QUARTA-FEIRA 1 JULHO SUPLEMENTO COMERCIAL

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1 QUARTA-FEIRA 1 JULHO SUPLEMENTO COMERCIAL EM JULHO E AGOSTO TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A BONS NEGÓCIOS PUBLICIDADE Reforma do arrendamento urbano dada por concluída Subsídio de renda conclui reforma do arrendamento urbano. Em debate promovido pela Vida Imobiliária, Jorge Moreira da Silva afirma que a falta de financiamento continua a ser uma das maiores ameaças à dinamização do sector imobiliário p04 MARIA AROUCA Mês das Oportunidades com 600 milhões em imóveis Oferta disponível inclui localizações no interior do país e em segmentos menos dinâmicos do mercado. Valor médio de comercialização ronda os 100 mil euros. Potenciais investidores beneficiam de condições especiais até dia 30 de setembro p06 PUBLICIDADE Este suplemento é parte integrante do jornal PÚBLICO e não pode ser vendido separadamente

2 02 Opinião IMOBILIÁRIO 1 JULHO 2015 Queremos (mas é difícil) fazer o favor de sermos felizes Plano Juncker, imprescindível para o futuro de Portugal Luís Lima Tudo, realmente, é relativo. Incluindo a recuperação económica e do nível de vida que já fruímos ou que aspiramos fruir. Hoje, ceifamos como quase natural que muitos filhos se eternizem, já adultos e até com cursos superiores concluídos, na casa dos pais, sem condições para arrendar ou adquirir casa própria. A diminuição dos rendimentos dos portugueses que têm a sorte de ter emprego no país, onde a taxa de desemprego é ainda elevada, ou até a transferência dos apoios que se julgariam garantidos pelo Estado Social para as famílias, com particular relevo para essa fiável instituição que são os avós, são sinais dos tempos modernos. Talvez não seja necessário generalizar soluções que passem pela partilha de apartamentos por várias famílias ou mesmo o regresso, por necessidade, ao estilo de vida do tempo em que famílias viviam em quartos subarrendados, partilhando, em regime de serventia, cozinhas e instalações sanitárias. No que toca à qualidade de vida, travar o aumento de espaço vital que cada foi conquistando, no plano habitacional, é um retrocesso civilizacional - habituamo-nos a poder usufruir de mais espaço mas este pode começar, de novo, a diminuir. O sonho de poder dar a cada criança, na adolescência, um quarto próprio, volta a ser privilégio de menos gente. Diremos que temos de nos apertar. Diremos que a cama é curta e que é inevitável que nos contentemos com menos. Muitas famílias das que ainda têm ocupações, já não saem de casa nas férias e muitas enviam os filhos para casa dos pais. Os avós voltam a ser um suporte. Aquela perspetiva de uma merecida reforma, que chega quando os filhos já são grandes, criados e arrumados, de viagens sonhadas e outros pequenos mimos que tiveram de ser adiados enquanto tinham de estar profissionalmente ativos, aquela idade dourada está de novo a adiar-se. Mesmo com os cortes nas pensões com que ninguém contava, a pensão do avô ou da avó tem de suprir o fraco ou inexistente subsídio de desemprego do filho ou de garantir as férias dos netos, face à impossibilidade de muitos pais poderem continuar a dar aos filhos essa pausa anual importante para seu crescimento e equilíbrio. Segunda casa, ou casa de férias, é hoje coisa quase só de alguns avós. Esta é uma das sinas imposta a uma classe média que devia ser a coluna vertebral da sociedade mas que, neste contexto de incertezas, quiçá de alguns erros políticos, volta a perder terreno e, pior do que isso, também a perder a face e a vontade de ultrapassar estas vicissitudes. Aquele convite que o saudoso Raúl Solnado imortalizou quando nos incentivava com um contagiante façam favor de ser felizes ouvese cada vez menos. Paralelamente pensamos, cada vez mais, que parece muito difícil fazer com que essa esperança e alegria de viver voltem a marcar o nosso quotidiano, embora eu continue a dizer que importa reagir a tudo isto. Presidente da CIMLOP Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa Manuel Reis Campos É inegável a importância que a aprovação, na passada quarta-feira faz hoje uma semana no Parlamento Europeu, do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos, mais conhecido por Plano Juncker, tem para o nosso País. Este instrumento que pretende mobilizar 315 mil milhões de euros de investimento público e privado, nos próximos três anos, vem dar resposta ao défice de investimento registado na União Europeia, onde, desde 2007, se verificou uma quebra do nível de investimento, em média, de cerca de 15%, em resultado da crise económica, sendo de realçar que Portugal é um dos Estados-Membros em que estra redução é mais significativa cerca de 36%. Mais e melhor investimento, publico e privado, é a preocupação essencial da Comissão Europeia que vê neste Fundo, uma resposta para um dos maiores desafios da sua história. Recorde-se que o défice de investimento público e privado é unanimemente reconhecido como o principal responsável pela falta de dinamismo das economias europeias. Aliás, para este défice contribuiu, em larga medida, a escassez de investimento em construção, o qual representa, a nível europeu, 55% do investimento total e, em Portugal, foi recentemente quantificado em cerca de 7 mil milhões de euros /ano. Estão em causa não só aqueles que estão integrados no Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas, que abrange 53 dos 89 projetos identificados pelo Governo e pela sociedade civil no âmbito do trabalho desenvolvido pelo Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Valor Acrescentado, mas também outras dimensões relevantes como é o caso do Plano de Proximidade das Estradas de Portugal, da economia verde, da área social, da saúde, da educação, das esquadras, tribunais, entre outras. O futuro do nosso País exige que este Plano seja transversalmente assumido, alicerçando-o num amplo consenso político que vá para além dos ciclos eleitorais, encarando este instrumento como uma oportunidade única para alavancar o crescimento global da nossa economia. Quando falo em investimento, referi-o numa perspetiva ampla, com plena consciência das limitações que se colocam ao investimento público, o qual tem de ser, sobretudo, um fator mobilizador do investimento privado, já que só a sua conjugação terá condições para promover um efetivo e sustentado crescimento económico. Este é o momento de concertar esforços e de reunir os consensos necessários para que Portugal possa assumir, junto das instâncias europeias, um posicionamento forte, politicamente sustentado e capaz de defender o superior interesse nacional, de forma a que seja possível obter o financiamento necessário à concretização de um plano de investimento estruturado, capaz de gerar emprego, aumentar a competitividade e fomentar o desenvolvimento económico. Presidente da CPCI Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário VENDE-SE / ARRENDA-SE A TF Turismo Fundos - SGFII, S.A. torna público o início do procedimento de arrendamento/venda do seguinte imóvel: APARTHOTEL EM VILAMOURA Nº unidades de alojamento: 59 apartamentos Área de Construção: : ±5.500 m² Área do terreno: ±2.846 m² Data de construção: 2001 Localização: 500 metros do centro de Vilamoura Características: 3 pisos acima do solo + 1 cave Cave: garagem (18 lugares de estacionamento) PUBLICIDADE As regras do procedimento de arrendamento/venda, dossier promocional e demais informações estão disponíveis, a pedido, na sede da TF Turismo Fundos - SGFII, S.A.. As propostas de aquisição e/ou arrendamento do imóvel deverão ser entregues até às 17:00 do dia 31 de julho de Contactos: ı NOTA: A Turismo Fundos - SGFII, S.A. reserva-se no direito de não vender ou arrendar o imóvel caso as condições oferecidas não sejam consideradas adequadas.

3 EM VENDA RUA CASTILHO, 36, RUA ARTILHARIA I, 33, RUA GOMES FREIRE, 18 RUA ALEXANDRE HERCULANO 42/ CASTILHO 30, CE: RUA DUQUE DE LOULÉ, 39, RUA D. CARLOS MASCARENHAS, 46, RUA ESTEFÂNIA, 14, RUA SOCIEDADE FARMACÊUTICA, 36, CE: CE: isento CE: RUA VISCONDE VALMOR, 19, RUA SANTA MARTA, 55, LARGO ANDALUZ, 17, LARGO DO INTENDENTE, CE: isento Propostas em envelope fechado c/ protocolo ou correio registado com aviso receção até 17/7/2015 para Av. defensores Chaves, 6-4 andar, , Lisboa. Documentação/informações disponíveis: / Telef.: e / / A leitura deste anúncio não prescinde a consulta do nosso site relativo a estes imóveis. A empresa reserva o direito de não vender a propriedade caso as condições oferecidas não correspondam aos seus interesses. É da exclusiva responsabilidade dos concorrentes a recolha de dados que reputem necessários ou convenientes para a apresentação propostas designadamente a efetivação de todas as diligências e a obtenção de todas as informações junto entidades oficiais competentes sobre o imóvel não tendo a Estamo, S.A. Nenhuma responsabilidade nesta matéria e não podendo ser invocada contra ela para nenhum efeito a eventual insuficiência ou falta de diligencias ou informações disponíveis.

4 04 Atualidade IMOBILIÁRIO 1 JULHO 2015 Avaliação bancária na habitação com tendência crescente MARIA AROUCA OPORTUNIDADES ÚNICAS EM EXCLUSIVIDADE O valor médio de avaliação bancária em Portugal fixou-se em 1026 euro/m2 em maio, registando um aumento de 10 euros/m2 face ao valor observado em abril (variação de 1,0%). A variação homóloga em maio foi 3,1%, que compara com um aumento de 2,6% no mês anterior. A avaliação bancária, recorde-se, é um dos fatores pelos quais os bancos fixam os spreads para a atribuição de financiamento à compra de casa. Segundo o Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação do Instituto Nacional de Estatística de maio, a Área Metropolitana de Lisboa, com uma variação de 1,3% (valor de avaliação de 1253 euros/m2), foi a que mais contribuiu para o resultado agregado. Todas as regiões NUTS II registaram, em maio, variações em cadeia positivas, com a região do Algarve (valor de avaliação de 1244 euros/ m2) a apresentar o aumento mais intenso (2,7%). Em comparação com o período homólogo, o valor médio de avaliação no total do país registou um aumento de 3,1% em maio (variação de 2,6% em abril), apresentando variações positivas desde fevereiro de A Área Metropolitana de Lisboa, com uma variação de 6,1% (igual à observada no mês anterior) destacou-se como a região com a variação mais intensa. Apartamento em destaque no Algarve O valor médio de avaliação bancária dos apartamentos registado em maio foi 1075 euros/m2, representando um aumento de 11 euros/ m2 (variação de 1,0%) face ao mês anterior. Por regiões NUTS II, destacam-se os aumentos verificados na região do Algarve (42 euros/m2) e nas Regiões Autónomas da Madeira (37 euros/m2) e dos Açores (34 euros/m2). Os valores médios de avaliação destas regiões situaram-se em 1244 euros/m2, 1239 euros/m2 e 1044 euros/m2, pela mesma ordem. A região do Alentejo foi a única a apresentar uma diminuição do valor médio de avaliação, em 2 euros/ m2, fixando-se em 892 euros/m2 em maio. As tipologias de apartamentos T2 e T3 registaram valores médios de avaliação para o total do país, respetivamente, de 1066 euros/m2 e 1015 euros/m2. Comparativamente com o mês anterior, o valor médio de avaliação dos apartamentos de tipologia T2 aumentou 17 euros/m2 (variação de 1,6%) enquanto nos T3 verificouse um aumento de 9 euros/m2, ao que correspondeu uma variação de 0,9%. 137 IMÓVEIS DE NORTE A SUL DO PAÍS VALOR DO SINAL do contrato de promessa a partir de CONTACTOS PORTO ALGARVE LEILÃO IMOBILIÁRIO IMÓVEIS A PARTIR DE * * ESTE VALOR REFERE-SE AO LEILÃO DE 5 DE JULHO H CORINTHIA HOTEL LISBON AV. COLUMBANO BORDALO PINHEIRO, PORTO 4 DE JULHO H HOTEL IPANEMA PARK RUA DE SERRALVES, PORTO WEB AMI : POSSIBILIDADE DE FINANCIAMENTO BANCÁRIO ATÉ 100%, SUJEITO A DECISÃO DE CRÉDITO Reabilitação urbana com milhões de euros já a partir de 2015, disse Moreira da Silva Reforma do arrendamento urbano fica finalmente concluída Com a aprovação do subsídio de renda para inquilinos idosos ou com carência financeira, a reforma do arrendamento urbano fica finalmente concluída, refere o ministro da tutela, Jorge Moreira da Silva Susana Correia Não obstante as necessárias reformas legais que têm sido levadas a cabo nestes últimos anos, não é novidade para ninguém que o financiamento, ou a falta deste, continua a ser uma das maiores ameaças à dinamização do setor imobiliário e, consequentemente um entrave ao maior crescimento da oferta de fogos disponíveis para arrendar num mercado de rendas condicionadas. Reconhecendo esta situação, o Executivo preparou uma nova medida de apoio ao setor, com o alargamento do âmbito do programa Reabilitar para Arrendar ao setor privado, revelou esta sexta-feira o ministro do Ambiente e Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva. A grande novidade é que o programa Reabilitar para Arrendar, já existente e gerido pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, passa agora a estar vocacionado também para os privados, disponibilizando uma linha adicional de crédito no valor de 50 milhões de euros que foram contratualizados pelo governo a partir de fundos do Banco Europeu de Investimento (BEI). O anúncio foi feito perante uma plateia de cerca de uma centena de profissionais do setor, num pequeno-almoço conferência organizado pela revista Vida Imobiliária, e onde o ministro esclareceu que a única condição é que quem quiser beneficiar desta linha do BEI para proceder a projetos de reabilitação com bonificações do ponto de vista financeiro terá inevitavelmente de colocar os fogos reabilitados no mercado de renda condicionada. Linha de crédito de milhões já a partir deste ano Mas estes 50 milhões parecem apenas uma gota comparados com os cerca de milhões de euros que de acordo com o ministro poderão ser alocados para financiar o setor da reabilitação urbana já a partir de Cerca de metade desse valor corresponde aos fundos comunitários previstos no Portugal 2020 para os setores da reabilitação e regeneração urbana, eficiência energética e mobilidade sustentável, aos quais se deverão somar a prazo linhas de crédito adicionais concedidas pela Banca, quer através do BEI quer através da banca comercial. Os fundos previstos no Portugal 2020 são essenciais para levar a bom porto os as nossas metas, não só pelo elevado volume de capital que per- mitirão injetar diretamente no setor mas também pelo seu efeito multiplicador e de contágio, afirmou. E, por isso, estamos a ultimar várias questões acerca da forma como poderemos maximizar a utilização destes mecanismos financeiros pelo setor privado, contou Jorge Moreira da Silva. Cremos que até ao final de julho teremos fechado estas questões dos instrumentos financeiros para a reabilitação urbana e a eficiência energética, pelo que o nosso objetivo é que até ao final do ano possamos estar em condições de contratualizar os primeiros contratos de financiamento cujas linhas de crédito que, com o apoio da banca comercial e do BEI, poderão chegar aos milhões de euros. Recorde-se que os fundos previstos no Portugal 2020 contemplam uma fatia de cerca de milhões de euros para as cidades sustentáveis, dos quais milhões diretamente para os campos da reabilitação urbana e eficiência energética repartidos entre 600 milhões reembolsáveis, o que permitirá que este capital circule várias vezes, e 400 milhões a fundo perdido a que se somam outros 500 milhões consagrados às questões da mobilidade sustentável.

5 EM JULHO E AGOSTO TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A BONS NEGÓCIOS MÊS DAS OPORTUNIDADES MILLENNIUM. É PARA AVANÇAR. 10% DE DESCONTO SOBRE O PREÇO DE CATÁLOGO PARA IMÓVEIS NÃO RESIDENCIAIS E 5% DE DESCONTO NOS IMÓVEIS RESIDENCIAIS ESCRITURADOS ATÉ 30 DE SETEMBRO DE ATENDIMENTO PERSONALIZADO 10H-22H CUSTO MÁXIMO POR MINUTO: 0,10 PARA CHAMADAS A PARTIR DA REDE FIXA E 0,25 PARA CHAMADAS A PARTIR DA REDE MÓVEL. ACRESCE IVA.

6 06 Oportunidades IMOBILIÁRIO 1 JULHO 2015 Mês das Oportunidades tem 60 milhões em campanha Oferta disponível inclui localizações no interior do país e em segmentos menos dinâmicos do mercado. Valor médio de comercialização ronda os 100 mil euros Análise O lançamento de uma nova campanha do Mês das Oportunidades do Millennium bcp permite olhar com maior acuidade para diversos mercados menos dinâmicos e interiores do País de se mexerem mais e aproveitarem o que ainda há de bom no mercado, afirmou José Araújo, Diretor da Direção de Negócio Imobiliário do Banco. Assim, no âmbito desta campanha, e no segmento não residencial, os concelhos mas representativos são Braga, Santarém, Benavente e Ourém, com os armazéns, as instalações industriais e o comércio a terem um peso muito significativo nesta oferta. Na parte residencial, são os concelhos de Vila Nova de Famalicão, Covilhã, Santarém e Guimarães que predominam nesta oferta, com moradias e apartamentos T0 a T5, salientou o mesmo responsável. O mercado tem evoluído globalmente de forma muito positiva, nomeadamente no residencial, mantendo o segmento industrial e serviços/lojas um comportamento crescente mas mais discreto, não só na procura mas sobretudo ao nível do pricing, acrescentou José Araújo. Investimento para arrendar é tendência em Santarém No caso de Santarém, verifica-se que é o segmento residencial que continua a dominar as transações, mas nos últimos dois a três anos assistimos ao incremento das vendas dos segmentos não residenciais, como lojas e armazéns, referiu João Pimenta, gerente da Era Santarém. No segmento comercial, aquele operador destaca que os últimos meses permitiram que os clientes tenham aproveitado as oportunidades no sentido da deslocação para zonas mais centrais, onde existe maior visibilidade. Por outro lado, surgiram muitas oportunidades de negócio, em que os empresários que ocupavam espaços arrendados, aproveitaram para comprar as suas instalações. Aliás, referiu, as condições especiais apresentadas pelos bancos têm sido um facilitador deste tipo de negócios, com taxas mais favoráveis, dinamizando a concretização do negócio. Esta edição do Mês das Oportunidades engloba mais de 600 imóveis No caso da habitação, o grosso das movimentações reside no investimento para arrendamento clássico, bem como, em menor percentagem, nos clientes estrangeiros que compram moradias em zonas rústicas para transformar em guesthouses ou arrendamento de curta duração. A compra para habitação própria surge depois nas intenções de aquisição. No que concerne aos preços praticados neste segmento, João Pimenta Segmento não residencial em destaque Nesta edição do Mês das Oportunidades serão abrangidos mais de 600 imóveis com um valor médio de comercialização de 100 mil euros, tendo presente que, no segmento residencial, o valor médio é 84 mil euros e, no segmento não residencial, é de 115 mil euros, disse José Araújo. Na distribuição da carteira em termos de peso pelo seu valor, destacam-se os armazéns e Valor médio de comercialização é de 84 mil euros para o segmento residencial e 115 mil euros para o não residencial instalações industriais, com 34%, as moradias representam 23%, os imóveis de comércio e serviços 12% e os apartamentos 8%. Já em termos do número de imóveis envolvidos nesta ação, a distribuição mais relevante é a seguinte: 152 moradias, 75 apartamentos, 53 armazéns e instalações industriais, 95 imóveis para comércio e serviços, 15 escritórios 15 e 170 terrenos. destacou que há uma evolução ligeira. Vemos que se travou a descida e, nos sítios mais centrais, os preços têm melhorado um pouco, numa inversão com sinais ténues de melhoria. Os preços médios dependem da localização mas, referiu aquele operador, podem rondar, na freguesia de Marvila, 880 euros/m2 no segmento médio, até 1280 euros/m2 no segmento alto, para imóveis usados; já a média do concelho ronda os 794 Os potenciais investidores podem assim encontrar imóveis com um preço duplamente promocional, quer face ao valor anterior em mercado, quer pelas condições de financiamento, no crédito habitação e leasing que o banco oferece se comprarem até ao dia 30 de setembro, afirmou José Araújo. O objetivo do Banco é, com esta campanha, chegar aos 35 milhões de euros de faturação, concluiu. DR euros/m2 a 1194 euros/m2, respetivamente, para os mesmos segmentos. Braga com crescimento notável no residencial Mais a norte, em Braga, verifica-se que o segmento residencial é muito superior na carteira de negócio, afirmou Carlos Pinheiro, da agência Era Braga. O mesmo mediador destacou o ano muito positivo vivido em 2014, bem como, nos primeiros cinco meses deste ano, um incremento de 56% face ao período homólogo de Neste segmento, o mesmo responsável aponta dois tipos de operações diferenciadas: a habitação própria, que é uma fatia considerável do mercado, a que se junta o investimento para colocação no mercado de arrendamento, sobretudo estudantes e trabalhadores deslocados. No que toca a preços de venda, estes têm-se mantido, uma vez que o mercado de Braga tem muita oferta disponível, pelo que a subida registada noutras zonas ainda não se verifica naquele concelho. Por outro lado, a mesma diversidade refletese nos preços, que podem rondar entre 45 mil até 200 mil euros para um apartamento T3, dependendo da área e da localização, frisou Carlos Pinheiro. No segmento não residencial, Braga assiste a um aumento ligeiro da procura para lojas, com sondagens e abordagens e pessoas mais otimistas, com vontade de criar negócios, mas não está ainda refletido em negócio efetivo, resumiu. No caso dos armazéns e parques industriais, Braga possui uma vasta oferta mas, também neste segmento, temos vindo a notar desde o início do ano perspetivas mais positivas e vontade de criar negócios, ou alterar a localização para espaços maiores. Porém, como explicou Carlos Pinheiro, neste segmento existem mais variáveis a ponderar do que na habitação, pelo que a concretização demora sempre mais tempo. Apontando uma média estável de preços, semelhantes a 2014, o mesmo operador destacou que a campanha agora lançada no âmbito do Mês das Oportunidades é positiva, pois chama a atenção para este tipo de imóveis e é gerador de negócios, pois dinamiza a venda junto dos indecisos, que encontram benefícios interessantes.

7 IMOBILIÁRIO 1 JULHO 2015 Oportunidades 07 Oportunidades Mais Oportunidades Millennium na área de imobiliário de millenniumbcp.pt. Marque as suas visitas através da linha M Imóveis (atendimento personalizado das 10h-22h). Custo máximo por minuto: 0,10 para chamadas a partir da rede fixa e 0,25 para chamadas a partir da rede móvel. Acresce IVA. Industrial Preços dos espaços industriais caem 1,9% O Índice de Preços Corporate apurado para o segmento industrial de Portugal Continental registou, no 1º trimestre de 2015, uma perda de 1,3% face ao trimestre anterior. Comparando com o mesmo período em 2014, observou-se uma quebra ainda mais acentuada, de 1,9%. No distrito de Lisboa, os preços dos espaços industriais apresentaram, no 1.º trimestre de 2015, uma queda trimestral de -1,0%. No entanto, face ao período homólogo em 2014, verificou-se uma estabilização do Índice de Preços Corporate apurado para este sector. Índice de Preços Corporate - Indústria Portugal Continental 110 Valores de campanha válidos até 31 de agosto de 2015* Industrial Ref.ª: Distrito: Braga Concelho: Vila Nova de Famalicão Área: 2430 m 2 Preço campanha: CE - C º T º T 2015 Índice de Preços Corporate - Indústria Distrito de Lisboa - 1.º T de 2015 Industrial Ref.ª: Distrito: Viseu Concelho: Vouzela Área: 1394 m2 Preço campanha: CE - C A B D E C L J I M F K P O N G H Industrial Ref.ª: Distrito: Santarém Concelho: Mação Área: 3255 m2 Preço campanha: CE - G A Lourinhã H V. F. Xira B Cadaval I Mafra C Azambuja J Sintra D Torres Vedras K Loures E Alenquer L Cascais F S. M. Agraço M Oeiras G A. dos Vinhos N Lisboa Fontes usadas nesta edição: Ci/Escritorios.com.pt O P Amadora Odivelas Armazém Ref.ª: Distrito: Beja Concelho: Beja Área: 583 m 2 Preço campanha: CE - NC *10% de desconto sobre o preço de catálogo para imóveis não residenciais e 5% de desconto nos imóveis residenciais escriturados até 30 setembro de 2015.

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