INSTITUTO ALGODÃO SOCIAL ANEXO MODELOS DE ADEQUAÇÃO À NORMA NR 31 SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTITUTO ALGODÃO SOCIAL ANEXO MODELOS DE ADEQUAÇÃO À NORMA NR 31 SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO"

Transcrição

1 Página A.1a INSTITUTO ALGODÃO SOCIAL ANEXO MODELOS DE ADEQUAÇÃO À NORMA NR 31 SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO A5.1 - AGROTÓXICOS ADJUVANTES E PRODUTOS AFINS NR31.8 O armazenamento, manipulação, aplicação e o contato direto ou indireto de forma incorreta dos produtos agrotóxicos trazem graves riscos à saúde dos trabalhadores e às pessoas que residem nas fazendas, podem causar graves impactos ao lençol freático, nascentes, cursos d água e solo. A orientação, o treinamento, o fornecimento e a obrigatoriedade do uso de EPIs, bem como o armazenamento correto dos agrotóxicos e das embalagens vazias de agrotóxicos e demais exigências da NR 31 são medidas fundamentais para promover a segurança e proteção à saúde dos trabalhadores, suas famílias e ao meio ambiente do trabalho. A DEPÓSITO DE AGROTÓXICOS a) O depósito deve ser construído a uma distância mínima de 30 (trinta) metros das habitações e locais onde são conservados ou consumidos alimentos e guardados medicamentos, bem como das fontes de águas; b) Deve ser construído em material incombustível (ex.: alvenaria, metal, etc.); c) O pé direito deve ter no mínimo 4 metros de altura para melhorar a ventilação natural diluidora;

2 Página A.1b A PAVIMENTAÇÃO E CONTENÇÃO DE RESÍDUOS a) O piso deve ser impermeável (concreto ou de cimento queimado), devidamente e nivelado, que facilite a limpeza e não permita infiltração para o subsolo. b) Ter canaletes de escoamento no piso, interligadas com caixa de drenagem de sólidos com material filtrante e interligadas a uma fossa séptica. A VENTILAÇÃO Natural: Nas paredes aberturas inferiores (elementos vazados de 30 a 50 cm do chão) e superiores (elementos vazados de 3,20 a 3,50 cm do chão) e no teto (exaustores eólicos), respectivamente para a liberação de gases pesados e leves. Artificial: exaustor mecânico de parede, para efetuar a exaustão dos gases acumulados no interior do depósito

3 Página A.1c A ILUMINAÇÃO Artificial: A iluminação elétrica pode ser obtida com lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, o dimensionamento deve ser de acordo com a estrutura do depósito. Quando a abaixo de 2 metros deve utilizar luminária à prova de explosão. Natural: Telhas translúcidas, vitrôs, etc. Observação: Ambas as iluminações, devem estar sobre os corredores do depósito. A MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO O depósito deve conter: a) Pára-raios; b) Extintores de incêndio; c) Saída de emergência, com os seguintes requisitos: c.1 Devem estar no máximo a 30 metros do ponto mais distante do depósito; c.2 Devem ser claramente identificadas, de fácil acesso e abertura para o exterior. c.3 Devem ser claramente identificadas, incluído as rotas de fuga. d) Deve haver uma sinalização de piso e da parede identificando os equipamentos de combate a incêndio; e) Deve haver uma Iluminação de emergência para o caso de interrupção da energia elétrica.

4 Página A.1d A CONTENÇÃO DE RESÍDUOS A própria área de armazenamento funciona como um sistema de contenção, por meio da construção do piso rebaixado de 15 a 20 cm, ou a construção de lombadas e/ou ressalto de 15 a 20 cm nas portas. Construção de canaletes internos para recolhimento de produtos vazados, com caimento para uma caixa de drenagem e fossa séptica de contenção, construída do lado externo do armazém. Para maior eficiência, o piso interno deve ter caimento para as canaletes. A CUIDADOS AO ARMAZENAR No armazenamento de produtos agrotóxicos o produtor deve tomar os seguintes cuidados: a) Armazenar os produtos fitossanitários/agrotóxicos sempre em cima de paletes de madeira; b) A altura máxima de empilhamento deve ser verificada na embalagem e/ou na Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ), especificada com a simbologia que vemos no canto direito da página; c) As embalagens contendo produtos líquidos devem ser armazenadas e transportadas com a tampa voltada para cima, especificada com a simbologia que vemos no canto direito da página;

5 Página A.1e d) As embalagens devem ser dispostas de tal forma que as pilhas fiquem afastadas das paredes (50 cm), e 1 (um) metro e 1 metro do teto ou sistema de iluminação, o que for mais baixo. Preferencialmente a iluminação deve estar acima dos corredores garantindo a área de circulação; A LOCAIS DE PREPARO DA CALDA PARA APLICAÇÃO ATRAVÉS DE UNIPORTES E AERONAVES O preparo da calda, tanto em pontos fixos na lavoura como nos aeroportos rurais, devem possuir piso impermeabilizado em declive, lombada e cobertura, minimizando assim os riscos de contaminação das pessoas, do solo e do meio ambiente.

6 Página A.1f A LAVANDERIA ESPECIAL PARA HIGIENIZAÇÃO DE EPIs - NR Os EPIs devem ser lavados e guardados corretamente, para assegurar maior vida útil e para evitar a contaminação dos uniformes, roupas dos trabalhadores e o meio ambiente. Os EPIs devem ser mantidos e higienizados separados das roupas de uso pessoal. a) A pessoa que for lavar os EPIs deve usar luvas a base de Nitrila ou Neoprene; b) As vestimentas de proteção devem ser abundantemente enxaguadas com água corrente para diluir e remover os resíduos da calda de pulverização; c) A lavagem deve ser feita de forma cuidadosa, preferencialmente com sabão neutro (sabão de coco). As vestimentas não devem ficar de molho. Em seguida, as peças devem ser bem enxaguadas para remover todo o sabão; d) O uso de alvejantes não é recomendado, pois vai danificar o tratamento do tecido; e) As vestimentas devem ser secas à sombra. Atenção: somente use máquinas de lavar ou secar, quando houver recomendações do fabricante.

7 Página A.1g A SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA EM ÁREA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS - NR a) É vedado o trabalho em áreas recém-tratadas, antes do término do intervalo de reentrada estabelecido nos rótulos dos produtos, salvo com o uso de equipamento de proteção recomendado; b) É vedada a entrada e permanência de qualquer pessoa na área a ser tratada durante a pulverização aérea. A DEPÓSITO DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS 31.8 a) Os vasilhames devem ser perfurados e tri lavados, podendo ser armazenados até serem encaminhados às unidades de reciclagem, no próprio depósito de agrotóxico.

8 Página A.1h b) Não havendo espaço suficiente, o produtor deverá construir um depósito para as embalagens vazias observando a NR 31 e a Resolução Estadual do CONSEMA número 02/09. c) O depósito deverá ter uma fundação compatível com a sua finalidade, com pé direito a partir de 3,0 metros de altura, estrutura do depósito construída com material a critério regional: metálica, de alvenaria, de madeira, piso cimentado com canaletes direcionando para caixa de contenção de efluentes, canaletes para águas pluviais, cobertura do depósito com beiral de 1,0 metro no mínimo. d) O CONSEMA exige que: I - A área escolhida deve estar a uma distância mínima de 300 (trezentos) metros, respeitada a área de preservação permanente, de corpos hídricos, tais como: lagos, rios, nascentes, pontos de captação de água, áreas inundáveis etc., de forma a diminuir os riscos de contaminação em caso de eventuais acidentes. II A área escolhida deve manter uma distância a mais de 50 (cinqüenta) metros das habitações, escolas, estabelecimentos de serviços de saúde, abrigos de animais e locais onde são consumidos alimentos, de forma que os mesmos não sejam contaminados em casos de eventuais acidentes; A5.2 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC - NR 31 São todos os dispositivos de segurança de uso coletivo, destinados a proteger a integridade física dos trabalhadores, como chuveiro de emergência e lava-olhos, extintores de incêndio, pára-raios e outros A CHUVEIRO DE EMERGÊNCIA E LAVA-OLHOS Quando estiverem no interior do armazém, construir parede para evitar respingo nas caixas e bacia de contenção para proteção com ralo. Quando estiverem em área externa, devem ficar próximos da porta. A tubulação, quando exposta, deve receber isolamento térmico para evitar aquecimento da água em seu interior.

9 Página A.1i A5.2.2 EXTINTORES DE INCÊNDIO É obrigatória a instalação de extintores de incêndio, em número e capacidade adequados, nos setor de inflamáveis e com risco de incêndio. Todas as empresas deverão possuir: a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio; c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início; d) pessoas treinadas ao uso correto desses equipamentos. Classe A Água Classe B Espuma Classe C PQS / CO2 Classe D Halon

10 Página A.1j A5.3 - EPI - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NR É obrigatório o fornecimento gratuito aos trabalhadores, de equipamentos de proteção individual (EPIs) nas atividades insalubres e em funções de risco de acidentes e que possam causar danos à saúde e também seguintes circunstâncias: a) sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente comprovadas inviáveis ou quando não oferecerem completa proteção contra os riscos decorrentes do trabalho; b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; c)para atender situações de emergência. Ocorrendo situações em que o empregado sofra um acidente do trabalho ou seja acometido de uma doença profissional e ficando provado que o empregador não fornecia, não treinava ou não fiscalizava o uso dos EPIs, poderá haver repercussão perante a Justiça do Trabalho em ação indenizatória por danos morais e materiais.

11 Página A.1k A OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR a) Cabe ao empregador fornecer gratuitamente, orientar e treinar o empregado sobre o uso correto dos EPIs; b) Deve fornecer equipamentos de proteção individual e vestimentas adequadas aos riscos e que não propiciem desconforto térmico prejudicial ao trabalhador; c) Deve fornecer os equipamentos de proteção individual e vestimentas de trabalho em perfeitas condições de uso e devidamente higienizadas, responsabilizando-se pela descontaminação dos mesmos ao final de cada jornada de trabalho, em lavanderia especial, substituindo-os sempre que necessário; d) O empregador deve exigir e fiscalizar os trabalhadores para que utilizem obrigatoriamente os EPIs, sob pena de sofrerem punições disciplinares (advertência, suspensão e demissão por justa causa). A fiscalização trabalhista não aceita justificativas para o não uso de EPIs. A5.4 - MEIO AMBIENTE E RESIDUOS - NR31.9 A5.4.1 TANQUES DE COMBUSTÍVEL E POSTOS DE ABASTECIMENTO Canalete de Proteção Bacia de Contenção Nos postos de abastecimento os produtos derivados do petróleo devem ser armazenados em local que possua bacia de contenção com piso impermeável que impossibilite a infiltração e facilite a limpeza do local, diminuindo o risco de incêndio. O local deve conter as placas de advertência sobre os perigos dos produtos inflamáveis, avisos de alerta, extintores de incêndio devidamente sinalizados, cabo de aterramento, caixa de drenagem de resíduos para garantir a segurança dos trabalhadores e a contaminação do solo.

12 Página A.1l A DEPÓSITO DE ÓLEOS, LUBRIFICANTES E GRAXAS Os produtos derivados do petróleo devem ser armazenados sobre paletes de madeira e em local onde piso impossibilite a infiltração e facilite a limpeza do local, diminuindo o risco de incêndio. O local deve conter avisos de alerta e perigo e extintores de incêndio devidamente sinalizados. A RAMPA DE LAVAGEM DE MÁQUINAS E VEÍCULOS Os resíduos provenientes dos processos produtivos devem ser eliminados dos locais de trabalho, segundo métodos e procedimentos adequados que não provoquem contaminação ambiental. A água e o lixo provenientes da lavagem de máquinas e veículos devem correr sobre um piso impermeável em direção aos tanques ou caixas de forma a não permitir a contaminação do solo e do meio ambiente com resíduos tóxicos ou poluentes. Canalete de escoamento da água para caixa de drenagem Canalete de contenção e escoamento da água

13 Página A.1m A5.4.4 DESTINAÇÃO CORRETA DO LIXO - ATERRO SANITÁRIO COLETA SELETIVA A fazenda deve dar destinação correta ao lixo e resíduos, sendo vedada a sua colocação próxima a nascentes e cursos d'água, ou a céu aberto. Muitas fazendas já adotaram a coleta seletiva de lixo, separando os materiais para a reciclagem, por exemplo: plásticos, papeis, vidros, metais, material orgânico, etc. Para implantação da coleta seletiva de lixo na fazenda há necessidade de uma conscientização dos empregados, pois todos serão responsáveis pela destinação correta do lixo. Próxima foto, um exemplo de recipiente de coleta de lixo feito com material reaproveitado: um disco de implemento agrícola + tambor de lubrificante + ferro velho + criatividade. A ATERRO SANITÁRIO Para a disponibilização dos resíduos sólidos em aterros sanitários é preciso garantir o acesso de veículos ao local e atender a alguns cuidados com o tipo de terrenos descritos a seguir: a) Em terrenos baixos e planos usa-se o sistema de trincheiras: a terra retirada das próprias valas servem para recobrimento. as trincheiras devem ter no mínimo 0,75m de profundidade e a largura e comprimento em função do volume do lixo a ser confinado;

14 Página A.1n b) Em terrenos de encosta, não muito altos quando se deixa ampliar o platô, nivela-se o terreno e a própria terra do c) topo servirá para o recobrimento do lixo enterrado; d) Em aterro de pântanos e lagoas, a terra para recobrimento deverá vir de lugar próximo. Os resíduos sólidos podem ser disponibilizados em aterro simples, tendo comprimento variável com largura e profundidade proporcionais à quantidade de lixo a ser aterrado. os requisitos básicos são: a) Ter uma área determinada; b) Ficar a uma distância de 200 m dos corpos d água; c) Os ventos predominantes devem ser no sentido cidade-vala; d) Estar a uma distância de 5 km dos aglomerados populacionais (para comunidades com população inferior a habitantes; e) Manter a área cercada; f) Fazer a impermeabilização de fundo. Os resíduos sólidos devem ser depositados no interior da vala utilizando veículo e fazer compactação manual, no final do expediente, fazer cobertura de 15 cm de terra, retirada da escavação da vala. A fiscalização ambiental tem aplicado severas multas às fazendas que não dão destinação correta ao seu lixo e resíduos, em especial àqueles que jogam o lixo nas reservas legais ou ainda próximo a nascentes ou cursos de água.

15 Página A.1o A5.5 - ERGONOMIA - BANCADAS MÓVEIS PARA OFICINA - NR O empregador rural é obrigado a adotar princípios ergonômicos que visem à adaptação do trabalho às características do trabalhador, de modo a lhe proporcionar um máximo de conforto, segurança e bom desempenho de suas atividades no trabalho. O trabalhador deve receber treinamento ou instruções específicas quanto aos métodos de trabalho que deverá utilizar na movimentação de cargas e material pesado. Os assentos e cabos das ferramentas devem ser adaptados as características psicofisiológicas (tipo físico) do trabalhador. Um grande número de acidentes do trabalho ocorre com o carregamento de pesos, má postura, exercício de atividade constante sem intervalo para descanso e inadequação de ferramentas, bancadas, assentos, teclados, cabos de enxadas e similares e falta de adaptação a função exercida pelo trabalhador. Resultam em dias parados, má produção e eventual lesão que diminui a capacidade laboral do trabalhador com risco de ações de indenização por dano moral e material na Justiça do Trabalho. A5.6 - SINALIZAÇÃO DAS VIAS DE ACESSO - NR

16 Página A.1p As vias de acesso e de circulação interna da fazenda devem ser sinalizadas e mantidas em condições adequadas para a segurança dos trabalhadores e veículos. Medidas especiais de proteção da circulação de veículos e trabalhadores nas vias devem ser tomadas evitando que no período de chuvas que gerem alagamento e escorregamento. As vias de acesso e de circulação interna da fazenda devem ser sinalizadas com placas refletivas que permitam sua visualização durante o dia e a noite. As laterais das vias de acesso e de circulação interna da fazenda devem ser protegidas com barreiras que impeçam a queda de veículos. A5.7 - ÁREAS DE VIVÊNCIA - NR31.23 A ALOJAMENTOS MORADIAS LAVANDERIAS As áreas de vivência devem atender aos seguintes requisitos: a) Condições adequadas de conservação, asseio e higiene; b) Paredes de alvenaria, madeira ou material equivalente; c) Piso cimentado, de madeira ou de material equivalente; d) Cobertura que proteja contra as intempéries; e) Iluminação e ventilação adequadas.

17 Página A.1q A O EMPREGADOR RURAL OU EQUIPARADO DEVE DISPONIBILIZAR AOS TRABALHADORES ÁREAS DE VIVÊNCIA COM ALOJAMENTOS COM BOAS CONDIÇÕES DE HIGIENE, ILUMINAÇÃO, VENTILAÇÃO E OBSERVAR OS SEGUINTES ITENS a) Cama com colchão de densidade mínima 26, separadas entre si em pelo menos um metro, sendo permitido o uso de beliches, limitados a duas camas na mesma vertical(beliche) com espaço livre mínimo de cento e dez centímetros acima do colchão inferior, sendo vedado o uso do triliche. b) Armários individuais para guarda de objetos pessoais, com chave; c) Portas e janelas capazes de oferecer boas condições de vedação e segurança; d) Recipientes para coleta de lixo, com tampa, e devem ser; e) separados por sexo. f) instalações sanitárias; g) locais para refeição; h) lavanderias; i) O fornecimento de alojamento ou moradias sem um contrato escrito de locação gratuita poderá ser considerado como salário indireto. A Lei do Trabalho Rural exige que uma via do contrato seja protocolada no Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Município. A MORADIAS Sempre que o empregador rural fornecer aos trabalhadores moradias familiares estas deverão ser construídas em local arejado e afastadas, no mínimo, cinqüenta metros de construções destinadas a outros fins, sendo vedada a moradia coletiva de famílias.

18 Página A.1r As moradias devem possuir: a) Capacidade dimensionada para uma família; b) Paredes construídas em alvenaria ou madeira;pisos de material resistente e lavável; c) Condições sanitárias adequadas; d) Ventilação e iluminação suficientes; e) Cobertura capaz de proporcionar proteção contra intempéries; f) Poço ou caixa de água protegido contra contaminação; g) Fossas sépticas, quando não houver rede de esgoto, afastadas da casa e do poço de água, em lugar livre de enchentes e a jusante do poço. A COZINHA E REFEITÓRIO ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS PERECÍVEIS EM GELADEIRAS CONDIÇÕES DE HIGIENE E LIMPEZA EQUIPAMENTOS DE HIGIENE E SEGURANÇA PARA O PREPARO DOS ALIMENTOS TRANSPORTE DE ALIMENTOS EM CAIXAS TÉRMICAS A fazenda deve fornecer alimentação farta e saudável e deve possuir uma cozinha e um refeitório em boas condições de higiene, conforto e segurança para os empregados que preparam e para os que tomam as refeições. O fornecimento gratuito de alimentação caracteriza salário indireto. As mesas devem ser lisas e sem ranhuras, com cadeiras ou bancos para atender a todos os trabalhadores, mesmo que em escalas, água potável e alimentação farta e sadia. Também

19 Página A.1s deverá haver uma pia com água corrente, sabonete e toalha para a higienização das mãos do trabalhador. O local para preparo de refeições não pode ter ligação direta com os alojamentos ou com a casa/alojamento da cozinheira e deve ser dotado de lavatórios com água corrente, toalha e sabonete, sistema de coleta de lixo com tampa e instalações sanitárias exclusivas para o pessoal que manipula alimentos. Para a proteção e segurança dos empregados na cozinha deve ser instalada uma coifa em cima dos fogões, e quanto ao GLP, os botijões utilizados e os reservas devem ser instalados fora do ambiente de utilização, em área permanentemente ventilada e com uma proteção tipo gaiola. A5.7.5 ALIMENTAÇÃO FARTA E SAUDÁVEL E EM CONDIÇÕES DE HIGIENE NAS FRENTES DE TRABALHO A fazenda que fornece refeições nas frentes de trabalho deve adquirir um refeitório móvel, com boas condições de higiene e conforto, capacidade para atender a todos os trabalhadores, água limpa para higienização, mesas com tampos lisos e laváveis, assentos em número suficiente, água potável fresca e servida em condições higiênicas e depósitos de lixo com tampas. Nas frentes de trabalho, as refeições devem ser levadas em recipientes ou caixas térmicas para que sejam consumidas ainda quentes e em boas condições higiênicas, independentemente do número de trabalhadores.

20 Página A.1t Devem também ser disponibilizadas nas frentes de trabalho, instalações sanitárias químicas ou fosse seca. A DISPONIBILIZAR ÁGUA POTÁVEL FRESCA E EM ABUNDÂNCIA FORNECER COPOS DESCARTÁVEIS É PROIBIDO O USO DE COPO COLETIVO. O empregador rural deve disponibilizar, em condições higiênicas, água potável e fresca e em quantidade suficiente em todos os locais de trabalho, com copos individuais. É proibido o uso de copos coletivos. Nas frentes de trabalho, distantes do abrigo e refeitório, deverão ser fornecidas garrafas térmicas individuais. O fornecimento de água não potável caracteriza trabalho sob condições degradantes e indignas. Copos individuais Garrafas Térmicas

21 Página A.1u A5.8 - TRANSPORTE DE TRABALHADORES - NR O veículo de transporte coletivo de passageiros deve observar os seguintes requisitos: a) Possuir autorização emitida pela autoridade de trânsito competente; b) Transportar todos os passageiros sentados; c) Ser conduzido por motorista habilitado e devidamente identificado; d) Possuir compartimento resistente e fixo, separado dos passageiros, para a guarda e transporte das ferramentas e materiais diversos. O transporte de trabalhadores em veículos adaptados somente ocorrerá em situações excepcionais, mediante autorização prévia da autoridade competente em matéria de trânsito, devendo o veículo apresentar as seguintes condições mínimas de segurança: a) Escada para acesso, com corrimão, posicionada em local de fácil visualização pelo motorista; b) Carroceria com cobertura barras de apoio para as mãos, proteção lateral rígida, com dois metros e dez centímetros de altura livre, de material de boa qualidade e resistência estrutural que evite o esmagamento e a projeção de pessoas em caso de acidente com o veículo; c) Cabina e carroceria com sistemas de ventilação, garantida a comunicação entre o motorista e os passageiros; d) Assentos revestidos de espuma, com encosto e cinto de segurança; É totalmente proibido o transporte de passageiros em pé e em carretas, reboques, tratores, equipamentos ou quaisquer outros veículos, mesmo em percurso interno da fazenda. O maior índice de acidentes fatais no trabalho rural ocorre no transporte dos trabalhadores.

22 Página A.1v A5.9 - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - NR Todas as partes das instalações elétricas devem ser projetadas, executadas e mantidas de modo que seja possível prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico e outros tipos de acidentes e seus componentes protegidos por material isolante. Toda instalação ou peça condutora que esteja em local acessível a contatos e que não faça parte dos circuitos elétricos deve ser aterrada e as instalações elétricas que estejam em contato com a água devem ser blindadas, estanques e aterradas. As ferramentas utilizadas em trabalhos em redes energizadas devem ser isoladas. As edificações devem ser protegidas contra descargas elétricas atmosféricas mediante a instalação de pára-raios. Os componentes das instalações elétricas devem ser protegidos por material isolante. SOMOS EMPREENDEDORES COM RESPONSABILIDADE SOCIAL PRODUZIMOS COM SUSTENTABILIDADE ECONOMICA, SOCIAL E AMBIENTAL

Agrotóxicos Adjuvantes e Produtos Afins. Autor: Douglas Fernando Ferrari Auditor em Saúde e Segurança do Trabalho IAS/ABNT.

Agrotóxicos Adjuvantes e Produtos Afins. Autor: Douglas Fernando Ferrari Auditor em Saúde e Segurança do Trabalho IAS/ABNT. Agrotóxicos Adjuvantes e Produtos Afins Autor: Douglas Fernando Ferrari Auditor em Saúde e Segurança do Trabalho IAS/ABNT. AGROTÓXICOS DEFINIÇÃO: Agrotóxicos são produtos químicos utilizados para combater

Leia mais

18.4. Áreas de vivência

18.4. Áreas de vivência 18.4. Áreas de vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; (118.015-0 / I4) b) vestiário; (118.016-9 / I4) c) alojamento; (118.017-7 / I4) d) local de refeições;

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 18.4 Áreas de Vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d)

Leia mais

NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2)

NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2) NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2) Resumo da NR 18 para áreas de vivência 18.1. Objetivo e campo de aplicação. 18.1.1. Esta Norma Regulamentadora NR

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA.

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. O presente trabalho é resultado de um consenso estabelecido

Leia mais

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO 24.1 Instalações Sanitárias 24.1.1 Todo estabelecimento deve ser dotado de instalações sanitárias, constituídas por vasos sanitários,

Leia mais

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ÁREA DE ABASTECIMENTO E ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL 6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ambiente e seu manuseio e armazenagem também apresentam considerável grau

Leia mais

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno PPRA MANUAL PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO FORMULÁRIO PARA RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Esse Formulário deve ser aplicado

Leia mais

NRR 5 - Produtos Químicos

NRR 5 - Produtos Químicos NRR 5 - Produtos Químicos 5.1. Esta Norma trata dos seguintes produtos químicos utilizados no trabalho rural: agrotóxicos e afins, fertilizantes e corretivos. 5.1.1. Entende-se por agrotóxicos as substâncias

Leia mais

NR-24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR-24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR-24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO Órgão Responsável pelo Estabelecimento Endereço CNAE Inspetor (es) DADOS DA INSPEÇÃO Estabelecimento Contato Numero de Servidores Referências

Leia mais

ENGENHARIA DE SEGURANÇA

ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA DE SEGURANÇA P R O F ª K A R E N W R O B E L S T R A

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS I IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome: Endereço: AP: Nome Fantasia: Inscrição Municipal: Nº do Processo: CNPJ: Tipo de Serviço: ( ) Municipal ( ) Filantrópico ( ) Conveniado SUS RJ ( ) Privado ( ) Estadual

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO. PORTARIA N.º 320 DE 23 DE MAIO DE 2012 (D.O.U. de 24/05/2012 - Seção 1 - pág.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO. PORTARIA N.º 320 DE 23 DE MAIO DE 2012 (D.O.U. de 24/05/2012 - Seção 1 - pág. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA N.º 320 DE 23 DE MAIO DE 2012 (D.O.U. de 24/05/2012 - Seção 1 - pág. 63) Submete a Consulta Pública a proposta de alteração

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA Anexo I da NR-14 (Condições Sanitárias e de Conforto Aplicáveis a Trabalhadores do Transporte Rodoviário em Atividade Externa)

CONSULTA PÚBLICA Anexo I da NR-14 (Condições Sanitárias e de Conforto Aplicáveis a Trabalhadores do Transporte Rodoviário em Atividade Externa) MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para criação do Anexo I (Condições Sanitárias e de Conforto

Leia mais

O que é Canteiro de Obras?

O que é Canteiro de Obras? O que é Canteiro de Obras? Sistema complexo, com muitos riscos associados Análise prévia e criteriosa de sua implantação Qualidade Produtividade Segurança Cartão de visita da obra!!! O que é Canteiro

Leia mais

PROJETOS DE UNIDADES DE ARMAZENAGEM, DISTRIBUIÇÃO E PROCESSAMENTO DE PRAGUICIDAS

PROJETOS DE UNIDADES DE ARMAZENAGEM, DISTRIBUIÇÃO E PROCESSAMENTO DE PRAGUICIDAS PROJETOS DE UNIDADES DE ARMAZENAGEM, DISTRIBUIÇÃO E PROCESSAMENTO DE PRAGUICIDAS FUNASA DIRETRIZES Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Saúde José Gomes Temporão Presidente da

Leia mais

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Introdução Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de esgotos, especialmente

Leia mais

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9)

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) 10.1. Esta Norma Regulamentadora - NR fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações

Leia mais

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 Estabelece condições mínimas de segurança das instalações de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE COMBUSTÍVEIS,

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E RESÍDUOS 2 DESCRIÇÃO O trabalho preventivo no armazenamento de produtos perigosos, visa não só a protecção

Leia mais

O objetivo desta cartilha é orientar o produtor rural quanto à legislação e cuidados que devem ser respeitados para as construções rurais.

O objetivo desta cartilha é orientar o produtor rural quanto à legislação e cuidados que devem ser respeitados para as construções rurais. Construções Rurais Sumário 1. Introdução...4 2. Legislações...5 3. Estruturas básicas da fazenda...6 3.1 Visão geral da propriedade...6 3.2. Principais distâncias das construções na propriedade...8 3.3.

Leia mais

FUNASA ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA. Diretrizes para projetos de unidades de armazenagem, distribuição e processamento de praguicidas

FUNASA ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA. Diretrizes para projetos de unidades de armazenagem, distribuição e processamento de praguicidas FUNASA ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA Diretrizes para projetos de unidades de armazenagem, distribuição e processamento de praguicidas Presidente da República Fernando Henrique Cardoso Ministro da Saúde Barjas

Leia mais

ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS

ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS ARMAZENAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS 2011 Índice 1. Sinalização... 3 2. Organização do Armazém... 3 3. Estabelecer um esquema de armazenamento para:... 4 4. Manter em local visível... 6 5. Deveres do Responsável

Leia mais

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome comercial do Produto: Nome da Empresa: Rebrilhar Resinas e Vernizes Ltda. Endereço: Rua Luiz de Moraes Rego, nº. 505 Jardim do Bosque Leme/SP Telefones: 19-35186900

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - C I S P O A - NORMAS TÉCNICAS

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ PRODUTO: BATERIA MOURA 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Nome da Empresa: Endereço: Bateria Moura Acumuladores Moura

Leia mais

PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS

PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS Serviço Agro-Silvo-Pastoril SEASP/DECONT OUTUBRO/2003 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Objetivo

Leia mais

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estas exigências definem os deveres e as responsabilidades da CONTRATADA e estabelecem as orientações, requisitos

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA GRANJAS AVÍCOLAS:

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA GRANJAS AVÍCOLAS: Sant Ana do Livramento-RS Cidade Símbolo de Integração Brasileira com os Países do Mercosul" Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária, Abastecimento- SMAPA- SIM- Serviço de Inspeção Municipal NORMAS

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS UFPR Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saude Comunitária ABASTECIMENTO DE ÁGUA Profª. Eliane Carneiro Gomes Departamento de Saúde Comunitária

Leia mais

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos;

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos; Os 32 itens da NR-32 a serem trabalhados nesta primeira etapa do projeto 32 para implantação nos estabelecimentos de saúde até 2009 foram selecionados e estudados pela diretoria do Sinsaúde por serem os

Leia mais

- Aplicação Terrestre segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos em zonas urbanas, zonas de lazer e vias de comunicação

- Aplicação Terrestre segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos em zonas urbanas, zonas de lazer e vias de comunicação Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos - Aplicação Terrestre segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos em zonas urbanas, zonas de lazer e vias de comunicação Maria Paula Mourão

Leia mais

SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL. Indústria da Panificação

SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL. Indústria da Panificação SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Indústria da Panificação PROGRAMAÇÃO: Palestra Segurança Geral - SESI - Segurança do Trabalho; - Riscos Ambientais e Acidentes do Trabalho; - PPRA/PCMSO; - Normas regulamentadoras;

Leia mais

http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/05/mtb/20.htm

http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/05/mtb/20.htm Page 1 of 5 20.1 Líquidos combustíveis. NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis (120.000-3) 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica definido "líquido combustível" como todo aquele

Leia mais

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência.

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência. FISPQ- AMACIANTE MAIS Autorização ANVISA 3.03.374-7 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Amaciante Mais Tradicional Marca: Mais Código Interno do Produto: 06.01 Técnico Químico Responsável:

Leia mais

Numa fossa séptica não ocorre a decomposição aeróbia e somente ocorre a decomposição anaeróbia devido a ausência quase total de oxigênio.

Numa fossa séptica não ocorre a decomposição aeróbia e somente ocorre a decomposição anaeróbia devido a ausência quase total de oxigênio. As fossas sépticas são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação físico-química da matéria sólida contida no esgoto. É uma maneira simples e

Leia mais

DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE. DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE ÀS VIAS PÚBLICAS Acima de 250 até 1.

DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE. DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE ÀS VIAS PÚBLICAS Acima de 250 até 1. NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis (120.000-3) 20.1 Líquidos combustíveis. 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica definido "líquido combustível" como todo aquele que possua ponto

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA A participação da Comunidade é fundamental Na preservação do Meio Ambiente COMPANHIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL DO DISTRITO FEDERAL ASSESSORIA

Leia mais

PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE AGROTÓXICOS

PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE AGROTÓXICOS Mai/2011 PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE AGROTÓXICOS Divisão Agrossilvipastoril Serviço de Licenciamento e Controle de Agrotóxicos DASP/SELCA SUMÁRIO 1

Leia mais

TÍTULO DA APRESENTAÇÃO 11 de fevereiro de 2013. Saúde e Segurança na agricultura

TÍTULO DA APRESENTAÇÃO 11 de fevereiro de 2013. Saúde e Segurança na agricultura TÍTULO DA APRESENTAÇÃO Saúde e Segurança na agricultura TÍTULO DA APRESENTAÇÃO TÍTULO DA APRESENTAÇÃO DEVERES GERAIS DO EMPREGADOR DEVERES GERAIS DO TÍTULO EMPREGADOR DA APRESENTAÇÃO Admissão de trabalhadores

Leia mais

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS COMBATE AO FOGO CLASSES DE FOGO. SENAI - Carlos Eduardo do Vale Melo NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR- PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO NR - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS A proteção contra incêndios é uma das Normas Regulamentadoras que disciplina sobre as regras complementares de segurança e saúde no trabalho

Leia mais

Norma Regulamentadora 20 - NR 20

Norma Regulamentadora 20 - NR 20 Norma Regulamentadora 20 - NR 20 Líquidos combustíveis e inflamáveis 20.1. Líquidos combustíveis. 20.1.1. Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica definido "líquido combustível" como todo aquele

Leia mais

Pode causar dores abdominais e irritação gástrica. Por não ser um produto totalmente bio-degradável, pode afetar o ecosistema.

Pode causar dores abdominais e irritação gástrica. Por não ser um produto totalmente bio-degradável, pode afetar o ecosistema. 1 Identificação do produto e da empresa Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ FISPQ nº 012 Página 1 / 5 Data da última revisão 17/072008 Nome do produto: Acrilpen Código interno

Leia mais

1. Canteiro de Obra Cajazeiras 02

1. Canteiro de Obra Cajazeiras 02 1. Canteiro de Obra Cajazeiras 02 A cidade de Cajazeiras, localizada no estado da Paraíba (PB), é um dos municípios no qual dispõe de boa estrutura para implantação de um dos três canteiros de obras que

Leia mais

NR - 18 - APLICADA EM CANTEIROS DE OBRAS

NR - 18 - APLICADA EM CANTEIROS DE OBRAS NR - 18 - APLICADA EM CANTEIROS DE OBRAS ELVIO LUIZ LORIERI DIR. CANTEIRO DE OBRAS DA ALEC. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS WWW.ALEC.ORG.BR PARA IMPLANTAÇÃO DE UM CANTEIRO DE OBRA, DEVEMOS

Leia mais

Informa INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DO SISTEMA SEPARADOR DE AREIA E ÓLEO A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É FUNDAMENTAL NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

Informa INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DO SISTEMA SEPARADOR DE AREIA E ÓLEO A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É FUNDAMENTAL NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Informa INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DO SISTEMA SEPARADOR DE AREIA E ÓLEO A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É FUNDAMENTAL NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Introdução A coleta e o tratamento de esgotos contribuem

Leia mais

Comando do Corpo de Bombeiros. Prevenção de Incêndios (Novo CSCIP) Mód 6 Central e Armazenamento de GLP Asp. Of. BM Ericka Ramos

Comando do Corpo de Bombeiros. Prevenção de Incêndios (Novo CSCIP) Mód 6 Central e Armazenamento de GLP Asp. Of. BM Ericka Ramos Comando do Corpo de Bombeiros Prevenção de Incêndios (Novo CSCIP) Mód 6 Central e Armazenamento de GLP Asp. Of. BM Ericka Ramos Central e Armazenamento de GLP Introdução Central de GLP Conceitos e Aplicações

Leia mais

TABELA A DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE

TABELA A DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 20.1 Líquidos combustíveis. 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica

Leia mais

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA JUNTO A DGST REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ANÁLISE E VISTORIA DOS SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Objetivo

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras Introdução Sistema de produção Em muitos casos de obras de construção e montagem o canteiro de obras pode ser comparado a uma fábrica

Leia mais

Arranjo Unidades Físico Típicas de Indústria. Unidades de Produção e Instalações Auxiliares

Arranjo Unidades Físico Típicas de Indústria. Unidades de Produção e Instalações Auxiliares O cina de Manutenção A localização deve obedecer os seguintes princípios: - Proximidade das unidades de maior concentração de equipamentos e das instalações sujeitas a manutenção mais freqüente; - Proximidade

Leia mais

Nota Técnica. Requisitos Gerais para a armazenagem de óleos usados:

Nota Técnica. Requisitos Gerais para a armazenagem de óleos usados: Nota Técnica ARMAZENAGEM DE ÓLEOS USADOS Para efeitos do presente documento, considera-se a definição de óleos usados constante na alínea b) do artigo 2.º do Decreto-lei n.º 153/2003. Define-se reservatório

Leia mais

NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho Publicação ATUAL PROPOSTA COMENTÁRIOS

NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho Publicação ATUAL PROPOSTA COMENTÁRIOS NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho Publicação ATUAL PROPOSTA COMENTÁRIOS 1. Instalações Sanitárias 2. Vestiários 3. Refeitórios 4. Cozinhas 5. Alojamento 6. Condições de

Leia mais

Caixa Múltipla de Esgoto CAIXA DE GORDURA, CAIXA DE INSPEÇÃO E COMPLEMENTOS

Caixa Múltipla de Esgoto CAIXA DE GORDURA, CAIXA DE INSPEÇÃO E COMPLEMENTOS Caixa Múltipla de Esgoto CAIXA DE GORDURA, CAIXA DE INSPEÇÃO E COMPLEMENTOS Localização no Website Tigre: Obra Predial Esgoto CAIXA MÚLTIPLA ESGOTO Função: A linha Caixa Múltipla Esgoto completa a solução

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA DATA DA ÚLTIMA REVISÃO: 09/08/2013 1/7 FISPQ NRº. 022 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA. - Nome do Produto: Ortotolidina - Solução - Nome Comercial: Solução

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA - Lei Federal 6.360/76 e Decreto Estadual (DE) 23.430 de 24/10/1974 (http://www.al.rs.gov.br/legis/);

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80

RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80 RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80 Dispõe sobre os procedimentos de licenciamento ambiental de estabelecimentos destinados

Leia mais

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO 24.1 Instalações sanitárias 24.1.1 Denomina-se, para fins de aplicação da presente NR, a expressão: a) aparelho sanitário: o equipamento

Leia mais

NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78

NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 24.1 Instalações sanitárias. NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho 24.1.1 Denomina-se, para fins de aplicação da presente NR, a expressão: Publicação D.O.U. Portaria GM n.º

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA Março/2012 Gerência ESTRUTURA GELSAR 1 Gerente SERURB SERVIÇO DE RESÍDUOS URBANOS 1 Chefe de Serviço, 5 analistas

Leia mais

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI Equipamento De Proteção Individual - EPI Definição: EPI é todo dispositivo de uso individual, destinado a proteger a integridade física do trabalhador. EPI (s)

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º 5103 / 2014-DL Identificador de Documento 647141 Folha 1/4 LO N.º 5103 / 2014-DL A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e

Leia mais

FISPQ nº 176 Página 1 / 5 Data da última revisão 02/02/2009. Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ

FISPQ nº 176 Página 1 / 5 Data da última revisão 02/02/2009. Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ 1 Identificação do produto e da empresa Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ FISPQ nº 176 Página 1 / 5 Data da última revisão 02/02/2009 Nome do produto: Craquelex Color (Verniz

Leia mais

NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho (124.000-5)

NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho (124.000-5) NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho (124.000-5) 24.1. Instalações sanitárias. 24.1.1. Denomina-se, para fins de aplicação da presente NR, a expressão: a) aparelho sanitário:

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESGOTO SANITÁRIO 1 Conjunto de tubulações, conexões e

Leia mais

b) gabinete sanitário: também denominado de latrina, retrete, patente, cafoto, sentina, privada, WC, o local destinado a fins higiênicos e dejeções;

b) gabinete sanitário: também denominado de latrina, retrete, patente, cafoto, sentina, privada, WC, o local destinado a fins higiênicos e dejeções; 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho (124.000-5) 24.1. Instalações sanitárias. 24.1.1. Denomina-se, para fins de aplicação da presente NR, a expressão: a) aparelho sanitário:

Leia mais

II- CUIDADOS NA AQUISIÇÃO, TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO E DESCARTE DE EMBALAGENS

II- CUIDADOS NA AQUISIÇÃO, TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO E DESCARTE DE EMBALAGENS II- CUIDADOS NA AQUISIÇÃO, TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO E DESCARTE DE EMBALAGENS Exposição: Fatores que minimizam o risco. Cuidados com Aquisição. Transporte. Armazenamento. Máquinas e equipamentos em bom

Leia mais

Minuta NR 24 Versão final da Bancada de Governo

Minuta NR 24 Versão final da Bancada de Governo Legenda: *(asterisco): Para revisão Azul: aprovado Controle de alterações na lateral São feitas as observações de propostas das bancadas após o texto de cada item. Propostas não registradas neste arquivo

Leia mais

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO Cassius Marcellus Zomignani Departamento Sindical - DESIN NORMA REGULAMENTADORA 24 A Norma Regulamentadora 24 do Ministério do Trabalho e

Leia mais

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas. Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.es/insht/ INTRODUÇÃO Os incêndios e explosões, ainda que representem uma porcentagem

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. ph (Solução 0,2%) Aproximadamente 2,00. Ponto de Ebulição 110ºC Densidade 1,150 ( 20ºC ) Completamente solúvel em água.

RELATÓRIO TÉCNICO. ph (Solução 0,2%) Aproximadamente 2,00. Ponto de Ebulição 110ºC Densidade 1,150 ( 20ºC ) Completamente solúvel em água. RELATÓRIO TÉCNICO I - DADOS GERAIS: Nome do Produto: ÁCIDO MURIÁTICO Composição: Água e Ácido Clorídrico Estado Físico: Líquido Cuidados para conservação: Conservar o produto na embalagem original. Proteger

Leia mais

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo - Figuras, separações e afastamentos entre equipamentos e edificações. 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos

Leia mais

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Curso de Auto-aprendizagem PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Descontaminação de equipamentos Químico Agnaldo R. de Vasconcellos CETESB DEFINIÇÃO CONTAMINAÇÃO: contato

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Ag-Bem 1012 VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA, E CONSERVE-OS EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS

Leia mais

Anexo 3 - Questionário específico - construção

Anexo 3 - Questionário específico - construção Anexo 3 - Questionário específico - construção 85 Empresa: Morada: Localidade: Cód. Postal: Distrito: Telefone: NIF: Código de CAE-Rev. 2/92: Actividade principal da empresa: Categoria da Actividade: Número

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 Correlação: Revoga a Resolução CONAMA nº 334/2003 Dispõe sobre os requisitos

Leia mais

MANTA POLIMÉRICA é um impermeabilizante flexível a base de cimentos especiais modificados com polímeros acrílicos de excelente qualidade.

MANTA POLIMÉRICA é um impermeabilizante flexível a base de cimentos especiais modificados com polímeros acrílicos de excelente qualidade. Data da última revisão: 03/2011 DEFINIÇÃO MANTA POLIMÉRICA é um impermeabilizante flexível a base de cimentos especiais modificados com polímeros acrílicos de excelente qualidade. MANTA POLIMÉRICA é fácil

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Vidros Worker

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Vidros Worker Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Vidros Worker 1. IDENTIFICAÇÃO Nome do Produto: Limpa Vidros Worker. Aplicação: Limpeza de Vidros e Acrílicos Fabricante: Ivan P. Ramos Produtos

Leia mais

LEI Nº 5628/99 O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 5628/99 O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 5628/99 Altera disposições da Lei nº 3.377, de 23 de julho de 1984, referentes à implantação de postos de revenda de Gás Liquefeito de Petróleo GLP e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES.

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

INDUFIX FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

INDUFIX FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Indufix Código interno: 2000 Empresa: Indutil Indústria de Tintas Ltda. e-mail: indutil@indutil.com.br

Leia mais

UNIDADES DE SAÚDE com SAÚDE INFANTIL

UNIDADES DE SAÚDE com SAÚDE INFANTIL UCF CRIANÇA e ADOLESCENTE UNIDADES DE SAÚDE com SAÚDE INFANTIL Identificação do Estabelecimento Data: / / Designação: Morada: Freguesia: Concelho: Telefone: Fax: Correio Electrónico: Director / Coordenador

Leia mais

Estaleiros de Equipamentos e Obras

Estaleiros de Equipamentos e Obras isep Engenharia Civil Estaleiros de Equipamentos e Obras [EEQO] Organização do Estaleiro de uma Obra de Construção Civil Eduardo Azevedo, nº 980019 Estaleiros de Equipamentos e Obras Organização do Estaleiro

Leia mais

Equipamento de Proteção Individual

Equipamento de Proteção Individual Equipamento de Proteção Individual NR 6 Equipamento de Proteção Individual De acordo com a NR-6 da Portaria nº 3214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, considera-se Equipamento

Leia mais

EXTRUTOP FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 017 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

EXTRUTOP FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 017 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FISPQ 017 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Extrutop Código interno: AGM215 e AGM216 Empresa: Indutil Indústria de Tintas Ltda. e-mail: indutil@indutil.com.br

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS ANEXO XXV AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 25 MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece as medidas de segurança

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente. Histórico de Alterações

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente. Histórico de Alterações Histórico de Alterações Nº de Revisão Data de Revisão Alteração Efetuada 1-Foi alterado o texto do item 2, onde foram suprimidas as referências anteriores e referenciada a PGR-4.3.2 e várias PGR s. 2-No

Leia mais

IVAN P RAMOS PRODUTOS QUÍMICOS

IVAN P RAMOS PRODUTOS QUÍMICOS Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Carpetes Worker 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Limpa Carpetes Worker Aplicação: Limpador de carpetes e tapetes

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS DATA DE APROVAÇÃO: 31/08/2012 Página 1 de 5 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Fabricado por Endereço Vedapac Laje Preto Lwart Química Telefone (14) 3269-5060 Fax (14) 3269-5003 email

Leia mais

GUIA ORIENTATIVO ÁREAS DE VIVÊNCIA

GUIA ORIENTATIVO ÁREAS DE VIVÊNCIA GUIA ORIENTATIVO ÁREAS DE VIVÊNCIA GUIA PARA IMPLANTAÇÃO DE ÁREAS DE VIVÊNCIA NOS CANTEIROS DE OBRA GUIA ÁREAS DE VIVÊNCIA 1 2 GUIA ORIENTATIVO ÁREAS DE VIVÊNCIA GUIA PARA IMPLANTAÇÃO DE ÁREAS DE VIVÊNCIA

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe.

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe. Página 1 de 7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Código interno Aparelho / Refil NO AR LAVANDA (Provence) 9047 / 9051 NO AR AMOR DE MÃE (Lembranças) 9049 / 9053 NO AR JARDIM E POMAR 9046 / 9050

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Característico, irritante ph ( Puro ) 0,45 0,65 Densidade 0,980 1,040 ( 25ºC )

RELATÓRIO TÉCNICO. Característico, irritante ph ( Puro ) 0,45 0,65 Densidade 0,980 1,040 ( 25ºC ) Elaboração: 03/12 Revisão: 0-03/12 RELATÓRIO TÉCNICO I - DADOS GERAIS: Nome do Produto: LIMPA BAÚ Sinônimo: Detergente Ácido Composição: Linear Alquil Benzeno Sulfonado, Ácido Clorídrico, Ácido Cítrico,

Leia mais

Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro.

Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro. Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro. INTRODUÇÃO Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de

Leia mais

Distribuição e Venda de Produtos Fitofarmacêuticos

Distribuição e Venda de Produtos Fitofarmacêuticos IMPLEMENTAÇÂO DO DECRETO LEI 173/2005 Distribuição e Venda de Produtos Fitofarmacêuticos Algumas orientações para a construção e beneficiação das instalações bem como para o armazenamento de produtos fitofarmacêuticos

Leia mais

NPT 033 COBERTURA DE SAPÉ, PIAÇAVA E SIMILARES

NPT 033 COBERTURA DE SAPÉ, PIAÇAVA E SIMILARES Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 033 Cobertura de sapé, piaçava e similares CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS DATA DE APROVAÇÃO: 22/11/2011 Página 1 de 6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto LW 55 - Primer Nome da empresa Lwart Química Ltda. Endereço Rodovia Marechal Rondon, Km 303,5, Lençóis

Leia mais

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Cozinha Industrial Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Serviços de alimentação Este tipo de trabalho aparenta não ter riscos, mas não é bem assim, veja alguns exemplos: Cortes

Leia mais

PORTARIA 83/2000 NORMA TÉCNICA SLU/PBH Nº 002/2000

PORTARIA 83/2000 NORMA TÉCNICA SLU/PBH Nº 002/2000 PORTARIA 83/2000 NORMA TÉCNICA SLU/PBH Nº 002/2000 Aprova Norma Técnica que estabelece as características de localização, construtivas e os procedimentos para uso do abrigo externo de armazenamento de

Leia mais