METRÔ-DF Agente de Segurança Operacional

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1 A1-AM /4/2009 METRÔ-DF Agente de Segurança Operacional Conhecimentos Específicos Brasília 2009

2 2009 Vestcon Editora Ltda. Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos pela Lei nº 9.610, de 19/2/1998. Proibida a reprodução de qualquer parte deste material, sem autorização prévia expressa por escrito do autor e da editora, por quaisquer meios empregados, sejam eletrônicos, mecânicos, videográficos, fonográficos, reprográficos, microfílmicos, fotográficos, gráficos ou outros. Essas proibições aplicam-se também à editoração da obra, bem como às suas características gráficas. Título da obra: Adendo METRÔ-DF Conhecimentos Específicos (Atendendo à retificação do Edital nº 2, de 7/4/2009) Autora: Welma M. Lemos Alves DIRETORIA EXECUTIVA Norma Suely A. P. Pimentel DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Cláudia Alcântara Prego de Araújo Supervisão DE PRODUÇÃO Julio Cesar Joveli CAPA Bertoni Design Agnelo Pacheco EDITORAÇÃO ELETRÔNICA Robson Alves Santos REVISÃO Julio César M. de França SEPN 509 Ed. Contag 3º andar CEP Brasília/DF SAC: Tel.: (61) Fax: (61) Publicação em 13/4/2009 (A1-AM165-2)

3 Conhecimentos Específicos Welma M. Lemos Alves Regulamento de Tráfego, Transporte e Segurança do METRÔ/DF O artigo 1º do Decreto nº , de 1 de agosto de 2007 deu nova reda ção aos incisos II, III, IV, e 4º do artigo 72 do Decreto nº de 30 de dezembro de 2005 que insti tuiu o Regulamento de Transporte, Tráfego e Segurança do Metropolitano do Distrito Federal. Dessa forma, o artigo 72 do Decreto nº de 30 de dezembro de 2005 passa a vigorar com a se guin te reda ção: Artigo 72. O Corpo de Segurança a tua rá em todas as á reas de serviço e dependên cias opera cionais do METRÔ DF, espe cial mente em suas estações, termi nais, subesta ções, linhas, pá tios, carros de transporte e centro de controle opera cio nal, visando a: I segurança do público; II disciplina de u suários; III preven ção de crimes e contraven ções nas dependên cias do METRÔ DF e preserva ção do seu patrimô nio; IV manuten ção ou restabelecimento da normalidade do tráfego metroviário, dian te de qualquer fato ou emergên cia que venha a impedi lo ou perturbá lo; V remo ção ime dia ta, independentemente da presença de au toridade policial, de vítimas, objetos ou veí culos que, em caso de acidente ou crime, estejam sobre o lei to da via, no inte rior do trem, ou em á reas opera cionais, prejudicando o tráfego metro viário ou a circula ção do trem; VI pri são em flagrante de criminosos e contraventores, conforme dis põe a lei; VII a preensão de instrumentos, objetos ou valores rela cio nados com crimes ou contraven ção penal, entregando os, juntamente com o infrator, à au toridade poli cial competente; VIII isolamento dos lo cais de acidente, crime ou contraven ção penal, para fins de verifica ções peri ciais, desde que não acarrete a paralisa ção do tráfego metro viário. IX visto ria das á reas opera cionais, visando à localiza ção de objetos suspei tos prove nien tes de a mea ças ao fun cio namento do sistema. 1º Nos casos do inciso V deste artigo, deverá o Corpo de Segurança: I ministrar os pri mei ros socorros às vítimas; II transportar os feridos para pronto socorro ou hospital, arrecadando os seus pertences; III havendo vítimas fa tais, após a rea liza ção da Perí cia do Corpo de Segurança e lavratura do Boletim de Ocorrên cia, removê las para lugar onde não haja interferên cia com a opera ção do serviço metro viário; 3

4 IV lavrar boletim de ocorrên cia, para oportuno encaminhamento à autoridade competente. 2º O boletim de ocorrên cia, que será lavrado sempre que se verificar infra ção penal (crime ou contraven ção), sui cí dio ou tentativa de sui cí dio ou acidente, deverá consignar o fato, as pes soas nele envolvidas, as testemunhas e de mais elementos ú teis para o esclarecimento da verdade. 3º O METRÔ DF poderá fornecer, a pedido do interessado, có pia do boletim de ocorrên cia, no prazo máximo de dez dias. 4º O Governador do Distrito Federal poderá no interesse da segurança pública, destinar dependên cias na á rea de serviço do METRÔ/DF, para a instala ção de postos da Polí cia Militar e/ ou Civil, com a finalidade de au xi liar o poli cia mento preventivo e repressivo e as a ções do Corpo de Segurança do METRÔ/DF. DECRETO Nº , DE 1º DE AGOSTO DE 2007 D.O./DF DE 2/8/2007 Altera o artigo 72 do Decreto nº , de 30 de dezembro de 2005, que insti tuiu o Regulamento de Transporte, Tráfego e Segurança do Metropolitano do Distrito Federal. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atri buições que lhe confere o artigo 100, incisos VII e XXVI da Lei Orgânica do Distrito Federal, DECRETA: Art. 1º Fica alterado o artigo 72 do Decreto nº , de 30 de setembro de 2005, que passa a vigorar com a se guin te reda ção: Art. 72. O Corpo de Segurança a tua rá em todas as á reas de serviço edependên cias opera cionais do METRÔ DF, espe cial mente em suas estações, termi nais, subesta ções, linhas, pá tios, carros de transporte e centro de controle opera cio nal, visando a: I segurança do público; II disciplina de u suários; III preven ção de crimes e contraven ções nas dependên cias do METRÔ/ DF e preven ção do seu patrimô nio; IV manuten ção ou restabelecimento da normalidade do tráfego metroviário, dian te de qualquer fato ou emergên cia que venha a impedi lo ou perturbá lo; (...) 4º O Governador do Distrito Federal poderá no interesse da segurança pública, destinar dependên cias na á rea de serviço do METRÔ/DF, para a instala ção de postos da Polí cia Militar e/ ou Civil, com a finalidade de au xi liar o poli cia mento preventivo e repressivo e as a ções do Corpo de Segurança do METRÔ/DF. 4

5 Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publica ção. Art. 3º Revogam se as disposi ções em contrá rio. Brasí lia, 1º de agosto de º da República e 48º de Brasí lia JOSÉ ROBERTO ARRUDA DECRETO Nº , DE 30 DE DEZEMBRO DE 2005 Da nova reda ção ao Decreto de 02 de setembro de 1998, alterado pelo Decreto de 15 de feve rei ro de 2002, que Insti tuiu o Regulamento de Transporte, Tráfego e Segurança do Metropolitano do Distrito Federal. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atri buições que lhe confere o artigo 100, incisos VII e XXVI, da Lei Orgânica do Distrito Federal, decreta: Art. 1º Fica insti tuí do o Regulamento de transporte, Tráfego e Segurança do Metropolitano do Distrito Federal. TÍTULO I DA FINALIDADE E DAS DEFINI ÇÕES CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 2º O Regulamento de Transporte, Tráfego e Segurança tem por finalidade estabelecer os di rei tos e obriga ções dos u suários da Compan hia do Metropolitano do Distrito Federal METRÔ DF, bem como as condi ções básicas da presta ção dos serviços pela Compan hia. CAPÍTULO II Das Defini ções Art. 3º Para e fei to de entendimento e padroniza ção da lin gua gem, o ME TRÔ DF adotará as se guin tes defini ções: I METRÔ DF: Empresa pública responsável pelo planejamento, projeto, constru ção, implantação, opera ção e manuten ção do sistema de transporte público coletivo sobre trilhos no Distrito Federal, denominada Compan hia do Metropolitano do Distrito Federal.

6 II U suário: Pes soa habilitada para utilizar os serviços de transporte de passa gei ros prestados pelo METRÔ DF. III Esta ção: Edifica ção através da qual o u suário tem acesso ao Sistema Metro viário, de forma segura e controlada. IV Terminal: Esta ção de passa gei ros si tua da em qualquer das extremidades da linha de metrô. V Á rea Paga de Esta ção: Á rea de esta ção cujo acesso está condi cio nado à apresenta ção, pelo u suário, de bilhete de passagem válido, pre via mente ad qui rido. VI Á rea Livre de Esta ção Á rea de esta ção de livre acesso e circula ção de u suários e do público em geral, durante o horá rio opera cio nal. VII Plataforma: Á rea destinada ao embar que e desembar que de passa gei ros na esta ção. VIII Fai xa Amarela: Linha demarcató ria indicada no piso da plataforma, que por ra zões de segurança não pode ser ultrapassada pelo u suário, a não ser durante o embar que e desembar que pro pria mente ditos, com o trem parado e as portas dos carros abertas. IX Bilhete: Título de transporte pa drão ISO e com tarja magnética que, comercia lizado ou fornecido gra tui tamente de acordo com a lei, habilita o u suário a ter acesso à á rea paga das esta ções e a utilizar se dos trens para o seu deslocamento. X Car tão: Título de transporte pa drão ISO, smartcard sem contato que, comer cia lizado ou fornecido gra tui tamente de acordo com a lei, habilita o u suário a ter acesso à á rea paga das esta ções e a utilizar se dos trens para o seu deslocamento, sendo reutilizável para novas cargas ou recargas nos títulos múltiplos e espe ciais; ou tros usos para o car tão sem contato que não o de título de via gem pode rão ser definidos a crité rio do METRÔ DF. XI Trem: Veí culo ferro viário de tra ção elétrica, composto por 4 (qua tro) carros acoplados, formando uma unidade e destinado ao transporte de passa gei ros. Também chamado Trem Unidade Elétrico TUE ou Composi ção. XII Carro: Cada um dos 4 (qua tro) elementos básicos componentes do trem. XIII Via gem de Trem: Percurso unidire cio nal rea lizado pelo trem entre dois termi nais da linha de metrô. 6

7 TÍTULO II DO TRANSPORTE METRO VIÁRIO CAPÍTULO I Da Presta ção do Serviço de Transporte Metro viário Se ção I Generalidades Art. 4º O METRÔ DF deverá prestar serviço ade qua do ao público. Art. 5º O METRÔ DF deverá zelar pela ordem e segurança em suas instalações. Art. 6º O METRÔ DF deverá prestar toda assistên cia possível aos seus u suários, dedicando todo o esforço para manter a regularidade e a rápida rea liza ção do serviço de transporte. Se ção II Do Serviço de Transporte Art. 7º O serviço de transporte metro viário será prestado, conforme estabelecido neste Regulamento, aos u suários portadores de bilhetes e car tões válidos e que tenham passado pelos blo queios, observadas as disposi ções dos artigos 14 e 15, deste Regulamento. Art. 8º A a cei ta ção do bilhete e da via gem no car tão do u suário obriga o METRÔ DF a transportá lo, nas condi ções estabelecidas neste Regulamento, salvo motivo de força maior. Art. 9º Todo serviço adi cio nal prestado ao u suário será considerado acessó rio e rea lizado a título precá rio, podendo ser interrompido a qualquer momento. Parágrafo único. Serviço adi cio nal é toda facilidade oferecida ao u suário pelo METRÔ DF, que não o transporte metro viário entre as esta ções do sistema. Art. 10º O METRÔ DF poderá oferecer a seus u suários serviço de transporte metro viário em integra ção com o prestado por ou tros modos de transporte. Se ção III Da Utiliza ção do Serviço de Transporte Art. 11. Toda atividade que não consistir no trânsito do u suário através das dependên cias do METRÔ DF, para utiliza ção dos trens e entrada e saí da das esta ções pelas vias nor mais, poderá ser proi bida, em benefí cio do serviço de transporte. Art. 12. O METRÔ DF receberá, nos lo cais pró prios, as suges tões e reclama ções relativas à presta ção do serviço de transporte metro viário exclusivo ou integrado. Art. 13. O METRÔ DF manterá, em local divulgado aos u suários, serviço de achados e perdidos. 7

8 1º Tudo que for encontrado nos trens e dependên cias do METRÔ DF deverá ser entre gue a empregado desta, para recolhimento e guar da, ficando a devolu ção su jei ta à comprova ção de pro prie dade ou deten ção da posse. 2º Aos objetos não reclamados pelos pro prie tá rios no prazo de 30 (trinta) dias, contados do recolhimento, será dada a destina ção que for estabelecida por Lei. 3º Aos bens perecí veis e/ou que consti tuam risco será dado o destino legal ade qua do, sem qualquer prazo para reclama ção. CAPÍTULO II Do U suário Art. 14. A entrada ou permanên cia, nas dependên cias do METRÔ DF, é interditada a quem possa cau sar perigo, incômodo ou pre juí zo à conti nui dade do serviço, a crité rio do METRÔ DF, in cluin do, mas não se limitando, a pes soas: I em bria gadas ou intoxicadas por ál cool ou ou tras substân cias tóxicas, que eviden ciem tal estado através de seu comportamento; II Sem camisa ou sem calçados, por questão de segurança e hi gie ne; III enfermas de molés tias graves, conta gio sas, de fácil propaga ção aérea ou por contato pes soal; IV portadoras de armas de fogo, muni cia das ou não, ou armas brancas, exceto militares, poli ciais ou pes soas com licença para porte de armas; V portadores de mate riais inflamá veis, explosivos, ra dia tivos ou corrosivos. Art. 15. É proi bido nos trens e dependên cias do METRÔ DF: I infringir a sinaliza ção; II transgredir as instru ções do METRÔ DF, transmitidas pelos fun cio ná rios, pela comunica ção vi sual existente ou pelo sistema de sonoriza ção. III impedir ou tentar impedir a a ção de empregado do METRÔ DF no cumprimento de seus deveres fun cionais; IV praticar qualquer ato de que resulte embaraço ao serviço ou que possa acarretar perigo ou acidente; V fumar, manter acesso cigarro ou assemelhado, acender fósforo ou is quei ro após a linha de blo queio; VI ingressar, sem au toriza ção, nos lo cais não fran quea dos ao u suário; VII ultrapassar a fai xa de segurança da plataforma, a não ser para entrar e sair do trem quan do este já estiver parado; VIII embarcar ou desembarcar após o iní cio da sinaliza ção sonora quan do as portas estiverem se fechando, impedir a abertura ou o fechamento das portas, e esta cio nar ou a poiar se nelas; IX via jar em lugar não destinado ao u suário; X a cio nar ou usar, indevidamente, qualquer e qui pamento; XI dar alarme, com utiliza ção ou não dos dispositivos de emergên cia, exceto em si tuações justificá veis; 8

9 XII colocar os pés nas paredes das esta ções, bancos e late rais dos carros; XIII queb rar, danificar, sujar, escrever ou desenhar nas instala ções e e quipamentos pertencentes ao METRÔ DF; XIV atirar detritos ou objetos de qualquer natureza nas vias, nos trens e nas esta ções; XV efe tuar o transporte de volumes com dimen sões supe rio res 1,5 x 0,6 x 0,4m ou que necessitem mais de uma pes soa para efe tuar o transporte, ou ain da que prejudi quem o fluxo de pes soas ou molestem os de mais passa gei ros. XVI efe tuar o transporte de bicicletas, independentemente de suas dimen sões; X VII utilizar skates, patins, patinetes ou similares; X VIII tomar atitudes que induzam ao pânico ou cau sem tumulto; XIX descer à via, atravessá la ou por ela transitar sem expressa au toriza ção de fun cio ná rio do METRÔ DF; XX rea lizar lanches, re feições, e consumir bebidas nas dependên cias das esta ções e nos trens; XXI colocar cartazes, anún cios e avisos, mendigar, apre goar, expor ou vender qualquer espé cie de mercado ria ou serviço, in cluin do se fichas telefônicas, bilhetes de lote ria, passagens e bilhetes de qualquer meio de transporte, ou agen ciar fre guesia, salvo quan do hou ver au toriza ção do METRÔ DF, e nos lo cais por ele pre via mente determinados; X XII fazer fun cio nar rá dios ou ou tros aparelhos que atrapalhem a per fei ta execu ção dos serviços de sonoriza ção pró prios do Sistema metro viário; X XIII usar de lin gua gem licen cio sa, desres pei tosa ou ofensiva a qualquer pes soa, proceder de modo a molestar ou prejudicar o sossego e a comodidade de u suários ou empregados; XXIV transportar ani mais, exceto cão guia para portadores de defi ciência vi sual. Art. 16. A transgres são dos dispositivos previstos neste capítulo su jei ta o infrator a san ções administrativas aplicadas pelo METRÔ DF, sem pre juí zo de responsabiliza ção civil ou penal. 1º Conforme a gravidade da transgres são cometida, o infrator poderá ser advertido, retirado da esta ção ou trem, multado ou encaminhado à au toridade competente. 2º A transgres são do inciso XXI do Artigo 15 implicará no recolhimento da mercado ria ou e qui pamento. 3º As penalidades previstas neste Regulamento se rão pre via mente fixadas pelo METRÔ DF. 4º O METRÔ DF, quan do necessá rio, poderá exigir a identifica ção do u suário, cabendo a este identificar se, sob pena de ser retirado do trem, esta ção ou encaminhado à dependên cia poli cial. Art. 17. O METRÔ DF não será responsável por ocorrên cias de qualquer natureza, decorrentes da infringên cia de qualquer dos dispositivos deste capítulo. 9

10 CAPÍTULO III Dos Bilhetes e Car tões Se ção I Do Ingresso na Á rea Paga das Esta ções Art. 18. O ingresso à á rea paga do METRÔ DF far se á me dian te a introdução do bilhete no blo queio, ou a apresenta ção do car tão no validador para lei tura do crédito de via gem. 1º A comer cia liza ção de bilhetes e car tões e respectivos créditos de via gem é exclusiva do METRÔ DF, sendo por ele rea lizada nas bilhete rias das esta ções. 2º Me dian te expressa au toriza ção do METRÔ DF, Postos de Venda poderão ser contratados para au xi lia rem na comer cia liza ção dos bilhetes e car tões e respectivos créditos de via gem. 3º Fica terminantemente vedado qualquer ou tro tipo de comer cia liza ção. 4º Caso o u suário não possa prosse guir a sua via gem, por motivo de falta de ener gia ou problema notável inerente ao metrô, poderá o METRÔ DF devolver o crédito da sua via gem em bilhete unitá rio validado ou em numerá rio no valor da passagem unitá ria, a crité rio deste. Art. 19. Caberá ao METRÔ DF a divulga ção da sistemática de comer cia lização de bilhetes e car tões e respectivos créditos de via gem, bem como os horá rios e lo cais para a venda de créditos de via gens, devendo obrigato ria mente manter em local visível, informa ções sobre os tipos de passagens, suas respectivas tarifas e o limite máximo para troco. 1º O METRÔ DF providen cia rá o cadastro de u suários de car tões em conformidade com os procedimentos especificados no Sistema de Controle de Arrecadação e Passa gei ros. Os car tões deve rão ser retirados, pelos u suários, nas esta ções opera cionais do METRÔ DF, ou em local pre via mente determinado. 2º A crité rio do METRÔ DF, os car tões distri buí dos pode rão ser personalizados, desde que compatí veis com os dispositivos normativos, podendo este serviço ser rea lizado pelo METRÔ DF ou ter cei rizado, me dian te o pagamento do seu custo por parte do u suário. Art. 20. O METRÔ DF providen cia rá o recolhimento e substi tuição do bilhete unitá rio por ou tro validado, quan do no momento de sua utiliza ção seja apresentado problema técnico que impeça a passagem do u suário pelo blo queio, devendo este ser encaminhado para perí cia. 1º Não se en quad ram nesse artigo os problemas decorrentes de manu seio inade qua do ou má conserva ção do bilhete, pelo portador. 2º O u suário, quan do do recolhimento do bilhete descrito no caput, deverá apresentar documento de identifica ção e informar o endereço ao empregado do METRÔ DF. Art. 21. O METRÔ DF providen cia rá o recolhimento e substi tuição do car tão, por 5 (cinco) bilhetes unitá rios validados, quan do no momento de sua utiliza ção seja 10

11 apresentado problema técnico que impeça a passagem do u suário pelo blo queio e não seja possível a lei tura dos créditos de via gem inseridos no car tão. 1º Havendo a possibilidade de comprova ção dos créditos remanescentes, o METRÔ DF providen cia rá, na esta ção e na que le momento, um novo car tão com os créditos correspondentes. 2º Não havendo a possibilidade de comprova ção dos créditos, na esta ção, o car tão deverá ser recolhido para análise técnica e verifica ção de sua au tenticidade e detec ção de erros elétricos. Caso se configure problemas de lei tura e que não tenham sido cau sados diretamente pelo u suário, deve rão ser devolvidos os créditos de via gens inseridos e que se encontravam em vigor. Art. 22. A segunda via do car tão, quan do em substi tuição à pri mei ra, em virtude de rou bo, furto, perda, ou problemas de manu seio, poderá ser ad qui rida pelo u suário nas esta ções do METRÔ DF, sob pagamento de um valor de venda a ser pre via mente especificado pelo Departamento Comer cial da Compan hia do Metropolitano do Distrito Federal. 1º Em qualquer caso que o u suário re quei ra a substi tuição do car tão, com exceção de de fei to técnico, o u suário deverá apresentar declara ção em modelo pró prio estipulado pelo METRÔ DF, para a inclu são do car tão na lista de indisponibilidade. 2º Caso o u suário não quei ra ad qui rir um novo car tão, e comprovado o saldo remanescente, o METRÔ DF devolverá o mesmo quan titativo de créditos de viagens em bilhetes validados unitá rios correspondentes. 3º Quan do da retirada da segunda via do car tão, na esta ção do METRÔ DF, o u suário deverá apresentar documento de identifica ção, com fotogra fia, para comprova ção fi sio nômica. 4º Sendo o u suário menor de idade o car tão deverá ser retirado pelo pai, mãe ou responsável. 5º A partir da ter cei ra via do car tão, inclusive, o METRÔ DF poderá estipular os valores de venda maio res do que o valor determinado para a segunda via. 6º Em caso de perda do car tão e sua devolu ção se proceder por intermé dio do P COAP (Posto de Central de Objetos Achados e Perdidos), quan do o u suário comprovadamente não tenha ad qui rido ou tra via, o METRÔ DF não se responsabilizará pelos créditos even tual mente gastos. O car tão deverá ser devolvido ao u suário sem custo para o mesmo. Art. 23. Os car tões fornecidos, do tipo espe cial e os comuns, como vale transporte, temporada e controlado, são de uso pes soal e intransferível, devendo o u suário zelar pelo seu uso e manu seio, estando su jei to à fiscaliza ção do Ór gão Gestor e/ ou METRÔ DF. Parágrafo único. Ocorrendo o mau uso do car tão poderá ser este a preen dido pelos empregados do METRÔ DF e configurada a frau de, tomadas as medidas legais e cabí veis contra o portador. Art. 24. Em caso de mau uso ou de frau de com bilhete ou car tão, o METRÔ DF recolherá o respectivo título de via gem e tomará, contra o portador, as medidas le gais cabí veis. 11

12 Art. 25. Não são permitidos o ingresso e a circula ção no metrô de menores de seis anos desacompanhados; aos maio res de seis e menores de dez anos, o ingresso e a circula ção de menores desacompanhados exigirá expressa au toriza ção, por escrito do responsável, cabendo ao METRÔ DF emitir car tei ra para a circula ção do menor desacompanhado. Art. 26. Não será cobrada passagem de menores de 06 (seis) anos. Art. 27. Para todas as catego rias de u suários poderá haver integra ção com ou tro modal, em conformidade com a legisla ção. Se ção II Dos Passes Livres, dos Passes de Serviços e das Gra tui dades Art. 28. O METRÔ DF deverá fornecer car tões espe ciais aos u suários que, por força de dispositivo legal, contrato ou acordo, ou norma específica aprovada pela Direto ria Cole gia da, tenham di rei to ao transporte gra tui to, ou passe livre ou passe de serviço. 1º Os idosos e portadores de necessidades espe ciais, para obten ção do seu car tão, deve rão efe tuar seu cadastramento nas esta ções do METRÔ DF, devendo para tanto disponibilizar có pias dos documentos aludidos no Sistema de Controle de Arrecada ção e Passa gei ros. 2º Os u suários discriminados no parágrafo ante rior te rão seus cadastros renovados a cada 180 dias, exceto o portador de necessidades espe ciais que terá um prazo de 24 meses para renovar seu cadastro. Art. 29. As empresas interessadas em obter o car tão aludido no artigo 28 deve rão encaminhar, através de meio eletrônico ou magnético, o cadastro de seus fun cio ná rios, em conformidade com os procedimentos insti tuí dos no Sistema de Controle de Arrecada ção e Passa gei ros. 1º O METRÔ DF distri bui rá, gra tui tamente, a pri mei ra via dos car tões especiais, que dão di rei to aos passes livres, gra tui tos ou de serviço, após análise dos cadastros de cada empresa. 2º O car tão fornecido é de uso pes soal e intransferível, estando sua utiliza ção su jei ta à fiscaliza ção que poderá solicitar a identifica ção do portador. 3º Ocorrendo o mau uso do car tão, poderá ser este a preen dido pelos empregados do METRÔ DF e, configurada a frau de, tomadas as medidas le gais e cabí veis contra o portador, comunicando se o fato à empresa conve nia da e, no caso dos u suários serem Poli ciais Militares e Bom bei ros Militares à corpora ção. 4º Os u suários detentores de car tões de serviço e passe livre somente pode rão utilizá los quan do em serviço ou por força de dispositivo legal que assim justifique o seu uso e no caso de Bom bei ros Militares e Poli ciais Militares devidamente uniformizados. 5º A partir da segunda via do car tão a solicita ção pelo u suário ou empresa conve nia da, deve ser fei ta conforme o Art.22 ou Art. 29. Art. 30. O uso de car tões de serviço, passe livre e gra tui dades na forma da lei se rão contabilizados com vista a possí veis ressarcimentos. 12

13 Se ção III Dos Empregados Art. 31. O METRÔ DF fornecerá gra tui tamente as pri mei ras vias dos car tões smartcard aos seus empregados, com a quan tidade de créditos de via gens definidas em acordo coletivo. 1º Os car tões pode rão ser personalizados, podendo inclusive serem utilizados como identifica ção fun cio nal. 2º O car tão do empregado é pes soal e intransferível, e sua má utiliza ção ensejará puni ções ao portador e ao empregado, em conformidade com a lei e procedimentos internos. 3º A partir das segundas vias dos car tões estas deve rão ser solicitadas, junto ao Departamento de Recursos Humanos e os valores estipulados conforme o Art.22, caput, e parágrafo 5º. Se ção IV Do Passe Estudantil Art. 32. As pri mei ras vias dos car tões se rão fornecidos, gra tui tamente, aos estudantes do ensino fundamental, mé dio e universitá rio, ensino técnico e profissio nalizante com carga horá ria i gual ou maior que 200 horas/au la, devidamente matriculados e em conformidade com a legisla ção vigente, e cadastrados conforme os procedimentos previstos no Sistema de Controle de Arrecada ção de Passa gei ros. Art. 33. O cadastramento, a distri buição dos car tões e a venda dos créditos de via gens deve rão ser efe tua dos diretamente nas esta ções opera cionais do METRÔ DF, ou em local pre via mente determinado e divulgado pelo METRÔ DF. 1º Para cadastramento, o estudante deverá apresentar original e disponibilizar có pia dos se guin tes documentos, em conformidade com a legisla ção vigente e normas internas do METRÔ DF: declara ção escolar, car tei ra de identidade ou certi dão de nascimento (nesse caso se faz necessá rio a confirma ção fi sio nômica através de ou tro documento que identifi que o u suário), car tei ra de identidade do pai ou responsável (se menor), ou car tei ra de trabalho e previdên cia so cial, ou car tei ra de habilita ção, CPF (pró prio ou do pai ou responsável), comprovante de endereço, ficha cadastral fornecida pelo METRÔ DF e em conformidade com os procedimentos normativos e le gais e fotogra fia 3x4 a tua lizada. 2º As normas ge rais de utiliza ção do car tão do estudante e dos créditos de passe estudantil es tão descritas na Ficha Cadastral para Passe Estudantil e em conformidade com a normatiza ção insti tuí da no Sistema de Controle de Arrecada ção e Passa gei ros do METRÔ DF. 3º Os estudantes somente pode rão utilizar os seus créditos de via gem no METRÔ DF, ou em ou tro meio de transporte que adote sistema de bilhetagem compatível e seja creden cia do para presta ção de tal serviço. 4º As quan tidades máximas de créditos de via gens se rão a que las definidas por lei para serem utilizadas dentro do pe río do de trinta dias ou mês solicitado. 13

14 5º Os passes estudantis somente pode rão ser utilizados pelos estudantes no trajeto casa x escola e vice versa ou trabalho x escola e vice versa; neste último caso somente se rão admitidos os estudantes que apresentarem, quan do do cadastramento, declara ção do empregador comprovando que não recebe vale transporte. Art. 34. O car tão do estudante é pes soal e intransferível, podendo o METRÔ DF efe tuar fiscaliza ção, solicitando a qualquer momento a identifica ção do portador. 1º O uso indevido acarretará ao portador as penalidades cabí veis, e ao detentor do benefí cio a suspen são deste. 2º Em caso de puni ção ao estudante, o pai ou responsável poderá impetrar recurso junto ao METRÔ DF, em formulá rio pró prio, fornecido gra tui tamente. 3º Em caso de perda,furto, rou bo, ou problemas técnicos, deverá o aluno, pai ou responsável comunicar o fato ime dia tamente ao METRÔ DF. 4º No caso do parágrafo ante rior, o METRÔ DF deverá proceder conforme descrito no artigo 21. 5º A segunda via do car tão do estudante deverá ser fornecida conforme descrito no Art.22. Se ção V Dos Vales Transporte e dos Car tões Múltiplos Art. 35. Os créditos de via gens relativos ao vale transporte deve rão ser ad quiridos conforme legisla ção em vigor e procedimentos normativos implementados. Parágrafo único. Pode rão as empresas interessadas efe tua rem seu cadastramento junto ao METRÔ DF, visando possível convê nio para carregamento dos créditos de via gens, relativos ao vale transporte. Art. 36. Os car tões múltiplos, ou seja, para carregamento de vá rias via gens, com ou sem desconto, se rão distri buí dos nas esta ções do METRÔ DF ou em local pre via mente determinado, devendo para tanto serem cadastrados no Sistema de Controle de Arrecada ção e Passa gei ros. Parágrafo único. Os u suários exclusivos e as empresas que desejarem car tões com vistas ao transporte de passa gei ros para eventos, deve rão fazer seu cadastramento no METRÔ DF, através de documentos específicos, podendo o METRÔ DF conceder desconto para essas catego rias. Se ção VI Dos Pontos de Vendas Art. 37. Poderá o METRÔ DF contratar Pontos de Vendas para que comer cializem bilhetes e car tões do metrô, bem como para que possam inserir novos créditos de via gens nos car tões dos u suários. 1º As empresas interessadas em fun cio nar como Ponto de Vendas deve rão obter e qui pamentos compatí veis com o sistema implementado no metrô, sob o rienta ção do METRÔ DF. 14

15 2º Os custos relativos à a qui si ção dos e qui pamentos e software específico corre rão por conta do Ponto de Venda interessado, podendo o METRÔ DF procurar mecanismos que facilitem tal a qui si ção. Se ção VII Da Libera ção de Blo queios Art. 38. Quan do ocorrerem motivos que possam comprometer a segurança, o METRÔ DF poderá liberar os blo queios, para entrada e saí da de u suários. TÍTULO III DO TRÁFEGO CAPÍTULO I Do Serviço de Opera ção do Transporte Metro viário Se ção I Das Características da Opera ção Art. 39. O serviço público metro viário será prestado ao longo da rede metroviária, servindo as esta ções abertas ao público e seus termi nais. Art. 40. Caberá ao METRÔ DF a defini ção das esta ções opera cionais e dos dias e horá rios de fun cio namento do serviço metro viário em suas linhas. 1º Nas esta ções de transferên cia entre linhas, os transbordos não se da rão fora dos horá rios limites de opera ção das linhas correspondentes. 2º O METRÔ DF manterá em local visível ao público informa ções relativas aos horá rios de fun cio namento de suas linhas. 3º Os pe río dos regulares de fun cio namento do serviço metro viário de que trata o caput deste artigo não pode rão exceder a 18 (de zoi to) horas diárias. Art. 41. Durante as paradas dos trens nas esta ções, as portas fica rão abertas pelo tempo mínimo de 5 (cinco) segundos e apenas na face voltada para a plataforma de embar que e/ou desembar que. Art. 42. Os trens pode rão, excep cio nalmente, retornar de esta ção interme diária, não completando a via gem até o terminal. Parágrafo único. Ocorrendo a hipótese prevista neste artigo, poderá o passa gei ro prosse guir a via gem em ou tro trem. Art. 43. A circula ção de trens deverá ser mantida mesmo quan do hou ver informa ções sobre a mea ça de atentado contra instala ções do METRÔ DF. Parágrafo único. Na condi ção acima deverá ser rea lizada minu cio sa visto ria no local; se algo sus pei to for encontrado e, de ime dia to, não for descartada a existên cia de riscos à segurança, o local deverá ser isolado e eva cua do, ou o trem retirado de circula ção ou o sistema paralisado, até que a si tuação se normalize. 15

16 Se ção II Do Mate rial Rodante Art. 44. O trem em opera ção comer cial não poderá circular, com u suário, tendo alguma de suas portas abertas. Parágrafo único. Garantidas as condi ções de segurança dos u suários e empregados, será permitida, excep cio nalmente, movimenta ção do trem, com portas abertas, até o terminal a que se destina. Art. 45. No interesse da segurança pública, o trem poderá prestar serviço com parte dos carros interditados aos u suários. Art. 46. A lota ção dos trens não poderá exceder, habi tual mente, a 8 passa geiros em pé por m². Art. 47. Durante o serviço regular, os carros trafega rão, obrigato ria mente, com seu inte rior iluminado nos trechos em túnel e no pe río do noturno, inclusive quan do da ocorrên cia da falta de ener gia de tra ção. Art. 48. Os carros deve rão ter renova ção de ar, quan do em opera ção com passa gei ros. Art. 49. Os carros se rão mantidos rigorosamente limpos interna e externamente. Se ção III Das Esta ções Art. 50. Durante o pe río do de serviço, de conformidade com o Artigo 35, as á reas públicas das esta ções, que se ini ciam no acesso ao nível da rua, permanecerão abertas, sinalizadas e iluminadas. 1º Fora do pe río do de utiliza ção pública, os acessos permanece rão fechados. 2º O METRÔ DF poderá fechar acessos de qualquer das esta ções, durante o pe río do de serviço, nas necessidades opera cionais ou quan do o interesse da segurança pública exigir. 3º Nos casos previstos no parágrafo ante rior, deve rão ser colocados avisos que indi quem os acessos em uso. Art. 51. Havendo excesso de pes soas na plataforma, por ra zões de segurança pode rão ser interrompidos os acessos a determinadas esta ções e/ou plataformas. Art. 52. Em caso de falta de ener gia elétrica deverá ser mantida ilumina ção de balizamento que possibilite a eva cuação dos u suários com segurança. Art. 53. Nos tú neis e nas esta ções se rão assegurados o conforto térmico e a renova ção de ar. Art. 54. O METRÔ DF manterá rigorosamente limpas as esta ções e de mais dependên cias de uso público. Art. 55. O METRÔ DF manterá, nas esta ções, informa ções escritas e comunicação sonora para o rien ta ção dos u suários. 16

17 Se ção IV Dos Empregados Art. 56. Nas esta ções, deverá haver pelo menos um empregado não vinculado à fun ção de venda de bilhetes, para atendimento e o rien ta ção dos u suários. Art. 57. Todos os empregados deve rão estar uniformizados, quan do em serviço nas esta ções, nos trens e no Centro de Controle Opera cio nal (CCO). Art. 58. O empregado deverá estar capacitado para o desempenho de suas fun ções. CAPÍTULO II Das Especifica ções Técnicas do Serviço Se ção I Do Sistema de Opera ção Art. 59. A opera ção normal do mate rial rodante será semi au tomática. 1º Nesta modalidade, parte das opera ções será exercida pelo operador, e as a ções de controle pelo e qui pamento. 2º Em condi ções excep cionais, será utilizada a modalidade ma nual, em que o trem circulará, no máximo a 20 (vinte) qui lômetros por hora, sob a completa supervi são de um operador. Art. 60. O nível de acelera ção e sua va riação deve rão ser tais que assegurem conforto, pela au sên cia de solavancos. Art. 61. O METRÔ DF, disporá, diretamente ou através de ter cei ros, de um serviço de manuten ção com instala ções, recursos mate riais e recursos humanos, que permitam a conti nui dade das condi ções de opera ção, nas características originais de projeto. Se ção II Do Sistema de Controle e Sinaliza ção Art. 62. A opera ção contará com um sistema de controle e sinaliza ção automática, composto de: I prote ção au tomática dos trens, que proverá a segurança do trem impondo distan cia mento seguro das de mais, evitando rotas conflitantes e garantindo passagem sobre os aparelhos de mudança de via, através de controle das velocidades máximas permitidas, alinhamento de rotas e travamento das má qui nas de chaves; II supervi são dos trens, com a finalidade de controlar os sistemas, garantindo a regula ção da opera ção por meio de e qui pamentos localizados no Centro de Controle Opera cio nal. 17

18 CAPÍTULO III Das Fases Transitó rias Art. 63. Poderá haver vá rias fases transitó rias, que integra rão, gradativamente, o sistema final do METRÔ DF. Parágrafo único. As altera ções deve rão ser comunicadas e divulgadas ao público, através dos meios de comunica ção de massa, com a necessá ria antecedên cia. TÍTULO IV DA SEGURANÇA DO TRANSPORTE METRO VIÁRIO CAPÍTULO I Generalidades Art. 64. Para atender ao disposto na Lei Federal nº 6.149, de 2 de dezembro de 1974, o METRÔ DF deverá adotar medidas de natureza técnica, administrativa, educativa e poli cial, destinadas a: I preserva ção do patrimô nio vinculado ao serviço de transporte metro viário; II regularidade e normalidade do tráfego; III incolumidade e comodidade dos u suários; IV preven ção de acidentes; V preserva ção e res tau ra ção da hi gie ne; VI manuten ção da ordem em suas dependên cias. Art. 65 Todas as dependên cias te rão e qui pamentos que visem à segurança dos u suários, dos sistemas, das constru ções e dos empregados. Art. 66 Os e qui pamentos de segurança deve rão ser mantidos em per fei tas condi ções de utiliza ção. CAPÍTULO II Da Responsabilidade do METRÔ DF Art. 67. O METRÔ DF encaminhará para ór gãos de saú de, públicos ou convenia dos, pelos meios a ele disponí veis, os u suários que em sua á rea opera cio nal necessitarem de socorro de emergên cia. Art. 68. A responsabilidade do METRÔ DF pela integridade do u suário restringe se a ocorrên cias verificadas durante sua permanên cia nas esta ções e nos trens Art. 69. Cessará a responsabilidade do METRÔ DF no momento em que o u suário desobedecer as normas e instru ções de segurança estabelecidas neste Regulamento, bem como ou tras que venham a ser divulgadas nas esta ções e nos trens. Art. 70. Não poderá ser imputada ao METRÔ DF a responsabilidade por danos ou pre juí zos cau sados por ter cei ros aos u suários, ain da que a ocorrên cia se verifi que em suas dependên cias. 18

19 CAPÍTULO III Do Corpo de Segurança e Suas Atri buições Art. 71. O METRÔ DF organizará e manterá Corpo de Segurança pró prio, nos termos e para fins da Lei Federal nº 6.149, de 2 de dezembro de Art. 72. O Corpo de Segurança a tua rá em todas as á reas de serviço e dependências opera cionais do METRÔ DF, espe cial mente em suas esta ções, termi nais, subesta ções, linhas, pá tios, carros de transporte e centro de controle opera cio nal, visando a: I segurança do público; II disciplina de u suários; (nova reda ção dada pelo Decreto nº de 1º de agosto de 2007). III preven ção de crimes e contraven ções nas dependên cias do METRÔ DF e preserva ção do seu patrimô nio; (nova reda ção dada pelo Decreto nº de 1º de agosto de 2007). IV manuten ção ou restabelecimento da normalidade do tráfego metro viário, dian te de qualquer fato ou emergên cia que venha a impedi lo ou perturbá lo; (nova reda ção dada pelo Decreto nº de 1º de agosto de 2007). V remo ção ime dia ta, independentemente da presença de au toridade policial, de vítimas, objetos ou veí culos que, em caso de acidente ou crime, estejam sobre o lei to da via, no inte rior do trem, ou em á reas opera cionais, prejudicando o tráfego metro viário ou a circula ção do trem; VI pri são em flagrante de criminosos e contraventores, conforme dis põe a lei; VII a preensão de instrumentos, objetos ou valores rela cio nados com crimes ou contraven ção penal, entregando os, juntamente com o infrator, à au toridade poli cial competente; VIII isolamento dos lo cais de acidente, crime ou contraven ção penal, para fins de verifica ções peri ciais, desde que não acarrete a paralisa ção do tráfego metro viário. IX visto ria das á reas opera cionais, visando à localiza ção de objetos sus pei tos prove nien tes de a mea ças ao fun cio namento do sistema. 1º Nos casos do inciso V deste artigo, deverá o Corpo de Segurança: I ministrar os pri mei ros socorros às vítimas; II transportar os feridos para pronto socorro ou hospital, arrecadando os seus pertences; III havendo vítimas fa tais, após a rea liza ção da Perí cia do Corpo de Segurança e lavratura do Boletim de Ocorrên cia, removê las para lugar onde não haja interferên cia com a opera ção do serviço metro viário; IV lavrar boletim de ocorrên cia, para oportuno encaminhamento à au toridade competente. 2º O boletim de ocorrên cia, que será lavrado sempre que se verificar infração penal (crime ou contraven ção), sui cí dio ou tentativa de sui cí dio ou acidente, deverá consignar o fato, as pes soas nele envolvidas, as testemunhas e de mais elementos ú teis para o esclarecimento da verdade. 19

20 3º O METRÔ DF poderá fornecer, a pedido do interessado, có pia do boletim de ocorrên cia, no prazo máximo de dez dias. 4º O Governador do Distrito Federal poderá no interesse da segurança pública, destinar dependên cias na á rea de serviço do METRÔ/DF, para a instala ção de postos da Polí cia Militar e/ ou Civil, com a finalidade de au xi liar o poli ciamento preventivo e repressivo e as a ções do Corpo de Segurança do METRÔ/ DF. (nova reda ção dada pelo Decreto nº de 1º de agosto de 2007). Art. 73. O Corpo de Segurança deverá usar uniforme padronizado, de modo a possibilitar a sua identifica ção, não sendo permitida a sobreposi ção de qualquer ou tro objeto, à exce ção da que les previstos em procedimento opera cio nal, vedado o uso de armas brancas ou armas de fogo; Art. 74. As especifica ções de e qui pamentos consta rão de normas internas, a serem bai xadas pelo METRÔ DF. Art. 75. A utiliza ção dos e qui pamentos men cio nados nos artigos ante rio res tem por finalidade básica garantir a segurança do u suário, dos empregados e a preservação do patrimô nio do METRÔ DF. TÍTULO V DISPOSI ÇÕES FI NAIS Art. 76. O METRÔ DF somente poderá operar em desconformidade com este Regulamento em emergên cias resultantes de casos for tui tos ou de força maior, devidamente identificados e justificados. Art. 77. Uma có pia deste Regulamento estará à disposi ção dos u suários do METRÔ DF, em todas as esta ções, para dirimir dúvidas e o rien tar o serviço de transporte de passa gei ros. Art. 78. Este decreto entra em vigor na data de sua publica ção. Art. 79. Revogam se as disposi ções em contrá rio. Brasí lia, 30 de dezembro de EXERCÍ CIOS º da República e 46º de Brasí lia Joaquim Domingos Roriz 1. De acordo com o disposto na Lei nº 6.149, de 2 de dezembro de 1974, a segurança do transporte metro viário incumbe: a) ao pró prio u suário, visto que este é o benefi ciário direto do serviço. b) à pes soa jurídica que o executa. c) à pes soa jurídica que o executa, já que esta é a benefi ciária direta do serviço. d) à pes soa física que o executa, visto que esta é a responsável pela fiscaliza ção e controle do serviço.

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