RERRATIFICAÇÃO ASSUNTO: EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2013 FUNREBOM.

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1 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LAGES ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO DIRETORIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS RERRATIFICAÇÃO Lages, 04 de outubro de ASSUNTO: EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2013 FUNREBOM. OBJETO: AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO, SEGURANÇA E SOCORRO PARA USO DO CORPO DE BOMBEIROS DE LAGES. O Município de Lages, presente a supremacia do interesse público, em atendimento a pedido do FUNREBOM, com fulcro nos termos dispostos no 4º do art. 21 da Lei 8.666/93 e Diplomas Complementares, torna notório aos interessados que foram necessárias algumas alterações no Edital em comento. O novo Termo de Referência, devidamente alterado, em substituição ao disponibilizado anteriormente, encontra-se disponibilizado no site da Prefeitura: As demais cláusulas permanecem inalteradas. Pedro Marcos Ortiz Secretário da Administração

2 ANEXO II TERMO DE REFERÊNCIA/PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2013 VALOR MÁXIMO UNIT. VALOR MÁXIMO TOTAL ITEM ESPECIFICAÇÃO QUANT. UNID. LOTE 01 CONJUNTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA APROXIMAÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO ESTRUTURAL, 01.1 COMPOSTO POR BLUSÃO E CALÇA, 10 CJ 3.512, ,70 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE ,70 LOTE LUVA DE SEGURANÇA PARA COMBATE A INCÊNDIO 15 PARES 192, ,75 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE 2.889,75 LOTE BOTA DE COURO PARA COMBATE A INCÊNDIO 10 PARES 712, ,70 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE 7.126,70 LOTE CAPUZ TIPO BALACLAVA PARA COMBATE A INCÊNDIO 30 UND 93, ,40 CAPACETE DE PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 10 UND 1.940, , URBANO. VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE ,90 LOTE ESGUICHO PARA COMBATE A INCÊNDIOS 01 UND 2.031, ,50 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE 2.031,50 LOTE MANGUEIRA DE COMBATE A INCÊNDIO 1 1/2 10 UND 1.042, , MANGUEIRA DE COMBATE A INCÊNDIO 2 1/2 10 UND 1.554, ,30 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE ,00 LOTE MACACÃO PARA COMBATE INCÊNDIO FLORESTAL 12 UND 1.267, , BOTA DE COURO PARA COMBATE INCÊNDIO FLORESTAL 12 UND 712, ,04 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE ,04 LOTE CAPACETE PARA COMBATE INCÊNDIO FLORESTAL 02 UND 1.549, ,00 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE 3.098,00 LOTE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIO 06 UND 8.602, ,00 VALOR MÁXIMO GLOBAL DO LOTE ,00 Especificações:

3 LOTE 01 tecido (blusão e calça): 1ª camada camada externa com filamento longo em para-aramida que tem a função de aumentar a resistência a ruptura do tecido, combinado com uma mistura de fios de para-aramida e meta-aramida. Esta combinação deverá possibilitar resistência ao rasgo de acordo com a norma ASTM D 2261, não inferior a 44kgf para trama e urdume. Esta mistura de fibras deverá formar tecido composto de 75% para-aramida e 25% meta-aramida admitida a variação de ± 5%, com gramatura não inferior a 190 g/m² conforme norma ASTM D A combinação destas fibras deverá aumentar a solidez da cor a luz no tecido tendo índices minimos de escala 4 para cinza e 5/6 para azul de acordo com a ISO 105 B02. Deverá ter resistência à força de ruptura com média superior a 430kgf para trama e urdume de acordo com a norma ASTM D O tecido deverá ser na cor PRETA. 2ª camada: camada intermediária com peso mínimo de 130g/m² conforme norma ASTM D3776, formada por filme de PTFE ignifugo. Esse filme de PTFE (politetrafluoretileno) deverá ser fixado a uma barreira térmica de não tecido formado por uma mistura de fibras aramidas. Deverá ter resistência à tração com força de ruptura não inferior a 30kgf em média no sentido do urdume (longitudinal) e 18kgf emmédia no sentido da trama (transversal) conforme NBR ou ASTM D5035. Deverá ter resistência a pressão hidrostática de 100 cm/coluna d água, não havendo vazamento conforme norma NBR12999/93; e 3ª e 4ª camadas: Barreira Térmica Barreira térmica constituida de feltro de mantas agulhadas de fibras aramidas virgens com aproximadamente 200 gr/m², forro composto de um tecido 50% meta-aramida - 50% viscose FR com peso aproximado 105gr/m². A barreira térmica deverá estar de acordo com os padrões da NFPA 1971:2007 ou mais recente. A costura entre a 3ª e 4ª camada deverá ser com linha aramida..construção da Jaqueta de Proteção: Corpo da Estrutura Externa A estrutura externa deverá incorporar três painéis de corpo separados, sendo dois painéis frontais e um painel traseiro. Esses painéis de corpo deverão ser especificamente desenhados para proporcionar um caimento confortável. O corpo da estrutura externa deverá possuir sistemas de expansão para melhorar a mobilidade do usuário, sendo certa a necessidade de todas as barreiras acompanharem esse caimento confortável (estrutura externa, barreira de umidade e barreira térmica). Construção das Mangas As mangas deverão ser de construção de dois painéis, desenho afunilado e expandido. Cada manga deverá possuir uma nesga ou prega subaxilar (criando um sistema de expansão), entre o lado inferior da manga e o corpo da jaqueta, com o objetivo de facilitar o movimento dos braços do usuário, de tal forma que, ao levantá-los, não exponha os punhos. Essa expansão deverá ser utilizada em todas as camadas da vestimenta (estrutura externa, barreira de umidade e barreira térmica), propiciando o mesmo conforto. Deverá ter comprimento e largura variando conforme o tamanho da jaqueta. Deverão ter reforço do próprio tecido na região dos cotovelos, parte externa de ambos os lados. Construção das Mangas Internas As mangas deverão ter um poço d água para evitar que líquidos e outros materiais perigosos entrem nelas quando os braços estiverem elevados. Esse poço d água deverá ser construído de barreira de umidade de algodão/poliéster revestido com Neoprene resistente à chama, com o lado do Neoprene faceando para fora e deverá ser costurado à estrutura externa a aproximadamente 150 (cento e cinqüenta) mm da bainha da manga através de pesponto duplo, devendo continuar para baixo no interior da estrutura externa até a área da bainha. Botões de pressão fêmea de metal não ferroso serão fixados na parte interna de união do poço d água da manga. Esses botões de pressão serão espaçados igualmente uns dos outros de modo a abotoar os correspondentes botões de pressão machos existentes na barreira térmica. Punhos de malha de meta- aramida na cor PRETA, medindo aproximadamente 177 mm (7 pol.) de comprimento, deverão ser costurados às extremidades dos poços d água das mangas. Deverá haver um furo para polegar com uma abertura aproximada de 50 mm (2 pol.) de diâmetro adequadamente posicionado de forma a se alinhar com o polegar do usuário (deverá possuir um acabamento perfeito para não desfiar o tecido). Gola A gola da jaqueta deverá consistir de um compósito de no mínimo 75 mm (3 pol.) de altura em qualquer ponto, quando medido do topo da gola para baixo e deverá possuir um sistema de fechamento com fitas prendedoras de ganchos e argolas. A gola e o sistema de fechamento deverão consistir de estrutura externa e barreira de umidade. No painel interior da gola, na altura da linha do pescoço, deverá ser costurado um pedaço de fita prendedora de ganchos e argolas, com largura mínima de 20 mm, que servirá para fixar o sistema do forro. Uma alça para pendurar, feita de material da estrutura externa, deverá ser fornecida na montagem da gola e deverá ser capaz de suportar uma carga de não menos que 40 kg. Construção da Barreira de Umidade/Forro Térmico A barreira de umidade deverá ser debruada ao forro térmico ao redor do perímetro do forro utilizando-se uma fita de debrum revestida com neoprene resistente à chama. Cada forro deverá ter um bolso com dimensões mínimas de 200 mm X 200 mm (8 pol. X 8 pol.), construído a partir da barreira térmica e forrado com material da barreira de umidade. Todas as bordas do bolso deverão ser overlocadas para evitar desenredamento e o bolso deverá ser costurado ao lado interno esquerdo do sistema do forro com ponto de costura duplo. Todas as costuras da barreira de umidade deverão ser seladas para evitar a penetração de umidade de acordo com as especificações do fabricante da barreira de umidade. Para assegurar abrasão mínima da costura, as

4 costuras da barreira de umidade deverão estar orientadas com os pontos de costura na direção do interior da barreira térmica. Se houver, durante a construção do forro, extremidades com ângulo menores que 100º (cem graus), estas deverão receber travetes (bartacks). Na construção do forro, para fins de verificação da barreira de umidade e da fita seladora das costuras, deverá ser apresentada uma janela de inspeção, desde que o conjunto não perca sua estanqueidade. Fixação da Montagem da Estrutura Externa/Forro A barreira térmica/barreira de umidade deverá ser fixa a tecido externo tendo apenas como inspeção uma abertura na parte da gola, que deverá ser feita com fita de argolas e ganchos de 20 a 25mm Fechamento: Zíper Interno, Fita Prendedora de Ganchos e Argolas Externa O fechamento frontal da jaqueta deverá consistir de um zíper de metal ou de termoplástico para trabalho pesado nas frentes da jaqueta e fita prendedora de ganchos e argolas na aba de tempestade. As partes do zíper deverão ser traveteadas no topo e na base para melhorar a resistência. A aba frontal deverá fechar sobre os painéis de corpo esquerdo e direito e ser presa por fita prendedora de ganchos e argolas com dimensões mínimas de 40 mm (1 ½ pol.) por 610 mm (24 pol.).. O material da estrutura externa deverá fazer face ao corpo do usuário quando a jaqueta estiver na posição fechada. A barreira de umidade deverá ser costurada na traseira da porção da estrutura externa e fazer face ao lado de dentro do painel de corpo da jaqueta. Aba de Fechamento Frontal Uma aba de fechamento frontal retangular deverá ser centralizada sobre os painéis de corpo esquerdo e direito para assegurar que não haverá interrupção na proteção. A aba de fechamento frontal deverá ser de construção com três camadas, com uma camada de barreira de umidade sanduichada entre duas camadas de material da estrutura externa. A aba de tempestade deverá ser reforçada no topo e na base com travetes. Bolsos da Jaqueta (pocket) Um bolso tipo envelope ou cargueiro, medindo no mínimo 228 mm X 228 mm (9 pol. X 9 pol.), deverá ser costurado em cada lado frontal da jaqueta, com a borda inferior próxima à bainha. Cada bolso deverá ter abas medindo no mínimo 75 mm X 228 mm (3 pol. X 9 pol.) e deverão fechar os bolsos através de dois pedaços de fitas prendedoras de ganchos e argolas de no mínimo 40 mm X 50 mm (1½ pol. X 2 pol.). Cada bolso deverá ter dois ilhoses de drenagem localizados na base do bolso para a drenagem de água. Bolso e Tira de Tecido para Rádio Transceptor e Microfone Cada jaqueta deverá ter um bolso desenhado para alojar um rádio transceptor portátil e deverá medir aproximadamente 50 mm (2 pol.) de profundidade X 75 mm (3 pol.) de largura X 175 mm (7 pol.) de altura (será aceito altura máxima de 200 mm ou 8 pol). Esse bolso deverá ser protegido pela aba com vão para passagem da antena do rádio dos dois lados. Acima do bolso, a uma distância aproximada de 75 mm (3 pol.) da aba, deverá ser instalada uma tira de tecido de material da estrutura externa, medindo aproximadamente 20 mm (¾ de pol.) de largura por 50mm (2 pol.) de comprimento, traveteada (bartacked) somente nas extremidades, que servirá para prender o clipe do microfone do rádio. Faixa Fluorescente Retrorrefletiva Cada jaqueta deverá ter uma quantidade adequada de atavios costurados com pesponto simples. Uma tira de 75 mm ao redor da área do tórax, uma tira de 75 mm ao redor da bainha, uma tira de 75 mm ao redor dos braços, logo acima dos cotovelos e uma tira de 75 mm ao redor de cada extremidade de manga. A faixa retrorrefletiva a ser utilizado deverá ser em tecido retardante a chamas, microprismático, metalizado, com largura total de 75mm na cor amarelo limão com uma tarja no centro na cor amarela, devendo apresentar no mínimo 900 cd/lux/m² de refletividade inicial sob ângulo de incidência de - 4 graus e ângulo de observação de 0,2 graus. Nas costas acima da faixa refletiva deverá possuir adesivo ignífugo na cor prata com no mínimo 130 candelas/m² os dizeres BOMBEIROS MILITAR ( LAGES/SC) centralizados em relação às costas, em letra tipo ARIAL, negrito negrito, ou na cor ( prata ou amarelo limão ) com letras maiúscula com medidas de 50mm de altura. CONSTRUÇÃO DA CALÇA DE PROTEÇÃO Corpo da Estrutura Externa e Sistema de Joelho Expansivo O corpo da estrutura externa da calça deverá ser construído de quatro painéis de corpo separados, consistindo de dois painéis frontais e dois painéis traseiros. A área do gancho (crotch) deverá ter uma nesga (gusset) para expansão, incluída para melhorar a mobilidade e a liberdade de movimento, devendo estar presente em todas as três camadas do compósito. Os painéis de corpo deverão ter formato para melhorar o movimento do corpo, tendo um caimento sob medida, e deverão ser costurados juntos por meio de pesponto duplo. (A altura na frente da calça deverá ter no mínimo 300 mm (12 pol.) a partir do topo do cós até a base das costuras do gancho e variando conforme o tamanho). Expansão nos Joelhos e abertura de expansão na barra. As calças deverão possuir, na área dos joelhos um reforço do próprio tecido e um sistema expansivo que melhore a mobilidade do usuário, principalmente nas ações de subir escadas, ajoelhar, e engatinhar. Esse sistema expansivo deverá existir em todas as três camadas da calça de proteção Método de Fixação da barreira térmica/barreira de Umidade A barreira térmica/barreira de umidade deverá ser fixa a estrutura externa. A construção do forro deverá apresentada uma janela de inspeção na parte traseira do cos desde que mantenha a estanqueidade do conjunto. Fechamento da Braguilha e Debruns Cada calça deverá ter uma aba de braguilha externa construída. A aba da braguilha deverá ser uma parte contínua do painel de corpo frontal esquerdo, começando na cintura e estendendo-se para baixo, na direção do gancho (crotch). A aba deverá ser parte do sistema de fechamento da calça.

5 Bolsos Sanfonados Dois bolsos sanfonados, medindo no mínimo 50 mm (2 pol.) de profundidade X no mínimo 228 mm (9 pol.) de largura X no mínimo 228 mm (9 pol.) de altura, deverão ser costurados com pesponto duplo, um em cada lateral. As abas dos bolsos deverão ser fechadas por meio de fita prendedora de ganchos e argolas. Faixa Fluorescente Retrorrefletiva Cada calça deverá ter uma quantidade adequada de atavios costurados ao lado de fora da estrutura externa. O padrão da faixa deverá ser em tecido retardante a chamas, microprismático, metalizado, com largura total de 75mm na cor amarelo limão com uma tarja no centro na cor amarela, devendo apresentar no mínimo 900 cd/lux/m² de refletividade inicial sob ângulo de incidência de - 4 graus e ângulo de observação de 0,2 graus. Suspensórios Junto com cada calça deverão ser fornecidos suspensórios, em fita na cor preta de 50 mm fixada através de passador não metálico de 50 mm, haverá um elástico de 50 mm nas 04 pontas do suspensório com 02 botões de pressão em cada ponta, o suspensório deverá ser removível para fins de lavagem em separado. Serão fixados nas calças através de botões, ou outro meio, desde que seja removível. As fivelas e/ou peças para regulagem do tamanho poderão ser em termoplástico de alta resistência ou metálico. Os suspensórios deverão ser no estilo em H, e com sistema de regulagem através de tirantes que são puxados para abaixo através de 2 meia/argola, garantindo assim que as fivelas não fiquem próximas aos ombros do usuário. A cor dos suspensórios deverá ser na cor preta. CERTIFICADOS CÓPIAS AUTENTICADAS DAS CERTIFICAÇÕES, LAUDOS e TRADUÇÃO JURAMENTADA DAS CÓPIAS EM LINGUA ESTRANGEIRA: Laudo de ensaio da fita refletiva com Retrorrefletância, igual ou superior a 900 cd.ix¹. m². Certificado da faixa refletiva onde comprove o atendimento às Normas NFPA ou mais recente; Certificado das 4 camadas onde comprove o atendimento às Normas NFPA ou mais recente; Laudo de laboratório independente que comprove resistência ao rasgo da primeira camada não inferior a 44kgf para trama e urdume de acordo com a norma ASTM D 2261 Laudo de laboratório independente que comprove resistência a força de ruptura de acordo com a norma ASTM D com média superior a 430kgf para trama e urdume. Laudo de laboratório independente que comprove o índice de solidez da cor a luz não inferior a 4 para cinza e 5/6 para azul de acordo com a norma ISO 105 B02. Manual de Instruções O manual de instruções deve conter as seguintes informações: Informações pré uso Considerações de segurança Limitações de uso Recomendações e restrições Desempenho das fibras Informações sobre as garantias Ajuste de tamanho Praticas de armazenamento Detalhes e freqüência de inspeções Colocação e retirada das peças Questões sobre interface Manutenção e limpeza Critérios de manutenção Instruções de Lavagem (vide etiqueta no interior da túnica) Armazenamento Expor o mínimo possível a raios UV, principalmente após lavagem. Secar a sombra Não é necessário passar Se possível guardar em cabides de forma que permaneça sempre estendida Deixar a japona sempre aberta para ventilação e utilização. LOTE Equipamentos e materiais permanentes; Equipamento de proteção, segurança e socorro ITEM 1. LUVA DE SEGURANÇA PARA COMBATE A INCÊNDIO: QUANTIDADE: 15 pares de luvas,

6 1.1. Luva para bombeiro confeccionada em couro vaqueta Preta na cor Preta, dorso liso, 03 dedos + indicador, com costura, elástico de aproximadamente 20 mm, punho em malha de para-aramida sanfonado. A luva deverá possuir faixa refletiva amarelo + prata transpassando pelo dorso melhorando a sinalização do combate. Deverá ser composta em multicamadas, para operações com temperaturas e produtos líquidos e abrasivos.; 1.2. Camada externa - Couro vaqueta na cor preta para resistir temperaturas elevadas com resistência à abrasão e cortes. 1ª Camada interna Barreira de vapor: Filme de poliuretano antichama na cor branca, para inibir passagem de produtos químicos e líquidos. 2ª Camada interna Barreira de Calor: Feltro de fibras aramidas, atua como barreira térmica. Elástico no dorso em costura zig-zag com fios de para-aramida. Punho em malha para-aramida 300 g/m², sanfonado para inibir entrada de produtos e calor. Toda a costura da luva é feita em linha para-aramida; 1.3. Da luva deverá estar em conformidade com a norma EN 420:2003, deverá possuir resitência a abrasão conforme norma EN 388:2003, deverá possuir resistência a inflamabilidade superior a 3 e resistência a calor por convecção superior a 3 de acordo com a EN 407:2004.;; 1.5. Impermeabilidade mantendo a respirabilidade, estanqueidade de fora para dentro, respiração de dentro para fora, não permitindo a passagem de vapores, mantendo a integridade física sem provocar excesso de transpiração conciliado à barreira térmica proporcionando uma camada extra resistente as temperaturas; 1.6. Identificação: na parte interna da luva deverá constar etiqueta com informações do fabricante da luva contendo o número do CNPJ, número do Certificado de Aprovação - CA expedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, número do lote e data de fabricação; e 1.7. Documentos que deverão ser apresentados: a) Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego TEM; e b) certificado das propriedades do tecido da camada externa do dorso. Este certificado deverá ser emitido por laboratório independente e quando em língua estrangeira devera ser traduzido por tradutor publico juramentado. LOTE Equipamentos e materiais permanentes; Equipamento de proteção, segurança e socorro. ITEM 1. BOTA DE COURO PARA COMBATE A INCÊNDIO: QUANTIDADE: 10 pares de botas Bota de combate a incêndio, constituída de couro hidrofugado com sistema flame-protect anti-chamas, acolchoado, dublagem tri-componente no sistema set confort, forro da gáspea e cano no sistema dry system 100% impermeável com formato em bootie (meia) e forro do colarinho em meta-aramida anti-chamas. Linhas de costura em pára-aramida super fio com torção left-right, palmilha de montagem em resina polimérica anti-perfuro não metálica fixado pelo processo montado, palmilha de isolamento térmico em célula de ar com sistema aluminizado, sistema refletivo em tecido amarelo lima fluorescente anti-chamas, biqueira de segurança em composite não metálica resistente ao impacto com proteção externa em borracha, palmilha de conforto anatomicamente conformada e solado de borracha super-nitrílica resistente a alta temperatura vulcanizado a frio diretamente no cabedal. Construída com base nas normas NBR ISO e , DIN EN ESPECIFICAÇOES TÉCNICAS DOS ITENS: As especificações técnicas e parâmetros para a construção do produto em epígrafe estão descritos nas normas NBR ISO e , DIN EN e demais exigências técnicas definidas neste memorial descritivo. Para enquadramento é necessário atender os parâmetros normativos, as exigências técnicas. 1.3.CABEDAL: Confeccionado em couro bovino flor integral hidrofugado com proteção antichamas, com espessura de 20/22 linhas (2,0 a 2,2 milímetros) sendo em gáspea inteira para maior resistência. Nos canos deve possuir uma peça refletivo amarelo lima com enchimento de EVA acolchoado em formato triângulo reto e na traseira um refletivo amarelo lima com enchimento de EVA acolchoado em formato bumerangue. Colarinho em napa vestuário multiporos com espessura de 0,9 a 1,1mm hidrofugada e antichamas, com enchimento em espuma de poliuretano bidensidade, sendo 70-45g/cm. Internamente etiqueta de poliéster termo fixada com a identificação de

7 numeração do produto. Todo cabedal deve ser estruturado com polímero de célula aberta dublado com nãotecido de 1,5mm para isolamento térmico e tela estrutural nos canos para melhor conforto, estrutura e flexão, aparência final semi-fosca, na cor preta; 1.4.SOBREBIQUEIRA: Proteção de sobrebiqueira em borracha super-nitrilica resistente a temperatura com espessura de 1,5mm e bordas com redução de espessura para 0,5mm fixada no cabedal através de vulcanização a frio com adesivo em camadas. Não serão aceitas costuras na fixação da sobrebiqueira. 1.5.REFLETIVO: Na parte lateral e traseira da bota, na região do maléolo e área de articulação deve possuir refletivo de alta reflexibilidade noturna 3M ou similar na cor amarelo lima e formato triangular reto e bumerangue medindo no mínimo 70 x 20 mm para maior segurança. A bota deve possuir no lado interno da lingueta uma etiqueta aplicada (sem costura) com a numeração do produto. 1.6.LINHAS: Linha 100% para-aramida com base em poliamida numero 30/40 e sistema e torção dupla para melhor ajuste do ponto e durabilidade. 1.7.BIQUEIRA E CONTRA-FORTE Biqueira em material composite (composto polimérico) multi compactado com fibra de carbono resistente ao impacto e a compressão, com protetor de borda em material emborrachado para melhor conforto e proteção. Não serão aceitas biqueiras metálicas, de alumínio ou aço. Contra-forte confeccionado em material termoplástico de alta durabilidade e resistência, constituído por uma lâmina de resina polimérica, contendo adesivos granulados ativados por calor e pressão, reforçada por uma tela de poliéster, com espessura de 1,8 milímetros; 1.8.ALÇA DE CALCE RÁPIDO: Em formato quadrado com abertura mínima de 60 x 70 mm, confeccionado em couro bovino flor integral hidrofugado com proteção antichamas, com espessura de 20/22 linhas (2,0 a 2,2 milímetros), dublado com napa vestuário multiporos com espessura de 0,9 a 1,1mm hidrofugada e antichamas, costurado com linha de para-aramida/poliamida numero 30/40. Sendo que as alças externas não deverão ultrapassar a altura do cano. 1.9.FORRAÇÃO INTERNA: Forração interna construída em sistema de meia em 3 camadas, sendo com membrana feita de poliéster com canais hidrofílicos não poroso. Com membrana extremamente elástica (> 300%) especialmente adequada para uso em calçados e 100% impermeável e, ao mesmo tempo permeável ao vapor de água (respirável). A estrutura molecular da membrana é especial de poliéster e têm um efeito condutor ao vapor de água, portanto, o vapor de água compacto pode penetrar na membrana e se mover ao longo das cadeias moleculares até a saída na parte externa do calçado. A direção desse movimento é determinada pela direção da concentração de vapor de água gradiente proporcionando maior gerenciamento da temperatura e umidade interna. Estrutura base do forro em manta de fibra 100% PES que facilita a absorção de umidade e liberação de calor por célula aberta sem retenção. Acabamento com tecido de de revestimento integrado em tricomponente com a manta e membrana constituído em 58% poliéster e 42% poliamida antibactérias com trama paralela em formato zigzag com sistema de travamento e liberação de elasticidade. A bota deve obrigatoriamente possuir este sistema com pelo menos 75% altura do eixo do cano e ser selado integralmente por fita termo solda (hot-melt) com 22/25mm de largura para maior vedação do sistema de bootie (meia) e proporcionar uma impermeabilidade completa, para maior reforço no calcanhar o forro deve possuir um sistema com material não tecido e/ou fita de selagem PALMILHA DE MONTAGEM: Constituída em multicamadas de fibra resinada com manta de poliamida antiperfuro não metálica com espessura de 3,5mm e flexível. A medida da palmilha de montagem deve cobrir toda extremidade na base da bota para maior proteção e ser fixada no cabedal por sistema de montagem. Na base da palmilha de montagem deve ser fixada uma palmilha de isolamento térmico, construída em bolha com célula de ar de 3,0mm revestida com papel aluminizado para maior conforto e proteção do calor induzido. Não será aceita palmilha metálica ou de aço PALMILHA DE CONFORTO: Palmilha de conforto moldada em EVAprene com formato anatômico e sistema regular fit (ajuste ao pé) para melhor distribuição do peso no caminhar com espessura de 9mm no salto, 12mm no enfranque e 6mm na planta. Revestida com tecido poliéster pluma com tratamento bactericida integral que inibe a proliferação da sudorese excessiva e fungos. Não será aceita palmilha fora das medidas especificadas SOLADO: Composto a base de borracha massa super-nitrílica com alto grip resistente a alta temperatura, travas com derrapante tratorados medindo no mínimo 5 mm de altura e desenho dinâmico com área de tração e freio, internamente deve possuir duas camadas não exposta, constituída em de etil vinil arila (EVA) frezada em

8 formato anatômico medindo 15mm no salto, 5mm na planta vulcanizada na primeira camada de forma que proporcione melhor conforto e absorção de impacto. Vulcanizado a frio diretamente no cabedal PESO E MEDIDAS: O peso da bota deve ser menor ou igual 950g (pé numero 40) e a diferença entre a massa do pé esquerdo do calçado e a massa do pé direito não deve ultrapassar 10 gramas, conforme norma NBR A altura deve ser no mínimo de 200mm medindo externamente da base do solado até a borda do cano (numero 40) LAUDOS E CERTIFICADOS: Serão solicitados para homologação os seguintes laudos e certificados: Couro hidrofugado do cabedal Ensaio Especificação Método de ensaio Determinação da análise visual Couro preto com acabamento liso NBR Determinação da espessura Mínimo de 2,1 mm a máximo 2,3 mm NBR Determinação da absorção de Penetração: 0g ISO 5403 água e tempo de penetração Tempo de penetração: Não penetrar água Determinação do teor de graxa Mínimo de 5% e máximo de 8% NBR Forro do cabedal em poliamida / poliéster Ensaio Especificação Método de ensaio Espessura Mínimo de 2,5 mm NBR Gramatura Mínimo de 450 g/cm² SATRA TM 28 Resistência a abrasão Mínimo de ciclos a seco sem danos NBR ISO ITEM Mínimo de ciclos úmido sem danos Mínimo de 40 (MP/cm².h) 6.12 NBR ISO ITEM 6.6 Permeabilidade do vapor de água Coeficiente do vapor de água Mínimo de 350 mg/cm² NBR ISO ITEM 6.8 Palmilha de montagem antiperfuro Ensaio Especificação Método de ensaio Espessura Mínimo de 3,5 mm NBR Gramatura Mínimo de mm SATRA TM 28 Resistência a perfuração Mínimo de N BS EN Palmilha de conforto Ensaio Especificação Método de ensaio Dureza Mínimo de 30 Asker C NBR Absorção e dessorção de água Absorção mínima de 300 mg/cm² Dessorção mínima de 100 % NBR ISO ITEM CERTIFICADO DE CAPACIDADE TÉCNICA: Fornecimento do produto licitado, emitido por órgão municipal, estadual ou federal, em nome da empresa vencedora do certame evidenciando modelo licitado e cópia da nota de empenho. A empresa que não apresentar ou apresentar os documentos que não atendam as especificações técnicas definidas no Termo de Referência será desclassificada.. Cores Disponíveis: Preto Numeração: 36 a 44 Peso: 1.3kg (Par numero 40) Norma Técnica de Referência: O calçado deverá atender as normas EN15090: NBR ISO 20345:2008 e C.A do Ministério do Trabalho e Emprego, sendo comprovada através da apresentação de certificados emitidos por laboratórios credenciados LOTE Equipamentos e materiais permanentes; Equipamento de proteção, segurança e socorro. CAPUZ TIPO BALACLAVA PARA COMBATE A INCÊNDIO E CAPACETE DE PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO URBANO. ITEM 1. CAPUZ TIPO BALACLAVA PARA COMBATE A INCÊNDIO: QUANTIDADE: 30 capuz tipo balaclava e 10 capacetes 1.1. Capuz com dupla camada, confeccionado em malha tipo single jersey composto de 100% meta aramida, com gramatura mínima de 290gr/m2, deverá ter o desenho tipo balaclava. Cor bege natural ou branca;

9 1.2. Abertura frontal desde acima dos olhos até o inicio do queixo, para melhor ajuste da máscara do equipamento autônomo, sendo que a abertura citada deve permitir a passagem pela cabeça para o recolhimento do capuz para o pescoço; 1.3. O capuz deve se prolongar para o peito e para as costas, sendo que suas extremidades (frente e costas) devem possuir comprimento suficiente para atingir a linha das axilas, de forma a não permitir que o pescoço, e as partes superiores do peito e das costas do bombeiro fiquem expostos; 1.4. Etiqueta na parte interna do capuz, com o nome do fabricante, CNPJ, número do Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego MTE 1.5. Documentos que deverão ser apresentados: a) laudo de resistência a estouro de no mínimo 230lbf/pol2 conforme norma ASTM D3786; b) certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. c) flamabilidade - conforme norma ASTM D 6413 ou, por substituição, ASTM D 1230, cujo resultado deverá ser não propaga a chama ; d) laudo de resistência a costura de no mínimo 40 dan conforme norma NBR 13374; e e) resistência ao pilling com nota de no mínimo 3 conforme norma ISO ITEM 2. CAPACETE DE PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO URBANO: 2.1.Capacete para aplicações de combate a incêndios estrutural, florestal, resgate veicular, buscas aquáticas e em alturas, emergências médicas e todas atividades pertinentes ao Bombeiro. Deve apresenta grande proteção para a cabeça contra calor, chamas, frio, eletricidade, água, objetos pesados, pontiagudos, impactos, faíscas e vapores. 2.2.Deve ter casco externo moldado por meio de injeção de compósito de fibra de vidro e poliamida de alta resistência térmica. Deve ter casco com duplo reforço externo em forma de crista longitudinal e transversal, fazendo forma de T sobre o capacete, garantindo maior resistência contra impactos na parte superior e na parte de trás do equipamento. 2.3.Deve possuir placa de proteção para parte frontal do crânio, localizada abaixo da viseira externa, para garantia de proteção contra impactos frontais. A Pintura deve conter Três camadas à base de água com acabamento brilhante com proteção contra raios UV. 2.4.Deve apresentar total revestimento interno com placa inteira de espuma moldada em poliuretano de alta densidade, para absorção de impactos e riscos elétricos. 2.5.Deve ter sistema de viseira de proteção basculante que garanta fechamento hermético da parte frontal do capacete, isolando todo o interior do sistema do equipamento não permitindo a entrada de calor, chamas, faíscas, vapores ou líquidos. A viseira quando baixada deve isolar hermeticamente toda a área onde tem contato com o casco do capacete, não deixando nenhum orifício que prejudique o fechamento hermético, nem nas laterais nem na parte superior da viseira. 2.6.A viseira de proteção facial externa deve ser certificada de acordo com a EN 14458:2004, para aplicações de combate a incêndio. Viseira de proteção facial moldada por injeção 3D, em polisulfona com espessura entre 2mm e 2,5mm, com revestimento dourado, metalizado por ouro e proteção contra riscos, névoa, filtros ultravioleta e filtros infravermelhos. A viseira de proteção facial externa deverá vir com a inscrição gravada EN14458: Lente interna, confeccionada em policarbonato cristalino, com espessura entre 2mm e 2,5mm atendendo integralmente a Norma EN 166.Na lente de proteção interna deverá vir gravada a inscrição EN14458: O capacete deve fornecer espaço interno para o uso do estetoscópio, telefones celulares e dispositivos de comunicação semelhantes. 2.9.O capacete deve permitir o perfeito uso de todas as marcas e modelos de máscara de respiração autônoma com a viseira de proteção facial dourada na posição baixa, ou seja, cobrindo todo o campo visual da máscara de respiração autônoma para maior proteção do usuário A viseira deve se estender e retrair sem impedir a utilização de óculos corretivos e de proteção.

10 2.11.O Capacete completo e os componentes devem permitir a montagem e desmontagem rápida e fácil para manutenção, reparo, limpeza e mudança de aplicações Conjunto de suspensão composto de carneira, deve ser confeccionado em termoplástico, aramida e couro natural, com catraca giratória para ajuste de tamanho de cabeça entre 50cm e 65cm, com tiras de absorção de suor, distribuída em seis pontos de fixação. No conjunto de suspensão deve conter sistema em forma de X, confeccionado em aramida, ignífuga, com a finalidade de dar maior proteção contra impactos e riscos elétricos, evitando o contato do usuário com o casco interno do capacete O sistema de catraca giratória deve permitir seu ajuste mesmo com a mão enluvada A carneira deve oferecer o máximo de conforto, funcionalidade e ventilação com todas as fixações projetadas para liberação rápida A cinta jugular e a queixada devem ser confeccionadas em aramida, ignífuga, antialérgica com engate rápido de alta resistência e qualidade Deve possuir cinta traseira ajustável, posicionada automaticamente com uma fixação de dois pontos na parte traseira do capacete proporcionando um contato bidimensional em forma de X, de superfície a superfície, no pescoço do usuário A proteção de pescoço deve ser ultrarresistente feita de duas camadas de tecido de aramida, com revestimento externo aluminizado O capacete deve ser certificado segundo as normas EN443:2008, EN14458:2004 e EN166:2001. Deve ser apresentado, para fins de análise, juntamente com a proposta de valores, certificados de laboratórios credenciados, que garantam que o capacete atende as normativas EN443:2008; EN14458:2004; EN166:2001. Certificados internacionais devem ser apresentados juntamente com tradução juramentada. Garantia de 24 meses contra defeitos de fabricação. LOTE Equipamentos e materiais permanentes; Equipamento de proteção, segurança e socorro. ESGUICHO PARA COMBATE A INCÊNDIOS. ITEM 1. ESGUICHO AUTOMÁTICO 1 1/2 PARA COMBATE A INCÊNDIOS (com lanterna): QUANTIDADE: 01 unidade Automático, de 1 1/2, de forma a controlar automaticamente as variações de vazão da linha de combate a incêndio onde estiver acoplado; 1.2. A empunhadura deverá ser do tipo pistola, dotada de lanterna de led. Deverá apresentar um ângulo de inclinação de aproximadamente 30 e possuir desenho anatômico compatível com o formato da mão humana e encaixes apropriados para os dedos. A cor do punho será definida quando do contrato, devendo ser apresentado as seguintes opções de cores: Preto, laranja, vermelho, amarelo e azul; 1.3. Deve permitir giro para permutar muito rapidamente de um tipo de jato para outro (do jato compacto ao jato neblina), com apenas meia volta (180 ), utilizando-se para tanto da empunhadura em movimento conjunto e inverso com o anel de controle; 1.4. O corpo do esguicho deverá ser em liga de alumínio anodizado; 1.5. A união do esguicho (junta de conexão) para engate rápido (Storz), deverá ser em alumínio forjado e com tratamento de anodização. Deverá ser parte integrante do esguicho e não adaptação ao mesmo. Deve permitir giro independente, a fim de que ao se girar o esguicho não gire também a mangueira de incêndio e vice-versa; Deverá possuir uma tela em aço inox, disposta internamente na junta giratória, a fim de impedir a passagem de detritos com dimensão superior a 5 mm; 1.6. Vazão de GPM;

11 1.7. Pressão de trabalho mantida em 100 PSI, mesmo que a vazão oscile entre a vazão de 10 a 125GPM, controlando automaticamente o jato de água, ou seja, independente e da vazão da linha, o alcance do jato deverá ser mantido com o mesmo alcance; 1.8. Alavanca em barra de liga de alumínio conformado e anodizado para controle de vazão e fechamento rápido e direto do esguicho, em qualquer seleção de jato em que esteja operando. Deverá apresentar cinco posições intermediárias para controle de vazão, entre totalmente aberto e totalmente fechado; 1.9. O anel de controle deverá ser revestido de borracha sintética moldada sob pressão por sobre o anel de controle, o qual deverá ser em liga de alumínio protegida de oxidação por processo de anodização profunda; No revestimento do anel de controle deverá existir protuberâncias distanciadas entre si por um ângulo de 30, as quais deverão ter largura de aproximadamente de 8mm, altura de aproximadamente 5mm e comprimento de aproximadamente 25 mm. Essa conformação do anel permitirá a fixação de cones de expansão para uso de espuma química; Moldado à borracha do anel de controle, na sua parte frontal por onde a água é direcionada (descarga), deverá haver 28 dentes de 4 mm de largura por aproximadamente 3 mm de altura. Esses dentes dispostos simetricamente ao redor do canal de passagem da água, serão giratórios de forma a promover a formação de um cone de água cheio e homogêneo; O esguicho deve ser auto limpante, efetivada pela rotação do anel de controle para posição além do jato neblina, de forma que ocorra a abertura de canal no corpo interno do esguicho, por onde os detritos que passaram pela tela de aço inox da junta de conexão, possam fluir para fora do esguicho; O esguicho deve possuir como parte integrante, uma lanterna de alta performance, com sistema de fixação integrado ao seu punho. Deverá estar alinhada embaixo do esguicho de forma a permitir iluminação paralela ao jato d água. O punho deve ter compartimento interno para duas baterias de lítio, as quais devem ser fornecidas junto. O corpo da lanterna deve ser em alumínio, à prova d água, com lâmpada xenon e potencia luminosa minima de 60 lumens. Autonomia mínima de 3 horas. A lente deve ser extra resistente. LOTE Material de Consumo; Material de proteção e segurança. MANGUEIRA DE COMBATE A INCÊNDIO: ITEM 1. MANGUEIRA DE COMBATE A INCÊNDIO 1 1/2, 20 m, TIPO 4: QUANTIDADE: 10 unidades. ESPECIFICAÇÕES Mangueira de incêndio tipo 4, na cor vermelha, com reforço têxtil confeccionado 100% em fio poliéster de alta tenacidade, revestida externamente com blend de PVC + borracha nitrílica e internamente com tubo de borracha sintética na cor preta; dotada de união tipo engate rápido (storz) conforme NBR 14349, possui alta resistência a ruptura, abrasão e a produtos químicos. Em conformidade com as normas ABNT NBR e com certificado da marca de conformidade ABNT n /01 (1.1/2 ). Uso recomendado para ambientes onde é desejável uma maior resistência a abrasão como áreas industriais.e Corpo de Bombeiros. ITEM 2. MANGUEIRA DE COMBATE A INCÊNDIO 2 1/2, 20 m, TIPO 4: QUANTIDADE: 10 unidades. ESPECIFICAÇÕES Mangueira de incêndio tipo 4, na cor vermelha, com reforço têxtil confeccionado 100% em fio poliéster de alta tenacidade, revestida externamente com blend de PVC + borracha nitrílica e internamente com tubo de borracha sintética na cor preta; dotada de união tipo engate rápido (storz) conforme NBR 14349, possui alta resistência a ruptura, abrasão e a produtos químicos. Em conformidade com as normas ABNT NBR e com certificado da marca de conformidade ABNT n /01 (2.1/2 ). Uso recomendado para ambientes onde é desejável uma maior resistência a abrasão como áreas industriais e Corpo de Bombeiros. LOTE 07

12 Equipamentos e materiais permanentes; Equipamento de proteção, segurança e socorro. CONJUNTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA APROXIMAÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO FLORESTAL, MACACÃO e BOTA. QUANTIDADE: 12 Conjuntos. ESPECIFICAÇÕES ITEM 1. CONJUNTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA APROXIMAÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO FLORESTAL 1.1.O macacão antichama é confeccionado em tecido de fibras aramidas composto por 93% meta aramida, 5% para aramida e 2% fibra antiestatica conforme norma ASTM D 629, admitindo-se variação de até 10%. Inerentemente antichama, ou seja, não perde suas caracteristicas ignifugas de segurança devido a lavagens, sudorese, fluidos ou com o passar do tempo, com gramatura entre 190 g/m 2 e 210 g/m 2 conforme norma ASTM D 3776; na cor laranja, antichama conforme norma ASTM D 6413 e com resistência de rasgamento no urdume de 8 kgf +-10% e na trama 7 kgf +/-10% conforme norma ASTM D A avaliação de pelotamento da fibra do tecido de meta aramida não deve ser inferior nota 4/5 conforme norma ASTM D 4966 e 4/5 na alteração da cor, deverá apresentar determinção de dencidade não inferior a 20 fios/cm no urdume e não inferior a 12 batidas/cm na trama conforme norma NBR 10588/ Velcros: Os velcros utilizados para fechamento da vestimenta devem ser na mesma cor predominante da vestimenta e deverão ser antichama. 1.3.Linhas: Todas as linhas utilizadas desde a confecção quanto qualquer manutenção ou reparo deverão ser em meta aramida na mesma cor predominante da vestimenta obedecendo as mesmas caracteristicas inerentemente antichama. 1.4.Zíper: Os zíperes deverão ser em fita de meta aramida 100% antichama, cor predominante preto com dentes metálicos não ferrosos ouro velho. 1.5.Fechamentos: O fechamento frontal deve ser feito com ziper vertical em fita de meta aramida 100% antichama, cor predominante preto com dentes em metal não ferroso ouro velho com dois cursores, recobertos por vista embutida simples, da gola até as costuras centrais entre pernas. Todas as costuras de fechamentos deverão ser paralelas duplas ou triplas em ponto correntes. Nos demais apliques deverão ser simples ou duplas. 1.6.Travetes e Reforços: Deverão ser feitos em todos os pontos de maior tração de ruptura. Caso não seja feito este irá interferir na durabilidade da vestimenta. Os travetes deverão estar presentes, na entrada dos bolsos, nos passadores, braguilha, lapelas. Nas finalizações de costura, normalmente se duplica costura, considerado como arremate. 1.7.Construção: A construção do macacão inerentemente 100% antichama deve ser especificamente em tecido de fibras aramidas na cor laranja com gramatura entre 190 g/m 2 e 210 g/m 2 e demais características conforme especificado anteriormente. Possuir gola esporte, manga reta com fole nas axilas permitindo melhor movimentação, fechamento frontal com zíper de 75 cm com 02 cursores e carcela com velcro laranja de 1". Deverá possuir 02 bolsos frontais superiores com pala de cobertura e fechamento em velcro e o bolso esquerdo deverá apresentar um porta canetas, 02 bolsos chapados inferiores na altura das coxas com pala feita no mesmo tecido, 02 bolsos chapados na parte traseira com pala feita no mesmo tecido, 02 bolsos tipo cargo medindo 210 x 260 mm na altura dos joelhos nas laterais de cada perna costurados a 48 cm da barra do macacão, com pala feita do mesmo tecido e fechamento através de velcro. Reforço interno nos joelhos medindo 200 x 280 mm, costurado a 36 cm da barra e nos cotovelos medindo 260 x 150 mm costurados a 19 cm do punho. Deverá possuir faixa refletiva amarela com tarja prata no centro de 50 mm de largura, aplicada na frente e costas, abaixo das axilas passando sobre os bolsos frontais e braços e também nas pernas a 90 mm da barra do macacão. Equipamento para uso como roupa secundária. 1.8.Etiquetas ; Todas deverão estar identificadas de forma indelével, o numero do Certificado de Aprovação, Certificado Nacional Pessoa Jurídica, Tamanho, Data de fabricação Identificação da Referencia do Produto, Numero do usuário, quando está for lavada em lavanderia. 1.9.Embalagem : Todas deverão ser individualizadas, com seu referido numero, em embalagens de polietileno transparente, e posteriormente em caixas de papelão, identificando as quantidades e numerações contidas na dentro da embalagem. No conteúdo de cada embalagem, deverá conter instruções de modo de lavagem Certificações: Esta vestimenta tem como objetivo principal promover proteção ao usuário, portanto deverão ser apresentados certificados e laudos de ensaios em laboratórios reconhecidos por órgãos governamentais e, se em outro idioma que não seja em português, deverá ser seguido de uma tradução juramentada: Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Ensaio de analise quantitativa conforme norma ASTM D 629 Ensaio de gramatura conforme norma ASTM D 3776

13 Ensaio de determinação da carga de rasgamento conforme Norma ASTM D Ensaio de Flamabilidade conforme Norma ASTM D Ensaio de determinação de densidade conforme Norma NBR 10588/88. Ensaios de resistência ao pilling e alteração de cor da fibra aramida conforme norma ASTM D4966. Em atendimento ainda a Norma Regulamentadora NR 6, na aquisição desta roupa o fornecedor deverá através de técnico ou colaborador qualificado, ministrar treinamento aos usuários de como a vestimenta opera, bem como suas características e resistências, instruções de lavagem, secagem, armazenamento e manutenção, com certificação de participação. O curso estará disponível a todos os interessados que direta ou indiretamente estão envolvidos no processo de aquisição Medidas: Os macacões devem ser confeccionados de acordo com a tabela de medidas abaixo fornecida. Tabela de medidas: ITEM 2. BOTA DE COURO COMBATE A INCÊNDIO FLORESTAL: 2.1.Bota de combate a incêndio, constituída de couro hidrofugado com sistema flame-protect anti-chamas, acolchoado, dublagem tri-componente no sistema set confort, forro da gáspea e cano no sistema dry system 100% impermeável com formato em bootie (meia) e forro do colarinho em meta-aramida anti-chamas. Linhas de costura em pára-aramida super fio com torção left-right, palmilha de montagem em resina polimérica anti-perfuro não metálica fixado pelo processo montado, palmilha de isolamento térmico em célula de ar com sistema aluminizado, sistema refletivo em tecido amarelo lima fluorescente anti-chamas, biqueira de segurança em composite não metálica resistente ao impacto com proteção externa em borracha, palmilha de conforto anatomicamente conformada e solado de borracha super-nitrílica resistente a alta temperatura vulcanizado a frio diretamente no cabedal. Construída com base nas normas NBR ISO e , DIN EN ESPECIFICAÇOES TÉCNICAS DOS ITENS: As especificações técnicas e parâmetros para a construção do produto em epígrafe estão descritos nas normas NBR ISO e , DIN EN e demais exigências técnicas definidas neste memorial descritivo. Para enquadramento é necessário atender os parâmetros normativos, as exigências técnicas. 2.3.CABEDAL: Confeccionado em couro bovino flor integral hidrofugado com proteção antichamas, com espessura de 20/22 linhas (2,0 a 2,2 milímetros) sendo em gáspea inteira para maior resistência. Nos canos deve possuir uma peça refletivo amarelo lima com enchimento de EVA acolchoado em formato triângulo reto e na traseira um refletivo amarelo lima com enchimento de EVA acolchoado em formato bumerangue. Colarinho em napa vestuário multiporos com espessura de 0,9 a 1,1mm hidrofugada e antichamas, com enchimento em espuma de poliuretano bidensidade, sendo 70-45g/cm. Internamente etiqueta de poliéster termo fixada com a identificação de numeração do produto. Todo cabedal deve ser estruturado com polímero de célula aberta dublado com nãotecido de 1,5mm para isolamento térmico e tela estrutural nos canos para melhor conforto, estrutura e flexão, aparência final semi-fosca, na cor preta; 2.4.SOBREBIQUEIRA: Proteção de sobrebiqueira em borracha super-nitrilica resistente a temperatura com espessura de 1,5mm e bordas com redução de espessura para 0,5mm fixada no cabedal através de vulcanização a frio com adesivo em camadas. Não serão aceitas costuras na fixação da sobrebiqueira. REFLETIVO: Na parte lateral e traseira da bota, na região do maléolo e área de articulação deve possuir refletivo de alta reflexibilidade noturna 3M ou similar na cor amarelo lima e formato triangular reto e bumerangue medindo no mínimo 70 x 20 mm para maior segurança. 2.5.A bota deve possuir a marca do fabricante no solado, na região do enfranque, de forma destacada e visível. 2.6.A bota deve possuir no lado interno da lingueta uma etiqueta aplicada (sem costura) com a numeração do produto. 2.7.LINHAS: Linha 100% para-aramida com base em poliamida numero 30/40 e sistema e torção dupla para melhor ajuste do ponto e durabilidade.

14 2.8.BIQUEIRA E CONTRA-FORTE Biqueira em material composite (composto polimérico) multicompactado com fibra de carbono resistente ao impacto e a compressão, com protetor de borda em material emborrachado para melhor conforto e proteção. Não serão aceitas biqueiras metálicas, de alumínio ou aço. 2.9.Contra-forte confeccionado em material termoplástico de alta durabilidade e resistência, constituído por uma lâmina de resina polimérica, contendo adesivos granulados ativados por calor e pressão, reforçada por uma tela de poliéster, com espessura de 1,8 milímetros; 2.10.ALÇA DE CALCE RÁPIDO: Em formato quadrado com abertura mínima de 60 x 70 mm, confeccionado em couro bovino flor integral hidrofugado com proteção antichamas, com espessura de 20/22 linhas (2,0 a 2,2 milímetros), dublado com napa vestuário multiporos com espessura de 0,9 a 1,1mm hidrofugada e antichamas, costurado com linha de para-aramida/poliamida numero 30/40. Sendo que as alças externas não deverão ultrapassar a altura do cano FORRAÇÃO INTERNA: Forração interna construída em sistema de meia em 3 camadas, sendo com membrana feita de poliéster com canais hidrofílicos não poroso. Com membrana extremamente elástica (> 300%) especialmente adequada para uso em calçados e 100% impermeável e, ao mesmo tempo permeável ao vapor de água (respirável). A estrutura molecular da membrana é especial de poliéster e têm um efeito condutor ao vapor de água, portanto, o vapor de água compacto pode penetrar na membrana e se mover ao longo das cadeias moleculares até a saída na parte externa do calçado. A direção desse movimento é determinada pela direção da concentração de vapor de água gradiente proporcionando maior gerenciamento da temperatura e umidade interna. Estrutura base do forro em manta de fibra 100% PES que facilita a absorção de umidade e liberação de calor por célula aberta sem retenção. Acabamento com tecido de de revestimento integrado em tricomponente com a manta e membrana constituído em 58% poliéster e 42% poliamida antibactérias com trama paralela em formato zigzag com sistema de travamento e liberação de elasticidade. A bota deve obrigatoriamente possuir este sistema com pelo menos 75% altura do eixo do cano e ser selado integralmente por fita termo solda (hot-melt) com 22/25mm de largura para maior vedação do sistema de bootie (meia) e proporcionar uma impermeabilidade completa, para maior reforço no calcanhar o forro deve possuir um sistema com material não tecido e/ou fita de selagem PALMILHA DE MONTAGEM: Constituída em multicamadas de fibra resinada com manta de poliamida antiperfuro não metálica com espessura de 3,5mm e flexível. A medida da palmilha de montagem deve cobrir toda extremidade na base da bota para maior proteção e ser fixada no cabedal por sistema de montagem. Na base da palmilha de montagem deve ser fixada uma palmilha de isolamento térmico, construída em bolha com célula de ar de 3,0mm revestida com papel aluminizado para maior conforto e proteção do calor induzido. Não será aceita palmilha metálica ou de aço PALMILHA DE CONFORTO: Palmilha de conforto moldada em EVAprene com formato anatômico e sistema regular fit (ajuste ao pé) para melhor distribuição do peso no caminhar com espessura de 9mm no salto, 12mm no enfranque e 6mm na planta. Revestida com tecido poliéster pluma com tratamento bactericida integral que inibe a proliferação da sudorese excessiva e fungos. Não será aceita palmilha fora das medidas especificadas SOLADO: Composto a base de borracha massa super-nitrílica com alto grip resistente a alta temperatura, travas com derrapante tratorados medindo no mínimo 5 mm de altura e desenho dinâmico com área de tração e freio, internamente deve possuir duas camadas não exposta, constituída em de etil vinil arila (EVA) frezada em formato anatômico medindo 15mm no salto, 5mm na planta vulcanizada na primeira camada de forma que proporcione melhor conforto e absorção de impacto. Vulcanizado a frio diretamente no cabedal PESO E MEDIDAS: O peso da bota deve ser menor ou igual 950g (pé numero 40) e a diferença entre a massa do pé esquerdo do calçado e a massa do pé direito não deve ultrapassar 10 gramas, conforme norma NBR A altura deve ser no mínimo de 200mm medindo externamente da base do solado até a borda do cano (numero 40) LAUDOS E CERTIFICADOS: Serão solicitados para homologação os seguintes laudos e certificados: Couro hidrofugado do cabedal Ensaio Especificação Método de ensaio Determinação da análise visual Couro preto com acabamento liso NBR Determinação da espessura Mínimo de 2,1 mm a máximo 2,3 mm NBR Determinação da absorção de água e Penetração: 0g ISO 5403 tempo de penetração Tempo de penetração: Não penetrar água Determinação do teor de graxa Mínimo de 5% e máximo de 8% NBR Forro do cabedal em poliamida / poliéster Ensaio Especificação Método de ensaio Espessura Mínimo de 2,5 mm NBR Gramatura Mínimo de 450 g/cm² SATRA TM 28 Resistência a abrasão Mínimo de ciclos a seco sem danos NBR ISO ITEM Mínimo de ciclos úmido sem danos 6.12 Permeabilidade do vapor de água Mínimo de 40 (MP/cm².h) NBR ISO ITEM

15 6.6 Coeficiente do vapor de água Mínimo de 350 mg/cm² NBR ISO ITEM 6.8 Palmilha de montagem antiperfuro Ensaio Especificação Método de ensaio Espessura Mínimo de 3,5 mm NBR Gramatura Mínimo de mm SATRA TM 28 Resistência a perfuração Mínimo de N BS EN Palmilha de conforto Ensaio Especificação Método de ensaio Dureza Mínimo de 30 Asker C NBR Absorção e dessorção de água Absorção mínima de 300 mg/cm² Dessorção mínima de 100 % NBR ISO ITEM CERTIFICADO DE CAPACIDADE TÉCNICA: Fornecimento do produto licitado, emitido por órgão municipal, estadual ou federal, em nome da empresa vencedora do certame evidenciando modelo licitado e cópia da nota de empenho. A empresa que não apresentar ou apresentar os documentos que não atendam as especificações técnicas definidas no Termo de Referência será desclassificada.. Cores Disponíveis: Preto Numeração: 36 a 44 Peso: 1.3kg (Par numero 40) Norma Técnica de Referência: O calçado deverá atender as normas EN15090: NBR ISO 20345:2008 e C.A do Ministério do Trabalho e Emprego, sendo comprovada através da apresentação de certificados emitidos por laboratórios credenciados LOTE Equipamentos e materiais permanentes; Equipamento de proteção, segurança e socorro. CAPACETE PARA COMBATE A INCÊNDIO FLORESTAL 1.1.Capacete de proteção apropriado para operações ligadas às atividades de bombeiros, tais como: combate a incêndios florestais, acidentes de trânsito, atendimento a desastres naturais, resgates em montanha, resgate em estruturas colapsadas e demais operações de busca e resgate. O equipamento deverá possuir certificado de aprovação de equipamentos de proteção individual do Ministério do Trabalho e Emprego; o capacete deverá oferecer proteção ao crânio e face do usuário, contra agentes térmicos e impactos; o casco do capacete deverá ser confeccionado em policarbonato de alta resistência à impactos e possuir certificação com as normas EN 397, EN 443 e EN 12492; a parte externa do capacete deverá possuir fitas refletivas, em vinil com micro esferas de vidro na cor prata, a fim de aumentar a visibilidade do utilizador em condições de pouca iluminação; o casco deverá possuir cume longitudinal dotado de sistema de ventilação em toda sua extensão; o peso total do equipamento deverá ser de, no máximo, 830g, incluindo os óculos que serão adiante especificados; o capacete deverá possuir sistema de ajuste do tamanho de uso, de forma a atender a perímetros cefálicos de 52cm a 64cm; o acabamento externo deverá ser em poliuretano brilhante; o casco deverá possuir sistema de absorção contra impactos formado por duas partes básicas: placa de espuma moldada (em posição lateral) e conjunto de suspensão; o conjunto de suspensão deverá possuir catraca horizontal com, no mínimo, dois pontos para regulagem; o conjunto de suspensão deverá ser composto ainda por tiras de absorção contra impactos, distribuídos por, no máximo, 4 pontos; as tiras do perímetro cefálico que forem ter contato direto com a cabeça do usuário, deverão ser confeccionados em couro antialérgico; o conjunto de suspensão deverá possuir também, ajuste da área frontal com duas posições e rede ventilada para proteção da cabeça do usuário; o capacete deverá possuir tira jugular fixada em três pontos para melhor fixação e estabilidade do equipamento. Um desses pontos deverá ser fixado na parte traseira da suspensão, outro no lado esquerdo e o último no lado direito, tudo internamente; na parte traseira do capacete, deverá haver um protetor de nuca em tecido resistente à radiação térmica, confeccionado em aramida e meta aramida; o capacete deverá ser fornecido com óculos de proteção de ampla visão, de banda elástica e ajustável; o óculos deverá possuir lente unificada transparente e deverá atender às normas para proteção contra impacto de partículas volantes, poeiras, fumaças e respingos químicos; o óculos deverá possuir vedação em material moldável, bem como estar em conformidade com a norma EN166; o capacete deverá possuir dispositivos para acoplar acessórios diversos, tais como: protetores faciais, kits abafadores de ruído, peças faciais inteiras e lanterna de cabeça. Não serão aceitos capacetes com cascos produzidos em fibra de vidro ou mistura de fibras e plástico. Deverá ser na cor AMARELO Certificações : EN 397, EN 443, EN e EN 166 C.A Certificação do Ministério do Trabalho

16 LOTE Equipamentos e materiais permanentes; Equipamento de proteção, segurança e socorro. CONJUNTO AUTONOMO FIBRA DE CARBONO - 09 L BAR COM ESTOJ0 E SAIDA CARONA Especificações Técnicas: 1.Aparelho autônomo de proteção respiratória, com cilindro de fibra de carbono (alumínio revestido com fibra e resina) 9 litros, constituído dos seguintes componentes: 1.1.Suporte básico: Confeccionado em fibra de carbono ou fibra de vidro, com desenho anatômico, com correias nos ombros confeccionada em tecido anti-chama, com fivelas ajustáveis e cinto que permite rápida colocação e retirada do equipamento, tornando desnecessário o ajuste prévio das correias. O suporte básico deverá possuir uma válvula reguladora à prova de congelamento, ( fabricada para pressão de trabalho de 200 à 300 BAR), reduzindo a pressão do cilindro para uma faixa de 6 a 9 BAR. O bloco da válvula reguladora engloba ainda: Um chicote de média pressão onde está conectada diretamente a válvula de demanda automática; Um chicote de alta pressão, onde deverá estar conectado um manômetro (com reforço) que ofereça proteção de impacto, com um alarme sonoro que deverá ser acionado quando a pressão do cilindro cai para 55 (+ ou - 5 BAR) Uma saída para opcionalmente ser conectado mais um chicote de média pressão para o carona; Válvula de segurança para aliviar o excesso de pressão em caso de avaria de regulador, que deverá abrir a uma faixa entre 10 e 12 BAR Cilindro em fibra de carbono de 9 litros BAR, confeccionado em fibra de carbono (alumínio revestido com fibra e resina), com pressão de trabalho de 300 BAR e volume interno de 9 litros, com manômetro na válvula do cilindro Válvula de Demanda Automática: conectada a máscara facial através de conexão padrão, fornecendo automaticamente a quantidade de ar necessário à cada inalação graças aos sistema de compensação de pressão do êmbolo. Com válvula de escape do ar expirado ao meio ambiente Máscara facial panorâmica: Deverá ter seu corpo confeccionado em borracha natural ou EPDM de grande resistência preparado contra envelhecimento prematuro e com tamanho universal, na cor preta, com conexão da válvula de demanda em aço (5/8 DIN 477). Com vedação mascarilha de circulação interna de ar necessária para evitar o embaçamento do visor, cinta de apoio no pescoço, membrana acústica de comunicação, visor panorâmico de ampla segurança e resistente à estilhaços, com válvula de exalação; pressurização da máscara em 4 BAR que permite operações em pressão positiva do conjunto autônomo CERTIFICADOS: Apresentação do C.A Laudos que comprovem a conformidade da Norma NBR 13716/1996. Laudo que a máscara atenda a Norma 13716/1996 que deverá estar marcado ou etiquetado na máscara. 1.2.Acessórios: Manual de instrução em Português do Brasil; Estojo apropriado para transporte e acondicionamento; Garantia de 02 (dois) anos com vedação prática e segura.

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