INTERNATO Regimento Faculdade Brasileira

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1 INTERNATO Regimento Faculdade Brasileira Atualizada em 11/07/11 1. Da Conceituação A palavra Internato, segundo a informação dos dicionários, teria origem francesa na palavra internat utilizada pela primeira vez em 1820 designando um estabelecimento escolar em que os alunos residem na própria escola. No português, seu registro histórico remonta a No Brasil, a palavra passou a ser usada no contexto da Medicina designando o último ano do curso médico, em que o aluno estagia em diversas especialidades, ou se dedica a uma única especialidade. Em outros países a palavra designa o período de duração variável que os graduados em escolas médicas passam trabalhando e morando em um hospital, antes de serem licenciados para exercerem a medicina. A partir da publicação das Diretrizes Curriculares para os Cursos de Medicina, (CNE/CES Resolução nº 4, de 7 de novembro de 2001), ficou definido que a formação do médico incluirá, como etapa integrante da graduação, estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço, em regime de internato, em serviços próprios ou conveniados, e sob supervisão direta dos docentes da própria Escola/Faculdade, art. 7º. No 1º é esclarecido que o internato incluirá necessariamente aspectos essenciais nas áreas de Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva, devendo incluir atividades no primeiro, segundo e terceiro níveis de atenção em cada área. Assim, no Curso de Medicina da Faculdade Brasileira foi incluída na grade curricular a figura do INTERNATO, dividida em quatro semestres (9º, 10º, 11º e 12º períodos) correspondendo ao estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço.. 2. Da Caracterização do Internato Médico Art. 1º - Entende-se por Internato Médico o estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço, integrado e sob supervisão docente/preceptor, desenvolvido pelos estudantes do curso de Medicina matriculados nas últimas quatro fases do curso médico, correspondentes aos 9º, 10º, 11º e 12º períodos, com o objetivo de ampliar e consolidar seus conhecimentos, habilidades, atitudes, competências e conduta ética, nos termos da legislação vigente e das diretrizes curriculares nacionais. Art. 2º - O Internato Médico, doravante denominado Internato, se desenvolverá em instituições públicas e privadas conveniadas com a Faculdade Brasileira. Trata-se de treinamento em que o estudante é inserido na dinâmica dos serviços sob supervisão do docente e/ou médico assistente preceptor durante os quatro semestres, utilizando diferentes cenários de ensino-serviço, desde atividades comunitárias até o acompanhamento em terapia intensiva. Parágrafo Único - Durante o Internato Médico são realizadas atividades práticas, teóricas e teóricopráticas complementares, pertinentes aos conteúdos curriculares, podendo haver atividades suplementares e extracurriculares de cunho científico ou humanístico. Art. 3º - Como finalidade o internato inclui as atividades no primeiro, segundo e terceiro níveis de atenção à saúde, nas áreas de Clínica Médica, Pediatria, Toco-ginecologia, Saúde Coletiva e Cirurgia. 1

2 Art. 4º - O estudante de graduação do 9º ao 12º períodos, doravante denominado interno, deve adquirir responsabilidade, conhecimentos e habilidades de maneira crescente, respeitando e inserindo-se no trabalho em equipe. O compromisso com o paciente, com a população e com a sua profissão aumenta progressivamente de acordo com o nível de formação, cumprindo os objetivos descritos no Manual do Interno e nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina do Ministério de Educação. 3. Dos Objetivos Art. 5º - Oferecer treinamento nos diferentes níveis de atendimento; Art. 6º - Aprimorar o uso dos procedimentos em Gerência em Saúde: mercado de trabalho, políticas de saúde, organização e avaliação de serviço, planejamento e implantação de programas de atenção à saúde; Art. 7o - Capacitar para o exercício pleno da medicina, aperfeiçoando a coleta de anamnese e o exame físico, estimulando a correlação entre a fisiopatogênese e a clínica, considerando o contexto epidemiológico para tomadas de decisões relacionadas ao cuidado com a pessoa e a comunidade; Art. 8º - Incentivar o hábito da procura e leitura de bibliografia atualizada voltada para solução de problemas baseado na melhor evidência possível. Para isto, o interno aplicará fundamentos da metodologia científica apreendida nos semestres anteriores, dando continuidade ao processo de ensino/aprendizagem. Art. 9º - Estimular a valorização da decisão clínica, otimizando recursos propedêuticos e terapêuticos embasados na probabilidade pré-teste e na avaliação crítica de ensaios clínicos, respectivamente; Art. 10º - Capacitar para a avaliação da relação custo-benefício nas decisões diagnósticas e terapêuticas; Art. 11º - Propiciar a execução de procedimentos clínicos e cirúrgicos visando à resolução de problemas em nível de ambulatório, enfermaria e emergência; Art. 12º - Proporcionar um adequado ambiente de trabalho tanto para o interno quanto para sua equipe multidisciplinar e Art. 13º - Promover o bem estar físico e mental do interno, através de acompanhamento pelo Núcleo Psicopedagógico. 4. Da Organização 4.1 Da Coordenação do Internato Art. 14º - A Comissão de Internato Médico (CIM) tem como função realizar a Coordenação Geral do Internato Médico em conformidade com este Regulamento e as normas da legislação educacional. Parágrafo único Para sua execução a Comissão de Internato Médico (CIM) conta com a participação dos coordenadores de área do internato e um coordenador geral escolhido dentre estes componentes. 2

3 4.2 Da Comissão do Internato Art. 15º - O internato é regido por uma comissão, vinculada diretamente à Coordenação do Curso de Graduação em Medicina. Compõem a Comissão de Internato Médico: I - Coordenador do Curso de Graduação em Medicina; II - Coordenador ou representante de Área de Clínica Médica; III - Coordenador ou representante de Área de Pediatria; IV - Coordenador ou representante de Área de Cirurgia; V - Coordenador ou representante de Área de Tocoginecologia; VI - Coordenador ou representante de Área de Saúde Coletiva; VII - Coordenador de Integração Ensino-Serviço do Curso; VIII - Representante discente de cada período (9º, 10º, 11º e 12º), eleitos por seus pares; IX - Representante do Núcleo Psicopedagógico. 1º Os membros da Comissão de Internato, nos seus impedimentos, são substituídos por representantes designados pelo titular ou coordenador do curso. 2º O interno reprovado em disciplina do internato não pode ser membro da Comissão de Internato. 3º A partir da 2ª falta do representante discente, este deve ser substituído. 4º O Coordenador geral do internato é um dos coordenadores de núcleo eleito pela Comissão do mesmo assim como seu suplente. 4.3 Das Atribuições da Comissão do Internato Art. 16º - São atribuições da Comissão do Internato: I - Organizar os cenários/serviços de acordo com os objetivos; II - Organizar os estágios que compõem o internato; III - Sugerir normas de avaliação do internato e da qualidade de ensino nos serviços por meio da avaliação do interno, cenários, docente/preceptor, equipe; IV - Eleger o Coordenador Geral do internato e seu suplente; V - Elaborar o regulamento da Comissão e o Manual do Interno, a serem aprovados pelo Colegiado de Curso, e resolver todos os casos omissos por acaso ocorridos no Regimento do Internato. VI - Acompanhar o interno integralmente, por meio de avaliações, incluindo o PORTFÓLIO, com dados de identificação, avaliação e observações realizadas durante o estágio e ao término do mesmo. Art. 17º - A Comissão de Internato é presidida pelo Coordenador Geral do Internato, coordenando as reuniões, cabendo-lhe voto comum e de qualidade. Art. 18º - A Comissão de Internato reune-se ordinariamente uma vez ao mês em data préestabelecida, e extraordinariamente quando requerida pelo coordenador geral ou por 50% (cinquenta por cento) mais um de seus membros, sendo, pelo menos, quatro docentes. 1º As reuniões devem ser convocadas, por escrito, com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas, constando da convocação a pauta da reunião. 2º - A primeira chamada para reunião ocorre no horário convocado, com quorum mínimo de 50% (cinquenta por cento) mais um dos membros da Comissão de Internato, e a segunda chamada, 15 (quinze) minutos após, com qualquer número de presentes. Art. 19º A Comissão de Internato delibera com a maioria simples (50% mais um) dos membros presentes. Art. 20º - As reuniões da Comissão de Internato são secretariadas pela secretária da Comissão do Internato do Curso de Graduação em Medicina ou por outro membro da comissão. Parágrafo Único De cada reunião lavra-se a ata, a ser discutida e votada na reunião subsequente. 3

4 4.4 Dos Coordenadores de Área Art. 21 O Coordenador de Área do Internato é um médico professor do Curso de Medicina da Faculdade Brasileira, escolhido pela. Parágrafo Único - Nos impedimentos do Coordenador de Área do Internato, a Comissão de Internato indica seu substituto. Art. 22 São atribuições do Coordenador de Área do internato: a) Manter inter-relação com outros coordenadores e a comissão b) Zelar e fazer cumprir as normas estabelecidas no regulamento do Internato; c) Coordenar as atividades do internato na respectiva área; d) Supervisionar as atividades dos internos na respectiva área; e) Coordenar o planejamento das atividades didáticas a serem desenvolvidas, apresentando para homologação da Comissão de Internato. f) Informar à Comissão do Internato, por escrito, as dificuldades surgidas na execução de sua função. g) Apresentar os resultados à Comissão do Internato de cada avaliação discente. h) Encaminhar à Comissão do Internato o portfólio e as avaliações ao término de cada estágio. i) Resolver as questões relacionadas à sua competência, encaminhando dificuldades ou sugestões de melhoria. j) Promover a real integração ensino-serviço, através da interação com os gestores dos cenários e em nível central, tendo em vista a necessidade de aprimoramento contínuo Dos Preceptores Art. 23 São considerados preceptores os médicos especialistas, com registro no CRM-ES, atuantes nas respectivas áreas do internato. Art. 24 Existem duas modalidades de Preceptores: I Preceptores Internos, médicos vinculados à Faculdade Brasileira como parte do técnicoadministrativo e, II Preceptores Externos, médicos vinculados à Instituição conveniada. 5. Das Normas do Internato Médico Art O Internato tem duração de 4 (quatro) semestres, compreendendo uma carga horária mínima de horas aula distribuídas ao longo de dois anos conforme calendário geral aprovado pela Comissão do Internato, colegiado de curso, constante no Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Art. 26 O Internato é desenvolvido em tempo integral, respeitando a especificidade de cada estágio e os limites da carga horária, de acordo com o planejamento das áreas do internato. Art. 27 O Internato se desenvolve nas diversas áreas, em sistema de rodízio, bem como em regime de plantões e visitas domiciliares. Do 9º ao 11º período os estágios têm duração de 06 semanas cada, respeitando a especificidade da carga horária. No 12º período, os estágios transcorrem em 05 semanas também respeitando a especificidade da carga horária. Art. 28 O interno pode cursar no máximo 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária total estabelecida para o internato fora do Distrito Geoeducacional da Faculdade. Esse estágio ocorre em Hospital Universitário ou de Ensino reconhecidos pelo MEC, assim como, em Instituição de Ensino Superior ou outra que mantenha programas de Residência Médica credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica, na área do estágio autorizado. É obrigatório que o interno seja acompanhado por preceptor do internato médico ou da residência médica. Deve ser feita solicitação antecipada à Comissão de Internato para análise e encaminhamento ao colegiado do curso para deliberação sobre autorização. 4

5 1º Para autorizar a saída do interno, a Comissão de Internato considera as avaliações de desempenho do interno nos estágios anteriores, bem como a possibilidade de convênio com a instituição externa. 2º O interno que pretende solicitar o estágio externo encaminha à Comissão de Internato um requerimento, via Secretaria Acadêmica, anexando carta de aceitação da instituição para análise e aprovação, seguindo o fluxo do parágrafo 8º. 3º O interno encaminha a solicitação de estágio externo à Comissão do Internato com antecedência mínima de 03 meses, considerando o início do estágio externo, caso o estágio solicitado seja no mesmo semestre do estágio da grade curricular. Se a solicitação se referir a semestre diferente do da grade curricular, a antecedência deve ser de 03 meses da renovação da matrícula. 4º O estágio externo segue o Plano de Ensino do estágio correspondente do Internato da Faculdade Brasileira. 5º O Estágio Externo segue as características do estágio correspondente do Internato da Faculdade Brasileira, isto é, o interno deve praticar, não podendo cumprir estágio de Observação. 6º O desenvolvimento do interno no estágio externo é acompanhado pelo professor responsável pelo estágio correspondente do internato da Faculdade Brasileira que é responsável, ainda, pelo seu processo avaliativo, podendo a seu critério permitir que a avaliação prática continua e a prova teórica sejam conduzidas pela instituição conveniada. No entanto, a Faculdade Brasileira se reserva o direito de conduzir a avaliação do portfólio e do fórum. 7º No 12º período ocorre o Estágio Seletivo, com carga horária de 245 horas, no qual o interno escolhe entre 4 modalidades: a) Estágio em Clinica: UTI, oferecido pelo Internato da Faculdade Brasileira; b) Estágio Externo em Hospital de Ensino credenciado pelo MEC, com avaliação do serviço; c) Estágio Externo em serviço não credenciado pelo MEC, com avaliação do serviço; e d) Estágio no próprio internato da Faculdade Brasileira, ampliando a carga horária de qualquer estágio de seu interesse, desde que haja vaga, considerando grupo de até 10 internos. Em qualquer das situações acima, a Faculdade Brasileira se reserva o direito de conduzir a avaliação do portfólio. Caso o interno queira cumprir o estágio seletivo em semestre diferente do previsto na grade curricular, deve encaminhar a solicitação com antecedência de 03 meses da renovação da matrícula do referido semestre. 8º - O Fluxo a ser seguido obedece ao esquema abaixo: 5

6 5.1. Das Atividades do Internato Art. 29 A carga horária e as atividades no Internato devem ser cumpridas, integral e, obrigatoriamente, por todos os internos, em acordo com as normas aprovadas pela Comissão do Internato. 1º São atividades do internato:. Prática diária em serviço estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço, em cenários próprios ou conveniados, e sob supervisão docente. Inclui, necessariamente, aspectos essenciais nas áreas de Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva, mediante atividades no primeiro, segundo e terceiro níveis de atenção. São 14 estágios de 6 semanas e 1 estágio de 12 semanas (Saúde Coletiva).. Canal Teórico aulas teóricas cujos conteúdos embasam a prática nos serviços.. Fórum apresentação de um caso clínico, ao final do semestre, extraído dos cenários de prática de um dos módulos, cujo objetivo é integrar conhecimentos adquiridos ao longo dos estágios, mediante a troca de conhecimentos com docentes e colegas. 2º - Os horários das atividades de rotina e dos plantões são estabelecidos nos Planos de Trabalho de cada estágio. 3º - No caso de estágio com plantão, este é noturno, de segunda a sexta-feira, diurno e noturno, nos sábados, domingos e feriados Das Condições para Matrícula no Internato Art. 30 Para o ingresso no Internato Médico, os estudantes devem ter concluído com aprovação todos os módulos/disciplinas nucleares e pelo menos oito módulos/disciplinas complementares, até o 8º período do curso. 5.3 Do Regime Disciplinar Art. 31 Os internos estão administrativa e disciplinarmente subordinados ao Regulamento do Internato, às determinações da Comissão de Internato e ao Regimento Geral da Faculdade Brasileira, sem prejuízo da obediência aos regulamentos (regimentos internos) dos serviços em que exercem atividade, bem como ao Código de Ética do aluno de Medicina da Faculdade. Art É vedado ao interno: a) assinar como responsável qualquer documento médico para fins legais ou outros; b) prestar informação verbal ou escrita a respeito de suas atividades a pessoas não envolvidas na sua área de atuação, respeitando os direitos dos pacientes; c) receber remuneração de qualquer natureza pelas atividades exercidas. 5.4 Das Disposições Gerais Art. 33 As questões relativas ao Internato não constantes nesse regimento são encaminhadas pelo interessado: a) ao coordenador de cada área para apreciação quando de natureza didática, técnica ou ética; 6

7 b) à Comissão de Internato, quando de natureza administrativa ou nos casos em que o coordenador de área não se sinta apto a tomar uma decisão. 6. Do Sistema de Avaliação da Aprendizagem nos Estágios do Internato Médico 6.1 Introdução Art O curso de Medicina é um curso que possui situações rotineiras diferentes dos demais cursos da Faculdade Brasileira, assim, faz-se necessária a adequação de seu sistema de avaliação às especificidades e necessidades do curso. No caso particular dos Estágios do Internato Médico, o processo de avaliação ensino/aprendizagem do Interno é desenvolvido ao longo do estágio. 6.2 Do Objetivo Art Acompanhar o processo de aprendizagem do interno, de forma contínua, a fim de mensurar a aprendizagem ocorrida e, sobretudo, permitir sua recuperação ainda no decorrer do estágio Do Sistema de Avaliação da Aprendizagem do Interno Art. 36 As atividades de ensino/aprendizagem no internato são avaliadas por: a) Avaliação prática contínua avaliação de competências clínicas realizada diariamente durante o estágio, que correspondem a conhecimento teórico-prático, desenvolvimento de raciocínio, habilidades e atitudes. Os critérios de pontuação estão definidos nos Anexos 1 e 2. A nota da avaliação prática contínua só será computada no sistema para o aluno que realizou o Mini-C.EX. b) Mini-C.EX modalidade de avaliação prática, em situação real, feita por avaliador capacitado, para mensuração de habilidades de entrevista médica, exame físico, raciocínio clínico e orientação ao paciente, bem como suas qualidades humanísticas, sua organização, eficiência e competência clínica geral (Anexo 3). É uma avaliação somente formativa, cuja realização está prevista para a terceira ou quarta semana do estágio, sem agendamento, com duração programada de até 25 minutos por aluno, com a presença de dois avaliadores: um interno ao estágio (professor ou preceptor) e outro externo ao estágio (professor). Prevê feedback imediato, e ao final deste, se necessário, um plano de recuperação pontual deverá ser pactuado entre professores e alunos. c) Avaliação teórica - escrita ou oral dos conteúdos específicos constantes no Plano de Trabalho, com ênfase nas condições mais prevalentes de cada área. d) Portfólio registro de trabalho dos internos, incluindo discussão de um caso clínico, com reflexão sobre o Plano de Cuidados; auto-reflexão do interno, propiciando sua auto-avaliação e outros que demonstram e avaliam o desenvolvimento do interno. Nos módulos Saude Coletiva 1 e 2, o portfólio é acrescido de atividade de pesquisa e ação educativa (Anexo 4). e) Teste de Progresso - método de avaliação da aquisição de conhecimento pelo estudante ao longo do curso médico autoavaliação - que permite, também, avaliar a estrutura curricular do 7

8 curso. Realizado uma vez ao ano é composto por 100 questões de múltipla escolha, aplicadas igualmente a todos os períodos do curso. 6.4 Da Pontuação Atribuída às Avaliações Art A nota do estágio é a média aritmética das 3 avaliações, segundo o quadro abaixo: AVALIAÇÃO NOTA MÍNIMA PARA APROVAÇÃO EM CADA AVALIAÇÃO Prática contínua 7,0 Teórica 7,0 Portfólio 7,0 6.5 Dos Critérios de aprovação do Interno Art É considerado aprovado sem prova final, o interno que obtém frequência mínima de 75% E média aritmética igual ou superior a 7 (sete) E tenha atingido a nota mínima para aprovação na avaliação prática contínua, teórica e no portfólio, segundo quadro-referência acima. 1º - O interno que obtiver nota inferior a 7 (sete) na avaliação teórica e maior ou igual a 7 no portfólio e maior ou igual a 7 na prática contínua irá para a Prova Final (PF). Após a realização da PF, é aprovado o interno que obtiver nota final igual ou superior a 6,0 (seis), extraída a média aritmética entre a nota da avaliação teórica do estágio e a nota da Prova Final. 2º - As demais notas não são passíveis de recuperação, devendo o interno repetir o estágio. Observações: As notas são divulgadas até 3 dias úteis após as provas e os alunos têm até 3 dias úteis, após a divulgação da nota, para pedir revisão. Em caso de discordância, banca de revisão deverá ser solicitada por protocolo em até 03 dias úteis. Somente após este período as notas devem ser alteradas no sistema. As provas devem ser feitas ainda no decorrer do estágio, não podendo ser realizadas no estágio seguinte. Caso o interno seja reprovado em um estágio, deve repeti-lo, ou seja, não há compensação de nota com outro estágio. O interno que falta à prova teórica de avaliação do módulo, por motivos previstos no Manual do Aluno, deve solicitar oficialmente Prova Substitutiva no prazo de 48 horas. A prova substitutiva ocorre no decorrer do próprio módulo, antes da data da prova final. Exemplo: Modalidade de Avaliação Nota Situação Avaliação teórica 5,6 Irá para prova final. Avaliação Prática Contínua 7 Justificativa Portfólio Precisava de nota 7 igual ou superior a 8

9 Média do Estágio 6,5 7, sem PF. a) Exemplo com nota na Prova Final = 5,0: Como é o cálculo? Média aritmética: (5,6 + 5,0 )/2= 5,3 => Situação: reprovado após a Prova Final. Esta média deve ser (maior ou igual) a 6,0. b) Exemplo com nota na Prova Final = 6,5; Como é o cálculo? Média aritmética: (5,6 + 6,5 )/2= 6,0 => Situação: aprovado após a Prova Final com média do estágio igual a 6, Das Normas sobre Repetição do Estágio Art Há duas situações definidas para a repetição do estágio: a) internos com frequência igual ou superior a 75% - o estágio pode ser repetido com carga horária correspondendo à metade daquela original. Quando o interno precisar repetir apenas 1 (hum) módulo, pode fazê-lo após o término do 12º período, ainda no mesmo período letivo da UNIVIX, na dependência da existência de vaga, podendo, assim, integralizar o curso em 12 períodos. Caso não tenha vaga ou se o interno estiver na dependência de mais de 1 módulo, deve fazê-los a partir do período seguinte da UNIVX, não integralizando o curso em 12 períodos. b) internos com frequência menor que 75% - o estágio é repetido integralmente impossibilitando a integralização do curso em 12 períodos. c) Compete aos coordenadores de área, em conjunto com seus docentes, a organização de um plano de repetição de estágio por aluno. 7. Do Sistema de Verificação da Frequência no Internato Médico Art A frequência mínima de 75% em cada uma das atividades didáticas oficiais e programadas é obrigatória para a aprovação do interno, isto é, a frequência a uma atividade não compensa a falta em outra atividade (Canal Teórico, Prática Contínua). 1º - É vedado o abono de faltas, a não ser nos casos previstos no manual do aluno de medicina. Não existe a figura de abono de faltas, de acordo com a legislação federal de ensino, exceto nos casos relativos a serviço militar (Decreto lei nº 715, de e Lei nº de ) e a participação em congressos científicos ou competições artísticas ou desportivas de âmbito nacional ou internacional (Decreto nº , de , Portaria MEC nº 646, de e Decreto nº , de ). A falta não justificada às atividades tem como consequência a pontuação nula (nota zero) na Avaliação Prática Contínua, na referida semana. 2º - As justificativas de faltas em caso de problema de saúde ou participação em um evento científico somente são aceitas mediante requisição por escrito, tendo em anexo o respectivo atestado médico ou certificado de participação no evento entregues à coordenação do estágio. Todas as justificativas são analisadas pela Comissão de Internato. No entanto, por tratar-se de treinamento em serviço, as faltas relacionadas a problemas de saúde devem ser repostas de acordo com a orientação do coordenador do estágio. As faltas por motivos pessoais devem ser justificadas dentro do período máximo de 2(dois) dias úteis, exceto em caso de doença, quando são permitidos 2 (dois) dias úteis para a justificação após o retorno do interno às atividades de rotina. 9

10 3º - A participação em eventos científicos só é aceita se houver comunicação prévia à Comissão de Internato, sendo isenta de reposição. Casos omissos serão discutidos pela Comissão de Internato. 4º - As verificações de frequência, para efeito de cumprimento das disposições legais, são realizadas por meio das pautas acadêmicas e impressos específicos do Internato. No caso da Atividade Autogerenciada (AAG), uma atividade pedagógica de natureza especial, a verificação de frequência se dá de forma indireta. Como a atividade gerenciada é pautada pelos objetivos de aprendizagem, a participação do interno neste tipo de atividade é medida por intermédio das sessões científicas diárias, nos cenários de prática e no Canal Teórico. A AAG corresponde de 4 (quatro) a 8 (oito) horas-aula por semana. 5º - O aluno reprovado por frequência deve cursar novamente o módulo em sua totalidade. 8. Do Fórum Art O FÓRUM constitui uma atividade transversal do Curso de Medicina, que tem continuidade nos quatro períodos do internato. 8.1 Do Objetivo Avaliar o aprendizado obtido pelos internos, a partir dos casos estudados nos estágios, levando em conta os aspectos clínicos e científicos Da Metodologia Em cada semestre é definido no calendário do internato uma data para apresentação do fórum pelos internos. A apresentação é feita diante da banca de professores envolvidos com o Internato, podendo haver professores convidados. É prevista a participação de no mínimo 2 e no máximo 3 professores por banca. Origem do caso clínico - uma dupla de internos seleciona um caso para apresentação no fórum, advindo do módulo anterior ao da data estipulada no calendário do internato. Orientação do estudo do caso - é dada por docente ou preceptor do módulo de origem do caso selecionado. 8.3 Da Avaliação do Fórum A avaliação do Fórum consta de três etapas (Anexo 5): Apresentação do caso escolhido - deve ser feita em power-point, com até 15 slides, no máximo, em até 12 minutos. Arguição pela banca são discutidas a motivação do aluno para a escolha do caso, as lições aprendidas e as estratégias da busca bibliográfica, bem como pontos que não ficaram claros durante a apresentação. Duração de, no máximo, 10 minutos. Fechamento da nota - em até 8 minutos. Total: 30 minutos para cada aluno. 8.4 Das Orientações para o Preparo da Apresentação 10

11 1. Conteúdo o modelo da apresentação deve se assemelhar àquele da apresentação de caso clínico exigido em congressos ou simpósios médicos. Deve constar de: Introdução contextualização da importância do caso na medicina atual; Relato do caso apresentação do caso, com anamnese, exame físico, metodologia para confirmação diagnóstica, tratamento e aspectos da evolução; Discussão levantamento dos aspectos de interesse e referências do caso frente ao que é estabelecido em literatura médica, além das dificuldades encontradas e lições aprendidas com o caso em questão. Conclusão fechamento das perguntas que o caso suscitou. 2. Duração deve ser rigorosamente respeitado o tempo de 12 minutos, mesmo que para isso o conteúdo secundário tenha que ser suprimido. É importante o treinamento visando à construção de sínteses e ao estabelecimento de relevâncias. 3. Construção dos slides no máximo 15 slides, com formatação clara e precisa, evitando desvios do tema central, mantendo sequência e conteúdo de acordo com os tópicos do item O que não deve constar da apresentação críticas ao serviço, aos professores ou preceptores e itens de auto-avaliação, pois esses atributos já são contemplados no Portfólio. É levantada em conta, prioritariamente, a qualidade científica do que é apresentado. 8.5 Do Critério de Pontuação A nota do Fórum tem valor de 0 a 10,0 (anexo 5) e esta nota corresponde à nota do portfólio do módulo da apresentação do caso clínico, exceto nos módulos Saúde Coletiva 1 e 2, onde esta nota tem peso 5. Aqueles que não obtêm 7 ou mais na nota do fórum refazem a apresentação do mesmo caso, em até 10 dias úteis, levando em conta as correções dos problemas apontados pela banca. Os critérios e instrumentos usados para a nova apresentação de caso são os mesmos da primeira apresentação (anexo 5). 9. Do Teste de Progresso Art O Teste de Progresso objetiva o acompanhamento pelo estudante e pelo corpo docente da aquisição do conhecimento ao longo do curso, permitindo a ambos a correção das deficiências. É realizado ao final de cada semestre, e é composto por 100 questões de múltipla escolha relativas a todos os módulos do curso, sendo única para todos os períodos. Seu caráter deve ser de participação voluntária, cercado, porém, de incentivos aos estudantes para atingir tal finalidade. A devolutiva ao estudante ocorre após 72 horas, com divulgação das respostas comentadas no aluno online. Cada estudante tem direito de acesso aos seus resultados, o que é feito de forma sigilosa, mediante acesso individual a suas respostas e a sua média de desempenho. A pontuação é obtida pelo cálculo direto das questões com respostas certas e ao estudante que participar é oferecido Certificado de Participação. O Teste de Progresso não vale nota para os estágios do Internato. 11

12 ANEXO 1 ANO: INTERNATO AVALIAÇÃO PRÁTICA SEMANAL NOME DO INTERNO: PROFESSOR RESPONSÁVEL: CURSO DE MEDICINA UNIVIX CONDENSADO FICHA 1 DATAS DA AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO / / / / / / / / / / / / 1ª semana 2ª semana 3ª semana 4ª semana 5ª semana 6ª semana 1. Formulação da história clínica e exame físico 2. Formulação de diagnóstico sindrômico e diferencial 3. Formulação do raciocínio clínico coerência 4. Formulação das soluções práticas para o indivíduo e sua família 5. Estabelecimento de relação com indivíduo e sua família Valores dos conceitos: O=2,0 B=1,5 R=1,0 D=0,5 I=0,0 12

13 AVALIAÇÃO FORMATIVA SEMANAL CONDENSADO FICHA 2 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO 1. Pontualidade e compromisso 2. Cumprimento das etapas propostas para realização das atividades 3. Relação com colegas, professores e funcionários 4. Conhecimento dos objetivos propostos e levantamento de questões pertinentes 5. Avaliação de comportamento de biossegurança Valores dos conceitos: O=2,0 B=1,5 R=1,0 D=0,5 I=0,0 DATAS DA AVALIAÇÃO / / / / / / / / / / / / 1ª semana 2ª semana 3ª semana 4ª semana 5ª semana 6ª semana Observações : 13

14 ANEXO 2 AVALIAÇÃO PRÁTICA CONTÍNUA FICHA 1 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PRÁTICA SEMANAL - INTERNATO UNIVIX CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO O (2,0) B (1,5) R (1,0) D (0,5) I (0,0) 1. Formulação da história clínica e exame físico 2. Formulação de diagnóstico sindrômico e diagnóstico diferencial 3. Formulação do raciocínio clínico coerência 4. Formulação das soluções práticas para o indivíduo e sua família 5. Estabelecimento de relação com indivíduo e sua família Abordagem epidemiológica completa; história coerente da evolução do principal sintoma (ex: febre); exame físico completo Resume adequadamente o caso clínico em síndromes clínicas, e estabelece diagnóstico diferencial coerente Explica como chegou às conclusões acima; sabe atribuir explicações às alterações clínicas relacionadas ou não ao diagnóstico central Propõe coerentemente condutas para resolução dos problemas (ex. laboratoriais inespecíficos, exame diagnóstico, tratamento sob internação ou ambulatorial, consulta com outros elementos da equipe etc.) Mantém ótima relação com o indivíduo/família na comunicação dos seus problemas, no contato com o seu corpo durante o exame, na tentativa de compreensão das suas queixas. Tenta superar as limitações do serviço e tenta resolver conflitos Os três itens anteriores estão presentes, mas na apresentação não servem como exemplo Estabelece as síndromes clínicas envolvidas com o caso e tem dificuldade de estabelecer diagnóstico diferencial Explica como chegou às conclusões acima; nem sempre consegue atribuir explicações às alterações clínicas relacionadas ou não ao diagnóstico central Propõe condutas no sentido de resolução dos seus problemas, mas deixa de considerar alguns aspectos básicos (ex. internação, hidratação, realização de raio x ou de hemograma) Mantém ótima relação com o indivíduo/família na comunicação dos seus problemas, no contato com o seu corpo durante o exame, tem disposição limitada para ouvi-lo. É indiferente aos conflitos Faltou 1 dos três itens anteriores (exemplo : examinou apenas o sistema envolvido com as queixas do paciente) Estabelece as síndromes clínicas envolvidas, mas não estabelece o diagnóstico diferencial Explica com dificuldades como chegou às conclusões diagnósticas; não consegue relacionar os diferentes sintomas e sinais como alterações de um mesmo quadro Propõe condutas básicas importantes, mas não vislumbra um aspecto que é fundamental para a resolução dos seus problemas (ex: prescreve hidratação e antitérmico, mas não se lembra do antibiótico ou da drenagem) Mantém boa relação com o indivíduo/família na comunicação dos seus problemas, mas é indiferente aos seus pudores e credos, não tem disposição para ouvi-lo. É indiferente aos conflitos Houve falha em 2 itens Estabelece alguns diagnósticos isoladamente, sem conseguir estabelecer síndromes ou diagnóstico diferencial Consegue apenas discutir os sinais e sintomas isoladamente, sem fazer conexão entre eles. (ex: como se o indivíduo tivesse várias doenças) Não consegue sugerir condutas para resolução dos problemas, detendo-se em aspectos periféricos. (ex: prescrição de sintomáticos ou encaminhamento para especialista, ou apenas coleta de algum exame laboratorial) Mantém relação de superioridade com relação ao indivíduo/família, não atenta para os seus anseios, pudores e credos. Não é ativo em resolver problemas, cria conflitos e aponta culpados Houve falha nos 3 itens Não consegue perceber o foco do problema clínico do paciente e sua família Não formula raciocínios fisiopatogênicos Não consegue formular uma conduta Não consegue comunicar-se com o indivíduo/família e deixao com mais dúvidas e ansiedade. O paciente passa a evitar o seu contato e busca sempre outras informações que não as suas 14

15 ANEXO 2 AVALIAÇÃO PRÁTICA CONTÍNUA FICHA 2 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO FORMATIVA SEMANAL - INTERNATO UNIVIX CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO O (2,0) B (1,5) R (1,0) D (0,5) I (0,0) 1. Pontualidade e compromisso 2. Cumprimento das etapas propostas para realização das atividades 3. Relação com colegas, professores e funcionários 4. Conhecimento dos objetivos propostos e levantamento de questões pertinentes 5. Avaliação de comportamento de biossegurança O estudante, além de não faltar, chega na hora e demonstra preocupação com o cumprimento das suas atividades O estudante segue o roteiro proposto, utiliza os recursos oferecidos, cuidando da manutenção dos mesmos, além de executar as tarefas solicitadas de acordo com as orientações técnicas oferecidas. Mostra destreza. O estudante tem postura ética adequada com relação aos colegas, professores e funcionários, respeitando hierarquia devida e exercitando as relações de disciplinaridade O estudante mostra conhecimento dos objetivos propostos para a discussão do tema em questão, faz questionamentos embasados em estudo prévio ou suscita dúvidas O estudante apresenta todos os itens referentes à biossegurança O estudante que não falta, mas chega atrasado, porém dentro do limite de tolerância estabelecido, e demonstra preocupação com o cumprimento das suas atividades O estudante segue o roteiro proposto, utiliza os recursos oferecidos, cuidando da manutenção dos mesmos, executa as tarefas solicitadas de acordo com as orientações técnicas oferecidas. Não mostra dificuldade em reproduzi-las, mas não tem a destreza esperada O estudante tem postura ética adequada com relação aos colegas, professores e funcionários, respeitando hierarquia devida e exercitando parcialmente as relações de disciplinaridade O estudante mostra conhecimento dos objetivos propostos para a discussão do tema em questão, faz questionamentos parcialmente embasados em estudo prévio ou suscita dúvidas O estudante apresenta 5 itens referentes à biossegurança O estudante não falta, mas chega atrasado, fora do limite de tolerância estabelecido, mas demonstra preocupação em justificar o porquê O estudante segue o roteiro proposto, utiliza os recursos oferecidos, cuidando da manutenção dos mesmos, porém tem dificuldade em executar as tarefas solicitadas de acordo com as orientações técnicas oferecidas O estudante tem postura ética nem sempre adequada com relação aos colegas, professores e funcionários, respeitando parcialmente a hierarquia devida e com dificuldade de exercitar as relações de disciplinaridade O estudante mostra conhecimento dos objetivos propostos para a discussão do tema em questão, faz questionamentos parcialmente embasados em estudo prévio, porém não suscita dúvidas O estudante apresenta 4 itens referentes à biossegurança. O estudante não falta, mas chega atrasado, fora do limite de tolerância estabelecido e não demonstra preocupação em justificar o porquê O estudante segue o roteiro proposto, utiliza parcialmente os recursos oferecidos, cuidando da manutenção dos mesmos, executa as tarefas solicitadas com dificuldade. O estudante tem postura ética nem sempre adequada com relação aos colegas, professores e funcionários, não respeitando hierarquia devida e com dificuldade de exercitar as relações de disciplinaridade O estudante mostra conhecimento parcial dos objetivos propostos para a discussão do tema em questão, faz questionamentos sem embasamento em estudo prévio ou não suscita dúvidas O estudante apresenta 2/3 itens referentes à biossegurança. O estudante que falta terá pontuação nula em todos os itens O estudante não segue o roteiro proposto, utiliza mal os recursos oferecidos, não cuida da manutenção dos mesmos, e não tem interesse em executar as tarefas solicitadas de acordo com as orientações técnicas oferecidas O estudante mostra-se indiferente com relação à postura ética diante dos colegas, professores e funcionários, não respeita a hierarquia devida e não exercita as relações de disciplinaridade O estudante não mostra conhecimento dos objetivos propostos para a discussão do tema em questão, não faz questionamentos e não suscita dúvidas O estudante apresenta 1 item referente à biossegurança. 15

16 ANEXO 2 Orientações para o preenchimento das fichas: Assinalar a data A anotação da nota deve ser semanal. Cada critério avaliado poderá ser conceituado como otimizado (O),bom (B), regular (R), deficiente (D) e insatisfatório (I), podendo ser anotada a letra correspondente para depois ser anotada a pontuação. A melhor avaliação semanal total será O (2,0) nos cinco critérios analisados, sendo: Otimizado = 2,0; Bom = 1,5; Regular = 1,0; Deficiente =0,5; Insatisfatório = 0,0. No dia em que o estudante estiver AUSENTE, passar um traço sobre a coluna; terá conceito NULO. A falta deverá ser reposta. Fazer a anotação da pontuação semanal. Observações devem ser anotadas imediatamente após a atividade. As situações fora do padrão esperado devem ser escritas no espaço final da folha. Notas R, D e I devem ser comunicadas ao aluno após seu estabelecimento no sentido da sua imediata correção; as devolutivas devem ser dadas todas às sextas-feiras, no máximo. 16

17 ANEXO 3 17

18 ANEXO 4 Avaliação do portfólio 4.1 Todos os módulos, exceto módulos Saúde Coletiva 1 e 2 Ítens de avaliação Estágio sem fórum Estágio com fórum Critério Nota Critério Nota Organização, apresentação (0-1) Completude (0-1) Apresentação do caso clínico (0-6) Auto-crítica do aprendizado (0-2) Nota (0-10) Fórum (0-10) Docente Avaliação do portfólio nos módulos Saúde Coletiva 1 e 2 Ítens de avaliação Estágio sem fórum Estágio com fórum Critério Nota Critério Nota Organização, apresentação (0-0,05) Completude (0-0,05) Apresentação do caso clínico (0-3,5) Auto-crítica do aprendizado (0-0,5) Atividade de pesquisa (0-3) (0-3) Ação educativa (0-2) (0-2) Fórum (0-5) Nota (0-10) (0-10) Docente 18

19 Comentários para orientação ao interno: 19

20 Notas das avaliações AVALIAÇÕES DATAS DA AVALIAÇÃO / NOTAS / / / / / / / / / / / / / TEÓRICA PRÁTICA CONTÍNUA MINI-C.EX PORTFÓLIO TESTE DE PROGRESSO FÓRUM Observações: 20

21 ANEXO 5 RELATÓRIO DE CASO CLÍNICO MÓDULO: Unidade de saúde: (cenário de prática) DATA DO ATENDIMENTO / / DOCENTE COM QUEM DISCUTIU INICIAIS DO PACIENTE nº prontuário ou boletim QUEIXA PRINCIPAL E DURAÇÃO Transcrever o atendimento escolhido para ser objeto do portfólio: 1 - anamnese completa, com exame físico, hipótese diagnóstica (HD) e conduta. 2 - ressaltar os aspectos relevantes. 3 - JUSTIFICATIVA - discutir como foram realizadas todas as HD com argumentos baseados na literatura. (Cerca de 40 linhas) 4 - FONTE BIBLIOGRÁFICA(S) CONSULTADA(S) (Cerca de 10 linhas) 5 - FAÇA UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA SOBRE SUA ANAMNESE, EXAME FÍSICO, HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS E CONDUTA PROPOSTA, BASEADA EM LEITURA DE LIVRO-TEXTO E ARTIGOS, SALIENTANDO O QUE PODERIA TER SIDO MELHOR ABORDADO OU SUPRIMIDO E POR QUÊ. (Cerca de 50 linhas) 6 - AUTO-CRÍTICA DE APRENDIZADO 6.1 Referente ao universo de casos atendidos (planilhas de registro de casos) (Cerca de 10 linhas) 6.2 Referente às dificuldades enfrentadas e os avanços alcançados (Cerca de 10 linhas) 6.3 Identificação de carências e propostas de resolução (incluindo procedimentos propedêuticos clínicos) (Cerca de 20 linhas) 21

22 ANEXO 5 AVALIAÇÃO DO FÓRUM Instrumento contendo as Competências Necessárias e Critérios de Pontuação APRESENTAÇÃO (nota máxima = 6,5) ITENS AVALIADOS Pontuação máxima CONFECÇÃO DOS SLIDES (até 1,0) Fácil leitura / compreensível 0,3 Letra/espaçamento/volume do texto 0,3 Gramática 0,4 Comentários: Notas POSTURA e EXPOSIÇÃO (até 1,5) Entusiasmo 0,3 Esquema corporal e indumentária 0,3 Voz dicção - pausas 0,3 Adequação da linguagem 0,3 Leitura dos slides/uso da ponteira 0,3 Comentários: CONTEÚDO (até 3,0) Pertinência e completude 1,0 Coerência dos dados 1,0 Discussão e Conclusão 1,0 Comentários: REFERÊNCIAS (até 1,0) Qualidade da fonte 0,5 Fluência com as fontes 0,5 Comentários: ARGUIÇÃO (nota máxima=3,5 pontos) ITENS AVALIADOS Pontuação Máxima Trato com a banca 0,5 Resposta às dúvidas 1,0 Intimidade com o assunto 1,0 Explicou a busca bibliográfica 1,0 Notas Comentários: TOTAL DO FÓRUM 10 22

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