final, de modo a se acomodarem às de maior diâmetro, que são soldadas.

13 Ligações rosqueadas

14 Ligações flangeadas As ligações por meio de flanges são usadas em tubulações acima de 2, quando: há previsão de desmontagem, quando os tubos são revestidos internamente, ou ainda em locais onde não seja possível a utilização de solda de campo. Os flanges podem ligar tubos entre si ou a equipamentos e acessórios. Cada ligação é composta de dois flanges e de parafusos ou estojos, porcas e junta de vedação. Os flanges são ligados aos tubos por solda a não ser no caso de materiais não soldáveis ou plásticos, em que podem ser usados flanges rosqueados

15 Ligações flangeadas

16 Ligações flangeadas

17 Ligações de ponta e bolsa Este tipo de ligação é muito utilizado em tubulações de água e esgoto em: ferro fundido cerâmica vitrificada concreto polipropileno. Cada tubo é dotado de uma ponta lisa e de outra em forma de bolsa. A ponta lisa se encaixa à bolsa do tubo seguinte. No interior da bolsa é colocado um material de vedação, como retentores de borracha ou argamassa de cimento

18 Ligações de ponta e bolsa

19 8.2. Recebimento e armazenagem de tubulações Os tubos, acessórios e equipamentos, ao serem recebidos, serão conferidos, inspecionados e limpos, interna e externamente, verificando-se seu estado geral, normalmente por amostragem. O manuseio, especialmente dos tubos pintados ou revestidos, deverá ser cuidadoso, para evitar danos. Para limpeza e preservação, os tubos serão batidos com marreta de madeira e soprados com ar comprimido, eliminado-se a sujeira e oxidação. A seguir, as extremidades serão tamponadas, para evitar a entrada de sujeira e umidade. Os biséis dos tubos, flanges e conexões devem ser protegidos contra corrosão, com um verniz removível As roscas devem ser untadas com graxa anticorrosiva e envolvidas com plástico ou borracha.

20 8.2. Recebimento e armazenagem de tubulações Acessórios como tês, reduções, curvas, etc., deverão ser lavados para remoção de substancias de proteção porventura aplicadas pelos fabricantes. Em seguida, devem ser etiquetados e guardados no almoxarifado. Válvulas, reservatórios, bombas, compressores e instrumentos, entre outros, deverão ser desembalados, conferidos e guardados em local fechado e seguro. Equipamentos de maior porte podem ficar em local descoberto, com os cuidados de tamponar seus bocais e não deixar que assentem diretamente no solo.

21 8.2. Recebimento e armazenagem de tubulações Materiais armazenados ao tempo, inclusive varas de tubos, válvulas, peças préfabricadas etc., devem ser colocados em posição que não permitam o empoçamento de água da chuva. É necessário que antes de iniciados os serviços de montagem seja estabelecido um sistema de codificação de materiais, e de controle dos recebimentos e saídas dos mesmos.

22 8.2. Recebimento e armazenagem de tubulações Os tubos, válvulas e outra peças dos diversos tipos de aço-carbono e aço-liga, bem como das diferentes variedades de aços inoxidáveis, devem ser marcadas, peça por peça, para evitar possibilidades de engano, uma vês que para a maioria destes materiais é impossível a distinção visual. Em serviços de responsabilidade, um engano de materiais pode causar sérios prejuízos ou acidentes, a marcação das peças só deve ser feita depois de confirmado o tipo exato de material através de exame.

23 8.2. Recebimento e armazenagem de tubulações Em princípio não se deve estocar tubos e outros materiais grandes no local da obra Para não atrapalhar o trânsito de pessoas e veículos E não atrapalhar a própria montagem. Não se devem deixar ao tempo materiais que possam ser danificados pela chuva. As extremidades das varas de tubo não devem ser deixadas abertas para evitar a entrada de terra e outros corpos estranhos, e também para não servirem de locais de guarda de ferramentas, eletrodos, etc.

24 8.3. Pré-fabricação e pré-montagem Em montagem de tubulações industriais é comum fazer o que se chama de prémontagem de peças de tubulação. Esses subconjuntos de peças são chamados de spool.

25 8.3. Pré-fabricação e pré-montagem A pré-montagem de tubulações aplica-se às tubulações metálicas, com solda de topo, e eventualmente às tubulações de plástico reforçado (tubos FRP). Para tubulações enterradas, de qualquer material, não se faz pré-montagem, que também não é usual para tubulações de 2 ou menores. Em princípio, devem ser pré-montadas pecas abrangendo a maior parte possível de todo o sistema de tubulações a ser montado: para simplificar o serviço global de montagem reduzir ao mínimo a soldagem e montagem no local da obra A pré-montagem das peças pode ser feita em oficina própria, fora do local da montagem (pré-fabricação), ou no próprio local da montagem (fabricação no campo).

26 8.3. Pré-fabricação e pré-montagem A pré-fabricação é usada onde há recurso de oficinas, ou em montagens grandes, quando for econômica a instalação de uma oficina especial para este fim Com a pré-fabricação em oficinas obtém-se um rendimento muito melhor do trabalho e conseguem-se peças mais bem feita e com dimensões mais exatas. Para pré-montagem das peças, o montador deve receber os desenhos isométricos, as plantas de tubulação e as especificações de montagem e de inspeção.

27 8.3. Pré-fabricação e pré-montagem Peças grandes e pesadas diminuem o número de soldas no campo mas em compensação tornam em geral a montagem mais difícil. Na prática costuma-se limitar em 12m o comprimento, em 3 m a largura ou a altura, e em 2500 kg o peso máximo de cada peça pré-montada. Para tubulações com algum revestimento anticorrosivo interno, de plásticos, borrachas, ou materiais semelhantes, é usual que não existam soldas de campo, sendo todas as extremidades das peças pré-montadas dotadas de flanges.

28 8.4. Fabricação de suportes de tubulações Os suportes destinam-se a sustentar o peso dos tubos e do fluido neles contido, além de outros esforços que possam vir a atuar sobre os tubos. Se mal dimensionados ou excessivamente espaçados, podem ocasionar acidentes, flechas excessivas e vazamentos. Podem ser encomendados a firmas especializadas, ou fabricados no pipe-shop da obra antes da montagem das tubulações, com chapa e perfis de aço soldados, como for conveniente,

29 8.4. Fabricação de suportes de tubulações Sua montagem poderá ser feita apoiando-os sobre estruturas, bases de concreto e no solo, ou então, pendurados em paredes de alvenaria, fundações ou estruturas metálicas. Nas fundações, são fixados por meio de insertos, chapas de aço embutidas no concreto. Quando montados sobre bases de concreto próprias, depois de assentados sobre seus calços, devem ser alinhados e nivelados. Após o aperto final dos chumbadores, deverão ser grauteados.

30 8.4. Fabricação de suportes de tubulações Normalmente, os suportes são fixos, podendo ser de vários tipos e instalados de diferentes maneiras: Embutidos ou apoiados em bases de concreto, em geral para tubulações de baixa altura. Apoiados sobre colunas metálicas, dos tipos simples ou pórtico, geralmente a maior altura. Tipo mão francesa soldada a uma estrutura metálica ou chumbada a uma parede de concreto. Dependurados de estruturas metálicas ou lajes existentes. Tipos especiais para apoio de tubos ou curvas verticais, ou outras finalidades. Eventualmente, poderá haver necessidade de suportes provisórios durante a montagem, que depois serão removidos, como ocorre no caso de teste hidrostático com água em tubulações de gás, para que os tubos possam resistir ao peso da água

31 Preparação para a montagem de tubulações Antes de ser iniciada a montagem de qualquer sistema de tubulação devem ser ou já devem estar instalados sobre suas bases todos os equipamentos ligados à rede de tubulações: vasos tanques reatores trocadores de calor bombas compressores, etc. Todos os equipamentos devem ter bases próprias, não se admitindo que fiquem pendurados ou suportados pelas tubulações.

32 Preparação para a montagem de tubulações Todos esses equipamentos devem ser colocados em suas posições exatas, depois de alinhados e nivelados Os bocais dos equipamentos, onde se ligam as tubulações, servirão de pontos de partida e de orientação para toda a montagem futura dos tubos, e, assim, um pequeno desvio que haja na posição de qualquer equipamento poderá resultar em grave erro na posição das tubulações. Todo sistema de suportes deve estar completamente pronto antes de ser iniciada a montagem das tubulações, para diminuir ao mínimo a necessidade de suportes provisórios de montagem. A completação antecipada dos suportes definitivos tem também a vantagem de evitar que a construção dos mesmos fique inteiramente a critério do pessoal de montagem

33 Preparação para a montagem de tubulações Principalmente em obras grandes, devese programar com muito cuidado a seqüência de montagem, para evitar que a montagem de uma determinada seção de tubulação torne inacessível a colocação de outras. De um modo geral, deve-se começar pela montagem das tubulações de maior diâmetro e que sejam ligadas diretamente a vasos e equipamentos.

34 Preparação para a montagem de tubulações Em qualquer serviço de montagem é importante o planejamento prévio de toda área da obra: O estudo da melhor disposição para do canteiro da obra É necessário a previsão de áreas adequadas para: a oficina de pré-montagem, o escritório, o almoxarifado coberto (para peças pequenas ou valiosas), para a armazenagem de peças grandes e das peças prémontadas etc.

35 Preparação para a montagem de tubulações Devem ser estudados: o suprimento água, de ar comprimido de eletricidade, Devem ser previstas as facilidades para acesso e trânsito: de pessoas, veículos e máquinas.

36 Montagem de tubulações Antes de ser iniciada a montagem deve ser feita: a limpeza de todas as peças pré-montadas de todos os componentes avulsos (varas de tubos, válvu1as, etc.) a inspeção dimensional das peças pré-fabricadas Na montagem de tubulações é necessário que seja observado com o maior rigor possível o alinhamento entre as varas de tubo e as peças pré-montadas. Se todo sistema de suportes já estiver completamente pronto e perfeitamente alinhado e nivelado, o alinhamento dos tubos é relativamente fácil de ser conseguido, bastando colocar as varas de tubo e peças pré-montadas nos respectivos suportes.

37 Montagem de tubulações Quase sempre necessidade de construção de escoramentos provisório para a sustentação de pequenas peças que não tenham suportes próprios, ou para auxiliar a sustentação de outras peças. Para a montagem de tubulações com isolamento térmico, devem ainda ser colocados, sobre os suportes definitivos, calços provisórios com a altura dos patins, para que as tubulações fiquem na elevação correta. Os escoramentos provisórios devem ser seguros e bastante robustos para não fletirem com o peso das tubulações, fazendo com que fiquem fora da elevação de projeto. Esses escoramentos costumam ser feitos de madeira ou de perfis e tubos de aço; nesse último caso podem ser ponteados com solda entre si ou nos tubos a sustentar, para melhorar a rigidez e segurança.

38 Montagem de tubulações É muito importante que em nenhuma ocasião, durante a montagem, se tenham tubos ou outras peças em posição não suportada, fazendo peso ou introduzindo momentos sobre bocais de vasos, tanques, equipamentos, válvulas etc. Esses esforços, ainda que se exerçam por pouco tempo, podem causar danos consideráveis. Drenos, respiros, purgadores; linhas de aquecimento e outros acessórios pequenos que não tenham a sua localização definida exatamente no projeto devem ser colocados em locais de fácil acesso e que não interfiram com outras construções. Caso necessário devem ser acrescentados, nos pontos baixos e pontos altos, drenos e respiros não previstos no projeto.

39 Montagem de tubulações Em qualquer serviço de montagem de tubulações devem ser observadas todas as normas de segurança para evitar acidentes. No caso particular de obras em instalações onde existam (ou possam existir) líquidos ou gases inflamáveis, explosivos, ou capazes de formar misturas ' detonantes, deve-se tomar o máximo cuidado com os riscos de incêndio e de explosão. Os serviços de solda, de maçarico, ou quaisquer outros serviços de chama aberta, só podem ser executados depois de expressamente autorizados pelo inspetor de segurança, que dará um certificado da inexistência de condições de explosividade no local, ou recomendará as precauções que forem necessárias. Convém observar que a simples percussão de um objeto de ferro ou de aço sobre um outro pode gerar uma centelha capaz de provocar uma explosão.

40 Montagem de tubulações Em todos os serviços de montagem de tubulações, é muito importante o papel da fiscalização da obra. O Engenheiro-Fiscal deve acompanhar cuidadosamente, desde o início, toda a montagem, não só para verificar a perfeita obediência aos desenhos e especificações, como também, e principalmente, para auxiliar o montador. Quaisquer dúvidas, possíveis erros de projeto, e alternativas sugeridas, devem ser levados ao conhecimento do Engenheiro-Fiscal, que resolverá essas questões, se necessário, com o auxílio do projetista. O montador, por muito competente que seja, não tem condições para decidir, pelo fato de desconhecer as razões que levaram o projetista a adotar essa ou aquela solução.

41 Casos especiais de montagem de tubulações Tubulações rosqueadas As tubulações rosqueadas são sempre inteiramente montadas no campo, não havendo pré-montagem. A montagem geralmente é feita com dimensões tiradas no local, porque nos desenhos dessas tubulações não costumam figurar as dimensões exatas, As roscas nos extremos dos pedaços de tubo costumam ser abertas no campo com tarraxas manuais Para o corte desses pedaços de tubo deve ser dado o acréscimo do comprimento de rosca que ficará, depois do aperto, dentro das luvas, uniões, válvulas, joelhos, tês, etc.

42 Casos especiais de montagem de tubulações Tubulações com revestimentos internos Para as tubulações que devam ter um revestimento interno (de materiais plásticos, elastômeros, ebonite etc.), as varas de tubo e as conexões podem: ser adquiridas já revestidas ou o revestimento pode ser aplicado na montagem Os tubos e conexões com revestimento já aplicado têm as extremidades flangeadas, geralmente com flanges soltos deve-se evitar o aperto excessivo dos parafusos dos flanges para não danificar o revestimento. Para permitir a montagem de tubulações revestidas, devem existir ligações flangeadas espaçadas de 10 a 15 m, dependendo da configuração geométrica da tubulação desta forma são necessárias outras ligações flangeadas, além das existentes nos pontos extremos de cada tubulação. Essas ligações flangeadas adicionais devem ser acrescentadas a critério do montador, onde necessário, devendo-se para isso fornecer previamente os desenhos isométricos da tubulação.

43 Casos especiais de montagem de tubulações Tubulações com revestimentos internos O revestimento interno deve obrigatoriamente estender-se, sem solução de continuidade, também às faces de todos os flanges. Essas recomendações não se aplicam: aos tubos galvanizados, nem geralmente aos tubos com revestimento de concreto, que só costumam ser usados como revestimento anticorrosivo, em serviços de baixa responsabilidade.

44 Casos especiais de montagem de tubulações Tubulações de pequeno diâmetro Tubulações de cobre, latões, alumínio, e materiais plásticos, de pequeno diâmetro (até 1"), são empregadas para a transmissão de sinais pneumáticos para instrumentos para a condução de água e óleos. Essas tubulações, como têm pequena resistência estrutural, são em geral instaladas formando um feixe (bundle) Mudanças de direção são feitas com tubos curvados o encurvamento deve ser feito com raio grande e com o devido cuidado para não achatar os tubos.

45 Casos especiais de montagem de tubulações Tubulações de pequeno diâmetro Feixe de tubos de pequeno diâmetro

46 8.6. Teste de pressão em tubulações e válvulas Depois de montado o sistema de tubulações, deve ser feito obrigatoriamente um teste de pressão para a verificação de possíveis vazamentos Esta é uma exigência comum a todas as normas de projeto de tubulações. Na grande maioria dos casos o teste é feito por pressão de água (teste hidrostático)

47 8.6. Teste de pressão em tubulações e válvulas Em casos especiais, onde não se permita presença de água ou umidade nos tubos, faz-se o teste com ar comprimido, ou mais raramente com outros fluidos. O teste com ar comprimido também pode ser necessário para tubulações de grande diâmetro para gases, cujos suportes não permitam a carga adicional do peso da água do teste.

48 8.6. Teste de pressão em tubulações e válvulas No teste hidrostático a pressão de teste deve ser sempre superior à pressão de operação da tubulação. Pela norma ASME B.31.3, a pressão de teste hidrostático para tubulações cujas temperaturas forem inferiores a 340 C é dada por P t = 1, 5 P Sc S h Pt = pressão mínima no teste hidrostático. P = pressão de projeto da tubulação. Sc = tensão admissível do material a 340 C. Sh = tensão admissível do material na temperatura de projeto.

49 8.6. Teste de pressão em tubulações e válvulas O teste com ar comprimido é bastante perigoso devido: ao risco de explosão que pode ocorrer, em conseqüência da força elástica do ar, se houver um ponto fraco no sistema, este risco é tanto maior quanto maior for o volume de ar contido na tubulação. Este tipo de teste é formalmente desaconselhado, É permitido apenas nos raros casos em que o teste hidrostático normal for inteiramente inviável. A pressão de teste com ar deverá: ser 10% acima da pressão de projeto, mas não deve exceder 0,2 MPa ( 2 kgf/cm2).

50 8.6. Teste de pressão em tubulações e válvulas Qualquer que seja o teste de pressão, o mesmo deve ser realizado: Pelo menos 48 horas depois de realizada a última soldagem. Depois de realizados todos os tratamentos térmicos. Antes de qualquer serviço de pintura ou aplicação de qualquer revestimento.

51 8.7. Isolamento térmico Algumas tubulações além de transportar os fluidos a que se destinam, devem também mantê-los a temperaturas convenientes: Acima do ambiente (linhas quentes, ou aquecidas) Abaixo do ambiente (linhas frias). Esta finalidade é cumprida através do revestimento térmico das tubulações, que normalmente é feito externamente, mas em certos casos pode ser interno. O isolamento térmico das tubulações, quentes ou frias, é obtido, normalmente, revestindo-as externamente com materiais apropriados para esta finalidade. Somente em casos especiais, de linhas quentes de grande diâmetro, usa-se revestir internamente as tubulações.

52 8.7. Isolamento térmico Os materiais para revestimento externo podem ser encontrados sob a forma de: calhas, segmentos pré-moldados, lençóis ou fios

53 8.7. Isolamento térmico São mais comuns os seguintes materiais: Hidrossilicato de cálcio muito usado para tubulações quentes, temperaturas até 95 C. Espuma de poliestireno indicado para baixas temperaturas. Lã de vidro, até 230 C que exige cuidados por ser agressivo à saúde. Amianto sob a forma de lençóis ou de fios há uma tendência atual para se descartar completamente produtos à base de amianto, pelos seus efeitos nocivos à saúde e ecologia.

54 8.7. Isolamento térmico Os revestimentos em forma de calha são ajustados à superfície externa do tubo Em superfícies irregulares, como válvulas, filtros, etc., o isolamento pode ser obtido: com pedaços de calhas amarrados com arame, recobertas com argamassa isolante ou então, envolvendo a peça com uma argamassa armada com tela isolante

55 8.8. Preparação para a operação A preparação para operação se inicia com o condicionamento da tubulação montada, compreendendo: Limpeza interna, como for necessário, com: água, ar comprimido, vapor, Óleo, ou produtos químicos. Preservação. Simulação de funcionamento.

56 Limpeza de tubulações Depois de terminada a montagem deve-se fazer a limpeza interna completa das tubulações, para remover: depósitos de ferrugem, pontas de eletrodos, salpicos de solda, poeiras, rebarbas e outros detritos. Essa limpeza é geralmente feita pelo bombeamento contínuo de água até que a água saia completamente limpa.

57 Limpeza de tubulações Por precaução adicional, colocam-se filtros provisórios de tela na entrada das bombas, compressores, medidores e outros equipamentos, para evitar a entrada de detritos, durante os primeiros períodos de operação do sistema. A água empregada na limpeza deve ser doce, limpa e não-poluída.

58 Limpeza de tubulações Antes da limpeza, devem ser retiradas da tubulação: válvulas de retenção, válvulas de controle, placas de orifício, separadores de linha, válvulas de segurança, válvulas de alívio, essas peças devem ser limpas em separado, e substituídas provisoriamente na tubulação por carretéis (pedaços curtos de tubo com extremos flangeados).

59 Limpeza de tubulações Em tubulações para gases, principalmente quando de grande diâmetro, deve ser verificado no projeto se os suportes podem resistir ao peso da tubulação cheia de água, ou se é necessário a construção de escoramentos provisórios. Em lugar da limpeza convencional acima descrita, a limpeza das tubulações também pode ser feita por meio de um "pig". Quando houver necessidade de uma limpeza mais perfeita, pode-se recorrer à limpeza mecânica e à limpeza química.

60 8.9. Custo de serviços de tubulações A estimativa de serviços de tubulação é complexa não só devido à grande variedade de tipos de serviço, como também à influência de numerosas circunstâncias, algumas mais difíceis de se prever ou de se avaliar com relativa segurança.

61 8.9. Custo de serviços de tubulações O tempo gasto na execução de um determinado tipo de serviço depende, entre outros, dos seguintes fatores: Trabalho único ou feito em série. Trabalho na oficina ou no campo. Instalação nova ou já em operação. Local de fácil ou de difícil acesso. Maior ou menor grau de periculosidade e de insalubridade. Competência dos profissionais e qualidade da supervisão.

62 8.9. Custo de serviços de tubulações O tempo gasto na execução de um determinado tipo de serviço depende, entre outros, dos seguintes fatores: Ferramentas e equipamentos adequados em qualidade e quantidade. Facilidade de obtenção dos materiais e de transporte. Serviço feito de dia ou à noite, em horário normal ou em horas extras. Serviço feito em local abrigado ou sujeito a sol, chuva e vento. Maior ou menor urgência do trabalho e maior ou menor grau de qualidade exigida.

63 8.9. Custo de serviços de tubulações O cálculo dos tempos necessários é feito geralmente em duas etapas: Primeiro faz-se a estimativa básica, que consiste em considerar os tempos gastos para serviços feitos em condições típicas normais. A estimativa básica costuma ser feita pela simples consulta a tabelas de índices de montagem, em função de cada tipo de serviço e respectiva quantidade.

64 8.9. Custo de serviços de tubulações Obtida a estimativa básica, a segunda etapa será corrigi-la para atender às situações reais dos diversos fatores de influência. Para essa correção, os conhecimentos e a prática de quem faz são importantes e insubstituíveis. A maior ou menor precisão da estimativa final dependerá da prática de quem aplica os coeficientes de correção para os fatores de influência existentes, e da sensibilidade em avaliar a importância de cada um desses fatores. Deve-se fazer sempre a comparação entre as estimativas feitas e os tempos efetivamente gastos em cada serviço já executado

65 Equipes de pré-fabricação e montagem Categoria Montagem Pré-fabricação Encarregado de tubulação 1 1 Encanador 4 2 Montador 1 4 Soldador de tubulação 2 2 Soldador de chaparia 2 Maçariqueiro 1 2 Caldeireiro 1 Ajudante 5 6 Total 14 20

66 Equipes de isolamento térmico Categoria Isolamento com hidrossilicato Isolamento com papelão aluminizado e massa Encarregado de isolamento 1 1 Isolador 6 6 Pedreiro - 1 Ajudante 6 6 Total 13 14

67 Equipes de montagem de refratário Categoria Preparação e corte de tijolos Montagem refratária Mestre refratário 1 1 Pedreiro de refratário 1 7 Operador de serra 5 - Ajudante 5 7 Total 12 15

68 8.11. Índices de montagem Diâmetro nominal Tubo corrido por m Soldas de topo Ligações flangeadas Válvulas flangeadas (pol) Série 40 Série 80 Série 40 Série # 300# 150# 300# Ligações rosqueadas 3/4 0,21 0, ,4 1 0,24 0, ,5 1 1/2 0,30 0,28 1,1 1,3 1,5 1,7 0,5 0,7 0,8 2 0,39 0,45 1,3 1,5 1,7 2,0 0,6 0,8 1,2 3 0,61 0,75 2,0 2,2 2,0 2,3 0,8 1,0-4 0,81 0,99 2,5 2,8 2,2 2,6 1,0 1,3-6 1,17 1,56 3,3 4,0 2,5 3,0 1,5 2,0-8 1,56 2,04 4,0 5,0 2,7 3,2 2,0 2,5-10 1,98 2,54 5,0 6,0 3,0 3,5 2,5 3,3-12 2,28 2,70 6,5 7,8 3,2 3,7 3,0 4,0-14 2,40 3,00 7,2 8,5 3,3 4,0 3,6 4,9-16 2,70 3,30 7,8 9,0 3,5 4,2 4,3 6,0-18 3,00 3,55 9,0 10,2 3,7 4,4 5,0 7,2-20 3,25 3,75 10,0 12,0 4,0 4,6 5,8 8,4-24 3,60 4,10 12,0 14,5 4,2 4,8 7,0 9,6 -

69 8.11. Índices de montagem OPERAÇÃO Diâmetro (pol) Tubulação (a) Acessórios (b) Flanges (c) Cotovelos c/ rosca (c) TT c/ rosca (c) Válvulas Soldas de campo (b) 1/2 49,0 0,4-0,5 0,6 1,0 1,0 3/4 52,4 0,5-0,5 0,6 1,0 1,0 1 59,0 0,6 0,5 0,8 1,0 1,8 1,5 1 1/4 88,5 0,8 0,8 0,8 1,0 2,0 2,0 1 1/2 111,4 1,0 1,0 1,0 1,3 2,5 2, ,5 1,5 1,0 1,0 1,3 4,0 2,0 2 1/2 157,3 2,5 1,5 1,3 1,6 5,0 2, ,2 3,0 2,0 1,5 1,9 7,0 2, ,7 5,0 3,0 2,0 2,6 9,0 3, ,4 7,0 4,0 4,0 5,2 12,0 4, ,2 8,0 5,0 4,0 5,2 15,0 5, ,0 10,0 6,0 6,0 7,8 18,0 7,0 a - Tempo para execução de tubulação, por homem-hora, por 100m de tubo, incluindo transporte por caminhão ou estrada de ferro, para o local de trabalho, corte, roscas, flangeamento, soldagem. b - De 1/2 a 2", solda de encaixe, 2.1/2" e maiores, solda de topo. c - Inclui manuseio e uniões.

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS Ligações rosqueadas; Ligações soldadas; Ligações flangeadas; Ligações de ponta e bolsa; Outras Ligações: - Ligações de compressão; - Ligações patenteadas. 1 Fatores que influenciam

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