Instituto Politécnico de Santarém. Escola Superior Agrária MESTRADO EM PRODUÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS E PARA FINS INDUSTRIAIS REGULAMENTO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instituto Politécnico de Santarém. Escola Superior Agrária MESTRADO EM PRODUÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS E PARA FINS INDUSTRIAIS REGULAMENTO"

Transcrição

1 Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior Agrária MESTRADO EM PRODUÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS E PARA FINS INDUSTRIAIS REGULAMENTO Artigo 1º Criação O Instituto Politécnico de Santarém, através da sua Escola Superior Agrária (ESAS), confere o grau de Mestre em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais. Artigo 2º Objectivos 1. São objectivos gerais do curso de mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais: - Proporcionar uma formação técnico-científica aprofundada na área agronómica, sustentando-se nos conhecimentos obtidos ao nível do 1.º ciclo, tendo sempre presente as boas práticas agrícolas e de colheita, assegurando a as regras da qualidade, segurança e eficácia e da defesa do meio ambiente. 2. São objectivos específicos do curso de mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais: a) Dotar os estudantes com um conjunto de conhecimentos vastos e interdisciplinares (na área agronómica, biológica, química, tecnológica e gestão e marketing) permitindo o desenvolvimento de competências que os 1

2 tornarão aptos a lidar com situações novas num universo de contextos da área da produção e tecnologia das plantas medicinais e industriais. b) Proporcionar uma base de desenvolvimentos e ou aplicações originais, tanto na produção de plantas medicinais e para fins industriais como no seu processamento. c) Proporcionar formação especializada e profissional no âmbito da produção e processamento das plantas medicinais e para fins industriais, com recurso a actividade de investigação, de inovação e aprofundamento de competências profissionais interdisciplinares nas diferentes áreas de conhecimento envolvidas. Artigo 3º Áreas Científicas As áreas científicas no curso conducente ao grau de Mestre em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais são: Ciências Biológicas; Ciências Químicas; Gestão e Marketing; Produção Agrícola e área científica livre; sendo predominante a área da Ciência de Produção Agrícola. Artigo 4º Duração, Organização e Estrutura Curricular do Ciclo de Estudos 1. O mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais tem a duração de quatro semestres curriculares. 2. De acordo como Artigo 18º do Decreto Lei nº74/2006, o ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais tem 120 créditos ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System). Este ciclo de estudos encontra-se estruturado da seguinte forma: a) O primeiro e segundo semestres compreendem um conjunto de unidades curriculares que correspondem a 60 créditos ECTS; b) Os ECTS a obter na unidade curricular optativa podem ser realizado em qualquer semestre (par ou ímpar do 1º ano). c) O terceiro e quarto semestres corresponderão ao Projecto/Estágio Profissionalizante, onde os estudantes irão aplicar e desenvolver os conhecimentos e competências adquiridos, de acordo com o Artigo 22º do Decreto-Lei nº74/ As áreas científicas e respectivos créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau de Mestre em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais são as que constam no Quadro 1. 2

3 QUADRO 1 ÁREA CIENTÍFICA SIGLA CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS OPTATIVOS Ciências Biológicas CB 17,5 Ciências Químicas CQ 12,5 Produção Agrícola PAG 80,0 Gestão e Marketing GM 5,0 Optativa TOTAL 115, O plano curricular do curso de mestrado consta do Quadro 2. QUADRO 2 UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA TIPO CRÉDITOS Botânica Económica CB Semestral 5,0 Ecofisiologia CB Semestral 5,0 Plantas medicinais e industriais CB Semestral 7,5 Fitoquímica CQ Semestral 7,5 Toxicologia CQ Semestral 5,0 Empreendedorismo e marketing GM Semestral 5,0 Protecção das culturas medicinais e PAG 5,0 Semestral industriais Tecnologias culturais e de pós PAG 10,0 Semestral colheita Tecnologias de Processamento PAG Semestral 5,0 Optativa I * Semestral 5,0 total 60,0 Projecto/Estágio Profissionalizante PAG Anual 60,0 TOTAL 120,0 3

4 Artigo 5º Coordenação 1. O órgão científico da ESAS, estabelecerá a Comissão Coordenadora do Curso de Mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais. 2. No âmbito deste Curso, a Comissão detém as seguintes competências específicas: a) Vagas, prazos de candidatura e comprovativos a entregar pelos candidatos na candidatura ao curso; b) Selecção e seriação dos candidatos; c) Creditação de formação certificada e ou experiencia profissional para prosseguimento de estudos neste Curso de Mestrado; d) Assegurar a coordenação e harmonização dos programas das disciplinas. e) Reconhecimento da relevância para este curso da disciplina optativa; f) Aprovação dos temas, dos orientadores e dos locais de realização dos trabalhos conducentes à elaboração da dissertação de mestrado; g) Proposição da composição dos júris. 3. Para cada edição do Curso, a Comissão designará um Coordenador de entre os seus membros. Artigo 6º Entrada e Condições de Funcionamento 1. O curso de mestrado iniciar-se-á em Setembro de O curso de Mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais, decorrerá nas instalações da ESAS, bem como em instalações de instituições cuja colaboração na leccionação seja acordada. 3. Sem prejuízo do disposto no nº2 deste artigo, o trabalho conducente à dissertação poderá ser efectuado noutras instituições públicas ou privadas, em domínios ligados à formação, em território nacional ou estrangeiro, desde que não acarrete encargos financeiros para a ESAS. Artigo 7º Condições de acesso e ingresso De acordo com o artigo 17º do Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, serão admitidos ao ciclo de estudos do Mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais: 4

5 a) Licenciatura pela ESAS, no âmbito dos cursos em Engenharia Agronómica, Engenharia Alimentar, Nutrição Humana e Qualidade Alimentar, Engenharia da Produção Animal ou licenciaturas anteriores nestas áreas de formação; b) Titularidade do grau de licenciado em Agronomia, Veterinária, Engenharia Alimentar, Bioquímica, e outras áreas de formação afins, ou equivalente legal do ensino politécnico e universitário, nacional ou estrangeiro; c) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para realização deste ciclo de estudos pelo Órgão Científico sob proposta da Comissão Coordenadora de Curso. Artigo 8º Critérios de Selecção Os candidatos serão seleccionados pela Comissão Coordenadora de Curso, tendo em consideração os seguintes critérios: a) Classificação de licenciatura ou equivalente legal; b) Curriculum académico e científico; c) Curriculum profissional; d) Entrevista. Artigo 9º Regime de Precedências e de Avaliação do Ciclo de Estudos 1. Não existem precedências entre as unidades curriculares do 1º ano; 2. A avaliação de conhecimentos nas unidades curriculares será efectuada de acordo com o regime de avaliação de cada unidade curricular, após aprovação pelo órgão Científico. O resultado da avaliação terá carácter individual e será expresso na escala numérica de 0 a Considera-se aprovado numa unidade curricular o estudante cuja classificação final seja igual ou superior a 10. Artigo 10º Concretização de Dissertação de Natureza Científica 1. Durante o 3º e 4º Semestre do 2º Ano do Ciclo de Estudos, terão lugar o Projecto/Estágio Profissionalizante, complementados por uma dissertação, correspondente a um total de 60 créditos ECTS. 5

6 2. Para o estudante se poder inscrever no 2º Ano do Ciclo de Estudos deverá ter completado pelo menos 47,5 ECTS em unidades curriculares do 1º Ano do Ciclo de Estudos. Artigo 11º Orientação 1. A elaboração da dissertação ou do trabalho de projecto e a realização do estágio são orientadas por doutor ou por especialista de mérito reconhecido como tal pela Comissão de Coordenação do curso e pelo órgão científico estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior; 2. A orientação pode ser assegurada em regime de co-orientação, quer por orientadores nacionais, quer por nacionais e estrangeiros. 3. A proposta de dissertação, orientador e tema, deverá ser acompanhada por uma informação conjunta do mestrando e do orientador, com uma breve descrição do trabalho a realizar. A entrega desta proposta deverá ser dirigida à Comissão de Coordenação do Ciclo de Estudo em data a afixar anualmente. Artigo 12º Apresentação e Entrega da Dissertação 1. A dissertação deverá ser entregue nos serviços académicos da ESAS, após aprovação em todas as restantes unidades curriculares obrigatórias e opcionais constantes no curriculum do Curso, 2. O estudante deve entregar o pedido de realização de provas, acompanhado de um exemplar provisório em papel e de uma versão em suporte digital da dissertação. 3. A dissertação de Mestrado deverá ser entregue até 60 dias após a finalização do ano lectivo correspondente à inscrição no 2º ano. 4. O despacho de nomeação do júri deve ser comunicado por escrito no prazo de 5 dias após a sua nomeação, ao estudante candidato à discussão da dissertação. 5. Nos 30 dias subsequentes à data do despacho de nomeação do júri, este deve proferir um parecer liminar, no qual se declara a aceitação da dissertação ou, em alternativa, se recomenda, fundamentadamente, a sua reformulação pelo candidato. 6. No caso de aceitação o candidato dispõe de 15 dias para entregar seis exemplares definitivos e um em formato electrónico. 6

7 7. No caso de reformulação da dissertação, o candidato dispõe de um prazo máximo de 30 dias, durante o qual pode reformular ou declarar que pretende manter a dissertação tal qual a apresentou. 8. Recebida a dissertação reformulada (6 exemplares em papel e uma versão digital) ou feita a declaração referida no nº 7, deve ser marcada a prova pública de discussão da dissertação. 9. As provas públicas de discussão da dissertação deverão ocorrer no prazo de 90 dias a contar: a) Do parecer de aceitação; b) Da recepção da dissertação reformulada, ou da declaração referida no nº 7. Artigo 13º Júri de Mestrado 1. A dissertação, o trabalho de projecto ou o relatório de estágio são objecto de apreciação e discussão pública por um júri nomeado pelo órgão legal e estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior, sob proposta da Comissão Coordenadora do Curso de Mestrado. 2. O júri será constituído por três a cinco membros, incluindo o orientador ou os co-orientadores. 3. Para apreciação da dissertação, o júri será presidido pelo Presidente da Comissão Coordenadora do Curso de Mestrado ou pelo membro mais antigo da categoria mais elevada pertencente à ESAS e entre os docentes participantes do Curso de Mestrado. 4. Os membros do Júri devem ser especialistas no domínio em que se insere a dissertação, o trabalho de projecto ou o relatório de estágio, e serão nomeados de entre nacionais ou estrangeiros titulares do grau de doutor ou especialistas de mérito reconhecido como tal pelo órgão científico do estabelecimento da ESAS. 5. As deliberações do júri são tomadas por maioria dos membros que o constituem, através de votação nominal justificada, não sendo permitidas abstenções. 6. Das reuniões do júri são lavradas actas, das quais constam os votos de cada um dos seus membros e a respectiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns membros do júri. 7

8 Artigo 14º Prova Pública de Discussão da Dissertação 1. A dissertação é objecto de apresentação, apreciação e discussão pública pelo júri nomeado de acordo com o Artigo 15º deste regulamento. 2. As provas de defesa da dissertação têm a duração máxima de 90 minutos. O candidato deverá fazer uma apresentação no máximo, 15 minutos seguindose uma discussão onde poderão intervir todos os membros do júri. Nesta discussão o candidato deverá dispor de tempo idêntico ao utilizado pelos membros do júri. 3. Após discussão da dissertação, o júri reúne para apreciação e classificação da prova. A apreciação final da dissertação é expressa pelas designações de Aprovado ou Reprovado por votação nominal justificada não sendo permitidas abstenções. No caso da dissertação ter merecido aprovação, a sua classificação é a que resultar da média aritmética das classificações atribuídas por cada membro do júri na escala numérica de 10 a As alterações à dissertação propostas pelo júri deverão ser efectuadas pelo estudante e validadas pelo presidente do júri, devendo ser entregues 3 cópias da versão corrigida em papel e uma em suporte digital na serviços académicos da ESAS, no prazo máximo de 30 dias após a data da discussão. 5. Da reunião do júri é lavrada acta, da qual constam a classificação da dissertação, os votos de cada um dos membros do júri e a respectiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns desses membros. 6. O presidente do júri só assinará a acta após o cumprimento do estipulado no nº 5 deste artigo. Artigo 15º Concessão do grau de mestre O grau de mestre é conferido aos que, através da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do curso de mestrado e da aprovação no acto público de defesa da dissertação, do trabalho de projecto ou do relatório de estágio, tenham obtido o número de créditos fixado. Artigo 16º Classificação Final do Grau de Mestre ou do Curso de Pós-Graduação 1. Ao grau académico de mestre é atribuído uma classificação final, expressa no intervalo da escala numérica inteira de 0 a 20, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações. 8

9 2. A classificação final referida no número anterior corresponderá à média das classificações obtidas nas unidades curriculares do ciclo de estudos completo de 120 créditos ECTS, ponderada pelo número de créditos ECTS de cada unidade curricular de acordo com a fórmula seguinte i (CC i x ECTS i ) C M = em que: C M Classificação final do Mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais CC i Classificação de cada unidade curricular individual i, incluindo Estágio/Dissertação. ECTS i Número de créditos de cada unidade curricular individual i. 3. Aos estudantes que não realizarem o 2º ano, mas completarem com aproveitamento o 1º ano, será emitido um diploma de Pós-Graduação em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais. 4. A classificação obtida na Pós-Graduação, referida no nº 3 corresponderá à média das classificações obtidas nas unidades curriculares do 1º Ano do ciclo de estudos de 60 créditos ECTS, ponderada pelo número de créditos ECTS de cada unidade curricular de acordo com a fórmula seguinte i (UC i x ECTS i ) C PG = em que: C PG Classificação da Pós-Graduação em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais UC i Classificação de cada unidade curricular individual i ECTS i Número de créditos de cada unidade curricular individual i. Artigo 17º Titulação do Grau de Mestre 1. Do grau e diploma conferidos é lavrado registo subscrito pelo órgão legal e estatutariamente competente. 2. A titularidade do grau e diploma é comprovada por certidão do registo referido no número anterior, genericamente denominada diploma, e também, para os estudantes que o requeiram, por carta de curso. 9

10 3. A emissão de qualquer dos documentos a que se refere o n.º 2 é acompanhada da emissão de um suplemento ao diploma. 4. A carta de curso, acompanhada do suplemento ao diploma, será emitida no prazo de 180 dias após a sua requisição. 5. As certidões serão emitidas até 30 dias depois de requeridas. Artigo 18º Calendário Escolar O calendário escolar será definido anualmente pelos Conselhos Directivo e Pedagógico da instituição que organiza a edição do Curso, ouvida a Comissão. Artigo 19º Propinas O montante das propinas e respectivo regime de pagamento do Curso de Mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para fins Industriais será definido anualmente Conselho Directivo ou Director da ESAS, nos termos do Artigo 27º do Decreto- Lei nº 74/2006 de 24 de Março. Artigo 20º Regime de Prescrições O regime de prescrições do Curso de Mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais segue o estabelecido sobre a matéria na Lei nº37/2003, de 22 de Agosto. Artigo 21º Casos Omissos Os casos omissos do presente regulamento serão resolvidos pelo órgão científico da ESAS, ouvida a Comissão de Coordenação do Curso de Mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais. 10

MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações Públicas.

MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações Públicas. MESTRADOS REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DAS RELAÇÕES PÚBLICAS Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO ESPECÍFICO DO CURSO DE

Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO ESPECÍFICO DO CURSO DE Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO ESPECÍFICO DO CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA MECÂNICA E GESTÃO INDUSTRIAL 3ª edição 2011-2013 Nos termos do artigo 26.º

Leia mais

Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010

Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010 Reitoria RT-21/2010 Por proposta do Conselho Académico da Universidade do Minho, é homologado o Regulamento do Mestrado Integrado em Psicologia, anexo a este despacho. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro

Leia mais

Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências

Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM Tecnologia, Ciência e Segurança Alimentar Artigo 1º Concessão

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS SEGUNDOS CICLOS DE ESTUDO DO ISCIA

REGULAMENTO GERAL DOS SEGUNDOS CICLOS DE ESTUDO DO ISCIA REGULAMENTO GERAL DOS SEGUNDOS CICLOS DE ESTUDO DO ISCIA Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento desenvolve e complementa o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º 74/2006, de

Leia mais

Doutoramento em Saúde Pública

Doutoramento em Saúde Pública Doutoramento em Saúde Pública Normas regulamentares Artigo 1.º Criação do curso A Universidade Nova de Lisboa, através da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/UNL), em cumprimento do disposto no Decreto-Lei

Leia mais

REGULAMENTO DO 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA MECÂNICA NA FCT-UNL

REGULAMENTO DO 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA MECÂNICA NA FCT-UNL REGULAMENTO DO 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA MECÂNICA NA FCT-UNL PREÂMBULO O programa de doutoramento organiza, estrutura e explicita o percurso dos estudantes de doutoramento

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM SEGURANÇA ALIMENTAR

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM SEGURANÇA ALIMENTAR REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM SEGURANÇA ALIMENTAR Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 da Reitoria da Universidade Técnica de Lisboa, o Conselho

Leia mais

Regulamento do Curso de Mestrado em Gestão da Saúde. Artigo 1.º. Criação do curso

Regulamento do Curso de Mestrado em Gestão da Saúde. Artigo 1.º. Criação do curso Regulamento do Curso de Mestrado em Gestão da Saúde Artigo 1.º Criação do curso A Universidade Nova de Lisboa, através da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), concede o grau de Mestre em Gestão da

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E TECNOLOGIA DE SANTARÉM REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E TECNOLOGIA DE SANTARÉM REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE Aprovado reunião Conselho Científico de 3 de Dezembro de 2009 ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E TECNOLOGIA DE SANTARÉM REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE Artigo 1º Concessão do Grau

Leia mais

Universidade do Minho PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS INTEGRADO CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE

Universidade do Minho PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS INTEGRADO CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE Universidade do Minho PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS INTEGRADO CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM ENGENHARIA ELECTRÓNICA INDUSTRIAL E COMPUTADORES 1 Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação)

Leia mais

Regulamento dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre do Instituto Politécnico de Castelo Branco

Regulamento dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre do Instituto Politécnico de Castelo Branco Regulamento dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre do Instituto Politécnico de Castelo Branco Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento fixa as normas dos ciclos de estudos conducentes ao grau

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL. Artigo 1º. (Natureza e âmbito de aplicação)

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL. Artigo 1º. (Natureza e âmbito de aplicação) REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento dá cumprimento ao estabelecido no artº. 32º do Regulamento do Ciclo de Estudos

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. Regulamento do ciclo de estudos conducentes ao grau de mestre em Engenharia Química

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. Regulamento do ciclo de estudos conducentes ao grau de mestre em Engenharia Química Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Regulamento do ciclo de estudos conducentes ao grau de mestre em Engenharia Química Artigo 1º - Âmbito --------------------------------------- 1) O presente Regulamento

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM ANÁLISES CLÍNICAS E SAÚDE PÚBLICA ESPECIALIZAÇÃO DE HEMATOLOGIA E IMUNOLOGIA CLÍNICO LABORATORIAL. (Edição 2010 2012)

EDITAL MESTRADO EM ANÁLISES CLÍNICAS E SAÚDE PÚBLICA ESPECIALIZAÇÃO DE HEMATOLOGIA E IMUNOLOGIA CLÍNICO LABORATORIAL. (Edição 2010 2012) EDITAL MESTRADO EM ANÁLISES CLÍNICAS E SAÚDE PÚBLICA ESPECIALIZAÇÃO DE HEMATOLOGIA E IMUNOLOGIA CLÍNICO LABORATORIAL (Edição 2010 2012) Nos termos dos Decretos Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto

Leia mais

REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE

REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente regulamento dá cumprimento ao estabelecido no Decreto-Lei n.º 115/2013,

Leia mais

INUAF - INSTITUTO SUPERIOR DOM AFONSO III

INUAF - INSTITUTO SUPERIOR DOM AFONSO III Colégio de Pós Graduações Regulamento do Mestrado em Psicologia Clínica Artigo 1º O Instituto Superior Dom Afonso III (INUAF) confere o grau de Mestre em Psicologia Clínica. Artigo 2º Objectivos Gerais

Leia mais

LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS FOTOGRAFIA

LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS FOTOGRAFIA LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS FOTOGRAFIA NORMAS REGULAMENTARES Curso do 1.º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu. Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO TURÍSTICA

Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu. Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO TURÍSTICA Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO TURÍSTICA Nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de março,

Leia mais

MESTRADO EM AGRICULTURA BIOLÓGICA Edição

MESTRADO EM AGRICULTURA BIOLÓGICA Edição INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL (EDIÇÃO 2016-2018) Nos termos do Decreto-Lei nº42/2005, de 22 de fevereiro e do Decreto-Lei nº74/2006, de 24 de março, com as alterações que lhes foram introduzidas

Leia mais

Mestrado em Matemática e Aplicações

Mestrado em Matemática e Aplicações Regulamento de Mestrado em Matemática e Aplicações Departamento de Matemática Setembro de 2009 Mestrado em Matemática e Aplicações Normas Regulamentares Artigo 1º - Criação A Universidade Nova de Lisboa,

Leia mais

Regulamento do 1º ciclo de estudos da Universidade da Madeira

Regulamento do 1º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Regulamento do 1º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR. Departamento de Matemática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR. Departamento de Matemática UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Matemática Regulamento interno do 3º Ciclo de Estudos Conducentes à obtenção do Grau de Doutor em Matemática e Aplicações Artigo 1.º Criação A Universidade

Leia mais

Engenharia e Gestão da Água

Engenharia e Gestão da Água Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente CURSO DE MESTRADO EM Engenharia e Gestão da Água Normas Regulamentares Mestrado em Engenharia e Gestão da Água Normas Regulamentares Artigo 1.º Criação

Leia mais

LICENCIATURA EM TEATRO INTERPRETAÇÃO E ENCENAÇÃO

LICENCIATURA EM TEATRO INTERPRETAÇÃO E ENCENAÇÃO LICENCIATURA EM TEATRO INTERPRETAÇÃO E ENCENAÇÃO NORMAS REGULAMENTARES Curso do do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo

Leia mais

LICENCIATURA EM CINEMA E AUDIOVISUAL

LICENCIATURA EM CINEMA E AUDIOVISUAL LICENCIATURA EM CINEMA E AUDIOVISUAL NORMAS REGULAMENTARES Curso do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha, constante

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM VITICULTURA E ENOLOGIA

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM VITICULTURA E ENOLOGIA REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM VITICULTURA E ENOLOGIA Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº1487/2006 de 26 de Outubro, da Reitoria da Universidade

Leia mais

Regulamento. Pós Graduação e Mestrado em Segurança e Saúde do Trabalho

Regulamento. Pós Graduação e Mestrado em Segurança e Saúde do Trabalho Homologado por despacho do Sr. Presidente em 03/08/2012 (gestão documental) Regulamento Pós Graduação e Mestrado em Segurança e Saúde do Página 1 de 14 CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Enquadramento

Leia mais

Regulamento do Curso Pós-Graduado de Especialização em Endodontia

Regulamento do Curso Pós-Graduado de Especialização em Endodontia Regulamento do Curso Pós-Graduado de Especialização em Endodontia Artigo 1.º Âmbito de aplicação O presente regulamento aplica-se ao Curso Pós-Graduado de Especialização em Endodontia, curso não conferente

Leia mais

Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre em Energia e Bioenergia. Normas regulamentares

Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre em Energia e Bioenergia. Normas regulamentares Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre em Energia e Bioenergia Normas regulamentares Preâmbulo O regulamento do Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre em Energia e Bioenergia da FCT-UNL organiza,

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM Regulamento da PGDEEC 0 Departamento Engenharia Electrotécnica e de Computadores REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES (PDEEC) Departamento de Engenharia

Leia mais

DESPACHO N.º GR.02/06/2014. Alteração do regulamento geral dos segundos ciclos de estudos da Universidade do Porto

DESPACHO N.º GR.02/06/2014. Alteração do regulamento geral dos segundos ciclos de estudos da Universidade do Porto DESPACHO N.º GR.02/06/2014 Alteração do regulamento geral dos segundos ciclos de estudos da Universidade do Porto No uso da competência que me é consagrada na alínea o) do nº 1 do artigo 40º dos estatutos

Leia mais

Regulamento das Unidades Curriculares de Dissertação dos Mestrados Integrados Lecionadas no Departamento de Engenharia Civil

Regulamento das Unidades Curriculares de Dissertação dos Mestrados Integrados Lecionadas no Departamento de Engenharia Civil Regulamento das Unidades Curriculares de Dissertação dos Mestrados Integrados Lecionadas no Departamento de Engenharia Civil 1. Condições de Inscrição a) Os estudantes para se inscreverem à Dissertação,

Leia mais

REGULAMENTO DO MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA (MIARQ) da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

REGULAMENTO DO MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA (MIARQ) da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto REGULAMENTO DO MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA (MIARQ) da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar

Leia mais

Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa. Regulamento do Programa de Doutoramento em Ciência e Engenharia de Materiais

Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa. Regulamento do Programa de Doutoramento em Ciência e Engenharia de Materiais Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa Regulamento do Programa de Doutoramento em Ciência e Engenharia de Materiais PREÂMBULO No cumprimento da sua missão, a Faculdade de Ciências

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA INFORMÁTICA PELA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Cláusula 1ª. Área de especialização

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA INFORMÁTICA PELA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Cláusula 1ª. Área de especialização REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA INFORMÁTICA PELA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Cláusula 1ª Área de especialização A Universidade do Porto, através da Faculdade de Engenharia,

Leia mais

Instituto Politécnico de Bragança. Normas Regulamentares dos Mestrados

Instituto Politécnico de Bragança. Normas Regulamentares dos Mestrados Instituto Politécnico de Bragança Nos termos do Capítulo III do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, a Instituto Politécnico de Bragança (IPB) confere o grau de Mestre aos estudantes que frequentem

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 1.º

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 1.º REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 1.º APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE CRIAÇÃO OU RENOVAÇÃO DE CURSOS DE MESTRADO 1. As propostas de criação ou renovação de

Leia mais

REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO PELA UNIVERSIDADE DO PORTO

REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO PELA UNIVERSIDADE DO PORTO REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO PELA UNIVERSIDADE DO PORTO (DR, II Série, nº 94, 22 de Abril de 1993, com as alterações introduzidas pela Resolução nº 19/SC/SG/95 - DR, II Série, nº 169, de 24 de Julho de

Leia mais

Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso

Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso 1. Introdução O presente regulamento refere-se ao Estágio e Projecto Individual, previsto nos planos curriculares dos cursos de licenciatura da Escola Superior

Leia mais

Regulamento Geral de Exames

Regulamento Geral de Exames Versão: 01 Data: 14/07/2009 Elaborado: Verificado: Aprovado: RG-PR12-07 Vice-Presidente do IPB Presidentes dos Conselhos Científicos das Escolas do IPB GPGQ Vice-Presidente do IPB Presidentes dos Conselhos

Leia mais

7. Regulamento de unidades curriculares de dissertação

7. Regulamento de unidades curriculares de dissertação 7. Regulamento de unidades curriculares de dissertação 1. Preâmbulo De acordo com o estipulado no artigo 20 do Decreto-Lei n 74/2006 de 24 de março, na versão republicada pelo Decreto de Lei nº 115/2013

Leia mais

IDIRETORI Despacho D-23/ Âmbito de aplicação

IDIRETORI Despacho D-23/ Âmbito de aplicação U LISBOA / -- IDIRETORI Despacho D-23/2015 Por decisão do Conselho Científico da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de, na sua reunião de 1 de julho de 2015, deliberou, por unanimidade, alterar

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Ciências do Desporto

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Ciências do Desporto UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Ciências do Desporto REGULAMENTO DO 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE DOUTOR EM CIÊNCIAS DO DESPORTO Artigo 1.º Criação 1. A Universidade da Beira

Leia mais

Normas Regulamentares do Mestrado em Ciências da Educação, área de especialização em Educação Especial

Normas Regulamentares do Mestrado em Ciências da Educação, área de especialização em Educação Especial Normas Regulamentares do Mestrado em Ciências da Educação, área de especialização em Educação Especial Artigo 1.º Regras sobre a admissão no ciclo de estudos, em especial as condições de natureza académica

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA CIVIL (PRODEC)

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA CIVIL (PRODEC) REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA CIVIL (PRODEC) Objectivos Como definido no Decreto-Lei nº 74/2006, o grau de doutor é conferido aos que demonstrem: Capacidade de compreensão sistemática

Leia mais

Regulamento do Mestrado em ENGENHARIA DA SOLDADURA

Regulamento do Mestrado em ENGENHARIA DA SOLDADURA Regulamento do Mestrado em ENGENHARIA DA SOLDADURA Dezembro de 2008 MESTRADO EM ENGENHARIA DA SOLDADURA Regulamento PREÂMBULO O regulamento do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PLANEAMENTO AMBIENTAL

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PLANEAMENTO AMBIENTAL UNIVERSIDADE DOS AÇORES REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PLANEAMENTO AMBIENTAL Art.º 1.º Âmbito O Curso de Mestrado em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental,

Leia mais

REGULAMENTO Artigo 1.º Criação do curso Artigo 2.º Objectivos Artigo 3.º Condições de acesso Artigo 4.º Critérios de selecção

REGULAMENTO Artigo 1.º Criação do curso Artigo 2.º Objectivos Artigo 3.º Condições de acesso Artigo 4.º Critérios de selecção REGULAMENTO Artigo 1.º Criação do curso A Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) e a Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho (EEGUM), através do seu Departamento de Economia,

Leia mais

ANTEPROJECTO DE DECRETO-LEI Graus académicos e diplomas do ensino superior

ANTEPROJECTO DE DECRETO-LEI Graus académicos e diplomas do ensino superior ANTEPROJECTO DE DECRETO-LEI Graus académicos e diplomas do ensino superior O Programa do XVII Governo estabeleceu como um dos objectivos essenciais da política para o ensino superior, no período 2005-2009,

Leia mais

Escola Superior de Educação João de Deus

Escola Superior de Educação João de Deus REGULAMENTO DO 2.º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Artigo 1.º Objetivos Os objetivos dos cursos de Mestrado (2.º ciclo), da Escola Superior de Educação João de Deus

Leia mais

Assim, o regulamento de provas de Agregação da Universidade Católica Portuguesa rege-se pelas seguintes normas:

Assim, o regulamento de provas de Agregação da Universidade Católica Portuguesa rege-se pelas seguintes normas: DESPACHO NR/R/0094/2008 ASSUNTO: Regulamento de provas de agregação Na sequência da publicação do Decreto-Lei nº 239/2007, de 19 de Junho e ao fim de alguns meses de aplicação na UCP, considerou-se conveniente

Leia mais

MESTRADO EM ENGENHARIA DO AMBIENTE E URBANISMO REGULAMENTO. CAPÍTULO I Estrutura. Artº 1º (Natureza, Objectivo e Perfil do Mestre)

MESTRADO EM ENGENHARIA DO AMBIENTE E URBANISMO REGULAMENTO. CAPÍTULO I Estrutura. Artº 1º (Natureza, Objectivo e Perfil do Mestre) UNIVERSIDADE CAT ÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE ENGENHARIA MESTRADO EM ENGENHARIA DO AMBIENTE E URBANISMO REGULAMENTO CAPÍTULO I Estrutura Artº 1º (Natureza, Objectivo e Perfil do Mestre) 1. A Universidade

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º de Dezembro de

Diário da República, 2.ª série N.º de Dezembro de Diário da República, 2.ª série N.º 232 5 de Dezembro de 2011 47575 Artigo 24.º Disposições transitórias Os alunos anteriormente inscritos transitam para o plano de estudos presentemente publicado de acordo

Leia mais

Artigo 1.º. Enquadramento jurídico

Artigo 1.º. Enquadramento jurídico Regulamentos Regulamento geral de ciclos de Mestrado Integrado da U.Porto Secção Permanente do Senado em 28 de Setembro de 2006 1ª Alteração em 14 de Maio de 2008 2ª Alteração em 9 de Julho de 2008 Artigo

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-DOUTORAMENTO NO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO. Artigo 1º (âmbito)

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-DOUTORAMENTO NO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO. Artigo 1º (âmbito) REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-DOUTORAMENTO NO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO Preâmbulo Tem vindo a aumentar o número de candidatos, especialmente estrangeiros, que pretendem realizar estudos

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL ESPECIALIZAÇÃO EM CONSTRUÇÃO URBANA

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL ESPECIALIZAÇÃO EM CONSTRUÇÃO URBANA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL ESPECIALIZAÇÃO EM CONSTRUÇÃO URBANA Edição 2016-2018 Nos termos do Decreto -Lei n.º 42/2005,

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO. (edição )

EDITAL MESTRADO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO. (edição ) EDITAL MESTRADO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO (edição 2016-) Nos termos do Decreto-Lei n.º 42/2005, de 22 de fevereiro, do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de março, com as alterações introduzidas pelo

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL

EDITAL MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL () Nos termos do Decreto-Lei n.º42/2005, de 22 de fevereiro, e do Decreto-Lei n.º74/2006, de 24 de março, com as alterações que lhes

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO APROVADO 14 de Fevereiro de 2011 O Presidente, (Paulo Parente) ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA Artigo 1.º Objecto e âmbito 1) O presente Regulamento

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM BIOTECNOLOGIA

EDITAL MESTRADO EM BIOTECNOLOGIA INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL MESTRADO EM BIOTECNOLOGIA (EDIÇÃO 2013-2015) Nos termos do Decreto-Lei nº42/2005, de 22 de fevereiro, e do Decreto-Lei nº74/2006, de 24 de março, com as alterações

Leia mais

(Preâmbulo) Artigo 1.º Objecto e âmbito

(Preâmbulo) Artigo 1.º Objecto e âmbito Instituto Politécnico de Bragança Regulamento dos regimes de mudança de curso, transferência e de reingresso no ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado (Preâmbulo) A legislação decorrente da

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM INFORMÁTICA E SISTEMAS.

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM INFORMÁTICA E SISTEMAS. INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM INFORMÁTICA E SISTEMAS Edição 2016-2018 Nos termos do Decreto -Lei n.º 42/2005, de pelo 22 de Fevereiro,

Leia mais

REGULAMENTO. Unidade curricular Dissertação de Mestrado do 2º Ciclo de Estudos do Mestrado em Engenharia de Materiais

REGULAMENTO. Unidade curricular Dissertação de Mestrado do 2º Ciclo de Estudos do Mestrado em Engenharia de Materiais REGULAMENTO DA Unidade curricular Dissertação de Mestrado do 2º Ciclo de Estudos do Mestrado em Engenharia de Materiais Aprovado pela Comissão Científica de Curso Mestrado em Engenharia de Materiais 1

Leia mais

Faculdade de Desporto da Universidade do Porto FAD[UP. Regulamento do Primeiro Ciclo de Estudos em Ciências do Desporto

Faculdade de Desporto da Universidade do Porto FAD[UP. Regulamento do Primeiro Ciclo de Estudos em Ciências do Desporto Faculdade 1 ciclo de estudos em Ciências do Desporto Faculdade de Desporto da Universidade do Porto 1 ciclo de estudos em Ciências do Desporto FAD[UP de Desporto da Universidade do Porto Regulamento do

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE. (Edição )

EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE. (Edição ) EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE (Edição 2010-2012) Nos termos dos Decretos-Lei nº /2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/200, de 24 de Março, com as alterações

Leia mais

Regulamento dos regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no ano lectivo de 2009/2010

Regulamento dos regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no ano lectivo de 2009/2010 Regulamento dos regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no ano lectivo de 2009/2010 Nos termos do artigo 10.º do Regulamento dos Regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso

Leia mais

AOS NOVOS. b. Os outros casos enquadram-se no novo regime de acesso ao ensino superior para os maiores de 23 anos.

AOS NOVOS. b. Os outros casos enquadram-se no novo regime de acesso ao ensino superior para os maiores de 23 anos. PEDIDOS DE EQUIPARAÇÃO OU EQUIVALÊNCIA AOS NOVOS PLANOS DE ESTUDO E TÍTULOS ACADÉMICOS EM TEOLOGIA E CIÊNCIAS RELIGIOSAS 1. Cursos Básicos de Teologia O Mapa em anexo ao Despacho Normativo n.º 6-A/90,

Leia mais

Normas regulamentares Mestrado em Estética e Estudos Artísticos. Preâmbulo

Normas regulamentares Mestrado em Estética e Estudos Artísticos. Preâmbulo Aprovado em reunião de Conselho Científico da FCSH do dia 25 de Novembro de 2016. Normas regulamentares Mestrado em Estética e Estudos Artísticos Preâmbulo A Universidade Nova de Lisboa (UNL), através

Leia mais

MESTRADO EM SEGURANÇA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTO. CAPÍTULO I Estrutura. Artº 1º (Natureza, Objectivo e Perfil do Mestre)

MESTRADO EM SEGURANÇA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTO. CAPÍTULO I Estrutura. Artº 1º (Natureza, Objectivo e Perfil do Mestre) UNIVERSIDADE CAT ÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE ENGENHARIA MESTRADO EM SEGURANÇA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTO CAPÍTULO I Estrutura Artº 1º (Natureza, Objectivo e Perfil do Mestre) 1. A Universidade

Leia mais

Ano letivo 2015/2016

Ano letivo 2015/2016 EDITAL CONCURSO DE ACESSO AO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO DO TURISMO, DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO CÁVADO E DO AVE E DO INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO

Leia mais

EDITAL. MESTRADO EM ENSINO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO (Edição 2012/2014)

EDITAL. MESTRADO EM ENSINO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO (Edição 2012/2014) 1/9 EDITAL MESTRADO EM ENSINO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO (Edição 2012/2014) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de março, com as alterações

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º de agosto de Centro de Recursos Comuns e Serviços Partilhados. Faculdade de Medicina

Diário da República, 2.ª série N.º de agosto de Centro de Recursos Comuns e Serviços Partilhados. Faculdade de Medicina Diário da República, 2.ª série N.º 152 7 de agosto de 2012 27639 Centro de Recursos Comuns e Serviços Partilhados Aviso n.º 10591/2012 1 Ao abrigo do disposto nos artigos 29.º, n.º 3, e 30.º, números 1

Leia mais

Mestrado em Educação Pré-Escolar

Mestrado em Educação Pré-Escolar ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO Mestrado em Educação Pré-Escolar 24-06-2014 Instituto Politécnico de Setúbal Última atualização: 12/11/2013 Pág. 1 de 5 Mestrado em Educação Pré-Escolar 1. ENQUADRAMENTO DO

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO REGULAMENTO INTERNO DE ATRIBUIÇÃO DE EQUIVALÊNCIA DE HABILITAÇÕES ESTRANGEIRAS AO GRAU DE LICENCIADO EM ENFERMAGEM (De acordo com o Decreto-Lei nº 283/83, de 21 de

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM AUDIOLOGIA (edição )

EDITAL MESTRADO EM AUDIOLOGIA (edição ) EDITAL MESTRADO EM AUDIOLOGIA (edição -) Nos termos do Decreto-Lei n.º 42/2005, de 22 de fevereiro, do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de março, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 107/2008

Leia mais

Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos. I. Disposições Gerais. Artigo 1º.

Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos. I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos I. Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) 1. O presente Regulamento rege a mobilidade internacional de estudantes

Leia mais

DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA CENTRO REGIONAL DAS BEIRAS DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO Regulamento 1º CRIAÇÃO E OBJECTIVOS 1. A Universidade Católica Portuguesa, através da Faculdade de Educação

Leia mais

REGULAMENTO do 2º. Ciclo. «Mestrado em Comunicação Integrada» Artigo 1º. PRINCIPAIS OBJECTIVOS

REGULAMENTO do 2º. Ciclo. «Mestrado em Comunicação Integrada» Artigo 1º. PRINCIPAIS OBJECTIVOS REGULAMENTO do 2º. Ciclo «Mestrado em Comunicação Integrada» Artigo 1º. PRINCIPAIS OBJECTIVOS 1. O Curso de 2º Ciclo/Mestrado em Comunicação Integrada, do Instituto Superior de Novas Profissões tem por

Leia mais

REGULAMENTO Unidade curricular Dissertação de Mestrado do 2º Ciclo de Estudos Integrados em Engenharia Mecânica

REGULAMENTO Unidade curricular Dissertação de Mestrado do 2º Ciclo de Estudos Integrados em Engenharia Mecânica REGULAMENTO da Unidade curricular Dissertação de Mestrado do 2º Ciclo de Estudos Integrados em Engenharia Mecânica Aprovado pela Comissão Científica de Curso Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Ano

Leia mais

PEDIDOS DE VAGAS E FUNCIONAMENTO DOS CICLOS DE ESTUDOS ANO LECTIVO 2015/2016

PEDIDOS DE VAGAS E FUNCIONAMENTO DOS CICLOS DE ESTUDOS ANO LECTIVO 2015/2016 PEDIDOS DE VAGAS E FUNCIONAMENTO DOS CICLOS DE ESTUDOS ANO LECTIVO 2015/2016 Sendo a transparência dos processos de candidatura e recrutamento de estudantes um dos elementos constituintes do sistema interno

Leia mais

01 de abril de 2016 Republicação

01 de abril de 2016 Republicação Regulamento Geral dos Regimes de Reingresso e de Mudança de Par Instituição / Curso no Ensino Superior e do Concurso Especial de Acesso para Titulares de Cursos Superiores 2016 01 de abril de 2016 Republicação

Leia mais

Normas regulamentares Mestrado em Didática do Inglês. Preâmbulo

Normas regulamentares Mestrado em Didática do Inglês. Preâmbulo Normas regulamentares Mestrado em Didática do Inglês Aprovado em reunião de Conselho Científico da FCSH do dia 25 de Novembro de 2016. Preâmbulo A Universidade Nova de Lisboa (UNL/NOVA), através da Faculdade

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM ECOTURISMO. (Edição )

EDITAL MESTRADO EM ECOTURISMO. (Edição ) INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL MESTRADO EM ECOTURISMO () Nos termos do Decreto-Lei nº42/2005, de 22 de fevereiro, e do Decreto-Lei nº74/2006, de 24 de março, com as alterações que lhes foram introduzidas

Leia mais

REGULAMENTO PARA CREDITAÇÃO DE FORMAÇÕES ANTERIORMENTE OBTIDAS INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA

REGULAMENTO PARA CREDITAÇÃO DE FORMAÇÕES ANTERIORMENTE OBTIDAS INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA REGULAMENTO PARA CREDITAÇÃO DE FORMAÇÕES ANTERIORMENTE OBTIDAS INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA Artigo 1.º Âmbito 1. O presente regulamento define os princípios e estabelece as normas a seguir no Instituto

Leia mais

18454 Diário da República, 2.ª série N.º 69 9 de Abril de 2010

18454 Diário da República, 2.ª série N.º 69 9 de Abril de 2010 18454 Diário da República, 2.ª série N.º 69 9 de Abril de 2010 Artigo 13.º Regras sobre a apresentação e entrega da dissertação e sua apreciação 1) A dissertação de Mestrado deve ser entregue até o último

Leia mais

NORMAS REGULAMENTARES MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITETURA E URBANISMO

NORMAS REGULAMENTARES MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITETURA E URBANISMO PREÂMBULO As presentes Normas Regulamentares visam dar cumprimento ao Artigo 14.º e ao Artigo 26.º do Decreto-Lei nº74/2006, de 24 de Março. Distinta informação relativa a matérias mencionadas nas presentes

Leia mais

DESPACHO Nº 60/VR/DC/2016

DESPACHO Nº 60/VR/DC/2016 DESPACHO Nº 60/VR/DC/2016 MESTRADO EM GESTÃO / MBA Sob proposta do Conselho Científico e ao abrigo do disposto nos Decretos-Leis n.º 42/2005 de 22 de fevereiro e n.º 74/2006 de 24 de março, alterado pelos

Leia mais

Regulamentos REGULAMENTO GERAL DOS CICLOS DE ESTUDOS INTEGRADOS DE MESTRADO DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Enquadramento jurídico. Âmbito de aplicação

Regulamentos REGULAMENTO GERAL DOS CICLOS DE ESTUDOS INTEGRADOS DE MESTRADO DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Enquadramento jurídico. Âmbito de aplicação 4/ Regulamentos REGULMENT GERL DS CICLS DE ESTUDS INTEGRDS DE MESTRD D UNIVERSIDDE D PRT provado pelo despacho reitoral GR.05/11/2009, de 24 de novembro de 2009, com as correções introduzidas pelo despacho

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO DE ACEITAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA QUALIDADE DE ESPECIALISTA DE RECONHECIDA EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL

REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO DE ACEITAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA QUALIDADE DE ESPECIALISTA DE RECONHECIDA EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO DE ACEITAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA QUALIDADE DE ESPECIALISTA DE RECONHECIDA EXPERIÊNCIA E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL Convindo regular o procedimento tendente à aceitação e confirmação

Leia mais

Regulamento do Aluno Extraordinário

Regulamento do Aluno Extraordinário Regulamento do Aluno Extraordinário Conselho Científico (Deliberação CC-32/2007, de 20 de dezembro) 05 03 2012 01 ARTIGO 1º (ÂMBITO) 1- Consideram-se alunos regulares os alunos matriculados e inscritos

Leia mais

Aviso de Abertura das Candidaturas à Pós-Graduação em Educação Musical Madeira Funchal 3ª FASE. 18 de Julho a 26 de Agosto de 2011

Aviso de Abertura das Candidaturas à Pós-Graduação em Educação Musical Madeira Funchal 3ª FASE. 18 de Julho a 26 de Agosto de 2011 Aviso de Abertura das Candidaturas à Pós-Graduação em Educação Musical Madeira Funchal 3ª FASE 18 de Julho a 26 de Agosto de 2011 1. Introdução A presente proposta refere-se a uma pós-graduação de 60 créditos

Leia mais

Formação Pós-Graduada Cursos de Especialização e Cursos de Formação Avançada. Preâmbulo

Formação Pós-Graduada Cursos de Especialização e Cursos de Formação Avançada. Preâmbulo Formação Pós-Graduada Cursos de Especialização e Cursos de Formação Avançada Preâmbulo Considerando que, nos termos do nº 1 do artigo 15º da Lei de Bases do Sistema Educativo, Lei nº 46/86, de 14 de Outubro,

Leia mais

DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR. Universidade do Minho Escola Superior de Enfermagem

DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR. Universidade do Minho Escola Superior de Enfermagem Universidade do Minho Escola Superior de Enfermagem DOSSIER DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR BRAGA, 2006 1 PEDIDO DO REGISTO DE CRIAÇÃO DO CURSO DE PÓS LICENCIATURA DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM DE

Leia mais

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA. Capítulo I Regime de Funcionamento. Artigo 1.º Âmbito

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA. Capítulo I Regime de Funcionamento. Artigo 1.º Âmbito REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA Capítulo I Regime de Funcionamento Artigo 1.º Âmbito 1 O presente Regulamento Interno de Frequência aplica-se aos cursos conferentes de graus académicos e diplomas do ensino superior

Leia mais

Doutoramento em Economia

Doutoramento em Economia Doutoramento em Economia 2010/2011 O Programa O Programa de Doutoramento em Economia tem como objectivo central proporcionar formação que permita o acesso a actividades profissionais de elevada exigência

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO

PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO Normas regulamentares Artigo 1.º Grau A Escola Superior Artística do Porto confere a Pós-Graduação em Arte em Espaço Público. Artigo 2.º Objectivos do curso 1. A

Leia mais

Assunto: Projeto de Regulamento para Atribuição do Grau de Mestre da Universidade da Beira Interior

Assunto: Projeto de Regulamento para Atribuição do Grau de Mestre da Universidade da Beira Interior Assunto: Projeto de Regulamento para Atribuição do Grau de Mestre da Universidade da Beira Interior Foi elaborado o Projeto de Regulamento para Atribuição do Grau de Mestre da Universidade da Beira Interior,

Leia mais

Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP)

Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP) Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP) Setembro de 2016 1 Índice Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho dos CTesP da Escola Superior

Leia mais

REGULAMENTO PARA A FREQUÊNCIA DE UNIDADES CURRICULARES ISOLADAS NA ESTBARREIRO/IPS

REGULAMENTO PARA A FREQUÊNCIA DE UNIDADES CURRICULARES ISOLADAS NA ESTBARREIRO/IPS REGULAMENTO PARA A FREQUÊNCIA DE UNIDADES CURRICULARES ISOLADAS NA ESTBARREIRO/IPS (Documento aprovado na 7ª Reunião do Conselho Técnico-Científico da ESTBarreiro/IPS, de 20 de Outubro de 2010) CAPÍTULO

Leia mais