Investimento no Estrangeiro

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1 Investimento no Estrangeiro Estão em vigor um conjunto de medidas, que incluem apoios e vantagens fiscais concedidos em regime contratual a empresas que pretendam internacionalizar a sua actividade. Estão em vigor um conjunto de medidas e incentivos destinados a incentivar a internacionalização das empresas nacionais e a sua implementação nos mercados internacionais, apoiando os projectos realizados até 31 de Dezembro de Os apoios concedidos são de natureza diversa, podendo consistir designadamente, na isenção ou redução de impostos, na concessão de empréstimos não remunerados ou remunerados a taxa reduzida, ou na concessão de subsídios não reembolsáveis. Todos os incentivos em vigor estão sujeitos a regras comunitárias, sendo alguns deles financiados através de fundos comunitários. Os benefícios previstos são concedidos, em regime contratual, por um período que pode atingir cinco anos. Assim, a sua aplicação depende da análise do projecto e da verificação de uma série de princípios e requisitos constantes do Estatuto dos Benefícios Fiscais e do Código Fiscal do Investimento. Projectos elegíveis Podem beneficiar destes incentivos os projectos de investimento directo realizados até 31 de Dezembro de 2020, por empresas portuguesas no estrangeiro, de montante igual ou superior a euros, de aplicações relevantes, para este efeito, designados por projectos elegíveis. Alem do valor a investir, exige-se que o projecto: demonstre interesse estratégico para a internacionalização da economia portuguesa; demonstre ter viabilidade técnica, económica e financeira; não se localize em países, territórios ou regiões com regimes de tributação privilegiada (os designados paraísos fiscais ), constantes da lista aprovada pelo Governo; não implique a diminuição dos postos de trabalho em Portugal. 1

2 Para este efeito, consideram-se elegíveis os projectos de investimento directo efectuados no estrangeiro que tenham por objecto as seguintes actividades económicas: indústria extractiva e indústria transformadora - divisões 05 a 33 da CAE (com algumas excepções, excluídas por normas comunitárias); turismo - divisão 55 da CAE - e actividades declaradas de interesse para o turismo nos termos da legislação aplicável - subclasses 77210, 90040, 91041, 91042, 93110, 93192, 93210, 93292, 93293, e da CAE; actividades e serviços informáticos e conexos - divisão 62 e grupo 631 da CAE; actividades agrícolas, piscícolas, agro-pecuárias e florestais - divisões 01 a 03 da CAE, CAE (com algumas excepções, excluídas por normas comunitárias); actividades de investigação e desenvolvimento - divisão 72 da CAE; tecnologias da informação e produção de áudio-visual e multimedia - divisões 58 e 59 da CAE; ambiente, energia e telecomunicações - classes 3511 e 3521, grupo 353, subclasse e divisões 37 a 39 e 61 da CAE; associadas aos pólos de competitividade e tecnologia; construção de edifícios, obras públicas e actividades de arquitectura e de engenharia conexas com aquelas - grupo 412 e divisões 42 e 43 da CAE; transportes e logística - grupos 493 e 494 e divisão 52 da CAE. As actividades excluídas do âmbito sectorial encontram-se enunciadas nas Orientações Relativas aos auxílios estatais com finalidade Regional (OAR) para o período de e no Regulamento Geral de Isenção por Categoria (RGIC). Para além das actividades económicas referidas, podem ainda ser consideradas outras actividades económicas relacionadas com projectos inseridos em pólos de competitividade e tecnologia (PCT), desde que: - tenham sido objecto de reconhecimento pelo Governo, mediante proposta devidamente fundamentada do Conselho Interministerial de Coordenação dos Incentivos Fiscais ao Investimento; e - tenham sido confirmados no alinhamento com o plano de acção pela entidade gestora do PCT. Quando estejam em causa projectos de investimento produtivo de alta intensidade tecnológica, os benefícios fiscais dependem de proposta devidamente fundamentada do Conselho Interministerial de Coordenação dos Incentivos Fiscais ao Investimento. A verificação das condições de elegibilidade passa, nomeadamente, pelas OAR para o período de no âmbito dos auxílios de minimis, e pelo RGIC, publicado em Refira-se por fim que apenas serão considerados elegíveis, os projectos cuja realização não se tenha iniciado em data anterior à da notificação da avaliação prévia. Para este efeito, a data de início do projecto coincide com a data da primeira 2

3 factura emitida em nome do promotor e referente a uma despesa incorrida no âmbito do projecto. No entanto, serão aceites as despesas referentes a estudos relacionados com o investimento, desde que realizadas há menos de um ano. Promotores O perfil do promotor é tão importante como as características do projecto de investimento. Assim, além da elegibilidade do projecto, as empresas apenas poderão obter estes incentivos se demonstrarem ter: capacidade técnica e de gestão; uma situação financeira equilibrada, considerando-se que tal se verifica quando a autonomia financeira medida pelo coeficiente entre o capital próprio e o total do activo líquido, seja igual ou superior a 0,2; a situação fiscal e contributiva regularizada; contabilidade organizada de modo a permitir a análise dos dados referentes ao projecto, bem como a autonomização dos efeitos do mesmo (designadamente através da criação de um centro de custo específico); o lucro tributável apurado através de métodos directos de avaliação; uma contribuição financeira de, pelo menos, 25% dos custos elegíveis isenta de qualquer apoio público. Os promotores deverão ainda comprometer-se a cumprir as regras de contratação pública, bem como as referentes ao ambiente, igualdade de oportunidades e concorrência. Benefícios e Incentivos Os projectos elegíveis poderão beneficiar, cumulativamente, da aplicação das seguintes medidas: - crédito fiscal utilizável em IRC, compreendido entre 10% e 20% das aplicações relevantes, a deduzir ao IRC autoliquidado pelo sujeito passivo, não podendo ultrapassar, em cada exercício, 25% daquele montante, com o limite de ,79 euros; 3

4 - eliminação da dupla tributação económica do IRC, durante o período contratual, quando o investimento seja efectuado sob a forma de constituição ou aquisição de sociedades estrangeiras. Estes incentivos não serão concedidos a investimentos realizados em zonas francas ou nos países, territórios e regiões sujeitos a um regime fiscal claramente mais favorável, conforme lista aprovada pelo Governo. Para os projectos de investimento concretizados noutro Estado membro da União Europeia, estes incentivos apenas serão concedidos a pequenas e médias empresas (PME). No Guia Prático Apoios Financeiros à Internacionalização, elaborado e disponibilizado pela AICEP, encontrará informações referentes a apoios específicos, como linhas de crédito para investimento em determinados países. Este Guia inclui os projectos de colaboração celebrados entre a AICEP e diversas entidades bancárias, incluindo o Millenniumbcp. Crédito Fiscal de IRC Para efeitos de determinação do crédito fiscal de IRC, consideram-se aplicações relevantes, as relacionadas com: criação de sucursais ou outros estabelecimentos estáveis no estrangeiro; aquisição de participações em sociedades não residentes ou criação de sociedades no estrangeiro, desde que a participação directa seja, pelo menos, de 25% do capital social; campanhas plurianuais de promoção em mercados externos, tais como as de lançamento ou promoção de bens, serviços ou marcas, incluindo as realizadas com feiras, exposições e outras manifestações análogas com carácter internacional. O crédito de imposto irá reduzir o valor do IRC a pagar, sendo deduzido ao valor apurado na autoliquidação efectuada pelos sujeitos passivos, na declaração de rendimentos Modelo 22. No entanto, o crédito de imposto não pode exceder 25% do IRC autoliquidado, tendo ainda o limite quantitativo de euros, por exercício. Quando o crédito de imposto tenha origem em campanhas plurianuais de promoção em mercados externos, a dedução do crédito de imposto apurado é concedida automaticamente ao sujeito passivo pelo período de cinco anos, sem 4

5 necessidade de cumprimento dos procedimentos contratuais de apreciação e aprovação da candidatura. Quando a empresa promotora esteja sujeita ao regime especial de tributação dos grupos de sociedades, a dedução do crédito de imposto efectua-se da seguinte forma: a dedução efectua-se ao montante autoliquidado na declaração de rendimentos, com base na matéria colectável do grupo; a dedução é feita até 25% do valor autoliquidado e não pode ultrapassar, em relação a cada sociedade e por cada exercício, o limite de 25% da colecta da sociedade que realizou as despesas de investimento, com o limite de euros. Independentemente da data da celebração do contrato, a dedução é feita na liquidação de IRC respeitante ao exercício em que forem realizadas as despesas relevantes, ou em que seja atingida a participação de 25%, consoante o caso. Quando o crédito de imposto não possa ser integralmente deduzido (por exemplo, por exceder 25% do IRC autoliquidado), o remanescente pode ainda ser deduzido, nas mesmas condições, na liquidação dos cinco exercícios seguintes. O IRC que deixe de ser pago devido ao crédito de imposto deverá ser devidamente evidenciado na contabilidade das empresas, mediante menção do valor correspondente no anexo ao balanço e à demonstração de resultados relativos ao exercício em que se efectua a dedução. A percentagem do crédito de imposto (correspondente a 10%) pode subir para 20%, caso o promotor do projecto seja uma pequena ou média empresa (PME), ou no caso de investimentos realizados através de acções conjuntas de internacionalização. Por outro lado, caso seja reconhecida excepcional relevância ao projecto, para a economia nacional, pode ser igualmente atribuída uma majoração até cinco pontos percentuais (subindo o crédito de imposto para 15 ou 25%), com o limite total de 20% das aplicações relevantes, mediante resolução do Conselho de Ministros, Para este efeito consideram-se aplicações relevantes, as despesas associadas aos projectos e relativas a: aquisição de equipamento afecto à actividade de sucursal ou de estabelecimento estável no exterior, directamente relacionado e relevante para a actividade desenvolvida, com excepção dos bens abaixo enunciados; aquisição de participações em sociedades não residentes, excluindo a aquisição de sociedades não residentes intra-grupo; realização do capital social de sociedades no estrangeiro; 5

6 custos com a realização de campanhas plurianuais de promoção em mercados externos, desde que não impliquem ultrapassar, por sujeito passivo beneficiário, durante um período de três anos, os montantes de apoio definidos de acordo com as regras comunitárias aplicáveis aos auxílios de minimis; custos corporizados em activo fixo incorpóreo, designadamente os relacionados com despesas com assistência técnica e elaboração de estudos, bem como com despesas com patentes, licenças e alvarás, sendo aplicável, para as empresas que não sejam PME, o disposto na alínea anterior relativamente aos limites do apoio. Não se consideram aplicações relevantes, os investimentos realizados em: terrenos; edifícios e outras construções não directamente ligados ao processo produtivo ou às actividades administrativas essenciais; viaturas ligeiras ou mistas e outro material de transporte com valor superior a 20% do total das aplicações relevantes; mobiliário e artigos de conforto ou decoração; equipamentos sociais, excepto os que a empresa seja obrigada a possuir por determinação legal; criação e aquisição de empresas comerciais e criação e exploração de redes de distribuição no estrangeiro. Eliminação da Dupla Tributação A eliminação da dupla tributação económica dos lucros distribuídos é assegurada mediante dedução dos lucros distribuídos por sociedades afiliadas não residentes em território português ou em Estado-membro da União Europeia. Para este efeito, a entidade que distribui os lucros terá de estar sujeita e não isenta de imposto sobre os lucros da mesma natureza que o IRC, e lucros distribuídos terão de corresponder aos resultados obtidos com a realização do investimento. Esta condição deverá ser comprovada, designadamente, mediante apresentação de declaração autenticada pelas autoridades fiscais do Estado de residência da sociedade afiliada, demonstrando-se ainda o ano a que se referem os resultados donde provêm os lucros distribuídos Esta dedução é cumulável com a dedução à colecta do IRC durante o prazo de vigência do contrato. 6

7 Candidatura e Contratação As candidaturas a este tipo de incentivos deverão caracterizar e fundamentar o projecto de investimento, e serão apresentadas num formulário próprio, por via electrónica, a submeter à Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal - AICEP. Avaliação Prévia Após a sua apresentação, a candidatura a estes incentivos é submetida a uma Avaliação Prévia, que visa submeter o projecto a uma análise sumária para verificação liminar da sua elegibilidade. Esta fase é da responsabilidade do Conselho Interministerial de Coordenação aos Incentivos Fiscais ao Investimento. A elegibilidade das despesas apresentadas no projecto de investimento depende, desde logo, de um resultado positivo nesta avaliação prévia. No entanto, apesar de ser condição para que o prosseguimento da candidatura, o parecer positivo não garante a concessão dos apoios, nem que as despesas realizadas antes da apresentação da candidatura sejam elegíveis (excepto se se tratar de estudos directamente relacionados com o investimento realizados à menos de uma ano). O resultado da avaliação prévia deverá ser comunicado ao promotor no prazo de 10 dias úteis após a data de apresentação da candidatura, devendo a AICEP remeter no prazo de cinco dias úteis, o seu parecer ao Conselho. Implicações Sectoriais A candidatura pode ser sujeita à apreciação de entidades públicas ou privadas, em função das implicações sectoriais que eventualmente se verifiquem. Neste caso, estas entidades terão de se pronunciar no prazo de 10 dias úteis. 7

8 De igual modo, estas entidades podem, no decurso da fase de verificação das candidaturas, solicitar às empresas promotoras dos projectos esclarecimentos complementares, que devem ser prestados no prazo de 10 dias úteis. A falta de resposta ou a sua prestação fora do prazo concedido é equiparada a desistência da candidatura. Apreciação do processo A AICEP deverá emitir o seu parecer e submetê-lo ao Conselho, juntamente com o processo devidamente instruído, por via electrónica, no prazo de 40 dias úteis contados a partir da data da apresentação da candidatura. Caso o processo tenha implicações sectoriais, este prazo suspende-se durante a apreciação pelas entidades competentes. Por sua vez, o Conselho terá de se pronunciar no prazo de 60 dias úteis, após a submissão do processo pela AICEP. De igual modo, o Conselho pode solicitar esclarecimentos adicionais às empresas promotoras, suspendo-se o prazo de apreciação durante esse período. Contrato de Concessão A concessão dos benefícios fiscais é objecto de contrato, aprovado por resolução do Conselho de Ministros, com a vigência máxima de cinco anos após a conclusão do projecto de investimento. O contrato deverá enunciar, entre outros elementos, por um lado, os objectivos e as metas impostas ao promotor, por outro, os benefícios fiscais concedidos. Na assinatura do contrato, o Estado é representado pela AICEP. Os contratos de investimento de montante superior a euros e inferior a ficam sujeitos à aprovação do Governo, mediante despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da economia. Após a sua celebração, poderão ser aprovados aditamentos aos contratos de concessão de benefícios fiscais, desde que destes não resulte um aumento dos benefícios ou da intensidade do apoio. Posteriormente, o contrato pode ser objecto de renegociação a pedido de qualquer das partes, caso ocorra algum evento que altere substancialmente as circunstâncias 8

9 em que as partes fundaram a sua vontade de contratar. A aprovação de qualquer alteração terá de ser submetida a todo o processo de apreciação da candidatura. Iniciada a execução do projecto, o Conselho será responsável pelo acompanhamento e verificação do cumprimento, pelos promotores, dos contratos de concessão de benefícios fiscais ao investimento. Esta verificação não obsta à realização de quaisquer procedimentos inspectivos a realizar pela Direcção- Geral dos Impostos, no âmbito das suas competências. Sempre que se identifique qualquer situação susceptível de determinar a resolução do contrato, o Conselho comunica à empresa promotora a sua intenção de propor essa resolução, podendo esta responder no prazo de 30 dias. Decorrido este prazo, a resposta (se apresentada) é analisada pelo Conselho, que emite o seu relatório fundamentado, no prazo de 60 dias, contendo uma proposta fundamentada em que propõe, se for o caso, a resolução do contrato de concessão de incentivos fiscais. A resolução do contrato pode ser declarada se se verificar alguma das seguintes situações: incumprimento dos objectivos e obrigações estabelecidos no contrato, nos prazos aí fixados, pela empresa promotora (devendo, neste caso, ser devidamente ponderado o grau de cumprimento dos objectivos contratuais); incumprimento atempado das obrigações fiscais e contributivas por parte da empresa promotora; prestação de informações falsas sobre a situação da empresa ou viciação de dados fornecidos na apresentação, apreciação e acompanhamento dos projectos. Em caso de resolução do contrato, a empresa promotora não só perde todos os benefícios fiscais concedidos desde a data de aprovação do contrato, como fica obrigada a repor o valor correspondente aos impostos não pagos (devido à isenção ou redução contratada), acrescidos de juros compensatórios (cuja taxa é, actualmente, de 4%), no prazo de 30 dias a contar da respectiva notificação, sob pena de instauração de um procedimento executivo para a sua cobrança. Entidades Relevantes A gestão destes processos é da responsabilidade de várias entidades, consoante a natureza do incentivo, sendo as seguintes as mais relevantes e com competências mais alargadas: Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) Contact Center:

10 Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) Contact Center: T F Conselho para a Promoção da Internacionalização Fundo de Apoio à Internacionalização e Exportação (FAIE) Conselho para a Promoção da Internacionalização O Conselho para a Promoção da Internacionalização (CPI) visa aumentar a actividade das empresas exportadoras e as exportações de maior valor acrescentado, alargar a base de empresas com capacidade exportadora, e bem assim atingir novos mercados. Esta entidade inclui representantes das associações empresariais, e pretende servir de intermediário junto das empresas nacionais, relativamente a novos processos exportadores, alianças entre empresas, redimensionamento empresarial, qualificação e inovação. O CPI funciona junto do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento (MEID), em articulação com os negócios estrangeiros e finanças. As verbas para o trabalho do CPI, que durará três anos, provêm do MEID. Com a configuração criada para o CPI, o Governo pretendeu assegurar a participação das empresas e das suas estruturas associativas de referência na definição e acompanhamento das estratégias e medidas de apoio à internacionalização, bem como na monitorização e avaliação da execução das acções de apoio neste domínio. Assim, este conselho integra representantes, nomeadamente, da Associação Empresarial de Portugal, da Associação Industrial Portuguesa-Confederação Empresarial, da Confederação da Indústria Portuguesa, da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal e do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e Inovação. No âmbito das suas actividades, o CPI irá delinear estratégias, definir medidas e prioridades para apoio à internacionalização, identificar e divulgar boas práticas nesta área, e propor a contratação de especialistas para apoiar os trabalhos. Deverá ainda coordenar, monitorizar e avaliar a execução das acções de apoio à internacionalização públicas e privadas, bem como intermediar e dinamizar processos exportadores junto das empresas nacionais. O CPI irá ainda aprofundar as relações entre centros de investigação e instituições de formação e o tecido empresarial português, através de um conselho consultivo constituído por peritos nas áreas da internacionalização e do sector tecnológico e científico, bem como por representantes de associações empresariais nacionais ou 10

11 sectoriais, empresários ou gestores, representantes de entidades públicas, ou outras personalidades. Poderão vir a ser criados conselhos sectoriais para a competitividade, para definição da estratégia de internacionalização sectorial e para a metodologia de implementação dessa estratégia. Fundo de Apoio à Internacionalização e Exportação O Fundo de Apoio à Internacionalização e Exportação (FAIE) foi criado em 2010 e tem como objectivo apoiar operações de desenvolvimento das pequenas e médias empresas portuguesas em mercados internacionais. Este Fundo é constituído por um montante equivalente a 250 milhões de euros, aplicado em projectos que criem ou aumentem a capacidade de exportação da PME e que aumentem o valor acrescentado e o nível tecnológico das exportações portuguesas. Também serão apoiados projectos com o objectivo de diversificar os mercados geográficos de exportação ou que aproveitem as oportunidades de investimento criadas pela actual conjuntura tem países como Espanha, Inglaterra ou Estados Unidos da América. A intervenção do Fundo reforçará os capitais necessários à internacionalização, permitindo nomeadamente a participação no capital social das empresas que promovam as exportações nacionais, e a subscrição de títulos de dívida, ou concessão directa de crédito, ou garantias a empresas ou consórcios de empresas portuguesas. 11

12 Referências Estatuto dos Benefícios Fiscais, artigo 41º Resolução do Conselho de Ministros n.º 3/2010, de 19 de Janeiro Decreto-Lei n.º 57/2010, de 1 de Junho Portaria n.º 238/2010, de 29/ de Abril Portaria n.º 1452/2009, de 29 de Dezembro Resolução do Conselho de Ministros n.º 115/2009, de 15 de Dezembro Decreto-Lei n.º 249/2009, de 23 de Setembro Decreto-Lei n.º 250/2009, de 23 de Setembro Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro, artigo 106º Portaria n.º 1103/2008, de 2 de Outubro, artigos 5º e 6º Regulamento (CE) n.º 800/2008, da Comissão, de 6 de Agosto de 2008, que aprova o Regulamento Geral de Isenção por Categoria (RGIC), publicado no JO L n.º 214, de 9 de Agosto de 2008 Decreto-Lei n.º 381/2007, de 14 de Novembro Orientações n.º 2006/C 54/08, relativas aos auxílios estatais com finalidade regional para o período , da Comissão, publicadas no JO C n.º 54, de 4 de Março de

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