PROGRAMA CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA E PLANEAMENTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA E PLANEAMENTO"

Transcrição

1 PROGRAMA CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS Legislação Regulamentar referente a Planos de Monitorização e Medição, de acordo com o DL 11/2003, de 23 de Novembro. INTRODUÇÃO E CONTEXTO LEGAL O Decreto-Lei n.º 11/2003, de 18 de Janeiro, regula a autorização municipal inerente à instalação e funcionamento das infra-estruturas de suporte das estações de radiocomunicações e respectivos acessórios, definidas no Decreto-Lei n.º 151-A/2000, de 20 de Julho, e adopta mecanismos para fixação dos níveis de referência relativos à exposição da população a campos electromagnéticos (0 Hz-300 GHz), sendo esses níveis fixados por portaria conjunta, nos termos do artigo 11.º daquele diploma. A Portaria 1421/2004 de 23 de Novembro fixa os de níveis de referência relativos à exposição da população a campos electromagnéticos (CEM), (0Hz-300Ghz), transpondo para o direito nacional a Recomendação do Conselho nº1999/519/ce, que estabelece o quadro de restrições básicas e níveis de referência tendo como pressuposto a necessidade de protecção da saúde pública, com base nos melhores dados e orientações científicas actualmente disponíveis. A adopção das restrições básicas e a fixação de níveis de referência têm como pressuposto a necessidade de protecção da saúde pública contra os comprovados efeitos adversos da exposição a campos electromagnéticos, para o que se baseou nos melhores dados e orientações científicas actualmente disponíveis neste domínio. Por esta razão, será tida futuramente em conta a evolução da tecnologia e dos conhecimentos científicos que aconselhem a revisão dos níveis que agora se fixam.

2 O TRABALHO DESENVOLVIDO A intervenção do Departamento de Saúde Pública e Planeamento, numa primeira fase, centrou-se a nível da constituição do Grupo de Trabalho que a nível da DGS preparou algumas Circulares e publicações referentes à problemática dos Campos Electromagnéticos. Numa segunda fase, o esclarecimento da intervenção das Autoridades de Saúde na gestão dos dados de monitorização a nível concelhio, na perspectiva da verificação dos valores de referência e das restrições base, referentes às estações base de redes móveis de comunicação, decorrentes da Portaria 1421/2004, de 23 de Novembro, na perspectiva da prevenção da saúde pública, inclui-se no âmbito do trabalho desenvolvido por este DSPP, quer nas formações, quer na elaboração de documentos. Complementarmente, para atempada preparação da apreciação dos resultados da monitorização, na perspectiva da vigilância epidemiológica, foi iniciado o estabelecimento das bases de dados concelhias, cuja organização a nível de cada SRS ficou a cargo dos responsáveis subregionais do Programa dos Campos Electromagnéticos, a quem foram remetidos os elementos recolhidos junto da ANACOM por este Departamento de Saúde Pública e Planeamento, de acordo com: - Preparação de um registo tendo por base a informação a solicitar directamente pelas Autoridades de Saúde às Câmaras Municipais, com informação da localização e situações relevantes (reclamações, informações de funcionamento, etc...); - Envio pelos responsáveis do programa CEM, de uma comunicação às Autoridades de Saúde, de acordo com modelo elaborado CRSPC; - O CRSPC solicitou à ANACOM, a identificação, localização e informação disponível, das estações das três operadoras nacionais, existentes ou com licenciamento em curso na Região Centro; - Os dados foram remetidos aos responsáveis do programa para procederem á sua divulgação junto das AS Concelhias. REGULAMENTAÇÃO DA MONITORIZAÇÃO E ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS Foi publicado o Regulamento da ANACOM n.º 96-A/2007 (Diário da República, 2.ª série, de 29 de Maio de 2007), que estabelece a metodologia de elaboração e execução dos planos de monitorização e medição dos níveis de intensidade dos campos electromagnéticos resultantes da emissão de estações de radiocomunicações. Este Regulamento foi aprovado pela ANACOM ao abrigo dos respectivos estatutos e, também, do n.º 2 do artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 11/2003, de 18 de Janeiro, tendo sido ouvidos o Ministério da Saúde e o Instituto do Ambiente.

3 A metodologia definida aplica-se aos planos de monitorização e medição a elaborar pelas entidades habilitadas a instalar e utilizar estações de radiocomunicações, afectas à prestação de serviços de comunicações electrónicas acessíveis ao público. O procedimento adoptado pelo Regulamento é válido até 2011, prevendo-se que, até ao final do primeiro semestre desse ano, seja feita uma avaliação deste processo com base na qual será definida uma nova metodologia para os anos seguintes. Contém ainda uma norma transitória nos termos da qual, em 2008, sem prejuízo de a monitorização ser conforme aos planos aprovados pela ANACOM, os resultados a apresentar nos termos do seu artigo 5.º podem referir-se a monitorizações já efectuadas em 2004, 2005, 2006 e 2007, com expressa referência a esse facto, desde que seja garantido que os parâmetros técnicos relevantes não foram entretanto alterados. Compete ao ICP-ANACOM, nos termos do n.º 2 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 11/2003, de 18 de Janeiro, estabelecer os procedimentos de monitorização e medição dos níveis de intensidade dos campos electromagnéticos com origem em estações de radiocomunicações. A especificação dos procedimentos de medição de radiação electromagnética não ionizante (9 khz-300 GHz) e avaliação dos campos electromagnéticos para comparação com os níveis de referência fixados na Portaria n.º 1421/2004, de 23 de Novembro, publicada ao abrigo do n.º 1 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 11/2003, de 18 de Janeiro, consta do Regulamento 86/2007, de 22 de Maio.

4 Baseia-se na recomendação ECC «Medição de radiação electromagnética não ionizante (9 khz-300 GHz)», adoptada pelo grupo de trabalho Gestão de Frequências (FM), do Comité das Comunicações Electrónicas (ECC) da Conferência Europeia das Administrações dos Correios e Telecomunicações (CEPT). A apresentação e divulgação dos resultados estão igualmente regulamentadas, devendo o Relatório da Monitorização ser elaborado de acordo com o Anexo 6 do Regulamento 86/2007, (Diário da República, 2ª Série, de 22 de Maio de 2007), devendo ser dado conhecimento através da apresentação nos termos do Artº 5º do o Regulamento n.º 96- A/2007:

5 CONCLUSÃO A recepção de Relatórios de monitorização pelas entidades competentes, vai passar a ser uma constante, face aos prazos que estão a ser atingidos relativamente à regulamentação aplicável, O trabalho esperado por parte da Autoridade de Saúde, no contexto da presente regulamentação, será: - Verificação do cumprimento dos níveis de referência relativos à exposição da população a campos electromagnéticos (CEM), (0Hz- 300Ghz), de acordo com Portaria 1421/2004 de 23 de Novembro; - Actualização dos dados referentes à base de operadores concelhios; - Verificar a eventual existência de reclamações, reapreciar face aos valores da monitorização, com esclarecimento dos interessados; - Complementar a vigilância epidemiológica a nível concelhio. Finalmente ressalva-se a necessidade de ser promovida a actualização permanente por parte de todos os intervenientes, atendendo à especificidade da matéria e à evolução tecnológica. Sempre que seja necessário este DSPP está disponível para os esclarecimentos ou solicitações que lhe sejam dirigidos. A Responsável pelo Programa CEM Engª Isabel Lança

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Nos termos do disposto no Artigo 242.º do Decreto-Lei n.º 94-B/98, de 17 de Abril, compete ao Instituto de Seguros de Portugal

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.273.01 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA. Preâmbulo

REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA. Preâmbulo REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA Preâmbulo O presente regulamento é elaborado ao abrigo do artigo 75º da Lei Geral do Trabalho em Funções Publicas, aprovado

Leia mais

Apresentação dos Documentos de Referência para Entidades Acreditadas (EA) no Domínio do Ambiente

Apresentação dos Documentos de Referência para Entidades Acreditadas (EA) no Domínio do Ambiente Apresentação dos Documentos de Referência para Entidades Acreditadas (EA) no Domínio do Ambiente EA.G.02.01.00 - Guia Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) Cecília Simões APA, 22 de janeiro de 2013 GUIA

Leia mais

ALTERAÇÃO AO PLANO DE PORMENOR DA ZONA DE EXPANSÃO SUL-NASCENTE DA CIDADE DE SINES TERMOS DE REFERÊNCIA

ALTERAÇÃO AO PLANO DE PORMENOR DA ZONA DE EXPANSÃO SUL-NASCENTE DA CIDADE DE SINES TERMOS DE REFERÊNCIA PLANO DE PORMENOR DA ZONA DE EXPANSÃO SUL-NASCENTE DA CIDADE DE SINES ALTERAÇÃO FEVEREIRO DE 2016 Assunto: Alteração ao Plano de Pormenor da Zona de Expansão Sul-Nascente da Cidade de Sines Proposta de

Leia mais

Planeamento e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD)

Planeamento e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) Planeamento e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) Rita Teixeira d Azevedo O planeamento e a gestão de resíduos de construção e demolição pretende identificar e implementar os elementos necessários

Leia mais

Resumo de Resultados Vila Nova de Gaia Daniel Sebastião. Carla Oliveira, Daniel Sebastião, Diana Ladeira

Resumo de Resultados Vila Nova de Gaia Daniel Sebastião. Carla Oliveira, Daniel Sebastião, Diana Ladeira Título Editor Autores Resumo de Resultados Vila Nova de Gaia Daniel Sebastião Data 2007/03/05 Versão 01 Distribuição Documento Sumário Carla Oliveira, Daniel Sebastião, Diana Ladeira Vários MONIT_Ext_Tec_0511_01_ResResultVNGaia

Leia mais

Instrução n. o 9/2016 BO n. o

Instrução n. o 9/2016 BO n. o Instrução n. o 9/2016 BO n. o 7 15-07-2016 Temas Supervisão Normas Prudenciais Índice Texto da Instrução Texto da Instrução Assunto: Autorização para a utilização de modelos internos para cálculo dos requisitos

Leia mais

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE 9 de Janeiro de 2010 1 Modelo CRITÉRIOS RIOS MEIOS CRITÉRIO 1. LIDERANÇA, PLANEAMENTO E ESTRATÉGIA Como a gestão desenvolve e prossegue a missão, a visão e os valores da

Leia mais

Despacho n.º B/99

Despacho n.º B/99 ENTIDADE REGULADORA DO SECTOR ELÉCTRICO Despacho n.º 21496-B/99 O Decreto-lei n.º 195/99, de 8 de Junho, estabelece o regime aplicável às cauções nos contratos de fornecimento aos consumidores dos serviços

Leia mais

DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, para valer como

Leia mais

MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I

MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I Modelo de Governação do Fundo para a Modernização da Justiça ENQUADRAMENTO O Fundo para a Modernização da Justiça (FMJ) foi criado pelo artigo 167.º da Lei n.º 55/2010, de

Leia mais

CONTRATAÇÃO COM VISTA AO SUPRIMENTO DE NECESSIDADES TEMPORÁRIAS PARA O ANO ESCOLAR DE 2015/2016

CONTRATAÇÃO COM VISTA AO SUPRIMENTO DE NECESSIDADES TEMPORÁRIAS PARA O ANO ESCOLAR DE 2015/2016 CONTRATAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE Ano Letivo de 2015.2016 BOLSA DE CONTRATAÇÃO DE ESCOLA 2015-2016 AVISO DE ABERTURA CONTRATAÇÃO COM VISTA AO SUPRIMENTO DE NECESSIDADES TEMPORÁRIAS PARA O ANO ESCOLAR DE 2015/2016

Leia mais

DIRETRIZES DO CCA-IST

DIRETRIZES DO CCA-IST DIRETRIZES DO CCA-IST 13.05.2013 PLANEAMENTO DO SIADAP PARA 2013/2014 A Lei do Orçamento de Estado para 2013 introduziu alterações significativas no SIADAP 1, que obrigam a mudanças nos procedimentos desenvolvidos

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 AM/09 FEVEREIRO/2009 TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS DE PARECER SOBRE A EMISSÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÁTEIS (COV) ÍNDICE: 1. APRESENTAÇÃO 2. LEGISLAÇÃO DE ENQUADRAMENTO

Leia mais

Licenciamento de Limpeza e Desobstrução de Linhas de Água

Licenciamento de Limpeza e Desobstrução de Linhas de Água NORMA DE PROCEDIMENTOS Junho de 2005 10 / AM Tramitação dos processos de Licenciamento de Limpeza e Desobstrução de Linhas de Água 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.171.02 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

Carta de Direitos e Deveres do Cliente

Carta de Direitos e Deveres do Cliente Carta de Direitos e Deveres do Cliente CONTROLO DAS REVISÕES DO DOCUMENTO Versão Data Descrição Página(s) Próxima revisão 01 15.12.2009 Elaboração da 1ª versão do documento ----- Dezembro 2011 02 12.04.2010

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS Programa Operacional Factores de Competitividade Deliberações CMC POFC: 16/07/2008 Assistência Técnica do POFC Entrada em vigor DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO em 17/07/2008 Artigo 1.º Objecto O presente regulamento

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de Qualificações. 1ª Actualização publicada no

Leia mais

REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS

REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS REGULAMENTO 1º CONCURSO DE PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS 1. Âmbito O presente Regulamento visa definir as condições de acesso e financiamento a projectos

Leia mais

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Capítulo I Âmbito Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define o regime de acesso aos apoios concedidos pelo Programa Operacional de Assistência Técnica

Leia mais

LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL

LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL A VIDA ASSOCIATIVA É UM INSTRUMENTO DE EXERCÍCIO DA SOCIABILIDADE. POR MEIO DELA CONQUISTA SE NOVOS AMIGOS, EXPANDE SE CONHECIMENTOS,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º de julho de

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º de julho de Diário da República, 1.ª série N.º 134 12 de julho de 2012 3649 b) Examinar livros, documentos e arquivos relativos às matérias inspecionadas; c) Proceder à selagem de quaisquer instalações ou equipamentos,

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 OBJECTIVO ESTRATÉGICO OBJECTIVO ESPECÍFICO

Leia mais

Regulamento para a Atribuição de Equipamentos de Comunicações Móveis do Instituto Politécnico de Leiria (IPL)

Regulamento para a Atribuição de Equipamentos de Comunicações Móveis do Instituto Politécnico de Leiria (IPL) Regulamento para a Atribuição de Equipamentos de Comunicações Móveis do Instituto Politécnico de Leiria (IPL) Considerando: a) O Decreto-Lei n.º 14/2003, de 30 de Janeiro, que regulada a matéria respeitante

Leia mais

Prevenção e Controlo Integrado da Poluição. Prevenção e Controlo Integrado da Poluição

Prevenção e Controlo Integrado da Poluição. Prevenção e Controlo Integrado da Poluição Enquadramento Legal Decreto-Lei n.º 173/2008, de 26 de Agosto (Diploma PCIP) Regime de prevenção e controlo integrados da poluição (PCIP) proveniente de certas atividades Licença ambiental - decisão escrita

Leia mais

Legislação GPL 1.ESPECIFICAÇÃO DE PRODUTOS 2.QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS ENTIDADES CREDENCIADAS

Legislação GPL 1.ESPECIFICAÇÃO DE PRODUTOS 2.QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS ENTIDADES CREDENCIADAS Legislação GPL 1.ESPECIFICAÇÃO DE PRODUTOS Decreto-Lei n.º 142/2010. D.R. n.º 253, Série I de 2010-12-31 Altera as normas de especificação técnica para a composição da gasolina e do gasóleo rodoviário,

Leia mais

Decisão sobre a avaliação dos Custos Líquidos decorrentes da prestação do Serviço Universal

Decisão sobre a avaliação dos Custos Líquidos decorrentes da prestação do Serviço Universal http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=274322 Deliberação de 30.1.2008 Decisão sobre a avaliação dos Custos Líquidos decorrentes da prestação do Serviço Universal Considerando que: (a) Nos termos

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA aprovados através de processo de consulta escrita concluído a 13 de Maio de 2015 METODOLOGIA E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Leia mais

DECRETO N.º 112 /X EXCLUSÃO DA ILICITUDE NOS CASOS DE INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ. Artigo 1.º (Alteração do Código Penal) Artigo 142.

DECRETO N.º 112 /X EXCLUSÃO DA ILICITUDE NOS CASOS DE INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ. Artigo 1.º (Alteração do Código Penal) Artigo 142. DECRETO N.º 112 /X EXCLUSÃO DA ILICITUDE NOS CASOS DE INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º

Leia mais

LISTA DOCUMENTOS E REGISTOS ISO 22000:2005

LISTA DOCUMENTOS E REGISTOS ISO 22000:2005 4.1. Requisitos Gerais 4.2. Requisitos da Documentação 4.2.1 4.2.2. Controlo de Documentos Definição do Âmbito SGSA (Manual SGSA...) Controlo processos subcontratados (Instruções, contratos cadernos de

Leia mais

1.1. Vigilância Sanitária da Qualidade da Água para Consumo Humano

1.1. Vigilância Sanitária da Qualidade da Água para Consumo Humano 1. PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA 1.1. Vigilância Sanitária da Qualidade da Água para Consumo Humano O DL n.º 306/07, 27 de Agosto, que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2008, criou o mais

Leia mais

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1 NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/2015 1 Rev 1 [Operações públicas FEDER] 1 Não aplicável a operações enquadradas no Sistema de Incentivos às Empresas e a operações cofinanciadas pelo FSE. CONTROLO DO DOCUMENTO

Leia mais

Cada programa, projeto ou produto possui determinadas fases de desenvolvimento: São as

Cada programa, projeto ou produto possui determinadas fases de desenvolvimento: São as Cada programa, projeto ou produto possui determinadas fases de desenvolvimento: São as chamadas fases do ciclo de vida de um PROJETO Planeamento a) Fase Inicial - concetual b) Fase de planeamento c) Fase

Leia mais

Classificação de Zonas Balneares

Classificação de Zonas Balneares NORMA DE PROCEDIMENTOS Agosto de 2005 17 / AM Tramitação dos processos de Classificação de Zonas Balneares 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos 4. Fluxograma da Tramitação

Leia mais

PROJECTO DE DECISÃO. I. Enquadramento

PROJECTO DE DECISÃO. I. Enquadramento http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=206595 PROJECTO DE DECISÃO Definição de preços máximos de retalho para as chamadas destinadas a números das gamas 707, 708 (serviços de acesso universal)

Leia mais

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Considerando que o Município do Barreiro tem como princípio o bem-estar, a realização pessoal e a plena participação social dos jovens. Considerando

Leia mais

José Magalhães. Fevereiro de 2013

José Magalhães. Fevereiro de 2013 SESSÃO DE ESCLARECIMENTO OBRIGAÇÕES LEGAIS NO QUADRO DA LEGISLAÇÃO LABORAL José Magalhães Fevereiro de 2013 OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR EM MATÉRIA DE SHST O empregador deve assegurar aos trabalhadores condições

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS

PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS Exposição de motivos O Provedor de Justiça tem por função

Leia mais

O prazo para entrega de sugestões termina no dia 26 de dezembro de 2016.

O prazo para entrega de sugestões termina no dia 26 de dezembro de 2016. Nº de proc. 01/2016 Objeto (s) Regulamento Interno de Horário de Trabalho do ITQB Departamento responsável pela tramitação do procedimento Conselho de Gestão do ITQB Responsável pela Direção do procedimento

Leia mais

REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO FERNANDO NAMORA DE CONDEIXA-A-NOVA

REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO FERNANDO NAMORA DE CONDEIXA-A-NOVA CÓDIGO DA ESCOLA 404457 CONTRIBUINTE Nº: 600074129 RUA LONGJUMEAU 3150-122 CONDEIXA-A-NOVA Telf.: 239940200 Fax: 239941090 Email: info@eps-condeixa-a-nova.rcts.pt REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR

Leia mais

Tal como referido supra o presente Decreto-Lei aprova ainda o Regulamento de Habilitação

Tal como referido supra o presente Decreto-Lei aprova ainda o Regulamento de Habilitação Decreto-lei n.º 138/2012, de 05 de julho que altera o Código da Estrada e aprova o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, transpondo parcialmente a Diretiva n.º 2006/126/CE, do Parlamento Europeu

Leia mais

Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC

Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC AVALIAÇÃO DOS PROJETOS Diligências/informações INSTITUIÇÕES Projeto SE Credenciamento Distribuição SECRETARIAS Análise Parecer conclusivo SECRETARIAS Acompanhamento

Leia mais

A avaliação de conhecimento é uma etapa decisiva, quer para os discentes quer para os docentes, onde se avalia a eficiência com que os conhecimentos

A avaliação de conhecimento é uma etapa decisiva, quer para os discentes quer para os docentes, onde se avalia a eficiência com que os conhecimentos SOBRE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS Introdução A avaliação de conhecimento é uma etapa decisiva, quer para os discentes quer para os docentes, onde se avalia a eficiência com que os conhecimentos transmitidos

Leia mais

Historial do documento

Historial do documento Título: Avaliação dos níveis de radiação electromagnética no Metro de Lisboa 1ª Fase. Editor: Gonçalo Carpinteiro Autores: Carla Oliveira, Daniel Sebastião, Gonçalo Carpinteiro Data: 2005-11-30 Versão:

Leia mais

Altera a Lei Geral Tributária, o Código de Procedimento e de Processo Tributário e o Regime Geral das Infracções Tributárias

Altera a Lei Geral Tributária, o Código de Procedimento e de Processo Tributário e o Regime Geral das Infracções Tributárias DECRETO N.º 139/X Altera a Lei Geral Tributária, o Código de Procedimento e de Processo Tributário e o Regime Geral das Infracções Tributárias A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c)

Leia mais

Ex. m.ºs Senhores Subdirectores- Gerais Directores de Serviços Directores de Finanças Representantes da Fazenda Pública. Assunto:

Ex. m.ºs Senhores Subdirectores- Gerais Directores de Serviços Directores de Finanças Representantes da Fazenda Pública. Assunto: Classificação: 000.01.09 DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS Ofício n.º: Processo: Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): Sua Ref.ª: Técnico: João Sousa Cód.

Leia mais

SEMINÁRIO GESTÃO DO RISCO ASSOCIADO AOS CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS

SEMINÁRIO GESTÃO DO RISCO ASSOCIADO AOS CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS SEMINÁRIO GESTÃO DO RISCO ASSOCIADO AOS CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS PROCEDIMENTOS SOBRE A INTERVENÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE PÚBLICA Luís Salvador Pisco 16 de Novembro de 2004 Radiações Electromagnéticas e

Leia mais

Carla Oliveira, Daniel Sebastião, Gonçalo Carpinteiro

Carla Oliveira, Daniel Sebastião, Gonçalo Carpinteiro Título Editor Autores Resumo de Resultados Leiria Daniel Sebastião Data 2005/09/09 Versão 01 Distribuição Documento Sumário Carla Oliveira, Daniel Sebastião, Gonçalo Carpinteiro Vários Ext_Tec_0321_01_ResResultLE

Leia mais

FICHA DE VERIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA

FICHA DE VERIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA FICHA DE VERIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA O beneficiário confirma que na informação abaixo prestada tomou em consideração o disposto na Legislação aplicável. I. Elementos do Pedido

Leia mais

NCE/10/01956 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/01956 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/01956 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico Do Porto A.1.a.

Leia mais

DELIBERAÇÃO CRF-RJ nº706 / 2010

DELIBERAÇÃO CRF-RJ nº706 / 2010 DELIBERAÇÃO CRF-RJ nº706 / 2010 Aprova o Regulamento das Câmaras Técnicas do CRF-RJ e dá outras providências. O ESTADO DO RIO DE JANEIRO / CRF-RJ, no uso de suas atribuições legais e em conformidade com

Leia mais

PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO Novo Regulamento, o que Muda

PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO Novo Regulamento, o que Muda 1 PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO Novo Regulamento, o que Muda Regulamento (UE) nº 305/2011 versus Diretiva nº 89/106/CEE Melo Arruda Encontro promovido pelo Bureau Veritas e IPQ 6 de novembro de 2012 2 Tópicos

Leia mais

AV ANA SEQUEIRA VAREJÃO

AV ANA SEQUEIRA VAREJÃO Exmo. Senhor Secretário Geral do Sindicato dos Meios Audiovisuais O Gabinete Jurídico do SMAV foi incumbido de emitir parecer sobre o conceito de trabalho nocturno, nomeadamente sobre a posição assumida

Leia mais

CAPITULO I Disposições Gerais

CAPITULO I Disposições Gerais REGULAMENTO da Unidade Curricular Dissertação/Projeto/Estágio dos Cursos de Mestrado em Contabilidade, Mestrado em Contabilidade e Administração Pública e Mestrado em Marketing, do Instituto Superior de

Leia mais

Decisão ECC de 11 de março de 2011 sobre proteção do serviço de exploração da Terra por satélite (passivo) na faixa de frequências MHz

Decisão ECC de 11 de março de 2011 sobre proteção do serviço de exploração da Terra por satélite (passivo) na faixa de frequências MHz COMITÉ DAS COMUNICAÇÕES ELETRÓNICAS Decisão ECC de 11 de março de 2011 sobre proteção do serviço de exploração da Terra por satélite (passivo) na faixa de frequências 1400-1427 MHz (ECC/DEC/(11)01) Página

Leia mais

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA Oferta Pública de Recursos para municípios com população de até 50mil habitantes

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA Oferta Pública de Recursos para municípios com população de até 50mil habitantes PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA Oferta Pública de Recursos para municípios com população de até 50mil habitantes MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Departamento de Produção Habitacional

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março Considerando que as novas tecnologias, ao garantirem uma melhor qualidade de produtos e serviços, potenciam o aumento da competitividade

Leia mais

PORTARIA Nº 2.080, DE 31 DE OUTUBRO DE 2003

PORTARIA Nº 2.080, DE 31 DE OUTUBRO DE 2003 PORTARIA Nº 2.080, DE 31 DE OUTUBRO DE 2003 Institui o Programa Nacional para Prevenção e Controle das Hepatites Virais, o Comitê Técnico de Acompanhamento e Assessoramento do Programa e dá outras providências.

Leia mais

Conselho de Formação de Professores PLANO ANUAL GERAL DE FORMAÇÃO

Conselho de Formação de Professores PLANO ANUAL GERAL DE FORMAÇÃO Conselho de Formação de Professores PLANO ANUAL GERAL DE FORMAÇÃO 2016-2017 Preâmbulo O Plano Anual Geral de Formação é um documento de planeamento anual das atividades comuns à Prática Pedagógica Supervisionada

Leia mais

ANEXO 3. Plano de Atividades a Desenvolver

ANEXO 3. Plano de Atividades a Desenvolver ANEO 3 Plano de Atividades a Desenvolver Tabela 1- Plano de Atividades a Desenvolver Plano de Atividades a Desenvolver Linhas de Análise Objetivos Gerais Objetivos Específicos Tarefas a Executar Recursos

Leia mais

Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural

Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural Decreto executivo n.º 1/06 de 9 de Janeiro Havendo necessidade de regulamentar o funcionamento, estruturação e organização do Secretariado Executivo do

Leia mais

Porquê ler este documento? Por quem é elaborada a informação?

Porquê ler este documento? Por quem é elaborada a informação? Informação a comunicar ao público sobre estabelecimento abrangido pelo regime de prevenção de acidentes graves que envolvem substâncias perigosas (CIRES - IPR) Porquê ler este documento? Este documento

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Paulo Bornhausen) Dispõe sobre o exercício da profissão de supervisor de segurança portuária. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A profissão de supervisor de segurança

Leia mais

1. Índice geral. 2. Índice de anexos. 3. Índice de quadros. 4. Índice de figuras

1. Índice geral. 2. Índice de anexos. 3. Índice de quadros. 4. Índice de figuras 1. Índice geral 2. Índice de anexos 3. Índice de quadros 4. Índice de figuras 7 ÍNDICE FIGURAS INTRODUÇÃO PARTE I TRANSPOSIÇÃO PARA O PLANO NACIONAL DAS DIRECTIVAS COMUNITÁRIAS 1. 2. Principais mudanças

Leia mais

ANEXO 1 À NOTA TÈCNICA N.º 1/UA1/2010 CHECK-LIST AUTORIDADE DE GESTÃO

ANEXO 1 À NOTA TÈCNICA N.º 1/UA1/2010 CHECK-LIST AUTORIDADE DE GESTÃO Check_List_AG 1 ANEXO 1 À NOTA TÈCNICA N.º 1/UA1/2010 CHECK-LIST AUTORIDADE DE GESTÃO A PREENCHER PELA AUTORIDADE DE GESTÃO PARA CADA PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA O preenchimento desta check-list

Leia mais

ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES

ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES Ex.mo(a) Senhor(a) Nome n.º, com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado/termo resolutivo desta Câmara Municipal, com a carreira/categoria de e afeto ao setor,

Leia mais

MUNICIPAL SUMÁRIO 2.º SUPLEMENTO AO BOLETIM MUNICIPAL N.º 1158 RESOLUÇÕES DOS ÓRGÃOS DO MUNICÍPIO CÂMARA MUNICIPAL

MUNICIPAL SUMÁRIO 2.º SUPLEMENTO AO BOLETIM MUNICIPAL N.º 1158 RESOLUÇÕES DOS ÓRGÃOS DO MUNICÍPIO CÂMARA MUNICIPAL B O L E T I M C Â M A R A M U N I C I P A L D E L I S B O A 2.º SUPLEMENTO AO BOLETIM SUMÁRIO RESOLUÇÕES DOS ÓRGÃOS DO MUNICÍPIO CÂMARA Deliberações (Reunião Pública de Câmara realizada em 27 de abril

Leia mais

Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis

Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis Cátia Sousa Pinto 2014 1 SINAVE Institui um sistema de vigilância em saúde

Leia mais

S.R. DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS, S.R. DA SAÚDE, S.R. DO AMBIENTE E DO MAR Portaria n.º 74/2009 de 14 de Setembro de 2009

S.R. DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS, S.R. DA SAÚDE, S.R. DO AMBIENTE E DO MAR Portaria n.º 74/2009 de 14 de Setembro de 2009 S.R. DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS, S.R. DA SAÚDE, S.R. DO AMBIENTE E DO MAR Portaria n.º 74/2009 de 14 de Setembro de 2009 O Plano Estratégico de Gestão de Resíduos da Região Autónoma dos Açores,

Leia mais

Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis

Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis Cátia Sousa Pinto 2014 1 SINAVE Institui um sistema de vigilância em saúde

Leia mais

Anexo 1 Anexo 2 RESPOSTA(S) DO(S) FORNECEDOR(ES) Referência do Procedimento:CLPQ_AQ-MOB-2014_Fase_Convite Designação do Procedimento:Acordo quadro de fornecimento

Leia mais

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei n.º 197/X

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei n.º 197/X Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 197/X Altera o Decreto-Lei n.º 259/98 de 18 de Agosto, repondo a justiça social na atribuição do subsídio nocturno, altera o Decreto-Lei n.º53-a/98, de 11 de Março,

Leia mais

DESPACHO. Em anexo é republicado o Regulamento nº 10/2012 com a nova redação, agora como Regulamento nº 10/2013. O PRESIDENTE DA ESTeSL

DESPACHO. Em anexo é republicado o Regulamento nº 10/2012 com a nova redação, agora como Regulamento nº 10/2013. O PRESIDENTE DA ESTeSL DESPACHO N.º 12/2013 Data: 2013/03/08 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e não Docente ASSUNTO: Alteração ao Regulamento nº 10/2012. A recente revisão do Regulamento do Ciclo de Estudos Conducente

Leia mais

Concursos Especiais para Estudantes Internacionais Guia de Acesso - Ano Lectivo

Concursos Especiais para Estudantes Internacionais Guia de Acesso - Ano Lectivo De acordo com o estipulado no Regulamento do concurso especial de acesso e ingresso do estudante internacional a ciclos de estudo de licenciatura na Universidade de Atlântica, e no cumprimento do Decreto-Lei

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública. Magno Subtil

Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública. Magno Subtil Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública Magno Subtil Registro de Preços Decreto Estadual 7.437/2011 Sistema de Registro de Preços é o conjunto de procedimentos para registro

Leia mais

Manual de Afastamento de Docentes

Manual de Afastamento de Docentes Manual de Afastamento de Docentes Resolução Unesp nº 19, de 07 de Março de 1997 Campus Experimental de Tupã Área de Recursos Humanos 1ª Edição AGOSTO/2011 INTRODUÇÃO Considera-se afastamento, o período

Leia mais

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador Coleta de informações publicadas e não publicadas Coleta de informações externas Coleta de informações

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA índice Páginas 5 1. OBJETO E ÂMBITO DO REGULAMENTO 2. COMPOSIÇÃO DO COMITÉ DE ÉTICA 6 7 8 3. COMPETÊNCIAS DO COMITÉ DE ÉTICA 4. FUNCIONAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA 5. SUPERVISÃO

Leia mais

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX DISPÕE SOBRE O PLANO MUNICIPAL DE APOIO E INCENTIVO À CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO MUNICÍPIO DE ARACRUZ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Carta de Autorização outra instituição

Carta de Autorização outra instituição Modelos Carta de Autorização outra instituição (TIMBRE DO LOCAL DA PESQUISA) (cidade), de de 2010. Ao: Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos MULTIVIX Vitória At. Coordenação do CEP Eu, (NOME

Leia mais

Regulamentação da DSETRA, suas operações e outros temas. Portaria n.º 55/2010 de 21 de Janeiro; Lei n.º 105/2009 de 14 de Setembro.

Regulamentação da DSETRA, suas operações e outros temas. Portaria n.º 55/2010 de 21 de Janeiro; Lei n.º 105/2009 de 14 de Setembro. Legislação Regulamentação da DSETRA, suas operações e outros temas 1 Orgânica Lei Orgânica da Secretaria Regional dos Recursos Humanos Decreto Regulamentar Regional n.º 1/2009/M D.R. n.º 5 de 8 de Janeiro;

Leia mais

Objeto de Aprendizagem. Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde

Objeto de Aprendizagem. Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde Objeto de Aprendizagem Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde Objetivo: Apresentar sucintamente a Lei Orgânica de Saúde nº 8080 de 19 de setembro de 1990,

Leia mais

Regulamento de Deslocações da Universidade da Madeira

Regulamento de Deslocações da Universidade da Madeira Regulamento de Deslocações da Universidade da Madeira A Lei nº 59/2008, de 11 de Setembro, que regula o Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA PÓVOA DE VARZIM PREÂMBULO

CÂMARA MUNICIPAL DA PÓVOA DE VARZIM PREÂMBULO PREÂMBULO O licenciamento da afixação e inscrição de mensagens publicitárias no concelho da Póvoa de Varzim, tem-se regido pelas normas constantes da Lei n.º 97/88, de 17 de Agosto e, no tocante ás taxas

Leia mais

Considerando o acelerado crescimento urbano e industrial brasileiro e da frota de veículos automotores;

Considerando o acelerado crescimento urbano e industrial brasileiro e da frota de veículos automotores; RESOLUÇÃO CONAMA Nº 005, de 15 de junho de 1989 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso VII, do Art. 8º, da Lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981 e

Leia mais

Regulamento de Certificação de Técnicos

Regulamento de Certificação de Técnicos Regulamento de Certificação de Técnicos O presente documento estabelece o Regulamento de certificação dos técnicos responsáveis pela instalação, deteção de fugas, recuperação e manutenção ou assistência

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 97, DE 2015 (Nº 4.692/2012, NA CASA DE ORIGEM)

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 97, DE 2015 (Nº 4.692/2012, NA CASA DE ORIGEM) SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 97, DE 2015 (Nº 4.692/2012, NA CASA DE ORIGEM) Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de designer de interiores e ambientes e dá outras providências.

Leia mais

Guia de Boas Práticas da Regulamentação. proposta de temas e processo de desenvolvimento. José Augusto A. K. Pinto de Abreu

Guia de Boas Práticas da Regulamentação. proposta de temas e processo de desenvolvimento. José Augusto A. K. Pinto de Abreu Guia de Boas Práticas da Regulamentação proposta de temas e processo de desenvolvimento José Augusto A. K. Pinto de Abreu Objetivo Discutir o conteúdo do Guia de Boas Práticas para a Regulamentação Técnica

Leia mais

MUNICIPIO DE VIMIOSO CÂMARA MUNICIPAL CONCURSO PÚBLICO

MUNICIPIO DE VIMIOSO CÂMARA MUNICIPAL CONCURSO PÚBLICO CONCURSO PÚBLICO Fornecimento de Serviços e Materiais para a Gestão Activa de Espaços Naturais no Parque Ibérico de Natureza e Aventura de Vimioso - Concepção de Projectos de Arquitectura e Especialidades,

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de dezembro de Série. Número 188

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de dezembro de Série. Número 188 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 2 de dezembro de 2015 Série 2.º Suplemento Sumário ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA MADEIRA Decreto Legislativo Regional n.º 9/2015/M Adapta à Região Autónoma

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS Parecer COM (2014)23 Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à exploração e à produção de hidrocarbonetos (designadamente gás xisto) na UE mediante fracturação hidráulica maciça 1 PARTE I - NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

MEDIDAS DE SEGURANÇA FÍSICA E ELETRÔNICA EM DEPÓSITOS DE EMPRESAS QUE TRABALHAM COM PRODUTOS CONTROLADOS PELO EXÉRCITO

MEDIDAS DE SEGURANÇA FÍSICA E ELETRÔNICA EM DEPÓSITOS DE EMPRESAS QUE TRABALHAM COM PRODUTOS CONTROLADOS PELO EXÉRCITO MEDIDAS DE SEGURANÇA FÍSICA E ELETRÔNICA EM DEPÓSITOS DE EMPRESAS QUE TRABALHAM COM PRODUTOS CONTROLADOS PELO EXÉRCITO (PARA AMPLA DIVULGAÇÃO AO PÚBLICO EM GERAL) Com o intuito de padronizar os procedimentos

Leia mais

12/08/2014. Esclarecimentos quanto às condições de uso de RF na subfaixa de ,5 MHz por transceptores de radiação restrita

12/08/2014. Esclarecimentos quanto às condições de uso de RF na subfaixa de ,5 MHz por transceptores de radiação restrita No Brasil a utilização das Frequências Wireless é regulamentada pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), atualmente regida pela Resolução 365/2004. Prof. Marcel Santos Silva Redes Wireless 2

Leia mais

Certificação ISO

Certificação ISO Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação

Leia mais

Deliberação n.º 515/2010, de 3 de Março (DR, 2.ª série, n.º 50, de 12 de Março de 2010)

Deliberação n.º 515/2010, de 3 de Março (DR, 2.ª série, n.º 50, de 12 de Março de 2010) (DR, 2.ª série, n.º 50, de 12 de Março de 2010) Define os elementos que devem instruir a notificação, a efectuar ao INFARMED, I. P., do exercício da actividade de distribuição por grosso de dispositivos

Leia mais

Síntese do Relatório Anual de Auditoria Interna Serviço de Auditoria Interna 25/03/2016

Síntese do Relatório Anual de Auditoria Interna Serviço de Auditoria Interna 25/03/2016 Síntese do Relatório Anual de Auditoria Interna 2015 Serviço de Auditoria Interna 25/03/2016 Agenda 1. Enquadramento 2. Abordagem Operacional 3. Execução do Plano 2015 4. Plano de Auditoria Interna 2016

Leia mais