Controlador Lógico Programável

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Controlador Lógico Programável"

Transcrição

1 Controlador Lógico Programável Os controladores lógico programáveis são equipamentos eletrônicos utilizados em sistemas de automação. São ferramentas de trabalho muito úteis e versáteis para aplicações em sistemas de acionamento e controle, e por isso são muito utilizadas no mercado industrial. Permitem desenvolver e alterar facilmente a lógica para acionamento das saídas em função das entradas. Desta forma pode-se associar diversos sinais de entrada para controlar diversos atuadores ligados aos pontos de saída. Em princípio qualquer grandeza física pode ser controlada, isto é, pode ter seu valor intencionalmente alterado. É claro que existem limitações práticas e uma delas é a restrição da energia que se deve dispor para afetar esse fenômeno. Por exemplo: a maioria das grandezas climáticas pode ser medida, mas não pode ser controlada por causa da ordem de grandeza da energia envolvida. O controle manual implica em ter um operador presente ao processo que irá dar origem a alguma variável física e que, de acordo com algum procedimento de seu conhecimento, irá operar um dispositivo qualquer (válvula, botoeira, chaves, etc.) que deverá produzir alterações naquela variável física. O controle automático ocorre quando uma parte ou a totalidade das funções do operador é executado por algum equipamento, seja ele eletrônico ou não. Com o avanço da eletrônica foram desenvolvidos dispositivos capazes de realizar funções lógicas e aritméticas com os sinais de entrada e, a partir deste processamento, gerar sinais de saída. Com este avanço, o controlador, os sensores e os atuadores passaram a operar em conjunto, transformando um processo, antes manual, em um sistema automatizado, em que o próprio controlador toma algumas decisões em função da situação dos sensores e aciona os atuadores. 23

2 Histórico O Controlador Lógico Programável ( C.L.P. ) surgiu pela necessidade da indústria automobilística. No final dos anos 60, a General Motors gastava muito tempo e dinheiro para modificar a lógica de controle dos painéis de comando, para cada mudança que ocorria na linha de produção. Era necessário encontrar um sistema que deveria atender a algumas características: Deveria ser de fácil programação; A linguagem de programação deveria ser familiar aos operadores, acostumados aos comandos elétricos; Deveria possibilitar alterações do programa sem mexer na parte física; Ser menor, mais barato e mais confiável que os painéis de comando a relé; Ter manutenção fácil e barata. Foi a partir desta necessidade que foi desenvolvido o primeiro CLP. O CLP é um tipo de controlador universal, podendo ser utilizado em diversas aplicações e permite ao usuário, além do programa armazenado na memória, a possibilidade de alterar, ampliar e otimizar facilmente os processos de comando. Fundamentos de sistemas de supervisão e controle Em qualquer processo de controle que se analisar, será possível reconhecer uma seqüência de operações características, que são descritas a seguir: Deve realizar a medição das mudanças ocorridas nas variáveis que estão sendo controladas; Executar a tradução (transformação) das mudanças ocorridas nas variáveis em sinais que podem ser utilizados pelo elemento final de controle; Transmitir estes sinais até o ponto de utilização, no caso os atuadores que irão realizar a operação do processo de controle; Aplicar os sinais traduzidos aos elementos finais de controle para se realizar as correções necessárias; Fazer a detecção (confirmação) da realização das correções; Realizar a monitoração do sistema controlado, ininterruptamente; Realizar a manutenção do sistema de acordo com as condições de controle iniciais. 24

3 Estrutura básica de um CLP No diagrama abaixo pode-se identificar os componentes básicos de um CLP. Programa do CLP Software Módulo de Entrada CPU Unidade Central de Processamento Módulo de Saída Hardware Variáveis de Entrada Variáveis de Saída Campo Estrutura básica do CLP Variáveis de entrada: São sinais externos recebidos pelo CLP e podem ter origem nos sensores do processo controlado ou por comandos gerados pelo operador. Módulo de entrada: É o dispositivo que realiza a conversão dos sinais externos em sinais que possam ser processados ( entendidos ) pelo CLP. Programa do CLP: É a seqüência de instruções que informará ao CLP a maneira como ele executará as ações de controle desejadas. A forma mais utilizada de programação de um CLP é pela linguagem LADDER. CPU (Unidade central de processamento): É o cérebro do CLP. Na CPU são processados os sinais externos, de acordo com a programação armazenada em sua memória. Módulo de saída: É o dispositivo que realiza a conversão dos sinais gerados pela CPU, de modo que possam ser utilizados pelos atuadores. Variáveis de saída: São os dispositivos que estão conectados a cada ponto de saída do CLP e que irão executar as funções de comando no processo controlado. 25

4 Sistemas de malha de controle Em todos os sistemas de controle pode-se distinguir dois tipos de malha de controle. Malha aberta: Quando o sistema é executado com base no tempo. Isto é, quando o sistema realiza todo processo de controle e não analisa as condições finais do processo. Exemplo: Máquina de Lavar Roupa. Realiza sempre o mesmo ciclo (seqüência de operações) independente da roupa estar suja ou limpa no final. Malha fechada: Quando o sistema de controle analisa as condições finais do processo, as compara a um valor inicial pré-configurado e decide ou não reiniciar o processo de controle. Exemplo: Regulagem da temperatura da água do banho. Abre-se ou fecha-se o registro até que a temperatura esteja adequada. Caso ocorra variação da temperatura regula-se novamente o registro até alcançar novamente a condição desejada. Definições importantes Em sistema de controle automático existem algumas nomenclaturas muito utilizadas que devem ser rapidamente compreendidas quando forem encontradas. Variável controlada É a quantidade ou propriedade física que deve ser medida e controlada. Ex.: temperatura do ar de uma sala, velocidade de rotação de um motor elétrico, etc. Set point É o valor de ajuste da escala do controlador, isto é, o valor de referência que deve ser mantida a variável controlada. Ex.: a temperatura do ar de uma sala deve ser mantida em 24 ºC. 26

5 Desvio É a diferença entre o set-point e o valor medido da variável controlada, a cada instante. Ex.: O set-point é de 24 ºC e a temperatura do ambiente controlado que está sendo medido é 21 ºC. O desvio é de 3 ºC. Para que se possa entender o fluxo de informações utilizadas pelo sistema de controle deve-se admitir o controlador como ponto de referência. Então, quando se utiliza o controlador como referência, pode-se dizer que: As entradas são informações ou sinais que vem do campo (elementos sensores) para o controlador; As saídas são informações ou sinais que saem do controlador e se direcionam para o campo (elemento final de controle); Entrada Controlador Saída Classificação das entradas e saídas Sinais binários (ou digitais): São sinais que apresentam duas condições (situações) bem definidas. Variável Controlada Tempo Gráfico de um sinal binário Ex.: energização da bobina de um contator, estado de pressostatos, termostatos, comando liga-desliga de um motor elétrico, etc. 27

6 Sinais analógicos: São sinais que apresentam, ponto a ponto, diversos valores dentro de uma faixa contínua de medição. Variável Controlada Tempo Gráfico de um sinal analógico Ex.: temperatura medida em um ambiente, pressão medida em uma tubulação de fluido refrigerante, velocidade de rotação de um motor elétrico, etc. Se existem dois tipos de sinais utilizados em sistemas de controle e todo sistema de controle possui entradas e saídas então, qualquer sistema de controle deve ter: Entradas binárias (ou digitais): São os sinais ou informações que o controlador recebe do campo e que são do tipo binário. São representadas pelas letras: BI ou DI. Ex.: estado ligado/desligado de um motor elétrico, posição do contato de um termostato, pressostato, fluxostato, etc. Entradas analógicas: São os sinais ou informações que o controlador recebe do campo e que são do tipo analógico. São representadas pelas letras: AI. Ex.: sinal de um sensor de temperatura, de um sensor de pressão, de um medidor de vazão, etc. 28

7 Saídas binárias (ou digitais): São os sinais ou informações que saem do controlador e se direcionam para o campo (elemento final de controle) e que são do tipo binário. São representadas pelas letras: BO ou DO. Ex.: comando liga/desliga de um motor elétrico, energização/desenergização da bobina de um contator, de uma válvula solenóide, etc. Saídas analógicas: São os sinais ou informações que saem do controlador e se direcionam para o campo (elemento final de controle) e que são do tipo analógico. São representadas pelas letras: AO. Ex.: comando de um inversor de freqüência, comando de uma válvula de água gelada proporcional, etc. Princípio de funcionamento de um CLP A estrutura de um CLP pode ser dividida em três partes: entrada, processamento e saída. Fluxograma de funcionamento de um CLP Em um sistema de controle qualquer, os sinais dos sensores são aplicados às entradas do CLP e a cada ciclo (varredura ou scan) estes sinais são lidos e transferidos para a unidade de memória interna. Estes sinais são associados entre si e são processados de acordo com as instruções de comando contida na programação. No final do ciclo de varredura, os resultados do processamento são transferidos a uma memória de saída e então aplicados aos terminais de saída. Um esquema deste ciclo de varredura é mostrado no desenho a seguir: 29

8 Ciclo de funcionamento de um CLP Dispositivo de programação Todo CLP tem uma ferramenta de programação e diagnóstico que serve para: Programação; Testes; Instalação; Detecção de erros; Documentação do programa; Armazenamento do programa. Normalmente este último é um software específico de cada fabricante, e contém módulos para: Inserção, elaboração e modificação de programas. Verificação da sintaxe do programa e dos dados inseridos. Tem como objetivo reduzir os erros de programação; Conversão do programa em informações que podem ser lidos e processados pelo CLP; Realização da comunicação de dados entre o PC (software) e o CLP (hardware); Auxílio ao programador a escrever, corrigir e testar os programas, verificando os estados das entradas e saídas, dos temporizadores, contadores, etc. Teste da seqüência do programa através de operações passo a passo. Configuração de hardware; Verificação da impressão do programa, com dados, identificadores e comentários; Lista dos dados processados entradas, saídas, temporizadores, contadores, etc.; Descrição das alterações; Realização de uma cópia de segurança do programa em memórias não voláteis. 30

9 Fases de elaboração de um programa CLP Os programas de controle são parte essencial de um sistema de automação e devem apresentar: Menor número de falhas possível; Ser de fácil manutenção; Custo acessível. Para ter estas características os programas de controle devem ser desenvolvidos sistematicamente, ser bem estruturados e apresentar documentação detalhada. O modelo apresentado a seguir (modelo de fases) mostrou-se eficaz para o desenvolvimento de um programa CLP. Este modelo é dividido em etapas bem definidas e torna o trabalho objetivo, sistemático e leva a resultados claros. O modelo de fases pode ser estendido a todos os projetos técnicos e apresenta as seguintes etapas que estudaremos. Especificação (Formalização da tarefa) A especificação da tarefa consiste em fazer: Descrição da tarefa; Esquema de tecnologia e posicionamento; Estrutura básica da instalação e/ou processo. Projeto (Concretização da solução) A concretização da solução requer os seguintes itens: Apresentar graficamente a função e comportamento de controle, independentemente da tecnologia que será utilizada; Ter uma representação de funcionamento em diagramas passo-a-passo; Apresentar tabelas verdade do sistema; Definir os módulos de programação; Listar os componentes e diagramas de circuitos. 31

10 Implementação (Programando a solução) Para implementação do programa exige-se: Programação nas linguagens de programação disponíveis; Simulação dos programas elaborados. Instalação e testes Para a instalação e testes deve-se fazer: Construção da instalação; Teste dos módulos de programação; Teste do programa completo. Documentação A documentação deve conter: Descrição das tarefas; Esquema de posicionamento e tecnologia; Diagramas de circuito; Esquemas de conexão de bornes; Impressão dos programas de controle nas linguagens de programação; Lista de alocação das entradas e saídas; Outros documentos. Linguagem de programação Os CLP s foram desenvolvidos para substituir os dispositivos eletroeletrônicos de acionamento e a linguagem de programação mais utilizada é semelhante à linguagem de diagramas lógicos de acionamento desenvolvidos por eletrotécnicos e profissionais da área de controle. Esta linguagem de programação é denominada linguagem de contatos ou simplesmente diagrama LADDER. O diagrama LADDER é, portanto, uma linguagem de programação gráfica, derivada da representação dos esquemas de comandos elétricos. O diagrama LADDER permite que se desenvolvam lógicas combinacionais, seqüenciais e circuitos que envolvam os dois tipos de lógica. Para tanto utilizam como 32

11 operadores para estas lógicas: entradas, saídas, estados auxiliares, registros numéricos, contadores e temporizadores. Na figura abaixo são apresentados os três principais símbolos de programação: Contato normalmente aberto Contato normalmente fechado Bobina de acionamento Simbologia básica de programação Funções básicas A representação dos blocos de programação básica (blocos de contatos) são apresentados a seguir: Versão elétrica Diagrama LADDER Circuito CLP 2 4 V B1 + I0 Q 0 Q 1 B1 I0 Q 0 I1 I2 I3 C L P Q 2 Q 3 Q 4 H 1 I4 I5 Q 5 - H 1 0 V Bloco normalmente aberto 33

12 Versão elétrica D iag ram a L A D D E R Circuito CLP 2 4 V B 1 I0 Q 0 B 1 + I0 I1 I2 I3 C L P Q 0 Q 1 Q 2 Q 3 Q 4 H 1 I4 I5 Q 5 - H 1 0 V Bloco normalmente fechado Versão elétrica Diagrama LADDER Circuito CLP 24 V B1 B2 H1 I0 I1 Q0 B2 B1 + I0 I1 I2 I3 I4 I5 CLP Q0 Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 - H1 0 V Função AND Versão elétrica Diagrama LADDER Circuito CLP 24 V B1 B2 H1 I0 I1 Q0 B2 B1 + I0 I1 I2 I3 I4 I5 CLP Q0 Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 - H1 0 V Função OR Funções especiais No software de programação dos fabricantes há um número bem grande de funções que podem ser utilizadas. Nesta apostila serão apresentadas apenas algumas funções, caso o aluno tenha interesse em conhecer maiores detalhes sobre cada função especial será necessário consultar o manual do software, que é específico para cada fabricante e modelo de CLP. 34

13 Temporizadores com retardo na energização desenergização (T): Esta instrução ativa uma saída após um determinado tempo. On Delay timer (S ODT): Retardo na energização. T0 S - ODT I0 S5T#5S S TV Q Q0 I1 R Temporizador com retardo na energização OFF Delay timer (S OFFDT): Retardo na desenergização. T1 S - OFFDT I0 S5T#10S S TV Q Q0 I1 R Temporizador com retardo na desenergização 35

14 Contadores (C): Esta instrução ativa uma saída após determinado número de eventos. Contador crescente (S CU): Quando ocorrer um impulso positivo na entrada S, o contador é carregado com o valor da entrada SC. A cada impulso positivo da entrada CU, o contador irá contar crescentemente a partir do valor carregado em SC. Se houver um impulso na entrada R o contador é resetado. C0 I0 I1 C#12 CU S SC S - CU Q Q0 I2 R Contator crescente Contador decrescente (S CD): Quando ocorrer um impulso positivo na entrada S, o contador é carregado com o valor da entrada SC. A cada impulso positivo da entrada CD, o contador irá contar decrescentemente a partir do valor carregado em SC. Se houver um impulso na entrada R o contador é resetado. C1 I0 I1 C#12 CD S SC S - CD Q Q0 I2 R Contator decrescente 36

15 Up Down Counter (S CUD): É uma combinação dos contadores crescente e decrescente. C2 I0 I1 I2 C#12 CU CD S SC S - CUD Q Q0 I3 R Contator crescente/decrescente 37

16 Arquitetura dos sistemas de supervisão e automação A seguir apresentamos a arquitetura de um sistema de supervisão e automação Programador, CLP e módulos de saídas e entradas No programador são elaborados os programas em linguagem de relés (Ladder), ao término do programa, envia-se o mesmo a CPU do CLP através de um cabo de dados, porém a CPU necessita que o programa seja convertido em linguagem de máquina (assembly do controlador), e quem executa esta função é o compilador que já está contido no software de programação. A função do compilador é transformar a linguagem de relés em uma linguagem que o microcontrolador do CLP entenda. A linguagem de relés também chamada de Ladder é muito utilizada pelos programadores de CLP e além dessa, pode-se destacar também a STL (Listas de Instruções) e por último os Blocos Lógicos. 38

17 Com o CLP em funcionamento, o mesmo lê as posições do módulo de entrada, compara com programa que está armazenado na memória da CPU e atualiza o módulo de saída. Estratégias de supervisão e controle Abaixo apresentamos um trecho de programação Exemplo básico de Programação No exemplo acima a CPU verifica as duas entradas do CLP, caso o endereço I124.0 ou I124.1 estejam acionados, a bobina Q124.0 é acionada. A figura abaixo apresenta o mapa das entradas e saídas e seus respectivos endereços Módulo de entrada e saída do CLP 39

18 Nota: No CLP Siemens é possível a utilização das Flags (Posições de memórias), que servem para manipulações dos programas e funcionam como bobinas auxiliares. A utilização das mesmas também necessita de endereços tais como: M0.0, M0.1, M0.2,... M0.n. O desenho abaixo é um exemplo de programa que utiliza posições de memórias para auxiliar a lógica Flag, temporizador e selo Com a ativação do ponto de entrada I124.0, o temporizador começa a contagem de tempo, após 10 segundos há o estouro, então M0.0 é ativada, seus contatos invertem e Q124.0 é ativado também, caso o temporizador venha a ser resetado, o selo mantém Q124.0 ativado. Especificações gerais para sistemas de supervisão e automação Para que se possa especificar um CLP para uma determinada automação é preciso que se faça um estudo de caso para as seguintes situações: Custo benefício. Esse tipo de controle é realmente necessário Levantamento dos pontos digitais de saída. Levantamento dos pontos digitais de entrada. Levantamento dos pontos analógicos de entrada e saída. Procurar no mercado, um fabricante que atenda suas necessidades. Procurar o melhor preço e suporte técnico. 40

19 Exercício 01 Elaborar um programa no CLP, onde um motor deve ser ligado através de uma botoeira tipo pulso (NA) para a partida do motor, uma botoeira tipo pulso (NF), para a parada e um relé térmico para o caso de parada por sobre corrente e caso o motor pare pelo acionamento do relé térmico, o CLP deve sinalizar com uma saída de alarme. O mapeamento das entradas e saídas estão relacionadas abaixo. Mapa de entradas e saídas 41

20 Exercício 02 Elaborar um programa no CLP, onde um motor deve ser ligado através de uma botoeira tipo pulso (NA) para a partida do motor, o mesmo deve ter uma partida em estrela triângulo, botoeira tipo pulso (NF), para a parada e um relé térmico para o caso de parada por sobre corrente, e caso o motor pare pelo acionamento do relé térmico, o CLP deve sinalizar com uma saída de alarme. O mapeamento das entradas e saídas estão relacionadas abaixo. Mapa de entradas e saídas 42

21 Exercício 03 Elaborar um programa no CLP, conforme descritivo gráfico abaixo, utilizar botoeira tipo pulso (NA) para a partida temporizada dos motores, botoeira tipo pulso (NF), para parada geral dos motores. Observação Caso algum relé térmico venha a desarmar, todo o sistema deve parar. O mapeamento das entradas e saídas estão relacionadas abaixo. Seqüência de partida dos motores Mapa das entradas e saídas 43

22 Exercício 04 Elaborar um programa no CLP, conforme descritivo gráfico abaixo, utilizar botoeira tipo pulso (NA) para a partida temporizada dos motores, botoeira tipo pulso (NF), para parada geral dos motores. Caso algum relé térmico venha a desarmar, todo o sistema deve parar. O mapeamento das entradas e saídas está relacionado abaixo. Seqüência de partida dos motores Mapa das entradas e saídas 44

23 Exercício 05 O desenho abaixo representa um circuito frigorífico de um balcão. Com relação ao fluxograma do circuito mecânico, identifique todos os pontos de controle que possam ser verificados pelo CLP(entradas do CLP). Identifique todos os pontos que devem ser controlados pelo CLP no circuito. Elabore um programa no CLP que satisfaça as condições de funcionamento do ciclo de refrigeração, considere as observações abaixo: O sistema pára por recolhimento; A ventilação do condensador pára quando compressor pára; A ventilação do evaporador funciona mesmo que o compressor pare; Todos os motores são com partida direta; A solenóide é uma válvula normalmente fechada; Botoeira para start, botoeira para stop e sistema de proteções com térmicos; Fluxograma de funcionamento 45

24 Exercício 06 Idem ao exercício 5, porém a partida do compressor é em estrela triângulo. Fluxograma de funcionamento Exercício 07 O desenho abaixo representa um circuito frigorífico de uma câmara para congelados, o mesmo necessita de degelo para o bom funcionamento. Com relação ao circuito mecânico, identifique todos os pontos de controle que possam ser verificados pelo CLP( entradas do CLP). Identifique todos os pontos que devem ser controlados pelo CLP no circuito. Elabore um programa no CLP que satisfaça as condições de funcionamento do ciclo de refrigeração, considere as observações abaixo: O sistema pára por recolhimento; A ventilação do condensador pára quando compressor pára; A ventilação do evaporador funciona mesmo que o compressor pare durante o ciclo de refrigeração; 46

25 Todos os motores são com partida direta; As solenóides são normalmente fechadas (SV0 e SV1); Tempo de refrigeração = 1h (3600s); Tempo de degelo = 15 minutos (900s). Tempo de gotejamento = 5 minutos (300s); Tempo de retardo da entrada da ventilação da câmara = 5 minutos (300s); Degelo a gás quente; Durante o degelo a ventilação da câmara não pode funcionar; Botoeira para start, botoeira para stop e sistema de proteções térmicas; Fluxograma de funcionamento da câmara Fluxograma de funcionamento Exercício 08 O desenho abaixo representa parte de circuito de refrigeração, onde água circula por um condensador através de bombas. Elabore um programa no CLP que satisfaça as condições abaixo: Uma botoeira é responsável pela partida da bomba (B0), a bomba só pode partir se houver nível mínimo de água na torre; 47

26 A bóia LL é normalmente aberta, e seu contato fecha com a presença da água; Sabe-se que devido aos aspectos físicos da instalação, o fluxostato (contato NA) instalado na saída do condensador, verifica a circulação de água após 5 segundos da partida de uma das bombas; Ao ligar a 1ª bomba (B0), um temporizador de 10 segundos deve ser habilitado, e caso o fluxostato não feche o contato dentro desse tempo, a 1ª bomba deve ser desligada, um alarme deve ser tocado em função desse problema e a segunda bomba deve partir; Ao partir a segunda bomba, outro temporizador de 10 segundos deve ser habilitado novamente, a fim de verificar se o fluxostato fechará seu contato antes dos 10 segundos, caso isso aconteça, a segunda bomba permanecerá funcionando; Caso o fluxostato não feche seu contato antes de 10 segundos, o programa deve desabilitar o funcionamento da segunda bomba e tocar outro alarme. O funcionamento da ventilação da torre está amarrado com contato do fluxostato e o contato do termostato, e caso a bóia HL atue um sinalizador deve ascender; Fluxograma de funcionamento da torre Fluxograma de funcionamento 48

27 Exercício 09 A foto abaixo representa uma torre de resfriamento, onde as bombas são responsáveis pela circulação de água no condensador de um Chiller. Elabore um programa no CLP que satisfaça as condições abaixo: Idem ao exercício 08; Sabe-se que a água entra na torre com 35 C, e é bombeada a 29,5 C, e o termostato que verifica a temperatura nessa faixa é o C conforme desenho abaixo, o mesmo também controla a ventilação da torre; O termostato C1 é responsável por controlar as válvulas solenóides SV0 e SV1 (NF s), caso a temperatura de saída da torre seje 27 C, a válvula solenóide SV0 será fechada e a válvula solenóide SV1 será aberta juntamente com a parada da ventilação; Foto da instalação 49

28 Fluxograma de funcionamento 50

29 Exercício 10 O fluxograma abaixo representa um rack que satisfaz o funcionamento de 2 câmaras de resfriados. Fluxograma de funcionamento Elabore um programa no CLP que satisfaça as condições abaixo: Descreva o funcionamento do circuito; Identifique as entradas e saídas no CLP; Elabore um programa que satisfaça o funcionamento do circuito; Considere degelo natural para as 2 câmaras; Tempo de refrigeração = 1hora; Tempo de degelo = 15 minutos; Tempo de retardo da entrada do motor da ventilação; Durante o degelo, a ventilação da câmara não funciona; No início os compressores partem com retardo de 20 segundos; O sistema pára por recolhimento; 51

30 Exercício 11 O fluxograma abaixo representa um circuito de refrigeração industrial, que utiliza amônia como fluido refrigerante. Fluxograma de funcionamento Elabore um programa no CLP que satisfaça as condições abaixo: Uma botoeira é responsável pela partida do sistema. A bomba de circulação de água não pode funcionar sem água na torre, a mesma é responsável pela circulação de água no condensador e cabeçote do compressor. A bomba de amônia não pode funcionar sem nível no tanque flash, a bóia LL é responsável por habilitar a mesma. A bóia HL será responsável por habilitar a entrada de amônia no tanque flash. 52

31 A válvula (SV3) será responsável pela capacidade do compressor, é acionada por um dos pressostatos de baixa. A válvula(sv2) será responsável pela entrada de gás quente no evaporador, a fim de fazer o degelo, caso SV2 esteja aberta, SV1 deve estar fechada. Durante o degelo a válvula SV4 deve estar ligada, a fim de poder despressurizar com o set-point (P2) da PM1. O fluxostato instalado na saída da bomba será responsável pela habilitação de todo funcionamento do sistema. A ventilação da câmara não pode funcionar durante o processo de degelo. Estabelecer tempos para o degelo, gotejamento e retardo da ventilação. Na partida do compressor, um pressostato deve fechar seu contato em 7segundos devido ao aumento da pressão do óleo, caso isso não ocorra o CLP deve parar o sistema e tocar um alarme. Faça um descritivo de todo o funcionamento do circuito antes de elaborar o programa. Mapear todas as entradas e saídas que possibilite o CLP controlar o sistema. 53

32 54

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

Profª Danielle Casillo

Profª Danielle Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Automação e Controle Aula 08 Linguagem Laddercont... Profª Danielle Casillo Funções Lógicas em Ladder A. Função NãoE (NAND) Consiste

Leia mais

Utilização de Gás. Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle

Utilização de Gás. Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle Utilização de Gás Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle PROCESSO INDUSTRIAL Variável Controlada: Temperatura Meio Controlado: Fluido Variável Manipulada: Vazão Agente de Controle: Vapor Malha de Controle

Leia mais

Automação Industrial Parte 2

Automação Industrial Parte 2 Automação Industrial Parte 2 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Perspectiva Histórica Os primeiros sistemas de controle foram desenvolvidos durante a Revolução

Leia mais

TÍTULO: PROGRAMAÇÃO DE CLP PARA UMA MÁQUINA DE SECÇÃO SEGMENTOS ORGÂNICOS

TÍTULO: PROGRAMAÇÃO DE CLP PARA UMA MÁQUINA DE SECÇÃO SEGMENTOS ORGÂNICOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: PROGRAMAÇÃO DE CLP PARA UMA MÁQUINA DE SECÇÃO SEGMENTOS ORGÂNICOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês.

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. - Introdução Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. Os relês são elementos versáteis que possuem

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3)

Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3) Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3) Mapeamento de memória Na CPU (Unidade Central de Processamento) de um CLP, todas a informações do processo são armazenadas na memória. Essas informações

Leia mais

A01 Controle Linguagens: IL e LD

A01 Controle Linguagens: IL e LD A01 Controle Linguagens: IL e LD Prof. Dr. Diolino J santos Filho Modelo Estrutural Interação entre os dispositivos A partir de agora adotaremos como modelo estrutural padrão o diagrama a seguir. Dispositivo

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs)

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) A UU L AL A Uma empresa fabrica clipes em três tamanhos: grande, médio e pequeno. Seus clientes consomem os produtos dos três tamanhos, mas a empresa nunca conseguiu

Leia mais

PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER LINGUAGEM DE RELÉS

PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER LINGUAGEM DE RELÉS 1 PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER LINGUAGEM DE RELÉS INTRODUÇÃO O processamento interno do CLP é digital e pode-se, assim, aplicar os conceitos de lógica digital para compreen8 der as técnicas e as linguagens

Leia mais

Automação Industrial. Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki. http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html

Automação Industrial. Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki. http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Automação Industrial Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html -Duas Aulas quinzenais -Datas: Engenharia Elétrica 08 e 18 de agosto 01, 15, 29 de setembro 13 e 27

Leia mais

Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa

Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa Novatec Editora Capítulo 1 Introdução No primeiro capítulo é feita uma introdução geral sobre controladores digitais baseados em microprocessador

Leia mais

Profª Danielle Casillo

Profª Danielle Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Automação e Controle Aula 07 Linguagem Ladder Profª Danielle Casillo A LINGUAGEM LADDER Foi a primeira que surgiu para programação

Leia mais

Módulo I. Desenvolvimento Software CLP - Básico

Módulo I. Desenvolvimento Software CLP - Básico Desenvolvimento Software CLP - Básico Lista de exercícios utilizados nas vídeo aulas e manual de referência das instruções utilizadas em cada aula. Setor de capacitação técnica Branqs Automação Santos

Leia mais

AUTOMAҪÃO INDUSTRIAL E LINHAS DE PRODUҪÃO FLEXÍVEIS

AUTOMAҪÃO INDUSTRIAL E LINHAS DE PRODUҪÃO FLEXÍVEIS CENTRO FEDERAL DE ENSINO TECNOLÓGICO MG CONTEXTO SOCIAL E PROFISSIONAL DA ENGENHARIA MECATRÔNICA AUTOMAҪÃO INDUSTRIAL E LINHAS DE PRODUҪÃO FLEXÍVEIS COMPONENTES: Guilherme Márcio Matheus Sakamoto Rafael

Leia mais

Industrial SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO

Industrial SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO Industrial SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO Soluções em Automação INDUSTRIAL TRAINING. STEP 5 Standard ( Básico). Duração: 40 horas. Público Alvo. Este curso se destina a profissionais das áreas de planejamento,

Leia mais

CR20C. Manual do Usuário

CR20C. Manual do Usuário CR20C Manual do Usuário Descrição Geral Controlador para ar condicionado CR20C O CR20C é um controlador digital microprocessado de baixo custo e de fácil programação e instalação. O seu avançado software

Leia mais

TÍTULO: EMBALADORA DE TABULEIROS DE DAMAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS

TÍTULO: EMBALADORA DE TABULEIROS DE DAMAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: EMBALADORA DE TABULEIROS DE DAMAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA:

Leia mais

CONTROLADOR ELETRÔNICO DE AR CONDICIONADO. GL-T540 Painel de Controle

CONTROLADOR ELETRÔNICO DE AR CONDICIONADO. GL-T540 Painel de Controle CONTROLADOR ELETRÔNICO DE AR CONDICIONADO GL-T540 Painel de Controle MANUAL PARA OPERADOR Maio 2005 Rev. BI Versão Software: 1.1 SUMMARIO 1) INTRODUÇÃO... 03 1.1) Introdução... 03 1.2) Painel de Controle...

Leia mais

Linha Refrigeração (Frio alimentar) Sistema Integrado de Controle e Monitoramento para Instalações Frigoríficas

Linha Refrigeração (Frio alimentar) Sistema Integrado de Controle e Monitoramento para Instalações Frigoríficas smart - R Linha Refrigeração (Frio alimentar) Sistema Integrado de Controle e Monitoramento para Instalações Frigoríficas smart versão 2.20 Conceito O SMART é um sistema de controle e supervisão para instalações

Leia mais

Boletim Técnico Agosto / 2011

Boletim Técnico Agosto / 2011 Página 01/08 TÍTULO: INFORMATIVO DO NOVO CONTROLE REMOTO COM FIO PARA UNIDADES SPLITÃO 2 ESTÁGIOS SUMÁRIO Esta publicação visa informar o novo controle remoto com fio para as Unidades da Linha Splitão

Leia mais

Parte 02 O Controlador Lógico Programável

Parte 02 O Controlador Lógico Programável Parte 02 O Controlador Lógico Programável 2.0 Introdução: Para controlar uma planta industrial, seja a mais simples ou complexa, necessitamos de um sistema de controle, obviamente que quanto mais complexa

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Temporizador Automático / Relógio Programador de Horário Para Acionamento Automático de Sirenes e Outros Equipamentos Código: AFKITPROG 2 O REGISTRADOR ELETRÔNICO DE PONTO REP O Relógio Acionador Automático

Leia mais

Técnico/a de Refrigeração e Climatização

Técnico/a de Refrigeração e Climatização Técnico/a de Refrigeração e Climatização 1315 Eletricidade e eletrónica - programação de autómatos 2013/ 2014 Gamboa 1 Introdução Automação, estudo dos métodos e procedimentos que permitem a substituição

Leia mais

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo.

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo. BOLETIM DE GARANTIA (N o 05 / 2013) Código de erro do Cassete e Piso-Teto No. TIPO DESCRIÇÃO Flash Blink Código Nota 1 Falha 2 Falha 3 Falha 4 Falha 5 Falha 6 Falha Placa acusa erro no sensor de temperatura

Leia mais

Relés de Proteção Térmica Simotemp

Relés de Proteção Térmica Simotemp Relés de Proteção Térmica Simotemp Confiabilidade e precisão para controle e proteção de transformadores Answers for energy. A temperatura é o principal fator de envelhecimento do transformador Os relés

Leia mais

Programação de CLPs por 1. Diagramas de Contato

Programação de CLPs por 1. Diagramas de Contato Programação de CLPs por Diagramas de Contato 1. Diagramas de Contato 2. Um CLP Genérico 3. Instruções de Entrada e Saída 4. Instruções Booleanas 5. Circuitos de Intertravamento 6. Detecção de Borda 7.

Leia mais

Sistema Multibombas Controle Móvel CFW-11

Sistema Multibombas Controle Móvel CFW-11 Motores Energia Automação Tintas Sistema Multibombas Controle Móvel CFW-11 Manual de Aplicação Idioma: Português Documento: 10000122732 / 01 Manual de Aplicação para Sistema Multibombas Controle Móvel

Leia mais

Micro Controladores Programáveis

Micro Controladores Programáveis Micro Controladores Programáveis Transformando energia em soluções Os Micro Controladores Programáveis linha Clic WEG, caracterizam-se pelo seu tamanho compacto, fácil programação e excelente custo-benefício.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS (CLPs) E DISPOSITIVOS INDUSTRIAIS UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA:

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

Introdução à Engenharia de Automação

Introdução à Engenharia de Automação Introdução à Engenharia de Automação 1 A automação em nossas vidas Objetivo: Facilitar nossas vidas Automação no dia-a-dia Em casa: Lavando roupa Abrindo o portão Lavando louça Na rua: Sacando dinheiro

Leia mais

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia Automação Industrial Módulo Controlador P7C - HI Tecnologia 7C O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador P7C da HI tecnologia (PMU10700100). A lista de verbetes consta na versão

Leia mais

INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Treinamento Branqs Automação, 2007 Elaboração: Kauê Leonardo Gomes Ventura Lopes Aprovação: Fernando José Cesilio Branquinho Branqs Automação Ltda. Rua do Comércio, nº

Leia mais

Aperfeiçoamento Técnico com respeito ao Profissional.

Aperfeiçoamento Técnico com respeito ao Profissional. Política de Treinamento DME Aperfeiçoamento Técnico com respeito ao Profissional. A DME é uma empresa voltada para o atendimento das necessidades em conclusão e consumo de Energia Elétrica, consagrou-se

Leia mais

Programação Básica em STEP 7 Operações Binárias. SITRAIN Training for Automation and Drives. Página 6-1

Programação Básica em STEP 7 Operações Binárias. SITRAIN Training for Automation and Drives. Página 6-1 Conteúdo Página Operações Lógicas Binárias: AND, OR...2 Operações Lógicas Binárias: OR Exclusivo (XOR)...3 Contatos Normalmente Abertos e Normalmente Fechados. Sensores e Símbolos... 4 Exercício...5 Resultado

Leia mais

A automação em nossas vidas 25/10/2015. Módulo IV Tecnologia. TECNOLOGIA Conceito e História

A automação em nossas vidas 25/10/2015. Módulo IV Tecnologia. TECNOLOGIA Conceito e História Módulo IV Tecnologia Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. TECNOLOGIA Conceito e História A automação em nossas vidas Objetivo: Facilitar nossas vidas no dia-a-dia Em casa: Lavando roupa Esquentando leite

Leia mais

BT QCC 1000 Quadro elétrico para câmaras frigoríficas até 3HP 220V2F

BT QCC 1000 Quadro elétrico para câmaras frigoríficas até 3HP 220V2F BTQCC1000v1_0.docx - Página 1 de 6 BT QCC 1000 Quadro elétrico para câmaras frigoríficas até 3HP 220V2F 1.0 Descrições gerais: BT QCC 1000 é amplamente usado para pequenas e médias câmaras frigoríficas,

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Profª Danielle Casillo

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Profª Danielle Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Profª Danielle Casillo Nome: Automação e Controle Créditos: 4 60 horas Período: 2010.2 Horário: quartas e sextas das 20:40 às 22:20

Leia mais

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO.

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO. Válvulas: São os elementos utilizados para comando dos atuadores, exercendo função preponderante dentro dos circuitos fluídicos e são classificadas conforme suas funções. Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

Sistema Multibombas Controle Fixo CFW-11

Sistema Multibombas Controle Fixo CFW-11 Motores Energia Automação Tintas Sistema Multibombas Controle Fixo CFW-11 Manual de Aplicação Idioma: Português Documento: 10000122700 / 01 Manual de Aplicação para Sistema Multibombas Controle Fixo Série:

Leia mais

CIRCUITO DE POTÊNCIA. Chaves com comando a distância

CIRCUITO DE POTÊNCIA. Chaves com comando a distância ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PEA Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Eletrotécnica Geral DISPOSITIVOS DE COMANDO Índice 1 Objetivo... 1 2... 1 2.1 Generalidades......

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL MODELO: CARACTERÍSTICAS 32 Pontos de Entrada / 32 Pontos de Saída. 3 Módulos Básicos: Controlador de Entrada, Simulador de Saída, Contador & Simulador

Leia mais

Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008

Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008 Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008 O objetivo deste boletim é mostrar as características do driver MPC6006L. Tópicos abordados neste boletim: APRESENTAÇÃO

Leia mais

CLIMATIZAÇÃO. Relação de Entradas e Saídas

CLIMATIZAÇÃO. Relação de Entradas e Saídas CLIMATIZAÇÃO O exemplo apresentado aqui controla um sistema que envolve bombas, torres, chillers e fan-coils para climatização ambiente para conforto térmico. Pode-se montar controles para sistemas dos

Leia mais

Treinamento. ACE Schmersal Boituva - SP. Duvidas (15)3263-9800 suporte.linhalogica@schmersal.com.br

Treinamento. ACE Schmersal Boituva - SP. Duvidas (15)3263-9800 suporte.linhalogica@schmersal.com.br Treinamento ACE Schmersal Boituva - SP Duvidas (15)3263-9800 suporte.linhalogica@schmersal.com.br Produtos Schmersal Controladores e Inversores Princípio de Funcionamento de um Controlador Programavél

Leia mais

Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância

Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância Monitoramento de Transformadores de Potência Gerenciamento de Dados para o Monitoramento e Avaliação da Condição Operativa de Transformadores Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância

Leia mais

Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores. Autor: José Augusto Manzano. Capítulo 1 Abordagem Contextual

Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores. Autor: José Augusto Manzano. Capítulo 1 Abordagem Contextual Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores Autor: José Augusto Manzano Capítulo 1 Abordagem Contextual 1.1. Definições Básicas Raciocínio lógico depende de vários fatores para

Leia mais

4.3. Máquina de estados: São utilizados em sistemas de complexos, é de fácil transformação para ladder desde que não haja muitas ramificações.

4.3. Máquina de estados: São utilizados em sistemas de complexos, é de fácil transformação para ladder desde que não haja muitas ramificações. Parte 4 - Técnicas de programação (Lógica simples) INTRODUÇÃO Programar em ladder é muito simples, desde que ele tenha uma estrutura sob a qual o programa deve ser desenvolvido, ou seja, se deve ter um

Leia mais

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si) ; Uso de máquinas para controlar e executar suas tarefas quase sem interferência humana, empregando

Leia mais

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL Controlador Lógico Programável ( Hardware ) Para aprendermos como funciona um CLP, é necessário uma análise de seus componentes básicos, utilizados por todos os CLPs disponíveis

Leia mais

Amboretto Skids. Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, papel e água

Amboretto Skids. Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, papel e água Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, celulose e água 1 Disponível para Locação, Leasing e Cartão Amboretto Skids Soluções e manuseio de fluidos para indústria de óleo, gás, papel

Leia mais

TUTORIAL DE PROGRAMAÇÃO. Configuração do cartão de entrada / saída analógica CP1W-MAD11.

TUTORIAL DE PROGRAMAÇÃO. Configuração do cartão de entrada / saída analógica CP1W-MAD11. TUTORIAL DE PROGRAMAÇÃO Configuração do cartão de entrada / saída analógica CP1W-MAD11. 1.0 Alocação de memória Antes de utilizar o cartão, é necessário conhecer a forma como a linha CP1 aloca as memórias

Leia mais

a dispositivos mecânicos e electromecânicos por forma a realizar as sequências de trabalho pretendidas.

a dispositivos mecânicos e electromecânicos por forma a realizar as sequências de trabalho pretendidas. CONTROLO DE PROCESSOS Até à década de setenta, a maior parte das plantas industriais recorriam a dispositivos mecânicos e electromecânicos por forma a realizar as sequências de trabalho pretendidas. A

Leia mais

Máx Unid Padrão. Mín 1 / 0.1 0/0 0/0 0/0 0/0 100 / 6.9 100 / 6.9 100 / 6.9 999 150.0 / 302 5.0/9 2 -50.0 / -58 0.1/1 1 / 0.

Máx Unid Padrão. Mín 1 / 0.1 0/0 0/0 0/0 0/0 100 / 6.9 100 / 6.9 100 / 6.9 999 150.0 / 302 5.0/9 2 -50.0 / -58 0.1/1 1 / 0. PCT6 plus CONTROLADOR DIGITAL DE PRESSÃO PARA CENTRAIS DE REFRIGERAÇÃO Ver. PCT6VT74. DESCRIÇÃO O PCT6 plus é um controlador de pressão para ser utilizado em centrais de refrigeração que necessitem de

Leia mais

CLP Controlador Lógico Programável

CLP Controlador Lógico Programável CLP Controlador Lógico Programável Luiz Carlos Farkas (LCF) Eduardo Calsan (EDC) Aula no. 05 CPU e Ciclo de Varredura CPU e Ciclo de Varredura - CPU - gerenciamento e processamento das informações do sistema.

Leia mais

4 SISTEMAS E EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO

4 SISTEMAS E EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO 35 4 SISTEMAS E EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO Em uma instalação de ar condicionado quando o circuito de refrigeração estiver desligado, teremos uma instalação de ventilação simples, onde são controlados

Leia mais

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador Conceitos Básicos de Automação Prof. Jeferson L. Curzel 2011/02 Exemplo Motivador Para uma furação manual o operador usava os olhos, o tato e a contração de seus braços para avaliar a evolução do furo

Leia mais

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial De acordo com a organização norte-americana Instrument Society of America -

Leia mais

EDITAL DE INSCRIÇÕES

EDITAL DE INSCRIÇÕES EDITAL DE INSCRIÇÕES De acordo com o Contrato, firmado entre a Prefeitura Municipal de Cajati e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI, que estabelece parceria para a implementação de cursos

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial 1 2 a AULA Controlador Lógico Programável: Características de software.

Leia mais

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados Solução Completa em Automação FieldLogger Registro e Aquisição de Dados Ethernet & USB Até 16GB de memória Conversor A/D 24 bits Até 1000 amostras por segundo Apresentação FieldLogger O FieldLogger é um

Leia mais

IINTRODUÇÃO SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO GP-SOFTWARE

IINTRODUÇÃO SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO GP-SOFTWARE IINTRODUÇÃO SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO GP-SOFTWARE Rev.: 01 (03/09/2007) PRODUTOS ELETRÔNICOS METALTEX LTDA. Rua: José Rafaelli, 221 - Socorro - S. Amaro - São Paulo / SP. CEP: 04763-280 - Brasil Tel.: 55

Leia mais

Customers. The core of our innovation. Alimentação & Transporte Secagem Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração. Granulação

Customers. The core of our innovation. Alimentação & Transporte Secagem Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração. Granulação PT Customers. The core of our innovation Alimentação & Transporte Secagem Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração Granulação Tecnologias Piovan para Refrigeração: Chillers com compressores scroll

Leia mais

Parte V Linguagem de Programação

Parte V Linguagem de Programação www.spei.br Sociedade Paranaense de Ensino e Informática Parte V Linguagem de Programação 2 1 Linguagens de Programação de CLPs As linguagens de programação permitem aos usuários se comunicar com o CLP

Leia mais

Reparador de Circuitos Eletrônicos

Reparador de Circuitos Eletrônicos Reparador de Circuitos Eletrônicos O Curso de Reparador de Circuitos Eletrônicos tem por objetivo o desenvolvimento de competências relativas a princípios e leis que regem o funcionamento e a reparação

Leia mais

COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91

COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91 COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91 No. DAP-QPLC-01 rev. 2 Revisões Data da Revisão Mar/2013 Out/2013 Nome do Arquivo Revisão DAP-QPLC-01 ModbusPLC-INV Primeira edição DAP-QPLC-01

Leia mais

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Atuadores

Leia mais

ALP Algoritmos e Programação. . Linguagens para Computadores

ALP Algoritmos e Programação. . Linguagens para Computadores ALP Algoritmos e Programação Iniciação aos computadores. Linguagens para Computadores. Compiladores, Interpretadores. Ambientes de Programação 1 Linguagens para Computadores. Linguagem binária: Dispositivos

Leia mais

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

CONHECIMENTO ESPECÍFICO CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6. O PID (Proporcional Integral Derivativo) é comumente usado na automação industrial para se encontrar um erro entre a entrada e a saída de um processo qualquer. Nesse processo,

Leia mais

ELETRÓNICA E AUTOMAÇÃO

ELETRÓNICA E AUTOMAÇÃO ELETRÓNICA E AUTOMAÇÃO QUADRO RESUMO FORMAÇÃO UFCD (H) Análise de circuitos em corrente contínua 6008 25 Corrente alternada 6010 25 Eletrónica industrial 6023 25 Instalações elétricas - generalidades 6075

Leia mais

Automação Industrial Parte 7

Automação Industrial Parte 7 Automação Industrial Parte 7 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Definições básicas -Foi desenvolvida com o mesmo conceitos dos diagramas de comandos elétricos

Leia mais

GLOBUS SISTEMAS ELETRÔNICOS

GLOBUS SISTEMAS ELETRÔNICOS 89 mm 3, 8 mm Controlador Tipo para Instalação em Painel, com Teclado e Características Principais O é um controlador desenvolvido para acionamento, controle de temperatura e degelo e supervisão de defeitos,

Leia mais

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada.

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada. Editor de Ladder para VS7 Versão Teste O editor de ladder é um software de programação que permite que o VS7 e o µsmart sejam programados em linguagem de contatos. Esse editor está contido na pasta Público

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia 1 Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial 3ª AULA - Programação Convencional de CLP - Parte I Objetivos: Analisar

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

A seguir serão detalhados os atuadores da estação com a finalidade de facilitar a visualização e ilustrar os circuitos contidos em anexo.

A seguir serão detalhados os atuadores da estação com a finalidade de facilitar a visualização e ilustrar os circuitos contidos em anexo. MANUAL DE OPERAÇÃO Estação de Distribuição MPS Documentação Técnica Estação de distribuição Vista superior da estação Detalhe do terminal de válvulas CPV 2 Descrição da Estação Essa estação tem como principal

Leia mais

Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs).

Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONCEITUAL - HISTÓRICO 3 DIVISÃO HISTÓRICA 3 VANTAGENS DO USO DE CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS 3 PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

Material de Apoio INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH. Programa Especial - Injeção Eletrônica LE-Jetronic

Material de Apoio INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH. Programa Especial - Injeção Eletrônica LE-Jetronic INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH A necessidade de se reduzir o consumo de combustível dos automóveis, bem como de se manter a emissão de poluentes pelos gases de escape dentro de limites, colocou

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Conceito de Computador Um computador digital é

Leia mais

CONTROLADORES LÓGICO PROGRAMÁVEIS BLOCOS LÓGICOS

CONTROLADORES LÓGICO PROGRAMÁVEIS BLOCOS LÓGICOS FUMEP Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba EEP Escola de Engenharia de Piracicaba COTIP Colégio Técnico Industrial de Piracicaba CONTROLADORES LÓGICO PROGRAMÁVEIS BLOCOS LÓGICOS Prof. Msc. Marcelo

Leia mais

IEC 1131-3 Ladder SUPORTE DE CURSO. Livro Texto: Programming industrial control systems using IEC 1131-3 R.W. Lewis

IEC 1131-3 Ladder SUPORTE DE CURSO. Livro Texto: Programming industrial control systems using IEC 1131-3 R.W. Lewis SUORTE DE CURSO IEC 1131-3 Ladder Livro Texto: rogramming industrial control systems using IEC 1131-3 R.W. Lewis UFMG Informática Industrial rof. Constantino Seixas Filho IEC1131-3 - Ladder 1 IEC 1131-3

Leia mais

MAKING MODERN LIVING POSSIBLE. Controlador AK-SC255 REFRIGERATION & AIR CONDITIONING DIVISION

MAKING MODERN LIVING POSSIBLE. Controlador AK-SC255 REFRIGERATION & AIR CONDITIONING DIVISION MAKING MODERN LIVING POSSIBLE Controlador AK-SC255 REFRIGERATION & AIR CONDITIONING DIVISION Controle além do limite. Um único controlador pode gerenciar refrigeração, ar condicionado, luzes e muito mais.

Leia mais

Bibliografia Básica: GEORGINI, M. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas seuqenciais com PLC s. São Paulo. Erica, 2000.

Bibliografia Básica: GEORGINI, M. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas seuqenciais com PLC s. São Paulo. Erica, 2000. Material norteador para disciplina de Automação turmas Engenharia da Computação e engenharia elétrica Os conteúdos neste documento foram digitados por acadêmicos durante as aulas que e aceitaram disponibilizar

Leia mais

Fontes CC. Principais características. www.supplier.ind.br

Fontes CC. Principais características. www.supplier.ind.br A SUPPLIER Indústria e Comércio de Eletroeletrônicos Ltda é uma empresa constituída com o objetivo de atuar no setor das Indústrias Eletroeletrônicas, principalmente na fabricação de fontes de alimentação

Leia mais

Inversores de Freqüência na Refrigeração Industrial

Inversores de Freqüência na Refrigeração Industrial ersores de Freqüência na Refrigeração Industrial Os inversores de freqüência possuem um vasto campo de aplicações dentro da área de refrigeração industrial. São utilizados nas bombas de pressurização,

Leia mais

23/06/2010. Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica. Roberto Lamberts

23/06/2010. Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica. Roberto Lamberts Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica Roberto Lamberts Oficina 09 junho de 2010 1 ETIQUETAGEM DE EDIFICAÇÕES Publicação: junho de 2009. EDIFÍCIOS ETIQUETADOS CETRAGUA

Leia mais

CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO MULTIPLEX Série AIM48 (Final)

CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO MULTIPLEX Série AIM48 (Final) 1 - INTRODUÇÃO: CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO MULTIPLEX Série AIM48 (Final) Trata-se de uma sistema de alarme de incêndio para utilização onde há somente acionadores manuais e sirenes convencionais, não

Leia mais

Bancada Didática para CLP SIEMENS (LOGO!) - XC123 -

Bancada Didática para CLP SIEMENS (LOGO!) - XC123 - T e c n o l o g i a Bancada Didática para CLP SIEMENS (LOGO!) - XC123 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. Bancada Didática para CLP SIEMENS (LOGO!)

Leia mais

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO O controlador CDE4000 é um equipamento para controle de demanda e fator de potência. Este controle é feito em sincronismo com a medição da concessionária, através dos dados

Leia mais

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida:

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida: 1. Ementa Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas do ciclo de vida do software e ou hardware, com ênfase em: documentação, determinação dos requisitos, projeto lógico, projeto

Leia mais

TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS Autor: Prof. Heliliano Carlos Sartori Guedes prof.helilianoguedes@gmail.com

Leia mais

Fundamentos de Automação. Pneumática 01/06/2015. Pneumática. Pneumática. Pneumática. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Fundamentos de Automação. Pneumática 01/06/2015. Pneumática. Pneumática. Pneumática. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Considerações Iniciais "PNEUMÁTICA

Leia mais

GDE4000. Gerenciador de Energia

GDE4000. Gerenciador de Energia Gerenciador de Energia Funções avançadas de controle de demanda e fator de potência Seleção de cargas por prioridade e por potências Flexibilidade na programação de demandas sazonais Simulação de fatura

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866 7 Unidade Central de Processamento (UCP): O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento e de controle, durante a execução de um

Leia mais

Boletim da Engenharia 14

Boletim da Engenharia 14 Boletim da Engenharia 14 Como trocar o óleo dos compressores parafuso abertos e semi-herméticos 10/03 No boletim da engenharia nº13 comentamos sobre os procedimentos para troca de óleo dos compressores

Leia mais

Soft-Starter SSW-06 V1.6X

Soft-Starter SSW-06 V1.6X Motores Energia Automação Tintas Soft-Starter SSW-06 V1.6X Guia de Aplicação Multimotores Idioma: Português Documento: 10000601966 / 00 Guia de Aplicação Multimotores Série: SSW-06 V1.6X Idioma: Português

Leia mais