Agosto. Festa do Jubileu vai trazer de volta Associação dos Diplomados Comemoração será em 29 e 30 de agosto. Reportagem reverencia a trajetória de

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1 Direito Administração Ciências Contábeis JORNAL DAS FACULDADES MILTON CAMPOS N.ª 11 ANO XIV 200 Festa do Jubileu vai trazer de volta Associação dos Diplomados Comemoração será em 29 e 30 de agosto Agosto anos do Cefos Reportagem reverencia a trajetória de 5 Professor Pacelli Nova gestão do vai coordenar Dacon promete estudos sobre agitação e reforma do CPP transparência A foto dos bacharéis de 193 será refeita na festa do Jubileu, no auditório da própria faculdade; quem faltar fica de fora Os bacharéis graduados pela Faculdade de Direito Milton Campos em 193 voltam à faculdade nos próximos dias 29 e 30 de agosto, para comemorar os 25 anos de formatura, rever os colegas e os antigos professores. Na sexta-feira, dia 29, a sessão ocorrerá no auditório do Campus I, a partir das 20h30; no sábado, dia 30, as atividades serão no Campus II, a partir de 19h30, constando de palestra e coquetel de congraçamento. A comemoração do Jubileu de Prata de formatura dos bacharéis da Milton Campos vem sendo organizada nos últimos anos pela direção da faculdade, sempre com a participação dos próprios ex-alunos. Segundo o vice-diretor Marcos Afonso de Souza, coordenador da comissão organizadora, a idéia é que as próprias turmas de bacharéis assumam gradativamente toda a organização, com suporte da faculdade. "A festa é deles, a participação tem sido crescente ano a ano e é justo que eles definam integralmente como ela deve ser feita. Isto jamais irá significar, entretanto, falta de apoio nosso; ao contrário, estaremos sempre presentes", diz ele. Um dos destaques da festa deste ano será a reativação da Associação dos Diplomados das Faculdades Milton Campos (Adfamic), que já tem uma comissão trabalhando na reforma dos estatutos e terá sua nova diretoria eleita em setembro. 6e7 Artigos analisam células-tronco e contratos na gestão acadêmica

2 R E C O N H E C I M E N T O Reportagem destaca trajetória de 36 anos do Cefos A trajetória de 36 anos das Faculdades Milton Campos, completados agora em agosto, foi objeto de reportagem de página inteira do jornal HOJE EM DIA de 20 de julho último, no caderno Domingo, na seção "Empresas que fazem o desenvolvimento de Minas". Sob o título "Movimento de idéias para a construção do Direito crítico", a matéria faz verdadeira radiografia sobre a instituição e publica entrevista com o presidente da entidade mantenedora, o Centro Educacional de Formação Superior (Cefos), professor Sidney Safe Silveira. Dentre os dados destacados pela jornalista Mirtes Helena, autora do texto, estão o sucesso dos bacharéis formados pela Faculdade de Direito no último concurso para juiz em Minas Gerais (sete dos 32 aprovados estudaram na Milton Campos), o alto índice de professores com doutorado e mestrado e o crescimento da oferta de cursos de especialização, que já são cinco. D O A Ç Ã O E F O R M A T U R A F A C U L D A D E S M I L T O N C A M P O S A Faculdade do seu tempo. DIRETORA DA FACULDADE DE DIREITO: Prof.ª Lucia Massara VICE-DIRETOR: Prof. Marcos Afonso de Souza DIRETOR DA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO: Prof. Wille Duarte Costa VICE-DIRETOR: Prof. Jorge Lasmar SECRETÁRIO: Prof. Décio Fulgêncio Alves da Cunha ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: GM3 Comunicação e Consultoria EDITOR RESPONSÁVEL: Manoel Marcos Guimarães (JP 7/MG) REDAÇÃO: Fernando Affonseca (JP 4350/MG) e Miriam Gomes Chalfin (JP 4525/MG) EDIÇÃO, PROJ. GRÁFICO e DIAGRAMAÇÃO: Communicatio (31) FOTOS: Fernando Affonseca TIRAGEM: 7,5 mil. As Faculdades são uma instituição de ensino superior, de natureza privada, sem qualquer vínculo com órgão público, tendo como entidade mantenedora a Sociedade Civil denominada Centro Educacional de Formação Superior (Cefos). PRESIDENTE: Prof. Sidney Safe Silveira SECRETÁRIO: Prof. Haroldo da Costa Andrade DIR. FINANCEIRO: Prof. Osmar Brina Corrêa Lima Home page - Tel.: (31) CAMPUS I - Rua Milton Campos, 202 CAMPUS II - Alameda da Serra, 61 Bairro Vila da Serra - Nova Lima - MG Caixa Postal Cep BH A bibliotecária Emilce Maria Diniz representou o Diretório Acadêmico Orozimbo Nonato (Dacon), da Faculdade de Direito Milton Campos, na entrega a 60 cobertores ao Lar dos Idosos São José, localizado no Bairro Olhos D'Água, próximo ao Anel Rodoviário. Os cobertores foram recolhidos pelo Dacon junto aos alunos da FDMC e doados à entidade, que acolhe 113 idosos, sendo 42 homens e 71 mulheres. A doação foi feita no dia 7 de maio. Os jovens Luiz Antônio Lopes Teixeira (na foto, de camisa marrom) e Ezaías de Souza Vieira, que prestam serviços na Faculdade de Direito Milton Campos, receberam em maio último o seu Certificado de Aprendiz da Assprom, entidade que cuida da formação de jovens e adolescentes carentes. Ao todo, 36 aprendizes participaram da formatura. Durante a solenidade, todos fizeram o seguinte juramento: "Prometo, diante da sociedade e de todos que farão parte do meu trabalho esforçar-me profissionalmente, de acordo com os princípios éticos, com responsabilidade e respeito, dedicando-me sempre, visando o desenvolvimento da empresa e o bem-estar de todos". O programa de aprendizes da FDMC tem como coordenadores a bibliotecária Emilce Maria Diniz, que representou o Cefos na solenidade, e os servidores João Anísio Silva, José Lúcio Maurício e Marco Antonio Alves.

3 C O M I S S Ã O Professor da Milton Campos conduz estudo sobre reforma do CPP Um código de 67 anos Em vigor desde o dia 3 de outubro de 1941, o atual Código de Processo Penal regula o percurso que vai desde a investigação criminal até a sentença judicial e seus recursos em mais de 11 artigos, distribuídos em cinco livros, com capítulos, divisões e subdivisões. Embora tenha sofrido várias alterações pontuais, o CPP vem resistindo às tentativas de reforma mais abrangente. Depois da Constituição de 19, que tanto ajudou a oxigenar a interpretação das normas de processo penal por parte dos tribunais, o parlamento brasileiro ainda não teve a oportunidade de se dedicar à reforma integral do mencionado diploma, de modo a reforçar o movimento de convergência ao novo paradigma constitucional. Fonte: O atual Código de Processo Penal (CPP) está com os dias contados. Em vigor há 67 anos, o CPP vai passar por uma grande reforma. Para isso, foi criada uma comissão que vai elaborar o anteprojeto de lei para lançar as bases para o Novo CPP. O professor Eugênio Pacelli de Oliveira, da Faculdade de Direito Milton Campos, faz parte dessa comissão e diz que se sente muito honrado em participar do projeto."tenho a honra de participar da Comissão de Juristas, como membro e como relator-geral, eleito pelos demais integrantes", resumiu. Segundo o professor que desde o início do ano está em Brasília como procurador-regional da República, com atuação perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, recentes leis vieram reformar o CPP (Leis 11.69, e , todas de 200), com vigência a partir de agosto. "As mudanças promovidas por elas são muitas e estendem-se por toda a legislação codificada, que é o CPP. Há alterações de procedimentos, de atos judiciais, de aproveitamento de provas e, em relação ao júri, mudança completa, senão de conteúdo, pelo menos de forma. Infelizmente, tantas foram as alterações que as bibliotecas terão que se atualizar em matéria processual penal", diz Pacelli. Na prática, entretanto, a aceleração de ritos dificilmente poderá ser aplicada, em razão do congestionamento de pautas judiciárias e por ausência de recursos humanos. "Não há juízes e servidores em número suficiente para atender à demanda de processos em nível nacional", lamenta. As leis e , que passam a valer dia 20 de agosto, vão alterar substancialmente o procedimento dos processos de competência do Tribunal do Júri. Uma das mudanças é a idade mínima para a participação no Júri, que passará de 21 para 1 anos. Para evitar a "fuga" de jurados, cidades com mais de 1 milhão de habitantes deverão ter uma reserva de 00 a inscritos. Outra mudança: os atos instrutórios serão concentrados em uma audiência una, com as partes inquirindo as testemunhas diretamente, e não mais por intermédio do juiz. Além disso, somente as provas consideradas imprescindíveis poderão ser lidas nos autos antes das novas leis, o advogado ou defensor podia pedir a leitura em voz alta de todo o processo, o que tornava o julgamento bastante cansativo. Eugênio Pacelli lembra que o atual CPP é de "Na verdade, o próprio CPP está desatualizado. E as alterações da chamada mini-reforma, ainda que melhorem alguns aspectos, trazem tumulto em relação a outros, tendo em vista resultarem de um conjunto de medidas gestadas em 2001 e que, com o tempo, perderam a unidade lógica", explica o professor. De acordo com ele, um novo CPP ordenaria de modo mais sistemático a matéria, "além de promover uma consolidação das diversas leis sobre o processo penal". Eugênio Pacelli: muitas alterações previstas, mas agilidade esbarra na falta de recursos humanos Juristas em ação No último dia 9 de julho, o Senado Federal instalou a Comissão de Juristas encarregada de elaborar um anteprojeto de novo Código de Processo Penal (CPP) Criada por intermédio do Requerimento nº 7, de 200, de iniciativa do senador Renato Casagrande (PSB-ES), a comissão conta com nove juristas: Antonio Corrêa (juiz federal); Antônio Magalhães Gomes Filho (advogado e professor da USP); Eugenio Pacelli (procurador Regional da República e professor da FDMC); Fabiano Augusto Martins Silveira (consultor legislativo do Senado); Félix Valois Coelho Júnior (advogado e ex-secretário de Justiça do Amazonas); Hamilton Carvalhido (ministro do STJ); Jacinto Nelson de Miranda Coutinho (advogado e professor da UFPR); Sandro Torres Avelar (delegado federal); Tito de Souza Amaral (promotor de Justiça). O grupo terá prazo de 10 dias, a contar de 1º de agosto, para apresentar um anteprojeto de reforma. Após essa etapa, será formada uma outra comissão, composta exclusivamente por senadores, para analisar o anteprojeto, que deverá ser transformado em projeto de lei versando sobre o novo Código, a ser examinado pelo Congresso. Foto: Arquivo pessoal

4 C A L O U R O S Um guia para ser consultado sempre que necessário As Faculdades Milton Campos oferecem uma série de serviços para facilitar a vida de seus alunos. É natural que os calouros levem um tempo para conhecer todas essas facilidades. Pensando nisto, o Jornal Milton Campos publica, a cada início de semestre letivo, uma página com as principais infor-mações sobre esses serviços. Este guia traz dicas valiosas sobre diversos assuntos acadêmicos. As informações estão legendadas como I (Direito) e II (Administração, Ciências Contábeis e Mestrado). Xerox Horário: I - Segunda a sexta, 7h30 às 21h30; sábado, h às 12h. II - Segunda a sexta, 7h30 às 11h30 e 1h às 21h30. As cópias custam R$ 0,10. No Campus II, porém, o preço cai quando se fazem acima de 50 cópias de originais diferentes (R$ 0,0 por página) ou cópias do mesmo original (R$ 0,07 por página). Livrarias Algumas das principais livrarias de Belo Horizonte, em convênio com a Faculdade de Direito, montam seus estandes no saguão principal e oferecem livros jurídicos a preços especiais. Essa espécie de feira acontece nas primeiras semanas de aulas em cada semestre e é mais uma facilidade para o aluno, que pode contar com o conforto de adquirir livros importantes para o seu curso com condições diferenciadas de pagamento. Secretaria Horário: Segunda a sexta, 7h30 às 12h e 13h30 às 20h30; sábado, h às 12h, h às 12h (I e II). A secretaria é responsável pelo fornecimento de informações sobre o desempenho acadêmico, como matrícula, notas e freqüência, entre outras. Ali também podem ser obtidos documentos como atestados, declarações e dispensa de disciplinas. Além da secretaria, o aluno pode buscar informações acadêmicas por meio do site da faculdade (www.mcampos.br). Ônibus Os dois campi são atendidos por duas linhas regulares: Linha Nova Gameleira - Faculdade Milton Campos. Tarifa: R$ 2,10. Agência Bancária Horário: 10h às h30. É uma agência do Banco Real no Campus I, próximo à biblioteca. Ali, os alunos podem abrir contas-corrente com tarifas especiais e pagar suas mensalidades. No Campus II há um caixa eletrônico. O aluno deve saber que, até o vencimento, a mensalidade pode ser paga em qualquer banco (agências ou caixas rápidos). Depois disso, somente no Banco Real. Estágio O estágio acadêmico é um importante instrumento de profissionalização. No curso de Direito, ele pode ser realizado a partir do 3 período e tem duração máxima de dois anos (quatro semestres letivos). Já o estágio profissional, destinado aos alunos do 7 período em diante, pode ser feito em escritórios credenciados e mediante prévia inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG). Os estágios também podem ser feitos em órgãos públicos. Tesouraria Horário: Segunda a sexta, h às 11h30 e 14h às 21h; sábado, h às 11h (I e II). É a área responsável pelo gerenciamento financeiro das FMC. Biblioteca Horário: Segunda a sexta, 7h30 às h; sábado, 7h30h às 12h45 (I e II). Considerada uma das mais completas do Brasil, as bibliotecas das Faculdades Milton Campos contam com mais de 56 mil títulos. Seu acervo é constantemente atualizado com milhares de livros, desde aqueles que constam da lista de exigências do MEC até os que são comprados a partir das indicações dos professores. Outra fonte de enriquecimento do nosso acervo são doações feitas por pessoas físicas ou instituições. Com instalações confortáveis e silenciosas, as bibliotecas ainda oferecem computadores com acesso à Internet, que podem ser usados para pesquisas complementares. Laboratório de Informática Horário: Segunda a sexta, de h às 12h e de 13h30 às 21h30; sábado, de h às 11h30 (I e II). As Faculdades Milton Campos mantêm cinco laboratórios de informática (dois no Campus I e três no Campus II), com um total de 9 computadores. Todos os equipamentos oferecem acesso à Internet por meio de um link exclusivo da instituição, o que garante maior rapidez na navegação. Entre os programas instalados estão o Word, Excel e PowerPoint, todos da Microsoft. Os alunos de Administração têm à sua disposição o Microsoft Vision e os de Ciências Contábeis o software Mastermaq. Jornal Leia sempre o Jornal Milton Campos. Assim, você fica por dentro de tudo o que acontece na faculdade e ainda pode participar de sua elaboração, escrevendo artigos sobre temas relacionados à sua área acadêmica. Com circulação mensal, o jornal possui duas páginas dedicadas à publicação desses artigos que, no caso dos alunos, devem passar pela revisão de um professor. Exalunos e professores também podem enviar suas matérias, cujo texto deve ter entre e caracteres. Os Diretórios Acadêmicos também contam com um espaço para divulgar suas realizações. Na Internet O site das Faculdades Milton Campos (www.mcampos.br) oferece informações sobre o acervo da biblioteca, dados sobre os cursos oferecidos pela instituição, calendário letivo, editais e outras informações acadêmicas. Também dá acesso às matérias do Jornal Milton Campos e possui links para sites de interesse dos alunos. O Serviço de Atendimento ao Aluno (SAA) é um serviço via Internet no qual o estudante pode verificar informações sobre sua freqüência, notas, resultados e histórico, bem como informar a mudança de endereço, renovar empréstimos de livros, emitir segunda via de boleta de cobrança e ainda baixar arquivos oferecidos pelos professores. Linha Dom Cabral - Faculdade Milton Campos. Tarifa: R$ 2,10 Obs: os horários em destaque significam, de acordo com a BHTrans, que a as viagens são feitas em ônibus equipados com elevador

5 D I R E T Ó R I O A C A D Ê M I C O Nova diretoria do Dacon promete Planejamento, eficiência e transparência na prestação de contas. Essa será a marca da gestão 200/09 do Diretório Acadêmico Orozimbo Nonato (Dacon), de acordo com seu novo presidente, Gabriel Souza Marques de Azevedo. Um mês antes da eleição, realizada em maio, os integrantes da chapa Ritmo já haviam feito um plano de mandato que leva em conta o calendário da Faculdade de Direito Milton Campos. Com votos de 734 alunos contra 430, a chapa venceu o pleito com uma campanha inovadora que incluiu até vídeos promocionais no site Youtube. O número de atividades programadas pela nova diretoria impressiona, e não só pela quantidade. Para se ter uma idéia, Gabriel anuncia que na última semana de setembro o Dacon vai promover, em parceria com a Faculdade, uma série de debates com os principais candidatos a prefeito de Belo Horizonte. Em outubro haverá uma comemoração especial: será celebrado o 20º aniversário da Constituição Federal, e o Dacon quer ampliar o debate sobre o assunto, trazendo juristas de renome nacional. Até mesmo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pode fazer uma palestra na faculdade, anuncia Gabriel. FHC será convidado a participar do seminário "Pensando no Brasil", no qual vários intelectuais vão discutir as reformas que o Brasil precisa. No lado social, a gestão Ritmo garante que já tem mais de dez festas agendadas. intensa programação A já tradicional "Porcada" acontece no próximo dia 23 de agosto. É uma comemoração que acontece duas vezes por semestre: a primeira celebra a chegada dos calouros. A outra, no final do semestre, homenageia os formandos. Além disso, haverá o "Butecampos" no dia 11 de agosto, Dia do Advogado, data em que costuma ocorrer o "pindura" em diversos restaurantes do Brasil, conhecido por alguns como "calote legal", trocadilho para a recusa dos novos advogados em pagar a conta. Para quem desejar ir mais longe, o Dacon promete promover uma excursão ao Pico da Bandeira, uma visita aos prédios dos Três Poderes em Brasília e viagens para os encontros nacional e regional dos estudantes de Direito. Quanto à transparência, Gabriel Azevedo anuncia que será adotado o orçamento participativo, aos moldes do que acontece na capital mineira. Parte da verba do Dacon será utilizada de acordo com a determinação dos alunos. O novo presidente diz que haverá reuniões periódicas com os representantes de turmas para identificar as principais reivindicações dos estudantes, que serão negociadas com a direção da Milton Campos. Uma nova sala para o Dacon, um novo site, um novo jornal e até uma nova grife também estão nos planos da chapa Ritmo, que anuncia ainda a regularização do CNPJ e da conta bancária em nome da entidade. Gabriel está no 6º período de Direito, mas também cursa Jornalismo e Publicidade na PUC Minas. Ele confessa seu amor pela política, mas garante que não vai politizar o Dacon. "Queremos estar presentes em todas as atividades que dizem respeito ao interesse dos alunos", afirma o novo presidente, acrescentando que o relacionamento com a direção da Faculdade será o melhor possível, no sentido de buscar o entendimento e melhorar, cada vez mais, as condições para os estudantes. A nova diretoria do Dacon Gabriel de Azevedo - Presidente Amanda Amaral - Vice-presidente Gabriel Bagno - 1º Secretário Rafael Pereira - 2º Secretário Thiago Faria - 1º Tesoureiro Gláucia Miranda - 2º Tesoureira Paloma Navarro - Relações públicas Jordano Fernandes - Assistência Mário Diamente - Assistência Daniel Lança - Educação e Cultura Renato Schweizer - Ética e Defesa Raphael Chiaini - Social e Eventos Frederico Pequeno - Social e Eventos Diogo Albernaz - Esportivo Felipe Sala - Esportivo Criatividade: até o busto de Milton Campos entrou na campanha da chapa Ritmo Divulgação chapa Ritmo

6 A R T I G O O STF e as pesquisas com células-tronco MARCELLA VIDIGAL LEMOS DUARTE* Em 29 de maio de 200, o egrégio Supremo Tribunal Federal (STF) realizou um julgamento histórico para o Brasil, o qual representará importante marco para a comunidade científica e a sociedade brasileira de um modo geral. Trata-se da apreciação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 3510, ajuizada em 2005 pelo então Procurador- Geral da República Cláudio Fonteles, para questionar a suposta inconstitucionalidade do art. 5º, caput e parágrafos, da nova Lei de Biossegurança (Lei n , de 24 de março de 2005) 1. A tese central da referida ADI consistia na afirmação de que "a vida humana começa na, e a partir da, fecundação" e, assim, o dispositivo legal impugnado teria inobservado o disposto nos arts. 1º, inc. III, e 5º, ambos da Constituição da República de 19, em virtude da proteção conferida à inviolabilidade do direito à vida, bem como à dignidade da pessoa humana. Na visão do órgão ministerial e de renomados cientistas citados na ação direta, o embrião já consistiria na primeira manifestação da vida humana, compreendendo sua fase inicial, que vai da concepção até a oitava semana de vida. Por essa razão, qualquer método artificial para destruí-lo representaria uma ofensa direta ao direito à vida. É bem verdade que o estudo com célulastronco embrionárias representa um tema extremamente polêmico, por envolver diferentes posicionamentos jurídicos, científicos, religiosos e filosóficos, de variados setores da sociedade. E foi em virtude da complexidade da matéria que o julgamento da ADI pelo STF demandou uma série de debates, inclusive com a realização, em 2007, de uma audiência pública, a primeira na história a ser realizada por aquela Corte Constitucional. Apesar dos argumentos contrários à constitucionalidade da Lei de Biossegurança, esta última, acertadamente, consignou di- 1 Art. 5 o É permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no respectivo procedimento, atendidas as seguintes condições: I - sejam embriões inviáveis; ou II - sejam embriões congelados há 3 (três) anos ou mais, na data da publicação desta Lei, ou que, já congelados na data da publicação desta Lei, depois de completarem 3 (três) anos, contados a partir da data de congelamento. 1o Em qualquer caso, é necessário o consentimento dos genitores. 2o Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa ou terapia com células-tronco embrionárias humanas deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa. 3o É vedada a comercialização do material biológico a que se refere este artigo e sua prática implica o crime tipificado no art. da Lei no 9.434, de 4 de fevereiro de (grifos nossos). versas condições para a realização dos estudos com células-tronco, de modo a evitar abusos e irregularidades por parte dos cientistas e, acima de tudo, vedou qualquer prática tendente à produção de embriões destinados, exclusivamente, aos experimentos disciplinados em seu art. 5º. Assim, submeteu a obtenção de células-tronco embrionárias tão-somente a partir de embriões já formados, ou seja, aos embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no respectivo procedimento. Além da necessidade de pré-existência dos embriões, a Lei n /05 impôs outras restrições, quais sejam: a inviabilidade dos embriões; o prazo mínimo de 3 (três) anos entre a data de congelamento do embrião e a de sua utilização; o consentimento dos genitores e, ainda, a submissão dos projetos das instituições de pesquisa à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa (nos termos do art. 5º, caput e parágrafos, da Lei de Biossegurança). Conforme destacado, as condições exigidas pela Lei de Biossegurança representam, por si só, uma limitação a práticas abusivas e desleais, as quais poderão, facilmente, ser detectadas e coibidas mediante um ostensivo e rigoroso trabalho de fiscalização por parte dos órgãos responsáveis. Dessa forma, tem-se que o objetivo da mencionada lei será, também, trazer para a legalidade projetos de pesquisa e experimentações sérias nesse campo da ciência, viabilizando a liberdade científica. Sob o prisma jurídico, verdade é que o embrião, seja ele vida efetiva ou vida em potencial, deve ter sua dignidade respeitada. E a lei em comento respeitou devidamente esse preceito, permitindo apenas a utilização de embriões fecundados in vitro, anteriormente destinados a fins reprodutivos, porém sem nenhuma viabilidade de se tornarem seres humanos, porque inviáveis ou não utilizados no processo de fertilização. Vale lembrar que a predileção de alguns cientistas pelas células-tronco embrionárias justifica-se pelo seu alto potencial de transformação em todos os tipos de células e tecidos do corpo humano, ao passo que as células-tronco adultas, derivadas de tecidos da medula óssea, fígado, polpa de dente e do cordão umbilical, mostram-se capazes de se diferenciar em tipos restritos de tecidos humanos. Soma-se a isso o fato de já existir, na literatura científica, um criterioso estudo comprovando que a utilização de células-tronco embrionárias prescinde da destruição dos embriões, sendo perfeitamente viável a manutenção da continuidade do desenvolvimento embrionário, mesmo após a retirada de uma única célula que dará origem a uma linhagem de célulastronco embrionárias. Diante de tantas considerações, os eminentes Ministros do STF verificaram tratarse de uma verdadeira via de mão dupla: se, por um lado, existe o dever de preservação da vida humana, ato incontinenti à sua formação; por outro, estão as efetivas e potenciais melhoras que a ciência traz e ainda poderá trazer aos portadores de deficiências físicas, de doenças cardiovasculares, hepáticas, neurológicas (como os males de Alzheimer e Parkinson, a esclerose múltipla, o AVC Acidente Vascular Cerebral). E, por maioria de seus membros, nos termos do voto do relator Carlos Ayres Britto, o egrégio Supremo Tribunal Federal decidiu pela constitucionalidade da Lei de Biossegurança, julgando improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 3510, por entender que "o aproveitamento dos embriões nas pesquisas científicas com células-tronco é infinitamente mais útil e nobre do que o descarte vão dos mesmos", como bem salientou a ministra Ellen Gracie. *EX-ALUNA DA FACULDADE DE DIREITO MILTON CAMPOS, GRADUADA EM DEZEMBRO/2007.

7 A R T I G O Costumo dizer aos meus alunos, em sala de aula, que nossa vida de cidadãos é uma inesgotável rotina de firmar e cumprir contratos, ainda que, muitas vezes, nem o percebamos. Desde cedo, quando nos levantamos e abrimos a torneira para lavar o rosto ou folheamos um jornal, até à noite, quando ligamos um aparelho de tv para nos ajudar a pegar no sono, estamos exercendo direitos ou cumprindo deveres impostos por contratos firmados. De manhã, o contrato (oculto) é com a empresa fornecedora da água ou a editora do jornal; à noite, o sonífero televisivo nos remete a mais um contrato, seja com a operadora de tv por assinatura, seja com a concessionária de energia elétrica. Em todos os casos, o exercício dos direitos assegurados por esses contratos estará gerando para nós deveres com o pagamento, que cumpriremos sob a proteção de novos contratos: o do débito em conta, com a agência bancária, ou o da carteira de trabalho, com o "boy" do escritório, que vai até o caixa efetuar o pagamento dos boletos. Faço esse preâmbulo por duas razões: para introduzir a sala de aula em texto sobre administração escolar, o que é mais do que natural, e para criar o clima para tratar do tema também usando a metáfora dos contratos. A administração escolar ou acadêmica deve ser, permanentemente, encarada como uma situação típica de cumprimento de contratos, em que há cláusulas explícitas e outras nem tanto, mas todas impondo o cumprimento à risca, sob pena de o objeto final do contrato não ser atingido. Cabe ao administrador de uma escola seja ela de qual nível for ter noção exata de que ele tem um cliente explícito, identificado, com objetivos imediatos a serem atingidos, que é o aluno, mas tem, também, um "cliente" oculto, que não lhe fará cobranças de curto prazo, mas que, certamente, fará o julgamento da qualidade de sua atuação, nos médio e longo prazos: a sociedade. São de duas ordens, portanto, a clientela a quem a administração escolar deve atender e, para este fim, ela deverá estar, permanentemente, atenta a detalhes da gestão, aos quais poderíamos chamar de cláusulas, para manter a analogia com os Gestão escolar, contratos e qualidade do ensino contratos. Em muitos casos, o atendimento aos dois clientes exigirá um tratamento único; em outros, os interesses de uns podem conflitar com os do outro. Minha experiência pessoal de muitos anos como gestora acadêmica, por exemplo, deixou-me com a convicção de que nosso primeiro e primordial papel é zelar para que nada interfira, nada tumultue a atividade acadêmica propriamente dita, seja a do ensino, seja a da pesquisa, seja a da extensão. A ausência de material escolar básico, por exemplo, não pode ser fator de perturbação na relação aluno x professor; é dever do administrador cuidar para que ele não falte. O mesmo vale para as atividades de pesquisa (assegurar os insumos indispensáveis e a infra-estrutura básica, por exemplo) e de extensão (garantir o acesso da população ao campus universitário ou a locomoção de alunos e professores às áreas em estudo, também por exemplo). Se cumprir apenas o básico, no entanto, esse administrador não estará resgatando de forma completa seu compromisso contratual com a sociedade. Ele precisa ter visão de futuro, saber perceber e até antecipar tendências, para propiciar aos corpos docente e discente, sob sua direção, além da competência profissional, fundamentada em valores éticos, a chance de acompanhar a evolução da sociedade humana e da ciência. LUCIA MASSARA* Há, portanto, uma certa contradição nessa dupla função do administrador, que deve ser um prestador de serviços, quase oculto aos docentes e alunos, mas, ao mesmo tempo, deve ter a liderança necessária e essencial para induzir processos e iniciativas. Na verdade, essa contradição é apenas aparente, desde que o administrador tenha a sensibilidade para garantir o equilíbrio entre suas duas missões: há que ser discreto o suficiente para adotar, silenciosamente, as providências administrativas indispensáveis e há que ser pró-ativo e corajoso de forma a não permitir que sua escola perca oportunidades, por falta de iniciativa. No contexto da excessiva proliferação dos cursos de Direito no Brasil, nos últimos anos, é lícito reconhecer que nem sempre esses dois clientes que mencionei nesta curta reflexão vêm sendo atendidos, com seus interesses sobrepujados pela volúpia empresarial do lucro. O cliente/aluno nem sempre é atendido com a boa formação que procura e o cliente/sociedade é muitas vezes lesado, pois recebe profissionais inadequadamente habilitados para atuar em um campo de tão ampla repercussão social, como este que está sob a responsabilidade dos operadores do Direito. *DIRETORA DA FACULDADE DE DIREITO MILTON CAMPOS. ARTIGO PUBLICADO ORIGINALMENTE NA REVISTA DEL REY JURÍDICA P U B L I C A Ç Ã O D E A R T I G O S O espaço para artigos é aberto a professores, alunos e ex-alunos das Faculdades Milton Campos. Envie o seu para O texto deve ter de a caracteres (com espaço), ser identificado com o nome do autor, telefone para contato e, no caso de estudantes, nome do professor responsável pela revisão. Mande também sua dica para a ilustração. Os artigos são publicados por ordem de chegada. N O T A Os professores e alunos interessados em encaminhar artigos para publicação no ESTADO DE MINAS poderão fazê-lo por intermédio da Assessoria de Comunicação da faculdade:

8 CALENDÁRIO FAMC A g o s t o CALENDÁRIO FDMC A g o s t o IMPRESSO ESPECIAL Contrato n.º ECT DR/MG Centro Educ. Form. Superior 2 Reunião dos Professores 2 Reunião dos Professores 4 Início do 2º Semestre letivo. Recepção dos Calouros, Diretoria e Professores do 1º período 4 Início do 2º Semestre letivo. Recepção dos Calouros, Diretoria e Professores do 1º período e 16 Feriado e Recesso (Assunção de Nossa Senhora) 6 Reunião dos Chefes de Depart. com a Coordenação 11 Dia do Advogado (aula normal) 27 e 16 Feriado e Recesso (Assunção de Nossa Senhora) 23 Reunião dos Coordenadores de Área com a Coordenação Pedagógica S e t e m b r o Reunião dos Profes. c/ os Chefes de Departamento Dia da Independência S e t e m b r o 9 Dia do Administrador (aula normal) 6 Reunião dos Profes. com os Coordenadores de Área Último dia para requerer Trancamento de matrícula e cancelamento de disciplina Dia do Contador (aula normal) Último dia para entrega das notas da 1ª avaliação Dia da Independência Reunião com o Conselho Superior Último dia para requerer Trancamento de matrícula e cancelamento de disciplina 26 Último dia para entrega das notas da 1ª avaliação O u t u b r o 29 1ª a 20 Inscrições para os Processos Seletivos 1º/2009 1ª 10 Início das Inscrições para Transferência e Obtenção de Novo Título Reunião dos Chefes de Departamento com a Coordenação Pedagógica 1ª a 20 O u t u b r o Inscrições para os Processos Seletivos 1º/ a 31 Dia do Professor (Recesso) N o v e m b r o Realização do Exame para Obtenção de Novo Título e Transferência - 1º/2009 Realização do Vestibular - 1º/2009 Feriado (Proclamação da República) (FAMC) Último dia para entrega de notas da 2ª avaliação D e z e m b r o Feriado Religioso (Imaculada Conceição) Último dia de atividade escolar 2º semestre 21 a 31 - Recesso PARTICIPE! ENVIE ARTIGOS PARA O JORNAL: (veja especificações na página 7) 1ª 4 9 e Início das Inscrições para Transferência e Obtenção de Novo Título 2ª chamada da 1ª avaliação Reunião com o Conselho Superior (FDMC) IV Semana de Iniciação Científica (FDMC) Reunião dos Coord. de Área com a Coord. Pedag. Dia do Professor (Recesso) Prazo limite para depósito de Trab. de Concl. de Curso N o v e m b r o Realização do Exame para Obtenção de Novo Título e Transferência - 1º/2009 Realização do Vestibular - 1º/2009 Feriado (Proclamação da República) Último dia para entrega das notas da 2ª avaliação 2ª chamada da 2ª avaliação D e z e m b r o 3 Feriado Religioso (Imaculada Conceição) 20 Último dia de atividade escolar do 2º semestre IMPRESSO 21 a 31 Recesso

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