MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO ADMINISTRADOR

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1 MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO ADMINISTRADOR CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS CRA-MG 1

2 Av. Afonso Pena, 981 1º andar Centro Belo Horizonte MG CEP: Telefone: (31) Fax: (31)

3 O Manual de Orientação do Administrador e dos Profissionais diplomados em curso superior em determinada área da Administração é uma publicação do Conselho Regional de Administração de Minas Gerais CRA-MG. Ele foi elaborado especialmente para você que exerce ou deseja exercer a profissão do Administrador ou atuar em área específica da Administração. Esta edição contém informações importantes e orientadoras sobre: O Sistema CFA/CRAs, finalidades dos Conselhos, fiscalização do exercício profissional, campos de atuação, registros profissional e de pessoa jurídica, legislação básica da profissão de Administrador e dos diplomados em curso superior em determinada área da Administração, Código de Ética Profissional do Administrador (CEPA) e identificação da profissão do Administrador* (juramento, símbolo e dia do Administrador). Belo Horizonte,

4 SISTEMA CFA/CRAS... 6 CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO - CFA... 6 CONSELHOS REGIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO - CRAS... 6 FINALIDADES DOS CRAS... 7 O CRA E A FISCALIZAÇÃO... 8 FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL/PODER DISCIPLINADOR... 8 EMBASAMENTO LEGAL PARA O PROCESSO DE FISCALIZAÇÃO:... 9 O PODER DE POLÍCIA... 9 PODER DE POLÍCIA NO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL:... 9 DEFESAS DO FISCAL NO DESEMPENHO DE SUAS FUNÇÕES... 9 RESISTÊNCIA DESACATO POLÍTICA DE ATUAÇÃO DO CRA ESTRATÉGIA DE FISCALIZAÇÃO CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO ADMINISTRADOR - ATIVIDADES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL/LOGÍSTICA ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA/MARKETING ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO ADMINISTRAÇÃO E SELEÇÃO DE PESSOAL/RECURSOS HUMANOS/RELAÇÕES INDUSTRIAIS ORÇAMENTO ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS E PROGRAMAS DE TRABALHO OUTRAS ATIVIDADES FORMAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO ADMINISTRADOR ÁREA DE ATUAÇÃO DOS TECNÓLOGOS E OUTROS PROFISSIONAIS RESPONSABILIDADE TÉCNICA ACERVO TÉCNICO-PROFISSIONAL O REGISTRO IMPORTÂNCIA DO REGISTRO NO CRA ONDE SE REGISTRAR? QUEM SE REGISTRA? REGISTRO DE PESSOA FÍSICA REGISTRO DE PESSOA JURÍDICA CIP - CARTEIRA DE IDENTIDADE PROFISSIONAL ANUIDADE PROFISSIONAL LEGISLAÇÃO BÁSICA DA PROFISSÃO DE ADMINISTRADOR LEI Nº 4.769, DE 9 DE SETEMBRO DE DECRETO Nº , DE 22 DE DEZEMBRO DE REGULAMENTO DA LEI Nº 4.769, DE 9 DE SETEMBRO DE 1965, QUE REGULA O EXERCÍCIO DA (1) PROFISSÃO DE ADMINISTRADOR LEI Nº 6.206, DE 7 DE MAIO DE LEI Nº 7.321, DE 13 DE JUNHO DE LEI Nº 8.873, DE 26 DE ABRIL DE RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 353, DE 9 DE ABRIL DE CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ADMINISTRADOR

5 REGULAMENTO DO PROCESSO ÉTICO DO SISTEMA CFA/CRAS RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 374/2009, RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 387, DE 29 DE ABRIL DE IDENTIFICAÇÃO DA PROFISSÃO DE ADMINISTRADOR JURAMENTO DO ADMINISTRADOR DIA DO ADMINISTRADOR O SÍMBOLO BANDEIRA DA PROFISSÃO DE ADMINISTRADOR MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL DO ADMINISTRADOR O ANEL A PEDRA ASSINATURA DO ADMINISTRADOR EM DOCUMENTOS DE SUA AUTORIA REPRESENTAÇÃO LEGAL DO CRA-MG NO INTERIOR DO ESTADO DELEGACIAS REGIONAIS COMPOSIÇÃO DO PLENÁRIO DO CRA-MG DIRETORIA EXECUTIVA DO CRA-MG - BIÊNIO: 2009/

6 SISTEMA CFA/CRAs O Sistema é formado pelo Conselho Federal de Administração (CFA) e pelos Conselhos Regionais de Administração (CRAs), constituindo em seu conjunto uma Autarquia Federal, dotada de personalidade jurídica de direito público, com autonomia técnica, administrativa e financeira. Os Conselhos foram criados com o advento da Lei nº 4.769, de 09 de setembro de 1965, tendo por objetivo cumprir e fazer cumprir a legislação que regulamenta a profissão de Administrador *. Missão Promover a difusão da ciência da Administração e a valorização da profissão do Administrador, visando a defesa da sociedade. CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO - CFA É a entidade normatizadora, consultiva, orientadora e disciplinadora do exercício da profissão de Administrador *, bem como controladora e fiscalizadora das atividades financeiras e administrativas do Sistema CFA/CRAs. O CFA tem sede e foro no Distrito Federal. CONSELHOS REGIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO - CRAs Os CRAs estão distribuídos em todo o Brasil, sediados nas capitais dos Estados e no Distrito Federal. Funcionam como entidades dotadas de personalidade jurídica, com autonomia técnica, administrativa e financeira. Não recebem nenhuma subvenção do Governo Federal, sendo mantidos por anuidades e taxas pagas por profissionais e empresas. * Onde se lê Administrador, inclua-se também o Profissional detentor de registro no CRA com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização. 6

7 FINALIDADES DOS CRAs Os Conselhos Regionais de Administração têm por finalidade: dar execução às diretrizes formuladas pelo Conselho Federal de Administração; fiscalizar, na área da respectiva jurisdição, o exercício da profissão de Administrador; organizar e manter o registro do Administrador * ; julgar as infrações e impor as penalidades referidas na Lei nº 4.769/65; expedir as carteiras profissionais dos Administradores * e; elaborar o seu regimento interno para exame e aprovação pelo CFA. Além das finalidades previstas na Lei nº 4.769/65 e no Regulamento aprovado pelo Decreto nº /67, cabe ao CRA-MG, especificamente: baixar atos julgados necessários à fiel observância e execução da legislação referente à profissão do Administrador; propor ao Conselho Federal de Administração o aperfeiçoamento de atos e normas que são indispensáveis ao cumprimento das suas competências ou ao aprimoramento do exercício profissional; colaborar com os poderes públicos, instituições de ensino, sindicatos e outras entidades de classe, no estudo de problemas do exercício profissional e do ensino da Administração, propondo e contribuindo para a efetivação de medidas adequadas à sua solução e aprimoramento; celebrar convênios, contratos e acordos de cooperação técnica, científica, financeira e outros de seu interesse; dirimir as dúvidas ou omissões sobre a aplicação da legislação reguladora do exercício profissional do Administrador * ; indicar, por decisão do seu Plenário, representantes, registrados e em dia com o CRA-MG, para participar de órgão consultivo de entidades da administração pública *Onde se lê Administrador, inclua-se também o Profissional detentor de registro no CRA com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização. 7

8 direta ou indireta, de fundações, organizações públicas e privadas, quando solicitado por quem de direito; indicar delegados com funções de representação, de orientação ou de observação a congressos, seminários, convenções, encontros, concursos, exames ou eventos similares; promover estudos, pesquisas, campanhas de valorização profissional, publicações e medidas que objetivem o aperfeiçoamento técnico, científico e cultural do Administrador * ; valorizar, mediante reconhecimento público e premiações, profissionais, personalidades, empresas e instituições públicas e privadas que tenham contribuído significativamente para o desenvolvimento da Ciência da Administração no Brasil e, em especial, na jurisdição do CRA-MG e; realizar ou apoiar programas que promovam a ampliação do mercado de atuação do Administrador e das organizações afiliadas. O CRA E A FISCALIZAÇÃO Fiscalização do Exercício Profissional/Poder Disciplinador O desempenho pleno das funções legais dos CRAs é dado mediante a efetiva Fiscalização do Exercício Profissional, que se destina a prevenir, reprimir e punir violação às regras legais atinentes à profissão de Administrador *. Na ocorrência dos pressupostos de fato que caracterizam a infração, deve o Conselho agir sob pena de responsabilidade administrativa. Os CRAs exercem o seu poder-dever de fiscalizar a profissão de Administrador *, por meio de Fiscais contratados, obedecendo ao disposto no Regulamento de Fiscalização * Onde se lê Administrador, inclua-se também o Profissional detentor de registro no CRA com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização. 8

9 do Sistema CFA/CRAs. Esses Fiscais recebem a Carteira de Identificação de Fiscal instituída por Resolução Normativa do CFA. Embasamento Legal para o Processo de Fiscalização: Lei nº 4.769, de 09 de setembro de Art. 8º, alínea b. Regulamento aprovado pelo Decreto nº , de 22 de dezembro de Art. 39, alínea b. O Poder de Polícia É a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado (Hely Lopes Meirelles). Poder de Polícia no Código Tributário Nacional: "Art. 78 Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou a respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos. O CRA encontra-se investido na condição de Polícia Administrativa, conforme estabelece a Lei nº 4.769/65. Defesas do Fiscal no desempenho de suas funções Embora o vínculo empregatício dos funcionários do Sistema CFA/CRAs seja regido pela CLT, quando no desempenho de suas atividades, os fiscais exercem função pública. Os Conselhos executam atividades típicas de Estado, caracterizadas pelo Poder de Polícia, que permite a exigência de registro para o exercício ou exploração de atividades profissionais, cobrança de anuidade, taxas, multas e aplicação de sanções. 9

10 Ao se defrontar com ameaças ou agressões, verbais ou físicas, por parte dos fiscalizados, dentro ou fora do Conselho, deve o fiscal alertar os infratores que tais atos tipificam crime de resistência previsto no art. 329 ou crime de desacato previsto no art. 331, ambos do Código Penal, devendo o Regional tomar as providências necessárias. Resistência "Art Opor-se à execução de ato legal, mediante violência ou ameaça a funcionário competente para executá-lo ou a quem lhe esteja prestando auxílio: PENA - detenção, de dois meses a dois anos. 1º. Se o ato, em razão da resistência, não se executa: PENA - reclusão, de um a três anos. 2º. As penas deste artigo são aplicáveis sem prejuízo das correspondentes à violência." Desacato "Art Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela: PENA - detenção, de seis meses a dois anos, ou multa." Na definição de Nelson Hungria, desacato é: a grosseira falta de acatamento, podendo consistir em palavras injuriosas, difamatórias ou caluniosas, vias de fato, agressão física, ameaças, gestos obscenos, gritos agudos etc., ou seja, qualquer palavra ou ato que redunde em vexame, humilhação, desprestígio ou irreverência ao funcionário. Política de atuação do CRA As ações de fiscalização do CRA devem ser concebidas por intermédio de projetos que contemplem objetivos e metas a serem alcançadas e universo a ser fiscalizado, evitando-se, assim, ações aleatórias e priorização de determinados segmentos. 10

11 Estratégia de Fiscalização O CRA poderá adotar como estratégia de fiscalização procedimentos preventivos, internos e externos, visando a coibir o exercício e a exploração ilegal da profissão de Administrador *. Fiscalização Preventiva objetiva desenvolver um trabalho de orientação profissional, dando condições ao estudante, ao Administrador * e às organizações de conhecerem a legislação que rege a profissão, Código de Ética Profissional do Administrador e o papel do CRA, por intermédio de: visitas técnicas no CRA, palestras e seminários desenvolvidos por Conselheiros e profissionais em Instituições que ministram curso de Administração. Fiscalização Interna é realizada por meio de ofícios, intimações, autuações e notificações, encaminhados via correios. Fiscalização Externa é executada segundo programa de trabalho, previamente estabelecido pela equipe de fiscalização. Destaca-se ainda como estratégia de fiscalização, investigar: denúncias, concursos públicos, editais de licitação, publicações de atos ou fatos que requeiram, de algum modo, a ação do CRA, seja para verificar a obrigatoriedade de registro profissional ou de pessoa jurídica ou para examinar o envolvimento do Administrador * em atos ilícitos que podem denegrir a imagem da profissão, justificando, assim, a abertura de processo ético. CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO ADMINISTRADOR - ATIVIDADES Administração Financeira Análise Financeira * Onde se lê Administrador, inclua-se também o Profissional detentor de registro no CRA com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização. 11

12 Assessoria Financeira Assistência Técnica Financeira Apuração do E.V.A. (Economic Value Added) Auditoria Financeira Consultoria Técnica Financeira Diagnóstico Financeiro Orientação Financeira Pareceres de Viabilidade Financeira Projeções Financeiras Projetos Financeiros Sistemas Financeiros Administração de Bens e Valores Administração de Capitais Controladoria Controle de Custos Levantamento de Aplicação de Recursos Arbitragens Controle de Bens Patrimoniais Participação em outras Sociedades (Holding) Planejamento de Recursos Plano de Cobrança Projetos de Estudo e Preparo para Financiamento Administração de Material/Logística Administração de Estoque Assessoria de Compras Assessoria de Estoques Assessoria de Materiais Catalogação de Materiais Codificação de Materiais Controle de Materiais 12

13 Processos Licitatórios Estudo de Materiais Logística Orçamento e Procura de Materiais Planejamento de Compras Sistemas de Suprimento Administração Mercadológica/Marketing Administração de Vendas Canais de Distribuição Consultoria Promocional Coordenação de Promoções Estudos de Mercado Informações Comerciais - Extra-Contábeis Marketing Pesquisa de Mercado Pesquisa de Desenvolvimento de Produto Planejamento de Vendas Promoções Técnica Comercial Técnica de Varejo (grandes magazines) Administração de Produção Controle de Produção Pesquisa de Produção Planejamento de Produção Planejamento e Análise de Custo 13

14 Administração e Seleção de Pessoal/Recursos Humanos/Relações Industriais Cargos e Salários Assessoria em Recursos Humanos Consultoria em Recursos Humanos Controle de Pessoal Coordenação de Pessoal Desenvolvimento de Pessoal Interpretação de Performances Locação de Mão-de-Obra Planos de Carreiras Recrutamento Seleção Treinamento Orçamento Controle de Custos Controle e Custo Orçamentário Elaboração de Orçamento Implantação de Sistemas Projeções Provisões e Previsões Organização e Métodos e Programas de Trabalho Administração de Empresas Análise de Formulários Análise de Métodos Análise de Processos Análise de Sistemas 14

15 Assessoria Administrativa Assessoria Empresarial Assistência Administrativa Auditoria Administrativa Consultoria Administrativa Controle Administrativo Gerência Administrativa e de Projetos Implantação de Controle e de Projetos Implantação de Estruturas Empresariais Implantação de Métodos e Processos Implantação de Planos Implantação de Serviços Implantação de Sistemas Organização Administrativa Organização de Empresa Organização e Implantação de Custos Pareceres Administrativos Perícias Administrativas Planejamento Empresarial Planos de Racionalização e Reorganização Processamento de Dados/Informática Projetos Administrativos Racionalização Outras Atividades Administração de Consórcio Administração de Comércio Exterior Administração de Cooperativas Administração Hospitalar Administração de Condomínios/shopping Centers Administração de Imóveis 15

16 Administração de Processamento de Dados/Informática Agronegócio Administração Hoteleira "Factoring" Serviços de fornecimento de mão-de-obra Administração de Bens de Terceiros Administração de Cartões de Crédito Holding Administração e Organização de Eventos Turismo Administração Terceiro Setor FORMAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO ADMINISTRADOR O Administrador pode exercer a profissão nos campos da administração, previstos na Lei e em seu Regulamento, como: Administrador; Profissional liberal; Auditor de Gestão; Árbitro em processo de Arbitragem; Perito Judicial e Extra Judicial; Assessor e Consultor; Gerente; Analista; Ocupante de cargos de chefia ou direção, intermediária ou superior; em órgãos da Administração pública ou na iniciativa privada; Servidor Público Federal, Estadual, Municipal e Autárquico; Funcionário em Sociedades de economia mista, Empresas Estatais e Paraestatais; Empregado de Empresas Privadas; 16

17 Responsável Técnico por Empresas Prestadoras de Serviços de Administração para Terceiros; Professor, exercendo o magistério em matérias técnicas nos campos da Administração, em qualquer ramo de ensino técnico e superior e; Pesquisador e/ou escritor na área de Administração. ÁREA DE ATUAÇÃO DOS TECNÓLOGOS E OUTROS PROFISSIONAIS Os Profissionais detentores de registro no CRA, com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização podem exercer suas atividades conforme Resoluções Normativas específicas editadas pelo CFA. RESPONSABILIDADE TÉCNICA A Responsabilidade Técnica do Administrador * surgiu com o Regulamento aprovado pelo Decreto nº /67, que estabeleceu, no artigo 12, como uma prerrogativa do profissional de administração, desde que registrado no Conselho e em pleno gozo de seus direitos sociais. Art As sociedades de prestação de serviços profissionais mencionadas neste Regulamento só poderão se constituir ou funcionar sob a responsabilidade de Administrador, devidamente registrado e no pleno gozo de seus direitos sociais. 1º - O Administrador ou os Administradores, que fizerem parte das sociedades mencionadas neste artigo, responderão, individualmente, perante os Conselhos, pelos atos praticados pelas Sociedades em desacordo com o Código de Deontologia Administrativa. * Onde se lê Administrador, inclua-se também o Profissional detentor de registro no CRA com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização. 17

18 2º - As Sociedades a que alude este artigo são obrigadas a promover o seu registro prévio no Conselho Regional da área de sua atuação, e nos de tantas em quantas atuarem, ficando obrigadas a comunicar-lhes quaisquer alterações ou concorrências posteriores nos seus atos constitutivos. O Administrador Responsável Técnico tem o dever de responder sobre a aplicação técnico-científica da Administração aos atos profissionais, dentro dos princípios éticos e da legislação vigente, inclusive pelos atos praticados pelas sociedades em desacordo com o Código de Ética Profissional do Administrador*. Nesses casos, o Administrador é responsável pelos serviços prestados pela empresa. Os seus serviços são materializados por meio da emissão de pareceres, elaboração de relatórios, planos e projetos que assina e por todas as atividades que compreendem a Administração, tais como: pesquisas, estudos, análises, planejamento, implantação, coordenação, controle de trabalhos, dentre outras. O vínculo do responsável técnico é dado mediante contrato de prestação de serviços ou vínculo de emprego ou como sócio ou proprietário ou, ainda, como Administrador * Procurador. ACERVO TÉCNICO-PROFISSIONAL O Acervo Técnico refere-se a toda experiência adquirida pelo profissional em razão da sua atuação relacionada com as atribuições e atividades próprias do Administrador *, previstas na legislação em vigor, desde que registrados os atestados ou declarações de capacidade técnica no CRA, em cuja jurisdição os serviços foram realizados. * Onde se lê Administrador, inclua-se também o Profissional detentor de registro no CRA com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização. 18

19 Ao Acervo Técnico-Cadastral de Pessoas Jurídicas, poderá ser acrescido o Acervo Técnico-Profissional do Administrador contratado pela empresa como seu Responsável Técnico, seja como empregado ou como autônomo. O Registro de Comprovação de Aptidão para Desempenho de Atividades de Administração (RCA) é expedido mediante requerimento do interessado (modelo CRA), com o pagamento de taxa. Informações sobre a legislação de RCA podem ser obtidas no site O REGISTRO IMPORTÂNCIA DO REGISTRO NO CRA Para exercer atividades do Administrador ou atuar em área específica da Administração é necessário que os diplomados em Administração e a Pessoa Jurídica sejam habilitados legalmente, por meio do registro no CRA do estado onde pretendem atuar. Além de ser uma obrigação legal, o registro, assim como a pontualidade no pagamento da anuidade, representa atos de consciência e ética profissional. A falta do respectivo registro e do pagamento da anuidade ao CRA torna ilegal o exercício da profissão de Administrador e dos profissionais diplomados em curso superior em determinada área da Administração e punível o infrator. ONDE SE REGISTRAR? O registro é feito na sede do CRA-MG, nas Delegacias Regionais, SubDelegacias e Representações no interior do Estado. 19

20 QUEM SE REGISTRA? Bacharéis em Administração diplomados no Brasil, em cursos regulares de ensino superior, oficiais, oficializados ou reconhecidos, cujo currículo seja fixado pelo MEC, bem como dos que, até a fixação do referido currículo tenham sido diplomados por cursos de bacharelado em Administração devidamente reconhecidos. Diplomados no exterior, em cursos regulares de Administração, após a revalidação do diploma no MEC. Tecnólogos diplomados em curso superior de Tecnologia em determinada área da Administração, oficial, oficializado, ou reconhecido pelo MEC. Diplomados em curso superior de Administração, oficial, oficializado ou reconhecido pelo Ministério da Educação. REGISTRO DE PESSOA FÍSICA Conforme Resolução Normativa CFA 1. Registro Profissional Principal sem diploma É o registro concedido quando, à época do requerimento de inscrição, o diploma ainda esteja em fase de expedição ou registro no órgão competente. A Carteira de Identidade Profissional - CIP expedida é válida por 02 (dois) anos e pode ser substituída, no período de sua vigência, mediante apresentação do diploma devidamente registrado em Universidade indicada pelo Conselho Nacional de Educação CNE/MEC. 2. Registro Profissional Principal com diploma É o registro concedido mediante apresentação do diploma de conclusão de Curso de Graduação em Administração, devidamente registrado em Universidade designada pelo CNE/MEC. 3. Registro Secundário - É o registro concedido pelo CRA de jurisdição diversa daquela onde o profissional possui seu registro principal, para que possa exercer suas atividades em outras jurisdições, sem alteração do domicílio profissional. 4. Registro Profissional de Estrangeiro - É o registro concedido ao profissional estrangeiro portador de visto temporário que possua Autorização de Trabalho 20

21 concedida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, publicada no D.O.U., cujas atividades profissionais estejam compreendidas nos campos de atuação privativos do Administrador, previstos na Lei nº 4.769/65 e legislação conexa. O registro profissional de estrangeiro poderá ser concedido também àquelas pessoas físicas que obtiverem grau acadêmico no Brasil, e que residem e trabalham com autorização na região de fronteira. REGISTRO DE PESSOA JURÍDICA 1. Registro Principal É o primeiro registro concedido pelo CRA da jurisdição onde a Pessoa Jurídica explora suas atividades. Serve para habilitar as empresas, entidades e escritórios técnicos que explorem, sob qualquer forma, atividades de Administrador *, sob a responsabilidade técnica de um profissional registrado em CRA. 2. Registro Secundário - é o concedido à Pessoa Jurídica em razão da exploração de suas atividades em jurisdição onde não possua o registro principal. QUANDO OCORRE A TRANSFERÊNCIA DO REGISTRO PROFISSIONAL? A transferência é solicitada quando o requerente deixa de exercer suas atividades profissionais na área da jurisdição do CRA em que foi registrado. Resulta da transferência do registro profissional principal para a jurisdição de outro CRA, em virtude da mudança do domicílio profissional. Informações complementares sobre registro podem ser obtidas no site * Onde se lê Administrador, inclua-se também o Profissional detentor de registro no CRA com limitação de atuação na área de formação ou profissionalização. 21

22 CIP - CARTEIRA DE IDENTIDADE PROFISSIONAL Todo profissional registrado no CRA deve portar a Carteira de Identidade Profissional - CIP, como prova de estar legalmente habilitado ao exercício da profissão de Administrador, Tecnólogo e dos profissionais diplomados em curso superior em determinada área da Administração. Ela possui todos os efeitos legais de identidade civil e fé pública em todo o território nacional. (Leis nº 4.769, de 09/09/65 e 6.206, de 07/05/75). MODELO: CIP ADMINISTRADOR MODELO: CIP TECNÓLOGO E OUTROS BACHARÉIS 22

23 ANUIDADE PROFISSIONAL A anuidade possui natureza tributária, classificada como contribuição profissional. É devida por Pessoas Física (PF) e Jurídica (PJ) a partir do registro nos CRAs, independentemente do exercício da profissão. A anuidade profissional e as taxas de serviço são as fontes de recursos que viabilizam o funcionamento dos Conselhos Federal e Regionais. A fixação do valor da anuidade profissional, cuja cobrança se dá em janeiro de cada exercício, bem como das taxas instituídas é competência do CFA. É facultado ao Profissional requerer a licença/desligamento do quadro de inscritos do CRA, mediante cumprimento dos procedimentos estabelecidos na legislação vigente do Sistema CFA/CRAs. A Pessoa Jurídica também poderá requerer o desligamento do registro, desde que não esteja explorando atividades no campo da administração. LEGISLAÇÃO BÁSICA DA PROFISSÃO DE ADMINISTRADOR LEI Nº 4.769, DE 9 DE SETEMBRO DE 1965 Dispõe sobre o exercício da profissão de Administrador e dá outras providências. (1) O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º O Grupo da Confederação Nacional das Profissões Liberais, constante do Quadro de Atividades e Profissões, anexo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, é acrescido da categoria profissional de Administrador. (1) 23

24 Parágrafo único. Terão os mesmos direitos e prerrogativas dos Bacharéis em Administração, para o provimento dos cargos de Administrador do Serviço Público Federal, os que hajam sido diplomados no exterior, em cursos regulares de Administração, após a revalidação dos diplomas no Ministério da Educação, bem como os que, embora não diplomados ou diplomados em outros cursos de ensino superior e médio, contem cinco anos, ou mais, de atividades próprias ao campo profissional do Administrador. (1) Art. 2º A atividade profissional de Administrador será exercida, como profissão liberal ou não, mediante: (1) a) pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens, laudos, assessoria em geral, chefia intermediária, direção superior; b) pesquisas, estudos, análise, interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos da Administração, como administração e seleção de pessoal, organização e métodos, orçamentos, administração de material, administração financeira, administração mercadológica, administração de produção, relações industriais, bem como outros campos em que esses se desdobrem ou aos quais sejam conexos. Art. 3º O exercício da profissão de Administrador é privativo: (1) a) dos bacharéis em Administração Pública ou de Empresas, diplomados no Brasil, em cursos regulares de ensino superior, oficial, oficializado ou reconhecido, cujo currículo seja fixado pelo Conselho Federal de Educação, nos termos da Lei n.º 4.024, de 20 de dezembro de 1961; b) dos diplomados no exterior, em cursos regulares de Administração, após a revalidação do diploma no Ministério da Educação, bem como dos diplomados, até a fixação do referido currículo, por cursos de bacharelado em Administração, devidamente reconhecidos; c) dos que, embora não diplomados nos termos das alíneas anteriores, ou diplomados em outros cursos superiores e de ensino médio, contem, na data da vigência desta 24

25 Lei, cinco anos, ou mais, de atividades próprias no campo profissional de Administrador definido no art. 2º. (1) (2) Parágrafo único. A aplicação deste artigo não prejudicará a situação dos que, até a data da publicação desta Lei, ocupem o cargo de Administrador, os quais gozarão de todos os direitos e prerrogativas estabelecidos neste diploma legal. (1) Art. 4º Na administração pública, autárquica, é obrigatória, a partir da vigência desta Lei, a apresentação de diploma de Bacharel em Administração, para o provimento e exercício de cargos técnicos de administração, ressalvados os direitos dos atuais ocupantes de cargos de Administrador. (1) 1º Os cargos técnicos a que se refere este artigo serão definidos no regulamento da presente Lei, a ser elaborado pela Junta Executiva, nos termos do artigo 18. 2º A apresentação do diploma não dispensa a prestação de concurso, quando exigido para o provimento do cargo. Art. 5º Aos Bacharéis em Administração é facultada a inscrição nos concursos, para provimento das cadeiras de Administração, existentes em qualquer ramo do ensino técnico ou superior, e nas dos cursos de Administração. Art. 6º São criados o Conselho Federal de Administração (CFA) e os Conselhos Regionais de Administração (CRAs), constituindo em seu conjunto uma autarquia dotada de personalidade jurídica de direito público, com autonomia técnica, administrativa e financeira, vinculada ao Ministério do Trabalho. (1) (3) Art. 7º O Conselho Federal de Administração, com sede em Brasília, Distrito Federal, terá por finalidade: (1) a) propugnar por uma adequada compreensão dos problemas administrativos e sua racional solução; b) orientar e disciplinar o exercício da profissão de Administrador; (1) c) elaborar seu regimento interno; 25

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