Família modelo de uma sociedade justa

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1 y(7hb5g3*qltkks( +,!z!/!$!{! Preço 1,00. Número atrasado 2,00 L O S S E RVATOR E ROMANO EDIÇÃO SEMANAL Unicuique suum EM PORTUGUÊS Non praevalebunt Ano XLVI, número 28 (2.371) Cidade do Vaticano Quinta-feira 9 de Julho de 2015 No Equador o Papa Francisco indicou o caminho para passar da competição para a solidariedade Família modelo de uma sociedade justa O mundo é um empréstimo recebido das gerações vindouras às quais devemos restituí-lo melhorado Como em casa GI O VA N N I MARIA VIAN Um encontro com o clero, as religiosas, os religiosos e os seminaristas conclui a visita papal ao Equador, três dias em que o Pontífice se sentiu em casa. Foi ele mesmo quem o afirmou na admirável igreja de São Francisco, coração barroco de Quito, logo após ter recebido as chaves da capital. No antigo edifício sagrado está visivelmente condensado disse o Papa aos representantes da sociedade civil um amplo diálogo da história do país, tecida de sucessos e erros, mas este amalgamado «irradia muita exuberância», a ponto de permitir que se olhe para o futuro com esperança. O mesmo olhar lúcido e ao mesmo tempo positivo uniu todos os encontros de um dia que teve início com um longo e afectuoso encontro com os bispos do Equador, pouco antes da missa para a evangelização dos povos no enorme parque intitulado ao Bicentenário da independência. Ambas foram ocasiões que confirmaram que o aspecto mais característico de Bergoglio é a dimensão missionária, resumida eficazmente naquela alegria de anunciar o Evangelho que deu o nome ao primeiro grande documento do pontificado. Falando a quase um milhão de fiéis, o Papa desenhou uma visão unitária e concreta do desafio que os cristãos têm diante de si. Num mundo ferido pelo pecado que se manifesta nas guerras, na violência, no individualismo, nos egoísmos a resposta deve assumir a difícil carga da unidade com a «proposta de reconhecer o outro, curar as feridas, construir CO N T I N UA NA PÁGINA 8 Começou pelos Andes a visita de Francisco à América Latina. Em particular, pela Mitad del mundo: os cartazes estradais e os mapas turísticos de Quito indicam que por estes lados passa a linha do Equador. E foi por aqui que Francisco quis iniciar a viagem mais longa do pontificado. O Equador, portanto, foi a primeira meta da viagem que fará etapa também na Bolívia e no Paraguai. Na conclusão do terceiro dia o Papa indicou, aos membros da sociedade civil do Equador com os quais se encontrou na tarde de terça-feira 7 de Julho, que o modelo é a família, lugar onde as relações humanas não se baseiam «na competição que produz descarte» mas na gratuitidade, na solidariedade e na subsidiariedade. Anteriormente, Francisco encontrou-se com os representantes do mundo da escola e da universidade, aos quais dirigiu um apelo em prol Discurso à Renovação no Espírito Santo Compromisso pela unidade dos cristãos Um encorajamento a trabalhar pela «busca da unidade do corpo de Cristo» e um convite a viver as responsabilidades como serviço foram dirigidos pelo Papa aos pertencentes à Renovação no Espírito Santo reunidos a 3 de Julho, em São Pedro, por ocasião da trigésima oitava convocação nacional. Recordando que «o Espírito Santo sopra onde quer, quando quer e como quer», o Pontífice recomendou aos presentes que vivam a «unidade na diversidade e na variedade que é o próprio Jesus». Depois advertiu os lideres da tentação de «se considerarem indispensáveis» e «insubstituíveis»: trata-se de uma tentação que «vem do demónio», o qual «os leva a desejar ser aqueles que mandam, que estão no centro e assim, passo a passo, escorregam no autoritarismo, no personalismo e não deixam que as comunidades vivam renovadas no Espírito». PÁGINA 2 E 3 O Papa na América Latina numa entrevista ao cardeal Parolin A viagem mais longa PÁGINA 12 da criação, com a recomendação de conjugar sempre a tutela do meio ambiente natural com a defesa do ambiente humano. Um apelo que ressoou também de manhã, durante a missa no parque do Bicentenário em Quito, com o convite a dar vida a uma evangelização capaz de transformar o mundo com a sua força «re v o l u c i o n á r i a». E sempre a família esteve no centro do segundo dia do Papa no Equador. Um «grande recurso social» definiu-a o Pontífice falando a uma multidão de pessoas na esplanada do parque de Los Samanes em Guayaquil onde presidiu à missa na manhã de segunda-feira 6 de Julho e recordando o seu papel insubstituível na sociedade. Daqui o apelo a apoiá-la garantindo-lhe ajudas e serviço. Que não são especificou Francisco uma espécie de «esmola», mas uma verdadeira «dívida social» em relação a uma instituição que «contribui de forma significativa para o bem comum». A família frisou ainda constitui uma «igreja doméstica» onde se aprende o estilo do amor e do serviço, e onde se transmite todos os dias a ternura e a misericórdia. O Papa convidou a amadurecer um verdadeiro discernimento espiritual para identificar soluções concretas para os desafios que a família está chamada a enfrentar. Com a certeza de que mesmo aquilo parece «impuro» ou provoca escândalo e medo pode ser transformado por Deus num «milagre». Ao chegar ao Equador, o Pontífice tinha realçado que se encontram no Evangelho as chaves para enfrentar «os desafios actuais» e para construir «um futuro melhor para todos». No discurso pronunciado durante a cerimónia de boas-vindas no aeroporto internacional de Quito na tarde de domingo 5 de Julho o Pontífice garantiu ao presidente Correa a colaboração da Igreja na construção de uma sociedade baseada no respeito das diferenças, no diálogo e na participação de todos na vida do país, com uma atenção particular às camadas mais pobres e às minorias marginalizadas. Desde os primeiros momentos passados no Equador o Papa experimentou o entusiasmo arrebatador da população, que se estreitou em volta dele ao longo de todo o percurso do aeroporto até à nunciatura apostólica de Quito a residência onde Francisco ficou o resto do dia e que se preparava para participar na missa programada para a manhã de segunda-feira, dia 6, no parque de Los Samanes, em Guayaquil. Depois do almoço com a comunidade do colégio jesuíta Javier, à tarde o Pontífice regressou à capital equatoriana para se encontrar com o presidente da República e para visitar a catedral da cidade. Publicamos nas páginas 5 a 11 os discursos pronunciados pelo Papa nos primeiros três dias de viagem.

2 página 2 L OSSERVATORE ROMANO quinta-feira 9 de Julho de 2015, número 28 Aos membros da Renovação no Espírito Santo o Papa recomendou o compromisso pela unidade dos cristãos Quem somos nós para nos dividirmos? Não existem líderes para sempre: se o serviço se torna poder decai na vaidade e nos negócios Um encorajamento a trabalhar pela «busca da unidade do corpo de Cristo» e um convite a viver as responsabilidades como serviço foram dirigidos pelo Papa Francisco aos pertencentes à Renovação no Espírito Santo reunidos na tarde de sexta-feira, 3 de Julho, na praça de São Pedro. Caríssimos irmãos e irmãs! Boa tarde e sede bem-vindos. Também a água seja bem-vinda porque foi o Senhor que a fez. Aprecio muito a resposta que destes ao convite que vos fiz no mês de Janeiro para nos encontrarmos aqui na praça de São Pedro. Obrigado por esta entusiasta e calorosa resposta. No ano passado no estádio partilhei com todos os presentes algumas reflexões que hoje gostaria de recordar, porque é sempre bom recordar, a memória: a identidade da Renovação carismática católica, da qual nasceu a associação Renovação no Espírito. Fá-lo-ei com as palavras do Cardeal Léon-Joseph Suenens, grande protector da Renovação carismática, tal como a descreve no segundo livro das suas memórias. Antes de tudo, neste lugar ele recorda a extraordinária figura de uma mulher que fez tanto no início da Renovação carismática, era a sua colaboradora que gozava também da confiança e do afecto do Papa Paulo VI. Refiro-me a Veronica O Brien: foi ela quem pediu ao Cardeal para ir aos Estados Unidos a fim de observar o que estava a acontecer, para ver com os seus olhos aquilo que ela considerava obra do Espírito Santo. Foi então que o Cardeal Suenens conheceu a Renovação carismática, que definiu um «fluxo de graça», e foi a pessoachave para a manter na Igreja. O Papa Paulo VI na Missa de segundafeira de Pentecostes de 1975 agradeceu-lhe com as seguintes palavras: «Em nome do Senhor agradeço-lhe por ter conduzido a Renovação carismática ao centro da Igreja». Não é uma novidade de há alguns anos, a Renovação carismática tem esta longa história e na homilia daquela mesma Missa o Cardeal disse: «Possa a Renovação carismática desaparecer como tal e transformar-se numa graça de Pentecostes para toda a Igreja: para ser fiel à sua origem, o rio deve perder-se no oceano». O rio deve perder-se no oceano. Sim, se o rio não escorre a água apodrece; se a Renovação, esta corrente de graça não acabar no oceano de Deus, no amor de Deus, trabalha para si mesma e isto não é de Jesus Cristo, isto é do maligno, do pai da mentira. A Renovação vai, vem de Deus e vai para Deus. O Papa Paulo VI abençoou isto. O Cardeal prosseguiu dizendo: «O dores humanos suscitou a corrente de graça em Homens e mulheres renovados que, depois de terem recebido a graça do Baptismo no Espírito, como fruto desta graça deram vida a associações, comunidades de aliança, escolas de formação, escolas de evangelização, congregações religiosas, comunidades ecuménicas, comunidades de ajuda aos pobres e necessitados. Eu mesmo fui à comunidade de Kkottongnae, durante a minha viagem à Coreia, e também a visitei nas Filipinas. Esta corrente de graça tem dois organismos internacionais reconhecidos pela Santa Sé que estão ao primeiro erro que se deve evitar é incluir a Renovação carismática na categoria de movimento. Não é um movimento específico, a Renovação não é um movimento no sentido sociológico comum, não tem fundadores, não é homogéneo e inclui uma grande variedade de realidades, é uma corrente de graça, um sopro renovador do Espírito para todos os membros da Igreja, leigos, religiosos, sacerdotes e bispos. É um desafio para todos nós. Não fazemos parte da Renovação, ao contrário é a Renovação que se torna parte de nós, sob condição de que aceitemos a graça que nos oferece». Neste ponto o Cardeal Suenens fala da obra soberana do Espírito, que sem fundaseu serviço e ao serviço de todas as suas expressões no mundo inteiro: «ICCRIS» e «Fraternidade católica». Eis um pouco a história, a raiz. No ano passado no estádio falei também da unidade na diversidade. Dei o exemplo da orquestra. Na Evangelii gaudium falei da esfera e do poliedro. Não é suficiente falar de unidade, não é uma unidade qualquer. Não é uniformidade. Dito deste modo pode ser compreendida como a unidade de uma esfera na qual cada ponto é equidistante do centro e não há diferenças entre um pontoeoutro.o modeloéopoliedro, que reflecte a confluência de todas as partes que nele mantêm a sua originalidade e estes são os carismas, na unidade mantendo a própria diversidade. Unidade na diversidade. A distinção é importante porque estamos a falar da obra do Espírito Santo, não da nossa. Unidade na diversidade de expressão de realidades, tantas quantas o Espírito Santo quis suscitar. É necessário recordar também que o todo, ou seja, esta unidade, é maior do que a parte, e a parte não pode pretender ser o todo. Por exemplo, não se pode dizer: «Nós somos a corrente denominada Renovação carismática católica e vós não». Isto não se pode dizer. Por favor, irmãos, isto é assim, não vem do Espírito, o Espírito Santo sopra onde quer, quando quer e como quer. Unidade na diversidade e na variedade que é o próprio Jesus. Qual é o sinal comum daqueles que renasceram desta corrente de graça? Converter-se em homens e mulheres novos, isto é o Baptismo no Espírito. Peço-vos para ler João 3, 7-8: Jesus a Nicodemos, o renascimento no Espírito. Há outro ponto que é muito importante esclarecer, nesta corrente de graça: os que guiam. Caros irmãos e irmãs, existe uma grande tentação para os líderes repito-o, prefiro o termo servos, que servem; e esta tentação para os servos vem do demónio, a tentação de se considerar indispensáveis, seja qual for o cargo. O demónio leva-os a querer ser aqueles que mandam, os que estão no centro e assim, passo a passo, escorregam no autoritarismo, no personalismo e não deixam viver as comunidades renovadas no Espírito. Esta tentação faz com que a posição dos que se consideram insubstituíveis seja «eterna», posição que tem sempre uma certa forma de poder ou de domínio sobre os outros. Tenhamos isto bem claro: o único insubstituível na Igreja é o Espírito Santo, e Jesus é o único Senhor. Pergunto-vos: quem é o único insubstituível na Igreja? [praça: o Espírito Santo!] E quem é o único Senhor? [praça: Jesus!] Digamos que o Senhor Jesus é o Senhor, louvemos Jesus, forte! Jesus é o Senhor! Não há outros. Neste sentido verificaramse casos tristes. Deve-se estabelecer um tempo limitado para os encargos, que na realidade são serviços. Um serviço importante dos líderes, dos líderes leigos, é fazer crescer, maturar espiritual e pastoralmente aqueles que assumirão o seu lugar no final do mandato. É conveniente que todos os serviços na Igreja tenham um prazo, não há líderes para sempre na Igreja. Isto verifica-se nalguns países onde existe a ditadura. «Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração», diz Jesus. Esta tentação, que é do diabo, faz passar de servos para donos, apoderar-se daquela comunidade, daquele grupo. Esta tentação também faz cair na vaidade. E há tantas pessoas ouvimos estes dois testemunhos, o do casal e o de Ugo quantas tentações levam a fazer sofrer uma comunidade e impedem que seja feito o bem, e tornam-se uma organização como se fosse uma Ong; e o poder leva-nos desculpai mas digo-o: quantos chefes se tornam pavões? o poder leva à vaidade! E depois sentes-te capaz de fazer tudo, podes escorregar nos negócios, porque o diabo entra sempre pelo porta-moedas, o diabo: eis a porta de entrada. L OSSERVATORE ROMANO EDIÇÃO SEMANAL Unicuique suum EM PORTUGUÊS Non praevalebunt Cidade do Vaticano ed.p w w w. o s s e r v a t o re ro m a n o.v a GI O VA N N I MARIA VIAN d i re c t o r Giuseppe Fiorentino v i c e - d i re c t o r Redacção via del Pellegrino, Cidade do Vaticano telefone fax TIPO GRAFIA VAT I C A N A EDITRICE L OS S E R VAT O R E ROMANO don Sergio Pellini S.D.B. d i re c t o r - g e r a l Serviço fotográfico telefone fax p h o t o s s ro m.v a Assinaturas: Itália - Vaticano: 58.00; Europa: U.S. $ ; América Latina, África, Ásia: U.S. $ ; América do Norte, Oceânia: U.S. $ Administração: telefone ; fax ; assin a t u r a o s s ro m.v a Para o Brasil: Impressão, Distribuição e Administração: Editora santuário, televendas: , fax: , Publicidade Il Sole 24 Ore S.p.A, System Comunicazione Pubblicitaria, Via Monte Rosa, 91, Milano,

3 número 28, quinta-feira 9 de Julho de 2015 L OSSERVATORE ROMANO página 3 Outra coisa são os fundadores que receberam do Espírito Santo o carisma de fundação. Eles, por o terem recebido têm a obrigação de cuidar dele fazendo-o maturar nas suas comunidades e associações. Os fundadores permanecem tais toda a vida, ou seja, são aqueles que as inspiraram, dão inspiração, mas deixam que as coisas progridam. Conheci em Buenos Aires um bom fundador, que a um certo ponto se tornou espontaneamente o assessor, e deixava que os líderes fossem outros. Esta corrente de graça leva-nos em frente num caminho de Igreja que na Itália deu muito fruto, obrigado. Encorajo-vos a prosseguir. Peço o vosso importante contributo em particular por vos comprometerdes a partilhar com todos na Igreja o Baptismo que recebestes. Vivestes esta experiência, partilhai-a na Igreja. E este é um serviço muito importante, e é muito importante que se possa dar a todos na Igreja. Ajudar o povo de Deus no encontro pessoal com Jesus Cristo, que nos muda em homens e mulheres novos, em pequenos grupos, humildes mas eficazes porque é o Espírito que age. Não vos preocupeis por fazer grandes encontros que muitas vezes acabam por ali, mas com as relações «artesanais» derivantes do testemunho, em família, no trabalho, na vida social, nas paróquias, nos grupos de oração, com todos! E aqui peço-vos que tomeis a iniciativa para criar vínculos de confiança e de cooperação com os bispos, que têm a responsabilidade pastoral de guiar o corpo de Cristo, inclusive a Renovação carismática. Começar a tomar iniciativas necessárias para que todas as realidades carismáticas italianas que surgiram da corrente de graça, possam vincular-se com estes laços de confiança e de cooperação directamente com o seu bispo lá onde se encontram. Há outro sinal forte do Espírito na Renovação carismática: a busca da unidade do Corpo de Cristo. Vós carismáticos tendes uma graça especial para rezar e trabalhar pela unidade dos cristãos, porque a corrente de graça atravessa todas as Igrejas cristãs. A unidade dos cristãos é obra do Espírito Santo e devemos rezar juntos. O ecumenismo espiritual, o ecumenismo da oração. «Mas, padre, eu posso rezar com um evangélico, com um ortodoxo, com um luterano?» «deves, deves! Recebeste o mesmo Baptismo». Todos nós recebemos o mesmo baptismo, todos nós estamos no caminho de Jesus, queremos Jesus. Todos nós fizemos estas divisões na história, por tantos motivos, mas não bons. E agora chegou o momento no qual o Espírito nos faz pensar que estas divisões não podem continuar, que estas divisões são um contratestemunho, e devemos fazer o possível para andar juntos: o ecumenismo espiritual, o ecumenismo da oração, o ecumenismo do trabalho, mas ao mesmo tempo da caridade, o ecumenismo da leitura da Bíblia juntos... Caminhar juntos rumo à unidade. «Mas, padre, para isto temos que assinar um documento?» «D eixa-te levar pelo Espírito Santo, reza, trabalha, ama e depois o Espírito fará o resto!». Esta corrente de graça atravessa todas as confissões cristãs, todos nós que cremos em Cristo. A unidade antes de tudo na oração. O trabalho pela unidade dos cristãos começa com a oração. Rezemos juntos. Unidade porque o sangue dos mártires de hoje nos torna um. Há o ecumenismo do sangue. Nós sabemos que quando aqueles que odeiam Jesus Cristo matam um cristão, antes de o assassinar não lhe perguntam: «Mas tu és luterano, ortodoxo, evangélico, baptista, metodista?». Tu és cristão! E cortam-lhe a cabeça. Eles não confundem, sabem que ali há uma raiz, que dá vida a todos nós e que se chama Jesus Cristo, e que há o Espírito Santo que nos conduz à unidade! Os que odeiam Jesus Cristo guiados pelo maligno não erram, sabem e por isso matam sem fazer perguntas. E este é um aspecto que vos recomendo, talvez vos tenha contado isto, mas é uma história verdadeira. É verdadeira. Numa cidade alemã, Hamburgo, havia um pároco que estudava os documentos para levar por diante a causa de bea- tificação de um sacerdote assassinado pelo nazismo, guilhotinado. O motivo? Ensinava o catecismo às crianças. E, enquanto estudava, descobriu que depois dele, 5 minutos depois, tinha sido guilhotinado um pastor luterano pelo mesmo motivo. E o sangue de ambos misturou-se: os dois eram mártires. É o ecumenismo do sangue. Se o inimigo nos une na morte, quem somos nós para nos dividirmos na vida? Deixemos entrar o Espírito, rezemos para ir em frente todos juntos. «Mas há sofrimentos!». Deixemo-los de lado, caminhemos com aquilo que temos em comum, que é o suficiente: há a Santíssima Trindade, o Baptismo. Vamos em frente, com a força do Espírito Santo. Há poucos meses, também aqueles vinte e três egípcios coptas que foram degolados na praia da Líbia; e naquele momento pronunciavam o nome de Jesus. «Não são católicos...». Mas são cristãos, são irmãos, são os nossos mártires! O ecumenismo do sangue. Há 50 anos, o beato D iversidade re c o n c i l i a d a O texto da oração pela unidade recitada pelo Papa no início do encontro. Adoramos-te, Deus Omnipotente, Pai, Filho e Espírito Santo. Pai, envia-nos o Espírito Santo que Jesus nos prometeu. Ele guiar-nos-á rumo à unidade. Ele é Aquele que dá os carismas, que concretiza a variedade na Igreja, é Ele quem faz a unidade. Envia-nos o Espírito Santo, que nos ensine tudo quanto Jesus nos ensinou e nos conceda a memória do que Jesus disse. Jesus, Senhor, Tu pediste para todos nós a graça da unidade nesta Igreja que é tua, não nossa. A história dividiu-nos. Jesus, ajuda-nos a percorrer o caminho da unidade ou desta diversidade reconciliada. Senhor, Tu que cumpres sempre quanto prometeste, concede-nos a unidade de todos os cristãos. Amém. Paulo VI, na canonização dos jovens mártires do Uganda, referiu-se ao facto de que pelo mesmo motivo derramaram o sangue também os seus companheiros catequistas anglicanos. Eram cristãos, eram mártires. Desculpai, não vos escandalizeis, são os nossos mártires! Porque deram a vida por Cristo, e isto é ecumenismo do sangue. Rezai recordando-vos dos nossos mártires comuns. Unidade no trabalho juntos pelos pobres e os necessitados, que também precisam do Baptismo no Espírito Santo. Seria muito bom organizai seminários de vida no Espírito, juntamente com outras realidades carismáticas cristãs, para os irmãos e as irmãs que vivem na rua: também eles têm o Espírito dentro que estimula, para que alguém, de fora, abra a p orta. Parece que parou de chover. Acabou o calor. O Senhor é bom, primeiro dá-nos o calor, e depois um bom duche! Está connosco. Deixaivos guiar pelo Espírito Santo, por esta corrente de graça, que vai em frente e procura sempre a unidade. Ninguém é o dono. Um só é o Senhor. Quem é? [praça: «Jesus!»] Jesus é o Senhor! Recordo-vos: a Renovação carismática é uma graça pentecostal para toda a Igreja. Concordais? [praça: «Sim!»] Se alguém não estiver de acordo levante a mão! A unidade na diversidade do Espírito, não uma unidade qualquer, a esfera e o poliedro, recordai-vos bem disto. A experiência comum do baptismo no Espírito Santo e o vínculo fraterno e directo com o bispo diocesano, porque o todo é mais do que a parte. Depois, unidade do Corpo de Cristo: rezai juntos com os outros cristãos, trabalhai com os outros cristãos pelos pobres e pelos necessitados. Todos temos o mesmo Baptismo. Organizai seminários de vida no Espírito para os irmãos que vivem na rua, também para os irmãos marginalizados por tantos sofrimentos da vida. Permito-me recordar o testemunho de Ugo. O Senhor transformou-o precisamente porque o Espírito Santo lhe mostrou a alegria de seguir Jesus. Organizar seminários de vida do Espírito Santo para as pessoas que vivem na rua. E depois, se o Senhor nos dá a vida, espero por todos vós no encontro da ICCRS e da Fraternidade católica, que já estão a organizar, todos vós e quantos quiserem vir no Pentecostes de 2017 não é muito distante! aqui na praça de São Pedro para celebrar o Jubileu de ouro desta corrente de graça. Uma oportunidade para a Igreja, como disse o beato Paulo VI na Basílica de São Pedro em Reunir-nos-emos para dar graças ao Espírito Santo pelo dom desta corrente de graça que é para a Igreja e para o mundo, e para celebrar as maravilhas que o Espírito Santo fez durante estes 50 anos, mudando a vida de milhões de cristãos. Mais uma vez obrigado por terdes respondido com alegria ao meu convite. Que Jesus vos abençoe eavir- gem Santa vos proteja. E por favor não vos esqueçais de rezar por mim, porque preciso disto, obrigado!

4 página 4 L OSSERVATORE ROMANO quinta-feira 9 de Julho de 2015, número 28 No cinquentenário da «Nostra aetate» Raízes judaicas A declaração conciliar «Nostra aetate» representa «o sim definitivo às raízes judaicas do cristianismo e o não irrevogável ao anti-semitismo», afirmou o Papa Francisco dirigindo um discurso aos participantes no congresso mundial anual, promovido pelo International council of Christians and Jews. Em seguida, publicamos as palavras do Sumo Pontífice, pronunciadas durante o encontro que teve lugar na manhã de 30 de Junho, na sala Clementina. Estimados irmãos! É-me grato saber que este ano organizastes o vosso congresso em Roma, a cidade onde estão sepultados os Apóstolos Pedro e Paulo. Para todos os cristãos, ambos são pontos de referência essenciais: são como «colunas» da Igreja. E aqui em Roma vive a comunidade judaica mais antiga da Europa ocidental, cujas origens remontam à época dos Macabeus. Por conseguinte, cristãos e judeus vivem juntos em Roma há quase dois mil anos, não obstante nas suas relações ao longo da história tenha havido algumas tensões. Um verdadeiro diálogo fraterno pôde desenvolver-se a partir do Concílio Vaticano II, depois da promulgação da Declaração Nostra aetate. Com efeito, este Documento representa o «sim» definitivo às raízes judaicas do cristianismo e o «não» irrevogável ao anti-semitismo. Ao celebrarmos o cinquentenário da Nostra aetate, podemos contemplar os ricos frutos que ela produziu e traçar com gratidão um balanço do diálogo judaico-católico. Assim, podemos manifestar a nossa acção de graças a Deus por tudo de bom que se realizou em termos de amizade e de compreensão recíproca ao longo destes cinquenta anos, em virtude do seu Espírito Santo que acompanhou os nossos esforços de diálogo. A nossa fragmentariedade humana, a nossa desconfiança e o nosso orgulho foram superados graças ao Espírito de Deus Todo-Poderoso, de tal forma que entre nós foram crescendo cada vez mais a confiança e a fraternidade. Já não somos desconhecidos, mas amigos e irmãos. Apesar das diferentes perspectivas, nós professamos o mesmo Deus, Criador do universo e Senhor da história. E nas suas bondade e sabedoria infinitas, Ele abençoa sempre o nosso compromisso em benefício do diálogo. Os cristãos, todos os cristãos, têm raízes judaicas. Por isso, desde a sua fundação, o International Council of Christians and Jews acolheu as várias Confissões cristãs. Cada uma delas, da maneira que lhe é própria, aproxima-se do judaísmo, que por sua vez se caracteriza pela diversidade de correntes e de sensibilidades. As Confissões cristãs encontram a sua unidade em Cristo; o judaísmo encontra a sua unidade na Tora. Os cristãos acreditam que Jesus Cristo é a Palavra de Deus feita carne no mundo; para os judeus, a Palavra de Deus está presente principalmente na Tora. As duas tradições de fé têm como fundamento o único Deus, o Deus da Aliança, que se revela aos homens através da sua Palavra. Na busca de uma atitude justa em relação a Deus, os cristãos dirigem-se a Cristo como nascente de vida nova; e os judeus, ao ensinamento contido na Tora. Este método de reflexão teológica a respeito da relação entre judaísmo e cristianismo dá os primeiros passos precisamente a partir da Nostra aetate (cf. n. 4) e, sobre este fundamento sólido, pode e deve ser ulteriormente desenvolvido. Na reflexão sobre o judaísmo, o Concílio Vaticano II teve em consideração as dez teses de Seelisberg, elaboradas naquela localidade suíça, teses ligadas à própria fundação do International Council of Christians and Jews. Pode-se dizer que já existia in nuce uma primeira ideia da colaboração entre a vossa organização e a Igreja católica. Esta cooperação teve início oficialmente depois do Concílio, e de maneira particular após a instituição da nossa «Comissão para as relações religiosas com o judaísmo», ocorrida em Esta Comissão da Santa Sé acompanha sempre com profundo interesse as actividades da vossa organização, de modo especial os congressos internacionais anuais, que oferecem uma contribuição notável para o diálogo judaico-cristão. Estimados irmãos, estou grato a todos vós por esta vossa visita, enquanto formulo votos de bom êxito ao vosso congresso. O Senhor vos abençoe e vos salvaguarde na sua paz. E, por favor, peço-vos que rezeis por mim. Convido-vos a pedir todos juntos a Bênção de Deus, nosso Pai. Quanto a mim, fá-lo-ei na minha língua-mãe. Mensagem papal por ocasião das exéquias de Nersès Bédros XIX Ta r m o u n i Um pastor «profundamente radicado na rocha que é Cristo»: com estas expressões o Papa Francisco recordou o patriarca da Cilícia dos Arménios, Nersès Bédros XIX Tarmouni, na seguinte mensagem transmitida por ocasião das exéquias, celebradas no dia 30 de Junho em Beirute, no Líbano. A Sua Excelência Monsenhor Grégoire Ghabroyan, Administrador da Igreja Patriarcal da Cilícia dos Arménios Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do regresso à Casa do Pai, do nosso amado Irmão em Cristo, Sua Beatitude Nersès Bédros XIX Tarmouni, Patriarca da Cilícia dos Arménios. Conservo no coração a lembrança do meu encontro com ele, acompanhado pelos bispos do Sínodo e pelos fiéis desta Igreja patriarcal, por ocasião da comemoração das vítimas do Metz Yegern e da proclamação de São Gregório de Narek como Doutor da Igreja Universal. É como se estes acontecimentos, vividos junto das relíquias do Apóstolo São Pedro, tivessem realizado o longo e fiel percurso do vosso Caput et Pater, que permite pôr em evidência alguns aspectos característicos da sua pessoa. Antes de tudo, ele estava profundamente radicado na Rocha, que é Cristo. Considerava que o tesouro mais precioso que o bispo está chamado a administrar é a fé proveniente da pregação apostólica. Sua Beatitude prodigalizou-se generosamente pela sua difusão, de modo particular favorecendo a formação permanente do clero a fim de que, até em contextos difíceis, os ministros de Deus renovassem a sua adesão a Cristo, única esperança e consolação da humanidade. Trabalhou para fazer com que a correcta recordação dos sofrimentos padecidos pelo povo arménio ao longo da sua história se transformasse numa acção de graças a Deus, em consideração do exemplo dado pelos mártires e pelas testemunhas, e dele obtivesse ao mesmo tempo o bálsamo da consolação e da reconciliação, o único que consegue curar as feridas mais profundas das almas e dos povos. Três heranças Por fim o Patriarca Nersès pôde rejubilar, juntamente com todo o povo arménio, pela atribuição a São Gregório de Narek do título luminoso de Doutor da Igreja. Sua Beatitude desejava com frequência que a irradiação espiritual deste grande santo se tornasse um exemplo para os pastores e também para os fiéis, na certeza de que em são Gregório de Narek cada um podia conhecer as maravilhas que o Senhor é capaz de realizar no coração que se abre a Ele, na simplicidade e no abaixamento diários, tornando-se desta forma solidário com o drama da humanidade através de uma intercessão incessante. Exortados a recolher esta herança tríplice que o Patriarca Nersès nos transmitiu, imploremos ao Espírito Santo que continue a renovar o rosto da Igreja arménio-católica, graças ao compromisso assumido pelos pastores e fiéis, e confiemos também ao Pai de toda a Misericórdia as dificuldades vinculadas às limitações e às fragilidades da nossa condição de peregrinos a caminho rumo à Pátria eterna. À família de Sua Beatitude e a todos aqueles que participam nas suas exéquias, concedo de coração a Bênção apostólica, enquanto invoco a salvaguarda da Mãe de Deus e apresento ao Senhor a alma do nosso amado Irmão Nersès Bédros com as seguintes palavras de são Gregório de Narek: «Nós vos suplicamos e imploramos com suspiros cheios de lágrimas com toda a nossa alma ó gloriosa potestade criadora Espírito compassivo indestrutível, incriado, eterno que intercedeis por nós junto do Pai misericordioso com gemidos inefáveis. Vós protegeis os santos purificais os pecadores transformando-os em templos vivos e vivificadores, segundo a vontade do vosso Pai Altíssimo». Vaticano, 27 de Junho de FRANCISCO

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