GUIA DE SEGURANÇA E HIGIENE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIA DE SEGURANÇA E HIGIENE"

Transcrição

1 GUIA DE SEGURANÇA E HIGIENE NAS OPERAÇOES PORTUÁRIAS Repartiço inte Ministério do Trabalho eionei do Trabalho Edições ANTÓNIO RAMOS Lisboa II 1 1 II 1 III II 46864

2 Á edição original desta obra foi publicada pela OIT, Genebra1 com o título francês «GTJIDE POUR LA S1CURIT1 ET L'HYG1NE DA3S LES MANUTENTtONS PORTUAIRES», tendo sido reproduzida em liiigiia portuguesa mediante autorização. Copyright 1974 Organização Internacional do Trabalho Direcção editorial: Edições A. Ramor, Ld. Rua Padre Luís Aparicio, 9, 1. -F - 11OG Lisboa Capa: Arranjo gráfico de José Cândido Revisão tipográfica: Carlos Lacerda Composto e impresso nas Oficinas Gráficas de Rádio Renascença Rua dos Duques de Bragança, 6 120CV Lisboa Acabado de imprimir em Junho de 1981 Distribuição exclusiva: Casa do Livro Editora, Ld. Av. Poeta Mistral, 6-E 1000 Lisboa

3 Foi possível a edição desta obra em língua portuguesa por uma conjugação de esforços entre o erviço de Informação Científica e Técnica do Ministério do Trabalho e o Instituto do Trabalho Portuário, que levaram a cabo a sua tradução, e a Federação dos Sindicatos Portuários, que deu à mesma a melhor colaboração.

4 Prefácio O presente guia faz parte de um conjunto de documentos respeitantes à seguirança e higiene nas operações portuárias, publicados pelo Bureau internxtional du Travail - BIT. Com eféito, tendo a Conferência Internacional do Trabalho adoptado, em 1932, a Convenção (n. 32) sobre a protecção dos portuários contra os acidentes (revista) (a), o BIT publicou, em 1949, um estudo sobre a segutrança do trabalho dos portuários e, em 1958, uma colectânea de directivas práticas: (Sécurité et hygiõne dans les manutentions portuaires), elaboradia por urna reunião de peritos que se realizou em 1956 (a). Os perito que tomaram parte na referida treunlão decidiram reunir numa coaeetânea de directivas algumas regras concisas s>bre as operações portuárias, e pediram ao Bureau que prepaaiasse documentação explicativa para completar as directivas; o presente guia ilustrado destina-se a corresponder a este desejo. Os dois textos completam-se portanto um ao outro e, consequentemente, o facto de esta ou aquela disposição da colectânea de directivas poder não estar retomada no guia não significa de modo algum que 'seja menos importalite, mas simplesmente que não foi julgado necessário explicá-la mais. A cada dapítulo da cõl'ectânea de directivas corresponde um capítulo do ptresente guia; todavia, no decorrer destes últimos anos, a embalagem das mercadorias sofreu tais transformações - sobretudo devido à utilisiação de rnletes e de N. T. - Já após a primeira edição desta obra em 1974, a Conferência Internacional, do Trabalho procedeu á revisão em 1979, da ccrnvenção n. 32 e adoptou a convenção n. 152 e a recomendação n. 160 sobre a «segurança e higiene nas operações portuárias, 1979»." N. T. - Foi publicada em 1979 uma segunda edição revista desta obra.

5 10 Guia de segurança e higiene nas operações portuárias contentores - que nos pareceu iecessário tratar estes assuntos num capítulo complementar único intitulado «18. EMBALA- GEM E ACONDICIONAMENTO DAS MERCADORIAS». Além disso, o capítulo 19, consagrado aos navios de propulso nuclear, redigido com a 'ajuda da Agência Internacional da Energia Atómica, de Viena, fornece um breve relanee dos maiores problemas postos pela introdnço nos portos deste género de navios (1). O texto original 'do presente guia, obra de J. Velitchkovitch e de J. Chapon (França) (a), foi, em seguida, submetido à 'análise de um certo número de organismos nacionais e internacionais, assim como de peritos de diferentes países. Teve-se na devida conta as observaçôes 'então formuladas. Notar-se-á que iigumas 'das reomendaçe ontidas no presente gula são redigidas sob forma aitfva correspondem a normas de segurança cuja apiicaão é considerada iudlapensã.vel. FinaImeute, lembramos que, dirigindo-se esta obra tanto aos países em vias de des'envoiviimento como' aos países indusfrialmaite desenvolvidos, n,o ae deverá estranhar indicações ra1.tivas a equamentos que já n.o se usam actuaimente em alguns poptos muito niod'ernos. O capítulo sobre a orga1i7ação da segurança e lugiene nos portos, devido ao seu carácter muito geral, foi colocado no, fim do volume, depois dos dois novos capítulos. também aos autores que se devem as figuras que ilustram o texto.

6 1. Generalidades 1.1. DEFflTIÇÕES Cómo na co1ectnea de 'directivas práticas, convém lembrar as d'efiinições de ternios aos quais as indicações do presente guia fazem referência: As «operações de rnovimentaçõo portuária» englobam todas as operações de traflsbordo de merciadoriias entre um cais ou um engenho flutuiante (pont.o, batel5o, etc.) e os navios, asini como as operações inversas, e os frabailhos de estiva e desestiva efectuados no porão do navio; incluem i'guaimente tods as operações executadias em terra paira aproximar a mercadoria, a paatir 'doa traaiisportes terresitres ou dias zonas de armazenagem até junto do navio, assim como as operações inversas; inciuir-e-á também a armazenagem provisória da mercadias levadas para o porto 'em transportes tee5ti1es e 'o carregam'eaito, em, camiões ou vagões., das mercadorias rniazearades sob hangares, em terraiplenos ou sobre engenhos flutuantes, depois d'e tierem sido descarregadas de um navio, 'assim 'corno' trabalhos de conservação, de lubrificação, de arrumação, etc., 'doa maquiiniiismos, aparelhos, ferramentas, cabos e diversos outros elementos ubiizaidos nas operações acima enumeiraxlias; As operações 'de movimentação são efectuadas por trabalhadores denoaninados «portuários» ou. «trabailhadores d'az docas»; todavia, engldbar-s-ão iarnbém nesta designação todas as pessoas que intervêm directa ou indirectamente nessas' operações; assim, os condutores de máquinas de movimentação e os mferentes são derados «portuários» paira a 'aplicação dias rec9mend'ações do presente guia.

7 12 Guia de segurança e higiene nas operaçães portuárias Duma manetlra gera1, o guia aplica-se a todo o pessoal enpregado em opera6es de mov entao e, do mesmo modo, aos condutores de gruas e de pórticos de cais ou de bordo e aos agentes de fiscallização 'e vigilância, mesmo se 'estes fiserem parte de uma empresa distinta daquela que assiegtnla, tivarnente, as operações; e) A «autoridade competente» é aquela que é encarregada de emitir as normas d'e segurança, controlar a sua aplicação e requerer as sanções para a sua. inobservância; de acordo com o regime 'administrativo dos portos, esta autoridade pode ser o ministro do qual dependem 'os portos, ou uni. funcionário que o represente e que aja por delegação; o inala usual é esta delegação ser dada a.o director do porto, que é então responsável ao mesmo tempo pela direcção das instalações portuárias e pela. inspecção do trabaiho; d) precisamente esta autoridade competente que aprovará ou designará ais «pessoas competentes» encarregadas das cliiveraajs tarefas reapeitanties à segurança do traba1ho PAPEL DOS ORGANISMOS E DAS PESSOAS TE- RESSADAS NAS 'OPERAÇÕES PORTUÁRIAS 12.1 No dom5nio das operações portuárias, como nos outros sectores de actividade, a segurança não é apanágio da autoridade portuária ou de determinado oa'ganfiismio patronal ou de trabal1iadores, mas sim de todos os que 'estão, directa ou indirectamente, 'interessados na 'acttidade de um porto marítimo., Deve-se subjhar quaailto seria desejável que nela se pensasse mesmo :ajnites da construção e do equipamento dos portos. 'de facto muitas vezes mais fácil tomar medidas práticas de segurança e higiene num porto se estaa. já tiverem sido previstas aquaindo do planeamento do portq, pois as dificuldades materiais são, então, reduzidas. ao m$ninio. Papel dos poderes públicos aos poderes públicos nacionais ou, regionais, ou ainda, em alguns 'casos, a determinados organi'snioa oficialmente h'abilitado, e sob a jurisdição dos quais recaem as áreas portuárias, que cabe emitir regulamentos sobre a segurança no trabalho, controlar a sua aplicação e pwlirr faltas cometidas contra a segurança no trabalho. Melhor 'que qualquer outra

8 Generalidades 13 parte nteressada, esta autoridade pode estabelecer rgas que sirvam o interesse geral, respeitando, por um lado, a necessdade de rabalhar nas melhores condições de r ablluidade e garantindo, por outro, a segurança de todos os trabalhadores Seria altamente desejável que, em todos os países, os regulamentos sobre segurança do trabalho tornassem aplicá'veis os textos estabeieeidos no plano ternacionai, ou se inapirasseni neles Os regulamentos sobre segurança no trabalho deveriam, por outro 'lado, definir claramente 'os organismos e as pessoas encarregadas da sua aplicação. Estes organismos e estas pessoas deveriam não só assegurar o controlo da aplicação das disposições em vigor - incluindo as que dizeni respeito às sanções - mas também desenvoffver uma acção preventiva, pela informação das diversas pessoas interessadas nos trabalhos portuários. Papel das empresas A segurança no trabalho é também uma'atribuição da empresa. 'esta, com 'efeito, que organiza o trabalho, dirige as operações e dá as ordens respeitantes à sua execução. Deve, consequentemente, estar perfeitamente informada das condlições em que as operações se podem efectuar sem riscos para o pessoal, e os' encarregados (1) devem rêceber instruções formais para este fim. 1.2;7. Ë igualmente a 'empresa que põe em fimalonarnento o material móvel (zorras, empilhadores, trainsportiadores, etc.) ou que utiliza o material de bordo ou de caia. As autoridades portuárias que equipam os caia com guindastes, pórticos e outras máquiai'as devem também cingir-'se ao estrito respeito das normas de segurança na escolha, arrumação e conservação do material. Por outro lado, os armadores que quip'm os navios com aparelhos de elevação, tais como pauis de carga. e gruas, são responsáveis, por este motivo, pela segurança dos aparelhos que põem à disposição para se efectuarem as operações de movimentação portutriia Sej.a na escolha do material a utilizar para 'uma dada operação ou na organização e direcção do trabalho, a empresa assume uma 'importante responsabilidade no domínio (1) N. rr.n'este trabalho empregaremos várias "vezes or' termo genérico «éncarregado» para expressses rancesa como «agent d'e ma!- trise» «contrernaltre» e', outras sem e rrespo4ete exacto em português.

9 14 Guia de segurança e higiene nas operações portuárias da segurança. Deve fazer face a esta. responsabilidade por todos os meios, tanto impondo instruções às suas próprias chefias e rdaado diredtivas aos portuáa'ios, pr via oral ou afiaando-as, como paptilcipando na formação profissional do pessoal. Papel dos portuários A segurança é tiambérn atribuição dos próprios portuários. Evidentemente, éo portuário quem está mis directarnente interesado por este aspecto da sua actividade, e não só por si próprio como tiambéin pelos membros da sua família. Por isso deve: Procurar conhecer os riscos inerentes ao seu trabalho e seguir, 'atentamente, os cursos de formação profissional de que puder beneficiar; Prestar uma atenção ininterrupta ao seu trabalho e respei.. ta.r estritaniente as instruç&es e 'as normas de segurança; e) Quendo se aperceber do perigo que uma determinada operação ou aparelhagem possa originar, informar no mais curto prazo os seus chefes, o aeu siinciiciajto, ou os serviços de inspecção competentes; d) Finalmente, cotlaborar na formação dos jovens trabalhadores, fazendo-os beneficiar da sua experiência A acção dos poituários no domínio cia segurança e higiene no itrabaho dever-se-á exercer também no plano Sindical. A intervenção sindical, cem efeito, tem aqui unia. grande eficácia, pois é sabido que a informação dos portuários ou as instruções que lhes são dadas ou lembradas pela sua própria organização profissional são, no plano psicológico, muito mais eficazes que qualquer outro meio MANUTENÇÃO DA ORDEM E LIIv]PEZA A segurança e a higiene exigem ordem e limpeza tanto nos locais de trabalho como nos locais de repouso. A ordem A ordem deve reinar não só a bordo do navio, mas igualmente nos armazéns e nos terraplenos: assim, a presença, nos convés ou nos armazéns, de objectos susceptíveis de comiatituírem. obstáculos pode provocar com frequência, quedas ao

10 Generalidades 15' mesmo nível ou mesmo para dentro dos pordes, e um aparelho mal arruinado, n'um cais por exemplo, pode tapar a visibilida.de e ser, assim, a causa de um acidente grave A arrumação do ateriail operacional é uma cndição esenoial 'da ordem nos locais de trabalho. Entra as medidas fundamentais, podem-se ditar as seguintes: Guindastes (1) de cais A arrumação dos guiaalastes parados deve fazer-se em ioais situados fora das zonas de circulação dos eaaniões e vagões A 'lança móvel dos guindastes deve ser bloqueada no sentido do terrapleno 'de forma a cvtita.r-se todo o risco de engate aquado da. aicostagein dum navio. No entanto, se eita disposição da Lança não assegurar a estabilidade do guindaste em relação a. certas direcções do vento, o aparelho deve poder ser deslocado e arrumwcb, de forma a que se possa evitar qualquer risco de engate aquando da acostagem de um navio. Empilhadores e guindastes móveis Devem ser deiiitadas zonas nos terraplenos ou nos a&is para a arrumação dos aparelhos móveis. Esta. arruinação 'deve faser-se de forma a que o aparelho: Não comprometa a visibilidade a ponto de se tornar 'uma causa de acidente; Não se encontre num declive de forma a poder pôr-se em movimento inesperado; o) Não perca ôleo a ponto de tornar o solo escorregadio (neste caso, dever-se-á guardá-lo à parte e repará-lo). Estropos, cunhas, paletes, etc Convém pendurar correctamente os estropos tanto para redwir o estorvo ao nível do selo, cono para se evitar a degradação do próprio estropo Como as curdias de madeira ou de metal, as paletes e, de uma forma geral, todo o material de pequenas dimensões () N. T. - O termo francês, «grue», pode também significar «grua».

11 16 Guia de segurança e higiene nas operações portuárias deixado em desordem no solo cria uni perigo de queda, deverá ser, reunido, a fim de cortetirtuir um obstáulo de dimensões suficientes para clismar a atenção Para se evitar a corrosão do material de lingagem, de escoramento, etc., corrosão essa que corre o risco de ser particularmente importante na atmosfera 'salina, deve-se arrumá-lo 'em lugar abrigado. A recolha deste material far-se-á sempre que se julgue razoável, tendo em conta as condições do ambiente de trabalho. A limpeza A limpeza não consiste somente na ausência, a bordo ou em terra, de produto ou detritos qtie possam originar lesões, intoxicações ou mesmo epidemias, mas, iguajmente, na ausência de qualquer outra causa de perigo, como por exemplo, uma camada de geada ou uma, poça de óleo A 'adrn tração portuária e/ou as empresas de movimentação devem zelar para que existam, permanentemente, nos locais d'e trabalho, os meios materiais necessários à limpeza e à supressão d'as fontes de acidentes às quais se refere 'o O portuário tem o dever de dar conhecimento, à empresa, o n'tais rapidamente possível, de qualquer acumulação de sujidade, qualquer condição insalubré e quaisquer outras formas de perigo referidas no ; compete-lhe, por outro lado, participar, com os metes postos à sua disposição pela empresa, na supressão destas causas da prejuízo ou de acidente Convém prestar uma atenção especial à derrapagem nas zonas de trabalho. A administração portuária e/ou as 'empresas devem zelar para que haja, permanen'temente, baldes de 'areia, cinza ou serradura que permitam suprimir aquela derrapagem. Dever-se-á colocar, de prefeiência abrigado, pelo menos um balde de uma dezena de litros em cada local de trabalho. Um encarregado deverá verifiear ou mandar verificar, antes do início do trabaiho, se os baldes continuam cheios, coi'itrol'ar ou mandar controlar o estado das zonas de trabalho em terra e a bordo do navios, e intervir, se for caso disso, junto do capitão, ou ainda, mandar espalhar, directamente, pelos portuários os materiais necessários para suprimir a' derrapagem. Em tempo de geada, este encarregado deverá providenciar para que se possa dispor, pernianentem'en'te, duma quantidade de sal suficiente para fazer desaparecer as camadas dë geada.

12 Generalidades ILUMINAÇÃO Como a actividade dum porto marítimo se exerce tanto. de dia. como de noite, a iluminação surge como urna condição indispensável para a segurança no trabalho portuário. Intensidade da iluminação Distinguem.se 'em geral duas redes: Tjnia, funcionando ierniaaientemente como qualquer iluminação. urbana, deve garantir a segurança de circulação nos pavimenttos e terraplenos do porto, em particular na proximidade dos planos de água; Outra, para utilizar durante o trbwlho, deve permitir ao pessoal exoubar as operaçdes não só em boas condiçds de segurança, mas também em eondiçes de vialbilidade semelhantes às que ;SO oferecidas pela luz solar A rede permanente deverá assegurar, a urna altura de 90cm acima do o1o, nas zonas do porto onde os portuários circulam, uma ihrmiaiação de 5 lux. A bordo d'os navios e dos engenhos flutuantes é nec'essãria uma iluminação de 8 lux Pelo contrário, a iluminação da rede de trabalho deverá atingir pelo menos 20 lux nas zonas terrestres e mais, tanto quanto possível, a bordo dos navios e engenhos flutuantes. Regularidade da iluminação Uma iluminação suficiente não é a única condição; a regularidade da iluminação e a supressão dos contrastes violentos entre as zonas fortemente iluminadas e as zonas de sombra são polo menos tão importantes como a intensidade luminosa ;, evidentemente, impossível definir regras precisas para a escolha dos focos luminosos e sua implantação, e cada instalação deve Ser objecto de um estudo particular Existem, em geral, nos edifícios contrufdo na orla dos cais e das vias terrestres, pontos de fixação suficientes para os focos luminosos. Potes implantados nos terraspieaios ou ao longo das vias pedem também suportar um ou vários focos lmnirnoso. Postes de grande 'aiitura (mais de 12 metros) sobre os quais são montados vários focos permitem iiirniinar uma vasta zona sem awentar os obstáculos que esses postes

13 Deve prestar-se urna atenção especial à iluminação dos meios de acesso a bordo e à' de zonas pródmais da água ou de um importante desnívl O emprego de produt e retrola Guia de segurança e higiene nas operações portuárias constituem, mais é necessário prever quebra-luzes (por exemplo palas em chea niet&jliea) para cortar os ralos iurninoos que, dirigidos à água, podem provocar 'um eneandeaimento incómodó nas pequenas embarcações (tais como rebocadores e lanchas). Natureza da luz O emprego de focos que emitem urna luz monocromãltica, por eiempio lâmpadas de vaipor de sódio, é eficaz na iluminação em temipo de nevoeiro. Por outro lado, á luz monocroméitica altera 'as dores e pode levar a confusões na sua identificação: este tipo de iluminação deve ser reservado à rede permanenïte. \\ \J$Im Fig. 1 ( ) - Refleator e Zâmpa&& cozocado.s da forma mais conveniente ina barreira de protecçtlo Para a iluniinação de trabalho, uti]izarse-ão de preferência lêmpadas fluorecentes ide vapor de mercúrio que dão urna luz mais semelhante à luz Solkr e não envolvem o risco de provocar ertos na identificação das cores. Estes erros pcdêm ser causa de acidentes, se a cor de uma marca ou de urna indicação aposta num volume tiver por objectivo assinalar um perigo. Sinalização dos pontos perigosos

14 Generalidades 19 -reflectores (pintura em bolas de vidro ou sistema captafoc) permite assinalar pontos isolados mesmo num ambiente fracamente iluminado: estes dispositivos deverão ser fixados em icais protegidos 'onde não seja de recear que possam ser destruidos ou sujos e onde permaneam visíveis de determinados ângulos, por exemplo sob o corrimão ou contra os montantes de um balaústre ou ainda na parte côncava duma barreira de protecção de forma especial (fig. 1) VENTILAÇÃO A utilização crescente de aparelhos accionados por motor de explosão referida no 1.6.3, exige uma boa ventilação dos locais onde os portuários trabalham, a bordo ou em terra A utilização de aparelhos 'detectores de moaióxid de carbono ou de apare1ho indicadores do teor de CO permite evitar graves acidentes. As empresas deverão dispor sempre de um aparelho deste género para cada terno que trabalhe num local fechado onde se utilize uma máquina accionada por motor de combustão interna; no caso dos motores a diesel é necesârio detectar os compostos de 'azoto, pois constituem então o riso principal Devem utilizar-se meios de ventilação potentes; existem, há alguns anos, ventiladores portáteis, accionados por motores eiléotricos, que facilmente podem ser colocados nos por5es dos navios onde é conveniente renovarse o ar (1) Existem igualmente ventiladores com um pequeno motor de explosão, que têm a vantagem de serem ainda. mais móveis que os mencionados no ; mas, se se quiser utilizar 'estes aparelhos com motor de explosão, deverá providenciar-se para que sejam concebidos de forma a que os gases de escape sejam directamente expélidos para o exterior juntamente com o ar viciado (1) MÁQUINAS A protecção dos motores e aparelhagens de transmissão (engrenagens, correias, etc.), condutas de vapor e tubagens diversa não epresenita nenhum aspecto epcífico próprio (1) Ver igualmente e

15 20 Guia de segurança e higiene nas operações portuárias do domínio das op'eraçõ's portuárias. No entanto, as precauções habituais para a protecção contra. queimaduras, contra o risco de se ser colhido pelas engrenagens, ou agarrado pelas correias ou correntes, são tanto mais indipensáveis quanto nos trabalhos portuários as zonas de trabalho são frequentemente de superfície rediuzida e estão atravancadas por obstáculos; é este, designalamente, o caso no convés de um navio na proximidade dos guinchos, ou nas cábreas Entre as precauções elementares, convém lembrar: O isolamento das tubagens com uma temperatura superior a 500C; A pinitura com cores convencionais tanto das tubagens para fluidos quentes 'como no seu revestimento 'isolante; e) A protecção das eigrené.gens, da correias e correntes de transmissão, assim como de outros elementos que também representem j$rio, por meio de coberturas de chapa ou metal distendido,' de espessura suficiente para poderem resistir à 'corrosão rápida em atmostera salina; as protecções por coberturas em madeira 'dever.o ser evitadas devido ao risco de apodrecimento, principalmente se as coberturas constituírem 'espaços mais ou menos fechados; d) Todas as máquinas deverão incluir um dispositivo para bloquear o seu movimento quando as coberturas de protecção forem retiradas ou no caso de avaria do dito sistema de segurança. Este dispositivo é simples para os motores eléctricos ou para os motores de explosão, podendo, por exemplo, a retirada da cobertura cortar a corrente eléctrica. O problema é mais delicado para as máquinas a vapor; existem, no entanto, para estas, dispositivos de fecho da cobertura e dos comandos. Observar-se-á a este respeito que qualquer outro meio que permita a informação clara a todo o pessoal que trabalha com a máquina em questão, e que assegure a travagem dos comandos de arranque, se constitui uma medida interessante, no entanto, não realiza, totalmente, a precaução desejada, que é a de parar a máquina logo após a retirada da cobertura de protecção Seria altamente desejável que os motores de explosão, cuja utilizaã6 tende a desenvolver-se nos porões e em certos locais fechados, pudessem ser munidos de dispositivos realmente eficazes de depuração dos gases de escape. Enquanto

16 Generalidades 21 não existirem dispositivos, que satisfaçam totalmente, é indispensável assegurar uma ventilação eficaz nos locais onde se utilizam motores, como o prevê a seoção INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS Nas preeauç8s reltiva à segurança das instalações eléctricas o único aspecto específicó das operações portuâria reside no facto de os portuários poderem vir a movinientar-se num espaço Í'e&izido. As precauções resumem-se a um isolamento particuiarmente cuidado dos circuitos e aparelhos, o qual se torna mais indispensável e tecnicamente mais complicado num navio, devido à humidade permanente cio ambiente: a ligação «à massa» de todas as partes não percorridas pela corrente deve fazer-se com o maior cuidado As nornas de segurança fixadas a nível nacional devem, portanto, ser rigorosamente respeitadas, e nos países que ainda não tenham promulg.ado nenhuma. regulamentação, será conveniente aplicar as disposições, do regulamento tipo de segurança para os. estabeleciments industriais, para uso dos governos e da indústria, publicado pcio BIT (1) Além das. precauções relativas ao isolamento,.é conveniente precaver-se contra o risco de ruptura dos condutores devido ao choque de uma carga em movimento e contra as consequências dessa ruptura, tanto no plano da reacção fisiológica dos indivíduos como no dos perigos de explosão nas zonas onde se acumulam gases e vapores inflamáveis e explosivos. Impacta, deste ponto de vista, proibir que os condu.r tores «a,reos» atravessem a zona de evolução das cargas; deve-se, pelo contrário, colocar os condutaces em pontos fixos, dando-lhes um traçado que siga divisórias e, se possível, colocá-los ao abrigo de embates directos Para alimentar designadamente as gambiarras será conveniente poder dispor, na medida do possível, de uma redç de baixa, tensão nomnina1, que permita ôbtçr uma corrente que não ultrapasse 42 volte entre fases ou que, no caso de um circuito trifáico, não ultrapasse 24 oits. entre fase e neutro. A tensão 'em vazió 'do circuito não devá ultrapassar, respecti vainente, os 50 volts no rilneiro caso, e 29 volte no egundo (2). Publicado em 1949, e parciaimente revisto em 1956, 1959 e Valores recomendados provisorlamente pela Coinlssé.o Electrotécnica Internacional.

17 22 Guia de segurança e higiene nas operações portuárias 1.8. ESCADAS O elevado u(imero de acidentes de trabalho sofridos pelos portuários quando da utilização de escadas exige que se dispense urna atenção especial a este aspecto O próprio material da escadas deve ser escolhido com cuidado; o emprego de aço galvanizado, de ligas leves (à base de alumínio, por exemplo) (1) ou de madeira resistente (carvalho, madeiras tropicais) oferece uma boa garantia. O estado do material nunca deverá ser escondido pela pintura. A madeira, especialmente, deve ser protegida por um verniz transparente Na medida do possível, dever-se-á evitar a utilisação de escadas móveis e recorrer às fixas. Contudo, as escadas móveis são aceitáveis se a sua fixação for conveniente. 184 Em todos os casos as escadas deverão possuir uma pega, cerca de um metro acima do pavimento superior ao qual dão acesso (fig. 2), com a condição de esta pega não constituir um obstáculo à ciruiação. Uni outro modelo de pega para as muralhas é constituído por arcos instalados na borda da muralha (fig. 3). Estes dispositivos apresentam a vantagem de não serem engatados pelos cabos de atracação, pois a sua forma curva permite que estes deslizem por cima BALAÜSTRES. E VEDAÇÕES As dimensões-tipo das balaustradas e vedações estão indicadas na figura 4, tanto no que se refere à altura mínima da vedação como ao espaço entre pilares e o preenchimento das superfícies conpreendidas entre o corrimão superior, o plinto e dois pilares consecutivos O emprego de tubos metálicos ou de perfis laminados a frio, sem arestas salientes ou cortantes, assim como a siniplicidade das ligações e um bom traçado dos nós das barras que permitam evitar as acumulações de água aumentam a segurança Na medida do possível, é precise evitar a utilização de balaústres móveis e recorrer a construções fixas. No entanto, são aceitáveis elementos móveis se a sua fixação for conveniente. () Ver

18 Gener1idades 23 Figs. 2 e 3 (1.8.4.) - Duas souç6es parc pegas E o ii

19 24 Guia de segurança é higiene nas operações portuárias E oo) o E o lo o E lo Fig. 4 (1.9.1.) - Dimens6es de balaústres A - (Jorrimdo superior B - Barra inte,rmé4ia C - Pilar - Plinto E - Distância entre dois pilares PROTECÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E LUTA CON- TRA O FOGO O risco de incêndio num porto ou num navio, apresenta-se em diversos graus mas em geral é grande e as consequências podem tornar-se rapidamente catastróficas Sem entrar em pormenores de meios de luta contra incêndio, é conveniente lembrar a necessidade de se di'spor, a bordo dos navios, em terra e nos armazéns, de meios de luta, tanto sob a fõrma de equipamentos individuais (extintores) como de meios mais inportantes (rede de combate a inêndios) Os extintores de brometo de metilo, de tetracloreto, etc., deverão ser proibidos em todos os casos em que se corra o risco de serem utilizados num local fechado, pois o perigo de intoxicação e de asfixia vem juntar-se ao perigo de incêndio; deverá notar-se que urna grande quantidade de CO2, vertida num local fechado, pode também provocar asfixia. Duma maneira geral, é necessário fazer saber aos interessados que determinadas formas de extinção não são convenientes para certos fogos e que a sua utilização criará um perigo suplementar.

20 Generalidades À rede de incêndio deverá estar em conformidade com as nôranas da rede urbana. As bocas de incêndio para tubagens flexíveis têm frecluentemente um diêmetro de 100 mm. A regu1amentao urbana prevê por vezes a pressêo mínima da água. Deverão também existir nos cais adaptadores do modelo normalizado (fig. 5), previsto pela Recomendação Fig. 5 ( ) - Fa- Zango internacionaz de janqeio com a terra n. 13 da Conferência Internacional para a Salvaguarda da Vida. Humana no Mar, de 1960 (1). (Ver iguahnente a este propósito o ). (1) A Conferência, reconhecendo que para combater os incêndios a bordo de navios, é necessário possuir um dispositivo universal de ligaqo entre navios, por um lado, e entre os navios e o cais, por outro lado, decidiu determinar que qualquer navio obrigado a cumprir as disposições da convençào internacional para a salvaguarda da vida humana no mar deverá esiar munido de uma falange de junçào com a terra de forma a poder ligar a sua instalaçào à de outro navio ou à do cais, a fim de

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume IX Movimentação Mecânica de Cargas. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume IX Movimentação Mecânica de Cargas. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume IX Movimentação Mecânica de Cargas um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 154 (Setembro/Outubro de 2004) KÉRAMICA n.º 275 (Novembro/Dezembro de 2005)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 154 (Setembro/Outubro de 2004) KÉRAMICA n.º 275 (Novembro/Dezembro de 2005) 1 TÍTULO: Movimentação mecânica de cargas AUTORIA: Factor Segurança, Lda PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 154 (Setembro/Outubro de 2004) KÉRAMICA n.º 275 (Novembro/Dezembro de 2005) 1. INTRODUÇÃO A movimentação

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XXXI Trabalhos com segurança em telhados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume II Locais e Postos de trabalho um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

Portaria n.º 851/94 de 22 de Setembro. Características das Luzes dos Veículos

Portaria n.º 851/94 de 22 de Setembro. Características das Luzes dos Veículos Portaria n.º 851/94 de 22 de Setembro Características das Luzes dos Veículos O n.º 2 do artigo 80.º, do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de Maio, determina que, por regulamento,

Leia mais

S A D I José Rui Ferreira

S A D I José Rui Ferreira Concepção de Instalações Eléctricas S A D I José Rui Ferreira Setembro 2000 SADI - Sistema Automático de Detecção de Incêndios Índice - Introdução - Equipamento - Concepção da instalação - Instalação eléctrica

Leia mais

TÍTULO: Segurança nos Trabalhos em Altura. AUTORIA: Paula Mendes. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 165 (Julho/Agosto de 2006) INTRODUÇÃO

TÍTULO: Segurança nos Trabalhos em Altura. AUTORIA: Paula Mendes. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 165 (Julho/Agosto de 2006) INTRODUÇÃO TÍTULO: Segurança nos Trabalhos em Altura AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 165 (Julho/Agosto de 2006) INTRODUÇÃO A execução de trabalhos em altura expõe os trabalhadores a riscos elevados,

Leia mais

ILUMINAÇÃO DE SEGURANÇA

ILUMINAÇÃO DE SEGURANÇA ILUMINAÇÃO DE CIRCULAÇÃO OU DE EVACUAÇÃO Tem como objectivo permitir a evacuação das pessoas em segurança, garantindo ao longo dos caminhos de evacuação condições de visão e de evacuação adequadas e possibilitar

Leia mais

Anexo 3 - Questionário específico - construção

Anexo 3 - Questionário específico - construção Anexo 3 - Questionário específico - construção 85 Empresa: Morada: Localidade: Cód. Postal: Distrito: Telefone: NIF: Código de CAE-Rev. 2/92: Actividade principal da empresa: Categoria da Actividade: Número

Leia mais

Armazém Planear a construção

Armazém Planear a construção Planear a construção Surgem muitas vezes problemas associados às infra-estruturas dos armazéns, como por exemplo, a falta de espaço para as existências, para a movimentação nos corredores e áreas externas,

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS PESADAS 2 DESCRIÇÃO A movimentação de cargas pesadas, compreende as operações de elevação, transporte e descarga de objectos,

Leia mais

Ficha Técnica Designação Especificação Especialidade

Ficha Técnica Designação Especificação Especialidade Nº Definir os criterios de aceitação /rejeição das instalações de Eléctricos. Lista de Deficiências - Orgão - Quadro de Serviços omuns A alimentação do Quadro da asa das Máquinas não possui protecção contra

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 195/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas as condições de segurança a que devem obedecer a construção,

Leia mais

NORMAS ESPECIFICAS ÍNDICE

NORMAS ESPECIFICAS ÍNDICE MARB REGULAMENTO INTERNO DO MERCADO ABASTECEDOR DA REGIÃO DE BRAGA, S.A. NORMAS ESPECÍFICAS ÍNDICE NE 01: DIAS E HORÁRIOS (ART.9º DO REGULAMENTO GERAL)... 3 NE 02: ACESSO DE VEÍCULOS AO MERCADO (ART.11º

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto executivo nº. 80/04 de 27 de Julho Havendo necessidade de estabelecer as condições a que devem obedecer os meios de transporte aéreo de produtos petrolíferos; Sendo necessário

Leia mais

Índice geral. Apresentação. Prólogo à 2.ª edição. Sumário. Siglas. Agradecimentos. 1. Introdução. 2. O risco de incêndio

Índice geral. Apresentação. Prólogo à 2.ª edição. Sumário. Siglas. Agradecimentos. 1. Introdução. 2. O risco de incêndio Índice geral 3 Prólogo à 2.ª edição 5 Sumário 7 Siglas 9 Agradecimentos 11 1. Introdução 13 Tipificação dos incêndios... Causas de incêndio... Consequências dos incêndios... 2.3.1. Considerações gerais...

Leia mais

A Segurança não é obra do acaso Preserve sua vida.

A Segurança não é obra do acaso Preserve sua vida. A Segurança não é obra do acaso Preserve sua vida. Campanha do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul e Campo Alegre contra os Acidentes de Trabalho

Leia mais

MESTRE MARCENEIRO. Estocagem de material

MESTRE MARCENEIRO. Estocagem de material Estocagem de material A Madeira e seus derivados, por ser o principal insumo utilizado na fabricação de móveis, é um material orgânico e exige cuidados especiais no seu armazenamento. O armazenamento deve

Leia mais

Schlüter -KERDI-BOARD Base de aplicação, placa de construção, impermeabilização conjunta

Schlüter -KERDI-BOARD Base de aplicação, placa de construção, impermeabilização conjunta Base de aplicação, placa de construção, impermeabilização conjunta A base universal para a aplicação de cerâmica No ponto! Seja no caso de mosaicos ou cerâmicas de grande formato, o que é decisivo para

Leia mais

TRABALHO COM EMPILHADORES MANUAIS

TRABALHO COM EMPILHADORES MANUAIS TRABALHO COM EMPILHADORES MANUAIS TIPOS DE EMPILHADORES A mecanização da movimentação de cargas realiza-se, muitas vezes, com recurso a empilhadores, que estão disponíveis no mercado em vários tipos e

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA. Portaria n.º 451/2001. de 5 de Maio

MINISTÉRIO DA ECONOMIA. Portaria n.º 451/2001. de 5 de Maio MINISTÉRIO DA ECONOMIA Portaria n.º 451/2001 de 5 de Maio Considerando que pelo Decreto-Lei n.º 124/97, de 23 de Maio, foram fixadas as disposições respeitantes à aprovação dos Regulamentos de Segurança

Leia mais

Lista de Verificação das Acessibilidades - Condomínio da Rua de Gondarém, 708

Lista de Verificação das Acessibilidades - Condomínio da Rua de Gondarém, 708 Percurso 1 - Habitação -> Garagem Avaliação: Não viável Custo global de adaptação: 30.900 Item a verificar Avaliação Descrição Solução apontada 1.1 - Percurso Verificado Verificação da concordância da

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5 !""#$!""%&'( Índice Página 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos..... 4 1.3. Andaimes metálicos...... 4 1.4. Bailéus........ 5 EPC 1/6 EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA (texto provisório) 1.1

Leia mais

Município de Alvaiázere

Município de Alvaiázere Empreitada de: Requalificação urbana da envolvente à Casa do Povo de Alvaiázere, incluindo parte da rua José Augusto Martins Rangel e rua Colégio Vera Cruz Dono de Obra: Município de Alvaiázere 1 SUMÁRIO

Leia mais

L I M P AD O R AU T O - B AS C U L A N T E CARACTERÍSTICAS E MANUAL DE MANUTENÇÃO SÉRIE: DC

L I M P AD O R AU T O - B AS C U L A N T E CARACTERÍSTICAS E MANUAL DE MANUTENÇÃO SÉRIE: DC 29/05/2012 CARACTERÍSTICAS E MANUAL DE MANUTENÇÃO SÉRIE: DC Tel: 902 40 80 50 / Fax 902 40 80 51 / cmo@cmo.es http://www.cmo.es pág. 1 APLICAÇÕES GERAIS Os reservatórios de dilúvio destinam-se a regular

Leia mais

Security, Health and Safety

Security, Health and Safety Security, Health and Safety Conselhos para Colaboradores e Parceiros da Securitas Portugal securitas.pt As quedas, escorregadelas e os tropeçamentos são a causa de acidentes e ferimentos entre Trabalhadores.

Leia mais

FUNÇÃO FICHA DE SEGURANÇA ANDAIMES

FUNÇÃO FICHA DE SEGURANÇA ANDAIMES FICHA DE SEGURANÇA ANDAIMES Legenda: 1. Nivelador da base de apoio; 2. Prumos verticais; 3. Prumo de ligação; 4. Barras horizontais; 5. Barras diagonais; 6. Plataforma (prancha) - elemento concebido para

Leia mais

RECOMENDAÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DE QUADROS ELÉCTRICOS

RECOMENDAÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DE QUADROS ELÉCTRICOS Objectivo Esta nota técnica apresenta algumas recomendações para a instalação de quadros eléctricos desde a saída dos quadros eléctricos das instalações dos quadristas até á sua instalação em obra. Manuseamento

Leia mais

no trabalho dos estabelecimentos industriais

no trabalho dos estabelecimentos industriais 5Diagnóstico das condições de higiene e segurança no trabalho dos estabelecimentos industriais 70 Questionário às necessidades de formação utilizado pelo projecto InForAdapt 4 Questionário às necessidades

Leia mais

1 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DASAFIO TURBO

1 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DASAFIO TURBO FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 Rua Comendador Azevedo, 440 Conj. 1 Fone/Fax (51)3224 4808 CEP 90220-150 Porto Alegre

Leia mais

Nunca use a empilhadeira se não tiver sido devidamente instruído e autorizado para usar esse tipo particular de empilhadeira.

Nunca use a empilhadeira se não tiver sido devidamente instruído e autorizado para usar esse tipo particular de empilhadeira. Nunca use a empilhadeira se não tiver sido devidamente instruído e autorizado para usar esse tipo particular de empilhadeira. Respeite a capacidade de carga da empilhadeira e de outras eventuais aparelhagens.

Leia mais

CARROS DE MÃO. Compre Produtos Certificados. Na Equipleva todos os equipamentos cumprem com as diretivas da CE.

CARROS DE MÃO. Compre Produtos Certificados. Na Equipleva todos os equipamentos cumprem com as diretivas da CE. Carros de Mão Carros Ligeiros com Plataforma Carros para Cargas Médias/Elevadas Carros Armário com e sem Prateleiras Carros com Banca de Trabalho Carros de Apoio à Industria Carros de Reboque Carros para

Leia mais

Regulamento de ocupação e utilização de vias públicas por motivo de obras. Artº 1º Do licenciamento

Regulamento de ocupação e utilização de vias públicas por motivo de obras. Artº 1º Do licenciamento Regulamento de ocupação e utilização de vias públicas por motivo de obras Artº 1º Do licenciamento 1. A ocupação ou utilização de vias ou locais públicos com quaisquer materiais, objectos, equipamentos

Leia mais

Código do exame Teste de preparação

Código do exame Teste de preparação Nome do candidato: Este teste de preparação de VCA trata-se apenas de um exercício e tem como finalidade a familiarização do candidato com os métodos de exame. As questões são revistas anualmente no que

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ORGANIZAÇÃO DO ESTALEIRO 2 DESCRIÇÃO Face à legislação em vigor, estaleiros temporários ou móveis são os locais onde se efectuam trabalhos de

Leia mais

Índice. Página 1 de 7

Índice. Página 1 de 7 Índice 1 - Considerações gerais...2 1.1 - Introdução...2 2 - Actuação em caso de emergência...2 2.1 - Esquema geral de actuação...2 2.2 - Procedimento gerais de actuação...3 2.2.1 - Em caso de incêndio

Leia mais

Nota Técnica. Requisitos Gerais para a armazenagem de óleos usados:

Nota Técnica. Requisitos Gerais para a armazenagem de óleos usados: Nota Técnica ARMAZENAGEM DE ÓLEOS USADOS Para efeitos do presente documento, considera-se a definição de óleos usados constante na alínea b) do artigo 2.º do Decreto-lei n.º 153/2003. Define-se reservatório

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 1 Definição ANEXO I (Incluído pela Portaria SIT n.º 15, de 03 de julho de 2007) ANEXO IV PLATAFORMAS DE TRABALHO AÉREO (Alterado

Leia mais

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Conduzir em Segurança)

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Conduzir em Segurança) Condução consciente A condução consciente e tranquila depende em grande parte de quem está ao volante. Cada um tem a responsabilidade de melhorar a sua segurança e a dos outros. Basta estar atento e guiar

Leia mais

Prescrições mínimas de segurança e saúde

Prescrições mínimas de segurança e saúde Prescrições mínimas de segurança e saúde Decreto-Lei n.º 82/99, de 16 de Março O Decreto-Lei n.º 331/93, de 25 de Setembro, transpôs para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 89/655/CEE, do Conselho,

Leia mais

Armazenamento Todas as matérias primas são organizadas por secções no armazém, através de prateleiras.

Armazenamento Todas as matérias primas são organizadas por secções no armazém, através de prateleiras. Recepção de matérias primas Após a chegada das matérias primas à fábrica, estas são transportadas para o armazém através do empilhador, porta paletes ou através de transporte manual. Armazenamento Todas

Leia mais

PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO ESCOLAR

PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO ESCOLAR PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO ESCOLAR PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS Secretaria-Geral do Ministério da Educação 1 Índice 1. Preâmbulo... 3 2. O que são os arquivos escolares?... 4 3. O arquivo no sistema de informação

Leia mais

Luminárias com factor elevado de protecção

Luminárias com factor elevado de protecção Luminárias com factor elevado de protecção 2 ETAP Benefícios de 50 anos de experiência Em espaços húmidos e/ou bastante sujos, será necessário instalar luminárias estanques. A ETAP tem mais de 50 anos

Leia mais

Sistemas de Impermeabilização

Sistemas de Impermeabilização Sistemas de Impermeabilização Projecto de Construção CET Seia Eng. Sá Neves Eng. Sá Neve Sistema invertido ou tradicional : Os sistemas em cobertura invertida são os mais aconselháveis devido a maior durabilidade

Leia mais

SISTEMA DE ESTANTES MOVIPACK

SISTEMA DE ESTANTES MOVIPACK SISTEMA DE ESTANTES MOVIPACK MOVIPACK é um sistema de estantes móveis deslizando sobre carris. A vantagem óbvia do sistema é o aproveitamento de espaço em comparação com as estantes fixas que requerem

Leia mais

Luminárias com factor elevado de protecção

Luminárias com factor elevado de protecção Luminárias com factor elevado de protecção 2 MAIS DE 60 ANOS DE EXPERIÊNCIA Em espaços húmidos e/ou bastante sujos, será necessário instalar luminárias estanques. A ETAP tem mais de 60 anos de experiência

Leia mais

ARMAZENAGEM MANUSEAMENTO DE LUBRIFICANTES

ARMAZENAGEM MANUSEAMENTO DE LUBRIFICANTES ARMAZENAGEM E MANUSEAMENTO DE LUBRIFICANTES 1 ARMAZENAGEM E MANUSEAMENTO DE LUBRIFICANTES INTRODUÇÃO Os lubrificantes produzidos pela Cepsa são submetidos a controlo de fabrico rigoroso, controlo de qualidade

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume V Riscos de Incêndio. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume V Riscos de Incêndio. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume V Riscos de Incêndio um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Termómetro de Máxima e de Mínima

Termómetro de Máxima e de Mínima Abrigo O Abrigo da estação Agro-meteorológica da Escola Secundária de Cinfães encontrase a uma altura de 1,5 metros e é construído por ripas de madeira branca, que permitem uma ventilação natural e ao

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MONTA-AUTOS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MONTA-AUTOS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MONTA-AUTOS MODELOS MCH 1/8 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MONTA AUTOS APLICAÇÃO APLICAÇÃO Transporte vertical de veículos acompanhados do condutor, a cabina terá as dimensões adequadas

Leia mais

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO Estruturas metálicas Características Elaboração: GTRPT Homologado: conforme despacho do CA de 2007-02-13 Edição: 1ª Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A.

Leia mais

FUNÇÃO FICHA DE SEGURANÇA EMPILHADORES DE GARFOS

FUNÇÃO FICHA DE SEGURANÇA EMPILHADORES DE GARFOS FICHA DE SEGURANÇA EMPILHADORES DE GARFOS Fonte: Acedido em http://saudeambiental13.blogspot.pt/ julho 2014 Legenda: 1. Chassis; 2. Contrapeso; 3. Eixo motriz; 4. Eixo de direção; 5. Mastro (que serve

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESGOTO SANITÁRIO 1 Conjunto de tubulações, conexões e

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS ANEXO XXV AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece as medidas de segurança

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 188/08 de 9 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposição técnica relativa a instalação, a exploração e ensaio dos postos de redução

Leia mais

ESTRADAS E INFRAESTRUTURAS DE SERVIÇOS INFRA-ESTRUTURAS NO DOMÍNIO PÚBLICO RODOVIÁRIO

ESTRADAS E INFRAESTRUTURAS DE SERVIÇOS INFRA-ESTRUTURAS NO DOMÍNIO PÚBLICO RODOVIÁRIO ESTRADAS E INFRAESTRUTURAS DE SERVIÇOS ENQUADRAMENTO Enquadramento A utilização do domínio público rodoviário por serviços de utilidade pública tem acompanhado a evolução de uma sociedade em desenvolvimento

Leia mais

RISCOS ESPECIAIS. Obra:" Infraestruturas da AUGI 42 Casal do Sapo Sesimbra

RISCOS ESPECIAIS. Obra: Infraestruturas da AUGI 42 Casal do Sapo Sesimbra Escavação/Abertura de valas Factores de risco - Invasão do espaço do estaleiro por veículos rodoviários - Danificação das paredes da vala devido às cargas exercidas pela passagem dos veículos rodoviários

Leia mais

TABELA A DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE

TABELA A DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 20.1 Líquidos combustíveis. 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica

Leia mais

DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE. DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE ÀS VIAS PÚBLICAS Acima de 250 até 1.

DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE. DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE ÀS VIAS PÚBLICAS Acima de 250 até 1. NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis (120.000-3) 20.1 Líquidos combustíveis. 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica definido "líquido combustível" como todo aquele que possua ponto

Leia mais

Diretivas de transporte, embalagem e manuseio

Diretivas de transporte, embalagem e manuseio Diretivas de transporte, embalagem e manuseio Esta diretiva compreende orientações gerais relativas ao transporte, embalagem e manuseio de máquinas e fornecimentos da empresa KraussMaffei Technologies

Leia mais

Examen de teste: Segurança Básica (BE)

Examen de teste: Segurança Básica (BE) Examen de teste: Segurança Básica (BE) Série: Examen de teste (BE) Leia atentamente as instruções apresentadas abaixo! Este exame é constituído por 40 perguntas de escolha múltipla. A seguir a cada pergunta

Leia mais

SEGURANÇA DE MÁQUINAS

SEGURANÇA DE MÁQUINAS Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local RISCOS FÍSICOS MÓDULO 8 SEGURANÇA DE MÁQUINAS E UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TRABALHO Formadora - Magda Sousa Decreto-Lei 441/91 Artigo 8.º

Leia mais

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR- PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS A proteção contra incêndios é uma das Normas Regulamentadoras que disciplina sobre as regras complementares de segurança e saúde no trabalho

Leia mais

Sistema de transporte e elevação de cargas

Sistema de transporte e elevação de cargas CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA UFCD 5811 26-01-2015 Sistema de transporte e elevação de cargas Reflexão Esta UFCD tem como objetivos: reconhecer e caraterizar os equipamentos mais comuns,

Leia mais

VÁLVULAS DE RETENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R

VÁLVULAS DE RETENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R 22/04/2013 MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R cmo@cmo.es http://www.cmo.es pág. 1 MONTAGEM DESCRIÇÃO Directiva sobre máquinas: DIR 2006/42/CE (MÁQUINAS). Directiva sobre equipamentos sob pressão:

Leia mais

31995L0063. Página Web 1 de 7. Jornal Oficial nº L 335 de 30/12/1995 p. 0028-0036

31995L0063. Página Web 1 de 7. Jornal Oficial nº L 335 de 30/12/1995 p. 0028-0036 Página Web 1 de 7 Avis juridique important 31995L0063 Directiva 95/63/CE do Conselho, de 5 de Dezembro de 1995, que altera a Directiva 89/655/CEE, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde

Leia mais

Norma Regulamentadora 20 - NR 20

Norma Regulamentadora 20 - NR 20 Norma Regulamentadora 20 - NR 20 Líquidos combustíveis e inflamáveis 20.1. Líquidos combustíveis. 20.1.1. Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica definido "líquido combustível" como todo aquele

Leia mais

ARMAZENAGEM. 8 O empilhamento dos materiais obstruí a circulação nas vias. Decreto-lei 243/86 de 20 de Agosto. Foto Nº.

ARMAZENAGEM. 8 O empilhamento dos materiais obstruí a circulação nas vias. Decreto-lei 243/86 de 20 de Agosto. Foto Nº. CHECK LIST DE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Resposta à check list. A severidade está dividida em 3 níveis, Leve, Médio e Grave Só é preenchida quando a resposta não corresponde ao que a legislação prevê.

Leia mais

http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/05/mtb/20.htm

http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/05/mtb/20.htm Page 1 of 5 20.1 Líquidos combustíveis. NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis (120.000-3) 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica definido "líquido combustível" como todo aquele

Leia mais

Preparação 1. Antes de afagar o pavimento de madeira remova todos os objectos (móveis, tapetes, cortinados, etc.) da divisão.

Preparação 1. Antes de afagar o pavimento de madeira remova todos os objectos (móveis, tapetes, cortinados, etc.) da divisão. Instalação de Pavimentos em Madeira Maciça Linhas Orientadoras para Profissionais Para um bom acabamento de um pavimento em madeira maciça, ou mesmo para a sua renovação, existem cuidados importantes a

Leia mais

Seminário Mobilidade Eléctrica : o Veículo

Seminário Mobilidade Eléctrica : o Veículo Seminário Mobilidade Eléctrica : o Veículo 8 de Março de 2010 Regulamentação técnica para a aprovação de veículos eléctricos 1 ÍNDICE 1 2 3 4 5 6 7 HOMOLOGAÇÃO DE VEÍCULOS ELÉCTRICOS - ENQUADRAMENTO LEGAL

Leia mais

Bastidores para fibra óptica

Bastidores para fibra óptica Apresentação A gama de armários para fibra óptica Olirack foi concebida para a instalação, protecção e isolamento de terminadores e repartidores ópticos. A fibra óptica é um filamento feito de vidro ou

Leia mais

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO Sistemas de iluminação, tomadas interiores, extracção de fumos, ar condicionado, centrais de intrusão e incêndio Regras de execução Elaboração: GTRPT Homologação:

Leia mais

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 49/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 Aprova a Norma Técnica nº 004/2000-CBMDF, sobre o Sistema de Proteção

Leia mais

NR 23 - NORMA REGULAMENTADORA 23 PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS

NR 23 - NORMA REGULAMENTADORA 23 PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS NR 23 - NORMA REGULAMENTADORA 23 PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS 23.1 Disposições gerais. 23.1.1 Todas as empresas deverão possuir: a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do

Leia mais

MANUAL DE USO MODELO LONDRES

MANUAL DE USO MODELO LONDRES MANUAL DE USO MODELO LONDRES 1 Parabéns pela escolha das bicicletas ebike-stock. Para aproveitar esta bicicleta e ser capaz de lidar com isso de forma segura por favor leia todas as instruções deste manual

Leia mais

Baliza Fixa de Polo Aquático E-5036

Baliza Fixa de Polo Aquático E-5036 Dossier Técnico Baliza Fixa de Polo Aquático E-5036 De acordo com a norma Ribeira de Eiras Edificio Golfinho Apartado 8178 3021-901 Coimbra PORTUGAL Tel.(s) +351 239 823 463 / 834 354 Fax +351 239 838

Leia mais

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura,

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, Infinite Cursos. Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, em geral caracterizado por possuir um

Leia mais

Manual do Utilizador do Kit Sem Fios para Viatura (CK-1W) 9355973 2ª Edição

Manual do Utilizador do Kit Sem Fios para Viatura (CK-1W) 9355973 2ª Edição Manual do Utilizador do Kit Sem Fios para Viatura (CK-1W) 9355973 2ª Edição DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE Nós, NOKIA CORPORATION, declaramos, sob a nossa única e inteira responsabilidade, que o produto CK-1W

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 006/DAT/CBMSC) SISTEMA PREVENTIVO POR EXTINTORES

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 006/DAT/CBMSC) SISTEMA PREVENTIVO POR EXTINTORES ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 006/DAT/CBMSC)

Leia mais

ANEXO IV EQUIPAMENTOS RELATIVOS AO SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE INCÊNDIOS

ANEXO IV EQUIPAMENTOS RELATIVOS AO SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE INCÊNDIOS ANEXO IV EQUIPAMENTOS RELATIVOS AO SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETECÇÃO DE INCÊNDIOS A - DETECTORES AUTOMÁTICOS Segundo [2], os detectores de incêndio são os aparelhos de detecção de incêndio que registam, comparam

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Projeto: Capeamento asfáltico Município: Fontoura Xavier / RS

MEMORIAL DESCRITIVO. Projeto: Capeamento asfáltico Município: Fontoura Xavier / RS ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO Projeto: Capeamento asfáltico Município: Fontoura Xavier / RS Local: Rua Pedro Azelin da Silva Trecho: Entre a Rua 09 de Julho e a Rua Ernesto Ferreira Maia Área: TRECHO 01:

Leia mais

NOTA TÉCNICA N.º 2 TEMA: Utilização de escadas portáteis na construção civil e obras públicas. INTRODUÇÃO:

NOTA TÉCNICA N.º 2 TEMA: Utilização de escadas portáteis na construção civil e obras públicas. INTRODUÇÃO: NOTA TÉCNICA N.º 2 TEMA: Utilização de escadas portáteis na construção civil e obras públicas. INTRODUÇÃO: A segurança na utilização de equipamentos de trabalho pelos trabalhadores nos locais de trabalho

Leia mais

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Os discos de corte e desbaste são produzidos e controlados com rigor, sendo submetidos a testes internos que objetivam a reprodução da qualidade lote

Leia mais

DISTRIBUIDORES DE ADUBO CENTRÍFUGO

DISTRIBUIDORES DE ADUBO CENTRÍFUGO DISTRIBUIDORES DE ADUBO CENTRÍFUGO ÍNDICE ÍNDICE CAP1 INTRODUÇÃO P5 CAP2 IDENTIFICAÇÃO DA MÁQUINA P7 CAP3 CONDIÇÕES DE GARANTIA P9 CAP4 DESCRIÇÃO P11 CAP5 DADOS TÉCNICOS P17 CAP6 ACOPLAMENTO AO TRACTOR

Leia mais

LEI 6514/77 PORTARIA 3214/ 78 NR-26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

LEI 6514/77 PORTARIA 3214/ 78 NR-26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA LEI 6514/77 PORTARIA 3214/ 78 NR-26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 26.1 Cor na Segurança do Trabalho. 26.1.1 Esta Norma Regulamentadora (NR) tem por objetivo fixar as cores que devem ser usadas nos locais

Leia mais

DESCRIÇÃO DE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CATEGORIAS C E D E SUBCATEGORIAS C1 E D1

DESCRIÇÃO DE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CATEGORIAS C E D E SUBCATEGORIAS C1 E D1 DESCRIÇÃO DE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CATEGORIAS C E D E SUBCATEGORIAS C1 E D1 1 Automóveis pesados: Identificar os diversos tipos e suas características. 1.1 - Sua definição. 2 Constituintes do veículo,

Leia mais

SISTEMA MONOCARRIL PONTES ROLANTES PADRÃO MONOVIGA E PARALELAS. Pinças, diferenciais, guinchos

SISTEMA MONOCARRIL PONTES ROLANTES PADRÃO MONOVIGA E PARALELAS. Pinças, diferenciais, guinchos SISTEMA MONOCARRIL Optar pelo sistema de ponte rolante com perfis ligeiros da REMA, uma maneira puramente técnica para melhorar a produtividade! Carril do diferencial Sistema monocarril O sistema monocarril

Leia mais

RollerForks. A nova revolução do transporte sem paletes

RollerForks. A nova revolução do transporte sem paletes RollerForks A nova revolução do transporte sem paletes RollerForks A MEIJER SPECIAL EQUIPMENT (MSE) sabe que a utilização de paletes para o armazenamento de mercadorias é inevitável numa empresa. Mas,

Leia mais

ANDAIME FACHADEIRO ANDAIME FACHADEIRO

ANDAIME FACHADEIRO ANDAIME FACHADEIRO e MANUAL TÉCNICO ANDAIME FACHADEIRO ANDAIME FACHADEIRO Trabalho em Altura Uma das principais causas de acidentes de trabalho graves e fatais se deve a eventos envolvendo quedas de trabalhadores de diferentes

Leia mais

Portaria MTPS Nº 207 DE 08/12/2015

Portaria MTPS Nº 207 DE 08/12/2015 Portaria MTPS Nº 207 DE 08/12/2015 Altera a Norma Regulamentadora nº 34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval. O Ministro de Estado do Trabalho e Previdência

Leia mais

-- I JORNAL OFICIAL REGIAO AUTONOMA DA MADEIRA. I Série - Número 6 Quarta- feira, 28 de Janeiro de 1998. Portaria n, 6/98 SUMÁRIO

-- I JORNAL OFICIAL REGIAO AUTONOMA DA MADEIRA. I Série - Número 6 Quarta- feira, 28 de Janeiro de 1998. Portaria n, 6/98 SUMÁRIO . -...,.. ) -.:'.:» PDF elaborado pela DATAJURIS,.."./ REGIAO AUTONOMA DA MADEIRA -- I JORNAL OFICIAL I Série - Número 6 Quarta- feira, 28 de Janeiro de 1998 SUMÁRIO SECRETARIAS REGIONAIS DO PLANO E DA

Leia mais

TRANSFORMADORES DE MEDIDA

TRANSFORMADORES DE MEDIDA TRANSFORMADORES DE MEDIDA Transformadores de tensão MT e de 60 kv Características e ensaios Elaboração: DNT Homologação: conforme despacho do CA de 2007-02-13 Edição: 2ª. Substitui a edição de Outubro

Leia mais

Aquecimento Ventilaçгo Ar Condicionado

Aquecimento Ventilaçгo Ar Condicionado Aquecimento Ventilaçгo Ar Condicionado 2015 Esta gama de produtos está destinada às tubagens flexíveis e rígidas para ventilação, ar condicionado e aquecimento. Tubos flexíveis Alumínio Compacto - página

Leia mais

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE 1 - Introdução A construção de vias públicas com o objectivo primordial de maximizar o escoamento de grandes volumes de tráfego e o conforto dos ocupantes dos veículos, aliada aos progressos da industria

Leia mais

NOTA TÉCNICA nº 11 Complementar do Regulamento Geral de SCIE Ref.ª VII.I.01/2007-05-31

NOTA TÉCNICA nº 11 Complementar do Regulamento Geral de SCIE Ref.ª VII.I.01/2007-05-31 NOTA TÉCNICA nº 11 Complementar do Regulamento Geral de SCIE Ref.ª VII.I.01/2007-05-31 RESUMO Indicar os critérios gerais que caracterizam os sinais de segurança aplicáveis em SCIE. Listar os sinais específicos

Leia mais

CARROS DE APOIO À INDUSTRIA

CARROS DE APOIO À INDUSTRIA Carros de Mão Carros Ligeiros com Carros para Cargas Médias/Elevadas Carros Armário com e sem Prateleiras Carros com Banca de Trabalho Carros de Apoio à Industria Carros de Reboque Carros para Escritóio

Leia mais