CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

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1 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA EMENTA: REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA PROVENIENTE DA ARGENTINA CONVÊNIO DE INTERCÂMBIO CULTURAL BRASIL/ARGENTINA ATO ADMINISTRATIVO NULIDADE EFEITOS. 1.O Convênio de Intercâmbio Cultural Brasil/Argentina admite a revalidação automática para fins de estudos, não se aplicando ao exercício profissional. Contudo, sendo o ato de revalidação de diploma de graduação de competência exclusiva de universidade pública, cabe a esta estabelecer as regras que julgar conveniente para o procedimento de registro de diploma, em observância ao princípio constitucional da autonomia universitária; 2.O ato de revalidação e registro de diploma, como todo ato administrativo, enquanto não revogado pela autoridade administrativa competente produzirá os seus efeitos. A par disso, no presente caso, poderá a Universidade de São Paulo convalidar o ato de revalidação e registro do diploma, pelo procedimento comum, ou por outro meio que julgar conveniente. PARECER Nº 376/98, DO SETOR JURÍDICO EXPEDIENTE CFM Nº , DE 13/07/98 CONSULENTE: CRM INTERESSADO: P. R. P. Aprovado em Reunião de Diretoria do dia 20/8/ Trata-se de expediente encaminhado pelo Conselho Regional de Medicina, que indeferiu pedido de inscrição secundária formulado pelo médico P. R. P. ao fundamento de que o Ministério da Educação e Desporto não reconhece a revalidação automática de diplomas estrangeiros com base no Convênio de Intercâmbio Cultural firmado pelo Brasil e pela Argentina, aprovado pelo Decreto Legislativo nº 35, de 17/09/68 e promulgado pelo Decreto nº , de 14/04/ Verifica-se dos documentos acostados à presente consulta que o mencionado profissional apresentou ao Conselho Regional de Medicina 1

2 diploma expedido pela Universidad Nacional de Córdoba, registrado e revalidado pela Universidade de São Paulo com fulcro no artigo 48 da Lei nº 9.394/96 e naquele Convênio Internacional. 3.Constam ainda informações da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação e do Desporto, a qual consigna que o mencionado Convênio de Intercâmbio Cultural não dispensa, para fins de registro, a prévia revalidação de diplomas provenientes de instituições de ensino da Argentina. Além disso, a referida Secretaria encaminhou ao CRM do Paraná cópia de documento esclarecendo que as universidades brasileiras gozam de autonomia para conduzir o processo de revalidação de diploma, sem qualquer interferência do MEC. 4.Instado a se manifestar, cumpre a esta Assessoria Jurídica ressaltar que o entendimento firmado no âmbito deste Conselho Federal de Medicina não diverge da intelecção que a SESu/MEC dá à questão da revalidação. Com efeito, em diversas oportunidades, esta Assessoria já se manifestou no sentido de que, no que toca à revalidação de diplomas por universidades brasileiras, as mesmas gozam de ampla autonomia, em face do disposto no artigo 207 da Constituição Federal vigente, verbis: Art As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. 5.Diante disso, decorre lógica a conclusão de que revalidação e o registro de diplomas originários de outros países devem ocorrer em conformidade com os requisitos e regras definidos pela universidade brasileira requerida, a qual, poderá fundamentar o seu em acordo internacional do qual o país de origem do diploma e o Brasil são signatários, ou então, abalizar-se no seu regimento interno, conforme julgar conveniente. 6.Nesse sentido, importa observar que o próprio Convênio de Intercâmbio Cultural, para fins de exercício de profissões liberais, exige o prévio registro do diploma, em conformidade com os requisitos exigidos pelas 2

3 autoridades competentes. Para melhor aclarar, cumpre transcrever o que dispõe o artigo 8º do Decreto nº /69, verbis: Art. 8º. Nos casos previstos nos artigos V e VI acima, os diplomas e títulos que dão direito ao exercício de profissões liberais expedidos por instituições universitárias de uma das Partes em favor de nacionais de outra, terão validade no país de origem do interessado, sendo porém indispensável o registro de tais documentos pelas autoridades competentes, que poderão fixar requisitos complementares para satisfazer o exercício profissional respectivo. 7.Não obstante isso, cumpre afirmar que não se pode deixar de atribuir ao ato de revalidação/registro do diploma pela universidade brasileira requerida a natureza de ato administrativo, que é também espécie de ato jurídico, e, portanto, tem o condão de adquirir, modificar, transferir, resguardar ou extinguir direitos, nos termos do artigo 81 do Código Civil Brasileiro. 8.Por conseguinte, para sua perfeita formação, o ato administrativo deve ter seus elementos próprios, concernentes (i) na competência do agente; (ii) no objeto ou conteúdo, ou seja, no efeito produzido pelo ato, que deve ser certo, lícito ou materialmente possível e moral; (iii) na forma; (iv) no motivo ou causa do ato; e, por fim, (v) na finalidade do ato. 9.Para que o ato seja válido, portanto, deve ter não só os elementos necessários à sua formação, mas tais elementos devem estar em conformidade com a lei. No presente caso, verifica-se que o ato de revalidação/registro do diploma estrangeiro está motivado na equivocada interpretação dada ao Convênio de Intercâmbio Cultural Brasil/Argentina no sentido de que o mesmo admite a revalidação automática para fins de exercício profissional, que seria a finalidade daquele procedimento. 10.Assim, ressente-se o ato de revalidação efetivado pela Universidade de São Paulo da justificada motivação e finalidade. É certo que a 3

4 finalidade existe, mas decorre de uma interpretação equivocada, em desconformidade com a realidade, o que implica na invalidade do próprio ato de revalidação. 11.O ato administrativo editado pela Universidade de São Paulo, relativo à revalidação automática de diploma com base no Convênio de Intercâmbio Cultural Brasil/Argentina, para fins de exercício profissional, é invalido. Contudo, como ocorre com todo ato administrativo, resta que, enquanto não revogado ou anulado pelo órgão competente (no caso, é a Universidade de São Paulo), produzirá todos os seus efeitos jurídicos. 12.Mister se faz ressaltar ainda que, em observância ao princípio da autonomia universitária inserto no artigo 207 da Constituição Federal, poderá a Universidade de São Paulo verificar a equivalência da grade curricular e carga horária do curso estrangeiro com curso similar por ela ministrado, exigindo ou não, conforme lhe aprouver, a complementação de estudos. Essa faculdade, aliás, está prevista no texto do próprio Convênio de Intercâmbio Cultural Brasil/Argentina. 13.Dessa forma, adotando o procedimento comum para o registro do diploma estrangeiro, sanando o vício apontado, a Universidade de São Paulo convalidará a ato administrativo outrora passível de nulidade (relativa). Tal convalidação retroagirá à data de edição do ato, ou seja, ao momento em que se efetivou a revalidação/registro do diploma estrangeiro, com a aposição do carimbo referente ao Convênio de Intercâmbio Cultural Brasil/Argentina. 14.Por todo o exposto, opina este Setor Jurídico pelo deferimento do pedido de inscrição secundária feito pelo médico P. R. P. Isso porque, não obstante a revalidação automática do diploma com fundamento no referido Convênio Internacional, para fins de exercício profissional, implique em ato anulável, tem-se que, enquanto não efetivada a anulação pela autoridade competente, qual seja, a Universidade de São Paulo que poderá também sanar a nulidade que atinge o ato o mesmo produzirá todos os seus efeitos, vinculando os Conselhos Regionais de Medicina. 4

5 15.Por fim, esta Assessoria Jurídica sugere ao Presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná que encaminhe ofício à Universidade de São Paulo comunicando a questão ora em análise, alertando-a para o vício que macula o ato, viabilizando-se, assim, a adoção das medidas cabíveis, quais sejam, a revogação ou a convalidação do ato de registro/revalidação do diploma, pela referida instituição de ensino. 16.É o parecer, sub censura. Brasília, 04 de agosto de Djenane Lima Coutinho Assessora Jurídica De acordo: Giselle Crosara Lettieri Gracindo Assessora-Chefe do Setor Jurídico 5

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