Formação sobre Normalização para Comissões Técnicas. Modulo 3 As Entidades Nacionais de Normalização. Unidade 3 A Comissão Técnica (CT)

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Formação sobre Normalização para Comissões Técnicas. Modulo 3 As Entidades Nacionais de Normalização. Unidade 3 A Comissão Técnica (CT)"

Transcrição

1 Formação sobre Normalização para Comissões Técnicas Modulo 3 As Entidades Nacionais de Normalização Unidade 3 A Comissão Técnica (CT)

2 Objetivos do módulo 1. Saber identificar as principais atribuições da Comissão Técnica (CT) 2. Saber qual deve ser a composição da CT de modo a garantir uma representatividade abrangente e assegurar que o trabalho da CT traduz o consenso nacional 3. Conhecer a tipologia e as atribuições de membros de 4. Saber quais são os procedimentos a ter em conta na elaboração do Programa de Normalização da CT e qual a sua relação com o Plano de Normalização 5. Saber identificar que aspetos a CT deve prever nas suas regras de funcionamento 6. Conhecer os requisitos do processo de credenciação de delegados e nomeação de peritos 7. Saber como se desativa uma CT 2

3 1 As atribuições da Comissão Técnica 3

4 1. As atribuições da Comissão Técnica (RPNP 030/2010) Termos Membro da CT Vogais votantes Vogais não votantes Filiado Programa de Normalização Plano de Normalização Consenso Definições Todas as as pessoas que integram a CT, independentemente da função (vogais votantes, vogais não votantes, presidente, secretário, filiado) Membro da CT com direito a voto, que representam uma entidade ou são técnicos individuais com competência reconhecida Membros da CT que não tem direito a voto, devido às funções que exercem ou que fazem parte de um grupo que representa uma mesma entidade Representante de uma entidade oficial ou privada, convidada para colaborar numa ligação técnica, sem direito a voto Conjunto de intenções, proposto pela CT, de elaboração de documentos normativos portugueses Documento elaborado pelo ONN, com base nos programas de normalização propostos pelas CT ou ONS quando não exista CT, cuja data prevista de conclusão dos documentos normativos seja a do ano em curso Procura permanente de acordos coletivos nas decisões, não obrigatoriamente unânime, mas por uma aceitação geral e sem firme oposição 4

5 A CT é um orgão técnico cujas atribuições são: 1. As atribuições da Comissão Técnica (RPNP 030/2010) Elaborar documentos normativos Dar parecer sobre questões inerentes à publicação e aplicação dos documentos normativos, bem como remeter informações ao organismo que coordena a CT, sempre que lhe for solicitado e dentro dos prazos estabelecidos, nomeadamente esclarecimentos sobre reclamações recebidas Participar na elaboração de documentos normativos das organizações europeias ou internacionais de normalização formular parecer sobre a documentação proveniente dos órgãos técnicos dessas organizações, nomeadamente sobre os projetos de normas europeus ou internacionais com vista à preparação do voto nacional Fazer-se representar por intermédio de membros por ela designados, nas reuniões dos órgãos técnicos dessas organizações europeias ou internacionais Elaborar relatório da reunião acima referida no prazo de 25 dias Pronunciar-se do ponto de vista técnico sobre projetos de diplomas legais ou outros documentos, que para o efeito Ihe sejam remetidos pelo organismo que a coordena Divulgar a sua atividade normativa e participar, sempre que solicitado, em ações de divulgação Elaborar o seu plano de atividades para o ano seguinte e o relatório de atividades do ano anterior Elaborar o programa de normalização ou alterações ao programa de normalização remetido anteriormente, atendendo aos regulamentos internos do CEN/CENELEC, nomeadamente o que concerne à figura de standstill Elaborar as suas próprias regras de funcionamento, as quais devem ser complementares às RPNP, nos aspetos em que estas se revelarem omissas Apreciar e decidir sobre a entrada de novos membros para a CT, de acordo com as RPNP e das regras de funcionamento da CT Manter atualizada a composição da CT e reavaliar, quando se justifique, a sua própria representatividade. Criar e desativar as suas próprias SC e GT. 5

6 2 Composição da Comissão Técnica 6

7 2. Composição da Comissão Técnica As Comissões Técnicas devem ter uma representatividade abrangente, de modo a que o resultado do seu trabalho possa traduzir um consenso nacional. Assim nela devem constar representantes de: Associações industriais; Associações de prestadores de serviços; Associações de comerciantes; Associações de importadores; Associações de utilizadores; Associações de profissionais; Entidades regulamentares (continua) 7

8 2. Composição da Comissão Técnica (continuação) Organismos da administração pública; Organizações representativas de interesses ambientais; Organizações sindicais; Organizações patronais; Organizações representativas dos interesses das PME; Instituições de ensino superior; Centros de investigação; Laboratórios de ensaio (se for conveniente); Empresas, se for considerado conveniente; Técnicos de reconhecida competência, a título individual sempre que for considerando conveniente. 8

9 3 Tipologia dos membros da Comissão Técnica e respetivas atribuições 9

10 3. Tipologia dos membros da CT e respetivas atribuições Presidente da CT O presidente é um vogal da CT que é eleito pelos respetivos vogais votantes. Cabe ao organismo que coordena a CT propor, de entre os vogais, um candidato a presidente. Secretário da CT O secretário da CT é nomeado pelo organismo que a coordena e não tem direito a voto. Presidente da SC O presidente da SC é eleito na primeira reunião da SC, pelos vogais votantes que vão participar nos trabalhos da SC, devendo de imediato ser dado conhecimento da sua eleição ao organismo que coordena a CT. Secretário da SC O secretário da SC é um membro da SC que é nomeado pelo organismo que coordena a CT. Este poderá ser um vogal da SC ou um elemento externo. Neste último caso o secretário não tem direito a voto. Coordenador de GT O coordenador de GT é eleito pelos peritos que vão participar nos trabalhos do GT. 10

11 3. Tipologia dos membros da CT e respetivas atribuições Presidente da CT (Realçam-se as seguintes atribuições) Presidir às reuniões plenárias e ser porta-voz da CT Mediar as diferentes posições assumidas pelos membros na tentativa de obtenção do consenso Coordenar e dinamizar a atividade desenvolvida pela CT e estabelecer ligações com outras CT Presidir à primeira reunião de uma SC ou de um GT criado pela CT e assegurar uma gestão eficaz das SC e GT, articulando essa gestão com presidentes e coordenadores Providenciar para que sejam cumpridas todas as disposições referentes às atribuições da CT Zelar para que a CT mantenha a representatividade e a eficácia necessárias ao seu correto funcionamento Zelar pelo cumprimento dos prazos de produção de documentos normativos considerados no seu programa de normalização 11

12 3. Tipologia dos membros da CT e respetivas atribuições Presidente da SC As atribuições do Presidente da SC são muito semelhantes às do Presidente da CT. A SC reporta diretamente à CT, nas seguintes acções: enviar os projetos de documentos normativos nacionais para aprovação pela CT; enviar para a CT para aprovação, os pareceres sobre projetos de diplomas legais ou outros documentos, que Ihe tenham sido solicitados; remeter à CT no último trimestre do ano em curso o seu plano de atividades; apresentar à CT, durante o mês de Janeiro, o relatório de atividades do ano anterior; dar conhecimento à CT da entrada de novos membros para a SC; remeter à CT, no final do ano em curso a lista atualizada da sua composição. 12

13 3. Tipologia dos membros da CT e respetivas atribuições Secretário da CT Preparar as convocatórias para cada reunião da CT, devendo remeter as mesmas aos membros 15 dias antes da reunião, acompanhadas dos documentos necessários; Providenciar o fornecimento dos documentos necessários ao funcionamento da CT e todo o apoio logístico; Elaborar ata de cada reunião da CT, anotando em particular os pontos que possam ter sido objeto de grande controvérsia ou para os quais não tenha sido possível a obtenção do consenso, bem como as conclusões havidas; Preparar informações relativas à aprovação dos DN elaborados pela CT, assim como efetuar a compilação dos comentários recebidos aos documentos normativos em inquérito público ; Preparar, em colaboração com o presidente, e enviar ao organismo que coordena a CT, o relatório de atividades da CT e o plano de atividades para o ano seguinte, ou plurianual, e o programa de normalização. 13

14 4 O Programa de Normalização da Comissão Técnica e o Plano de Normalização Nacional 14

15 4. Programa de Normalização da CT e Plano de Normalização O programa de normalização da CT deverá ser elaborado, preferencialmente, no início de cada ano; Poderão ser introduzidas alterações ao programa de normalização, por proposta da própria CT, do organismo que a coordena, ou do ONN, sempre que o mesmo não se encontre de acordo com as diretrizes do ONN; O programa de normalização deve ter em conta os regulamentos internos do CEN/CENELEC, nomeadamente o que concerne à figura de standstill e exclusivamente para o setor eletrotécnico o procedimento de Vilamoura, 15

16 5 Regras de funcionamento da Comissão Técnica 16

17 5. Regras de funcionamento da CT Cada CT definirá a sua estrutura, que incluirá ou não SC e/ou GT e deve estabelecer as suas próprias regras de funcionamento. Nas regras de funcionamento da CT deverão estar previstos os seguintes aspetos: a) Todos os documentos produzidos pela CT/SC/GT deverão apresentar uma numeração sequencial precedida pela letra N (por exemplo N 046) b) Todas as reuniões da CT/SC/GT deverão possuir a seguinte documentação: Ordem de trabalhos Convocatória Lista de presenças Ata e respetiva lista de resoluções c) Resoluções por correspondência para tomada de decisões pela CT/SC, sempre que tal se entender como necessário e útil ao célere desenvolvimento do trabalho. Estas deverão apresentar uma numeração sequencial precedida pela letra C (por exemplo C 005). 17

18 5. Regras de funcionamento da CT Nas reuniões plenárias, em que se proceda à eleição do presidente da CT ou do presidente da SC, tem de estar presente a maioria dos vogais votantes da CT ou da SC respetivamente. Nas reuniões em que se proceda à eleição dos coordenadores dos GT, tem de estar presente a maioria dos peritos do GT. O mandato do presidente da CT, do presidente da SC e do coordenador do GT é de três anos, renovável. O apoio logístico ao funcionamento de cada CT ou da SC deve ser providenciado pelo organismo que a coordena. 18

19 5. Regras de funcionamento da CT A periodicidade das reuniões plenárias de cada CT depende da sua estrutura e plano de atividades mas deve ser realizada, pelo menos, uma reunião anual presencial. Poderão existir reuniões complementares onde sejam utilizadas plataformas de comunicação virtual. As SC e os GT reúnem geralmente com maior frequência. Cada vogal da CT ou da SC deve assegurar uma assiduidade considerada aceitável para o bom andamento dos trabalhos. A sua ausência deve ser sempre justificada, de preferência com a devida antecipação. Face à ausência de uma entidade em várias reuniões, deve a CT ou a SC analisar essa situação e auscultar formalmente a entidade em causa sobre o interesse em continuar a fazer parte da CT ou da SC. A ausência de resposta por parte da entidade inquirida, ou a repetição frequente da situação, constitui motivo para exclusão dessa entidade da CT ou SC. 19

20 5. Regras de funcionamento da CT Quando os vogais não puderem participar nas reuniões devem providenciar a indicação do seu substituto (vogal suplente), por forma a garantir a participação da entidade que representam. Sempre que a CT concorde, os vogais poderão, excecionalmente, fazer-se acompanhar de especialistas quando entenderem que a especificidade dos assuntos a tratar o justifica. Cada CT ou SC poderá solicitar, por intermédio do organismo que a coordena, a colaboração de outras entidades, oficiais ou privadas, ou de especialistas de reconhecida competência para assuntos relacionados com os respectivos planos de atividade. Nos casos em que a CT, SC ou GT entenda pertinente instituir formalmente a colaboração de outras entidades, oficiais ou privadas, o organismo que coordena a CT, SC ou GT pode atribuir a esta ligação técnica, o estatuto de filiado, sem direito de voto. Esta situação só deve ocorrer, nos casos em que houver necessidade efetiva de se recorrer a entidades externas. 20

21 6 Processo de credenciação de Delegados e de nomeação de Peritos 21

22 6. Credenciação de Delegados e nomeação de Peritos A credenciação de delegados e nomeação de peritos propostos pela CT ou SC, a efetuar pelo ONN, para a participação em reuniões plenárias ou no desenvolvimento de trabalho normativo de órgãos técnicos de organizações europeias ou internacionais de normalização, devem cumprir o estabelecido no seguinte Quadro: Requisitos Aplicável a: Delegados Peritos Representar condignamente o país X X Comportamento adequado aos interesses nacionais, nomeadamente quando veicula a posição nacional que X X lhe foi indicada pela CT ou SC Fluência em língua inglesa X X Apresentação de um relatório X Caso não sejam cumpridos os requisitos referidos, o ONN reserva-se o direito de não voltar a credenciar o delegado ou de retirar a nomeação ao perito em questão. 22

23 7 Processo de desativação de uma CT 23

24 7. Processo de desativação de uma CT As CT só poderão ser desativadas pelo ONN, por sua iniciativa ou por proposta do organismo responsável pela coordenação da CT, nas seguintes situações: a própria CT propõe e justifica a sua desativação; a CT não tem presidente nem secretário por um período superior a 1 ano; se verifique desvio, nítido e injustificado, dos trabalhos em relação aos objetivos e âmbito de atividade para que foi criada; por motivos de reorganização da normalização no sector em que se insere a CT; nos casos em que não sejam cumpridas as atribuições da CT. 24

25 Muito Obrigado/a!

26 Categoria Descritivo Intervenientes incluídos A Indústria e Comércio Fabricantes, produtores, projetistas, indústrias de serviços, e as empresas de distribuição, armazenagem e transporte; revendedores, seguradoras, bancos e instituições financeiras, empresas e associações comerciais. A1 PME O mesmo que A mas estando inseridas na definição de PME. B Administração Departamentos do governo, agências governamentais e todas as entidades que têm uma função regulamentar legalmente reconhecida. C Consumidores Organismos representantes dos consumidores, independentes de qualquer organização que cairia na categoria "indústria e comércio" ou peritos individuais contratados a partir de uma perspetiva do consumidor nacional. C1 Grupos sociais de consumidores Organizações que representam os interesses de grupos específicos de consumidores, por exemplo, crianças, idosos, etc. D Trabalho Sindicatos e federações de sindicatos e organismos similares cuja finalidade principal é o de promover ou salvaguardar os interesses coletivos dos trabalhadores no que diz respeito à sua relação com os seus empregadores. Isto não inclui associações profissionais 1). E Universidades e centros tecnológicos Universidades e outras entidades educacionais ou profissionais que lhes estão associados, associações profissionais 1), instituições de pesquisa. F Aplicação de normas Organismos de ensaio, certificação e acreditação; organizações principalmente dedicadas à promoção ou à avaliação do uso de normas 2). G G1 Organizações Não Governamentais (ONG) Organizações ambientais Organizações que funcionam normalmente com um fim caritativo, sem fins lucrativos e que têm um objetivo de interesse público relacionado com preocupações sociais ou ambientais. Esta categoria não inclui os partidos políticos ou outras entidades cujo principal objetivo é alcançar uma representação no governo ou em órgãos governamentais. Organizações que representam interesses ambientais gerais ou específicos. Notas: 1) As associações profissionais são consideradas como: associações de indivíduos que praticam, ou estão intimamente associados com a prática de determinadas competências profissionais específicas ou conjuntos de competências estreitamente relacionadas, e ter um fim, pelo menos em parte, para promover o desenvolvimento dessas competências e a compreensão das artes, ciências e tecnologias que lhe estão associadas. 2) 'Acreditação' refere-se à acreditação de organismos de certificação e ensaios.

27 CT Departamento de Normalização FORMULÁRIO DE CT CT Título Presidente: Secretário: Organismo que coordena a CT: Âmbito de actividade: 1. ESTRUTURA da CT: Designação da SC (ex: SC x Título ) Designação do GT (ex: SC x/gt y Título ) ( ) 2. ACOMPANHAMENTO da actividade normativa europeia e internacional pela: 2.1 CT TC europeu (CEN, CENELEC, ETSI) TC internacional (ISO, IEC) TC SC e/ou WG TC SC e/ou WG ( ) 2.2 Estrutura da CT Estrutura da CT TC europeu (CEN, CENELEC, ETSI) TC internacional (ISO, IEC) SC GT TC SC e/ou WG TC SC e/ou WG ( ) Mod-DNOR-02-01_03 Página 1 de 2

28 CT Departamento de Normalização 3. Composição da CT: Nome do membro Entidade Representada Data de entrada na CT Estatuto Categoria * ) Observações Presidente Secretário ( ) DATA RUBRICA DO PRESIDENTE DA CT / ELEMENTO DE LIGAÇÃO DO ONS / COORDENADOR DO OGCT (riscar o não aplicável) / / ) Categoria de intervenientes referidas nas RPNP- 030, secção 3.3 * Mod-DNOR-02-01_03 2/2

29 CT ONS / OGCT Departamento de Normalização PLANO DE ATIVIDADES Ano: CT: ONS / OGCT: Elemento de Ligação do ONS / Coordenador do OGCT: 1. ACOMPANHAMENTO da atividade normativa europeia e internacional: CT TC europeu (CEN, CENELEC, ETSI) TC internacional (ISO, IEC) ( ) 2. DOCUMENTOS NORMATIVOS a enviar ao IPQ: Referência do documento normativo CT Data de envio prevista 3. REUNIÕES previstas da CT: CT Número de reuniões previstas Data(s) prevista(s) ( ) 4. Participação em REUNIÕES europeias e internacionais: ( ) CT Número de participações previstas Europeu Internacional Observações ( ) 5. AÇÕES DE DIVULGAÇÃO da atividade normativa: Tipo de ação de divulgação Número de ações previstas Observações ( ) Mod-DNOR-02-02_02 1/2

30 CT ONS / OGCT Departamento de Normalização 6. OUTRAS AÇÕES a desenvolver: (ex.: procura de novas áreas de normalização, alteração à estrutura da CT, criação de plataforma, ) 7. OBSERVAÇÕES: DATA PRESIDENTE DA CT / ELEMENTO DE LIGAÇÃO DO ONS / COORDENADOR DO OGCT (riscar o não aplicável) / / Mod-DNOR-02-02_02 2/2

31 CT ONS / OGCT Departamento de Normalização RELATÓRIO DE ATIVIDADES Ano: CT: ONS / OGCT : Elemento de Ligação do ONS / Coordenador do OGCT: 1. ACOMPANHAMENTO da atividade normativa europeia e internacional: CT TC europeu (CEN, CENELEC, ETSI) TC internacional (ISO, IEC) ( ) 2. DOCUMENTOS NORMATIVOS enviados ao IPQ: Referência do documento normativo enviado ao IPQ Data de envio ( ) 3. REUNIÕES da CT realizadas: CT Número de reuniões realizadas Data(s) Observações ( ) 4. PARECERES/VOTOS europeus e internacionais: CT Número total de pareceres/votos Europeu Internacional Observações ( ) 5. REUNIÕES europeias e internacionais realizadas em Portugal: Europeia Identificação Internacional Local Data Observações ( ) Mod-DNOR-02-03_03 1/2

32 CT ONS / OGCT Departamento de Normalização 6. Participação em REUNIÕES europeias e internacionais: CT Número de participações Europeu Internacional Observações ( ) 7. AÇÕES DE DIVULGAÇÃO da atividade normativa: Tipo de ação de divulgação Número de ações realizadas Observações 8. OUTRAS AÇÕES desenvolvidas: (ex: ações normativas levadas a cabo pelo IPQ, procura de novas áreas de normalização, alteração à estrutura da CT, criação de plataforma, ) 9. OBSERVAÇÕES: DATA PRESIDENTE DA CT / ELEMENTO DE LIGAÇÃO DO ONS / COORDENADOR DO OGCT (riscar o não aplicável) ( ) / / Mod-DNOR-02-03_03 2/2

33 Departamento de Normalização RELATÓRIO DE REUNIÃO 1. ORGANIZAÇÃO europeia / internacional de normalização: 2. IDENTIFICAÇÃO da reunião (TC, SC, WG, BT/WG, BT/TF, + Título): 3. LOCAL e DATA da reunião:, / / 4. NOME DO(S) DELEGADO(S) que integram a representação nacional: (colocar o Chefe da delegação na primeira linha) Nome do delegado Entidade representada Observações 5. RELATÓRIO sucinto, contendo as posições assumidas pela Delegação Nacional e/ou resoluções relevantes para os interesses nacionais: ( ) 6. OBSERVAÇÕES: DATA CHEFE DA DELEGAÇÃO PORTUGUESA / / Mod-DNOR-02-04_02 1/1

34 Instituto Português da ualidade Comissão Técnica Portuguesa de Normalização CT 14 - Madeiras CT 14/N 137_12 Data Data Fonte Secretária da CT 14 Resolução por Correspondência nº 2/2012 Estado Projeto de Resolução por Correspondência Acção Para decisão Data limite Assunto Aprovação do anp EN 326-2_2012rev1 Resposta dos Vogais relativa à RC nº 2/2012 VOTO (colocar uma cruz no tipo de voto pretendido) SIM NÃO Sem comentários Com comentários Com comentários ABSTENÇÃO Nota: Todos os comentários devem ser enviados em template próprio anexo a esta Resolução Nome do Vogal: Data: Presidente: Eng Pedro Figueira Sonae Indústria P.C.D.M. - SA Lugar do Espido Via Norte Apartado Maia Tel: Fax: Telm.: Secretária: Eng. Maria João Venceslau IPQ Instituto Português da Qualidade Rua António Gião, CAPARICA Tel.: Fax: Assistente secretariado: Sra. D. Alexandra Isidoro Tel: Coordenação: 1

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA COMISSÃO TÉCNICA ELETROTÉCNICA CTE 79

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA COMISSÃO TÉCNICA ELETROTÉCNICA CTE 79 Artigo 1º Preâmbulo O presente documento estabelece as regras de funcionamento interno da Comissão Técnica Eletrotécnica 79 (CTE 79), respetivas Subcomissões (SC) e Grupos de Trabalho (GT), com base nos

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO TÉCNICA 80 GESTÃO DA QUALIDADE E GARANTIA DA QUALIDADE

REGULAMENTO DA COMISSÃO TÉCNICA 80 GESTÃO DA QUALIDADE E GARANTIA DA QUALIDADE Página 1 de 11 Artigo 1º Preâmbulo O presente documento estabelece as regras de funcionamento interno da Comissão Técnica sobre Gestão e Garantia da Qualidade (CT 80), respetivas subcomissões (SC) e grupos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO COMITÉ DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA INTERREG V A ESPANHA PORTUGAL (POCTEP) 2014-2020

REGULAMENTO INTERNO DO COMITÉ DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA INTERREG V A ESPANHA PORTUGAL (POCTEP) 2014-2020 Tradução Versão aprovada pelo CA 19/05/2016 REGULAMENTO INTERNO DO COMITÉ DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA INTERREG V A ESPANHA PORTUGAL (POCTEP) 2014-2020 O Regulamento (UE) nº 1303/2013 do Parlamento Europeu

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO Nº 17/2015 Regulamento Relativo ao Pessoal Docente Especialmente Contratado da Universidade de Évora

ORDEM DE SERVIÇO Nº 17/2015 Regulamento Relativo ao Pessoal Docente Especialmente Contratado da Universidade de Évora ORDEM DE SERVIÇO Nº 17/2015 Regulamento Relativo ao Pessoal Docente Especialmente Contratado da Universidade de Évora Considerando que cabe às instituições de ensino superior aprovar a regulamentação necessária

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

ESTATUTO 10 de setembro de 2014

ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTRUTURA ORGÂNICA A Escola Artística e Profissional Árvore é um estabelecimento privado de ensino, propriedade da Escola das Virtudes Cooperativa de Ensino Polivalente

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO ABRACO 00 de 0 OBJETIVO Esta norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Corrosão ABRACO para o funcionamento do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção.

Leia mais

Avaliação do Desempenho dos Médicos.

Avaliação do Desempenho dos Médicos. ORDEM DE SERVIÇO Nº. 24/13 De: 12.11.2013 ASSUNTO: Regulamento de Funcionamento do Conselho Coordenador de Avaliação do Desempenho dos Médicos. Vem o Conselho de Administração, por este meio, informar

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO MAIOR

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO MAIOR Município de Rio Maior CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO MAIOR Regimento Preâmbulo A Lei nº 159/99, de 14 de Setembro, estabelece na alínea b) do nº2, do seu artigo 19, a competência dos órgãos municipais

Leia mais

- REGIMENTO - CAPITULO I (Disposições gerais) Artigo 1.º (Normas reguladoras)

- REGIMENTO - CAPITULO I (Disposições gerais) Artigo 1.º (Normas reguladoras) - REGIMENTO - Considerando que, a Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais de educação; Considerando

Leia mais

CAPÍTULO I Rádio e Televisão de Portugal, S. A. Artigo 1º. Natureza, objecto e Estatutos

CAPÍTULO I Rádio e Televisão de Portugal, S. A. Artigo 1º. Natureza, objecto e Estatutos Lei n.º 8/2007, de 14 de Fevereiro, alterada pela Lei n.º 8/2011, de 11 de Abril, e Lei n.º 39/2014, de 9 de julho CAPÍTULO I Rádio e Televisão de Portugal, S. A. Artigo 1º Natureza, objecto e Estatutos

Leia mais

4912 Diário da República, 1.ª série N.º 168 30 de agosto de 2012

4912 Diário da República, 1.ª série N.º 168 30 de agosto de 2012 4912 Diário da República, 1.ª série N.º 168 30 de agosto de 2012 Cláusula 4.ª Competências reconhecidas à escola Com o presente contrato, o Ministério da Educação e Ciência reconhece à escola as seguintes

Leia mais

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO PAULA FRASSINETTI (CIPAF) REGULAMENTO

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO PAULA FRASSINETTI (CIPAF) REGULAMENTO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO PAULA FRASSINETTI (CIPAF) REGULAMENTO REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI - CIPAF PREÂMBULO Concebendo o conhecimento como fator fortemente potenciador do

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE AUDITORIA APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO 3 II OBJETO

Leia mais

Regimento. do Conselho Municipal de Educação. município, garantir o adequado ordenamento da rede educativa nacional e municipal;

Regimento. do Conselho Municipal de Educação. município, garantir o adequado ordenamento da rede educativa nacional e municipal; Regimento do Conselho Municipal de Educação Ao abrigo do artigo 8º do Decreto-Lei nº 7/2013, de 15 de janeiro, alterado pela Lei nº 41/2003, de 22 de agosto (objeto da Declaração de Retificação nº 13/2003,

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

Artigo 1.º. Âmbito e objeto

Artigo 1.º. Âmbito e objeto PROJETO DE REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA A SELEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO E SUA INTEGRAÇÃO NO ROTEIRO NACIONAL DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO DE INTERESSE ESTRATÉGICO Artigo 1.º

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:286241-2015:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:286241-2015:text:pt:html 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:286241-2015:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Estudo sobre o Certificado Sucessório Europeu eletrónico, os registos nacionais

Leia mais

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º (Denominação, constituição e duração) É constituída e reger-se-á pelos presentes Estatutos e pela Lei aplicável, uma Associação de âmbito nacional,

Leia mais

MANUAL DE CORPORATE GOVERNANCE Conselho Fiscal. Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5.

MANUAL DE CORPORATE GOVERNANCE Conselho Fiscal. Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5. ÍNDICE Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5. PODERES 4 6. FUNCIONAMENTO 5 7. REMUNERAÇÃO 5 8. ALTERAÇÕES AO PRESENTE MANUAL 6 SAG GEST SOLUÇÕES AUTOMÓVEL GLOBAIS,

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html 1/7 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html Grécia-Tessalónica: Desenvolvimento de tecnologias de informação e informações sobre o mercado

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 18/2014/CONEPE Aprova criação do Programa de Pós-Graduação em Administração

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

Proposta de Regulamento Interno do Conselho de Enfermagem Regional Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros

Proposta de Regulamento Interno do Conselho de Enfermagem Regional Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros Secção Regional do Sul Proposta de Regulamento Interno do Conselho de Enfermagem Regional Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros CAPÍTULO 1 - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1 - Objeto e Âmbito 1- O

Leia mais

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Preâmbulo Este regulamento tem o objetivo de harmonizar e regulamentar o procedimento e os critérios de realização

Leia mais

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S/A CNPJ/MF n.º 61.486.650/0001-83 NIRE n.º 35.300.172.507. Companhia Aberta

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S/A CNPJ/MF n.º 61.486.650/0001-83 NIRE n.º 35.300.172.507. Companhia Aberta DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S/A CNPJ/MF n.º 61.486.650/0001-83 NIRE n.º 35.300.172.507 Companhia Aberta ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 12 DE NOVEMBRO DE 2015 ANEXO I Política de Divulgação

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS URBANOS - NEURB CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS URBANOS - NEURB CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação do Concelho de Marvão. Preâmbulo

Regimento do Conselho Municipal de Educação do Concelho de Marvão. Preâmbulo Regimento do Conselho Municipal de Educação do Concelho de Marvão Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cinfães

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cinfães Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cinfães A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19º, nº. 2 alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Licenciamento

Leia mais

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem como objetivo

Leia mais

Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura

Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura 0 APROVADO POR: Conselho Técnico-Científico 20 10 2010 Data: / / 20 10 2010 Normas Regulamentares do Curso de Jornalismo Comunicação e Cultura 1. INTRODUÇÃO As presentes normas aplicam se aos cursos de

Leia mais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais QSP Informe Reservado Nº 42 Janeiro/2005 ISO/IEC 17050-1 Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais Tradução livre especialmente preparada para os Associados

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS AMBIENTAIS E DIREITO SANITÁRIO - NEPADIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS AMBIENTAIS E DIREITO SANITÁRIO - NEPADIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Texto Aprovado CONSEPE Nº 2005-10 - Data: 19/06/2005 PRÓ-REITORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS AMBIENTAIS E DIREITO SANITÁRIO - NEPADIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Artigo

Leia mais

ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. CAPÍTULO I. Natureza, denominação, duração, sede e objeto. Artigo 1.º. Natureza e denominação

ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. CAPÍTULO I. Natureza, denominação, duração, sede e objeto. Artigo 1.º. Natureza e denominação ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. CAPÍTULO I Natureza, denominação, duração, sede e objeto Artigo 1.º Natureza e denominação A sociedade tem a natureza de sociedade anónima de capitais

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO

REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO Instituto de Ciências Sociais REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO O Conselho do Instituto, em reunião de 21 de Julho de 2010 deliberou aprovar o presente regulamento de funcionamento. Capítulo I (Natureza

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO REGIMENTO INTERNO Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º O Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI/Campinas), criado pela Lei Municipal

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas pelas quais o Instituto de Gestão Financeira da Segurança

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2.

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2. Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449 Decreto-Lei n.º 160/2009 de 13 de Julho Com a aprovação de um novo Sistema de Normalização Contabilística, inspirado nas normas internacionais

Leia mais

Política de Seleção e Avaliação dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização e dos Titulares de Funções Essenciais

Política de Seleção e Avaliação dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização e dos Titulares de Funções Essenciais Política de Seleção e Avaliação dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização e dos Titulares de Funções Essenciais Proposta do Conselho de Administração aprovada pela Assembleia Geral em 15 de

Leia mais

Regimento. Conselho Municipal de Educação de Mira

Regimento. Conselho Municipal de Educação de Mira Regimento ÂMBITO A lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19º, nº 2, alínea b) a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos Locais de Educação. A Lei 169/99, de 18 de Setembro,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO I. DENOMINAÇÃO / SEDE

REGULAMENTO INTERNO I. DENOMINAÇÃO / SEDE I. DENOMINAÇÃO / SEDE Art.º 1.º A Instinto, Associação Protetora de Animais da Covilhã, é uma associação sem fins lucrativos, que se rege pelos Estatutos, pelo presente Regulamento Interno e demais disposições

Leia mais

SIADAP 3 Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Trabalhadores da Administração Pública

SIADAP 3 Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Trabalhadores da Administração Pública Agrupamento de Escolas de Serpa Avaliação de Pessoal Não Docente SIADAP 3 Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Trabalhadores da Administração Pública Legislação aplicável Lei n.º 66-B/2007 de 28 de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL (Aprovado pela Resolução CONDEL n o 027/2015, de 2/9/2015)

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL (Aprovado pela Resolução CONDEL n o 027/2015, de 2/9/2015) REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL (Aprovado pela Resolução CONDEL n o 027/2015, de 2/9/2015) CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Art. 1 o Este Regimento Interno do Conselho Fiscal CONFI estabelece as normas que complementam

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

-------------------------------------------------------------------------------- RESOLUÇÃO CFM Nº 1772/2005

-------------------------------------------------------------------------------- RESOLUÇÃO CFM Nº 1772/2005 Normas para certificado de atualização profissional O Conselho Federal de Medicina aprovou, em sessão plenária encerrada no dia 12 de agosto, a Resolução 1772/2005, que institui o certificado de atualização

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

REGIMENTO Interno Avaliação De Desempenho Docente

REGIMENTO Interno Avaliação De Desempenho Docente REGIMENTO Interno Avaliação De Desempenho Docente ÍNDICE Artigo 1.º Disposições iniciais e princípios gerais 3 Artigo 2.º Docentes avaliados 4 Artigo 3.º Momento em que ocorre a avaliação de desempenho

Leia mais

ANPAD; Um representante da comunidade científica indicado pela Diretoria Artigo 5º ANDIFES. - São atribuições do Comitê Gestor: da

ANPAD; Um representante da comunidade científica indicado pela Diretoria Artigo 5º ANDIFES. - São atribuições do Comitê Gestor: da Regulamento do Curso de Mestrado Profissional Nacional em Administração Pública em Rede (PROFIAP) Artigo Capítulo 1º I - Objetivos administrativa produtividade tem O Mestrado avançada como objetivo Profissional

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT. Regulamento Interno 1. Artigo Primeiro. Objeto e Missão

COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT. Regulamento Interno 1. Artigo Primeiro. Objeto e Missão COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT Regulamento Interno 1 Artigo Primeiro Objeto e Missão 1. O presente Regulamento tem por objeto disciplinar a composição, o funcionamento e as competências da Comissão de

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional

Código de Ética e Conduta Profissional Código de Ética e Conduta Profissional ÍNDICE DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 1 ARTIGO 1º. - Âmbito de Aplicação 1 ARTIGO 2º. Princípios Aplicáveis 2 ARTIGO 3º. Relação com os clientes/consumidores 3 ARTIGO

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:87482-2014:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:87482-2014:text:pt:html 1/8 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:87482-2014:text:pt:html Grécia-Tessalónica: Criação de uma nova experiência ao nível do utilizador para o portal Web

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PLANO NACIONAL DE AÇÃO PARA OS DIREITOS DA CRIANÇA As crianças são encaradas como sujeitos de direitos, a partir do momento em que o seu bem-estar é concebido como uma consequência

Leia mais

O COMITÊ GESTOR DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL é composto por membros permanentes, por membros temporários e por convidados.

O COMITÊ GESTOR DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL é composto por membros permanentes, por membros temporários e por convidados. REGIMENTO INTERNO Comitê Gestor da Logística Reversa do Setor da Construção Civil 1. OBJETIVOS O COMITÊ GESTOR DA LOGÍSTICA REVERSA DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL tem como objetivo realizar a implementação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTA DO MAIS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTA DO MAIS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTA DO MAIS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação Porta do Mais é uma Associação sem fins lucrativos e existe por

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE

REGIMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE REGIMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Artigo 1.º Disposições iniciais e princípios gerais 1. A avaliação do desempenho docente funciona nos termos do disposto no quadro de referência constituído

Leia mais

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 Aprova o Estatuto Social da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso

Leia mais

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I Da Apresentação Art. 1º O presente Estatuto orienta a organização, as competências e o funcionamento do da Biblioteca Virtual em Saúde Brasil (BVS

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC)

REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC) REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e objeto Artigo 2.º Destinatários dos apoios Artigo 3.º Responsáveis pela candidatura Artigo

Leia mais

Ministério da Administração do Território

Ministério da Administração do Território Ministério da Administração do Território A Lei da Observação Eleitoral LEI N.º 4/05 De 4 de Julho Convindo regular a observação eleitoral quer por nacionais quer por estrangeiros; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DECRETO Nº 1.153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015. Aprova o Regimento Interno do Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso das atribuições

Leia mais

Decreto 5912/06 Decreto nº 5.912, de 27 de setembro de 2006

Decreto 5912/06 Decreto nº 5.912, de 27 de setembro de 2006 Decreto 5912/06 Decreto nº 5.912, de 27 de setembro de 2006 Regulamenta a Lei no 11.343, de 23 de agosto de 2006, que trata das políticas públicas sobre drogas e da instituição do Sistema Nacional de Políticas

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOLEGÃ

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOLEGÃ REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOLEGÃ A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19º, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais de

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE 2014/2015. Regulamento dos Quadros de Valor, de Mérito e de Excelência

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE 2014/2015. Regulamento dos Quadros de Valor, de Mérito e de Excelência AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE 2014/2015 Regulamento dos Quadros de Valor, de Mérito e de Excelência Introdução Os Quadros de Valor, de Mérito e de Excelência dos Ensinos Básico e Secundário

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto

Leia mais

ESTATUTOS DA TINIGUENA. (Revisão aprovada pela 9ª Assembleia Geral da Tiniguena reunida em Bissau a 30 de Agosto de 2003)

ESTATUTOS DA TINIGUENA. (Revisão aprovada pela 9ª Assembleia Geral da Tiniguena reunida em Bissau a 30 de Agosto de 2003) ESTATUTOS DA TINIGUENA (Revisão aprovada pela 9ª Assembleia Geral da Tiniguena reunida em Bissau a 30 de Agosto de 2003) Bissau, 30 de Agosto de 2003 Capítulo I (Denominação, Natureza, Sede, Âmbito e Objecto)

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local de trabalho na UE 2014/S 039-063712

Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local de trabalho na UE 2014/S 039-063712 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:63712-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local

Leia mais

Anúncio de concurso. Fornecimentos

Anúncio de concurso. Fornecimentos 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:333384-2013:text:pt:html Alemanha-Karlsruhe: Fornecimento de um sistema de vídeo para gestão de riscos destinado ao centro

Leia mais

NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos

NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos Decisão de Apresentação de Pronúncia ao Relatório da

Leia mais

COMISSÃO DE PROTEÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE SÃO PEDRO DO SUL. Capítulo I Disposições Gerais

COMISSÃO DE PROTEÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE SÃO PEDRO DO SUL. Capítulo I Disposições Gerais COMISSÃO DE PROTEÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE SÃO PEDRO DO SUL REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente estatuto visa regular o funcionamento e competências

Leia mais

PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. 1) Objecto e finalidades da revisão do regime jurídico da avaliação:

PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. 1) Objecto e finalidades da revisão do regime jurídico da avaliação: PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA E DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO 1) Objecto e finalidades da revisão do regime jurídico da avaliação:

Leia mais

Nós Servimos ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE INTER-LIONS. Distrito Múltiplo 115 de Lions Clubes ESTATUTOS

Nós Servimos ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE INTER-LIONS. Distrito Múltiplo 115 de Lions Clubes ESTATUTOS Nós Servimos ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE INTER-LIONS Distrito Múltiplo 115 de Lions Clubes ESTATUTOS Associação de Solidariedade Inter - Lions ESTATUTOS Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação,

Leia mais

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades Art. 1º A Associação dos ex alunos do Centro Universitário do Distrito Federal doravante

Leia mais

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES Art. 1º 1. GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA

Leia mais

Segurança e Saúde dos Trabalhadores

Segurança e Saúde dos Trabalhadores Segurança e Saúde dos Trabalhadores [1]CONVENÇÃO N. 155 I Aprovada na 67ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1981), entrou em vigor no plano internacional em 11.8.83. II Dados referentes

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação

Regimento do Conselho Municipal de Educação Considerando que: 1- No Município do Seixal, a construção de um futuro melhor para os cidadãos tem passado pela promoção de um ensino público de qualidade, através da assunção de um importante conjunto

Leia mais

Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de São Pedro do Sul ESTATUTOS

Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de São Pedro do Sul ESTATUTOS Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de São Pedro do Sul ESTATUTOS Os presentes Estatutos da APAESUL - Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de São Pedro do Sul,

Leia mais

Comissão de Protecção de Crianças de Jovens de Pampilhosa da Serra. Regulamento Interno PREÂMBULO

Comissão de Protecção de Crianças de Jovens de Pampilhosa da Serra. Regulamento Interno PREÂMBULO Comissão de Protecção de Crianças de Jovens de Pampilhosa da Serra Regulamento Interno PREÂMBULO A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo (Lei n.º147/99 de 1 de Setembro) regula a criação, competência

Leia mais

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado

Leia mais

PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016

PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016 PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016 1. Introdução 2. Plano Anual de Estágios não Remunerados 3. Candidatura e seleção dos estagiários 4. Formalização dos estágios 5. Acompanhamento

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO Regulamento Interno do Centro de Documentação e Informação CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1º (Natureza) O Centro de Documentação e Informação, abreviadamente designado

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016

RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016 Resolução nº 03/2016 Pág. 1 de 06 RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016 Aprova Regulamento do Colegiado do Curso de Engenharia de Controle e Automação/CEng. A Presidente do Conselho do Ensino, da Pesquisa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos Regulamento da RIPD A Rede Ibero-americana de Proteção de Dados (RIPD) surge na sequência do acordo alcançado entre os representantes de 14 países ibero-americanos, participantes no Encontro Ibero-americano

Leia mais

melhoria e inovação da contratação colectiva; dignificação e melhoria das condições de trabalho.

melhoria e inovação da contratação colectiva; dignificação e melhoria das condições de trabalho. REGULAMENTO O Prémio Manuel Lopes foi instituído 1 pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade no sentido de homenagear Manuel Lopes considerando a sua dedicação à implementação da contratação colectiva

Leia mais

Ministério das Obras Públicas

Ministério das Obras Públicas Ministério das Obras Públicas ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) O Ministério das Obras Públicas é o órgão da administração pública

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU Nº 05/2009

RESOLUÇÃO CONSU Nº 05/2009 RESOLUÇÃO CONSU Nº 05/2009 Cria o Núcleo de Inovação Tecnológica da UESC - NIT O Presidente do Conselho Universitário CONSU - da Universidade Estadual de Santa Cruz UESC, no uso de suas atribuições, em

Leia mais

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR COORDENADOR: Vanda Teixeira 1. FUNDAMENTAÇÃO/ CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICAÇÃO a) O Desporto Escolar constitui uma das vertentes de atuação do Ministério da Educação e Ciência com maior transversalidade

Leia mais

REGULAMENTO, CONSTITUIÇÃO E CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DESPORTO PREÂMBULO

REGULAMENTO, CONSTITUIÇÃO E CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DESPORTO PREÂMBULO REGULAMENTO, CONSTITUIÇÃO E CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DESPORTO PREÂMBULO As Autarquias desempenham um papel fundamental no desenvolvimento desportivo e no incremento da prática desportiva, devido

Leia mais

PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA

PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1º Denominação A Associação de Pais e Encarregados de Educação

Leia mais

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro DECRETO N.º 369/X Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro A Assembleia da República decreta, nos termos

Leia mais

Percurso Inicial de Formação Sistema de Formação de Adultos no Escutismo

Percurso Inicial de Formação Sistema de Formação de Adultos no Escutismo Percurso Inicial de Formação Sistema de Formação de Adultos no Escutismo N Normas de Formação de Adultos no Escutismo (Encontro Inicial e Percurso Inicial de Formação) ÂMBITO DE APLICAÇÃO As presentes

Leia mais

ANEXO A FERTILIZANTES HERINGER S.A. CNPJ/MF 22.266.175/0001-88 POLITICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO

ANEXO A FERTILIZANTES HERINGER S.A. CNPJ/MF 22.266.175/0001-88 POLITICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO ANEXO A FERTILIZANTES HERINGER S.A. CNPJ/MF 22.266.175/0001-88 POLITICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO I - DEFINIÇÕES E ADESÃO 1. As definições utilizadas na presente Política

Leia mais

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO DECRETO Nº. 584, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2014. Homologa Regimento Interno do Fórum Municipal de Educação de Alegrete. O PREFEITO MUNICIPAL, no uso de sua atribuição, que lhe confere o Art. 101, IV, da Lei

Leia mais