Igr~a. Luteral1a. da Igreja Evangélica Luterana do Brasil. Ano XXVIII - N' 3 e -l

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1 Igr~a Luteral1a REVISTA TEOLôGICA da Igreja Evangélica Luterana do Brasil Ano XXVIII - N' 3 e -l

2 I Retiatores~ ANO J T REVISTA TEOLóGICA ela Igreja Evangélica Luterana do Brasil (trimestral) Alttorizada a circular por despacho do D, I. p. - Froc XXVIII Pror. Dr~ H~ Rottrnall..ll ProÍ. j!/íário :L~Rehieldt A Editôra: Casa Publica-dora Concórdia S.A.. Tiragen'1: 350 PôRTO ALEGRE 1967 leses DE FREI CONTRA O COMÉRCIO DAS INDULGÊNCIAS 31 DE OUTUBRO DE 1517 Tr, e ael, por R. H ASSE Movido amor e pelo empenho ern prol do esclarecimento 0.0 verdade discutir,se,á em Wittemberg, sob a presidência do rev. padre Martjnho o que segue. que não puderam estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém. 1" TESE Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos, etc., certamente quer que tôdo a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento. 2" TESE E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo,se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes. 3" TESE Todavia nôo quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando nôo produz tôda sorte de mortificações da carne. 4') TESE Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeirg penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vidg eterna.

3 152 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero 5" TESE o papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acôrdo com os cânones, que são estatutos papais. 6" TESE o papa não pode perdoar dívida senão declarar e confirmar aquilo que já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada. 7"- TESE Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário. 8') TESE Canones poenitentiales, que são as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas são impostas aos vivos, e, de acôrdo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos. 9"- TESE Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluindo êste de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema. 10') TESE Procedem desajuizadamente e maios sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas. 11" TESE Êste )010, que é o de se transformar a penitência e satisfação, previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo. 12') TESE Outrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecados cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar. 13"- TESE Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.

4 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero ') TESE Piedade ou amor imperfeitos da parte daquele que se acha as portas da morte necessàriamente resultam em grande temor; 10 qo, quanto menor o amor, tanto maior o temor. 15" TESE Êste temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespêro. 16" TESE Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o sao um do outro o desespêro completo, incompleto ou quase desespêra e certeza. 17') TESE Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor. 18' TESE Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas razões e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor. 19" TESE Ainda parece não ter sido provado que tôdas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por e10:, não obstante nós termos absoluta certeza disto. 20" TESE Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras "perdão plenário de tôdas as penas" que todo o tormento é perdoado, mas apenas as penas por êle impostas. 21') TESE Eis por que erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de tôdas as penas e salvo mediante a indulgência do papa, 22" TESE Com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida,

5 154 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero 23" TESE Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, êste apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos. 24' TESE Assim sendo, a maioria do povo sas promessas do indistinto perdão, gelo com as penas pagas. 25,' TESE é ludibriada com as pompoo homem sin- Exatamente o mesmo poder geral, que o papo tem sôbre o purgatório, qualquer bispo e cura dalmas o tem no seu bispado e na suo poroqma,,. quer de - mo d o especlo. 1 e qu.er po.ro. com os seus em particular. 26" TESE O papo iaz muito bem em não conceder às o.lmo.s o perdão em virtude do poder dos chaves (00 qual não possui), mas pe10 ajudo ou em iorma de intercessão. 27" TESE Pregam iutilidades humanos quo.ntos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a olmo se vai do purgatório. 28" TESE Certo é que no momento em que a moeda soa no caixa vem o lucro, e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; o ajuda porém, ou a intercessão da IgTeja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus. 29" TESE E quem sobe, se tôdos as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com Santo Severino e Pascoa!. Ninguém tem pesar verdadeiros; çado pleno perdão 30' TESE certeza da suficiência do seu arrependimento e muito menos certeza pode ter de haver alcandos seus pecados. 31" TESE Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e pesar verdadeiros, tão raro também é aquêle que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.

6 As 95 Teses de Frei Martinho 32" TESE Lutero 155, Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aquêles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência. 33" TESE Há que acautelar-se muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dádiva de Deus, qual o homem é reconciliado com Deus. 34" TESE Tanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens. 35' L TESE Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aquêles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar. 36" TESE Todo e qualquer cristão que se arrepc,nc:ie verdadeiramente d03 seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão êsse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência, 37' TESE Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência, 38" TESE Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa, Pois, conforme declarei, O seu perdão constitui uma declaração do perdão divino. 39" TESE É extremomente difícil mesmo para os mais dou tos ~ólogos, exaltar diante do povo 00 mesmo tempo o grande riqueza do indulgência e 00 contrário o verdadeiro arrependimento e pesar. 40~ TESE o verdadeiro arrependimento e pesar buscam e ornam o castigo; mos o profusão do indulgência livro dos penas e foz com que se os aborreço, pelo menos quando há oportunidade paro isso.

7 156 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero 41" TESE É necessário preg-ar cautelosamente sôbre a indulg-ência papal para que o homem sing-elo não julg-ue errôneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas. 42" TESE Deve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alg-uma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade, 43',\ TESE Deve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulg-ências, 44" TESE É que pela obra de caridade cresce o amor ao proxlmo e (; homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena, 45' TESE Deve-se ensinar aos cristãos que aquêle que vê seu próxlm8 padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa, mas provoca a ira de Deus. 46" TESE Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura, fiquem com o necessário poro a coso e de maneiro nenhuma o esbanjem com indulg-ências. 47" TESE Deve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada. 48" TESE Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro. 49'1 TESE D~ve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas as indulgências do papá enquanto o homem não confiar nelas; mos muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus. 50" TESE Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

8 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero " TESE Deve-se ensinar oos cristãos que o papa, por dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em gerol são despojodos do dinheiro pelos apregoadores de indulgência, vendendo, se necessário fôsse, a própria catedral de São Pedro. 52') TESE Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor. 53" TESE São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas. 54" TESE Esperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma corno garantia. 55') TESE A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimônia, enquanto o Evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades. 56"" TESE Os tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecidos na Igreja de Cristo. 57«( TESE Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a êstes não distribuem com facilidade, antes os ajuntam. 58? TESE Tão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto êstes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior. 59') TESE São Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na suo época.

9 158 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero Afirmomos com boo éstes tesouros são as chaves Ija to de Cristo. 60" TESE sem temeridode ou leviondode, Que o elo dados mereclmen- Evidente é qu.e paro err1 detei1tlinados casos o 61" TESE de -penos e paro G absolvição elo Loccr por si só basta o verdadeiro tesoujc (--.:, e do graça de Deus. c so:nüsslmc f-jri,..ev TESE Éste tesouro, é muito faz con-l que os prirr12iros sejam os Últimos. 64' TESE Enquanto isso () tesouro dos é sôbiarüente o meus apreciado! porquanto fez corri. que os Últimos selom os 65' TESE Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram os rêdes com que se apanhavem os ricos e obastados. 66" TESE Os tesouros das indulq-ências, - -porém, são as rêdes com que hoje se apanhem as riquezas dos homens. 67'" TESE As indulgências epregoodas pelos seus vendedores como o mais sublime graça decerto assim são considerados porque lhes trazem grandes Droventos. 68" TESE Nem por isso semelhante indulgência não deixa de ser a mms ínfima graça comparado: com o: graça de Deus e a piedade da cruz_ 69" TESE Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com tócia a reverência.

10 As 95 Teses àe Frei Martinho Lutero " TESE Entretanto têm muito maior d.ever de conservar abertos olhos e ouvidos, poro que êstes comissários, em vez de cumprirem os ordens recebidas do papo, não preguem os seus próprios sonhos. 71" TESE Aquêle, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e orrogantes dos apregoo:dores de indulgências, seja abençoado. 72" TESE Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papms é excomungodo e moldito. 73" TESE Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente. 74" TESE Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência, prejudiquem a sonta caridade e a verdade pela sua maneira de agir. 75" TESE Considerar as indulgências do papo tão poderosas, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que (cousa impossível) tivesse desonrado a mõe de Deus, significa ser demente. 76" TESE Bem ao contrário, afirmamos que a indulgência do papo nem mesmo o menor pecado venial pode anular no que diz respeito à culpa que constitui. 77" TESE Dizer que mesmo S. Pedro, se agora fôsse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar S. Pedro e o papo. 78" TESE Em contrário, dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes, o dom de curar, e1o., de acôrdo com o que diz I Coríntios 12.

11 160 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero 79" TESE Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfêmia. 80" TESE Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas dês te procedimento. 81" TESE Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos. 82" TESE Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma só vez tôdas as almas do purgatório, movido por santíssima caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para a construção da catedral de S. Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante insignificante? 83" TESE Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de nôvo os benefícios ou prebendas oferecidos em favor dos morios, visto ser injusto continuar a rezar pelos já resgatados? 84" TESE Ainda: Que nova piedade de Deus e do papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga? 85') TESE Ainda: Por que os cânones de penitência, que, de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgência como se continuassem bem vivos e em vigor? 86~ TESE Ainda: Por que o papa, cujo fortuna hoje é mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de S. Pedra de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres?

12 As 95 Teses de Frei Martinho Lutero " TESE Ainda: Que ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste o direito à indulgência plenária? 88') TESE Afinal: Que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como já o faz, cem vêzes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito? 89') TESE Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por êle concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes? 90" TESE Refutar êstes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da fôrça e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos. 91" TESE Se a indulgência fôsse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aquêles receios seriam fàcilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido. 92" TESE Fora, pois, com todos êstes profetas que dizem ao povo de Cristo: Pazl Paz! e não há paz. 93" TESE Abençoados sejam, porém, todos os profetas que dizem à grei de Cristo: Cruz! Cruz I e não há cruz. 94') TESE Admoestem-se os cristãos a que se empenhem em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno; 95" TESE E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.

13 162 Luthers Vermachtnis an die Christenheit Luthers Vermachtnis Christenheit an die D. Hermann Sasse In den ersten Morgenstunden des 18. Februar 1546, in einer kaiten vvinternacht, schloss Martin Luther in Eisleben die Augen für immer. «Ostern werde ich nicht mehr Iebem>, hatte er an seinem 63. Gebnrtstag gesagt. Mlt Sorge um sein Leben sahen die Seinen ihn Ende Januar die letzte Reise seines Lebens antreten, die ihn in Begleitung seiner Sohne mit Justus Jonas in die Stadt seiner Geburt führte, wo er einen Bruderzwist zvvischen deu Grafen von MansfeId beiiegen sollte. Die Briefe, die e1' von diesel' Reise seine1' «gnadigen lieben Hausfrauen;) schrieb, gehoren zu den menschlich e1'g1'eifendsten Zeugnissen seines mannlich-starken und zugleich kindlichzarten Glaubens: «Ich so1'ge, wo du nicht aufhorst zu so1'gen, es mocht uns zuietzt die E1'den verschlingen und ane EIement verfolgen. Lernest du also den Catechismus und GIauben? Bete du und Iasse Gott sorgen, dir ist nichts befohlen, für mich oder dich zu sorgen. Es heisst: 'vvirf dein AnIiegen auf den Herrn, der sorget für dich', Ps. 55 und viel mehr Orten.» So schrieb er am 10. FebrU8Y. Vier Tage darauf hielt er seine letzte Predigt. Am 16. und 17. wurden dig Vertrage zwischen den Gmfen unterzeichnet und damit das Friedenswerk vollendet. An den Verhandlungen des Ietzten 'rages nahm Luther personlich nicht mehr teil, sondern blieb in seiner Stube. Gegen Abend setzten BrustbekIemmungen ein, die sich in Abstanden wiederholten und verschlim.merten. AIs er gegen 10 Uhr abends, nachdem er sich erholt hatte, in sein SchlafkammerIein ging, verabschiedete er sich von seinen Hausgenossen mit den Worten: «Betet für unsern Herrn Gott und sein Evangelium, dass es ihm wohl gehe; denn das Konzilium zu Trient und der Ieidige Papst zürnen hart mit ihm.>' Gegen 1 Uhr nachts weckte ihn die Atemnot, und er erhob sich: «Ach, Herr Gott, wie ist mil' so wehe; ach lieber Doktor Jonas, ich achte, ich werde hier bleiben.» Er kannte noch in die Stube gehen, und dort begann sein letztes Stündlein. ln Gegenwart seiner Sohne, seiner Freunde und der eilig herbeigerufenen Ârzte sprach er in den Pausen des 'rodeskampfes seine letzten Gebete, sagte sich Bibelworte wie Joh. 3,16 und Psalm 68,21 vor und antwortete anf die Frage van Justus Jonas: «Reverende pater, wollt lhr auf Christum und die Lehre, wie lhr gepredigt, bestandig bleiben??> mit einem vernehmbaren «Ja». Dann ging seine SeeIe in den Frieden Gottes ein. ln Eisleben aber, in den Dorfern und Stadten, durch die sein Leichnanr getragen wurde, und vor anem in vvittenberg bei der Beisetzung in der SehIosskirche und bei der Trauerfeier der Universitat kam eine Trauer zum Ausdruck. die mehr war ais die Trauer eines VoIkes um einen seiner grossen Manner. War doch der Mann, der damals starb, wahrend der Papst in Trient das Konzil zur «Ausrottung der Haresie», d. h. zur Vernichtung der Iutherischen Reformation, halten liess und der Kaiser sich mit den vvaffen eines WeItreichs zum Kriege gegen die evangelische Reichsstande rüstete, mehr ais ein grosser Deutscher. Er war mehr ais der treue vvachter über der Seele seines VoI-

14 Luthers Vermachtnis an die Christenheit 163 kes, ein Mann, von dem man den Eindruck hat, dass er durch sein gewaltig'és Beten die Katastrophe noch abgewendet hatte, die seit vieien Jahren über Deutschland schwebte. Er war ais der Wiederentdecker des Evangeliums vou der Gnade Gottes der Reformator der KiI'che, und nicht nui' der Kirche eines Landes, sondern der ganzen, der einen Kirche Gottes auf Erden. Nur der hat Luther verstanden, der ihn so versteht ais den Reformator der ganzen Kirche. Nur der vermag das Vermachtnis zu begreifen, das er hinteriassen hat, der weiss, dass dies Vermachtnis der ganzen Christenheit auf Erden gilt. Denn wenn Luther wirklich, wic er meinte und wie die evangelische Kirche giaubt, mit seiner Entdeckung der seligmachenden vvahrheit von der Rechtfertigung des Sünders allein durch den Glauben nichts anderes getan ais das heilige Evangelium wieder ans Licht gebracht hat, dann hat ja seine Entdeckung eine so universaie Bedeutung wie das Evangelium selbst. Er hat diese seine Botschaft noch eininal ausgesprochen in den Ietzten Zeilen, die wir von seiner Hand besitzen, auf einem ZetteI vom 16. Februar, den man nach seinem Tode fand. Diese seine letzte Aufzeichnung, in Iateinischer Sprache geschrieben, red8t von der unergründlichen Tief'l der BibeI:,(Den Vergil in seinen Bucolica und Georgica karm niemand verstehen, e1' sei denn fünf Jahre Hirte oder Ackerma"n gewesen. Cicero in seinen Briefen versteht niemand, er habe sich denn zwanzig Jahre in einem bedeutenden Staatswesen betatigt. Die heilige Schl'ift meíl"e niemand genügend gekostet zu haben, er habe denn hundert Jahre mit den Propheten Gemeinden regie1't.,' Die Aufzeichnung schliesst mit dem Satz: '1\"1ir sind Bettler: das ist w"hr.» Dabei sind die \Vortc «Wir sind Bettlen dadu!'ch hervol'gehbben, dass sie in deutscher Sprache geschrieben sind. Es ist, ais ob Luther damit noch einmal der ]\'1itwelt und der Nachwelt, der Christenheit aller Zeiten, d:ls Letzte habe sagen \vollen, was er zu sagen hatte. «Wir sind BettIer: das ist wahr!» Das ist die Gnmdmelodic, die durch sein ganzes Leben, Lehren und vvirken hindurchklingt. Machtvoll erklingt sie bereits in den ersten Worten seiner Romerbriefvorlesung von 1513, wo er es ais den Sinn dieses Briefes bezeichnet, «zu zerstoren, auszurotten und zu vernichten alle Weisheit und Gerechtigkeit des Fleisches, dafür aber festzustellen und grosszumachen die Sünde", Sie klingt durch die Lieder der Reformation: «Es ist doch unser Tun umsonst auch in dem besten Leben», «Mit unserer Macht ist nichts getan». Sie durchhallt alle Werke des Rc formators bis zu den Ietzten grossen Kampfschriften, in denen er das Evangelium gegen seine VerfaIschung durch den Papst und das Konzil verteidigt. Es gibt nur einen der grossen Lehrer der Kirche, den man, was die Erkenntnis des menschlichen Elends, der Ohnmacht des Menschen in allen geistlichen Dingen, angeht, neben Luther nennen kann, Das ist Augustin, der grosste der Kirchenvater der aiten Iateinischen Kirche. Er hat in der Zeit der VOlkerwanderung das sola gratia, das «ahein aus Gnadem> der Christenheit des AbendIandes so eingepragt, dass sie es niemals ganz hat vergessen konnen. Noch heute klingt sein machtiger Lobpreis der rettenden gottlichen Gnade im katholischen Gottesdienst nach, wenn in einem der Gebete, die der Priester in jeder Messe Ieise spricht, Gott angerufen wird ais der, «der nicht das Verdienst ansieht, sondern die Vergebung schenkt», Oder wenn man im Totenamt

15 164 Luthers Vermiichtnis an die Christenheit im dies il'ae singt: «Ki.inig der furehtbaren MajesUit, der du die, die gerettet werden sollen, umsonst rettest», und den Herrn Christus anfleht: (;Du, der lossprach einst J'vfarien und dem Schiicher hast verziehen, hast auch Hoffnung mil' verliehen." Dies sola gratia, wie es auch in der ri.imischen Kirehe noch erklingt wenn aueh nur ais ein Ton neben anderen - darf man nicht untersehiitzen. \Vir ki.innen ais evangelisehe Christen uns seiner nur freuen. Es ist uns heute wie einst dem Reformator Martin Luthel' ein verheissungsvolles Zeiehen dafür, dass die Kirehe Gottes auch noeh in der ri.imischen Christenheit vorhanden isto "\Vie hiitte denn sonst auch die Reformation aus einer Klosterzelle kommen ki.innen? Aber Luthers Erkenntnis geht tiefel'. Er hat erkannt, dass das soja gratia ergiinzt werden muss durch das sola fide, dass also zu dem «allein aus Gnaden» noch hinzukommen muss das «alleiu durch deu Glauben». Denn da erst wird die Tiefe der gi.ittlichen Gnade ganz verstanden, wo man weiss: «Es ist doch unser Tun umsonst, auch lu denl besten Lebem>. Auch in einem Leben, das geführt wird im Frieden der Vergebung Gottes und in der Kraft seines Heiligen Geistes, werden wir niemals gerecht durch das, was wir sind und was wíl' tun, sondern immer nur durch das, was Christus ist und was er für uns getan hat. Wenn der Apostei Paulus aus der tiefen Erfahrung der Wirkung des Heiligen Geistes ein Leben der Heiligung Gal. 2,20 mit deu \Vorten beschreibt: «Ich lebe, doch nun nicht ich, sondel'n Christus lebt in mir», dann fiih1't er fort: «Was ich aber jetzt lebe im Fleiseh, das lebe ich im Glauben an den Sohn Gottes, der mich geliebt hat und sich selbst für mich da1'gegeben.," Unsere Gerechtigkeit vor Gott ist niemals eine Gerechtigkeit, die wir besitzen, sondern sie ist im st1'engen Sinne des Wortes Gottes Christi Gerechtigkeit. Es ist buchstiiblich wahr, was das alte Kirchenlied der Reformationszeit sagt, das der jüngere Zinzendorf dann in seiner \Veise erneuert hat: «Christi Blut und Gerechtigkeit das ist mein Schmuek und Ehrenkleid. Damit wil! ich vor Gott bestehn. wenn ich zum Himmel werd' eingehn.:i Hier ist das sola fide so klar und so einfach ausgesprochen, dass ein Kind es verstehen kann. \Venn ein Franz von Assisi. ein Friedrich von Bodelschwingh, oder wen man sonst ajs Beispiel eines Lebens der Heiligung nennen mag, selig geworden sind, dann sind sie es nicht geworden um ihres Lebens und ihrer Werke \villen, sondern einzig und aljein deswegen, weil der Herr Ch1'istus auch für sie arme Sünder gestorben isto «Durch GJauben aljein:), das heisst: leh bin nichts, ich habe nichts, ich vermag nichts; aber ich habe einen HeiJand, der alles ist, alles hat. alles ve1'mag. Er ist uns gemacht vou Gott «zur Weisheit und zur Gerechtigkeit und zur Heiligung und zur Erli.isung» (1. Kor. 1,31). Und was Luther 1516 an seinen O1'densbruder Georg Spenleill schrieb. das ruft er dureh das «Wir sind Bettler: das ist wahr»,

16 Luthers Vermaehtnis an die Christenheit 165 seiner letzten Aufzeiehnung, der ganzen Christenheit, jedem Christen ais sein Vermaehtnis zu: «Pater. mein lieber Bruder, lerne Christum, und zwar den Gekreuzigten! Lerne ihm lobsingen und an dir selbst verzweifelnd zu ihm spreehen: Du, Herr Jesu, bist meine Gereehtigkeit, ieh aber bin deine SÜnde. Du hast angenommen, was mein war, und hast mil' gegeben, was dein wal'. Du hast angenommen, was du nieht warst, und hast mil' gegeben, was ieh nieht war.» Und dann folgt das kühne Wort: «Hüte dieh, jemals solch2 Reinheit zu ersti'eben, dass du dir selbst nieht mehi' ais Sünder vorkommen, geschweige denn einei' sein willst. ChI'istns wohnt namiich nni' untei' SÜndeI'n. Deswegen ist er ja vom Himmel herabgestiegen, wo er untei' Gereehten wohnte, um aueh untei' Sündern Wohnung zu nehmen. Diesel' seinei' Liebe sinne immer wieder naeh und du wirst den süssesten Trost erleben... AIso nui' ln ihm, durch getr;oste Verzweiflung an dir und deinen Werken wirst du Frieden finden. Du wirst darüber hinaus von ihm selbst lernen, dass e~', wie er selbst dieh angenommen hat, deine Sünden zu den seinen gemacht hat und seine Gereehtigkeit zu deiner Gereehtigkeit.» Hier wii'd deutlieh, wie Luthers Versti:indnis des Mensehen in der Tiefe zusammenhangt mit seinem Verstandnis Christi. Luther hat des Mensehen ganzes Elend verstanden, die Sünde, die «so gar ein tief base Verderbung der mensehliehen Natur» ist, «dass sie kein Vernunft nieht kennet, sonderrj. muss aus der Sehrift Offenbarung geghiubt werden». Dass wir Sünder sincl «.aueh in dem besten Leben», dass auch der beste Christ angewiesen ist auf die tagliehe und reiehliehe Vergebung der Sünden, das kann die mensehliehe Vernunft nieht erkennen, und sie wiu es nieht wahr haben, wenn es ihr gesagt wird. Die Erbsünde lasst sich mit einer jener geistigen Erkrankungen vergleiehen, zu deren Merkmalen es gehort, dass der Kranke seinen KI'ankheitszustand nieht mehr zu erkennen vermag, sondern sich selbst für ganz gesund halt. Luther hat die Tiefe der Sünde verstanden, weil er sich über das vvesen des Mensehen nieht aus philosophisehen Büehern belehren liess, wie das Mittelalter aus den Werken des Aristoteles. sondern aus Gottes \Vort allein. Deswegen vermochte er aber auch das Amt und vverk Jei.'ll Christi zu verstehen wie kein Lehrer der Kirehe vor ihm. «Christus kann nicht mit einem Sünder in Lebensgemeinschaft treten.» So erlautert die Deutsehe Thomasausgabe (Bd. 30, S. 528) den Satz dei.' Thomas von Aquin, dass der Menseh im Stande der Todsünde nicht mit Christo vereinigt wer' den konne und danlm das Altarsakrament nieht empfangen dürfe (Summa theol. lu 79,3). Luther behauptet das Gegenteil: «Christus wohnt namlic'h nur untei' Sündern.» Den Sündern, und ihnen allein, ist sein Tiseh gedeekt. Dort empfangen wir seinen wahren Leib und sein wahres Blut «zur Vergebung der Sünden», und das gilt, auch wenn sie die Vergebung bereits in der Absolution empfangen haben. Dass die Heilige Sehrift hier eindeutig auf Luthers Seite ist, bedarf keiner naheren Begründung. Jedes Blatt des Neuen Testaments ist ja ein Zeugnis von dem Christus, dessen eigentliehes Amt es ist, «Sünder selig zu maehen», «zu suehen und selig zu maehen, was verloren ist». Und das ganze Heilandswirken Jesu von den Tagen an, ais er in Galiaa zum Erstaunen und Entsetzoon der Pharisaer mit den Zollnern und Sündern ass, bis zu der Stunde, da er im Widersprueh mit den Grundsatzen jeder vernünftigen Moral dem Schaeher am Kreuz das Paradies zu-

17 166 Luthers Vermachtnis an die Christenheit sagte, ja sein ganzes Erdenleben von der Krippe bis zum Kreuz ist eine einzige grosse Demonstration des alle Vernunft Übersteigenden Wunders der gi:ittlichen Vergebung, 'der Rechtfertigung des Sünders. «Christus wohnt namlich nur untei' Sündern." «'Wir sind Bettler: das ist wahr.» ln diesen Worten, den letzten, die Martin Luthers unermüdliche Feder für uns geschrieben hat, liegt sein Vermachtnis an die Christenheit. Die tiefste Erkenntnis des Menschen als des Sünders unc1 das ticfe Vcrstanc1nis Christi als des Sünderheilands verbinden sich darin, «Dass es mit dem }V[enschen nichts ist und er also lerne, an sich selbst zu verzagen, auf Christun1 zu hoffen», dazu ruft der Refonnator auc!l heute noch die Christenheit auf, und zwar die ganze Christenheit. Denn die seligmachende Botschaft von der Rechtfertigung des Sünders allein durch den Glauben gehi:irt ja, eben weilsie nichts anderes ist als das recht verstandene Evangelium, der ganzen Kirche Gottes. Ja, die eine KiI'che Gottes, die auf EI'den in, mit und untei' den Konfessionskirchen der Christenheit existiert, lebt von dem so verstandenen Evangelium. Dann ist die Reinerhaltung der Botschaft der Reformation nicht ein \Verl{ konfessioneller Engherzigkcit, sondern Dienst an der Einheit der Kirche, wie LutheI' es einm81 ausspricht, wenn er von dem Artikel von der Rechtfertigung durch den Glallben sagt: «Wo diesel' einiger Artikel rein auf dem Plan bleibet, so bleibet die Christenheit auch rein und fein eintrachtig und ohne alle Rotten. Via er aber nicht rein bleibet. da ist's nicht moglich, dass man einigen Irrtul11 oder Rottengeist wehren moge.» Zu diesem Dienst ist die evangelisch-lutherische Kirche heute in der Welt in besonderer Weise gerufen. 1st sie doch nichts anderes als der Teil der Christenheit, der einst den Ruf der Reformation gehort hat und dem damit '170mHenn der Kirche der Auftrag gegeben ist, diesen Ruf weiterzugeben. Konnen wir das? 1st das Evangelium von der Rechtfertigung des Sünders allein durch den Glauben noch das Brot, von dem wir leben? 1st es noch Kern und Stern unserer Predigt? \Vissen wir noch - oder wieder! -, was Sünde ist, wie ernst es mit dem Gericht Gottes ist und,vie furchtbar es ist, in die Hande des lebendigen Gottes zu fallen? Kennen wir noch den ganzen Trost des Glaubens an den Heilanl der Sünder, wie ihn Luthers Erklarung des Z,veiten Artikels uns zeigt? Wissen wir, was es heisst. dass diesel' Christus in dem Wort seines Evallgeliums und in seinen Sakramenten wirklich gegenwartig ist, so nahe wie in seinen Erdentagen, ja noch naher als damals, ais er mit den Zollnern und Sündern zu Tische sass? \Vissen wir das alles noch, glauben wir es, ist es ein lebendiger Besitz oder ist es eine blosse Tradition geworden, Worte ohne Inhalt? Das sind die Fragen, die der Reformator in diesel' für die Kirche in Deutschland und in der ganzen \Velt so entscheidungsvollen Zeit an uns richtet, die wir uns zur evangelisch-lutherischen Kirche bekennen. «Wir sind Bettler: das ist wahr!» So müssen wir in Scham und Reue antworten, aber unermesslich reich an Erbarmen ist Er, der aller Sünder Heiland ist unçl den das Neue Testament auch einmal «seines Leibes Heiland» (Eph. 5,23}, den Retter seiner Kirche nennt. Und unerschopflich sind die Schatze seiner Gnadenmittel, des Evangeliums in Predigt und Absolution, der heiligen Taufo, des heiligen Abendmahls, unerschopflich - für alie Bettler.

18 Discurso do deputado Romeu Scheibe 167 DISCURSO DO DEPUTADO ROMEU SCHEIBE PROFERIDO NA ASSEMBLÊIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO (mande DO SUL, DURANTE AS COlUE"l\10RAÇÕES DOS 450 ANOS DA REFORlUA Sr. Presidente e Srs. Deputados. Entre os inúmeros pronunciamentos que tenho feito de minha tribuna, durante os largos anos que desempenho mandato parlanlentar nesta Assembléia, nenhum superou em importância, significaçâo e entusiasmo o que ora inicio a fazer, porquanto refere-se à minha Igreja e à palavra de Cristo na face da Terra. Ocorre. Sr. Presidente e Srs. Deputados, que dia 31 de outubro fluente, as Igrejas Luteranas e de Confissão Luterana do Brasil, comemorarão 450 anos da Reforma Luterar.a no Mundo Cristão. E para assinalar tão grata efemél'ide religiosa, dia 29 do coltente mês, haverá um religioso desfile de Testemunho Público pelas principais artérias de Pôrto Alegre, seguido da realização de um grande Culto Campal no campo esportivo do Seminário Concórdia, situado à Rua Lucas de Oliveira, nesta Capital, e que ocorrerá às 11 horas do mesmo dia. Os oradores dêsse grande Culto Campal, serão os Reverendos Rubem Becker e Norberto ott, conhecidos oradores sacros do evangelismo rio-grandense. As 20,30 horas do dia 31 de outubro, no Grêmio Náutico União, à Rua Quintino Bocaiuva, será realizado o Ato Público da Reforma, com importantes conferências sôbre os palpitantes temas: Deus e a Verdade, pelo Prof. Donalcb SchUlier; Deus e o Mundo, pelo Rev. João A. Borges, e Deus e (; Homem. pelo Rev. Leopoldo Heimann. Êste ato ele fé pela palavra evangélica, será abrilhantado pelos Corais Luteranos, Côro Orfeônico do Seminário Concórdia e «Coral Luterano'i. Quando as Igrejas e os fiéis luteranos do Brasil e do Mundo comemoram quatro séculos e meio da realização da Reforma, é oportuno que falemos, ainda que de passagem, sôbre a personalidade e obra do reformador, Mal'tinho Lutero. Foi êle mais um apéstolo entre os muitos instrumentos divinos na gloriosa marcha dos vinte séculos de Cristianismo. Os 450 anos festejados pela Igreja Luterana neste mês de outubro, assinala a data em que o Senhor. por intermédio de Lutero, restaurou a verdade que liberta, reabriu as páginas infaliveis das Escrituras Sagradas, restabeleceu a doutrina da justificação pela fé e recolocou o Cristianismo no caminho da pureza e da justiça. Por isto é que quando a Igreja Luterana comemora 450 anos da Restauração, os oitenta milhões de luteranos que ajudam a povoar a face da terra, expressam sua, gratidão ao Criador pelo corajoso trabalho de Lutero, êsse embaixador de Cristo e instrumento bem aventurado da mensagem de Deus. O Sr. \Valter im'üiler ~. V. Exa. permite? (Assentimento do orador). Como membro também de uma Igreja de confissão luterana, quero, neste momento, me manifestar pelo regozijo com que as Igrejas de confissão luterana do Brasil irão comemorar a passagem dos 450 anos da Reforma.

19 168 Discurso do deputado Romeu Scheibe Ê essa demonstração não apenas uma demonstração de vitalidade da nossa Igreja, mas, principalmente, essas comemorações deverão ser demonstração de fé na doutrina de Cristo. E, nesta oportunidade, usando êste aparte, quero dizer a V. Exa. que as Igrejas de confissão luterana em todo o Brasil e em todo o mundo estão hoje enquadradas no espírito ecumênico que anima a tôdas as religiões cristãs, para que, através de um esfôrço conjunto, possamos dar uma forma mais cristã de vida a todos os habitantes desta Terra. Agradeço a V. Exa. O Sr. Romeu Seheibe - Nobre Deputado \Valter Müller. Agradeço o seu aparte, o qual, sem dúvida alguma, abrilhantará meu discurso. (Lê:) A época excepcional em que vivemos, conturbada pela descrença, exige dos homens de fé, de convicção e de impregnada coragem cristã, que proclamem sua fé e ponham em prova a muralha de suas convicções religiosas. Assim como Abraão, Isaaque e Jacó, foram os homens instrumentos de Deus na era patriarcal, Esdras e Neemias foram os seus mensageiros na fase do cativeiro babilônico, Pedro, João e Paulo, foram os apóstolos da alvorada cristã, Martinho Lutero, foí o astro apostolar impregnado de fé que o Senhor Deus despertou na Idade Média, para defender, reformar e aprimorar a Igreja que se encontrava saturada de equívocos. Lutero, por conseguinte, foi aquela figura apostolar e singela que nasceu a 10 de novembro de 1483, em Eisleben, na Alemanha, e que após desistir de estudar Direito, decidiu dedicar-se ao ministério da Igreja, para servir integralmente a Deus. Servo humilde e temente, fêz de sua vida um apostolado de pregação perene dos ensinamentos do Divino Mestre. Ele ajudou a preparar o caminho para a liberdade de culto e de pensamento de que hoje a humanidade desfruta. Fêz desmoronar as muralhas do fanatismo e da obscuridade, restaurando a verdade e semeando a luz e o amor pelos caminhos. Procurou reformar sem destruir. Reformou aquilo que precisava de reforma e manteve intangível no seu pedestal as verdades eternas. Restaurou mas não mutilou, pelo contrário, aperfeiçoou. Lutero foi um admirador da música e do canto, foi um esteta da musicalidade e do verbo, e porque exercitava o verbo com doce magia e vigoroso portento de pregador emérito, reintroduziu o canto na liturgia e tanto desenvolveu êsse elemento maravilhoso que foi considerado o «Pai do Canto Congregacional». Sabedor de que a palavra que arrasta multidões e sensibiliza os espíritos contém musicidade, harmonia, cadência e côr, Lutero, o mago da palavra, era ao mesmo tempo um apologista da música, tanto assim que tinha por hábito encorajar os músicos para que o evangélico também fôsse propagado pela música e pelo canto. Lutero tornava público seu entusiasmo pela música, como o fazem todos os homens de alta sensibilidade, tanto que dizia: «Aquêle que despreza a música, como o fazem todos os fanáticos, me desagrada. Pois a música é um dom divino, não uma qualidade humana. A música afasta o satanás e

20 Discurso do deputado Romeu Scheibe 169 torna as pessoas felizes; ela nos induz a esquecer tôda a ira, impureza, arrogância e outros vícios. Depois elevado e a maior honra. da teologia, atribuo à música o lugar mais Por essa razão talvez, é que o Hinário tornou-se uma das mais preciosas heranças da Reforma. Por ter reensinado os cristãos a cantar a glória e a misericórdia de Deus. Através do Canto Congregacional a Igreja Luterana merece o nome que recebeu na época da Reforma ~ «A Igreja que Canta». Em 1546, com 62 anos de idade inteiramente consagrados à pregação dos ensinamentos do Mestre amado Jesus, Lutero partiu para a vida eterna, confessando a sua fé inabalável pela qual viveu e morreu arriscando a vida. Atualmente, cêrca de 80 milhões de pessoas disseminadas pelo mundo, denominam-se «luteranos» porque professam a religião reformada e pregada por Martinho Lutero, o mensageiro reformista de Deus que por 60 anos peregrinou na terra, pregando a Bíblia e semeando amor e fé entre os semelhantes. Hoje, 450 anos passados, quando a minha Igreja engalana-se e exult8. de alegria cristã para comemorar condignamente tão marcante efeméride, eu que me considero, entre os demais, seu humilde representante nesta Casa, associo-me integralmente ao regozijo dos luteranos, pedindo a Deus Nosso Senhor que nos inspire, ilumine e guarde, para que possamos, cada um por si e a Igreja em conjunto, ajudar na relevante tarefa de engrandecer a Pátria e glorificar a Deus. (Palmas). (Discurso revisto pelo orador). (Transcrito dos anais da Assembléia Legislativa do Estado do R.G.S.)

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