4 Descrição da obra. Figura 80 Seção transversal típica do dique do DRB#7.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "4 Descrição da obra. Figura 80 Seção transversal típica do dique do DRB#7."

Transcrição

1 141 4 Descrição da obra A ALCOA Alumínio S.A. utiliza bauxita para a produção de alumínio em sua fábrica de Poços de Caldas - MG. A lama composta de soda cáustica e resíduos de bauxita resultante do processo de produção de alumínio é disposta em lagos artificiais. Durante os anos de 2001 e 2002, foi construído um lago artificial com perímetro de aproximadamente 1700m, denominado Depósito de Resíduos de Bauxita 7 (DRB#7). A capacidade de armazengem deste lago é de aproximadamente 1,5x10 6 m 3.O lago consiste de um dique de solo compactado fechado, com impermeabilização no fundo e nos taludes internos. O desnível entre a crista do dique e o fundo do lago é de 13m, em média. Para reduzir a área ocupada pelo talude externo do dique e diminuir o volume de solo necessário, foi construído um muro de solo reforçado com geogrelhas nos 5m superiores do dique. Este muro tem 4,2m de largura, 5,0m de altura, aproximadamente 1700m de extensão e face com inclinação de 1H:5V. o muro foi dimensionado para sobrecarga distribuída de 10kPa 360kN de carga móvel, com fatores de segurança de 2,0 ao tombamento e deslizamento e tensão admissível na fundação de 200kPa. A Figura 80 apresenta a seção transversal típica do dique. Pode-se observar que a adoção do muro de solo reforçado permite grande redução no talude externo do dique. Figura 80 Seção transversal típica do dique do DRB#7.

2 142 Na Figura 81 a seção transversal típica do muro de solo reforçado é apresentada em detalhe. Figura 81 Detalhe da seção transversal típica do muro de solo reforçado. Na Figura 82 é apresentada uma foto área do lago em fase de operação. Figura 82 Vista aérea do DRB#7 em operação. O solo empregado foi um solo silto argiloso local, compactado em camadas com grau de compactação médio de 98% do Proctor Normal e mínimo de 95%.

3 143 Foi permitido um desvio na umidade de compactação de -2 a +4 p.p., referido à umidade ótima do Proctor Normal. A aceitação das camadas compactadas, pela Fiscalização, foi realizada pelo método de Hilf, com verificação posterior pelo método de Proctor. O solo empregado na construção dos diques foi obtido por escavação do fundo do lago e por extração em duas jazidas ao lado da obra. Algumas propriedades do solo das seções estudadas, empregadas no projeto executivo do muro, são indicadas na Tabela 9. Tabela 9 - Propriedades médias de projeto do solo empregado. Propriedade Valor Fração passante - peneira 40 (%) 84,9 Fração passante - peneira 200 (%) 74,2 Índice de plasticidade (%) 18 Umidade ótima (%) 30,4 Ângulo de atrito (º) 29 Intercepto coesivo (kpa) 5 Peso específico seco máximo (kn/m 3 ) 13,83 Para reforço do solo foram empregadas as geogrelhas de PVA Fortrac 35/20-20/30 MP e Fortrac 55/25-20/30MP. No estudo da resistência ao arrancamento também foi utilizada a geogrelha Fortrac 55/ A Tabela 10 apresenta as propriedades nominais das referidas geogrelhas, para ensaios de tração não confinada em laboratório, conforme a norma alemã DIN EN ISO Por simplicidade, as geogrelhas 35/20-20/30MP, 55/25-20/30MP e 55/30-20 serão doravante designadas 35, 55A e 55B. Tabela 10 - Propriedades nominais das geogrelhas (HUESKER 1999). Geogrelha Resistência à tração (kn/m) Rigidez (kn/m) Alongamento na ruptura (%) 35 (Fortrac 35/20-20/30 MP) A (Fortrac 55/25-20/30 MP) B (Fortrac 55/30-20)

4 144 O processo construtivo consistiu, basicamente, em dispor camadas de geogrelha entre as camadas compactadas de solo. O espaçamento das camadas de geogrelha variou de 0,4m, na base, até 0,6m, no topo. Na face foi executado o auto-envelopamento da geogrelha. Sacos de terra vegetal empilhados foram empregados durante a construção como elementos de forma, na face. A proteção da face foi feita por revegetação. As seis camadas inferiores são de geogrelha 55A e as três restantes de geogrelha 35. A seqüência construtiva do muro é cíclica e pode ser descrita em onze etapas: a) Marcação das posições das camadas de sacaria da face do muro por meio de topografia; b) Posicionamento da geogrelha com sobra para o posterior envelopamento sobre uma camada de solo já compactado e nivelado, conforme pode-se observar na Figura 83 e fixação ao solo por meio de grampos metálicos (Figura 84). A porção da geogrelha que se estende até a canaleta é a sobra necessária para o envelopamento; c) Colocação das camadas de sacaria na posição indicada pela topografia (enfileiradas em duas camadas sobrepostas no início e depois três camadas de cada vez) e compactação leve da terra contida nos sacos por meio de soquetes manuais (Figura 85); d) Lançamento de uma camada de solo por meio de caminhões; e) Espalhamento do solo por tratores de esteira (Figura 86); f) Ajuste estimado da umidade do solo por meio de tradagem para reduzir a umidade (Figura 87) ou umedecimento por caminhão pipa; g) Compactação do solo próximo a sacaria (aproximadamente 0,5m) através de equipamento tipo sapo (Figura 88); h) Compactação do solo restante por meio de rolo compressor vibratório pata curta CA-25 (Figura 89); i) Retirada de amostras de solo para ensaios expeditos de controle de umidade e densidade (Figura 90). A especificação de recebimento dos serviços estabelece grau de compactação (G.C.) mínimo de 95% do Proctor Normal e médio de 98% com desvio padrão inferior a 3%. No caso da umidade, tolerava-se um desvio de 2 a +4 p.p. da umidade ótima do Proctor Normal; j) Liberação da camada compactada pela fiscalização;

5 145 k) Lançamento de nova camada de solo ou nivelamento da camada recém compactada por meio de moto-niveladora (Figura 91) para colocação de nova camada de geogrelha ou envelopamento da que resta. Figura 83 - Instalação da primeira camada de geogrelha do muro. Figura 84 - Detalhe da fixação da geogrelha por grampo de metal em forma de U invertido cravado no solo.

6 146 Figura 85 - Posicionamento da primeira fiada de sacaria assentada com soquetes manuais. Figura 86 - Lançamento da camada de solo sobre a geogrelha por trator de esteiras D4.

7 147 Figura 87 Gradeamento para redução e uniformização da umidade da camada de solo lançada. Figura 88 - Compactação do solo lançado próximo à sacaria por meio de sapo.

8 148 Figura 89 - Compactação da camada por meio de rolo compressor vibratório pata curta CA-25 Figura 90 - Retirada de cilindro de metal cravado no solo para realização de controle de compactação.

9 149 Figura 91 - Nivelamento de camada compactada por meio de moto-niveladora para permitir o lançamento de uma nova camada de geogrelha.

3 Análises de casos reais de muros de solo reforçados com geossintéticos

3 Análises de casos reais de muros de solo reforçados com geossintéticos 3 Análises de casos reais de muros de solo reforçados com geossintéticos 3.1. Introdução Ainda existem muitas incertezas sobre o método de projeto mais compatível com o comportamento real de uma MSR. Por

Leia mais

6 Descrição do aterro experimental

6 Descrição do aterro experimental 158 6 Descrição do aterro experimental A pesquisa em curso demandava a realização de ensaios de arrancamento para melhor compreender o mecanismo de interação solo-geossintético. Para tanto, foi construído

Leia mais

Tópicos Especiais de Mecânica dos Solos

Tópicos Especiais de Mecânica dos Solos Tópicos Especiais de Mecânica dos Solos Estruturas de Contenção de Solo Reforçado PROFESSOR: BRUNO TEIXEIRA DANTAS Objetivo Geral Desenvolver habilidades, competências e atitudes necessárias à compreensão

Leia mais

Compactação dos Solos. Fernando A. M. Marinho 2012

Compactação dos Solos. Fernando A. M. Marinho 2012 Compactação dos Solos Fernando A. M. Marinho 2012 Por que Compactar os Solos? Objetivos da Compactação Aumentar a capacidade suporte do solo. Diminuir os recalques indesejados nas estruturas. Controlar

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA Especificação de Serviço Página 1 de 6 1. DEFINIÇÃO São segmentos da plataforma da via, cuja implantação requer o depósito de materiais, quer proveniente de cortes, quer de empréstimos, sobre o terreno

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS016 REATERRO E COMPACTAÇÃO DE VALAS Revisão: 02 Mar.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS016 REATERRO E COMPACTAÇÃO DE VALAS Revisão: 02 Mar. SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências...2 3. Definições...2 4. Condições para início dos serviços...2 5. Materiais e equipamentos necessários...2 5.1 Material do reaterro...2 5.1.1

Leia mais

Compactação Exercícios

Compactação Exercícios Compactação Exercícios 1. Num ensaio de compactação foram obtidos os dados listados na tabela abaixo Identificação 1 2 3 4 5 Teor de umidade, w (%) 5,2 6,8 8,7 11,0 13,0 Massa do cilindro + solo (g) 9810

Leia mais

Mecânica dos Solos III COMPACTAÇÃO NO CAMPO. Maio de 2012

Mecânica dos Solos III COMPACTAÇÃO NO CAMPO. Maio de 2012 Mecânica dos Solos III COMPACTAÇÃO NO CAMPO Maio de 2012 Compactação no campo O grau de compactação é função de vários fatores, entre eles: 1 - Espessura das camadas 2 - Área sobre a qual é aplicada a

Leia mais

Recuperação de Aterro Rodoviário Através de Solo Reforçado e Blocos Intertravados

Recuperação de Aterro Rodoviário Através de Solo Reforçado e Blocos Intertravados Recuperação de Aterro Rodoviário Através de Solo Reforçado e Blocos Intertravados Marcos Barreto de Mendonça D.Sc. Terrae Engenharia Ltda. Paulo José Brugger D.Sc. Terrae Engenharia Ltda. Universidade

Leia mais

MURO DE CONTENÇÃO REFORÇADO COM GEOGRELHAS E FACE VERDE

MURO DE CONTENÇÃO REFORÇADO COM GEOGRELHAS E FACE VERDE ARTIGO MURO DE CONTENÇÃO REFORÇADO COM GEOGRELHAS E FACE VERDE Paulo J. Brugger Brugger Engenharia Ltda., São José dos Campos, SP, Brasil brugger@murosterrae.com.br Cristina F. Schmidt Huesker Ltda., São

Leia mais

AULA 07: COMPACTAÇÃO DOS SOLOS (EQUIPAMENTOS E COMPACTAÇÃO EM CAMPO) Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos

AULA 07: COMPACTAÇÃO DOS SOLOS (EQUIPAMENTOS E COMPACTAÇÃO EM CAMPO) Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos AULA 07: COMPACTAÇÃO DOS SOLOS (EQUIPAMENTOS E COMPACTAÇÃO EM CAMPO) Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos TIPOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO ESTÁTICA Compressão rolo liso Amassamento rolo pé de carneiro

Leia mais

Terraplenagem Equipamentos para a construção rodoviária, aeroportuária e ferroviária

Terraplenagem Equipamentos para a construção rodoviária, aeroportuária e ferroviária Terraplenagem Equipamentos para a construção rodoviária, aeroportuária e ferroviária Prof. José Tadeu Balbo Laboratório de Mecânica de Pavimentos Universidade de São Paulo Equipamentos de Terraplenagem

Leia mais

4 Comparação dos métodos de projeto com resultados de campo

4 Comparação dos métodos de projeto com resultados de campo 4 Comparação dos métodos de projeto com resultados de campo 4.1. Introdução Para a análise de estabilidade interna de muros de solo reforçado (MSR) com geossintéticos, a carga de tração no reforço é um

Leia mais

Muro de Contenção Portante em Solo Reforçado

Muro de Contenção Portante em Solo Reforçado ARTIGO Muro de Contenção Portante em Solo Reforçado Paulo José Brugger Brugger Engenharia Ltda., São José dos Campos, Brasil, paulo@brugger.eng.br André Estêvão Ferreira da Silva Huesker Ltda., São José

Leia mais

TERRAPLANAGEM EXECUÇÃO DE ATERROS Especificação Particular

TERRAPLANAGEM EXECUÇÃO DE ATERROS Especificação Particular TERRAPLANAGEM EXECUÇÃO DE ATERROS Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Dezembro de 2015 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 108 Rev.00 12/2015 ES 108 Rev0 pg. 1 - Centro de Desenvolvimento

Leia mais

PROJETO DE TERRAPLENAGEM

PROJETO DE TERRAPLENAGEM PROJETO DE TERRAPLENAGEM C A D E I A D E J O V E N S E A D U L T O S A e B Estrada do Capão Grande Várzea Grande / MT Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado de Mato Grosso - SEJUDH Setembro

Leia mais

Especificações Técnicas Geogrelha. Principais Aplicações

Especificações Técnicas Geogrelha. Principais Aplicações Geogrelha Inovageo Geogrelha Geogrelha tecida, produzida a partir de filamentos de poliéster de super alta tenacidade que, com baixos valores de alongamento, mobilizam elevada resistência á tração. As

Leia mais

6. Análise de Estabilidade

6. Análise de Estabilidade . Análise de Estabilidade As análises de estabilidade de aterros sobre solos moles podem ser realizadas em termos de tensões totais (φ = ) ou em termos de tensões efetivas (c, φ e u ). A condição não drenada

Leia mais

Muro em solo reforçado com geogrelhas e blocos segmentais um caso de obra com altura de 13,50 metros

Muro em solo reforçado com geogrelhas e blocos segmentais um caso de obra com altura de 13,50 metros Muro em solo reforçado com geogrelhas e blocos segmentais um caso de obra com altura de 13,50 metros Brugger, P. J. Terrae Engenharia Ltda., Palmas, TO, Brasil, brugger@terrae.com.br Silva, A. E. F. Huesker

Leia mais

UNIP - COMPLEMENTOS DE MECÂNICA DOS SOLOS E FUNDAÇÕES PROFESSORA MOEMA CASTRO, MSc. [ AULA 05]

UNIP - COMPLEMENTOS DE MECÂNICA DOS SOLOS E FUNDAÇÕES PROFESSORA MOEMA CASTRO, MSc. [ AULA 05] EXERCÍCIOS 01 - COMPACTAÇÃO Com base nos dados de um ensaio de compactação feito com a energia Proctor MODIFICADA, apresentados na tabela a seguir, e sabendo que a massa específica dos grãos do solo é

Leia mais

COMPACTAÇÃO DOS SOLOS

COMPACTAÇÃO DOS SOLOS COMPACTAÇÃO DOS SOLOS 1. INTRODUÇÃO Muitas vezes na prática da engenharia geotécnica, o solo de um determinado local não apresenta as condições requeridas pela obra. Ele pode ser pouco resistente, muito

Leia mais

GEOGRELHA GEOFOCO. Especificações Técnicas. Fabricado com padrão de qualidade ISO 9001

GEOGRELHA GEOFOCO. Especificações Técnicas. Fabricado com padrão de qualidade ISO 9001 GEOGRELHA GEOFOCO Especificações Técnicas Fabricado com padrão de qualidade ISO 9001 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS GEOGRELHA PAVIMENTO 50/50 A GEOGRELHA PARA PAVIMENTO GEOFOCO é feita à partir de filamentos

Leia mais

Muro em Solo Reforçado com Geogrelhas e Blocos Segmentais Um Caso de Obra com Altura de 13,50 metros

Muro em Solo Reforçado com Geogrelhas e Blocos Segmentais Um Caso de Obra com Altura de 13,50 metros Muro em Solo Reforçado com Geogrelhas e Blocos Segmentais Um Caso de Obra com Altura de 13,50 metros Brugger, P. J. Terrae Engenharia Ltda., Palmas, TO, Brasil, brugger@terrae.com.br Silva, A. E. F. Huesker

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL SALÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2014 Análise da Resistência à Compressão Simples e Diametral de Misturas com Areia, Metacaulim e Cal Aluno: Ricardo José Wink de

Leia mais

Aterros Sanitários 2

Aterros Sanitários 2 1 Aterros Sanitários 2 Estrutura 3 Métodos Construtivos Fatores a considerar para escolha do método construtivo apropriado: Topografia da área; Tipo de solo; Profundidade do lençol freático. 4 Métodos

Leia mais

LIMPEZA DO TERRENO E DESTOCAMENTO

LIMPEZA DO TERRENO E DESTOCAMENTO LIMPEZA DO TERRENO E DESTOCAMENTO Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Dezembro de 2015 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 104 Rev.00 12/2015 ES 104 Rev0 pg. 1 - Centro de Desenvolvimento

Leia mais

BRITA GRADUADA SIMPLES BGS Especificação Particular

BRITA GRADUADA SIMPLES BGS Especificação Particular BRITA GRADUADA SIMPLES BGS Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Fevereiro de 2016 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 008 Rev.05 02/2016 ES 008 Rev5 pg. 1 - Centro de Desenvolvimento

Leia mais

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ATERRO DE VALAS LOTE 3

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ATERRO DE VALAS LOTE 3 SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ATERRO DE VALAS LOTE 3 Versão: 002 Vigência: 05/2016 Atualização: 06/2016 GRUPO ATERRO

Leia mais

Estruturas de Contenção Apresentação da disciplina Definições Tipos de Estruturas de Contenções

Estruturas de Contenção Apresentação da disciplina Definições Tipos de Estruturas de Contenções Estruturas de Contenção Apresentação da disciplina Definições Tipos de Estruturas de Contenções Considerações Gerais Ementa Conteúdo Programático Avaliação Bibliografia APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA Considerações

Leia mais

ANÁLISE DE DIMENSIONAMENTO DE SOLO REFORÇADO TIPO TERRA ARMADA

ANÁLISE DE DIMENSIONAMENTO DE SOLO REFORÇADO TIPO TERRA ARMADA ANÁLISE DE DIMENSIONAMENTO DE SOLO REFORÇADO TIPO TERRA ARMADA RESUMO Gabriela Bez Fontana (1), Adailton Antônio dos Santos (2) UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1)gabrielabezfontana@yahoo.com.br,

Leia mais

Pavimentação - acostamento

Pavimentação - acostamento MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

COMPACTAÇÃO DOS SOLOS

COMPACTAÇÃO DOS SOLOS COMPACTAÇÃO DOS SOLOS 1. INTRODUÇÃO Muitas vezes na prática da engenharia geotécnica, o solo de um determinado local não apresenta as condições requeridas pela obra. Ele pode ser pouco resistente, muito

Leia mais

ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 001/2016 PROJETO BÁSICO

ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 001/2016 PROJETO BÁSICO ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 001/2016 PROJETO BÁSICO Página 1 de 7 1. Objeto Esta especificação técnica tem por finalidade orientar as licitantes sobre a Reforma do Parque Ecológico da Zona Sul,

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E QUANTITATIVO DE MATERIAIS PROJETO DE TERRAPLENAGEM

MEMORIAL DESCRITIVO E QUANTITATIVO DE MATERIAIS PROJETO DE TERRAPLENAGEM MEMORIAL DESCRITIVO E QUANTITATIVO DE MATERIAIS PROJETO DE TERRAPLENAGEM RESPONSÁVEL: CREA: EDIANIR BONATH 5063825690-SP CONTRATANTE: OBRA: LOCAL: UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL BAHIA - UFSB UFSB CAMPUS JORGE

Leia mais

MEIOS FIOS, SARJETAS E SARJETÕES

MEIOS FIOS, SARJETAS E SARJETÕES MEIOS FIOS, SARJETAS E SARJETÕES Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Dezembro de 2015 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 012 Rev.00 12/2015 ES 012 Rev0 pg. 1 - Centro de Desenvolvimento

Leia mais

GEOCOMPOSTO PARA REFORÇO UTILIZADO EM ATERRO DE CONQUISTA

GEOCOMPOSTO PARA REFORÇO UTILIZADO EM ATERRO DE CONQUISTA GEOCOMPOSTO PARA REFORÇO UTILIZADO EM ATERRO DE CONQUISTA Paulo Cesar Belesso Ferretti Engenheiro Civil Maccaferri do Brasil paulo.ferretti@maccaferri.com.br Leilo Luti de Lima Eng. Civil Gerente Unidade

Leia mais

5 Análise Probabilística de um Muro de Contenção

5 Análise Probabilística de um Muro de Contenção Análise Probabilística de um Muro de Contenção. Introdução O segundo estudo de caso é o da análise probabilística da estabilidade de um muro de arrimo. Foram verificadas as probabilidades do tombamento,

Leia mais

2. Curva de Compactação Proctor (1993) desenvolveu o ensaio dinâmico para determinação da curva de compactação (Figura 1). (Slide)

2. Curva de Compactação Proctor (1993) desenvolveu o ensaio dinâmico para determinação da curva de compactação (Figura 1). (Slide) 1 1. COMPACTAÇÃOO DOS SOLOS Compactação do solo é o processo manual ou mecânico que visa reduzir o volume de vazios do solo, melhorando as suas características de resistência, deformabilidade e permeabilidade.

Leia mais

PAULO ALBERTO MÜLLER Eng. Civil CREA/RS D MEMORIAL DESCRITIVO

PAULO ALBERTO MÜLLER Eng. Civil CREA/RS D MEMORIAL DESCRITIVO PAULO ALBERTO MÜLLER Eng. Civil CREA/RS 97.902 D MEMORIAL DESCRITIVO Este Memorial Descritivo se refere ao projeto de Pavimentação Poliédrica na Perimetral Norte, trecho compreendido entre a VRS 324, no

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO EM FÍSICA DO SOLO. Não estudar apenas por esta lista

ESTUDO DIRIGIDO EM FÍSICA DO SOLO. Não estudar apenas por esta lista ESTUDO DIRIGIDO EM FÍSICA DO SOLO QUESTÕES: Não estudar apenas por esta lista 1) Cite três importantes aplicações da moderna física do solo. 2) Cite as principais causas de compactação do solo. 3) Descreva

Leia mais

Composição dos Solos

Composição dos Solos Composição dos Solos Composição do Solo Fragmentos de rocha Minerais primários Minerais secundários: Argilo-minerias Silicatos não cristalinos Óid Óxidos e hidróxidos hidóid de ferro e alumínio íi Carbonatos

Leia mais

PRÁTICAS DE PEQUENAS OBRAS NO MEIO RURAL

PRÁTICAS DE PEQUENAS OBRAS NO MEIO RURAL PRÁTICAS DE PEQUENAS OBRAS NO MEIO RURAL Construção & Desenvolvimento Sustentável Modelo de produção linear Recursos naturais não renováveis Entulho Ciclo fechado de produção Reciclagem Reutilização Garantia

Leia mais

Terrapleno. Terraplenagem. Conjunto de operações de: escavação/corte aterro carga descarga lançamento e espalhamento do solo compactação

Terrapleno. Terraplenagem. Conjunto de operações de: escavação/corte aterro carga descarga lançamento e espalhamento do solo compactação Terrapleno 1 Terraplenagem Conjunto de operações de: escavação/corte aterro carga descarga lançamento e espalhamento do solo compactação Para: Configurar o terreno natural à nova conformação topografia

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NO PARQUE INDUSTRIAL ANHANGUERA OSASCO SP

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NO PARQUE INDUSTRIAL ANHANGUERA OSASCO SP UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NO PARQUE INDUSTRIAL ANHANGUERA OSASCO SP Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Distribuidor: Ramalho Comercial Ltda. PERÍODO 2005 Revisado

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Os serviços de topografia ficarão a encargo da empresa licitante.

MEMORIAL DESCRITIVO. Os serviços de topografia ficarão a encargo da empresa licitante. MEMORIAL DESCRITIVO DADO GERAIS: OBRA: Pavimentação com Blocos de Concreto e Microdrenagem Urbana LOCAL: Rua do Comércio PROPRIETÁRIO: Município de Toropi DATA: Novembro/2008 OBJETO Pavimentação com blocos

Leia mais

Solo-cimento UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos

Solo-cimento UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos Solo-cimento Prof.: Flavio A. Crispim (FACET/SNP-UNEMAT) SINOP - MT 2015 Técnicas de melhoramento

Leia mais

Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II

Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II Materiais adotados nas camadas do pavimento anaelza00@hotmail.com Aula Passada Histórico Definições Esforços no Pavimento Seção Tipo 2

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III Aula 15 Cortinas e escoramentos: Cortina Atirantada Eng. Civil Augusto

Leia mais

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Técnicas da Construção Civil

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Técnicas da Construção Civil AULA 11 CONTRAPISOS O contrapiso é uma camada de argamassa executada sobre uma base, que pode ser a laje de um pavimento ou um lastro de concreto, se for sobre o solo. Sua função é regularizar a superfície

Leia mais

ENSAIO DE PENETRAÇÃO DA IMPRIMADURA

ENSAIO DE PENETRAÇÃO DA IMPRIMADURA Métodos de Ensaios: Penetração da Imprimadura ENSAIO DE PENETRAÇÃO DA IMPRIMADURA 1. OBJETIVO Este ensaio tem como objetivo determinar, em laboratório, a quantidade e tipo de imprimadura betuminosa adequada

Leia mais

Muro de solo grampeado com face em blocos prémoldados

Muro de solo grampeado com face em blocos prémoldados Muro de solo grampeado com face em blocos prémoldados Saramago, R. P. Terrae Engenharia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, robson@terrae.com.br Mendonça, M. B. Terrae Engenharia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil,

Leia mais

Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 10)

Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 10) 1 Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 10) Helio Marcos Fernandes Viana Tema: Ensaio CBR (California Bearing Ratio) Conteúdo da aula prática 1 Importância do ensaio CBR ou Índice de Suporte

Leia mais

MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO

MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO Introdução Tipos de revestimentos asfálticos 2 Introdução Classificação dos materiais segundo seu comportamento frente aos esforços: Materiais granulares

Leia mais

MUROS DE ARRIMO. Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento

MUROS DE ARRIMO. Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento MUROS DE ARRIMO Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento DEFINIÇÃO Muros são estruturas corridas de contenção de parede vertical ou quase vertical, apoiadas em uma fundação rasa ou profunda. Podem ser

Leia mais

EXERCÍCIOS PROPOSTOS

EXERCÍCIOS PROPOSTOS FLUXO UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS PROPOSTOS QUESTÕES TEÓRICAS 1) Porque no líquido a carga total é constante. Nos solos acontece a mesma coisa? Por que? 2) As poro-pressões são calculadas multiplicando-se

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS TRADICIONAIS E INOVADORAS DE ESTABILIZAÇÃO E REFORÇO DE MACIÇO DE SOLO

ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS TRADICIONAIS E INOVADORAS DE ESTABILIZAÇÃO E REFORÇO DE MACIÇO DE SOLO ARTIGO ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS TRADICIONAIS E INOVADORAS DE ESTABILIZAÇÃO E REFORÇO DE MACIÇO DE SOLO Eng. Marcus Vinicius Weber de Campos M.Sc. Geosoluções Engenharia Geotécnica e Ambiental marcus.campos@geosolucoes.com

Leia mais

CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO

CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO MEMORIAL DESCRITIVO CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO Rede de água 1-DETERMINAÇÕES CONSTRUTIVAS A Empresa responsável pela execução das redes

Leia mais

REAPROVEITAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE RCD PARA REFORÇO DE SOLO COM ADIÇÃO DE FIBRAS

REAPROVEITAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE RCD PARA REFORÇO DE SOLO COM ADIÇÃO DE FIBRAS REAPROVEITAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE RCD PARA REFORÇO DE SOLO COM ADIÇÃO DE FIBRAS Thaísa Ferreira Macedo Escola Politécnica de Pernambuco Universidade de Pernambuco, Recife/PE, Brasil, thaisa_197@hotmail.com

Leia mais

ALTERNATIVA DE CONTROLE DA COMPACIDADE RELATIVA DE SOLOS NÃO- COESIVOS

ALTERNATIVA DE CONTROLE DA COMPACIDADE RELATIVA DE SOLOS NÃO- COESIVOS COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXVII SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS BELÉM PA, 0 A 07 DE JUNHO DE 2007 T100 A05 ALTERNATIVA DE CONTROLE DA COMPACIDADE RELATIVA DE SOLOS NÃO- COESIVOS Fabio de Oliveira

Leia mais

Serviços preliminares de construção. Tecnologia das Construções Profª. Bárbara Silvéria

Serviços preliminares de construção. Tecnologia das Construções Profª. Bárbara Silvéria Serviços preliminares de construção Tecnologia das Construções Profª. Bárbara Silvéria Atividades prévias que devem ser realizadas antes da construção de um edifício: Verificação da disponibilidade de

Leia mais

Descrição e Metodologia Executiva

Descrição e Metodologia Executiva 1 Descrição e Metodologia Executiva Coluna de Areia Confinada por Geossintético RINGTRAC 1. A Denominação Trata-se de uma coluna de areia compactada e confinada por geossintético de alta performance. 2.

Leia mais

APROVEITAMENTO DA AREIA DE FUNDIÇÃO NA PRODUÇÃO DE TIJOLOS

APROVEITAMENTO DA AREIA DE FUNDIÇÃO NA PRODUÇÃO DE TIJOLOS APROVEITAMENTO DA AREIA DE FUNDIÇÃO NA PRODUÇÃO DE TIJOLOS Marcelo Angst Acadêmico do Curso de Engenharia Civil, Bolsista de Iniciação Científica, mangciv@urisan.tche.br Universidade Regional Integrada

Leia mais

Muro de solo grampeado com face em blocos pré-moldados

Muro de solo grampeado com face em blocos pré-moldados Muro de solo grampeado com face em blocos pré-moldados Saramago, R. P. Terrae Engenharia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, robson@terrae.com.br Mendonça, M. B. Terrae Engenharia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ROMA DO SUL MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA ACESSO A LINHA SÃO ROQUE

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ROMA DO SUL MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA ACESSO A LINHA SÃO ROQUE MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA ACESSO A LINHA SÃO ROQUE E n g e n h e i r o C i v i l L u i z H e n r i q u e D i a s C o r r ê a - P á g i n a 1 Co nteúdo 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. INTRODUÇÃO...

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR 1º LOTE...EXECUÇÃO E INSTALAÇÃO DE BLOCOS INTERTRAVADOS

MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR 1º LOTE...EXECUÇÃO E INSTALAÇÃO DE BLOCOS INTERTRAVADOS MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR 1º LOTE...EXECUÇÃO E INSTALAÇÃO DE BLOCOS INTERTRAVADOS 2º LOTE...EXECUÇÃO E INSTALAÇÃO DE SERVIÇOS DE SERRALHERIA LOCALIZAÇÃO

Leia mais

Correias Elevadoras Serviços de Grãos e Industriais.

Correias Elevadoras Serviços de Grãos e Industriais. Correias Elevadoras Serviços de Grãos e Industriais www.contitech.com.br Correias Elevadoras Catálogo Brasil 2015 Correias Lift e Super Lift Correias elevadoras para serviços de grãos e materiais não-abrasivos

Leia mais

TEORIA DAS FUNDAÇÕES EXERCÍCIOS DE CÁLCULO DE FUNDAÇÕES PROFUNDAS (2003/04) DEC FCTUC

TEORIA DAS FUNDAÇÕES EXERCÍCIOS DE CÁLCULO DE FUNDAÇÕES PROFUNDAS (2003/04) DEC FCTUC TEORIA DAS FUNDAÇÕES EXERCÍCIOS DE CÁLCULO DE FUNDAÇÕES PROFUNDAS (2003/04) DEC FCTUC 1 - Considere uma estaca cravada, de betão, com secção circular de 0,5 m de diâmetro. Calcule a carga vertical máxima

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO MISTO DE SOLO REFORÇADO E SOLO GRAMPEADO NA BASE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS SP

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO MISTO DE SOLO REFORÇADO E SOLO GRAMPEADO NA BASE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS SP UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO MISTO DE SOLO REFORÇADO E SOLO GRAMPEADO NA BASE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS SP Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim PERÍODO 2005 Revisado ABRIL 2011 - Departamento

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO FILTRO EM GABIÃO COLCHÃO CALHA DO TIETÊ SP

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO FILTRO EM GABIÃO COLCHÃO CALHA DO TIETÊ SP UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO FILTRO EM GABIÃO COLCHÃO CALHA DO TIETÊ SP Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Distribuidor: Ramalho Comercial Ltda. PERÍODO 2003/2004 Revisado ABRIL 2011 -

Leia mais

MUROS DE CONTENÇÃO E ESTABILIDADE DE TALUDES. Trabalho Prático

MUROS DE CONTENÇÃO E ESTABILIDADE DE TALUDES. Trabalho Prático Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT - Campus de Sinop Curso de Engenharia Civil Geotecnia II MUROS DE CONTENÇÃO E ESTABILIDADE DE TALUDES Trabalho Prático Prof.: Flavio A. Crispim Sinop - MT 2016

Leia mais

Terraplenagem. Introdução. Introdução... Introdução... Fases do solo. Geologia de Engenharia III ENG05103

Terraplenagem. Introdução. Introdução... Introdução... Fases do solo. Geologia de Engenharia III ENG05103 Introdução Terraplenagem Geologia de Engenharia III ENG05103 Terraplenagem ou movimento de terra é um conjunto de operações necessárias para remover a terra dos locais em que se encontra em excesso para

Leia mais

Classificação das Barragens. Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira

Classificação das Barragens. Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Classificação das Barragens Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira 2/48 Classificação das Barragens A classificação das barragens pode ser feita em função dos seguintes condicionantes:

Leia mais

ME-55 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO EXPEDITA DO ÍNDICE MINI-CBR POR PENETRAÇÃO DINÂMICA

ME-55 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO EXPEDITA DO ÍNDICE MINI-CBR POR PENETRAÇÃO DINÂMICA ME-55 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO EXPEDITA DO ÍNDICE MINI-CBR POR PENETRAÇÃO DINÂMICA DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

Exercícios para resolução fora do âmbito das aulas teórico-práticas - n os 2 e 9

Exercícios para resolução fora do âmbito das aulas teórico-práticas - n os 2 e 9 Licenciatura em Engenharia Civil 4º Ano 2º Semestre MECÂNICA DOS SOLOS 2 Ano lectivo 2003/2004 FOLHA DE EXERCÍCIOS Nº 3 Estabilidade de taludes e de aterros Exercícios para resolução fora do âmbito das

Leia mais

EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE TERRAPLENAGEM

EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE TERRAPLENAGEM EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE TERRAPLENAGEM Operações básicas da terraplenagem Escavação: é um processo empregado para romper a compacidade do solo em seu estado natural tornando possível o seu manuseio. Carga

Leia mais

CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO, ORÇAMENTO E PAGAMENTO. Serviço: COMPACTAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DO SUB-LEITO Unidade: M² 1 MEDIÇÃO E ORÇAMENTO

CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO, ORÇAMENTO E PAGAMENTO. Serviço: COMPACTAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DO SUB-LEITO Unidade: M² 1 MEDIÇÃO E ORÇAMENTO Serviço: COMPACTAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DO SUB-LEITO Unidade: M² A medição do serviço de regularização do sub-leito será feita por metro quadrado (m²) de pista concluída, de acordo com plataforma de terraplenagem

Leia mais

LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão Simples e Diametral

LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão Simples e Diametral UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão

Leia mais

01 PATRICIA HISTÓRICO/INTRODUÇÃO

01 PATRICIA HISTÓRICO/INTRODUÇÃO Islide 01 - HISTÓRICO 01 PATRICIA HISTÓRICO/INTRODUÇÃO A estaca tipo Franki foi introduzida como fundação por Edgard Frankignoul na Bélgica há mais de 85 anos. Ele desenvolveu a idéia de cravar um tubo

Leia mais

Modelagem numérica de um aterro reforçado com geotêxtil nãotecido

Modelagem numérica de um aterro reforçado com geotêxtil nãotecido Modelagem numérica de um aterro reforçado com geotêxtil nãotecido Plácido, R. R. IPT, São Paulo, SP, Brasil, rplacido@ipt.br Kamiji, T. S. M. M. IPT, São Paulo, SP, Brasil, tsumie@ipt.br Resumo: Este trabalho

Leia mais

PROJETO INTERNO TELHA FRANCESA PICSL

PROJETO INTERNO TELHA FRANCESA PICSL Pág. 1 de 6 1 OBJETÍVO Este projeto fixa as condições exigíveis para a aceitação de telhas planas de encaixes, modelo Telhas Francesas, destinadas à execução de telhados de edificações. 2 APLICAÇÃO DE

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAMA GERAL DE DISCIPLINA IDENTIFICAÇÃO CURSOS QUE ATENDE DEPARTAMENTO ENGENHARIA CIVIL

Leia mais

CONTRAÇÃO AXIAL ENSAIO DE CONTRAÇÃO AXIAL OBJETIVO DO ENSAIO DEFINIÇÕES E CONVENÇÕES APARELHAGEM

CONTRAÇÃO AXIAL ENSAIO DE CONTRAÇÃO AXIAL OBJETIVO DO ENSAIO DEFINIÇÕES E CONVENÇÕES APARELHAGEM CONTRAÇÃO AXIAL ENSAIO DE CONTRAÇÃO AXIAL OBJETIVO DO ENSAIO Determinar em laboratório a contração axial (C t ) devida à perda de umidade, em amostras compactadas na energia normal ou intermediária do

Leia mais

A EMISSÃO DE BIOGÁS ATRAVÉS DA CAMADA DE COBERTURA FINAL DO ATERRO DA CTR NOVA IGUAÇU E DO LIXÃO DE SEROPÉDICA - RIO DE JANEIRO

A EMISSÃO DE BIOGÁS ATRAVÉS DA CAMADA DE COBERTURA FINAL DO ATERRO DA CTR NOVA IGUAÇU E DO LIXÃO DE SEROPÉDICA - RIO DE JANEIRO A EMISSÃO DE BIOGÁS ATRAVÉS DA CAMADA DE COBERTURA FINAL DO ATERRO DA CTR NOVA IGUAÇU E DO LIXÃO DE SEROPÉDICA - RIO DE JANEIRO Ana Carolina AV E. de Oliveira, UERJ Elisabeth Ritter, UERJ Camille Ferreira

Leia mais

Obras Geotécnicas TC 066

Obras Geotécnicas TC 066 Obras Geotécnicas TC 066 Curso de Engenharia Civil 7º Semestre Vítor Pereira Faro vpfaro@ufpr.br Março 2017 Areias Solos muito permeáveis Comportamento controlado pelas forças de gravidade, logo pelo tamanho

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE REFORÇO NO NOVO DIQUE DO PORTO DE LA PLATA ARGENTINA

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE REFORÇO NO NOVO DIQUE DO PORTO DE LA PLATA ARGENTINA UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE REFORÇO NO NOVO DIQUE DO PORTO DE LA PLATA ARGENTINA Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim PERÍODO 2006 Revisado ABRIL 2011 - Departamento Técnico.

Leia mais

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL. Profª Aline Cristina Souza dos Santos

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL. Profª Aline Cristina Souza dos Santos CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Profª Aline Cristina Souza dos Santos (alinecris16@hotmail.com) COMPORTAMENTO DOS SOLOS Objetivo da Mecânica dos Solos Caracterização Granulométrica

Leia mais

3 Caracterização física, compactação e contração

3 Caracterização física, compactação e contração 20 3 Caracterização física, compactação e contração 3.1. Introdução No presente capítulo apresenta-se uma revisão bibliográfica, materiais e métodos, resultados e discussão dos ensaios de caracterização

Leia mais

DER/PR ES-P 25/05 PAVIMENTAÇÃO: CONTENÇÃO LATERAL DE PAVIMENTOS

DER/PR ES-P 25/05 PAVIMENTAÇÃO: CONTENÇÃO LATERAL DE PAVIMENTOS DER/PR ES-P 25/05 PAVIMENTAÇÃO: CONTENÇÃO LATERAL DE PAVIMENTOS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax

Leia mais

Tabela de cargas, projetos de fundações e a revisão da. Frederico F. Falconi

Tabela de cargas, projetos de fundações e a revisão da. Frederico F. Falconi Tabela de cargas, projetos de fundações e a revisão da ABNT-NBR 6112 Frederico F. Falconi INTRODUÇÃO Resumo Serão apenas 2 tópicos: 1. Coisas que achamos importantes vocês saberem e 2. Coisas que realmente

Leia mais

Estudo da Deformação Permanente de Alguns Solos Argilosos Lateríticos Visando o Uso em Pavimentos de Baixo Volume de Tráfego

Estudo da Deformação Permanente de Alguns Solos Argilosos Lateríticos Visando o Uso em Pavimentos de Baixo Volume de Tráfego Estudo da Deformação Permanente de Alguns Solos Argilosos Lateríticos Visando o Uso em Pavimentos de Baixo Volume de Tráfego Marangon, M. Departamento de Transportes, Universidade Federal de Juiz de Fora,

Leia mais

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA Redes de Distribuição de Baixa e Média Tensão CANOAS- RS MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO PROJETO EXECUTIVO 1. OBJETIVO: Fornecer informações necessárias sobre os

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO COM BLOCOS DE CONCRETO RUA MUNIZ FERRAZ

MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO COM BLOCOS DE CONCRETO RUA MUNIZ FERRAZ MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO COM BLOCOS DE CONCRETO RUA MUNIZ FERRAZ DADOS IDENTIFICAÇÃO OBRA: Pavimentação em 2 trechos da Rua Muniz Ferraz LOCAL DA OBRA: Trecho 1 - Rua Muniz Ferraz entre as Ruas

Leia mais

CAMADAS DE SOLO CAL SC

CAMADAS DE SOLO CAL SC CAMADAS DE SOLO CAL SC Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Novembro de 2015 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 005 2015 ES 020 pg 1 - Centro de Desenvolvimento Tecnológico ARTERIS

Leia mais

Disciplina Vias de Comunicação II. Terraplenagem

Disciplina Vias de Comunicação II. Terraplenagem Disciplina Vias de Comunicação II Terraplenagem Terraplenagem ou movimento de terras Conjunto de operações necessárias para remover a terra dos locais em que se encontra em excesso para aqueles em que

Leia mais

CD15R00 PEAD TUBOS DE DRENAGEM AMBIDRENOS MANUAL DM-AM

CD15R00 PEAD TUBOS DE DRENAGEM AMBIDRENOS MANUAL DM-AM CD15R00 PEAD TUBOS DE DRENAGEM AMBIDRENOS MANUAL #01 AMBIDRENO A tubagem de drenagem destina-se a captar o excesso de água existente nos solos, resultante do índice de pluviosidade e da capacidade de retenção

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS

INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS GENERALIDADES Fundações são elementos estruturais destinados a transmitir ao terreno as cargas da estrutura; Devem ter resistência adequada para suportar as

Leia mais

DER/PR ES-T 06/05 TERRAPLENAGEM: ATERROS

DER/PR ES-T 06/05 TERRAPLENAGEM: ATERROS TERRAPLENAGEM: ATERROS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304 8130 www.pr.gov.br/derpr Especificações

Leia mais

NRM - Normas Regulamentadoras da Mineração - Especificidade na Indústria de Areia e Brita NRM 02. Lavra a Céu Aberto

NRM - Normas Regulamentadoras da Mineração - Especificidade na Indústria de Areia e Brita NRM 02. Lavra a Céu Aberto NRM - Normas Regulamentadoras da Mineração - Especificidade na Indústria de Areia e Brita NRM 02 Lavra a Céu Aberto Introdução NRM 02 2.1 Generalidades 2.2 Bancadas e Taludes 2.3 Controle Topográficos

Leia mais

Terraplenagem - aterros

Terraplenagem - aterros MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

ANEXO I CADERNO DE ENCARGOS INFRA-ESTRUTURA SÃO PAULO - SP

ANEXO I CADERNO DE ENCARGOS INFRA-ESTRUTURA SÃO PAULO - SP ANEXO I CADERNO DE ENCARGOS INFRA-ESTRUTURA SÃO PAULO - SP 1. Introdução O presente caderno de encargos tem como objetivo orientar e subsidiar a contratação de empresa especializada para a execução da

Leia mais