SNMP - Simple Network Management Protocol

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1 Cet Redes, Projecto e Instalação de Redes Locais de Computadores Gestão de Equipamento Activo de Rede SNMP - Simple Network Management Protocol Elaborado por: João Caixinha Nº5946 Pedro Jorge Nº5979 ~ 1 ~

2 Índice 1 - Introdução.. 3; 2 - SNMP Origem... 4; Funcionalidade, Tipos, Estrutura ou Arquitectura... 4; Objectivos, aplicabilidade.. 4; Características Gerais... 6; Manager e Agents 6; Comandos.. 6; Protocolos. 7; Vantagens e Desvantagens 7; Segurança.. 8; MIB. 8; 3 - SNMP CISCO 9; 4 - Caso Prático. 13; 5 - CISCO Memórias (Tipos, características e funcionamento)... 15; Processo de Arranque do Router... 18; Backup, Gestão e Configuração de Imagens IOS. 20; 6 - Conclusão. 24; 7 - Bibliografia.. 25; Pag. ~ 2 ~

3 Introdução Este trabalho é sobre o protocolo SNMP (Simple Network Management Protocol), muito importante para o administrador da rede, para a sua fácil gestão. O SNMP numa rede tem um único manager, sendo o software (PRTG, SolarWinds, entre outros), que nela circula, monitorizando, e armazenando os objectos nos vários agentes, por eles responsáveis. As MIB s guardam os objectos (OID) pedidos pelo manager, que os pede e analisa por certos períodos de tempo, normalmente em horas de menor tráfego, para não esgotar a largura de banda, visto que consome bastante, só em raras excepções (vírus). Há também os traps enviados pelos agentes de forma autónoma ao manager, tratando-se situações de falha, ou de aviso. O SNMP nos Routers, Switchs Cisco, onde são necessário comandos relacionados para os activar e configurar, p trabalhando em paralelo com o software manager. Os equipamentos Cisco, são bastante robustos e fiáveis, tornando as redes seguras, onde aqui é descrito, vários pontos muito importantes do seu funcionamento. Tais como os seus componentes fundamentais que são as suas memórias, visto não existirem discos rígidos (hardware), guardam tudo o que ele necessita para trabalhar como o seu sistema operativo proprietário da Cisco (IOS), os seus upgrade, ou reposição quando não esta a funcionar correctamente (software). E ainda a maneira como arranca (boot), com todos os seus passos que não são visíveis, até a altura que entramos em contacto, através do CLI. ~ 3 ~

4 Origem O protocolo SNMP(Simple Network Management Protocol) foi desenvolvido pelo IETF(Internet Engineering Task Force), com uma primeira RFC em O seu objectivo inicial era ser um protocolo simples que permitisse a gestão de redes. Inicialmente, o protocolo SNMPv1 era muito limitado para satisfazer todas as necessidades de gestão de redes. Em consequência, ao longo do tempo foram introduzidos novas versões melhoradas. No entanto, o que o foi tornado uma ferramenta indispensável na gestão de redes, foi o aumento constante do número de MIBs existentes, e a sua vulgarização por todos os equipamentos. Outro melhoramento que surgiu no âmbito do IETF foi a especificação da RMON (Remote Network Monitoring) em 1991, que introduziu a capacidade de monitorizar redes de forma remota. A RMON definiu algoritmos e bases de dados para gerir LAN s remotas, e estendeu as capacidades do SNMP ao incluir a capacidade de monitorização de LAN s como um todo, em vez de somente dos dispositivos presentes nessas redes locais. Existe três versões do protocolo SNMP, a versão1, 2 e 3, SNMPv1 Esta foi a primeira versão do protocolo, era muito reduzida e contava com bastantes falhas, opera na camada física do modelo OSI, hoje em dia não é utilizada. SNMPv2 Veio substituir a primeira versão, é mais robusta e tem menos falhas que a primeira, opera nas duas primeiras camadas do OSI, é a versão mais utilizada do protocolo. SNMPv3 É a última versão do protocolo, sendo esta a mais abrangente, utiliza a camada 1, 2 e 3 do modelo OSI, não é a mais utilizada pois ainda esta em desenvolvimento. Objectivos e aplicação O objectivo do SNMP é permitir aos administradores monitorizar as redes, para que possam detectar anormalidades, que possam prejudicar o funcionamento da mesma, recebendo informações de cada elemento da rede, conhecendo assim o estado de cada equipamento. Funciona a nível aplicacional pois permite a troca de informações entre aplicações, utilizando o protocolo UDP para transporte. Utiliza as portas 161 e 162, sendo a 162 exclusiva para traps e a 161 para o resto das comunicações. O protocolo pode ser aplicado em routers, switchs, hubs, impressoras e computadores, cada um destes elementos e nominado por nodes, necessita que o protocolo SNMP seja pré configurados nos mesmos. Funcionalidade, tipos, estrutura e arquitectura. O SNMP funciona sobre uma arquitectura auditor/agente, onde o agente é um programa instalado nos dispositivos de rede, que relata informações de monitorização da rede presente no NMS (Network Management System) para uma base de dados chamada MIB. O NMS é o conjunto de aplicações (Manager, agente) que monitorizam a rede, é instalado um ou mais servidores que é responsável pela gestão de pacotes SNMP. Em redes informáticas pode existir vários NMS, cada NMS apenas pode ter um Manager, para distinguir os sistemas, nos pacotes SNMP existe um variável que é colocada por defeito com PUBLIC, essa variável é um string que representa o nome da comunidade, para que o sistema funcione como pretendido, tanto o Manager como os Agente têm de utilizar a variável com o mesmo nome. ~ 4 ~

5 O Agente vai enviar informações para objectos contidos nas MIB (Management Information Base) que são armazéns de informação sobre os objectos, as MIBs são acedidas de forma remota pelos Managers, os objectos contidos nas MIBs, devem de ter nomes únicos para serem bem distinguidos. Caso exista uma alteração no estado de um dos objectos monitorizados dentro do MIB, o Manager é notificado através de o envio de Traps, que são alertas enviados de forma voluntaria pelo agente que monitoriza o objecto, o Manager também se pode informar do estado de um dispositivo através de um pedido de informações utilizando comandos (get,get-next). O Manager pode seleccionar os objectos a serem monitorizados nas MIBs dos agentes, através de do comando set, este comando permite escrita. Características gerais Manager e Agents Manager O Manager é um software de gestão SNMP, é instalado num computador, permite recolher pacotes SNMP vindos dos agentes, permitindo desta forma concentrar num ponto informações sobre o estado da rede. Permite ver vários tipos de informações, como por exemplo a largura de banda utilizada, processamento do equipamento, espaço em disco caso o equipamento tenha um e etc.. Numa rede pode existir vários Managers, mas os agentes apenas podem relatar a um Manager, um Manager pode gerir N agentes, pois não existe um número máximo de agentes a serem monitorizados. ~ 5 ~

6 Agents O Agente é um programa muito leve instalado nos dispositivos de rede, fornece informações aos Managers sobre o estado dos objectos, quer por solicitação por parte do Manager ou de forma autónoma através do envio de traps, consoante as suas configurações. Comandos A arquitectura SNMP funciona com base em perguntas e respostas, para que o administrador de sistemas possa interagir com o NMS e obter as informações que pretendem, existe comandos: GET- Tem como objectivo a recolha de informação de um determinado agente, por parte do manager, e tem como parâmetros a maquina onde reside o agente, e o objecto do qual se pretende obter informação. GET-NEXT- Tal como o get retorna informação sobre o estado de um objecto, mas apenas se necessita especificar a máquina, transmitindo o próximo parâmetro na cadeia. GET-BULK- Resulta no envio de toda quantidade de informação sobre os objectos monitorizados pelo agente para o Manager, tendo como limite aquela que o Manager possa aceitar. NOTIFY(TRAP)- É um alerta enviado pelo agente para o Manager de forma autónoma, caso exista uma alteração no estado de um objecto monitorizado, é necessário pré configuração para que aconteça é criada listas de notificação. As traps utilizam a porta 162 ao contrário do resto do sistema, pois o Manager pode receber uma grande quantidade de traps em simultâneo. SET- Permite alterar a configuração dos agentes, caso este permitam a operação de escrita, pode modifica-las. ~ 6 ~

7 Protocolos O sistema de monitorização SNMP permite a leitura dos seguintes protocolos: DNS (Domain Name Server) FTP (File Transport Protocol) HTTP (s) (Hyper Text Transfer Protocol) (s) (secure) ICMP (Internet Control Message Protocol) IMAP (Internet Message Access Protocol) LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) NNTP (Network News Transfer Protocol) NTP (Network Timing Protocol) POP3 (Post Office Protocol) RADIUS (Remote Authentication Dial In User Service) SFTP (Secure File Transfer Protoco) SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) TCP (Transmission Control Protocol) TFTP (Trivial File Transfer Protocol) Vantagens e desvantagens Vantagens A maior vantagem do SNMP é a sua popularidade. Agentes SNMP estão disponíveis para computadores, Bridges, Routers. A maior parte do processamento do sistema é feita no Manager instalado num computador, aliviando assim os agentes que estão instalados em dispositivos de rede. Outra vantagem é a sua fácil implementação em qualquer tipo de rede, e gestão, o administrador do sistema apenas necessita escolher os objectos que deseja monitorizar em cada agente. Na rede, gera baixo overhead e tem boa expansibilidade para futuras utilizações. ~ 7 ~

8 Desvantagens O SNMP não é um protocolo perfeito, também tem as suas falhas. Uma das suas falhas é a segurança, intrusos podem facilmente aceder a dados sobre os agentes monitorizados, isto acontece principalmente na sua primeira versão, na versão dois já existem melhoramentos. O protocolo SNMP não é muito eficiente pois existe muita informação transmitida desnecessária. O SNMP pode causar embaraços na rede pois consome alguma largura de banda, sendo necessário pré planear os intervalos de leitura e pesquisa. Segurança O SNMP promove poucos mecanismos de autenticação, existe apenas possibilidade de implementar duas palavras-chave, uma public que permite ao Manager pedir valores da variável get, e a private que permite definir valores na variável set, são chamadas de variáveis da comunidade e o sistema SNMP tem de as ter sempre configurado. MIB As MIB são bases de dados armazenadas nos agents, guardam dados dos objectos monitorizados, aos quais o Manager acede para recolher informações. Nos MIB a estrutura de dados é organizada de forma hierárquica, definida por dados standard, separados por dados do fabricante ou proprietário. Os objectos contidos nos MIB contêm os seguintes dados: Nome próprio Descrição Permissões Tamanho dos dados Intervalo de valores Especificação do data type. (String, número, lista). Os objectos contidos nos MIB são identificados por um número nominado de OID (Object Identifier). O OID identifica o objecto monitorizado e a empresa a que pertence os direitos. Ex: Os últimos dois pontos identificam o produto, o terceiro identifica a empresa e os restantes identificam os nodes associados. Estrutura dos MIB ~ 8 ~

9 SNMP Cisco Nos equipamentos Cisco (routers e switchs), já vêm preparados para funcionar com o SNMP. Mas convêm primeiro verificar toda a informação sobre o SNMP, fazendo: Router>enable Router#show running-config Se não estar presente é porque esta desactivo. Router#show snmp %SNMP agent not enabled Router# Tabela por defeito de um equipamento Cisco. Configurar a string da comunidade. - Usa-se para interacção entre o manager e o agente, funcionando como uma password para permitir o acesso do agente, podendo ter varias características. - Cria-se uma lista de acesso, com o IP do SNMP manager, permitindo o acesso a string da comunidade e por sua vez aos agentes. - NA MIB, definir todos os objectos, pertencentes a comunidade. - Atribuir permissões de leitura ou leitura e escrita aos objectos da MIB, dessa comunidade. Exemplo: Router>enable Router#configure terminal Router(config)#snmp-server community public RO ( alterar permissão para RO Read Only a string de nome publica) Router(config)#no snmp-server community XXXX RO ( apagar a string de nome XXXX, com permissão RO) Router(config)#snmp-server community private RW ( activar permissão para RW Read Write a string de nome privada ) Router(config)#no snmp-server community YYYY RW ( activar permissão para RW Read Write a string de nome privada ) ~ 9 ~

10 Gravar na NVRAM depois de qualquer alteração Router(config)#exit Router#write memory Building configuration... [OK] Router# Verificar Router>en Router#show running-config snmp-server community public RO snmp-server community private RW Criar permissões de acesso: Router(config)#access-list 20 permit Router(config)#access-list 20 permit A lista 20 permite acesso aos 2 IP s. Sendo alterado o comando anterior. Router(config)#snmp-server community private RW 20 (permissão para RW para a lista 20 ) Comandos mais utilizados: NO SNMP-SERVER desactivar o SNMP. SHOW SNMP monitoriza SNMP STATUS. SNMP-SERVER COMMUNITY define a string de acesso a comunidade. SNMP-SERVER ENABLE TRAPS SNMP configuração de traps e especificação do tipo de notificação a ser enviada. SNMP group é uma tabela com os users. SNMP user é um membro do SNMP group. SNMP host é um armazém de um SNMP trap. SNMP engine ID é o nome para processo local ou remoto. Desactivar SNMP router (config)# no snmp-server agente router (config )#no snmp-server community - comunidade ~ 10 ~

11 Detalhes dos comandos: ~ 11 ~

12 ~ 12 ~

13 Caso Pratico Tendo uma rede, em que o manager, e os seus agentes, neste caso switchs / routers / PC s (equipamentos activos de rede). A rede na figura, representa um LAN numa empresa, o administrador de sistemas pretende monitorizar com que frequência os utilizadores dos PC s, acedem á pagina do Google para pesquisa. Para isso instalou o software solarwinds, no qual configurou o sistema para monitorização do protocolo http nos ips dos utilizadores, no computador que ira servir como Manager. Para que o sistema funcione, o administrador de sistemas activou o serviço SNMP nos computadores e nos restantes equipamentos activos da rede, estes foram configurados para pertencer a mesma comunidade (GEAR). O administrador também agendou o sistema para actualizar esses no Manager em dois períodos por dia, nos quais a rede é menos utilizada (02:00 e 13:00). E ainda por fim, os agentes (routers) também estão configurados para enviar traps para o Manager, caso os PCs dos utilizadores sejam desligados ou ligados, permitindo ao administrador saber a hora de cada envento. ~ 13 ~

14 Exemplo: Configurando num equipamento ( router ou switch) Cisco o SNMP. Colocar todos (manager/agentes), na mesma comunidade (NMS). Router>en Router#conf t Router(config)# snmp-server community GEAR RO ( criar comunidade com a string GEAR e permissão apenas de leitura ) Configurar listas de acesso para o/os administradores. Router(config)#access-list 20 permit Router(config)#access-list 20 permit Alterando o comando anterior. Router(config)#no snmp-server community GEAR RO Router(config)#snmp-server community GEAR RO 20 Configurar envio de alertas traps (exemplo, quando um interface vai a baixo ou sobe, desligar/ligar router) Router(config)# snmp-server host version 2c GEAR Router(config)# snmp-server enable traps snmp linkdown linkup coldstart warmstart Gravar na NVRAM. Router(config)#exit Router#write memory Building configuration... [OK] Outro exemplo SNMP, para todas as versões do SNMP, permitindo qualquer SNMP manager aceder a todos os objectos com permissão de leitura, utilizando a string GEAR CET(config)# snmp-server community GEAR criar comunidade string GEAR CET(config)# snmp-server host version 2c GEAR host da comunidade através do SNMPv2 CET(config)# snmp-server host version 1 GEAR - host da comunidade através do SNMPv1 CET(config)# snmp-server host GEAR- host da comunidade CET(config)# snmp-server community GEAR ro 20 lista de acesso 20 com permissão de leitura CET(config)# snmp-server enable traps snmp authentication trap para falha de autenticação CET(config)# snmp-server host cisco.com version 2c GEAR envio para o host cisco.com comsnmpv2 para a comunidade GEAR CET(config)# snmp-server enable traps activar traps para o host cisco.com CET(config)# snmp-server host cisco.com restricted substitui a configuração anterior, host para envio dos traps. GEAR(config)# snmp-server host Docente GEAR envio dos traps para o Docente da comunidade GEAR. Ver estado do SNMP. GEAR(config)# show snmp ~ 14 ~

15 Cisco - Memórias (Tipos, características e funcionamento) A memória primária, conhecida como RAM (Random Access Memory) ou DRAM (Dynamic RAM), como em qualquer computador, é a memória de trabalho do router. É nessa memória que o router mantém as tabelas de encaminhamento, tabelas ARP, filas ou buffers de pacotes, o ficheiro de configuração actual, além do próprio sistema operativo e seus subsistemas. No router, a memória RAM é dividida logicamente em memória principal de processamento e memória partilhada de entrada e saída. A memória partilhada de entrada e saída é utilizada pelas interfaces de rede para armazenamento temporário dos pacotes. Essa área da memória é frequentemente chamada de buffer de pacotes. A memória RAM ao ser uma memória volátil, significa que quando o router for desligado, todo o conteúdo é perdido. O router Cisco possui várias memórias secundárias ou memórias de armazenamento: A NVRAM (Non-volatile RAM) armazena o ficheiro de configuração de inicialização (startup-config), que é carregado para a memória RAM quando o equipamento é ligado. Desta forma, evitamos que toda a configuração que foi feita na memória de trabalho(ram) seja perdida. A memória FLASH, outra memória secundária de tecnologia EEPROM (Electronic Erasable Programable Read Only Memory), um tipo de memória ROM regravável é o local em que armazenamos a imagem, não volátil, compactada ou não, do sistema operativo Cisco IOS (Internetworking Operating System) do router, que é um software proprietário da Cisco. Além disso, como a memória flash é regravável, é possível actualizarmos o sistema operativo, sem a remoção ou substituição de micro-chips. Outra característica da memória flash é que, dependendo de sua capacidade, podemos armazenar várias versões do IOS. ~ 15 ~

16 O último tipo de memória secundária que um router Cisco possui é a ROM (Read Only Memory). Onde são armazenadas as instruções para os diagnósticos Power-On Self Test (POST). A ROM armazena também um programa bootstrap e uma versão básica do sistema operativo, para utilizar na falta da imagem completa do IOS na flash. O inconveniente desse tipo de memória é que, quando houver a necessidade de actualização, será necessária a substituição do chip na placa-mãe do equipamento. Os barramentos são os responsáveis por transmitir internamente as informações de um componente para outro. A maioria dos routers tem um barramento do CPU e um do sistema. O barramento do sistema é utilizado para comunicação entre a CPU e as interfaces e slots de expansão, transmitindo dados dessas interfaces e para essas interfaces. O barramento da CPU é utilizado para que a CPU possa aceder as memórias primárias e secundária do router. Esse barramento carrega instruções e dados de / ou para endereços de memória específicos. Imagens do Router Cisco, e localização das memórias. ~ 16 ~

17 ~ 17 ~

18 - Processo de Arranque do Router (Também chamado de Boot) O IOS (Internetworking Operating System) representa o sistema operativo interno do router, quando é inicializado carrega o bootstrap (o sistema operativo e um ficheiro de configuração). Se o router não conseguir localizar um ficheiro de configuração, ele entrará no modo setup, em que o próprio sistema requisita a entrada de parâmetros básicos de configuração para que o mesmo possa inicializar. A inicialização do software CISCO IOS serve para iniciar as operações do router, em que precisa ter um desempenho confiável, seguro e de escalabilidade na sua função na rede. Para fazer isso as rotinas de inicialização precisam: 1) Certificar-se de que o router seja inicializado com seu hardware completamente testado. É o que chamamos de POST (Power On Self Test), onde caso uma porta esteja com defeito por exemplo acende-se uma luz laranja na porta(isto depende de router para router). No comando reload, quando utilizado para reiniciar o router não faz esta etapa. 2) Encontrar e carregar o IOS que o router usa como sistema operativo. 3) Encontrar e aplicar as instruções do ficheiro de configuração sobre o router, incluindo as funções de protocolo e endereços de interface. Quando um router Cisco é ligado, ele executa um teste automático ao hardware (POST). Durante esse teste automático, o router executa um diagnóstico a partir da ROM em todos os módulos do hardware. Esse diagnóstico verifica operações básicas da CPU, memória e portas da interface de rede. Após verificar as funções do Hardware, o router prossegue com a inicialização do software. ~ 18 ~

19 Depois do auto teste de inicialização no router, os eventos a seguir acontecem quando o router é inicializado: Etapa 1: É carregado o bootstrap genérico, na ROM, é executado na placa da CPU. Um bootstrap é uma operação simples e predefinida para carregar instruções que, por sua vez, fazem com que outras instruções sejam carregadas na memória, ou levam à entrada em outros modos de configuração. Etapa 2: O sistema operativo (IOS) pode ser encontrado em vários lugares. A localização é indicada no campo de inicialização do registo de configuração. Se indicar na Flash ou na rede, os comandos boot system no ficheiro de configuração indicam o local exacto da imagem. Etapa 3: A imagem do sistema operativo é carregada, e quando estiver a funcionar, este localiza os componentes de hardware, software e lista os resultados no CLI (Command Line Interface). Etapa 4: O ficheiro de configuração guardado na NVRAM é carregado na memória principal e executado, uma linha de cada vez. Esses comandos de configuração iniciam processos de encaminhamento, fornecendo endereços para interfaces, protocolos, entre outros. Etapa 5: Se não existir nenhum ficheiro de configuração válido na NVRAM, o sistema operativo executa uma configuração inicial, através de perguntas, ou configuração passo a passo, também chamada de configuração setup dialog. Caso já exista um ficheiro na NVRAM o router carrega-o. Mas existe uma maneira para que isso não aconteça (ou por não querer a configuração lá existente, ou não sabe as passwords, entre outras). É através do comando confreg, e dependendo do valor configurado ele carrega de um modo ou de outro. ~ 19 ~

20 Padrão do confreg: (0X21YZ) 0 X 2 1 Y Z 0 = NVRAM 0 = ROM MONITOR 4 = NÃO LÊ NVRAM 2 = IOS Para o termo Z temos a opção de carregar o modo ROM Monitor ou o IOS, representados por 0 e 2. Para o termo Y temos a opção de ler a NVRAM ou não ler, representados por 0 e 4,respectivamente. - Backup, Gestão e Configuração de Imagens IOS O ficheiro de configuração do router encontra-se na NVRAM, e um outro encontra-se na RAM (pode ser o mesmo). O router copia o ficheiro que se encontra na NVRAM para a RAM como parte do processo do BOOT. Fora do router pode existir uma máquina com TFTP (True File Transfer Protocol), onde o administrador poderá fazer um backup da configuração do ficheiro de configuração da NVRAM ou da própria RAM se for o caso. Exemplo da linha de comando utilizada para backup da configuração pode ser representada por: Router#copy {tftp running-config startup-config} {tftp running-config startup-config} O primeiro parâmetro representa a origem, e o segundo o destino (similar ao comando copy do DOS). Deve-se ter muita atenção para que o ficheiro fique guardado em local adequado e bem identificado para que não seja substituído ou mesmo apagado. ~ 20 ~

21 Actualização do IOS (normalmente Upgrade). Para se actualizar o IOS num router precisa-se fazer o download do IOS na página da CISCO. Posteriormente copiamos o ficheiro para o servidor TFTP. O último passo é copiar o ficheiro do servidor TFTP para a FLASH do router. Ter em atenção o espaço da flash, e o tamanho do novo IOS, pode não caber, é também recomendado quando possível, ou seja a flash ter bastante espaço, ficarem ambos os ficheiros. Exemplo: Router#copy tftp flash Address or name of remote host [ ]? Source file name? c4500-d-mz bin Destination file name [c4500-d-mz bin]? yes Exemplo Prático : Outros comandos : Router# show flash - lista o conteudo da flash Router# show version - diz qual a versão da IOS no router Router# show running config - lista configuração na RAM (volatil) Router# show startup-config lista configuração na NVRAM (não volátil) Router#erase startup-config apagar ficheiro de configuração da NVRAM ~ 21 ~

22 Instalação do IOS através do ROMMON Se um Router está com falhas, como se pode recuperar um IOS. Através da porta console e no modo ROM Monitor, ligado a porta serial ( COM1 ou COM2 do computador) Etapas : Interromper o processo de boot do router, através da teclas CTRL+ BREAK no computador. Altere o configuration register para 0x2100 rommon> confreg 0x2100 ou o/r 0x2100 Reinicialize o router rommon> reset ou i (initialize) A mensagem após o boot será similar a: System Bootstrap, Version 11.1(10)AA, EARLY DEPLOYMENT RELEASE SOFTWARE (fc1) Copyright (c) 1997 by cisco Systems, Inc. C1600 processor with Kbytes of main memory program load complete, entry point: 0x , size: 0x1e1568 Restricted Rights Legend..! --- Output omitted.. rommon1> Exemplos de parâmetros xmodem : rommon 9 >xmodem -? usage: xmodem [-cyrxefs]< filename> -c -> CRC-16 -f ->Apaga o conteúdo da flash -s -> velocidade, Configura a velocidade de Download, que pode ser : Exemplo de cópia de IOS : rommon 12 >xmodem -cfs c1600-sy-mz bin Do not start the sending program yet... ( Não inicie o envio do programa ainda...) Note: If the console port is attached to a modem, both the console port and the modem must be operating at the same baud rate. ( A porta console deve ter a mesma velocidade definida que o xmodem ) Use console speed bps for download [confirm] ( Confirme caso a velocidade seja a mesma ) File size Checksum File name bytes (0x1dde44) 0xe345 c1600-y-mz t ( verificação do ficheiro) Erasing flash at 0x83f0000 no partition 2 on device: PCMCIA slot 1 (Apagando a flash) Ready to receive file c1600-sy-mz bin... Download will be performed at make sure your terminal emulator is set to this speed before sending file. (Pronto para o início do download a partir do computador) ~ 22 ~

23 Verificar : rommon 9 >dir flash: File size Checksum File name bytes (0x384100) 0x1a5e c1600-sy-mz bin Se o ficheiro é o correcto : rommon 10 >confreg 0x2102 You must reset or power cycle for new config to take effect. ( Você deve reinicializar o router ) rommon 11 >reset System Bootstrap, Version 12.0( :173850) [rameshs-120t_lava 114], DEVELOPMENT SOFTWARE Copyright (c) by cisco Systems, Inc. Simm with parity detected, ignoring onboard DRAM C1600 platform with Kbytes of main memory program load complete, entry point: 0x , size: 0x15568c %SYS-6-BOOT_MESSAGES: Messages above this line are from the boot loader. program load complete, entry point: 0x , size: 0x3840e0 Self decompressing the image : ######################################## ################ ~ 23 ~

24 Conclusão Com este trabalho foi explicado, o que é o SNMP, com todos os seus aspectos, como o seu funcionamento, onde um bom administrador não pode dispensar, para uma fácil gestão da rede, evitando possíveis falhas. Utilizando o manager como um Chefe da policia da rede em que os seus agentes, com as suas rondas, vão investigando conforme as suas ordens (set), guardando-os (MIB) como um relatório (objecto), para ser entregue ao chefe quando este os pedir (get). Caso encontrem algo fora do vulgar nessas rondas, comunicam imediatamente de forma espontânea, ao manager, na forma de um trap. Em que o director (administrador), tem de analisar minuciosamente, os dados entregues e assim promover o bom funcionamento da rede. Os Routers e Switchs Cisco, são os equipamentos mais utilizados nas várias redes, em que neles se podem também activar e configurar o protocolo SNMP, em que se criam comunidades (NMS), com strings com nomes e atribuindo-lhes permissões RO/RW, com listas de acesso normalmente para os administradores. Para além da sua configuração através do CLI, por consola, ou Telnet, entre outras, o funcionamento interno dos routers Cisco, é muito importante para um administrador de uma rede, para assim poder resolver os mais diversos problemas que apareçam, quer no hardware como do software. Neste caso como um médico, devemos conhecer o interior de quem tratamos, para mais facilmente os podermos reparar, em toda a sequência de arranque (BOOT), com o seu POST e BOOTSTRAP, como o carregar do IOS e do ficheiro de configuração. Os componentes, sendo as memorias muito importantes, pois guardam tudo o anteriormente descrito, para ter um funcionamento seguro e confiável. Podendo ser necessário o backup, ou envio do IOS, ou ficheiro de configuração, para os equipamentos Cisco existentes na rede, explicando como faze-lo e assim ter um trunfo no caso de avaria ou necessidade de substituição do existente. ~ 24 ~

25 Bibliografia ~ 25 ~

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