HOMILIA: A CARIDADE PASTORAL A SERVIÇO DO POVO DE DEUS (1 Pd 5,1-4; Sl 22; Mc 10, 41-45) Amados irmãos e irmãs na graça do Batismo!

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1 HOMILIA: A CARIDADE PASTORAL A SERVIÇO DO POVO DE DEUS (1 Pd 5,1-4; Sl 22; Mc 10, 41-45) Amados irmãos e irmãs na graça do Batismo! A vida e o ministério do padre é um serviço. Configurado a Jesus, que se despojou de sua condição divina para tornar-se o servo de toda a humanidade, o padre é igualmente um servidor na gratuidade. Tirado dentre os homens por um chamado pessoal e uma vocação específica, constituído responsável pelo anúncio da Palavra de Deus e pela administração dos mistérios e sacramentos da salvação, sobretudo da Eucaristia, cume da vida da Igreja, o padre é chamado a estar no mundo sem ser do mundo e, mais, a estar em si ainda que vivendo fora de si, vivendo uma pró-existência, uma existência a favor dos outros. Seus poderes nascem da impotência assumida voluntária e livremente pelo Filho de Deus, que se despojou, se fez carne vulnerável e mortal, obediente até a morte e morte de Cruz. São, portanto, poderes que devem ser assumidos e exercidos como serviço. Serviço até o limite das forças para aquelas pessoas que constituem o povo de Deus em favor do qual o padre foi constituído tal. Isso que se diz do padre é, na verdade, prerrogativa de todo batizado. Sepultado na morte de Cristo pelo batismo, o cristão é chamado a morrer ao que nele é antigo a fim de ressurgir com Cristo para viver uma nova vida e mais que isso ser uma nova pessoa. Esse novo existir significa para ele viver uma vida na qual o serviço é o centro existencial de tudo o que existe. O padre, pelo Sacramento da Ordem, é chamado a ser servidor dos outros em tudo: em suas necessidades materiais, psicológicas e espirituais. E essa disponibilidade para o serviço deve ser, nele, disponibilidade que inclui tanto o acolhimento do sofrimento quanto da alegria, tanto da pena quanto da glória, tanto da impotência quanto do poder. O segredo de uma vida a serviço é, na verdade, que seu ponto de referência não é mais o eu, mas o outro. A alteridade é a matriz a partir da qual o padre é chamado a entender sua vida, seu destino e sua morte. O outro vem primeiro, é pelo outro e para o outro que ele vive. Ele recebe a existência deste Outro que é Deus, é chamado a viver servindo os outros em quem Deus disse estar presente e onde pode com maior certeza encontrá-lo. Não é à toa que a Lei pode ser resumida no mandamento do amor, que consiste em amar a Deus com todas as forças, de todo coração e com todo o entendimento; e amar ao próximo como a si mesmo. O padre é chamado a seguir e servir ao Bom Pastor em sua Igreja. Daí a necessidade da caridade pastoral, que é o princípio interior de orientação e animação da sua vida e missão. O padre deve ser um pastor segundo o coração de Deus, Pastor Supremo, e segundo o coração de Jesus Cristo, Bom Pastor (cf. Sl 22; Jo 10,1-10). De acordo com o Beato João Paulo II, o conteúdo essencial da caridade pastoral é o total dom de si mesmo à Igreja, à imagem e com o sentido de partilha do dom de Cristo. A caridade pastoral é aquela virtude pela qual nós imitamos Cristo na entrega de si mesmo e no seu serviço. Não é apenas aquilo que fazemos, mas o dom de nós mesmos que manifesta o amor de Cristo por seu rebanho. A caridade pastoral determina nosso modo de pensar e de agir, nosso modo de nos relacionarmos com as pessoas (PDV 23). Partindo da 1ª Leitura (1 Pd 5, 1-5), onde o autor exorta a todos que são chamados a exercer algum ministério pastoral na Igreja, em especial aos presbíteros, queremos aprofundar alguns aspectos da caridade pastoral. Esta exortação especifica não tanto o dever de apascentar, quanto o modo pelo qual essa função deve ser desempenhada.

2 A ordem que Pedro dirige aos presbíteros é: apascentai o rebanho de Deus que está entre vós (5, 1). O rebanho que os presbíteros devem apascentar é definido por meio de duas relações: é de Deus e está entre vós. Portanto, a comunidade é e permanece de Deus. Deus não cede a ninguém a propriedade das ovelhas, tanto que, quando confirma a missão de Pedro, diz: apascenta as minhas ovelhas (Jo 21, 15.17), as ovelhas de Deus e não de Pedro. A exortação é para que os presbíteros apascentem um rebanho que não é deles, cujo único proprietário é Deus. Jesus Cristo é o supremo pastor (5, 4), mas o proprietário é Deus, o rebanho é d Ele. Dizer para apascentar o rebanho que está entre vós, revela que Pedro se dirige a presbíteros bem determinados, que devem apascentar um rebanho bem determinado, revelando, assim, o aspecto de uma confiança recíproca e de uma relação mútua. A ordem de apascentar o rebanho de Deus que está entre vós se concretiza em três indicações concisas: não por coação, mas voluntariamente, segundo Deus; não por ganância, mas com generosidade; não por dominação, mas como modelos do rebanho. A ordem de apascentar voluntariamente, segundo Deus, significa: não cumprais o vosso dever de apascentar, coagidos pela imposição das mãos sobre vós. Redescobri as motivações da fé, segundo Deus, que estão na origem do vosso ministério, e deixai-vos guiar por elas. Recordai-vos que a primeira norma do serviço pastoral é a liberdade interior. A primeira norma de Pedro acrescenta: segundo Deus. Isso quer dizer que a voluntariedade dos presbíteros não deve ser motivada por considerações psicológicas e humanas, por mais nobres que sejam, mas por referência explícita ao estilo de Deus, ao seu modo de comportarse na história da salvação. Segundo o exemplo de Jesus, Bom Pastor, os presbíteros devem voluntariamente dar a sua vida em favor do rebanho, sem serem forçados por nada e por ninguém, mas por pura obediência ao plano salvífico do Pai (Jo 10, 17s). A segunda norma diz respeito à tentação do dinheiro, que não poupou nem o grupo dos Doze Apóstolos (Jo 12, 1-6). É preciso superar a tentação do lucro e do interesse próprio. Aqui não está em discussão o direito de os presbíteros serem sustentados economicamente pela comunidade. O objetivo é limitar eventuais excessos. Não se limita a conter a avidez de ganho, mas indica também atitude profunda, disposição de ânimo que vai além do aspecto econômico, ou seja, a generosidade, a dedicação de todo o ser. A alma do ministério pastoral não deve ser o ganho, mas o amor ao rebanho de Deus. A essência da segunda regra pastoral de Pedro é, portanto, a magnanimidade, a gratuidade e a dedicação generosa. A terceira norma dirigida aos presbíteros chama a atenção contra o exercício despótico da autoridade, com o perigo de domínio sobre a comunidade; e com o perigo de se tomarem decisões de modo autônomo, sem a participação da comunidade. Tanto num caso como noutro, os presbíteros são colocados diante da exigência de se converterem da lógica do poder, a exemplo de Jesus Cristo (1 Pd 2, 22-25). Na visão cristã, autoridade significa capacidade de serviço e não poder de domínio. No Evangelho (Mc 10, 41-45) estão registrados os ensinamentos de Jesus sobre o exercício da autoridade na comunidade dos discípulos ou sobre o tipo de relacionamento que deve ser cultivado na Igreja. Partindo da situação dos apóstolos, Jesus procura ajudá-los a raciocinar de modo diferente, dizendo: Sabeis que os governadores das nações as dominam e os grandes as tiranizam (Mt 20, 25). Entre vós não deverá ser assim: ao contrário, aquele que dentre vós quiser ser grande seja o vosso servidor, e aquele que quiser ser o primeiro dentre vós, seja o

3 servidor de todos (Mc 10, 43-44). E em testemunho do novo ideal de vida que deve animálos, apresenta o seu próprio exemplo: o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos (Mc 10, 45). No final da 1ª Leitura (1 Pd 5,4), os presbíteros são exortados a se tornarem modelos do rebanho. Mas, modelos em quê? Seguramente, modelos de humildade e serviço. Se existe algo que não deve ter espaço na comunidade cristã, é justamente a lógica do poder e do orgulho. E os primeiros a darem o exemplo de relações interpessoais convertidas na direção da humildade e do serviço devem ser precisamente os que são colocados como guias da comunidade. Estes devem seguir o exemplo de Jesus, que passou entre os seus como aquele que serve (Jo 13, 1-15; Lc 22, 27). Queridos amigos e amigas, neste momento, quero dirigir a minha mais cordial saudação às distintas autoridades, aos bispos, padres, diácono, seminaristas, religiosos, religiosas, leigas consagradas e demais fiéis. A todos agradeço de coração a presença, a amizade e as orações. Nesta hora, sinto-me impelido a olhar para aquilo que caracterizou o exercício do meu ministério sacerdotal nestes 25 anos. Sinto-me impelido a lhes dizer uma palavra de esperança e encorajamento; uma palavra, amadurecida na experiência, sobre o fato de que o Senhor Deus é bom e vale a pena O servirmos sem temor todos os dias de nossa vida, desgastando a vida pelo rebanho que nos foi confiado. Mas esta é, sobretudo, uma hora de gratidão: gratidão a Deus pela amizade que me concedeu e que deseja conceder a todos nós. Gratidão às pessoas que participaram da minha formação e às que foram companheiras de caminhada nestes 25 anos de sacerdócio. E, subjacente a tudo isto, a oração para que um dia o Senhor na sua bondade nos acolha e nos faça contemplar a sua glória. Amém. UMA CANÇÃO SACERDOTAL Fui escolhido pra servir-te E para amar-te meu irmão Meu coração se dividiu entre o meu ser E o teu ser em comunhão A vida colocou-me frente a frente com um reino Um reino que eu sonhava E era minha vocação / Me fiz um sacerdote para ser como Jesus Eu quero iluminar-te e receber a tua luz A cruz que eu abracei é a tua cruz ó meu irmão Se for preciso dar a vida, é minha vocação Abandonei a minha casa E os meus pais para lutar Por muita gente que não tem uma família, um grande amor ou mesmo um lar Não fui indiferente ao teu chamado Meu Senhor Conserva-me na graça, na graça do amor Agora eu faço uma oração para louvar-te meu Jesus Te agradecer por este dom E pela minha vocação É impossível ser chamado e não te obedecer Tu tens a minha vida e o meu ser em tuas mãos

4 HOMILIA: A CARIDADE PASTORAL A SERVIÇO DO POVO DE DEUS (1 Pd 5,1-4; Sl 22; Mc 10, 41-45) Amados irmãos e irmãs na graça do Batismo! A vida e o ministério do padre é um serviço. Configurado a Jesus, que se despojou de sua condição divina para tornar-se o servo de toda a humanidade, o padre é igualmente um servidor na gratuidade. Tirado dentre os homens por um chamado pessoal e uma vocação específica, constituído responsável pelo anúncio da Palavra de Deus e pela administração dos mistérios e sacramentos da salvação, sobretudo da Eucaristia, cume da vida da Igreja, o padre é chamado a estar no mundo sem ser do mundo e, mais, a estar em si ainda que vivendo fora de si, vivendo uma pró-existência, uma existência a favor dos outros. Seus poderes nascem da impotência assumida voluntária e livremente pelo Filho de Deus, que se despojou, se fez carne vulnerável e mortal, obediente até a morte e morte de Cruz. São, portanto, poderes que devem ser assumidos e exercidos como serviço. Serviço até o limite das forças para aquelas pessoas que constituem o povo de Deus em favor do qual o padre foi constituído tal. Isso que se diz do padre é, na verdade, prerrogativa de todo batizado. Sepultado na morte de Cristo pelo batismo, o cristão é chamado a morrer ao que nele é antigo a fim de ressurgir com Cristo para viver uma nova vida e mais que isso ser uma nova pessoa. Esse novo existir significa para ele viver uma vida na qual o serviço é o centro existencial de tudo o que existe. O padre, pelo Sacramento da Ordem, é chamado a ser servidor dos outros em tudo: em suas necessidades materiais, psicológicas e espirituais. E essa disponibilidade para o serviço deve ser, nele, disponibilidade que inclui tanto o acolhimento do sofrimento quanto da alegria, tanto da pena quanto da glória, tanto da impotência quanto do poder. O segredo de uma vida a serviço é, na verdade, que seu ponto de referência não é mais o eu, mas o outro. A alteridade é a matriz a partir da qual o padre é chamado a entender sua vida, seu destino e sua morte. O outro vem primeiro, é pelo outro e para o outro que ele vive. Ele recebe a existência deste Outro que é Deus, é chamado a viver servindo os outros em quem Deus disse estar presente e onde pode com maior certeza encontrá-lo. Por isso que a Lei pode ser resumida no mandamento do amor, que consiste em amar a Deus com todas as forças, de todo coração e com todo o entendimento; e amar ao próximo como a si mesmo. O padre é chamado a seguir e servir ao Bom Pastor em sua Igreja. Daí a necessidade da caridade pastoral, que é o princípio interior de orientação e animação da sua vida e missão. O padre deve ser um pastor segundo o coração de Deus, Pastor Supremo, e segundo o coração de Jesus Cristo, Bom Pastor.

5 De acordo com o Beato João Paulo II, o conteúdo essencial da caridade pastoral é o total dom de si mesmo à Igreja, à imagem e com o sentido de partilha do dom de Cristo. A caridade pastoral é aquela virtude pela qual nós imitamos Cristo na entrega de si mesmo e no seu serviço. Não é apenas aquilo que fazemos, mas o dom de nós mesmos que manifesta o amor de Cristo por seu rebanho. A caridade pastoral determina nosso modo de pensar e de agir, nosso modo de nos relacionarmos com as pessoas (PDV 23). Partindo da 1ª Leitura, onde o autor exorta a todos que são chamados a exercer algum ministério pastoral na Igreja, em especial aos presbíteros, queremos aprofundar alguns aspectos da caridade pastoral. Esta exortação especifica não tanto o dever de apascentar, quanto o modo pelo qual essa função deve ser desempenhada. A ordem que Pedro dirige aos presbíteros é: apascentai o rebanho de Deus que está entre vós. O rebanho que os presbíteros devem apascentar é definido por meio de duas relações: é de Deus e está entre vós. Portanto, a comunidade é e permanece de Deus. Deus não cede a ninguém a propriedade das ovelhas, tanto que, quando confirma a missão de Pedro, diz: apascenta as minhas ovelhas, as ovelhas de Deus e não de Pedro. A exortação é para que os presbíteros apascentem um rebanho que não é deles, cujo único proprietário é Deus. Jesus Cristo é o supremo pastor, mas o proprietário é Deus, o rebanho é d Ele. Dizer para apascentar o rebanho que está entre vós, revela que Pedro se dirige a presbíteros bem determinados, que devem apascentar um rebanho bem determinado, revelando, assim, o aspecto de uma confiança recíproca e de uma relação mútua. A ordem de apascentar o rebanho de Deus que está entre vós se concretiza em três indicações concisas: não por coação, mas voluntariamente, segundo Deus; não por ganância, mas com generosidade; não por dominação, mas como modelos do rebanho. A ordem de apascentar voluntariamente, segundo Deus, significa: não cumprais o vosso dever de apascentar, coagidos pela imposição das mãos sobre vós. Redescobri as motivações da fé, segundo Deus, que estão na origem do vosso ministério, e deixai-vos guiar por elas. Recordai-vos que a primeira norma do serviço pastoral é a liberdade interior. A primeira norma de Pedro acrescenta: segundo Deus. Isso quer dizer que a voluntariedade dos presbíteros não deve ser motivada por considerações psicológicas e humanas, por mais nobres que sejam, mas por referência explícita ao estilo de Deus, ao seu modo de comportar-se na história da salvação. Segundo o exemplo de Jesus, Bom Pastor, os presbíteros devem voluntariamente dar a sua vida em favor do rebanho, sem serem forçados por nada e por ninguém, mas por pura obediência ao plano salvífico do Pai.

6 A segunda norma diz respeito à tentação do dinheiro, que não poupou nem o grupo dos Doze Apóstolos. É preciso superar a tentação do lucro e do interesse próprio. Aqui não está em discussão o direito de os presbíteros serem sustentados economicamente pela comunidade. O objetivo é limitar eventuais excessos. Não se limita a conter a avidez de ganho, mas indica também atitude profunda, disposição de ânimo que vai além do aspecto econômico, ou seja, a generosidade, a dedicação de todo o ser. A alma do ministério pastoral não deve ser o ganho, mas o amor ao rebanho de Deus. A essência da segunda regra pastoral de Pedro é, portanto, a magnanimidade, a gratuidade e a dedicação generosa. A terceira norma dirigida aos presbíteros chama a atenção contra o exercício despótico da autoridade, com o perigo de domínio sobre a comunidade; e com o perigo de se tomarem decisões de modo autônomo, sem a participação da comunidade. Tanto num caso como noutro, os presbíteros são colocados diante da exigência de se converterem da lógica do poder, a exemplo de Jesus Cristo. Na visão cristã, autoridade significa capacidade de serviço e não poder de domínio. No Evangelho estão registrados os ensinamentos de Jesus sobre o exercício da autoridade na comunidade dos discípulos ou sobre o tipo de relacionamento que deve ser cultivado na Igreja. Partindo da situação dos apóstolos, Jesus procura ajudá-los a raciocinar de modo diferente, dizendo: Sabeis que os governadores das nações as dominam e os grandes as tiranizam. Entre vós não deverá ser assim: ao contrário, aquele que dentre vós quiser ser grande seja o vosso servidor, e aquele que quiser ser o primeiro dentre vós, seja o servidor de todos. E em testemunho do novo ideal de vida que deve animá-los, apresenta o seu próprio exemplo: o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos. No final da 1ª Leitura, os presbíteros são exortados a se tornarem modelos do rebanho. Mas, modelos em quê? Seguramente, modelos de humildade e serviço. Se existe algo que não deve ter espaço na comunidade cristã, é justamente a lógica do poder e do orgulho. E os primeiros a darem o exemplo de relações interpessoais convertidas na direção da humildade e do serviço devem ser precisamente os que são colocados como guias da comunidade. Estes devem seguir o exemplo de Jesus, que passou entre os seus como aquele que serve. Queridos amigos e amigas, quero dirigir a minha mais cordial saudação às distintas autoridades, aos bispos, padres, diácono, seminaristas, religiosos, religiosas, leigas consagradas e demais fiéis. A todos agradeço de coração a presença, a amizade e as orações. Nesta hora, sinto-me impelido a olhar para aquilo que caracterizou o exercício do meu ministério sacerdotal nestes 25 anos. Sinto-me impelido a lhes dizer uma palavra de esperança e encorajamento; uma palavra, amadurecida na experiência, sobre o fato de que o Senhor Deus é bom e vale a pena O servirmos sem temor todos os dias de nossa vida, desgastando a vida pelo rebanho que nos foi confiado.

7 Mas esta é, sobretudo, uma hora de gratidão: gratidão a Deus pela amizade que me concedeu e que deseja conceder a todos nós. Gratidão às pessoas que participaram da minha formação e às que foram companheiras de caminhada nestes 25 anos de sacerdócio. E, subjacente a tudo isto, a oração para que um dia o Senhor na sua bondade nos acolha e nos faça contemplar a sua glória. Amém. UMA CANÇÃO SACERDOTAL Fui escolhido pra servir-te E para amar-te meu irmão Meu coração se dividiu entre o meu ser E o teu ser em comunhão A vida colocou-me frente a frente com um reino Um reino que eu sonhava E era minha vocação Me fiz um sacerdote para ser como Jesus Eu quero iluminar-te e receber a tua luz A cruz que eu abracei é a tua cruz ó meu irmão Se for preciso dar a vida, é minha vocação Abandonei a minha casa E os meus pais para lutar Por muita gente que não tem uma família, um grande amor ou mesmo um lar Não fui indiferente ao teu chamado Meu Senhor Conserva-me na graça, na graça do amor Agora eu faço uma oração para louvar-te meu Jesus Te agradecer por este dom E pela minha vocação É impossível ser chamado e não te obedecer Tu tens a minha vida e o meu ser em tuas mãos

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