Aprova as Normas de Projeto e Métodos de Execução de Serviço, a Discriminação Orçamentária para obras de edifícios públicos e dá outras providencias.

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1 Presidência da RepúblicaCasa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº , DE 25 DE JUNHO DE Revogado pelo Decreto nº , de 1985 Aprova as Normas de Projeto e Métodos de Execução de Serviço, a Discriminação Orçamentária para obras de edifícios públicos e dá outras providencias. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o artigo 87, inciso I, da Constituição, DECRETA: Art. 1º Ficam aprovadas as Normas de Projeto e Métodos de Execução de Serviço e a Discriminação Orçamentária, que a êste acompanham, organizados pela Divisão de Edifícios Públicos do Departamento Administrativo do Serviço Público, de acôrdo com o que preceitua o Decreto-lei nº 1.720, de 30 de outubro de 1939, observados os têrmos do artigo 37 do Decreto nº , de 31 de maio de Art. 2º A partir da vigencia dêste Decreto, a elaboração dos projetos, especificações e orçamentos, bem como a execução de obras de edifícios públicos, pelos órgãos da administração direta pelas autarquias federais e as realizadas sob regime de convênio, auxílio ou subvenção, ficarão subordinadas às prescrições citadas no artigo anterior. Art. 3º O Diretor-Geral do Departamento Administrativo do Serviço Público expedirá as instruções que se fizerem necessárias à aplicação dêste Decreto. Art. 4º Êste Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Brasília, 25 de junho de 1963; 142º da Independencia e 75º da República. JOÃO GOULART Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de e retificado no DOU de NORMAS DE PROJETO E MÉTODOS DE EXECUÇÃO DE SERVIÇO 00. Projeto. 01. Serviços Gerais. 02. Preparação do Terreno. 03. Fundações. 04. Estrutura. 05. Instalações. 06. Elevadores. 1/111

2 07. Paredes. 08. Cobertura. 09. Esquadrias. 10. Revestimento. 11. Soleiras, Rodapés e Peitoris. 12. Ferragens. 13. Vidros. 14. Tratamentos. 15. Pavimentações. 16. Pinturas. 17. Aparelhos. 18. Elementos decorativos. 19. Limpeza. 20. Diversos Projeto Levantamento do terreno (planimétrico e altimétrico) As dimensões e as características do terreno determinarão o método de levantamento a adotar Do levantamento deverão constar todos os elementos que caracterizem o terreno, sua orientação, posição em relação aos vizinhos é logradouros As plantas de situação serão apresentadas nas escalas de 1:200 ou 1: No caso de grandes áreas poderão ser utilizadas outras escalas Sondagens Na exploração do subsolo, para fins de fundações, observar-se-ão as condições gerais estabelecidas pela Norma NB-12 da ABNT podendo, ainda, ser utilizados quaisquer outros processos que forneçam indicações precisas referentes ao nível dágua do subsolo, profundidade de assentamento e tensões admissíveis na camada de solo onde serão construídas as fundações Quando utilizado o processo de sondagem por perfuração do subsolo, acompanhado de colheitas de amostras representativas, observar-se-ão as condições indicadas nos parágrafos que se seguem A profundidade explorada, para efeito de projeto de fundações, é função da natureza da obra e das camadas do solo encontradas, não devendo ser inferior a um valor limite dado pelo produto da menor 2/111

3 dimensão do retângulo de menor área circunscritos à planta da edificação por um coeficiente C, função da tensão média sôbre o terreno (pêso da obra dividido pela área de construção), dado na tabela abaixo: Pressões C Até 10 t/m²... 1,0 De 10 a 15 t/m²... 1,5 De 15 a 20 t/m²... 2, Para valores da taxa média, superiores a 20t/m², a profundidade a explorar dependerá de estudo particular para cada obra A distribuição dos furos será feita de modo a bem caracterizar o subsolo. Em terrenos até metros quadrados de área, far-se-á um furo correspondente a cada 200 metros quadrados Entre e m² far-se-á mais um furo para cada 400 metros quadrados que exceder de 1.200m². Acima de 2.400m² o número de furos será fixado de acôrdo com o plano particular da construção Em quaisquer circunstâncias, o número mínimo será: 2. furos para terreno até 200m²; 3. furos para terreno de 200 a 400 metros quadrados Como resultado das observações deverão ser fornecidos: Planta de localização das perfurações; Perfil individual de cada sondagem, em escala, assinalando: 1 - as diversas camadas atravessadas identificadas com as designações que estão incluídas na Terminologia de Rochas e Solos TB-3 da ABNT; 2 - as profundidades das várias camadas; 3 - os diversos níveis de água encontrados; 4 - outras indicações ou índices esclarecedores; 5 - as cotas da bôca de cada furo em relação a um RN determinado; 6 - a data da execução do serviço Na sondagem será adotado um barrilete amostrador, de 42 e 26 mm de diâmetros externo e interno, respectivamente, cravado a golpes por um pêso de 65Kg caído de 75 cm de altura, trabalhando dentro de manga metálica com diâmetro nominal de 5 cm (2"); o número necessário de golpes para cravar 30cm da idéia da consistência ou capacidade do solo sondado Sondagem por escavação Só será permitido o seu emprêgo para cargas de no máximo, 20 t em fundações isoladas e, com tensão admissível, em fundações isoladas ou não de, o máximo, 5 t/m² Sondagem por aparelho (perfuração manual). 3/111

4 as sondagens não superiores a 5,00m e dentro do limite de carga estabelecido no item , poderá ser empregado o trado A fim de indicar a contextura do subsolo, as amostras deverão ser colocadas em ordem, à proporção que forem sendo retiradas Sondagem por aparêlho (perfuração mecânica) As demais sondagens deverão ser feitas com sonda própriamente dita, rotativa ou por percussão As amostras das camadas atravessadas do terreno são retiradas por extratores munidos de válvulas Projeto de arquitetura Os elementos apresentados deverão ser os seguintes: Planta de situação: Escala 1:200 ou 1:500; Plantas dos Pavimentos: Escala 1:50, 1:100 ou 1:200; Plantas de cobertura: Escala 1:50, 1:100 ou 1:200; Cortes longitudinais e transversais com indicação do RN: Escala 1:50, 1:100 ou 1:200; Fachadas: Escala 1:50, 1:100 ou 1:200; Plantas e detalhes de execução: Escala adequada; Detalhes e tipos de esquadrias: Escala adequada; Pespectivas - quando necessárias Projeto estrutural Compreenderá os seguintes desenhos de fôrmas e de armaduras: Locação dos pilares ou das paredes; 4/111

5 Distribuição das cargas; Fundações; Cintas e paredes; Tetos (pilares, vigas, lajes e escadas); Reservatórios; Detalhamentos especiais: Escalas 1:20, 1:50 ou 1: Projeto das instalações Compreenderá os seguintes desenhos das instalações elétricas, hidráulicas e especiais: Plantas de cobertura: Escala 1:50 ou 1:100; - plantas dos pavimentos: Escala 1:50 ou 1:100; - esquemas verticais; - detalhamentos: Escala adequada Cópias dos projetos As do projeto de arquitetura deverão ser fornecidas pela repartição ou órgão interessado na construção Quanto às dos demais projetos (estrutural e de instalações), quando não fornecidas pela repartição ou órgão interessado, serão apresentadas pelas firmas empreiteiras para aprovação, pelas Divisões de Obras ou órgãos equivalentes, em 4 conjuntos: um será devolvido, devidamente aprovado pelo Dirigente; dois serão destinados aos arquivos das Divisões de Obras ou órgão equivalente e o último à DEP do DASP SERVIÇOS GERAIS Tapumes de Madeira: Nenhuma obra será executada no alinhamento da via pública sem que haja, em tôda a frente, um tapume provisório Os tapumes serão construídos com tábuas de espessura mínima de 2 cm e suficientemente resistentes ao vento, à pressão dos materiais depositados e aos esforços eventuais da construção; terão, ainda, portões com dimensões apropriadas ao acesso de veículos. 5/111

6 Serão construídas plataformas de proteção nos casos da obrigatoriedade do desembargo do passeio do logradouro e a obra ultrapassar a altura de 3,00m Idêntica providência deverá ser tomada quando forem usados andaimes suspensos Cêrcas Serão objeto de estudo para cada caso particular Tabuletas Na obra, em local bem visível, será obrigatoria a colocação de uma tabuleta obedecendo ao modêlo aprovado pela Fiscalização Instalação da Obra Deverá ser feito projeto da instalação do canteiro da obra, atendendo às suas necessidades e de modo a facilitar a execução dos diversos serviços. Serão assinalados os caminhos e barracões com as respectivas instalações provisórias Caminhos, inclusive conservação Serão abertos e conservados os caminhos que forem necessários ao transporte dos materiais até o local da obra Barracões Serão construídos, em locais previamente determinados e em função do vulto da obra, os seguintes barracões: - para depósito de materiais; - para escritório; - para dormitório; - para refeitório; - para oficinas Instalações provisórias Serão previstas e executadas as seguintes: - de água; - de esgoto; - de luz; - de fôrça; - de telefone. 6/111

7 Aparelhamento e maquinaria De acôrdo com a necessidade da obra, constará de: - betoneiras; - guinchos - tôrres; - serras; - andaimes; - vibradores; - compressores e marteletes; - bombas e encanamentos; - outras máquinas Ensaios De solos Destinam-se à verificação do comportamento dos solos sob a ação futura das fundações diretas ou indiretas No caso de necessidade, do estudo dêste comportamento, serão obedecidas as seguintes Normas Brasileiras da ABNT: NB-20 - Prova de Carga à Compressão de Estacas Verticais;NB-27 Prova de Carga Direta sôbre Terreno de Fundação De concreto O contrôle de resistência do concreto `a compressão, obrigatório para os concretos dosados racionalmente, deve ser feito de acôrdo com os Métodos MB-2 da ABNT. A idade normal para a ruptura é de 28 dias permitindo-se, todavia, a ruptura aos 7 dias desde que se conheça a relação das resistências do concreto em estudo para as duas idades Deve-se fazer um ensaio para cada 30m3 de concreto lançado ou sempre que houver alteração nos materiais ou no traço; a Fiscalização, contudo, poderá exigir maior número de ensaios ou permitir sua redução. Cada ensaio deve constar de, pelo menos, dois corpos de prova De outros materiais Se, no transcurso da obra, houver necessidade de outros ensaios de materiais, êstes deverão ser feitos sempre obedecendo aos métodos respectivos preconizados pela ABNT. 7/111

8 01.6. Administração da obra (pessoal e expediente) Deverá ser previsto, em cada caso específico, o pessoal e o material necessários à administração da obra. 02. Preparação do Terreno Limpeza do terreno Capina e limpa Êstes serviços deverão ser executados de modo a deixar completamente livre não só tôda a área como também os caminhos necessários ao transporte de materiais Roçado, destocamento e queima Êstes serviços deverão ser executados de modo a não deixar raízes ou tocos de árvores que possam prejudicar os trabalhos ou a própria construção e poderão ser feitos manual ou mecânicamente Demolições, inclusive alicerces Na execução das demolições, tomar-se-ão medidas adequadas para proteção contra danos às propriedades vizinhas, aos transeuntes e aos próprios operários Escoras, apoios, tapumes, andaimes de anteparo e colocação de telas apropriadas, bem como instalação de ventiladores e borrifadores, deverão ser previstos quando necessários à segurança Remoção de entulho Todo o entulho proveniente dos serviços de limpeza do terreno e aquêles que se venham a acumular durante a construção deverão ser, periodicamente, removidos para local conveniente Locação da obra Consiste em fixar a obra no terreno, de acôrdo com as plantas de situação e de locação dos pilares ou das paredes Processos de locação: - a trena; - por aparelho A locação deverá ser global e sôbre um ou mais quadros de madeira que envolvam o perímetro da obra. As tábuas que compõem êstes quadros deverão ser niveladas e fixadas para resistirem à tensão dos fios sem oscilar e sem sair da posição correta A locação deverá ser feita pelos eixos, faces dos pilares ou das paredes Serão observados os níveis indicados nos cortes do projeto de arquitetura Movimento de terra 8/111

9 Escavação O processo a ser adotada na escavação dependerá da natureza do terreno, sua topografia, dimensões e volume a remover, visando-se sempre o máximo rendimento e economia As escavações deverão ser executadas com as cautelas indispensáveis à preservação da vida e da propriedade Nas escavações efetuadas nas proximidades de prédios edifícios, vias públicas ou servidões, deverão ser empregados métodos de trabalho que evitem ou reduzam, ao mínimo, a ocorrência de quaisquer perturbações oriundas dos fenômenos de deslocamentos, tais como: 1 - escoamento ou ruptura do terreno de fundação; 2 - descompressão do terreno da fundação; 3 - carreamento de material de terreno pela água Quando necessário, os locais escavados deverão ser escorados por meio de cortinas com contrafortes ou estacas-pranchas As áreas sujeitas a escavações permanentes deverão ser protegidas com muros de arrimo ou estruturas semelhantes que não permitam movimentos das camadas adjacentes Para efeito de escavação os materiais são classificados em três categorias: 1 - material de 1ª categoria - apreciado, em teor, na unidade de escavação em que se apresenta, compreende a terra em geral, piçarra ou argila, rochas em adiantado estágio de decomposição, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo de 15cm, qualquer que seja o teor de unidades que apresentem, compatível com a utilização do equipamento; 2 - material de 2ª categoria - apreciado, em teor, na unidade de escavação em que se apresenta, compreende a rocha com resistência à penetração mecânica inferior a do granito, blocos de rocha de volume inferior a 1,3m 3, matações e pedras de diâmetro médio superior a 15cm, cuja extração se processa com uso de explosivos ou uso combinado de explosivos, máquinas de terraplenagem e ferramentas manuais; 3 - material de 3ª categoria - apreciado por medição, compreende a rocha com resistência à penetração mecânica igual ou superior a do granito e blocos de rocha (pedaço isolado de rocha tendo diâmetro médio superior a 1 m) de volume igual ou superior a 1,3m 3, cuja extração e redução (a fim de possibilitar o carregamento) se processam com o emprêgo contínuo de explosivos Atêrro Os trabalhos de atêrro e reatêrro deverão ser executados com material escolhido, de preferência areia ou terra sem detritos vegetais, em camadas sucessivas de 20cm, conconvenientemente molhadas e apiloadas, manual ou mecânicamente, de modo a serem evitadas ulteriores fendas, trincas e desníveis em virtude de recalque das camadas aterradas Adotar-se-á igual método para tôdas as áreas remanescentes das escavações onde fôr necessário regularizar o terreno Transporte do material escavado. 9/111

10 O tipo de transporte do material escavado varia de acôrdo com a distância e volume a remover A Drenagem A drenagem poderá ser feita através de valetas, com enchimento parcial de brita formando vazios, ou de condutos furados ou não, com juntas descontínuas A velocidade de escoamento deverá variar entre o mínimo de 0,20m/s e o máximo de 1,00m/s A profundidade e o dimensionamento dos drenos serão fixados após os ensaios que se fizerem necessários Valeta com enchimento parcial de brita A valeta com enchimento parcial de brita, deverá ter, de preferência, seção retangular com largura mínima, na base, de 30cm O enchimento da valeta será feito com brita de granulometria decrescente, de baixo para cima Valeta com conduto e brita A largura da valeta, na base, será igual ao diâmetro externo do conduto acrescido de 30cm. Esta largura, porém, não poderá ser inferior a 45 cm De acôrdo com a coesão do terreno, a seção da valeta terá os taludes inclinados a partir do dorso do conduto O diâmetro mínimo admissível é de 40cm e o comprimento limite de 200 m entre poços de inspeção Os condutos deverão ficar inteiramente envolvidos pela brita, tendo uma camada inferior a 5 cm e superior a 10 cm O espaçamento das linhas de drenos deve ser fixado de acôrdo com a natureza do terreno, sua declividade, profundidade admissível e quantidade de água a drenar Deve-se ter o máximo cuidado no assentamento dos drenos feitos a junta sêca para evitar a entrada de areia ou de lôdo no interior dos tubos Para êste tipo de drenagem, poderão ser usados: 1 - condutos simples, justapostos, formando conjunto único com uma luva folgada permitindo a entrada de água pelas juntas e pelos poros; 2 - condutos de ponta e bôlsa, com bôlsa assente na direção do fluxo e a ponta centrada na bôlsa com auxílio de pequenas cunhas. 3 - drenos especiais, perfurados, que deverão ser assentes com as perfurações na parte interior Poços de inspeção Os poços de inspeção serão construídos de alvenaria de tijolos ou de pedra, revestida internamente, ou com anéis de concreto cobertos com lajes. 10/111

11 03 Fundações 03.1 Escoramento As paredes das cavas de fundação deverão ser escoradas quando a coesão do terreno fôr insuficiente para manter os cortes aprumados ou quando aquelas forem muito profundas O tipo se escoramento deverá ser escolhido de acôrdo com as condições apresentadas em cada caso Nos terrenos de pouca coesão (areias, argilas moles ou atêrros recentes) deverá ser prevista uma proteção resistente às pressões laterais do solo, fundações vizinhas e pressão dágua e impermeável à sua passagem. Todo cuidado deverá ser tomado a fim de evitar modificações na estrutura dos terrenos vizinhos Com pranchas de madeira O escoramento com pranchas de madeira será efetuado com tábuas colocadas horizontal ou verticalmente, unidas ou ligeiramente afastadas conforme a natureza do terreno escavado e travadas nas alturas convenientes de modo a não embaraçar a ação dos operários Com pranchas de aço O escoramento com pranchas de aço será efetuado com pranchas de aço colocadas horizontal ou verticalmente, unidas ou ligeiramente afastadas conforme a natureza do terreno escavado e travadas nas alturas convenientes de modo a não embaraçar a ação dos operários Misto O escoramento misto será feito com perfis de aço com seção em duplo T, convenientemente espaçados em cujo intervalo serão encaixados pranchões de madeira Com estacas de concreto O escoramento com estacas de concreto será feito de cortina de estacas de concreto, moldadas "in situ", convenientemente dimensionadas para resistirem aos esforços solicitantes e respaldadas por uma cinta de concreto armado que se apoiará em escoramento provisório adequado Esgotamento O esgotamento será obrigatório quando a escavação atingir terrenos embebidos, lençol dágua ou as cavas acumularem águas de chuva impedindo o prosseguimento dos serviços Manual O esgotamento poderá ser manual quando fôr diminuta a quantidade de água e pouco profunda a cava de fundação, podendo-se empregar baldes, transportados a mão ou a corda, ou desviá-la para nível mais baixo Mecânico Quando o volume a ser esgotado não recomendar o processo manual devem ser utilizadas bombas com capacidade adequada. 11/111

12 03.3 Rebaixamento do lençol dágua O lençol dágua deverá ser rebaixado quando o nível das fundações diretas fôr inferior ao mesmo O rebaixamento deverá ser efetuado com emprêgo de equipamento adequado obedecendo ao projeto prèviamente elaborado Fundações diretas As fundações diretas deverão ser projetadas de modo que a solicitação resultante de tôdas as cargas permanentes e acidentais transmitidas ao terreno seja, no máximo, igual à pressão admissível fixada para o mesmo Na determinação dos esfôrços solicitantes da estrutura na fundação obedecer-se-á a Norma NB-5 da ABNT Os elementos isolados de fundação deverão ser ligados por meio de vigas, convenientemente dimensionadas, nos seguintes casos de: 1 - fundações com cargas excêntricas; 2 - fundações sujeitas a esfôrços horizontais, a menos que se demonstre a sua estabilidade com supressão das mencionadas vigas Em locais em que ocorram solos ou águas agressivas a materiais das fundações deverão ser tomadas providências que evitem a sua deterioração As pressões admissíveis máximas sôbre terrenos de fundação serão as indicadas na Tabela seguinte, a não ser que haja contra-indicação de órgão especializado, local ou regional: 1 - rocha viva, maciça, sem laminações, fissuras ou sinal de decomposição, tais como: gnaisse, granito, diabase, basalto - 50kg/cm rochas laminadas, com pequenas fissuras, estratificadas, tais como: xistos e ardósias - 20kg/cm pedregulhos compactos e misturas compactas de areia e pedregulho - 5kg/cm pedregulhos fofos e misturas de areia e pedregulho, areia grossa compacta - 4kg/cm areia grosa fôfa - 2kg/cm areia fina compacta - 3kg/cm areia fina fôfa, submersa - 1kg/cm argila dura - 3kg/cm argila rija - 2kg/cm argila média - 1kg/cm argila mole: são exigidos estudos especiais ou experiência local. 12/111

13 12 - argila muito mole: são exigidos estudos especiais ou experiência local aterros: são exigidos estudos especiais local 14 - outros solos são incluídos nesta tabela: são exigidos estudos especiais ou experiência local Alvenaria De pedra sêca Deverá ser feita com pedras de qualidade e tamanho adequados que ficarão bem acamadas, dispostas a garantir amarração indispensável à estabilidade De pedra argamassada Deverá apresentar homogeneidade na estrutura, ter juntas horizontais contínuos e verticais descontínuas e empregar argamassa de assentamento no traço 1:3 (cimento e areia) ou 1:2:5 (cimento, cal em pasta e areia) Deverá ser executada com pedra brutas, assentes em argamassa, em quantidade suficiente que, uma vez comprimida, reflua pelos lados, sendo calçada com lascas de pedra A primeira fiada deverá ser constituída de pedras grandes, molhadas, marretadas sôbre o leito de argamassa ou concreto simples As camadas seguintes deverão ser respaldadas horizontalmente com o necessário travamento por meio de tição de comprimento igual à espessura da alvenaria A alvenaria deverá formar um todo maciço, sem vazios ou interstícios A espessura da alvenaria deverá ser de 1/8 a 1/5 de sua altura: não poderá, todavia, ser inferior a 3.cm Sapatos e radiers Blocos de concreto ciclópico Deverão ser executados escalonados ou não, de acôrdo com o cálculo A colocação do concreto deverá ser feita em camadas horizontais, com a presteza necessária para que se liguem intimamente, devendo ser fortemente comprimido ou vibrado logo após seu lançamento As pedras de mão, na percentagem máxima de 30% em volume, deverão se lançadas em cada camada de modo a ficarem envolvidos pelo concreto Sapata corrida de concreto ciclópico Sua execução deverá obedecer as mesmas prescrições do item anterior Quando interrompida a concretagem em uma camada ou seção, seu prosseguimento só deverá ser feito após limpeza e lavagem da superfície com água em abundância Sapata de concreto armado 13/111

14 Deverão ser obedecidas as prescrições da Norma NB-1 da ABNT A armadura inferior deverá repousar sôbre uma camada de concreto simples que a isole do solo Radiers de concreto armado Deverão ser obedecidas as prescrições da Norma NB-1 da ABNT A armadura inferior deverá repousar sôbre uma camada de concreto simples, que a isole do solo, e a superior mantida rigorosamente na posição em que foi projetada Estacas As estacas deverão ter distâncias mínimas, de eixo a eixo, de duas vêzes e meia o diâmetro do circulo de área equivalente e não inferior a 60cm. Quando as estacas forem providas de bulbo, êste afastamento será elevado para três vêzes o diâmetro. No caso de estacas com a ponta em rocha viva êste espaçamento poderá ser reduzido a uma vez a dimensão da estaca, mais trinta centímetros, desde que tal espaçamento não provoque danos às estacas O afastamento das estacas dos limites de propriedade deverá ser a metade do fixado anteriormente A cravação das estacas deverá ser levada até a obtenção da nega, condicionada esta à camada do terreno indicada no projeto Em locais em que ocorram solos ou água agressivos a materiais componentes das estacas deverão ser tomadas providências que evitem a sua deterioração As estacas deverão ser dimensionadas como pilares, de acôrdo com o art. 23 da Norma NB-1 da ABNT, edição de 1960, no caso de serem de concreto armado levando-se em cota a contenção do solo no cálculo do comprimento livre de flambagem De madeira As estacas de madeira deverão ser imunizadas com pintura inseticida e fungicida que penetre profundamente As cabeças deverão ser guarnecidas com braçadeiras de ferro ou capacetes metálicos dimensionados convenientemente para evitar fendas durante a cravação Quando houver necessidade de aumentar o comprimento das estacas, as emendas deverão ser feitas de tôpo e guarnecidas com talas de ferro fortemente aparafusadas As cabeças das estacas deverão ser cortadas de maneira a ficarem 20cm abaixo do nível mínimo da água, colocando-se, em seguida, uma chapa metálica com parafusos onde fundir-se-á o bloco de coroamento De concreto simples e armado Premoldadas Deverão ser moldadas horizontalmente, levando-se em consideração o dimensionamento e as 14/111

15 prescrições constantes da Norma NB-1 da ABNT Deverão ser dotadas de armadura para resistir aos esforços de transporte e cravação Deverão ter proteção adequada para resistir a choques durante a cravação Fundidas no local Poderão ser executadas com tubos recuperáveis ou não Poderão ter armadura apenas na cabeça, para ligação com os blocos, ou serem armadas em todo o comprimento, dependendo do valor da carga, da natureza do solo e do tipo de estaca A estaca com tubo recuperável deverá ser executada cravando-se o tubo por processo adequado até atingir a profundidade necessária A base poderá ser alargada socando-se, enèrgicamente, o concreto de modo a fazê-lo expandir-se sob o tubo O tubo é retirado, à medida que progride a concretagem do fuste, socando-se o concreto por camadas sucessivas e tendo-se o cuidado de evitar a penetração da água ou Iôdo Quando houver a penetração de água ou Iôdo ou surgirem motivos que impeçam a concretagem contínua, a estaca deverá ser abandonada Cortes O corte das estacas, para ligação ao bloco de coroamento, deve ser procedido de modo a impedir que a sua seção transversal seja reduzida ou apresente fendas O ponteiro deverá ser colocado em posição horizontal de modo a cortar a estaca perpendicularmente ao seu eixo Nas estacas moldadas in situ, dever-se-á levar a concretagem da cabeça a mais de 30cm acima da cota de rasamento De aço São perfis ou tubos de aço convenientemente dimensionados Deverão ser retilíneos e resistentes à corrosão O seu dimensionamento deverá ser feito para taxa máxima de 1.000kg/cm 2 e a espessura mínima utilizada será de 1cm Tubulões Os tubulões deverão ser dimensionados como colunas, de acôrdo com a Norma NB-1 da ABNT, quando de concreto armado, levando-se em conta a contenção do solo para o cálculo do comprimento livre de flambagem No caso dos tubulões com revestimento de camisa metálica esta poderá ser considerada como contribuindo para a resistência do tubulão (cintamento), desde que desprezada a espessura de 1,5mm para 15/111

16 levar em conta a corrosão e o solo não seja considerado como agressivo, hipótese em que deverão ser feitos estudos especiais Estrutura O projeto estrutural deverá ser executado com observância à Normas NB-1, NB-4, NB-5, NB-11, NB-14 e NB-14 da ABNT Quando o projeto estrutrural não fôr fornecido pelo órgão interessado, deverá ser apresentado pelo empreiteiro que o terá executado ou mandado executar por escritório técnico idôneo, a juízo do poder contratante. O projeto será acompanhado, obrigatòriamente, de memória de cálculo na qual figurem: 1 - cargas adoradas; 2 - tensões admissíveis; 3 - dimensionamento das seções O projeto estrutural obedecerá as características do projeto arquitetônico de tal sorte que êste não venha a ser desfigurado De concreto armado Deverão ser obedecidas as prescrições das Normas NB-1, NB-4, e NB-16 da ABNT Dosagem O concreto deverá ser dosado de modo a assegurar, após a cura, a resistência indicada no projeto estrutural ou nas especificações. A resistência padrão deverá ser a da ruptura de corpos de provas de concreto simples, aos 28 dias de idade, executados e ensaiados de acôrdo com os Métodos MB-2 e MB-3 da ABNT, em número nunca inferior a dois corpos de provas para cada 30m 3 de concreto lançado O cimento deverá ser sempre indicado em pêso, não se permitindo o seu emprêgo em fração de saco. As padiolas de medição dos agregados deverão se marcadas distintamente para os agregados miúdo e graúdo; o fator água cimento deverá ser rigorosamente observado, com a correção da umidade do agregado Fôrmas Na execução das fôrmas deverá ser verificado: 1 - reprodução fiel do desenho; 2 - adoção de contra-flexas, quando necessárias; 3 - superposição dos pilares; 4 - nivelamento das lajes e das vigas; 5 - suficiência do escoramento adotado; 6 - contraventameno de painéis que possam se deslocar quando do lançamento do concreto; 16/111

17 7 - furos para passagem de tubulações; 8 - vedação das fôrmas; 9 - limpeza das fôrmas A construção das fôrmas e do escoramento deverá ser feita de modo a haver facilidade na retirada dos seus diversos elementos mesmo aquêles colocados entre lajes Antes do lançamento do concreto as fôrmas deverão ser molhadas até à saturação Armadura Na execução da armadura deverá ser verificado: 1 - dobramento das barras, de acôrdo com o desenho; 2 - número de barras e suas bitolas; 3 - posição correta das barras; 4 - amarração e recobrimento O dobramento de aço comum, 37 CA, deverá ser feito, sempre que possível, a frio, não se admitindo aquecimento para os aços especiais CA-T 11 e CA-T Não serão admitidas emendas de barras, não previstas no projeto, senão em casos especiais com prévia autorização da Fiscalização Amassamento do concreto O amassamento mecânico deverá ser contínuo e durar o tempo necessário para homogeneizar a mistura de todos os elementos, inclusive eventuais aditivos Só será admitido o amassamento manual, excepcionalmente, a juízo da Fiscalização Lançamento do concreto O lançamento do concreto deverá obedecer ao plano de concretagem Não deverá ultrapassar de 30 minutos o intervalo entre a adição da água e o lançamento do concreto O adensamento deverá ser efetuado durante e após o lançamento do concreto, por vibrador, até que a água comece a refluir na superfície Quando manual, deverá o concreto ser socado, contínua e enèrgicamente, por meio de hastes apropriadas O adensamento deverá ser feito cuidadosamente para que o concreto envolva completamente a armadura a atinja todos o pontos da fôrma Deverão ser tomadas precauções para que não se altere a posição das armaduras nem se 17/111

18 formem vazios na concretagem Cura Durante sete dias deverão as superfícies expostas do concreto ser conservadas úmidas Retirada das fôrmas Não deverá ocorrer antes dos seguintes prazos: 3 dias para as faces laterais; 14 dias para as faces inferiores, deixando-se pontaletes bem encunhados e convenientemente espaçados; 21 dias para as faces inferiores, sem pontaletes Modificações As modificações, furos para passagem de tubulação ou demolições parciais da estrutura deverão ser objeto de consulta ao autor do projeto estrutural De concreto protendido A construção das estruturas de concreto, protendido deverão ser executadas de acôrdo com as prescrições do item 04.1 e mais as relacionadas a seguir O serviço de protenção deverá ser executado com equipamento cuja aparelhagem de contrôle e medição de esforços possa ser aferida sempre que a Fiscalização o solicitar Para efeito de protenção os alongamentos das armuduras deverão ser anotados em mapas próprios, tendo em vista as medições efetuadas de acôrdo com a prescrição compatível com o estado de tensão exigido Os lubrificantes utilizados nos dispositivos de deslizamento e os materiais usados na pintura dos fios e cabos, não aderantes, deverão ser isentos de componentes que possam provocar a corrosão da armadura de protensão As bainhas de cabos de armadura de protensão, com aderência posterior, deverão ser metálica e capazes de resistir à pressão do concreto fresco e aos esforços de montagem, sem se deformarem, além de ser estanque para evitar a penetração de nata ou argamassa na ocasião da concretagem A proteção da armadura de protensão deverá ser feita, no caso de barras pretracionadas, pelo simples envolvimento por concreto ou, no caso de barras postracionadas, por injeção de pasta ou argamassa de cimento. A mistura deverá ser feita mecânicamente, não devendo formar bôlsas de água ou de ar nem haver segregação. As bainhas deverão ter dispositivos que permitam a saída de ar e de água, eventualmente existente, à medida que penetra o material da injeção Os elementos estruturais sujeitos a intempéries ou a impactos deverão ser visitáveis De aço Deverão ser obedecidas as prescrições da Norma NB-14 da ABNT. 18/111

19 04.31 Disposição geral Em qualquer fase de execução só será permitido trabalhar o material no estado frio ou aquecido ao rubro, sendo vedada qualquer operação em estado intermediário de temperatura Desempeno e dobramento Todo material deverá estar limpo e desempenado. As operações de desempenho e dobramento deverão ser executadas de forma a não permitir o aparecimento de fissuras ou outros defeitos superficiais O desempeno de peças compostas, quando admissível, exigirá reinspeção dos elementos de ligação Corte Os cantos reintrantes deverão ser arredondados com o maior raio possível de forma a evitar o aparecimento de fissuras Furação Os diâmetros dos furos para rebites ou parafusos não ajustados deverão Ter uma folga máxima de 1,6mm em relação ao diâmetro nominal de rebite ou parafuso Só será admissível o puncionamento diretamente no diâmetro definitivo quando t = d' + 1,6 mm onde: t=espessura do material puncionado. d' diâmetro do furo Nos casos em que tal condição não fôr verificada, os furos deverão ser abertos à broca ou subpuncionados (puncionados com diâmetro inferior) e alargados. O diâmetro dos furos subpuncionados deverá ser, pelo menos, 3 mm menos que o diâmetro definitivo Furos para rebites ou parafusos, efetuados inicialmente alargados, só poderão ser efetuados com permissão da Fiscalização e desde que o diâmetro circunscrito ao furo do maçarico seja, pelo menos, 6 mm menor que o diâmetro definitivo Os furos para parafusos ajustados deverão ser feitos à broca ou subpuncionados e alargados de forma cilíndrica, com folga máxima de 0,5 mm em relação ao diâmetro nominal do parafuso A furação à broca ou o alargamento dos furos para parafusos ajustados deverá ser feito após a justaposição das peças a serem ligadas. Admitir-se-á furação das peças, isoladamente desde que seja feita por meio de gabaritos metálicos com buchas endurecidas As peças a serem furadas em conjunto deverão ser rigorosamente apertadas para evitar a penetração de rebarbas entre as superfícies em contato Acabamento 19/111

20 As seções extremas de peças comprimidas deverão receber acabamento adequado desde que a transmissão do esfôrço se faça, total ou parcialmente, por contato A superfície de contato de uma peça composta submetida a compressão só poderá ser aplainada depois da montagem de oficina dos elementos componentes. Admitir-se-á o corte do conjunto a serra para atendimento das condições de aplainamento As extremidades das colunas dispensarão aplainamento quando as emendas e ligações sejam calculadas para tôda a carga axial Rebitamento (cravação) Os rebites deverão ser cravados a quente, por processo mecânico de percussão ou compressão. Excepcionalmente, em ligações secundárias, poderá ser tolerado rebitamento a frio ou por processo manual Os rebites deverão ser uniformemente aquecidos a uma temperatura não superior a 1.060ºC (rubro cereja claro). Não deverão ser cravados quando a temperatura estiver abaixo de 538ºC (vermelho escuro) As superfícies dos rebites deverão estar perfeitamente limpas antes da colocação dêstes, livres, principalmente, de óxidos formados durante o aquecimento. Não deverão ser aproveitados os rebites que, depois de aquecidos, apresentarem indícios de queima ou formação de crateras na cabeça Depois de cravados, será imprescindível que os rebites se alojem com apêrto, ficando suas cabeças em pleno contato com a superfície da peça. Além disso, os rebites deverão apresentar as cabeças perfeitamente centradas em relação ao seu fuste e isentas de fissuras ou outros defeitos. As dimensões das cabeças rematadas deverão respeitar as prescrições da Especificação P-EB-49 da ABNT Todo rebite que, através de inspeção com martelo, deslizar, vibrar ou produzir som anormal, deverá ser recusado Limpeza e pintura de oficina] Tôda a estrutura deverá sofrer cuidadosa limpeza por meios eficazes, com remoção de ferrugem, rebarbas, escória ou resíduos de fluxo, respingos de solda, óleo, poeira ou demais elementos nocivos A tinta só deverá ser aplicada em superfícies metálicas perfeitamente sêcas Tôda a estrutura deverá receber uma demão de tinta de fundo, anticorrosiva, de qualidade aprovada, cuidadosamente aplicada nas juntas e superfícies expostas As superfícies de contato, transmitindo esforços de compressão, deverão ser limpas por meios eficazes, porém, não pintadas As superfícies acabadas à máquina deverão ser protegidas adequadamente logo após o término da operação de acabamento; esta proteção deverá ser removida por ocasião da montagem Não deverão ser pintadas: 1 - as peças a serem montadas em contato com concreto ou alvenaria; 20/111

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