[...] III - concessão de registro de marca; [...]

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "[...] III - concessão de registro de marca; [...]"

Transcrição

1 Definições Características Art. 2º A proteção dos direitos relativos à propriedade industrial, considerado o seu interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País, efetuase mediante: II - concessão de registro de desenho industrial; Art. 94. Ao autor será assegurado o direito de obter registro de desenho industrial que lhe confira a propriedade, nas condições estabelecidas nesta Lei. Art. 95. Considera-se desenho industrial a forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial. Art. 96. O desenho industrial é considerado novo quando não compreendido no estado da técnica. Art Não é registrável como desenho industrial: I - o que for contrário à moral e aos bons costumes ou que ofenda a honra ou imagem de pessoas, ou atente contra liberdade de consciência, crença, culto religioso ou idéia e sentimentos dignos de respeito e veneração; II - a forma necessária comum ou vulgar do objeto ou, ainda, aquela determinada essencialmente por considerações técnicas ou funcionais. Art. 2º A proteção dos direitos relativos à propriedade industrial, considerado o seu interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País, efetuase mediante: III - concessão de registro de marca; Art São suscetíveis de registro como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidos nas proibições legais. Art Para os efeitos desta Lei, considera-se: I - marca de produto ou serviço: aquela usada para distinguir produto ou serviço de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa; II - marca de certificação: aquela usada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada; e III - marca coletiva: aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade. Art. 1º - Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos. Art. 2º - Os estrangeiros domiciliados no exterior gozarão da proteção assegurada nos acordos, convenções e tratados em vigor no Brasil. Art. 3º - Os direitos autorais reputam-se, para os efeitos legais, bens móveis. Art. 4º - Interpretam-se restritivamente os negócios jurídicos sobre os direitos autorais. Art. 5º - Para efeitos considera-se: I - publicação - o oferecimento de obra literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo; II - transmissão ou emissão - a difusão de sons ou de sons e imagens, por meio de ondas radioelétricas; sinais de satélite; fio, cabo, ou outro condutor; meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético; III - retransmissão - a emissão simultânea da transmissão de uma empresa por outra; IV - distribuição - a colocação à disposição do público do original ou cópia de obras literárias, artísticas ou científicas, interpretações ou execuções fixadas e fonogramas, mediante a venda, locação ou qualquer outra forma de transferência de propriedade ou posse; Art. 1º Programa de computador é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem natural ou codificada, contida em suporte físico de qualquer natureza, de emprego necessário em máquinas automáticas de tratamento da informação, dispositivos, instrumentos ou equipamentos periféricos, baseados em técnica digital ou análoga, para fazê-los funcionar de modo e para fins determinados. programas de computador são sequências de comandos codificados que podem ser realizados para obtenção de qualquer resultado por meio de computador ou construções semelhantes, capazes de processar informações, ou sequências simbólicas de comandos, ou sequências simbólicas de frases que podem ser transformadas em sequências de comandos automáticos (GRUR INT, 1991, apud Publicações da Escola da AGU, 2011, p. 35). Art. 26. Para os fins deste Capítulo, adotam-se as seguintes definições: II - topografia de circuitos integrados significa uma série de imagens relacionadas, construídas ou codificadas sob qualquer meio ou forma, que represente a configuração tridimensional das camadas que compõem um circuito integrado, e na qual cada imagem represente, no todo ou em parte, a disposição geométrica ou arranjos da superfície do circuito integrado em qualquer estágio de sua concepção ou manufatura.

2 Características Art. 5º - Para efeitos considera-se: V - comunicação ao público - ato mediante o qual obra é colocada ao alcance do público, por qualquer meio ou procedimento e que não consista na distribuição de exemplares; VI - reprodução - cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária, artística ou científica ou de fonograma, de qualquer forma tangível, incluindo qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido; VII - contrafação - a reprodução não autorizada; VIII - obra: a) em co-autoria - quando é criada em comum, por dois ou mais autores; b) anônima - quando não se indica o nome do autor, por sua vontade ou por ser desconhecido; c) pseudônima - quando o autor se oculta sob nome suposto; d) inédita - a que não haja sido objeto de publicação; e) póstuma - a que se publique após a morte do autor; f) originária - a criação primígena; g) derivada - a que, constituindo criação intelectual nova, resulta da transformação de obra originária;

3 Características Art. 5º - Para efeitos considera-se: h) coletiva - a criada por iniciativa, organização e responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica, que a publica sob seu nome ou marca e que é constituída pela participação de diferentes autores, cujas contribuições se fundem numa criação autônoma; i) audiovisual - a que resulta da fixação de imagens com ou sem som, que tenha a finalidade de criar, por meio de sua reprodução, a impressão de movimento, independentemente dos processos de sua captação, do suporte usado inicial ou posteriormente para fixá-lo, bem como dos meios utilizados para sua veiculação; IX - fonograma - toda fixação de sons de uma execução ou interpretação ou de outros sons, ou de uma representação de sons que não seja uma fixação incluída em uma obra audiovisual; X- editor - a pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgála, nos limites previstos no contrato de edição; XI - produtor - a pessoa física ou jurídica que toma a iniciativa e tem a responsabilidade econômica da primeira fixação do fonograma ou da obra audiovisual, qualquer que seja a natureza do suporte utilizado;

4 Características Art. 5º - Para efeitos considera-se: XII - radiodifusão - a transmissão sem fio, inclusive por satélites, de sons ou imagens e sons ou das representações desses, para recepção ao público e a transmissão de sinais codificados, quando os meios de decodificação sejam oferecidos ao público pelo organismo de radiodifusão ou com seu consentimento; XIII - artistas intérpretes ou executantes - todos os atores, cantores, músicos, bailarinos ou outras pessoas que representem um papel, cantem, recitem, declamem, interpretem ou executem em qualquer forma obras literárias ou artísticas ou expressões do folclore. Art. 7º - São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como: I - os textos de obras literárias, artísticas ou científicas; II - as conferências, alocuções, sermões e outras obras da mesma natureza; III - as obras dramáticas e dramático - musicais; IV - as obras coreográficas e pantomímicas, cuja execução cênica se fixe por escrito ou por outra qualquer forma; V - as composições musicais, tenham ou não letra; VI - as obras audiovisuais, sonorizadas ou não, inclusive as cinematográficas; VII - as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia;

5 Características Art. 7º - [Idem]: VIII - as obras de desenho, pintura, gravura, escultura, litografia e arte cinética; IX - as ilustrações, cartas geográficas e outras obras da mesma natureza; X - os projetos, esboços e obras plásticas concernentes à geografia, engenharia, topografia, arquitetura, paisagismo, cenografia e ciência; XI - as adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova; XII - os programas de computador; XIII - as coletâneas ou compilações, antologias, enciclopédias, dicionários, bases de dados e outras obras, que, por sua seleção, organização ou disposição de seu conteúdo, constituam uma criação intelectual. 1º Os programas de computador são objeto de legislação específica, observadas as disposições desta Lei que lhes sejam aplicáveis. 2º A proteção concedida no inciso XIII não abarca os dados ou materiais em si mesmos e se entende sem prejuízo de quaisquer direitos autorais que subsistam a respeito dos dados ou materiais contidos nas obras. 3º No domínio das ciências, a proteção recairá sobre a forma literária ou artística, não abrangendo o seu conteúdo científico ou técnico, sem prejuízo dos direitos que protegem os demais campos da propriedade imaterial.

6 Não é registrável Art Não é registrável como desenho industrial: I - o que for contrário à moral e aos bons costumes ou que ofenda a honra ou imagem de pessoas, ou atente contra liberdade de consciência, crença, culto religioso ou idéia e sentimentos dignos de respeito e veneração; II - a forma necessária comum ou vulgar do objeto ou, ainda, aquela determinada essencialmente por considerações técnicas ou funcionais. Art Não são registráveis como marca: I - brasão, armas, medalha, bandeira, emblema, distintivo e monumento oficiais, públicos, nacionais, estrangeiros ou internacionais, bem como a respectiva designação, figura ou imitação; II - letra, algarismo e data, isoladamente, salvo quando revestidos de suficiente forma distintiva; III - expressão, figura, desenho ou qualquer outro sinal contrário à moral e aos bons costumes ou que ofenda a honra ou imagem de pessoas ou atente contra liberdade de consciência, crença, culto religioso ou idéia e sentimento dignos de respeito e veneração; IV - designação ou sigla de entidade ou órgão público, quando não requerido o registro pela própria entidade ou órgão público; V - reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciador de título de estabelecimento ou nome de empresa de terceiros, suscetível de causar confusão ou associação com estes sinais distintivos; VI - sinal de caráter genérico, necessário, comum, vulgar ou simplesmente descritivo, quando tiver relação com o produto ou serviço a distinguir, ou aquele empregado comumente para designar uma característica do produto ou serviço, quanto à natureza, nacionalidade, peso, valor, qualidade e época de produção ou de prestação do serviço, salvo quando revestidos de suficiente forma distintiva; Art. 8º - Não são objeto de proteção como direitos autorais de que trata esta Lei: I - as idéias, procedimentos normativos, sistemas, métodos, projetos ou conceitos matemáticos como tais; II - os esquemas, planos ou regras para realizar atos mentais, jogos ou negócios; III - os formulários em branco para serem preenchidos por qualquer tipo de informação, científica ou não, e suas instruções; IV - os textos de tratados ou convenções, leis, decretos, regulamentos, decisões judiciais e demais atos oficiais; V - as informações de uso comum tais como calendários, agendas, cadastros ou legendas; VI - os nomes e títulos isolados; VII - o aproveitamento industrial ou comercial das idéias contidas nas obras. Art. 9º - À cópia de obra de arte plástica feita pelo próprio autor é assegurada a mesma proteção de que goza o original. Art A proteção à obra intelectual abrange o seu título, se original e inconfundível com o de obra do mesmo gênero, divulgada anteriormente por outro autor. Parágrafo único. O título de publicações periódicas, inclusive jornais, é protegido até um ano após a saída do seu último número, salvo se forem anuais, caso em que esse prazo se elevará a dois anos. Art. 2º O regime de proteção à propriedade intelectual de programa de computador é o conferido às obras literárias pela legislação de direitos autorais e conexos vigentes no País, observado o disposto nesta Lei. 1º Não se aplicam ao programa de computador as disposições relativas aos direitos morais, ressalvado, a qualquer tempo, o direito do autor de reivindicar a paternidade do programa de computador e o direito do autor de oporse a alterações não-autorizadas, quando estas impliquem deformação, mutilação ou outra modificação do programa de computador, que prejudiquem a sua honra ou a sua reputação. Art. 37. Os efeitos da proteção prevista no art. 36 desta Lei não se aplicam: I - aos atos praticados por terceiros não autorizados com finalidade de análise, avaliação, ensino e pesquisa; II - aos atos que consistam na criação ou exploração de uma topografia que resulte da análise, avaliação e pesquisa de topografia protegida, desde que a topografia resultante não seja substancialmente idêntica à protegida; III - aos atos que consistam na importação, venda ou distribuição por outros meios, para fins comerciais ou privados, de circuitos integrados ou de produtos que os incorporem, colocados em circulação pelo titular do registro de topografia de circuito integrado respectivo ou com seu consentimento; e IV - aos atos descritos nos incisos II e III do caput do art. 36 desta Lei, praticados ou determinados por quem não sabia, por ocasião da obtenção do circuito integrado ou do produto, ou não tinha base razoável para saber que o produto ou o circuito integrado incorpora uma topografia protegida, reproduzida ilicitamente.

7 Não é registrável Art Não são registráveis como marca: VII - sinal ou expressão empregada apenas como meio de propaganda; VIII - cores e suas denominações, salvo se dispostas ou combinadas de modo peculiar e distintivo; IX - indicação geográfica, sua imitação suscetível de causar confusão ou sinal que possa falsamente induzir indicação geográfica; X - sinal que induza a falsa indicação quanto à origem, procedência, natureza, qualidade ou utilidade do produto ou serviço a que a marca se destina; XI - reprodução ou imitação de cunho oficial, regularmente adotada para garantia de padrão de qualquer gênero ou natureza; XII - reprodução ou imitação de sinal que tenha sido registrado como marca coletiva ou de certificação por terceiro, observado o disposto no art. 154; XIII - nome, prêmio ou símbolo de evento esportivo, artístico, cultural, social, político, econômico ou técnico, oficial ou oficialmente reconhecido, bem como a imitação suscetível de criar confusão, salvo quando autorizados pela autoridade competente ou entidade promotora do evento; XIV - reprodução ou imitação de título, apólice, moeda e cédula da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios, dos Municípios, ou de país;

8 Não é registrável Art Não são registráveis como marca: XV - nome civil ou sua assinatura, nome de família ou patronímico e imagem de terceiros, salvo com consentimento do titular, herdeiros ou sucessores; XVI - pseudônimo ou apelido notoriamente conhecidos, nome artístico singular ou coletivo, salvo com consentimento do titular, herdeiros ou sucessores; XVII - obra literária, artística ou científica, assim como os títulos que estejam protegidos pelo direito autoral e sejam suscetíveis de causar confusão ou associação, salvo com consentimento do autor ou titular; XVIII - termo técnico usado na indústria, na ciência e na arte, que tenha relação com o produto ou serviço a distinguir; XIX - reprodução ou imitação, no todo ou em parte, ainda que com acréscimo, de marca alheia registrada, para distinguir ou certificar produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim, suscetível de causar confusão ou associação com marca alheia; XX - dualidade de marcas de um só titular para o mesmo produto ou serviço, salvo quando, no caso de marcas de mesma natureza, se revestirem de suficiente forma distintiva; XXI - a forma necessária, comum ou vulgar do produto ou de acondicionamento, ou, ainda, aquela que não possa ser dissociada de efeito técnico;

9 Não é registrável Art Não são registráveis como marca: XXII - objeto que estiver protegido por registro de desenho industrial de terceiro; XXIII - sinal que imite ou reproduza, no todo ou em parte, marca que o requerente evidentemente não poderia desconhecer em razão de sua atividade, cujo titular seja sediado ou domiciliado em território nacional ou em país com o qual o Brasil mantenha acordo ou que assegure reciprocidade de tratamento, se a marca se destinar a distinguir produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim, suscetível de causar confusão ou associação com aquela marca alheia. Art À marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade. Art A marca notoriamente conhecida em seu ramo de atividade nos termos do art. 6º bis (I), da Convenção da União de Paris para Proteção da Propriedade Industrial, goza de proteção especial, independentemente de estar previamente depositada ou registrada no Brasil. 1º A proteção de que trata este artigo aplica-se também às marcas de serviço.

10 Itens Art O pedido de registro, nas condições estabelecidas pelo INPI, conterá: I - requerimento; II - relatório descritivo, se for o caso; III - reivindicações, se for o caso; IV - desenhos ou fotografias; V - campo de aplicação do objeto; e VI - comprovante do pagamento da retribuição relativa ao depósito. Art Apresentado o pedido, será ele submetido a exame formal preliminar e, se devidamente instruído, será protocolizado, considerada a data do depósito a da sua apresentação. Do Depósito do Pedido Da vigência do Registro Art O registro vigorará pelo prazo de 10 anos contados da data do depósito, prorrogável por 3 períodos sucessivos de 5 anos cada. 1º O pedido de prorrogação deverá ser formulado durante o último ano de vigência do registro, instruído com o comprovante do pagamento da respectiva retribuição. 2º Se o pedido de prorrogação não tiver sido formulado até o termo final da vigência do registro, o titular poderá fazêlo nos 180 dias subseqüentes, mediante o pagamento de retribuição adicional. Art O pedido deverá referir-se a um único sinal distintivo e, nas condições estabelecidas pelo INPI, conterá: I - requerimento; II - etiquetas, quando for o caso; e III - comprovante do pagamento da retribuição relativa ao depósito. Parágrafo único. O requerimento e qualquer documento que o acompanhe deverão ser apresentados em língua portuguesa e, quando houver documento em língua estrangeira, sua tradução simples deverá ser apresentada no ato do depósito ou dentro dos 60 (sessenta) dias subseqüentes, sob pena de não ser considerado o documento. Art Apresentado o pedido, será ele submetido a exame formal preliminar e, se devidamente instruído, será protocolizado, considerada a data de depósito a da sua apresentação. Art O registro da marca vigorará pelo prazo de 10 anos, contados da data da concessão do registro, prorrogável por períodos iguais e sucessivos. 1º O pedido de prorrogação deverá ser formulado durante o último ano de vigência do registro, instruído com o comprovante do pagamento da respectiva retribuição. 2º Se o pedido de prorrogação não tiver sido efetuado até o termo final da vigência do registro, o titular poderá fazêlo nos 6 meses subseqüentes, mediante o pagamento de retribuição adicional. Art A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro. Art É facultado ao autor registrar a sua obra no órgão público definido no caput e no 1º do art. 17 da Lei nº 5.988, de 14 de dezembro de Art Os serviços de registro de que trata esta Lei serão organizados conforme preceitua o 2º do art. 17 da Lei nº 5.988, de 14 de dezembro de Art. 17 da Lei 5.988/73 1º Se a obra for de natureza que comporte registro em mais de um desses órgãos, deverá ser registrada naquele com que tiver maior afinidade. 2º O Poder Executivo, mediante Decreto, poderá a qualquer tempo, reorganizar os serviços de registro, conferindo a outros Órgãos as atribuições a que se refere este artigo. Art No exercício do direito de reprodução, o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição do público a obra, na forma, local e pelo tempo que desejar, a título oneroso ou gratuito. 1º O direito de exclusividade de reprodução não será aplicável quando ela for temporária e apenas tiver o propósito de tornar a obra, fonograma ou interpretação perceptível em meio eletrônico ou quando for de natureza transitória e incidental, desde que ocorra no curso do uso devidamente autorizado da obra, pelo titular. Art. 3º Os programas de computador poderão, a critério do titular, ser registrados em órgão ou entidade a ser designado por ato do Poder Executivo, por iniciativa do Ministério responsável pela política de ciência e tecnologia. 1º O pedido de registro estabelecido neste artigo deverá conter, pelo menos, as seguintes informações: I - os dados referentes ao autor do programa de computador e ao titular, se distinto do autor, sejam pessoas físicas ou jurídicas; II - a identificação e descrição funcional do programa de computador; e III - os trechos do programa e outros dados que se considerar suficientes para identificá-lo e caracterizar sua originalidade, ressalvando-se os direitos de terceiros e a responsabilidade do Governo. Art. 2º O regime de proteção à propriedade intelectual de programa de computador é o conferido às obras literárias pela legislação de direitos autorais e conexos vigentes no País, observado o disposto nesta Lei. 2º Fica assegurada a tutela dos direitos relativos a programa de computador pelo prazo de cinqüenta anos, contados a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente ao da sua publicação ou, na ausência desta, da sua criação. Art. 31. O pedido de registro deverá referir-se a uma única topografia e atender às regulamentações do Inpi: I - requerimento; II - descrição da topografia e de sua correspondente função; III - desenhos ou fotografias essenciais para permitir sua identificação e caracterizar sua originalidade; IV - declaração de exploração anterior, se houver, indicando a data de seu início; V - comprovante do pagamento da retribuição relativa ao depósito do pedido de registro. Art. 32. A requerimento do depositante, por ocasião do depósito, o pedido poderá ser mantido em sigilo por 6 meses, contado da data do depósito, após o que será processado. Art. 33. Protocolizado o pedido o Inpi fará exame formal, podendo formular exigências que deverão ser cumpridas integralmente no prazo de 60 dias, sob pena de arquivamento definitivo. Art. 35. A proteção da topografia será concedida por 10 (dez) anos contados da data do depósito ou da 1ª (primeira) exploração, o que tiver ocorrido primeiro. Art. 36. O registro de topografia de circuito integrado confere ao seu titular o direito exclusivo de explorá-la, sendo vedado a terceiros sem o consentimento do titular: I - reproduzir a topografia, no todo ou em parte, por qualquer meio, inclusive incorporá-la a um circuito integrado;

11 Da vigência do Registro Art. 30-2º Em qualquer modalidade de reprodução, a quantidade de exemplares será informada e controlada, cabendo a quem reproduzir a obra a responsabilidade de manter os registros que permitam, ao autor, a fiscalização do aproveitamento econômico da exploração. Art A cessão total ou parcial dos direitos de autor, que se fará sempre por escrito, presume-se onerosa. 1º Poderá a cessão ser averbada à margem do registro a que se refere o art. 19 desta Lei, ou, não estando a obra registrada, poderá o instrumento ser registrado em Cartório de Títulos e Documentos. 2º Constarão do instrumento de cessão como elementos essenciais seu objeto e as condições de exercício do direito quanto a tempo, lugar e preço. Art A cessão dos direitos de autor sobre obras futuras abrangerá, no máximo, o período de cinco anos. Parágrafo único. O prazo será reduzido a cinco anos sempre que indeterminado ou superior, diminuindo-se, na devida proporção, o preço estipulado. Art. 2º O regime de proteção à propriedade intelectual de programa de computador é o conferido às obras literárias pela legislação de direitos autorais e conexos vigentes no País, observado o disposto nesta Lei. 4º Os direitos atribuídos por esta Lei ficam assegurados aos estrangeiros domiciliados no exterior, desde que o país de origem do programa conceda, aos brasileiros e estrangeiros domiciliados no Brasil, direitos equivalentes. 5º Inclui-se dentre os direitos assegurados por esta Lei e pela legislação de direitos autorais e conexos vigentes no País aquele direito exclusivo de autorizar ou proibir o aluguel comercial, não sendo esse direito exaurível pela venda, licença ou outra forma de transferência da cópia do programa. 6º O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos casos em que o programa em si não seja objeto essencial do aluguel. Art. 36. O registro de topografia de circuito integrado confere ao seu titular o direito exclusivo de explorá-la, sendo vedado a terceiros sem o consentimento do titular: II - importar, vender ou distribuir por outro modo, para fins comerciais, uma topografia protegida ou um circuito integrado no qual esteja incorporada uma topografia protegida; ou III - importar, vender ou distribuir por outro modo, para fins comerciais, um produto que incorpore um circuito integrado no qual esteja incorporada uma topografia protegida, somente na medida em que este continue a conter uma reprodução ilícita de uma topografia. Parágrafo único. A realização de qualquer dos atos previstos neste artigo por terceiro não autorizado, entre a data do início da exploração ou do depósito do pedido de registro e a data de concessão do registro, autorizará o titular a obter, após a dita concessão, a indenização que vier a ser fixada judicialmente.

12 Da proteção conferida pelo Registro Art A propriedade adquire-se pelo registro validamente concedido. Parágrafo único. Aplicam-se ao registro do desenho industrial, no que couber, as disposições do art. 42 e dos incisos I, II e IV do art. 43. Art À pessoa que, de boa fé, antes da data do depósito ou da prioridade do pedido de registro explorava seu objeto no País, será assegurado o direito de continuar a exploração, sem ônus, na forma e condição anteriores. 1º O direito conferido na forma deste artigo só poderá ser cedido juntamente com o negócio ou empresa, ou parte deste, que tenha direta relação com a exploração do objeto do registro, por alienação ou arrendamento. 2º O direito de que trata este artigo não será assegurado a pessoa que tenha tido conhecimento do objeto do registro através de divulgação nos termos do 3º do art. 96, desde que o pedido tenha sido depositado no prazo de 6 (seis) meses contados da divulgação. Art Ao titular da marca ou ao depositante é ainda assegurado o direito: I - ceder seu registro ou pedido de registro; II - licenciar seu uso; III - zelar pela sua integridade material ou reputação. Art A proteção de que trata esta Lei abrange o uso da marca em papéis, impressos, propaganda e documentos relativos à atividade do titular. Art O titular da marca não poderá: I - impedir que comerciantes ou distribuidores utilizem sinais distintivos que lhes são próprios, juntamente com a marca do produto, na sua promoção e comercialização; II - impedir que fabricantes de acessórios utilizem a marca para indicar a destinação do produto, desde que obedecidas as práticas leais de concorrência; III - impedir a livre circulação de produto colocado no mercado interno, por si ou por outrem com seu consentimento 3º e 4º do art. 68; IV - impedir a citação da marca em discurso, obra científica ou literária ou qualquer outra publicação, desde que sem conotação comercial e sem prejuízo para seu caráter distintivo. Art Os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1º de janeiro do ano subseqüente ao de seu falecimento, obedecida a ordem sucessória da lei civil. Parágrafo único. Aplica-se às obras póstumas o prazo de proteção a que alude o caput deste artigo. Art Será de setenta anos o prazo de proteção aos direitos patrimoniais sobre as obras anônimas ou pseudônimas, contado de 1º de janeiro do ano imediatamente posterior ao da primeira publicação. Parágrafo único. Aplicar-se-á o disposto no art. 41 e seu parágrafo único, sempre que o autor se der a conhecer antes do termo do prazo previsto no caput deste artigo. Art O prazo de proteção aos direitos patrimoniais sobre obras audiovisuais e fotográficas será de setenta anos, a contar de 1º de janeiro do ano subseqüente ao de sua divulgação. Art Além das obras em relação às quais decorreu o prazo de proteção aos direitos patrimoniais, pertencem ao domínio público: I - as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores; II - as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais. Art. 2º [Idem anterior] 3º A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro. Art. 9º O uso de programa de computador no País será objeto de contrato de licença. Parágrafo único. Na hipótese de eventual inexistência do contrato referido no caput deste artigo, o documento fiscal relativo à aquisição ou licenciamento de cópia servirá para comprovação da regularidade do seu uso. Art. 10. Os atos e contratos de licença de direitos de comercialização referentes a programas de computador de origem externa deverão fixar, quanto aos tributos e encargos exigíveis, a responsabilidade pelos respectivos pagamentos e estabelecerão a remuneração do titular dos direitos de programa de computador residente ou domiciliado no exterior. Art. 11. Nos casos de transferência de tecnologia de programa de computador, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial fará o registro dos respectivos contratos, para que produzam efeitos em relação a terceiros. Parágrafo único. Para o registro de que trata este artigo, é obrigatória a entrega, por parte do fornecedor ao receptor de tecnologia, da documentação completa, em especial do código fonte comentado, memorial descritivo, especificações funcionais internas, diagramas, fluxogramas e outros dados técnicos necessários à absorção da tecnologia. Art. 29. A proteção prevista neste Capítulo só se aplica à topografia que seja original, no sentido de que resulte do esforço intelectual do seu criador ou criadores e que não seja comum ou vulgar para técnicos, especialistas ou fabricantes de circuitos integrados, no momento de sua criação. 1º Uma topografia que resulte de uma combinação de elementos e interconexões comuns ou que incorpore, com a devida autorização, topografias protegidas de terceiros somente será protegida se a combinação, considerada como um todo, atender ao disposto no caput deste artigo. 2º A proteção não será conferida aos conceitos, processos, sistemas ou técnicas nas quais a topografia se baseie ou a qualquer informação armazenada pelo emprego da referida proteção. 3º A proteção conferida neste Capítulo independe da fixação da topografia. Art. 30. A proteção depende do registro, que será efetuado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI.

13 Da proteção conferida pelo Registro Art As normas relativas aos direitos de autor aplicam-se, no que couber, aos direitos dos artistas intérpretes ou executantes, dos produtores fonográficos e das empresas de radiodifusão. Parágrafo único. A proteção desta Lei aos direitos previstos neste artigo deixa intactas e não afeta as garantias asseguradas aos autores das obras literárias, artísticas ou científicas. Art Tem o artista intérprete ou executante o direito exclusivo de, a título oneroso ou gratuito, autorizar ou proibir: V - qualquer outra modalidade de utilização de suas interpretações ou execuções. 2º A proteção aos artistas intérpretes ou executantes estende-se à reprodução da voz e imagem, quando associadas às suas atuações. Art É de setenta anos o prazo de proteção aos direitos conexos, contados a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente à fixação, para os fonogramas; à transmissão, para as emissões das empresas de radiodifusão; e à execução e representação pública, para os demais casos. Art Se uma obra, em conseqüência de ter expirado o prazo de proteção que lhe era anteriormente reconhecido pelo 2º do art. 42 da Lei nº 5.988, de 14 de dezembro de 1973, caiu no domínio público, não terá o prazo de proteção dos direitos patrimoniais ampliado por força do art. 41 desta Lei.

14 Do exame do mérito Art O titular do desenho industrial poderá requerer o exame do objeto do registro, a qualquer tempo da vigência, quanto aos aspectos de novidade e de originalidade. Parágrafo único. O INPI emitirá parecer de mérito, que, se concluir pela ausência de pelo menos um dos requisitos definidos nos arts. 95 a 98, servirá de fundamento para instauração de ofício de processo de nulidade do registro. Art Protocolizado, o pedido será publicado para apresentação de oposição no prazo de 60 (sessenta) dias. 1º O depositante será intimado da oposição, podendo se manifestar no prazo de 60 (sessenta) dias. 2º Não se conhecerá da oposição, nulidade administrativa ou de ação de nulidade se, fundamentada no inciso XXIII do art. 124 ou no art. 126, não se comprovar, no prazo de 60 (sessenta) dias após a interposição, o depósito do pedido de registro da marca na forma desta Lei. Art Decorrido o prazo de oposição ou, se interposta esta, findo o prazo de manifestação, será feito o exame, durante o qual poderão ser formuladas exigências, que deverão ser respondidas no prazo de 60 (sessenta) dias. 1º Não respondida a exigência, o pedido será definitivamente arquivado. 2º Respondida a exigência, ainda que não cumprida, ou contestada a sua formulação, dar-se-á prosseguimento ao exame. Art Concluído o exame, será proferida decisão, deferindo ou indeferindo o pedido de registro. Art. 49. Na concessão das licenças compulsórias deverão ser obedecidas as seguintes condições e requisitos: I - o pedido de licença será considerado com base no seu mérito individual; II - o requerente da licença deverá demonstrar que resultaram infrutíferas, em prazo razoável, as tentativas de obtenção da licença em conformidade com as práticas comerciais normais; III - o alcance e a duração da licença serão restritos ao objetivo para o qual a licença for autorizada; IV - a licença terá caráter de nãoexclusividade; V - a licença será intransferível, salvo se em conjunto com a cessão, alienação ou arrendamento do empreendimento ou da parte que a explore; e VI - a licença será concedida para suprir predominantemente o mercado interno. 1º As condições estabelecidas nos incisos II e VI do caput deste artigo não se aplicam quando a licença for concedida para remediar prática anticompetitiva ou desleal, reconhecida em processo administrativo ou judicial. 2º As condições estabelecidas no inciso II do caput deste artigo também não se aplicam quando a licença for concedida em caso de emergência nacional ou de outras circunstâncias de extrema urgência. 3º Nas situações de emergência nacional ou em outras circunstâncias de extrema urgência, o titular dos direitos será notificado tão logo quanto possível.

15 Da nulidade e extinção do Registro Da retribuição quinquenal Art É nulo o registro concedido em desacordo com as disposições desta Lei. 1º A nulidade do registro produzirá efeitos a partir da data do depósito do pedido. 2º No caso de inobservância do disposto no art. 94, o autor poderá, alternativamente, reivindicar a adjudicação do registro. Art O registro extingue-se: I - pela expiração do prazo de vigência; II - pela renúncia de seu titular, ressalvado o direito de terceiros; III - pela falta de pagamento da retribuição prevista nos arts. 108 e 120; IV - pela inobservância do disposto no art Art O titular do registro está sujeito ao pagamento de retribuição qüinqüenal, a partir do segundo qüinqüênio da data do depósito. 1º O pagamento do segundo qüinqüênio será feito durante o 5º (quinto) ano da vigência do registro. 2º O pagamento dos demais qüinqüênios será apresentado junto com o pedido de prorrogação a que se refere o art º O pagamento dos qüinqüênios poderá ainda ser efetuado dentro dos 6 (seis) meses subseqüentes ao prazo estabelecido no parágrafo anterior, mediante pagamento de retribuição adicional. Art É nulo o registro que for concedido em desacordo com as disposições desta Lei. Parágrafo único. A nulidade do registro poderá ser total ou parcial, sendo condição para a nulidade parcial o fato de a parte subsistente poder ser considerada registrável. Art O titular de uma marca registrada em país signatário da Convenção da União de Paris para Proteção da Propriedade Industrial poderá, alternativamente, reivindicar, através de ação judicial, a adjudicação do registro, nos termos previstos no art. 6º septies (1) daquela Convenção. Art A declaração de nulidade produzirá efeito a partir da data do depósito do pedido. Art O certificado de registro será concedido depois de deferido o pedido e comprovado o pagamento das retribuições correspondentes. Art O pagamento das retribuições, e sua comprovação, relativas à expedição do certificado de registro e ao primeiro decênio de sua vigência, deverão ser efetuados no prazo de 60 (sessenta) dias contados do deferimento. Parágrafo único. A retribuição poderá ainda ser paga e comprovada dentro de 30 (trinta) dias após o prazo previsto neste artigo, independentemente de notificação, mediante o pagamento de retribuição específica, sob pena de arquivamento definitivo do pedido. Art Se uma obra, em conseqüência de ter expirado prazo de proteção que lhe era anteriormente reconhecido pelo 2º do art. 42 da Lei nº 5.988, de 14 de dez. de 1973, caiu no domínio público, não terá o prazo de proteção dos direitos patrimoniais ampliado por força do art. 41 desta Lei. Art Os fonogramas, os livros e as obras audiovisuais sujeitar-se-ão a selos ou sinais de identificação sob a responsabilidade do produtor, distribuidor ou importador, sem ônus para o consumidor, com o fim de atestar o cumprimento das normas legais vigentes, conforme dispuser o regulamento. Art Esta Lei entra em vigor 120 dias após sua publicação. Art Para os serviços de registro previstos nesta Lei será cobrada retribuição, cujo valor e processo de recolhimento serão estabelecidos por ato do titular do órgão da administração pública federal a que estiver vinculado o registro das obras intelectuais. Art O preço da retribuição será arbitrado, com base nos usos e costumes, sempre que no contrato não a tiver estipulado expressamente o autor. Art O editor será obrigado a prestar contas mensais ao autor sempre que a retribuição deste estiver condicionada à venda da obra, salvo se prazo diferente houver sido convencionado. Art. 39. O registro de topografia de circuito integrado será declarado nulo judicialmente se concedido em desacordo com as disposições deste Capítulo: I - a presunção do 1º do art. 27 da Lei provar-se inverídica; II - a topografia não atender ao requisito de originalidade consoante o art. 29 da Lei; III - os documentos apresentados conforme disposto no art. 31 da Lei não forem suficientes para identificar a topografia; IV - o pedido de registro não tiver sido depositado no prazo definido no parágrafo único do art. 33 da Lei. 1º A nulidade poderá ser total ou parcial. Art. 40. Declarado nulo o registro, será cancelado o respectivo certificado. Art. 61. Pelos serviços prestados de acordo com este Capítulo será cobrada retribuição, cujo valor e processo de recolhimento serão estabelecidos em ato do Ministro de Estado a que estiver vinculado o Inpi.

Prioridades do Registro

Prioridades do Registro Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Propriedade industrial / Aula 03 Professor: Marcelo Tavares Conteúdo: Marcas (cont.), Desenho Industrial (início). continuação de Marcas Quanto a forma de apresentação:

Leia mais

GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA

GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA 1. DEFINIÇÃO DE MARCA Marca é um sinal que individualiza os produtos ou serviços de uma determinada empresa e os distingue dos produtos ou serviços de seus concorrentes.

Leia mais

Logotipo X Marca X Logomarca IDENTIDADE VISUAL. Parte I LOGOTIPO MARCA LOGOMARCA. galleti.net

Logotipo X Marca X Logomarca IDENTIDADE VISUAL. Parte I LOGOTIPO MARCA LOGOMARCA. galleti.net IDENTIDADE VISUAL Parte I LOGOTIPO MARCA LOGOMARCA galleti.net 1. LOGOTIPO É composto por partes distintas: o símbolo e a tipografia, que juntos formam o logotipo em si. Mas, também pode ser uma representação

Leia mais

Registro de Marcas e Patentes

Registro de Marcas e Patentes Registro de Marcas e Patentes Propriedade Intelectual Propriedade Industrial (marcas, patentes e desenhos industriais) + Direito de Autor Sistema de Propriedade Intelectual - Direito autoral e patentes:

Leia mais

NORMA DE REGISTRO DE MARCAS - NOR 506

NORMA DE REGISTRO DE MARCAS - NOR 506 MANUAL DE MARKETING E SERVIÇOS COD. 500 ASSUNTO: PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS REFERENTES AO REGISTRO DE MARCAS DA EMPRESA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 131 de 10/11/2014 VIGÊNCIA: 11/11/2014 NORMA DE

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL LDA

PROPRIEDADE INTELECTUAL LDA PROPRIEDADE INTELECTUAL LDA Grupo de Discussão UFMT/ESUD Cuiabá (MT), 05/11/2010 Geraldo da Cunha Macedo E-mail e MSN: gmacedo@terra.com.br PROPRIEDADE INTELECTUAL Propriedade Industrial (LPI) Direito

Leia mais

SNBU 2012 DIREITOS AUTORAIS E LICENÇAS PÚBLICAS

SNBU 2012 DIREITOS AUTORAIS E LICENÇAS PÚBLICAS SNBU 2012 DIREITOS AUTORAIS E LICENÇAS PÚBLICAS SÉRGIO BRANCO Parte 1 INTRODUÇÃO Stephanie Lenz e seu filho Holden: O Caso Let s go Crazy US$ 150,000.00 Parte 2 A PROPRIEDADE INTELECTUAL Propriedade Intelectual

Leia mais

LEI DE PROGRAMA DE COMPUTADOR

LEI DE PROGRAMA DE COMPUTADOR LEI DE PROGRAMA DE COMPUTADOR LEI Nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998 Dispõe sobre a proteção de propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País, e dá outras providências.

Leia mais

3º A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro.

3º A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro. Lei Nº 9.609 CAPÍTULO II DA PROTEÇÃO AOS DIREITOS DE AUTOR E DO REGISTRO Art. 2º O regime de proteção à propriedade intelectual de programa de computador é o conferido às obras literárias pela legislação

Leia mais

Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998.

Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Lei de Software Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País, e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE UNISINOS Unidade 07 Professora Liz Beatriz Sass 2010/II O direito brasileiro e a informática Lei nº 7.232/84 Política Nacional de Informática Criou

Leia mais

PRESIDÊNCIA 31/10/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 273 / 2011

PRESIDÊNCIA 31/10/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 273 / 2011 PRESIDÊNCIA 31/10/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 273 / 2011 EMENTA: Estabelece os procedimentos relativos ao depósito e processamento de pedidos de registro de topografia de circuito integrado no INPI. O

Leia mais

RESOLUÇÃO N 49, DE 27 DE SETEMBRO DE 2012

RESOLUÇÃO N 49, DE 27 DE SETEMBRO DE 2012 RESOLUÇÃO N 49, DE 27 DE SETEMBRO DE 2012 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 33ª Reunião Ordinária, realizada no dia vinte e sete de setembro de 2012, no uso das atribuições

Leia mais

PROPRIEDADE INDUSTRIAL MARCAS E PATENTES

PROPRIEDADE INDUSTRIAL MARCAS E PATENTES PROPRIEDADE INDUSTRIAL MARCAS E PATENTES A marca quando registrada no INPI, Instituto Nacional da Propriedade Industrial,dá a obrigatoriedade de uso exclusivo ao seu titular, criando assim característica

Leia mais

DIREITOS CONEXOS. António Paulo Santos Advogado especialista em propriedade intelectual Sócio da APSMAR Advogados

DIREITOS CONEXOS. António Paulo Santos Advogado especialista em propriedade intelectual Sócio da APSMAR Advogados DIREITOS CONEXOS António Paulo Santos Advogado especialista em propriedade intelectual Sócio da APSMAR Advogados DIREITOS CONEXOS Origem e fontes dos direitos conexos. Evolução tecnológica; Convenções

Leia mais

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Direito Empresarial II Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Aula 06 Patentes Pipeline / Revalidação (art. 230 e 231): Patentes impossíveis até 1996; ADI; Discussões somente a respeito

Leia mais

Propriedade Industrial

Propriedade Industrial Propriedade Industrial Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996 Constituição Federal, Artigo 5º, XXIX Instituto Nacional da Propriedade Industrial Instituto Nacional da Propriedade Industrial - Autarquia Federal,

Leia mais

Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. Art. 1o. - Esta lei regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial.

Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. Art. 1o. - Esta lei regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. Lei de patentes INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial LEI No. 9.279 DE 14 DE MAIO DE 1996 Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1o.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996. Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE.

PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE. PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE. Os procedimentos do registo da marca encontram-se dispostos no Código da Propriedade Industrial adiante (CPI), artigos 110 à 135; o registo é igualmente

Leia mais

PATENTES E SUAS ETAPAS. Antes de efetuado um depósito, recomendamos exame E BUSCA preliminar, para verificar se o pedido está de acordo com as normas.

PATENTES E SUAS ETAPAS. Antes de efetuado um depósito, recomendamos exame E BUSCA preliminar, para verificar se o pedido está de acordo com as normas. PATENTES E SUAS ETAPAS Antes de efetuado um depósito, recomendamos exame E BUSCA preliminar, para verificar se o pedido está de acordo com as normas. A busca de anterioridade não é obrigatória, mas é altamente

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO -

- GUIA DO EMPRESÁRIO - - GUIA DO EMPRESÁRIO - REGISTRO DE MARCAS LEGISLAÇÃO Planeta Contábil 2008 Todos os Direitos Reservados (www.planetacontabil.com.br) 1/19 Neste documento você encontrará a legislação referente ao registro

Leia mais

RELATÓRIO REGISTRO DE MARCA: LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL

RELATÓRIO REGISTRO DE MARCA: LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL Procedência: Secretaria de Estado da Cultura Interessado: Gerência Executiva do Projeto Estruturador Circuito Cultural Praça da Liberdade Número: 14.534 Data: 5 de agosto de 2005 Ementa: Estado de Minas

Leia mais

PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR. Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO

PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR. Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO PROPRIEDADE INDUSTRAL PROPRIEDADE INTELECTUAL DIREITO AUTORAL PROTEÇÃO SUI

Leia mais

Registro Registro é facultativo (arts. 18 e 19 da LDA).

Registro Registro é facultativo (arts. 18 e 19 da LDA). Registro Registro é facultativo (arts. 18 e 19 da LDA). A proteção ao direitos autorais independe de registro. Efeito: segurança com presunção relativa aos direitos de propriedade. Finalidade: prova e

Leia mais

NITT. Manual do. Equipe do NITT/UNIVATES. Ana Christina Majolo Alves de Oliveira Cristiani Reimers Junior Roberto Willig Thaís Carnielletto Müller

NITT. Manual do. Equipe do NITT/UNIVATES. Ana Christina Majolo Alves de Oliveira Cristiani Reimers Junior Roberto Willig Thaís Carnielletto Müller Manual do NITT Equipe do NITT/UNIVATES Ana Christina Majolo Alves de Oliveira Cristiani Reimers Junior Roberto Willig Thaís Carnielletto Müller Apoio: Ana Christina Majolo Alves de Oliveira Cristiani Reimers

Leia mais

Patentes Conceitos Básicos

Patentes Conceitos Básicos Patentes Conceitos Básicos O que é patente O que é patenteável O que não é patenteável Como é um documento de patente Como definir o escopo de proteção Como é o processo de patenteamento 2014 www.axonal.com.br

Leia mais

Propriedade Industrial. (Lei 9.279/96) Direitos Autorais (Lei 9.610/98)

Propriedade Industrial. (Lei 9.279/96) Direitos Autorais (Lei 9.610/98) Propriedade Industrial Patentes (Lei 9.279/96) Invenção Modelo de Utilidade Desenho Industrial Marcas Direitos Autorais (Lei 9.610/98) Software (Lei n 9.609/98) Patentes Invenção/Modelo de Utilidade Proteção

Leia mais

Figurativa: aquela constituída por desenho, figura ou qualquer forma estilizada de letra e número, isoladamente.

Figurativa: aquela constituída por desenho, figura ou qualquer forma estilizada de letra e número, isoladamente. MARCA O que é marca? É um sinal visualmente perceptível, usado para identificar e distinguir certos bens e serviços produzidos ou procedentes de uma específica pessoa ou empresa. As marcas podem ser: Nominativa:

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I D Ê N C I A

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I D Ê N C I A Ato Normativo 128/97 05/03/1997 ATO NORMATIVO Nº 128 MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I D Ê N C I A Assunto: Dispõe sobre aplicação

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL:

PROPRIEDADE INTELECTUAL: PROPRIEDADE INTELECTUAL: LEGISLAÇÃO - 2 Profa. Dra. Suzana Leitão Russo Prof. Gabriel Francisco Silva Profa. Dra. Ana Eleonora Almeida Paixão Art. 1º Esta Lei regula direitos e obrigações relativos à propriedade

Leia mais

Lei de Proteção da Propriedade Intelectual de Programa de Computador. Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998

Lei de Proteção da Propriedade Intelectual de Programa de Computador. Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998 Lei de Proteção da Propriedade Intelectual de Programa de Computador Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998 Lei Federal n o 9.609 de 19/02/1998 Promulgada em conjunto com a Lei n o 9.610/98 de DIREITOS AUTORAIS,

Leia mais

PARECER TÉCNICO DE MARCA

PARECER TÉCNICO DE MARCA PARECER TÉCNICO DE MARCA INTRODUÇÃO O presente trabalho tem por objetivo debater tecnicamente a registrabilidade e a possibilidade de convivência entre as marcas MICROLINS x MICROMIX no mercado, bem como,

Leia mais

XX. (Tecnologista de Propriedade Industrial/INPI/CESPE/2014): Com relação à registrabilidade de marcas, julgue os itens subsequentes.

XX. (Tecnologista de Propriedade Industrial/INPI/CESPE/2014): Com relação à registrabilidade de marcas, julgue os itens subsequentes. XX. (Tecnologista de Propriedade Industrial/INPI/CESPE/2014): Com relação à registrabilidade de marcas, julgue os itens subsequentes. 51. Quando se quer indicar ao consumidor que determinados produtos

Leia mais

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS MERCOSUL/CMC/DEC N 16/98 PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção e o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 8/95 do Conselho do Mercado

Leia mais

A PROTEÇÃO DOS PROGRAMAS DE COMPUTADOR

A PROTEÇÃO DOS PROGRAMAS DE COMPUTADOR A PROTEÇÃO DOS PROGRAMAS DE COMPUTADOR Divisão de Registro de Programa de Computador Victor Pimenta M. Mendes Fortaleza - CE Setembro- 2010 Propriedade Intelectual Propriedade Intelectual Propriedade Industrial

Leia mais

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB Anexo(5), da Port nº 26/2011, da SecCTM MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIAE INOVAÇÃO DA MARINHA NORMAS PARA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA MB 1 PROPÓSITO Estabelecer orientações

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 1.513, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira)

PROJETO DE LEI N.º 1.513, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 1.513, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) Dispõe sobre a política de contratação e licenciamento de obras intelectuais subvencionadas pelos entes do Poder Público e

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 ALTERADA PELA IN MPA Nº 16/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre o Registro e a Licença de Aquicultor, para o Registro Geral da Atividade Pesqueira - RGP. A MINISTRA DE

Leia mais

II. Contrato Principal: o documento contratual, seus aditivos e anexos, que especificam as obrigações e direitos do segurado e do tomador.

II. Contrato Principal: o documento contratual, seus aditivos e anexos, que especificam as obrigações e direitos do segurado e do tomador. SEGURO-GARANTIA - CONDIÇÕES GERAIS Este seguro garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador no contrato principal, firmado com o segurado, conforme os termos da apólice. I. Seguro-Garantia:

Leia mais

A importância da propriedade intelectual para as obras geradas nas instituições de ensino

A importância da propriedade intelectual para as obras geradas nas instituições de ensino UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PRÓ REITORIA DE PESQUISA A importância da propriedade intelectual para as obras geradas nas instituições de ensino MARIA APARECIDA DE SOUZA SÃO PAULO, 12 DE MARÇO DE 2013. Agência

Leia mais

Importância da Inovação

Importância da Inovação Importância da Inovação A importância do conhecimento e da inovação na concretização de novas possibilidades de desenvolvimento social e econômico acelerou-se a partir dos anos 50 do século passado. Tem

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS. Guilherme Carboni

DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS. Guilherme Carboni DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS Guilherme Carboni I. CRIAÇÕES INTELECTUAIS PROTEGIDAS PELA PROPRIEDADE INTELECTUAL Campo da Técnica Campo da Técnica Campo Estético Campo Estético Propriedade Industrial

Leia mais

DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL

DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DOMíNIO PÚBLICO E DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL Gilsomar Silva Barbalho Consultor Legislativo da Área II Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal, de Família, do Autor,

Leia mais

LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996. Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial.

LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996. Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996. Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. TÍTULO V DOS CRIMES CONTRA A PROPRIEDADE INDUSTRIAL CAPÍTULO I DOS CRIMES CONTRA AS PATENTES- Excludentes

Leia mais

RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011.

RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011. RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011. Aprova o novo Regulamento da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da Universidade Estadual de Ponta Grossa, e revoga a Resolução UNIV n o 27, de 20

Leia mais

A propriedade intelectual

A propriedade intelectual A propriedade intelectual É um conjunto de direitos que incidem sobre a criação do intelecto humano. Não possuem existência física e são baseadas em conhecimento, são ativos intangíveis. A Propriedade

Leia mais

PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006

PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006 PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006 O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO FUNAI, no uso das atribuições que lhes são conferidas pelo Estatuto, aprovado pelo Decreto n. 4.645, de 25 de

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 Dispõe sobre a atividade de corretor de seguros, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

RESOLVE: Número. De 8. Folha 1 Entrada em vigor

RESOLVE: Número. De 8. Folha 1 Entrada em vigor 1 O Presidente da Fundação Oswaldo Cruz, no Uso de suas atribuições e da competência que lhe foi delegada pela Portaria do MS/nº 93, de 22.07.99, RESOLVE: 1.0 PROPÓSITO Estabelecer as Diretrizes Institucionais

Leia mais

PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV. 1. História e conceito do Direito Industrial:

PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV. 1. História e conceito do Direito Industrial: PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV 1. História e conceito do Direito Industrial: - Como referência ao direito industrial encontramos o uso da expressão marca e patente. Este ramo do direito teve início na Inglaterra

Leia mais

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Os Estados contratantes, TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Desejosos de contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, Desejosos de aperfeiçoar a proteção legal das invenções,

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA juridico@sinprors.org.br Eixos para Discussão - bases legislativas; - enquadramento profissional e a questão das tutorias; - a natureza do contrato de

Leia mais

Conteúdo: Direitos. Público

Conteúdo: Direitos. Público Conteúdo: Direitos Patrimoniais - Domínio Público Direito de Autor DCV 0551 Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo Departamento de Direito Civil Docentes: Silmara Juny de Abreu Chinellato Antonio

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre concessão de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

Leia mais

Aula de 09/03/15. Tanto a patente quanto o registro podem ser comercializados/transmitidos.

Aula de 09/03/15. Tanto a patente quanto o registro podem ser comercializados/transmitidos. Aula de 09/03/15 7. Propriedade Industrial Bens imateriais protegidos pelo direito industrial: patente de invenção, patente de modelo de utilidade, registro de desenho industrial e registro de marca. Tanto

Leia mais

Perguntas frequentes Marcas de alto renome

Perguntas frequentes Marcas de alto renome Perguntas frequentes Marcas de alto renome 1. Quais são as principais mudanças trazidas pela nova resolução? R: Primeiramente, é a forma de requerimento do reconhecimento do alto renome, que passa a constituir

Leia mais

Aplicação em concurso

Aplicação em concurso Marcelle Franco Espíndola Barros (TRF-3 2011 CESPE objetiva) André, Bruno e César realizaram uma mesma invenção, respectivamente, nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2011. As invenções foram depositadas

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 309, DE 18 DE MARÇO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 309, DE 18 DE MARÇO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 309, DE 18 DE MARÇO DE 2014. Regulamenta a aplicação da Convenção da Cidade do Cabo e seu Protocolo Relativo a Questões Específicas ao Equipamento Aeronáutico. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL

Leia mais

REGULAMENTO DO MUSEU DO CARRO ELÉCTRICO REGRAS DE UTILIZAÇÃO DOS BENS DO MUSEU DO CARRO ELÉCTRICO

REGULAMENTO DO MUSEU DO CARRO ELÉCTRICO REGRAS DE UTILIZAÇÃO DOS BENS DO MUSEU DO CARRO ELÉCTRICO REGULAMENTO DO MUSEU DO CARRO ELÉCTRICO REGRAS DE UTILIZAÇÃO DOS BENS DO MUSEU DO CARRO ELÉCTRICO Mário Castro Marques 26.11.2002 Regulamento de Utilização do Museu do Carro Eléctrico Título I Da Propriedade

Leia mais

PRESIDÊNCIA 06 / 03 / 2014 RESOLUÇÃO Nº 126 / 14

PRESIDÊNCIA 06 / 03 / 2014 RESOLUÇÃO Nº 126 / 14 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 06 / 03 / 2014 RESOLUÇÃO Nº 126 / 14 Assunto: Dispõe sobre

Leia mais

1. Patente de Invenção (PI) Produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial.

1. Patente de Invenção (PI) Produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial. 1 O que é patente? Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL DESENHO INDUSTRIAL. Profa. Dra. Suzana Leitão Russo

PROPRIEDADE INTELECTUAL DESENHO INDUSTRIAL. Profa. Dra. Suzana Leitão Russo PROPRIEDADE INTELECTUAL DESENHO INDUSTRIAL Profa. Dra. Suzana Leitão Russo DESENHO OU MODELO INDUSTRIAL Concepção funcional-estética de um produto, possível de reprodução em série, industrialmente. Vigência:10

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS INDÍGENAS. PORTARIA N o 177/PRES, de 16 de fevereiro 2006.

DIREITOS AUTORAIS INDÍGENAS. PORTARIA N o 177/PRES, de 16 de fevereiro 2006. PORTARIA N o 177/PRES, de 16 de fevereiro 2006. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO - FUNAI, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto, aprovado pelo Decreto n o 4.645, de 25 de

Leia mais

Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet

Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet Faculdade de Tecnologia Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet Alunos: Anderson Mota, André Luiz da Silva, Misael Bezerra, Rodrigo Damasceno Kaji. GTI 5 Noturno Noções de Direito Prof.

Leia mais

PODER JUDICIARIO JUSTIÇA FEDERAL. Vistos, etc...

PODER JUDICIARIO JUSTIÇA FEDERAL. Vistos, etc... 21" Vara Civel Federal de S5o Paulo - Processo no 2006.61.00.010071-0 Resolução no 53512006-CJF I Provimento COGE - TRF no 7312007: Sentença Tipo A Processo no 2006.61.00.010071-0 - ORD Autor: TARGET ENGENHARIA

Leia mais

Aulas de 08 a 18/03/13

Aulas de 08 a 18/03/13 Aulas de 08 a 18/03/13 6. Nome Empresarial 6.1. Alteração do nome empresarial O nome empresarial pode ser alterado a qualquer momento, respeitados os requisitos citados acima. Assim, o nome empresarial

Leia mais

Brasília, agosto de 2005.

Brasília, agosto de 2005. Brasília, agosto de 2005. A Proteção Legal das Jóias As jóias podem ser protegidas, legalmente, por duas naturezas jurídicas: 1. Registro de Desenho Industrial O desenho industrial protege a forma nova

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS SEGURO GARANTIA CIRCULAR SUSEP 232/03. Processo SUSEP nº 10.003.017/01-08

CONDIÇÕES GERAIS SEGURO GARANTIA CIRCULAR SUSEP 232/03. Processo SUSEP nº 10.003.017/01-08 CONDIÇÕES GERAIS SEGURO GARANTIA CIRCULAR SUSEP 232/03 Processo SUSEP nº 10.003.017/01-08 Cláusula 1ª - OBJETO Este seguro garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo Tomador no contrato principal,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL Resolução INPI 58/98 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIRETORIA DE CONTRATOS DE TECNOLOGIA E OUTROS REGISTROS

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012

Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012 Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012 DOU de 24.9.2012 Dispõe sobre o despacho aduaneiro de bens procedentes do exterior destinados à utilização na Copa das Confederações Fifa 2013

Leia mais

Brauliro Gonçalves Leal

Brauliro Gonçalves Leal Brauliro Gonçalves Leal Colegiado de Engenharia da Computação Coordenador do NIT www.univasf.edu.br/~brauliro.leal Alana Maria Souza Siqueira Bacharel em Administração Bolsista do NIT nit@univasf.edu.br

Leia mais

ANEXO. TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais)

ANEXO. TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais) ANEXO TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais) Código 200 201 Descrição do serviço Pedido nacional de invenção; Pedido nacional de modelo de utilidade; Pedido nacional

Leia mais

RESOLUÇÃO N, DE DE DE 2012.

RESOLUÇÃO N, DE DE DE 2012. RESOLUÇÃO N, DE DE DE 2012. Regulamenta a aplicação da Convenção da Cidade do Cabo e seu Protocolo Relativo a Questões Específicas ao Equipamento Aeronáutico. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO

Leia mais

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO O presente diploma transpõe para a ordem jurídica interna a directiva do Parlamento Europeu e do Conselho nº 96/9/CE, de 11 de Março, relativa à protecção jurídica

Leia mais

Ato Normativo INPI nº 154, de 21 de dezembro de 1999 - Revogado pela Resolução INPI nº 083/01 e pelo Ato Normativo INPI nº 160/01 -

Ato Normativo INPI nº 154, de 21 de dezembro de 1999 - Revogado pela Resolução INPI nº 083/01 e pelo Ato Normativo INPI nº 160/01 - Ato Normativo INPI nº 154, de 21 de dezembro de 1999 - Revogado pela Resolução INPI nº 083/01 e pelo Ato Normativo INPI nº 160/01 - Normaliza os depósitos de pedidos de registro de marca e seu processamento

Leia mais

Proteção de direitos e divulgação de arquivos

Proteção de direitos e divulgação de arquivos Electrónica ISCTE 31 janeiro 2012 Proteção de direitos e divulgação de arquivos Helena Simões Patrício Sumário 1. Introdução: a proteção de direitos em ambiente digital 3. Proteção de documentos de arquivo

Leia mais

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias.

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias. PROTECÇÃO JURÍDICA DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR - DL n.º 252/94, de 20 de Outubro Contém as seguintes alterações: - Rectif. n.º 2-A/95, de 31 de Janeiro - DL n.º 334/97, de 27 de Novembro O presente diploma

Leia mais

Direitos autorais Legislação e Normas

Direitos autorais Legislação e Normas 3 Direitos autorais Legislação e Normas Lígia Fascioni Aula de hoje lei autoral tipos de obra registro de obras direitos morais direitos patrimoniais registro e patente de desenho industrial marcas Lei

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Direito Empresarial II Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Aula 05 Proteção Conferida Pela Patente: Impedir que terceiros explorem (art. 42). Sem fins comerciais possível exploração

Leia mais

DECRETO Nº 7.921, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013

DECRETO Nº 7.921, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 DECRETO Nº 7.921, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 Fonte: Diário Oficial da União Seção I Pág. 2 e 3 18.02.2013 Regulamenta a aplicação do Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga para

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI

PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI Abril / 2011 Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre

Leia mais

AS LICENÇAS CREATIVE COMMONS SÉRGIO BRANCO

AS LICENÇAS CREATIVE COMMONS SÉRGIO BRANCO AS LICENÇAS CREATIVE COMMONS SÉRGIO BRANCO I O PROBLEMA Direitos Patrimoniais: Art. 29: depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra, por quaisquer modalidades, tais

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I DÊ N C I A 21/12/99

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I DÊ N C I A 21/12/99 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I DÊ N C I A 21/12/99 ATO NORMATIVO Nº 154/99 Assunto: normaliza os depósitos de pedidos

Leia mais

EDIÇAo REVISADA E AMPLIADA. Software. Cubivares Nome Empresarial. Manole STF00091281

EDIÇAo REVISADA E AMPLIADA. Software. Cubivares Nome Empresarial. Manole STF00091281 4ª EDIÇAo REVISADA E AMPLIADA Software Cubivares Nome Empresarial ~ Manole STF00091281 SUMÁRIO Apresentação....................IX CAPiTULO I - NOÇÕES GERAIS 1. O homem e o instrumento........ 1 2. O sentimento

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.166/09 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. regimentais, O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013.

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. Dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro de garantia estendida, quando da aquisição de

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Da Proteção e Registro das Marcas Ana Carolina Lucena Romeiro de Melo* A proteção das marcas é feita através de dois sistemas: o sistema atributivo, no qual o direito decorre do

Leia mais

III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL APOIO

III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL APOIO III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ APOIO 1 III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO - 1º SEMESTRE

Leia mais

Núcleo de Inovação Tecnológica Campus Muzambinho

Núcleo de Inovação Tecnológica Campus Muzambinho Núcleo de Inovação Tecnológica Campus Muzambinho Líder: Gustavo Rabelo Botrel Miranda Vice-líder: Paulo Sérgio de Souza 1º Tesoureiro: Gustavo José da Silva 2º Tesoureiro: Hugo Baldan Júnior 1º Secretário:

Leia mais

Legislação em Informática. Prof. Ms. Victor Bartholomeu. Contato: victor@bartholomeu.adv.br victor.bartholomeu.adv.br

Legislação em Informática. Prof. Ms. Victor Bartholomeu. Contato: victor@bartholomeu.adv.br victor.bartholomeu.adv.br Legislação em Informática Prof. Ms. Victor Bartholomeu Contato: victor@bartholomeu.adv.br victor.bartholomeu.adv.br Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; Porque

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre as regras de portabilidade e de portabilidade especial de carências, alterando as Resoluções Normativas nº 186, de 14 de janeiro de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

RESOLUÇÃO ANVISA Nº 22, DE 17 DE JUNHO DE 2010 DOU 18.06.2010

RESOLUÇÃO ANVISA Nº 22, DE 17 DE JUNHO DE 2010 DOU 18.06.2010 RESOLUÇÃO ANVISA Nº 22, DE 17 DE JUNHO DE 2010 DOU 18.06.2010 Dispõe sobre a regulamentação da transferência de titularidade de registro de produtos sujeitos à vigilância sanitária em razão de operações

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense Reitoria

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense Reitoria RESOLUÇÃO Nº 064 CONSUPER/2014 Dispõe sobre as normas reguladoras de prestação de serviços tecnológicos do Instituto Federal Catarinense. O Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal Catarinense

Leia mais

considerando a necessidade de regulamentar a propriedade intelectual da Unoesc;

considerando a necessidade de regulamentar a propriedade intelectual da Unoesc; RESOLUÇÃO Nº 213/CONSUN/2009. Define política e diretrizes para a gestão da Propriedade Intelectual no âmbito da Unoesc. O Conselho Universitário da Universidade do Oeste de Santa Catarina, no uso de suas

Leia mais