Permanecei no meu amor

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1 PNV 325 Permanecei no meu amor Círculos Bíblicos sobre o Evangelho de João Carlos Mesters Mercedes Lopes Francisco Orofino São Leopoldo/RS 2014

2 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal São Leopoldo/RS Fone: (51) Fax: (51) Série: A Palavra na Vida Nº Título: Permanecei no meu amor - Círculos Bíblicos sobre o Evangelho de João Autores: Carlos Mesters, Mercedes Lopes e Francisco Orofino Capa: Rodrigo Fagundes Editoração: Rafael Tarcísio Forneck ISBN: Carlos Mesters é frade carmelita desde Estudou a Bíblia em Roma e em Jerusalém, de 1954 a Foi professor de Bíblia no seminário em São Paulo e Belo Horizonte de 1963 até A partir de 1973, trabalha com a Bíblia nas Comunidades Eclesiais de Base. Participa do CEBI desde o seu início até hoje. Mercedes Lopes é brasileira e participa do CEBI desde É licenciada em Teologia e Bíblia pela UBL da Costa Rica, diplomada em Espiritualidade pela PUC de Madri, mestra e doutora em Ciências da Religião, pela UMESP, na área de literatura e religião no mundo bíblico. É assessora do CEBI e da CRB (RJ). Atualmente, vive na Baixada Fluminense, onde acompanha comunidades de base, grupos de mulheres e de fé e política. Assessora grupos de leigos e da VRC no Brasil e em demais países da América Latina. Francisco Orofino é leigo católico, professor de Teologia Bíblica em Nova Iguaçu (RJ) e assessor do CEBI e do ISER Assessoria.

3 Sumário Introdução A época em que foi escrito o Evangelho de João Duas chaves para captar a mensagem do Evangelho de João O raio-x da vida O aparelho que tira o raio-x da vida Comparando o Evangelho de João com os outros três evangelhos Os quatro evangelhos na história A raiz comum transparece no Evangelho de João Tirando raio-x Esquema básico do Evangelho de João Os sete Círculos 1º Círculo: Jo 2,1-12: Festa de casamento em Caná Fazei tudo o que ele vos disser Viver a novidade do nosso batismo º Círculo: Jo 6,1-15: Multiplicação dos pães Vocês devem dar de comer ao povo! Viver a Partilha PNV 325 3

4 3º Círculo: Jo 10,1-18: Jesus é o Bom Pastor Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância Viver o anúncio da Boa-nova º Círculo: Jo 13,1-17: A última ceia de Jesus com os discípulos Vocês devem lavar os pés uns dos outros Viver o Serviço º Círculo: Jo 20,11-18: O reencontro de Jesus com Maria Madalena Buscar sempre, sem desanimar Viver o discipulado º Círculo: Jo 20,19-31: A missão da comunidade A Paz esteja com vocês! Viver a reconciliação º Círculo: Jo 21,15-25 Pescadores de gente Senhor, tu sabes que te amo! Viver o amor acima de tudo... 40

5 Introdução 1. A época em que foi escrito o Evangelho de João Jesus morreu em torno do ano 30. Os evangelhos foram surgindo aos poucos, ao longo da caminhada das diferentes comunidades. Um deles é o Evangelho de João, que deve ter ficado pronto por volta do ano 100. Entre a ressurreição de Jesus e a confecção definitiva deste evangelho, passaram-se mais ou menos setenta anos. É muito tempo! Ao longo deste período, aconteceram muitas coisas que influenciaram a maneira de viver a fé em Jesus e de transmitir as suas palavras para as comunidades. O mesmo acontece hoje! Nos setenta anos entre 1945 e 2015, muitas coisas aconteceram que influenciaram nossa maneira de viver e de transmitir a fé. Em 1945, cerca de 80% da população do Brasil vivia na roça. Hoje, 2015, em torno de 82% vive na cidade. Esta migração provocou mudanças profundas na sociedade brasileira. O Brasil, que era uma sociedade rural, vivendo das grandes plantações de café, passou a ser uma sociedade urbana e industrializada. Houve, além disso, a guerra mundial entre 1939 e O socialismo passou a dominar quase a metade da humanidade. PNV 325 5

6 Houve no Brasil o regime militar durante 21 anos (de 1964 a 1985). Depois da queda do muro de Berlim em 1989, o império neoliberal passou a dominar o mundo. Neste mesmo período, as igrejas passaram por inúmeras reformas internas. Cresceu o ecumenismo. Os estudos bíblicos avançaram. O jeito de orar e de louvar mudou muito. As celebrações feitas nas nossas igrejas nos anos 30 eram diferentes das celebrações que fazemos hoje. Na Igreja Católica houve o Concílio Vaticano II que mudou profundamente a liturgia e a evangelização. Antes, a missa católica era conduzida em latim e agora é em português. Em 1945, na catequese e nas pregações se ensinava sobre Jesus de um jeito. Hoje, nas nossas comunidades, falamos do mesmo Jesus, mas de um outro jeito. É como se vivêssemos em outro mundo! A situação é diferente, a linguagem é diferente, os problemas são diferentes, as perguntas do povo são diferentes. Algo semelhante aconteceu entre o ano 33 e o ano 100, no primeiro século da caminhada das comunidades cristãs. A partir dos anos 40, houve a abertura ecumênica para os samaritanos e os pagãos que não eram judeus (cf. At 8,5-8; 10,44-48). A entrada deste pessoal nas comunidades provocou tensões e levou à convocação de um Concílio, por volta do ano 50 (At 15,6-21). No Concílio foi aprovado que não era necessário impor aos novos cristãos a observância da lei de Moisés e a circuncisão para se poder ter parte na salvação de Jesus (At 15,19-21). 6 PNV 325

7 A partir dos anos 50, diminuem as testemunhas oculares de Jesus e surgem novas lideranças que não tinham conhecido Jesus, o que provocou novas tensões e dificuldades. Nos anos 60, houve a revolta dos judeus da Palestina contra o império romano, que acabou levando à destruição de Jerusalém no ano 70. Esta guerra trágica gerou uma grande crise religiosa dentro do judaísmo que atingiu também as comunidades cristãs. A partir dos anos 60, começa a perseguição das comunidades (Nero), o que vai exigir delas maior organização e unificação para poder resistir e sobreviver. A partir dos anos 70, aumenta o conflito que, aos poucos, foi levando à separação entre judeus e cristãos. Os judeus não aceitavam Jesus como o Messias esperado, e os cristãos não aceitavam mais a observância cega da Lei de Moisés. Esta crise entre os dois irmãos sinagoga e igreja foi chegando a uma ruptura e exclusão mútua. Quando o Evangelho de João estava recebendo sua redação final, os cristãos estavam sendo expulsos das sinagogas (cf. Jo 9,34). Todos estes fatos tiveram uma influência profunda na maneira das comunidades viverem sua fé e transmitirem as palavras e gestos de Jesus. No ano 33, lá na Palestina, a situação era de um jeito. No ano 100, nas comunidades do discípulo amado, lá na Ásia Menor era de outro jeito. É como se vivessem em outro mundo! A situação era diferente, a linguagem era diferente, os problemas eram diferentes, as perguntas do povo eram diferentes. PNV 325 7

8 2. Duas chaves para captar a mensagem do Evangelho de João 1. O raio-x da vida Diante de um pôr do sol, você fica maravilhado. Beleza pura! Você vê e contempla o que os olhos enxergam. É a fotografia! Ao seu lado, sua amiga lhe diz: Você já reparou como aquela nuvem pequena muda para uma cor cada vez mais profunda! Assim é a nossa amizade! Ela viu mais do que os olhos enxergavam. Tirou raio-x. O amor mútuo e a fé de um no outro ampliaram a visão e revelaram a força escondida que os sustenta na vida. Assim é o Evangelho de João, o evangelho do discípulo amado. Tirou raio-x. Mostrou os ossos invisíveis da fé que sustentam tudo. João estará ao nosso lado durante os encontros bíblicos deste ano 2015 para nos ajudar a tirar raio-x da vida, ensinando-nos a ver o que está por de trás das aparências. Ele nos revela a presença oculta do Reino de Deus nos fatos da vida e nos ajuda a descobrir a alegria de viver no amor. 2. O Aparelho que tira o raio-x da vida Os sete roteiros dos círculos bíblicos têm todos o mesmo esquema de três passos. Começam pedindo para olhar de perto as coisas da nossa vida. Em seguida, convidam para olhar no espelho da vida e escutar o Discípulo Amado e aprender dele a ampliar a visão. No fim, nos convidam a cantar e celebrar a vida que Deus nos deu. Estes três passos são o aparelho que nos ajuda a tirar raio-x da vida. Mas um aparelho, por melhor que seja, não funciona sem força elétrica. A força que faz funcionar o aparelho dos roteiros é a partilha da fé e do amor mútuo entre as pessoas que se reúnem em comunidade, onde atua o Espírito de Jesus. 8 PNV 325

9 O esquema dos sete roteiros não é uma camisa de força. É apenas uma sugestão para orientar o andamento da reunião. Esperamos que o grupo se sirva destes roteiros com muita liberdade. 3. Comparando o Evangelho de João com os outros três evangelhos 1. Os quatro evangelhos na história das comunidades O Evangelho de Marcos foi escrito em torno do ano 70, a uma distância de 40 anos das palavras e dos gestos de Jesus de Nazaré. Marcos começa o seu evangelho com a pregação de João Batista (Mc 1,2-8). Ele olha Jesus bem de perto e o situa na vida das comunidades. O Evangelho de Mateus foi escrito por volta do ano 85, a uma distância de 55 anos dos fatos narrados. Mateus começa o seu evangelho com a lista dos nomes dos avôs e avós de Jesus (Mt 1,1-17) e diz que Jesus é descendente de Davi e de Abraão (Mt 1,1.17). Ele situa Jesus na história do povo hebreu. O Evangelho de Lucas foi escrito em torno do ano 90, a uma distância de 60 anos dos fatos. Lucas começa seu evangelho com o anúncio do nascimento de João Batista (Lc 1,5-25) e informa que Jesus é descendente de Abraão e de Adão (Lc 3,34.38). Ele situa Jesus na história da humanidade. O Evangelho de João foi escrito em torno do ano 100, a uma distância de 70 anos dos acontecimentos. João começa o seu evangelho dizendo: No princípio era a Palavra (Verbo). Ele coloca Jesus antes da Criação e o situa como princípio e fim de todas as coisas. PNV 325 9

10 2. A raiz comum dos evangelhos transparece no Evangelho de João O Evangelho de João traz muitas informações sobre a vida e as atividades de Jesus que não aparecem nos outros três evangelhos, por exemplo, as bodas de Caná (Jo 2,1-12), a conversa de Jesus com Nicodemos (Jo 3,1-15); a conversa com a Samaritana (Jo 4,7-26), o longo discurso sobre o pão da vida (Jo 6,35-58), a ressurreição de Lázaro (Jo 11,1-44), e outros. Mas também há muitas semelhanças entre o Evangelho de João e os outros três evangelhos, também chamados de evangelhos sinóticos. Apesar de diferente, o Jesus apresentado no Evangelho de João é o mesmo Jesus dos sinóticos. Várias narrações de João sobre a vida pública de Jesus são semelhantes aos sinóticos. Isso mostra que os quatro evangelhos bebem de uma mesma fonte comum. Desta tradição comum vieram, entre outros, os seguintes textos de João que narram: o testemunho de João Batista (Jo 1,19-34), a purificação do templo (Jo 2,13-16), a cura do filho do oficial romano (Jo 4,46-54), a multiplicação dos pães (Jo 6,1-13), a caminhada de Jesus sobre as águas (Jo 6,16-21), a unção em Betânia (Jo 12,1-8), a entrada em Jerusalém (Jo 12,12-19), a anúncio da traição de Judas (Jo 13,21-30) e a Paixão e a Ressurreição (Jo 18 a 20). 3. O jeito próprio de João narrar os fatos: tirando raio-x Apesar de beber da mesma fonte que os sinóticos, há muitas diferenças na maneira de eles narrarem os acontecimentos. Por exemplo, os sinóticos narram 28 milagres distintos. João só conta sete milagres, que ele chama de Sinais. Destes sete, só três se encontram nos sinóticos. Os outros quatro são exclusivos de João: as bodas de Caná (Jo 2,1-11), a cura de um paralítico na piscina de Siloé (Jo 5,1-9), a cura de um cego de nascimento (Jo 9,1-7) e a ressurreição de Lázaro (Jo 11,1-44). Selecionando estes sinais, 10 PNV 325

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