RUBERLEI CARDOSO BENTO

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPIDES DE MARÍLIA FUNDAÇÃO DE ENSINO EURÍPIDES SOARES DA ROCHA CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RUBERLEI CARDOSO BENTO ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO DO SQL SERVER EM AMBIENTE VIRTUALIZADO E NÃO VIRTUALIZADO MARÍLIA 2013

2 RUBERLEI CARDOSO BENTO ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO DO SQL SERVER EM AMBIENTE VIRTUALIZADO E NÃO VIRTUALIZADO Trabalho de Curso apresentado ao Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação da Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha, mantenedora do Centro Universitário Eurípedes de Marília - UNIVEM, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. Dr. Elvis Fusco MARÍLIA 2013

3 BENTO, Ruberlei Cardoso Análise Comparativa do Desempenho do SQL Server em Ambiente Virtualizado e Não Virtualizado / Ruberlei Cardoso Bento; orientador: Dr. Elvis Fusco. Marília, SP: [s.n.], f. Trabalho de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) Curso de Sistemas de Informação, Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha, mantenedora do Centro Universitário Eurípides de Marília UNIVEM, Marília, Banco de dados. 2. Virtualização. 3. SQL Server Virtualizado. 4. Desempenho. CDD:

4

5 Dedico este trabalho aos meus pais por todo amor, carinho e apoio nos momentos difíceis, a minha namorada Jacqueline por toda paciência e incentivo nos momentos difíceis, amo vocês!!!

6 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus por ter me dado forças ao longo de todo curso e ter meu auxiliado chegar até aqui. Aos meus pais João e Otília por todo incentivo e apoio nos momentos mais difíceis. A minha namorada Jacqueline pelo apoio e paciência e incentivo. Aos professores Leonardo Botega, Giuliana Marega Marques e Ricardo Sabatine pelo apoio e o compartilhamento de experiências que contribuíram para o presente trabalho. Ao meu orientador Elvis Fusco, que através de sua experiência foi de uma colaboração impar para pesquisa desse trabalho.

7 Cada sonho que você deixa para tráz, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir. (Steve Jobs)

8 BENTO, Ruberlei Cardoso. Análise Comparativa do Desempenho do SQL Server em Ambiente Virtualizado e Não Virtualizado f. Trabalho de Curso (Bacharelado em Sistemas de Informação) Centro Universitário Eurípides de Marília, Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha, Marília, RESUMO O presente trabalho realiza uma analise comparativa do desempenho do SQL Server em ambiente virtualizado e ambiente não virtualizado no que se refere a gravação de informações geradas através do SQL Server e gravadas no disco rígido e a leitura de informações que estão armazenadas no disco rígido sua respectiva inserção no banco de dados. A ferramenta objeto do estudo foi Microsoft SQL Server 2012 Enterprise. Dessa forma utilizou-se a ferramenta de benchmark SQLIO para execução dos testes de gravação e leitura de informações do disco, a ferramenta é disponibilizada pela Microsoft de forma gratuita, porém, sem nenhum tipo de suporte relacionada a mesma. No ambiente de testes virtualizado utilizou-se a ferramenta de virtualização da VMware que é o VMware ESXi o mesmo é uma camada de software sobre o hardware, a ferramenta é disponibilizada de forma gratuita, porém, limita-se apenas um processador físico. O sistema operacional hospede utilizado tanto no ambiente virtualizado quanto no ambiente não virtualizado foi o Windows Server 2012 Essentials 64- bits. Elaborou-se oito cenários testes, sendo quatro para gravação das informações em disco e quatro para leitura de informações armazenadas no disco, os cenários de gravação e leitura foram gravar e ler 25, 50, 75 e 100 GB, para cada um dos cenários repetiu-se os testes quatro vezes e tirou-se a média dos resultados obtidos, para conclusão dos testes. Palavras-Chave: Banco de dados. Virtualização. SQL Server Virtualizado. Desempenho.

9 BENTO, Ruberlei Cardoso. Análise Comparativa do Desempenho do SQL Server em Ambiente Virtualizado e Não Virtualizado f. Trabalho de Curso (Bacharelado em Sistemas de Informação) Centro Universitário Eurípides de Marília, Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha, Marília, ABSTRACT This paper conducts a comparative analysis of the performance of SQL Server in a virtualized environment and non-virtualized environment as regards the recording of information generated by SQL Server and stored on the hard drive and reading of information that are stored on your hard drive its uptake in the database. The tool study focused on Microsoft SQL Server 2012 Enterprise. Thus we used the benchmark tool to test execution SQLIO recording and reading information of the disc tool is available from Microsoft for free, but without any kind of support related to same. In virtualized test environment used the tool that is VMware virtualization VMware ESXi it is a layer of software on the hardware, the tool is available for free, but limited to only one physical processor. The host operating system used on the virtualized environment as in non-virtualized environment was Windows Server 2012 Essentials 64 - bit. We developed eight scenarios tests, four for recording information to disk and four for reading information stored on disk recording scenes and reading writing and reading were 25, 50, 75 and 100 GB for each scenario repeated if the tests four times and took the average of the results obtained for completion of testing. Keywords: Database. Virtualization. Virtualized SQL Server. Performance.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 System/370 Model Figura 2 Arquitetura tradicional x virtualização Figura 3 Virtualização Total Figura 4 Paravirtualização Figura 5 Emulação de hardware Figura 6 Vmware vsphere Figura 7 Red Hat Enterprise Virtualization Figura 8. Pesquisa banco de dados tier-2 virtualizados Figura 9. Ambiente não virtual e ambiente virtual Figura 10 Configuração do arquivo Param.txt do primeiro cenário de testes Figura 11 Configuração do arquivo Param.txt do segundo cenário de testes Figura 12 Configuração do arquivo Param.txt do terceiro cenário de testes Figura 13 Configuração do arquivo Param.txt do quarto cenário de testes Figura 14 Gravação em disco ambiente virtual Megabytes por segundos Figura 15 Configuração do arquivo Param.txt do primeiro cenário de teste de leitura Figura 16 Configuração do arquivo Param.txt do segundo cenário de teste de leitura Figura 17 Configuração do arquivo Param.txt do terceiro cenário de teste de leitura Figura 18 Configuração do arquivo Param.txt do quarto cenário de teste de leitura Figura 19 Leitura de informações do disco ambiente virtual Megabytes por segundos Figura 21 Configuração do arquivo Param.txt do segundo cenário de testes de gravação no ambiente não virtualizado Figura 22 Configuração do arquivo Param.txt do terceiro cenário de testes de gravação no ambiente não virtualizado Figura 23 Configuração do arquivo Param.txt do terceiro cenário de testes de gravação no ambiente não virtualizado Figura 24 Gravação em disco ambiente não virtual Megabytes por segundos Figura 25 Configuração do arquivo param.txt para execução dos testes de leitura no ambiente não virtual Figura 26 Configuração do arquivo param.txt para execução dos testes de leitura no ambiente não virtual Figura 27 Configuração do arquivo param.txt para execução dos testes de leitura no

11 ambiente não virtual Figura 28 Configuração do arquivo param.txt para execução dos testes de leitura no ambiente não virtual Figura 29 Leitura de informações do disco ambiente não virtual Megabytes por segundos 49 Figura 30 Gravação Ambiente virtual X Ambiente não virtual Figura 31 Leitura Ambiente virtual X Ambienta não virtual... 50

12 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ANSI American National Standards Institute GB Gigabyte IOPS Input / Output de operações por segundo IP Internet Protocol IPV6 Internet Protocol Version 6 ROI - Retorno sobre Investimento SGDB Sistema Gerenciador de Base de Dados SQL Structured Query Language TI - Tecnologia da Informação VMs Virtual Machines

13 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Cenários de testes de gravação e leitura do disco Tabela 2 Resultados dos testes de gravação em disco do primeiro cenário de testes Tabela 3 Resultados dos testes de gravação em disco do segundo cenário de testes Tabela 4 Resultados dos testes de gravação em disco do terceiro cenário de testes Tabela 5 Resultados dos testes de gravação em disco do quarto cenário de testes Tabela 6 Resultados dos testes de leitura do disco do primeiro cenário de testes Tabela 7 Resultados dos testes de leitura do disco do segundo cenário de testes Tabela 8 Resultados dos testes de leitura do disco do terceiro cenário de testes Tabela 9 Resultados dos testes de leitura do disco do quarto cenário de testes Tabela 10 Resultados dos testes de gravação em disco do primeiro cenário de testes Tabela 11 Resultados dos testes de gravação em disco do segundo cenário de testes Tabela 12 Resultados dos testes de gravação em disco do terceiro cenário de testes Tabela 13 Resultados dos testes de gravação em disco do terceiro cenário de testes Tabela 14 Resultados dos testes de leitura do disco do primeiro cenário de testes Tabela 15 Resultados dos testes de leitura do disco do segundo cenário de testes Tabela 16 Resultados dos testes de leitura do disco do terceiro cenário de testes Tabela 17 Resultados dos testes de leitura do disco do quarto cenário de testes... 49

14 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 VIRTUALIZAÇÃO Conceito Tipos de Virtualização Virtualização Total Paravirtualização Virtualização Assistida por Hardware Vantagens e Desvantagens da Virtualização Vantagens da Virtualização Desvantagens da Virtualização O Impacto da Virtualização na TI CAPÍTULO 2 SOFTWARES DE VIRTUALIZAÇÃO Softwares de Virtualização Vmware vsphere XEN Server Microsoft Hyper-V Server Red Hat Enterprise Virtualization CAPÍTULO 3 VIRTUALIZAÇÃO DE BANCO DE DADOS Virtualização de Banco de Dados Virtualização do SQL Server Licenciamento SQL Server para Virtualização Licenciamento Individual de Máquinas Virtuais Licenciamento Máximo Virtualização CAPÍTULO 4 ANÁLISE COMPARATIVA DO SQL SERVER EM AMBIENTE VIRTUALIZADO E AMBIENTE NÃO VIRTUALIZADO Configurações dos Ambientes de Testes Configurações de Hardwares Configurações de Softwares Testes de Gravação e Leitura de Disco Ambiente Virtualizado e Ambiente não Virtualizado Gravação em Disco Ambiente Virtualizado Execução do Primeiro Cenário de Teste Execução do Segundo Cenário de Teste Execução do Terceiro Cenário de Teste Execução do Quarto Cenário de Teste Resultados Obtidos com Gravação em Disco Leitura em Disco Ambiente Virtualizado Execução do Primeiro Cenário de Testes Execução do Segundo Cenário de Testes Execução do Terceiro Cenário de Testes Execução do Quarto Cenário de Testes Resultados Obtidos com a Leitura de Informações Armazenadas em Disco do Ambiente Virtualizado... 42

15 4.2.3 Gravação em Disco Ambiente Não Virtualizado Execução do Primeiro Cenário de Testes Execução do Segundo Cenário de Testes Execução do Terceiro Cenário de Testes Execução do Quarto Cenário de Testes Resultados Obtidos com a Gravação de Informações no Disco Rígido do Ambiente Não Virtualizado Leitura de Informações do Disco Rígido em Ambiente Não Virtualizado Execução do Primeiro Cenário de Testes Execução do Segundo Cenário de Testes Execução do Terceiro Cenário de Testes Execução do Quarto Cenário de Testes Resultados Obtidos com a Leitura de Informações Armazenadas em Disco do Ambiente Não Virtualizado Comparação dos Resultados Obtidos no Ambiente Virtual e Não Virtual CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 54

16 14 INTRODUÇÃO Com as rápidas mudanças e o surgimento de novas tecnologias cada vez mais frequente, exige-se das organizações modernas maior flexibilidade no que refere-se a inovações e uma rápida adaptação as mudanças. Com a utilização da virtualização obtêm-se flexibilidade já que as mudanças referentes à infraestrutura de servidores são lógicas e não físicas e ao mesmo tempo torna-se o ambiente onde encontra-se as aplicações instaladas independentes do hardware, já que as mesmas trabalham sobre uma máquina virtual e não sobre o próprio hardware (VERAS, 2011). Com a virtualização de banco de dados é possível que em questão de horas sejam criados vários ambientes, como por exemplo, um ambiente de desenvolvimento, ambiente de testes o que não acontece quando não se utiliza da virtualização, pois, seria necessária aquisição de novo hardware, disponibilizar um espaço para instalação do novo hardware e somente após esses trâmites seria possível disponibilizar o novo ambiente para organização, já na virtualização rapidamente pode-se clonar os ambientes virtuais para criação de um novo ambiente. Para virtualização de servidores de banco de dados ainda existem algumas dúvidas e questionamentos referentes a segurança e principalmente o desempenho do banco de dados rodando sobre um ambiente virtualizado, pois, banco de dados trabalha muito com o acesso ao disco, que no caso do ambiente virtualizado é um disco virtual sobre o disco físico, com isso, surgem as dúvidas de virtualizar ou não virtualizar os servidores de bancos de dados das organizações, qual será o desempenho do banco de dados sobre o ambiente virtual. Esse trabalho realiza uma análise comparativa do desempenho do SQL Server no que se diz a respeito a gravação e leitura das informações do SQL Server armazenadas no disco rígido nos ambientes que são o virtual e o não virtual. Para elaboração do presente trabalho, dividiu-se o mesmo em quatro etapas, que foram estudos de ferramentas de benchmark para avaliação e execução dos testes no ambiente virtual e no ambiente não virtual, elaboração dos dois cenários de testes virtual e não virtual, execução da ferramenta de benchmark para obter-se os resultados de cada teste realizado e a consolidação dos resultados obtidos. O primeiro capítulo, aborda o conceito de virtualização, quais os tipos de virtualizações existentes, quais as vantagens e desvantagens que pode-se obter com o uso ou não da virtualização e o impacto que a virtualização pode fomentar na TI.

17 15 O segundo capítulo, apresenta alguns dos softwares de virtualização que estão disponíveis no mercado e transcreve algumas das principais características dos mesmos. No terceiro capítulo do presente trabalho, aborda-se a virtualização de banco de dados, a virtualização do SQL Server e quais as formas de licenciamento do SQL Sever para ambientes virtualizados. No quarto capítulo, contemplam-se as configurações dos ambientes de testes no que se diz a respeito de hardware e software, e os testes que foram executados, os resultados obtidos após cada teste realizado.

18 16 CAPÍTULO 1 VIRTUALIZAÇÃO 1.1 Conceito A virtualização apesar de ser uma tecnologia que está em destaque no cenário mundial, ela não é uma tecnologia nova a IBM utiliza essa tecnologia desde década de 1960 em seus mainframes, à virtualização tem se mostrado eficiente na maximização dos recursos computacionais. Uma máquina virtual contém seu próprio sistema operacional, bibliotecas e aplicativos e é totalmente independente e isolada das demais. Essa abordagem foi usada com sucesso pela IBM que, na linha de mainframes 370 e seus sucessores, oferecia uma máquina virtual portada para cada uma das plataformas de hardware sobre a qual as aplicações executavam, na figura 1 mostra-se um modelo de mainframe 370 (CARISSIMI, 2009). Figura 1 System/370 Model 165. Fonte: A virtualização deixou de ser utilizada nas décadas de 80 e 90, quando os aplicativos cliente-servidor e os desktops e servidores x86 baratos levaram a uma computação distribuída. A ampla adoção do Windows e o surgimento do Linux como sistema operacional de servidor nos anos 90 estabeleceram os servidores x86 como padrão do setor. O crescimento das implantações de servidores e desktops x86 levou a novos desafios operacionais e de

19 17 infraestrutura de TI (VMWARE, [s.d.]). No final da década de 90, a VMware lançou a virtualização nos sistemas x86, para lidar com muitos desses desafios e transformar os sistemas x86 em uma infraestrutura de hardware compartilhada de uso geral que pudesse oferecer o isolamento total, mobilidade e escolha do sistema operacional para os ambientes de aplicativos de acordo com a necessidade de cada organização (VMWARE, [s.d]). A virtualização é junção de sistemas operacionais físicos em virtualizados através da transformação de hardware em software, ou seja, é a conversão de servidores físicos como servidores de banco de dados, servidores de impressão ou servidores de arquivos dentro de um servidor virtualizado ou dentro de uma máquina virtual ou software, o servidor físico é composto de hardware, sistema operacional e das aplicações, o ambiente virtualizado em contra partida possui camadas adicionais softwares entre as aplicações e o hardware. A figura 2 exemplifica uma máquina não virtual e uma máquina virtualizada. Figura 2 Arquitetura tradicional x virtualização Fonte: Segundo o IDC através de pesquisas realizadas, apenas 15% da capacidade dos servidores é utilizado nas organizações os outros 85% ficam ociosos durante a maior parte do tempo e assim gerando um grande desperdício computacional (VERAS, 2011). Fazendo-se o uso de servidores virtualizados é possível otimizar a utilização do hardware através da consolidação, é uma pratica comum dedicar um servidor para uma única aplicação, porém se várias aplicações utilizam uma pequena porcentagem da capacidade de processamento dos servidores físicos o administrador de infraestrutura da organização pode consolidar elas em uma máquina física com várias máquinas virtuais dentro de sua máquina física.

20 18 Conforme Carissimi (2009), a virtualização é uma técnica que permite a execução de múltiplos sistemas operacionais e de suas aplicações em máquinas virtuais sobre uma única máquina física e assim evitando o desperdício computacional que ocorre em muitas organizações, levando-se em consideração que apenas 15% da capacidade de processamento dos servidores são utilizadas. Segundo (SIQUEIRA, 2008, p.91), A virtualização tem um potencial extremamente grande conta com inúmeras vantagens que chega a constituir um novo campo da informática, permitindo a simulação de aplicativos, ferramentas e demais recursos. Facilita a transformação de ambientes físicos complexos em ambientes simplificados e fáceis de gerenciar. A razão mais tradicional e mais atrativa que leva-se para implantação de projetos de virtualização de servidores é a possibilidade de se fazer o uso mais eficientes dos recursos computacionais em relação aos ciclos de processador e memória RAM, além da economia nos custos de energia já que a quantidade de máquinas físicas é menor, logo a quantidade refrigeração é diminuída e com a menor quantidade de equipamento conectado a rede elétrica obtém-se uma queda no consumo da energia (COMPUTER WORLD, 2012). Alguns benefícios que a virtualização de servidores poderá trazer as organizações são: Diminuição de custos; Agilidade de implantação; Alta disponibilidade; Gerenciamento centralizado; Green IT (TI Verde) A virtualização de servidores poderá propiciar as empresas de pequeno e médio porte o corte de algumas despesas de capital, conforme é necessária uma menor quantidade de servidores físicos para substituir um número maior de máquinas envelhecidas e em fim de serviço e o custo com a manutenção corretiva e preventiva também é reduzido tanto em nível de hardware quando de software (COMPUTER WORLD, 2012). De acordo com a Forrester Consulting, para que as organizações possam se beneficiar das vantagens da virtualização, o gerenciamento deve-se tornar parte do processo operacional e do portfólio de ferramentas das organizações como um todo, com isso deve-se os gestores de tecnologia da informação se atentar a organização como um todo desde a elaboração do projeto de virtualização até sua finalização (CIO, 2010).

21 19 Com a utilização de servidores virtuais é possível através dos softwares de virtualização fazer o uso de tecnologias específicas que nos auxiliam no dia a dia, como por exemplo, montar, clonar, excluir, e manipular servidores rapidamente, com a não utilização da virtualização seria necessário aquisição de um novo servidor físico o aguardo da entrega do mesmo pelo fabricante e assim a demora para que o novo servidor fosse colocado no ar para que seus serviços pudessem ser utilizados pela organização (PICHILIANI, 2011). 1.2 Tipos de Virtualização Atualmente existem vários tipos de virtualização e cada organização opta por um tipo de acordo com sua necessidade o desempenho que aquele tipo de virtualização pode oferecer e seus respectivos benefícios. Os softwares de virtualização existentes no mercado atualmente normalmente fazem o uso de mais de um tipo de virtualização de acordo com a necessidade, o mesmo software de virtualização altera o tipo de virtualização durante seu uso, hora utiliza virtualização total, hora faz o uso de paravirtualização e assim extraindo e fazendo o uso do máximo dos recursos disponíveis no hardware Virtualização Total Segundo Mattos (2008): A virtualização total tem por objetivo fornecer ao sistema operacional visitante uma réplica do hardware subjacente. Dessa forma, o sistema operacional visitante é executado sem modificações sobre o monitor de máquina virtual (VMM), o que traz alguns inconvenientes. O primeiro é que o número de dispositivos a serem suportados pelo VMM é extremamente elevado. Para resolver esse contratempo, a implementação da virtualização total usa dispositivo genérico, que funcionam bem para a maioria dos dispositivos disponíveis, mas não garantem o uso da totalidade de sua capacidade.

22 20 A figura 3 ilustra a virtualização total. Figura 3 Virtualização Total Fonte: Segundo Laureano (2006), o principal beneficio oferecido pela virtualização total é que não há necessidade de alteração alguma no sistema operacional que será virtualizado, em contra partida o sistema virtualizado é executado de forma mais lenta Paravirtualização A paravirtualização surgiu para suprir as deficiências da virtualização total relacionada ao processamento, diferente da virtualização total a paravirtualização tem a necessidade de alterações com isso diminuindo a portabilidade do sistema. A necessidade de alterações no sistema operacional convidados faz com que o uso da paravirtualização seja pequeno comparando-se com as demais, a figura 4 exemplifica a paravirtualização (VERAS, 2011). Figura 4 Paravirtualização Fonte:

23 Virtualização Assistida por Hardware A virtualização assistida por hardware emula os componentes físicos da máquina, como por exemplo, processador, memória cache, ciclos de clock, esse é o tipo considerado mais complexo. A virtualização assistida por hardware é o tipo que mais apresenta lentidão em comparação com a paravirtualização e a virtualização total, através da figura 5 é possível entender o funcionamento da virtualização assistida por hardware (OLIVEIRA, 2007). Figura 5 Emulação de hardware Fonte: 1.3 Vantagens e Desvantagens da Virtualização Os servidores virtuais oferecem um ambiente similar ao ambiente físico e torna as aplicações independentes do hardware utilizado, pode-se fazer o uso do balanceamento de carga entre um conjunto de servidores. Assim como todas as tecnologias existentes a virtualização também possui as suas vantagens e desvantagens, a seguir serão explanadas as vantagens e desvantagens da virtualização Vantagens da Virtualização Com a virtualização de servidores as organizações conseguem uma redução significativa relacionada aos custos operacionais e atingir uma maior eficiência no que se diz a respeito de manutenção e alta disponibilidade do servidor de banco de dados. A vantagem inicial quando é tomada a decisão de virtualizar seu ambiente é redução de custos, pois com a virtualização vem à consolidação de servidores, ou seja, é reduzida a

24 22 quantidade de máquinas físicas e aumenta-se a quantidade de máquinas virtuais, outro ponto é que com a redução de máquinas físicas consequentemente é reduzido o consumo de energia, também tem a redução de espaço físico onde esses servidores ficavam em muitos casos esses servidores ficam dentro de datacenters onde o espaço no rack e gerenciamento têm seus custos. Deve-se levar em consideração que quando uma organização opta pelo uso de servidores de virtualização é possível que um novo servidor seja colocado em funcionamento em dois ou três dias e assim tornando-se a tecnologia da informação uma aliada para área de negócios, abaixo serão citadas mais algumas das vantagens obtidas através da virtualização: Gerenciamento Centralizado; Instalações Simplificadas; Facilidade para execução de backups; Alta disponibilidade; Migração de servidores de um hardware para outro de forma transparente; Redução do downtime; Melhor aproveitamento do hardware Desvantagens da Virtualização Segundo Prado (2010), as desvantagens são a dificuldade no acesso direto ao hardware, grande consumo de memória RAM, visto que cada máquina virtual utiliza uma parte específica da mesma, a segurança deve ser maior, pois diversas máquinas virtuais estarão funcionando em um mesmo equipamento físico. Outra desvantagem que deve ser citada é atualização do sistema operacional que fica entre a camada de hardware e as máquinas virtuais, pois, caso seja necessário a reinicialização do mesmo todas as maquinas virtuais hospedeiras no servidor físico que foi atualizado saíram do ar momentaneamente para que essas atualizações sejam aplicadas. 1.4 O Impacto da Virtualização na TI Um dos impactos que a virtualização trás para organização é o investimento inicial com valor elevado, pois, para que possa virtualizar ambientes robustos é necessário aquisição de equipamentos que possam suportar essa virtualização (OKANO; ANDRADE, 2008). Em contra partida ao custo inicial elevado, cada vez mais as organizações para que

25 23 possam se tornar mais competitivas no mundo globalizado precisam ser flexíveis e sempre estarem aptas às mudanças de forma rápida e ágil, com isso a parte tecnológica das organizações deve-se estar sempre pronta para mudança e com menor impacto possível a toda organização (VERAS, 2011, p.22). Fazendo-se o uso da virtualização as organizações conseguem obter flexibilidade e estabilidade de seu ambiente corporativo, com a flexibilidade a organização estará pronta para o crescimento de seu negocio, pois sua infraestrutura poderá ser alterada conforme sua necessidade fazendo-se o uso de instrumentos lógicos e não físicos. A virtualização torna-se uma importante aliada dos gestores de tecnologia da informação nas organizações, para controlar os custos dos bancos de dados e os recursos de hardware em diferentes cenários, a fim de proporcionar flexibilidade no que se diz a respeito de otimização e aumento dos recursos computacionais de acordo com as necessidades das organizações.

26 24 CAPÍTULO 2 SOFTWARES DE VIRTUALIZAÇÃO 2.1 Softwares de Virtualização Com a virtualização em grande destaque no que se diz a respeito à tecnologia e em franco crescimento nos últimos anos surgem vários softwares para que seja possível realizar a virtualização dos ambientes corporativos. Atualmente no mercado existem várias opções de softwares de virtualização alguns são mais conhecidos outros são distribuídos de forma gratuita, cada empresa escolhe o software que mais atende suas reais necessidades, sejam elas por necessidade de um alto desempenho ou um software que não tenha nenhum custo a organização mais faça aquilo que se é proposto, serão apresentadas os softwares utilizados para virtualização que mais se destacam no mercado Vmware vsphere O Vmware vsphere é uma ferramenta de virtualização que proporciona as organizações a opção de virtualização sem nenhum custo para aquisição do mesmo, já que o VMware vsphere é um hypervisor gratuito e está pronto para virtualizar os servidores das organizações e assim auxiliar as organizações a poupar tempo e dinheiro no gerenciamento de seus servidores. O vsphere é um sistema pioneiro no que se diz respeito a virtualização e suas funcionalidades de computação em nuvem, sua principal proposta além de virtualizar grandes infraestruturas é baixar o custos das organizações seja ele em mão de obra de infraestrutura ou com aquisição de novos equipamentos, que normalmente apenas utilizam pequena parte de sua capacidade computacional (VERAS, 2011). O hypervisor vsphere oferece alta disponibilidade, performance e segurança para todas máquinas virtuais que rodam sobe seu hypervisor tudo isso de forma independente do sistema operacional que a organização faça uso ou do tipo de aplicativo escolhido para uso, a figura 6 exemplifica como o vsphere funciona.

27 25 Figura 6 Vmware vsphere Fonte: Os resultados do uso do vsphere é um ambiente seguro porém flexível e que possa se adaptar rapidamente as necessidades das organizações em constantes mudanças (VMWARE VSPHERE, 2013). As máquinas virtuais que são criadas e administradas através do vsphere são totalmente isoladas uma das outras pela camada de virtualização existente e assim proporcionando as organizações uma segurança maior, pois caso ocorra alguma falha em uma das máquinas virtuais essa falha não irá afetar as demais máquina que rodam sobre o vsphere (VERAS, 2011) XEN Server O XEN Server é diferente das soluções comuns que encontra-se no mercado devido o mesmo trabalhar sobre o hardware e não havendo necessidade de um sistema operacional hospedeiro. O XEN Server é uma ferramenta de virtualização open source que assim como seu concorrente VMware vsphere também é gratuita, o XEN Server tem suporte as plataformas Windows e Linux (BOSING; KAUFMANN, 2012). A tecnologia utilizada pelo XEN Server diferentemente da VMware faz o uso da paravirtualização que por sua vez abstrai processador, memória, etc, mais também utiliza da virtualização completa, porém, para que isso seja possível se faz necessário uma máquina física que permita esse tipo de virtualização (SANTOS, 2011).

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