Integração de Dados na Web. Ana Carolina Salgado Bernadette Lóscio

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1 Integração de Dados na Web Ana Carolina Salgado Bernadette Lóscio

2 Conteúdo Introdução Integração de Informações Consultando a Web

3 Introdução Motivação Web e BD Arquitetura na Web

4 Introdução Evolução da Tecnologia de SGBD Necessidade por informações mais completas e precisas Heterogeneidade Hardware Modelos de Dados Linguagens de Consulta

5 Introdução Manipulação Simultânea de dados heterogêneos Multi-Banco de Dados (MBD) Bancos de Dados Federados Processamento de operações que acessam diferentes BD (Operações Globais)

6 BD Heterogêneos Consulta Usuário Esquema Global Vendas Fornec Controle Estoque Funcion

7 Introdução SGBD Avanços na tecnologia Sistemas economicamente viáveis Uso em grande escala Dados armazenados não em função de uma aplicação (ou mais), porém de modo a representar de forma a mais completa possível um determinado universo

8 Introdução SGBD (Cont.) Diversos BD armazenando os dados de segmentos distintos e, aparentemente, totalmente independentes da mesma organização Evolução das necessidades por informação mais completa Aplicações precisam consultar diversos BD distintos de forma transparente

9 Introdução SGBD (Cont.) Não é exigido do usuário o conhecimento dos diversos SGBD utilizados Manutenção da consistência volta a ser feita pelos aplicativos Internet Interoperabilidade X Integração Interoperabilidade : Sistemas (SGBD) Integração: Dados e Informações

10 Evolução dos Sistemas de Gerenciamento de Dados Distribuídos

11 Evolução dos Sistemas de Gerenciamento de Dados Distribuídos Heterogeneidade Web P2P BD Federados P 1 P 2 P 3 P 4 SGBDD P 5 Multi-BD Esquema Global Sistema de Integração de Dados Esquema de Mediação PDMS Tempo

12 Evolução dos BD Distribuídos BD Distribuído É uma coleção de múltiplos BD logicamente interrelacionados distribuídos através de uma rede de computadores Sistema de BD Distribuídos É definido como um sistema que permite o gerenciamento de BD distribuídos deixando a distribuição dos dados transparente ao usuário

13 Evolução dos BD Distribuídos Bancos de Dados Distribuídos Dados homogêneos Acesso e atualização Multi-Bancos de Dados Dados heterogêneos Acesso e atualização usando um esquema global Bancos de Dados Federados Dados heterogêneos Importação e exportação de esquemas (não há esquema global)

14 Evolução dos BD Distribuídos Sistemas de Integração de Dados Tipo particular de middleware Integração de fontes de dados distribuídas, autônomas e heterogêneas Visão lógica unificada de dados (esquema global) Evita lidar com as inúmeras fontes, interfaces e representações dos dados diferentes Apenas consultas aos dados Abordagens para integração de dados: virtual e materializada Dados atuais x Tempo de resposta

15 Evolução dos BD Distribuídos Vários Mediadores Aplicação PDMS Aplicação Aplicação Mediador Mediador Mediador Mediador Mediador Mediador SGBDR SGBDOR Sistema Legado BD XML [Wiederhold 92]

16 Evolução dos BD Distribuídos Sistemas de Gerenciamento de Dados Peer-to-Peer (PDMS) Compartilhamento de dados descentralizado Processamento e armazenamento de dados distribuídos em pontos autônomos Comportamento dinâmico dos pontos: podem entrar e sair do sistema a qualquer momento Escalabilidade sem servidores poderosos Mapeamentos semânticos dos dados armazenados nos pontos

17 Evolução da Web

18 Evolução da Web

19 Evolução da Web

20 Evolução da Web

21 Integração de Dados na Web

22 Motivação Web: enorme banco de dados Documentos são gerados para serem disponibilizados para leitura Alguns destes documentos foram gerados a partir de consultas a BD Dados podem ser extraídos das páginas web para serem utilizados por outros programas

23 Web X Banco de Dados Web padrão simples e universal para troca de informações informações decompostas como unidades que possam ter nome (URL) e ser transmitidas (HTTP) estrutura da informação (HTML) Banco de Dados esquemas (relacional) e diagramas (E-R) para descrever a estrutura linguagem de consulta, controle de concorrência, recuperação e integridade separa a visão lógica da implementação física

24 Conversão de Dados BD conversão Página HTML conversão Dados Analíticos Problemas: 1. Fragilidade (mudança de formato dos dados fonte) 2. Pode ser necessário todo o BD para análise dos dados Proposta de solução: XML (extensible Markup Language)

25 WEB A Web proporcionou: uma infra-estrutura global e um conjunto de padrões para dar suporte à troca de documentos um formato de apresentação para hipertexto (HTML) interfaces com o usuário bem construídas para recuperação de documentos um novo formato, XML, para troca de dados com estrutura

26 Tecnologia de Banco de Dados A tecnologia de BD oferece: técnicas de armazenamento e linguagens de consulta a dados altamente estruturados modelos e métodos para estruturar dados mecanismos para a manutenção da integridade e consistência de dados um novo modelo, de dados semi-estruturados, que abranda os rigores dos sistemas de BD altamente estruturados

27 Web X Banco de Dados Onde a Web é diferente de BD: não tem estrutura uniforme não tem restrição de integridade não tem transações não tem uma linguagem de consulta ou um modelo de dados padrão o poder de abstração desenvolvido pela comunidade de banco de dados pode prover a chave para diminuir a complexidade da Web

28 Web X Banco de Dados Onde BD pode beneficiar a Web: XML Metadados sobre as fontes Web Combinação de consultas a dados estruturados e semiestruturados

29 Arquitetura Tradicional Cliente/Servidor Cliente Cliente Cliente rede Servidor

30 Arquitetura de aplicação baseada na Web Cliente Cliente Cliente Camada Intermediária (middle tier) Servidor Servidor Servidor

31 Middleware Camada Intermediária (middle tier) Os sistemas que a gerenciam: Middleware duas abordagens: Data Warehouse: dados importados de fontes de dados diversas e armazenados em um BD intermediário especialmente construído Sistema Mediador: consultas do cliente são transformadas e decompostas diretamente em consultas junto à fonte de dados

32 Sistema Virtual de Integração de Dados Distinção do Sistema Mediador para um sistema tradicional: 1. O sistema não se comunica diretamente com a fonte de dados local. Esta tarefa é feita por um programa (wrapper ou tradutor), específico de cada site, que traduz os dados locais em uma forma que pode ser processada pelo sistema de integração de dados. O que o tradutor provê depende do que está disponível na fonte de dados: seu esquema exportado

33 Sistema Virtual de Integração de Dados Distinção do Sistema Mediador para um sistema tradicional: 2. O usuário não faz consultas diretamente sobre o esquema no qual os dados estão armazenados mas sobre um Esquema do Mediador que contém relações virtuais relativas a uma dada aplicação de integração. O sistema de integração deve reformular a consulta do usuário em consultas que se referem diretamente aos esquemas nas fontes de dados.

34 Integração de Informação Integração de informação Sistemas Arquiteturas Construindo Sistemas de Integração de Dados

35 Integração de Informação Problema: A Web contém um número crescente de fontes de informação que podem ser vistas como um grande repositório de dados Tarefa: Responder consultas que podem requerer extração e combinação de dados de várias fontes de dados na WEB, ou Fontes Web

36 Integração de Informação Exemplo: Considere um Banco de Dados de Cinema na Internet contendo dados sobre elenco, gênero e diretores. Informações sobre críticas de filmes podem ser encontradas em várias outras fontes web (ex: revistas) e muitas outras fontes provêem horários dos cinemas. Combinando dados de todas estas fontes, podemos responder a: Quais os filmes com Julia Roberts, suas críticas e horários de exibição, em cartaz hoje a noite em Paris

37 Sistemas para Integração de Informação Vários sistemas já foram construídos Problemas similares aos apontados para integração de sistemas de banco de dados heterogêneos E mais: Fontes Web variadas e evolutivas Poucos metadados sobre características das fontes Alto grau de autonomia das fontes Web

38 Sistemas para Integração de Informação Duas abordagens: 1. Warehousing: os dados são gerados das diversas fontes Web são carregados (materializados) em um repositório (warehouse) e as consultas são aplicadas a estes dados. Vantagem: performance garantida no momento da consulta Desvantagem: atualização do repositório sempre que houver mudança nos dados

39 Arquitetura com Data Warehouse cliente cliente cliente consulta resposta warehouse atualização servidor dados dados dados servidor dados servidor dados

40 Sistemas para Integração de Informação 2. Enfoque Virtual: os dados são mantidos nas fontes Web e as consultas são decompostas em tempo real e submetidas às diversas fontes. Vantagem: os dados não são replicados e tem-se a garantia de estarem atualizados no momento da consulta Desvantagem: como as fontes de dados são autônomas, são necessários métodos para otimização de consultas para garantir uma performance adequada

41 Arquitetura com Mediador cliente cliente cliente consulta resposta mediador consulta servidor dados resposta servidor dados servidor dados

42 Sistemas para Integração de Informação O Enfoque Virtual é mais apropriado pelas seguintes razões: o número de fontes Web é grande os dados são atualizados freqüentemente existe pouco controle sobre as fontes de dados

43 Arquitetura de um Sistema de Integração de Dados Máquina de Execução de consulta Programa de interface Programa de interface Programa de interface Programa de interface Internet Arquivos Estruturados Interfaces em formulários BD Relacional BD orientado a objetos

44 Arquitetura de um Sistema de Integração de Dados (cont.) Interface com o Usuário Respostas Visões do mundo Descrições das fontes: - conteúdo - capacidades Gerador de Planos Consulta Raciocínio relevante Planejamento lógico Planejam. de execução Plano de execução Máquina de execução de consulta select, project, join,...

45 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Especificação do esquema de mediadores: O esquema é o conjunto de nomes de atributos e coleções usados para formular consultas Para avaliar uma consulta, o sistema tem que traduzi-la em consultas aos esquemas locais das fontes de dados Problemas: como especificar as descrições das fontes de dados como usá-las na reformulação de consultas

46 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Especificação do esquema de mediadores: Para especificar a descrição das fontes de dados: Visão Global: cada entidade no esquema do mediador tem uma correspondência com o esquema da fonte de dado. Neste caso a reformulação de consultas torna-se mais simples. Visão Local: cada informação na fonte tem uma correspondência com uma entidade no esquema do mediador. É mais fácil a manutenção das fontes de dados.

47 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Completude dos dados nas fontes Web: As fontes Web, em geral, não são completas com relação ao domínio associado Uma informação negativa pode ser útil ao sistema de integração que redirecionará o acesso às outras fontes Como determinar se a fonte é completa: Formalismos probabilísticos para descrever o conteúdo e sobreposições entre as fontes Algoritmos para escolha ótima entre as diversas fontes de informação

48 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Divergência na capacidade de processamento de consultas Duas razões para a divergência: Os dados podem estar armazenados em arquivos estruturados ou sistemas legados com interface de acesso limitada Mesmo que os dados estejam armazenados em BD, a fonte de dados pode prover acesso limitado por razões de segurança ou performance

49 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Divergência na capacidade de processamento de consultas Para construir um sistema de integração de dados efetivo, estas capacidades devem estar explicitamente descritas, combinadas e exploradas para garantir performance Dois tipos de capacidade: Negativa: limita o acesso aos dados Positiva: executa operações algébricas adicionais, facilitando o acesso

50 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Otimização de Consultas: Seleção de um conjunto mínimo de fontes de dados a consultar e determinação da consulta mínima a ser enviada para cada fonte Poucas estatísticas sobre os dados nas fontes e, portanto, pouca informação para avaliar o custo de execução de consultas Fusão de consultas, permitindo acessar vários atributos de um dado objeto em fontes diversas

51 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Máquinas para execução de consultas: Construir um mecanismo de execução de consultas específico para integração de dados na Web (decomposição/reformulação) Os desafios são a autonomia das fontes de dados e a imprevisibilidade da performance da rede

52 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Construção de Tradutores para páginas HTML: Dificuldade: as páginas HTML foram criadas para serem lidas e não para se extrair dados, além de mudarem freqüentemente Ferramentas baseadas em: gramáticas especializadas em como os dados aparecem em páginas HTML técnicas de aprendizado indutivo para automaticamente manter o tradutor

53 Construindo Sistemas de Integração de Dados na Web Comparando objetos nas fontes Web (semântica! ): Um dos problemas mais difíceis é decidir que dois objetos de duas fontes distintas se referem à mesma entidade do mundo real Cada fonte usa sua própria convenção para nomear objetos Alguns sistemas resolvem usando: heurísticas específicas do domínio técnicas de recuperação de informação (IR)

54 Integração de Esquemas Ana Carolina Salgado Fernando Fonseca

55 O Problema de Integração de Dados Esquema E 1 E 2 E k Mediação Visão Uniforme Consultas Mediação Q 1 Q 2 Q k Mapeamentos Fonte Dados 1 Fonte Dados 2 Fonte Dados n

56 O Problema da Evolução dos Esquemas? Evolução dos Requisitos do Usuário Visão Usuário1 Visão Usuário2 Esquema do Usuário Visão Usuárion Nível Usuário? Propagação Esquema Mediação Consultas Mediação E 1 E 2 E k Q 1 Q 2 Q k Nível Mediação Evolução dos Esquemas das Fontes Fonte Dados 1 Fonte Dados 2 Fonte Dados k Nível Fontes

57 Mapeamentos entre Esquemas Mapeamentos Estabelecem relacionamentos entre esquemas Em sistemas de integração de dados são estabelecidos entre o esquema de mediação e as fontes de dados Em PDMS são estabelecidos entre os pontos A qualidade dos mapeamentos possui forte influência no resultado das consultas Principais formalismos Global-as-view (GAV) Local-as-view (LAV)

58 Mapeamentos entre Esquemas Mapeamentos em Sistemas de Integração de Dados Global-as-view Relações no esquema global são descritas como visões sobre a coleção de relações locais Local-as-view Cada relação em uma visão local é descrita como visão sobre o esquema de mediação Fonte de dados A Fonte de dados A Esquema de Mediação Fonte de dados B Esquema de Mediação Fonte de dados B Fonte de dados C Fonte de dados C

59 Mapeamentos entre Esquemas Mapeamentos em Sistemas de Integração de Dados - GAV Exemplo Esquema de Mediação CD(Álbum, Artista, Ano) Contrato(Artista, Ano, Gravadora) Música(Álbum, Nome) Esquemas Locais BD1(Álbum, Artista, Ano) BD2(Álbum, Artista, Ano, Gravadora) BD3(Álbum, Música)

60 Mapeamentos entre Esquemas Mapeamentos em Sistemas de Integração de Dados GAV Mapeamento 1 (CD): CD(Álbum, Artista, Ano) BD1(Álbum, Artista, Ano) CD(Álbum, Artista, Ano) BD2(Álbum, Artista, Ano, Gravadora) A relação CD é definida como a união das projeções de BD1 e BD2 CD = π Álbum, Artista, Ano (BD1) π Álbum, Artista, Ano (BD2) Mapeamento 2 (Contrato): Contrato(Artista, Ano, Gravadora) BD2(Álbum, Artista, Ano, Gravadora) Contrato = π Artista, Ano, Gravadora (BD2) Mapeamento 3 (Música): Música(Álbum, Nome) BD1(Álbum, Artista, Ano), BD3(Álbum, Música) Música = π Álbum,Nome (BD1 BD3)

61 Mapeamentos entre Esquemas Mapeamentos em Sistemas de Integração de Dados LAV Mapeamento 1 (Fonte 1) V1(Álbum,Artista, Ano ) CD(Álbum, Artista, Ano), Contrato(Artista, Ano, EMI), Ano 2000 A tabela (V1) armazena os dados dos álbuns que foram produzidos depois do ano 2000 pela gravadora EMI. Mapeamento 2 (Fonte 2) V2(Álbum, Música) Música(Álbum, Música) A tabela (V2) armazena as músicas e os álbuns

62 Considerações Integração e navegação Representação de Dados para Web/DB

63 WWW Por que desejamos tratar a Web como um BD? Para manter integridade Para fazer consultas de acordo com alguma estrutura (oposto a consultas baseadas em conteúdo) Para introduzir alguma organização A Web não tem estrutura. O melhor que podemos afirmar é que a Web é um enorme grafo

64 Formato de Dados A maioria dos dados do mundo real está representada em algum formato de dados Os formatos de dados são definidos para a troca e armazenamento de dados Formatos científicos tendem a ter esquemas fixos A representação textual oferecida algumas vezes pode não ser imediatamente traduzida para uma representação padrão relacional /objeto-relacional

65 Integração de Dados O objetivo é integrar todos os tipos de informação, incluindo informação não estruturada Informação irregular ou ausente Informação com estrutura não conhecida completamente Esquemas que evoluem dinamicamente

66 Integração de Dados Modelos de dados tradicionais e linguagens inadequadas Incapazes de acomodar conjuntos de dados heterogêneos (diferentes tipos e estruturas) Dificuldade em desenvolver mecanismos capazes de fazer conversões entre dois modelos de dados distintos

67 Navegação Para consultar um BD é preciso entender seu esquema Esquemas não têm uma terminologia muito clara. Na Web, o usuário pode querer consultar os dados com pouco ou nenhum conhecimento do esquema Existem números inteiros no BD maiores do que 2 16? Quais objetos no BD têm um nome de atributo que começa com at? Extensões de linguagens de consulta relacionais têm sido propostas, mas não existe uma técnica genérica para interpretá-las

68 Modelo de dados Representação dos dados com algum tipo de modelo baseado em grafo ou em árvore Ciclos são permitidos, mas geralmente os referenciamos como árvores Diversas abordagens com pequenas diferenças (fácil conversão): dados nos labels ou arcos, nós que carregam informação ou não Codificação direta para BD relacional ou objetorelacional Identidade de objetos

69 Representação de Dados para Web/BD Necessidades de modelar: a própria Web a estrutura de Web sites a estrutura interna de páginas da Web o conteúdo do Web site em menor granularidade

70 Modelos de Dados para Web/BD Grafos rotulados: a maneira natural de representar páginas (nós) e links entre elas (arcos). Os rótulos representam os nomes de atributos Dados semi-estruturados: baseados no modelo de grafos rotulados. Neste modelo não existem restrições sobre o conjunto de arcos que partem de um dado nó ou sobre os tipos dos valores dos atributos Outras características: presença de construtores específicos da Web na representação de dados

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