CAPÍTULO NOMENCLATURA

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1 APROVADO NA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 24.JANEIRO.2004 CAPÍTULO NOMENCLATURA AS PROVAS OFICIAIS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL, NA MODALIDADE DE FUTSAL, SÃO AS SEGUINTES: CAMPEONATO NACIONAL I DIVISÃO CAMPEONATO NACIONAL II DIVISÃO CAMPEONATO NACIONAL III DIVISÃO TAÇA DE PORTUGAL SUPERTAÇA TAÇA NACIONAL FEMININA TAÇA NACIONAL JUNIORES A TAÇA NACIONAL JUNIORES B ESTAS PROVAS SÃO DE PARTICIPAÇÃO OBRIGATÓRIA, RELATIVAMENTE AOS CLUBES PARA ELAS CLASSIFICADOS CADA PROVA SERÁ ORGANIZADA SEGUNDO NORMAS ESPECIAIS E NORMAS GERAIS COMUNS A TODAS AS COMPETIÇÕES INCLUÍDAS NESTE REGULAMENTO GERAL. 1

2 CAPÍTULO 2 ORGANIZAÇÃO TÉCNICA CLASSIFICAÇÃO E DESEMPATES NAS COMPETIÇÕES DISPUTADAS POR PONTOS, ADOPTAR-SE-Á A SEGUINTE TABELA: VITÓRIA. 3 PONTOS EMPATE. 1 PONTO DERROTA. 0 PONTOS A CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS CLUBES QUE, NO FINAL DAS FASES OU DAS PROVAS DISPUTADAS POR PONTOS, SE ENCONTREM COM IGUAL NÚMERO DE PONTOS DEPENDE, PARA EFEITO DE DESEMPATE, DAS SEGUINTES DISPOSIÇÕES, SEGUNDO A ORDEM DE PRIORIDADE: a) O NÚMERO DE PONTOS ALCANÇADOS PELOS CLUBES EMPATADOS, NO JOGO OU JOGOS QUE ENTRE SI REALIZARAM; b) A DIFERENÇA ENTRE O NÚMERO DE GOLOS MARCADOS E O NÚMERO DE GOLOS SOFRIDOS PELOS CLUBES EMPATADOS, NOS JOGOS QUE REALIZARAM ENTRE SI; C) A MAIOR DIFERENÇA ENTRE O NÚMERO DE GOLOS MARCADOS E O NÚMERO DE GOLOS SOFRIDOS PELOS CLUBES EMPATADOS, NOS JOGOS REALIZADOS EM TODA A FASE OU PROVA; d) O MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS EM TODA A FASE OU PROVA; e) O MAIOR NÚMERO DE GOLOS MARCADOS EM TODA A FASE OU PROVA; f) O MENOR NÚMERO DE GOLOS SOFRIDOS EM TODA A FASE OU PROVA SE APÓS A APLICAÇÃO SUCESSIVA DOS CRITÉRIOS CONSTANTES DO NÚMERO ANTERIOR AINDA SUBSISTIR A SITUAÇÃO DE IGUALDADE, OBSERVAR-SE-Á O SEGUINTE PROCESSO DE DESEMPATE: a) CASO SE TRATE APENAS DE DUAS EQUIPAS: UM JOGO DE COMPETÊNCIA EM CAMPO NEUTRO. SE AS EQUIPAS TERMINAREM O JOGO EMPATADAS, APLICAR-SE-Á O PREVISTO NO ARTIGO ; b) CASO SE TRATE DE MAIS DE DUAS EQUIPAS: PROVA POR PONTOS A UMA SÓ MÃO, EM CAMPO, NEUTRO, SUSCEPTÍVEL DE REPETIÇÃO TANTAS VEZES QUANTAS AS NECESSÁRIAS, SALVO SE, ENTRETANTO, O NÚMERO DE QUIPAS EMPATADAS VIER A DIMINUIR PARA DUAS, CASO EM QUE SE APLICARÁ O PREVISTO NA ALÍNEA a) SE NO FINAL DE UM JOGO DE UMA PROVA OU FASE A DISPUTAR POR ELIMINATÓRIAS A UMA MÃO, SE VERIFICAR UMA IGUALDADE, A DETERMINAÇÃO DO CLUBE VENCEDOR SERÁ EFECTUADA DA SEGUINTE FORMA: a) SERÃO OS JOGOS INTERROMPIDOS DURANTE CINCO MINUTOS E DEPOIS PROLONGADOS POR DEZ MINUTOS, DIVIDIDOS EM DUAS PARTES DE CINCO MINUTOS CADA, SEM INTERVALO, MAS COM TROCA DE CAMPO; b) SE, NO FINAL DESTE PROLONGAMENTO, O EMPATE SUBSISTIR, APURAR-SE-Á O VENCEDOR POR MARCAÇÃO DE PONTAPÉS DA MARCA DE GRANDES PENALIDADES, SEGUINDO AS DISPOSIÇÕES DAS LEIS DE JOGO. 2

3 A DETERMINAÇÃO DO CLUBE VENCEDOR DE UMA ELIMINATÓRIA DE UMA PROVA OU FASE A DISPUTAR POR ELIMINATÓRIAS EM DUAS MÃOS SERÁ EFECTUADA PELA APLICAÇÃO SUCESSIVA DAS SEGUINTES DISPOSIÇÕES: a) O MAIOR NÚMERO DE PONTOS ALCANÇADOS NA ELIMINATÓRIA; b) A MAIOR DIFERENÇA ENTRE O NÚMERO DE GOLOS MARCADOS E O NÚMERO DE GOLOS SOFRIDOS NESSA ELIMINATÓRIA: c) O PREVISTO NA ALÍNEA a) DO ARTIGO d) O PREVISTO NA ALÍNEA b) DO ARTIGO AS VAGAS EVENTUALMENTE EXISTENTES NOS CAMPEONATOS NACIONAIS DA I E II DIVISÕES SERÃO OCUPADAS, DESDE QUE COMUNICADAS À FPF ATÉ À REALIZAÇÃO DO SORTEIO RESPECTIVO, PELAS EQUIPAS MELHOR CLASSIFICADAS, DA DIVISÃO IMEDIATAMENTE INFERIOR, QUE NÃO TENHAM SIDO AUTOMATICAMENTE PROMOVIDAS A DETERMINAÇÃO DA(S) EQUIPA(S) MELHOR CLASSIFICADA(S) É EFECTUADA PELA APLICAÇÃO SUCESSIVA DOS SEGUINTES CRITÉRIOS: a) MAIOR COEFICIENTE DE PONTOS OBTIDOS NA PROVA; b) MAIOR COEFICIENTE ENTRE A DIFERENÇA DE GOLOS MARCADOS E GOLOS SOFRIDOS NA PROVA; c) MAIOR COEFICIENTE DE VITÓRIAS OBTIDAS NA PROVA; d) MAIOR COEFICIENTE DE GOLOS MARCADOS OBTIDOS NA PROVA. CADA COEFICIENTE É OBTIDO DIVIDINDO O VALOR EM CAUSA (PONTOS, DIFERENÇA DE GOLOS, VITÓRIAS OU GOLOS MARCADOS) PELO NÚMERO DE JOGOS EFECTUADOS PELO CLUBE NA PROVA DOS JOGOS A FEDERAÇÃO ESTABELECERÁ ATÉ À 2ª QUINZENA DE JUNHO DE CADA ANO, AS DATAS DAS PROVAS OFICIAIS E DOS JOGOS INTERNACIONAIS A REALIZAR DURANTE A ÉPOCA, COM A RESSALVA DE, NO CASO DE HAVER NECESSIDADE DE MARCAÇÃO DE JOGOS INTERNACIONAIS, PODER ALTERAR O CALENDÁRIO JÁ ELABORADO E TORNADO PÚBLICO AS PROVAS DA FEDERAÇÃO NÃO SERÃO INTERROMPIDAS POR MOTIVO DA REALIZAÇÃO DE JOGOS INTERNACIONAIS DE CARÁCTER PARTICULAR, FICANDO TODAVIA RESERVADO AOS CLUBES QUE TENHAM UM OU MAIS JOGADORES CONVOCADOS, O DIREITO DE PEDIR ADIAMENTO DOS JOGOS QUE LHES TENHAM SIDO MARCADOS PARA AS DATAS EM QUE, PELO EFEITO ACIMA, SE VERIFIQUE A IMPOSSIBILIDADE DE OS PODEREM UTILIZAR A FEDERAÇÃO COMUNICARÁ COM A DEVIDA ANTECEDÊNCIA AOS CLUBES CONTENDORES A INDICAÇÃO DOS LOCAIS E DAS HORAS DOS ENCONTROS. ENTENDE-SE POR DEVIDA ANTECEDÊNCIA O PRAZO DE, PELO MENOS, 48 HORAS, A CONTAR DA RECEPÇÃO DA COMUNICAÇÃO ANTES DA DATA MARCADA PARA OS JOGOS A FEDERAÇÃO PODERÁ MARCAR JOGOS PARA HORAS DIFERENTES DAS HABITUAIS, SALVO EM RELAÇÃO ÀS DUAS ÚLTIMAS JORNADAS DAS PROVAS DISPUTADAS POR PONTOS, NAS QUAIS OS JOGOS TERÃO QUE SER SEMPRE DISPUTADOS À MESMA HORA E NO MESMO DIA POR TODOS OS CLUBES INTERVENIENTES. EXCEPTUAM-SE OS JOGOS DA 1ª FASE COM TRANSMISSÃO DIRECTA POR QUALQUER CANAL DE TELEVISÃO, OS QUAIS A FEDERAÇÃO PODERÁ MARCAR PARA QUALQUER HORÁRIO, POR ANTECIPAÇÃO RELATIVAMENTE À HORA REGULAMENTADA. 3

4 TODOS OS JOGOS DAS PROVAS DA FPF SERÃO DISPUTADOS DE HARMONIA COM AS REGRAS DE JOGO OFICIALMENTE ADOPTADAS APENAS SE PODERÃO REALIZAR JOGOS DAS PROVAS DA FPF EM PAVILHÕES QUE OBEDEÇAM ÀS SEGUINTES CONDIÇÕES: a) RECINTO DE JOGO: A DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE AS LINHAS LATERAIS E QUALQUER TIPO DE VEDAÇÃO SEJA DE 50 CM; A DISTÃNCIA MÍNIMA ENTRE AS LINHAS DE BALIZA E QUALQUER TIPO DE VEDAÇÃO SEJA DE 100 CM; A DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE AS LINHAS LATERAIS E OS BANCOS SUPLENTES SEJA DE 50 CM; A DISTÃNCIA MÍNIMA ENTRE AS LINHAS LATERAIS E A MESA DO CRONOMETRISTA SEJA DE 50 CM; NENHUM OBJECTO ESTEJA COLOCADO A UMA ALTURA INFERIOR A 4 M SOBRE O TERRENO DE JOGO; O PISO SEJA EM MADEIRA OU MATERIAL SINTÉTICO. A FPF PODERÁ TAMBÉM AUTORIZAR A REALIZAÇÃO DE JOGOS EM PISO DE CIMENTO E/OU MOSAICO (EXCEPTO PARA A 1ª DIVISÃO NACIONAL E A PARTIR DA 3ª ELIMINATÓRIA DA TAÇA DE PORTUGAL) DESDE QUE, APÓS VISTORIA A SOLICITAR PELO CLUBE INTERESSADO, SE CONCLUA QUE A INTEGRIDADE FÍSICA DOS ATLETAS NÃO É POSTA EM CAUSA; AS DIMENSÕES DO RECINTO DE JOGO TERÃO UM COMPRIMENTO MÁXIMO DE 40 M E MÍNIMO DE 35 M, E A LARGURA MÁXIMA DE 20 M COM MAIS DE 16 M AS LINHAS DE MARCAÇÃO DEVERÃO SER VISIVEIS COM UMA LARGURA MÍNIMA DE 5 CM E MÁXIMA DE 8CM. b) TENHAM ASSINALADAS, DE FORMA VISÍVEL, TODAS AS LINHAS E MARCAS PREVISTAS NAS REGRAS DE JOGO; c) TENHAM ASSINALADAS, DE FORMA VISÍVEL, LINHAS DE 20 A 40 CM DE COMPRIMENTO, MARCADAS PERPENDICULARMENTE À LINHA DE BALIZA E NO EXTERIOR DO TERRENO DE JOGO, A 5 METROS DA LINHA LATERAL, DE CADA UM DOS LADOS DA BALIZA. d) DISPONHAM DE UMA MESA E DE UMA CADEIRA PARA UTILIZAÇÃO PELO CRONOMETRISTA FORA DO TERRENO DE JOGO E NO PROLONGAMENTO DA LINHA DELIMITADORA DO MEIO CAMPO; e) DISPONHAM DE INSTALAÇÕES PARA O CONTROLO ANTIDOPAGEM DE ACORDO COM AS DISPOSIÇÕES LEGAIS EM VIGOR; TODOS OS JOGOS DAS PROVAS OFICIAIS DA FPF SERÃO DISPUTADOS COM TEMPO DE JOGO REAL, ISTO É, O CRONOMETRISTA PROCEDERÁ À PARAGEM DA CONTAGEM DO TEMPO DE JOGO SEMPRE QUE A BOLA NÃO ESTEJA EM JOGO OS JOGOS DOS CLUBES CUJOS RECINTOS DE JOGO SE ENCONTREM INTERDITADOS POR MOTIVOS DISCIPLINARES, EFECTUAR-SE-ÃO EM RECINTOS NEUTROS, À ESCOLHA DA FPF, APÓS CONSULTA ÀS ASSOCIAÇÕES RESPECTIVAS. 4

5 a) QUANDO POR QUALQUER MOTIVO DE FORÇA MAIOR INDEPENDENTEMENTE DA INTERVENÇÃO HUMANA, NÃO PUDER INICIAR-SE UM JOGO, CABERÁ AO CLUBE VISITADO, SEMPRE COM O ACORDO DA EQUIPA VISITANTE E DA EQUIPA DE ARBITRAGEM, EFECTUAR AS DILIGÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA QUE O JOGO SE REALIZE NOUTRO PAVILHÃO, NUMA DISTÂNCIA NUNCA SUPERIOR A 20 KM DO PAVILHÃO PARA O QUAL ESTAVA INICIALMENTE MARCADO E DESDE QUE O INÍCIO OU REINICIO DO MESMO TENHA LUGAR ATÉ 90 MINUTOS APÓS O INÍCIO PREVISTO E GARANTIDA A COMPARÊNCIA DA FORÇA POLICIAL. SE, MESMO ASSIM, NÃO FOR POSSÍVEL INICIAR O JOGO, ESTE SERÁ MARCADO PELA FPF. b) QUANDO O JOGO NÃO POSSA INICIAR-SE POR FALTA DE ENERGIA ELÉCTRICA QUE PERMITA A NORMAL ILUMINAÇÃO DO RECINTO DE JOGO, ESTE REALIZAR-SE-À NAS CONDIÇÕES EXPRESSAS NA ALÍNEA A); c) INICIADO E INTERROMPIDO UM JOGO, O MESMO COMPLETAR-SE-À COM O TEMPO QUE FALTAVA JOGAR NO MOMENTO DA INTERRUPÇÃO PARA CONCLUIR A DURAÇÃO REGULAMENTAR DO MESMO. O JOGO SERÁ MARCADO NAS CONDIÇÕES PREVISTAS NA ALÍNEA a) E SERÃO TIDAS EM CONSIDERAÇÃO TODAS AS OCORRÊNCIAS QUE SE VERIFICAVAM NO MOMENTO DA INTERRUPÇÃO (NOMEADAMENTE: TEMPO DE JOGO, RESULTADO, EXIBIÇÃO DE CARTÕES E NÚMERO DE FALTAS ACUMULATIVAS PARA CADA EQUIPA). d) NOS CASOS PREVISTOS NAS ALÍNEAS ANTERIORES AS DESPESAS A REALIZAR SERÃO CONSIDERADAS ENCARGOS DE ORGANIZAÇÃO, NOMEADAMENTE O ACRÉSCIMO DE DESPESAS QUE O CLUBE VISITANTE HAJA DE SUPORTAR ATÉ AO LIMITE PREVISTO NO COMUNICADO OFICIAL Nº OS JOGOS ANULADOS E MANDADOS REPETIR, POR MOTIVO DE PROTESTOS JULGADOS PROCEDENTES, SERÃO DISPUTADOS NOS RECINTOS DE JOGO ONDE SE EFECTUARAM DA PRIMEIRA VEZ, SALVO SE O RECINTO DE JOGO NÃO TIVER AS CONDIÇÕES REGULAMENTARES OU SE, POR MOTIVO DE FORÇA MAIOR DEVIDAMENTE COMPROVADO, NÃO FOR POSSÍVEL UTILIZAR O RECINTO DE JOGO. NESTES CASOS, A FPF MARCARÁ UM RECINTO DE JOGO, CONSIDERANDO-O NEUTRO A TRANSMISSÃO TELEVISIVA, TOTAL OU PARCIAL, EM DIRECTO OU DIFERIDO, DE JOGOS ORGANIZADOS PELA FPF, PELOS SÓCIOS ORDINÁRIOS DA FPF OU PELOS CLUBES FILIADOS NESTES, SÓ PODE REALIZAR-SE MEDIANTE PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DA DIRECÇÃO DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL OS JOGOS A SELECCIONAR PARA TRANSMISSÃO TELEVISIVA DEVERÃO, SEMPRE QUE POSSÍVEL, CONTEMPLAR TODOS OS PARTICIPANTES NA I DIVISÃO. QUANDO TAL NÃO SE VERIFICAR A PARTE DE TODOS OS PROVEITOS FINANCEIROS DESTINADOS AOS CLUBES E RESULTANTES DE TRANSMISSÕES TELEVISIVAS, DEVERÁ SER DIVIDIDA EM PARTES IGUAIS POR TODOS OS PARTICIPANTES NA I DIVISÃO NOS JOGOS TELEVISIONADAS COMPETIRÁ À FPF A DESIGNAÇÃO DA DATA E HORA PARA A EFECTIVAÇÃO DESSES JOGOS, NÃO PODENDO, QUALQUER DOS CLUBES INTERVENIENTES, EM CASO ALGUM, RECUSAR-SE A PARTICIPAR NÃO CARECE, NO ENTANTO, DE AUTORIZAÇÃO DA FPF, A RECOLHA DE IMAGENS E A SUA DIFUSÃO E COMERCIALIZAÇÃO POR QUALQUER MEIO TÉCNICO, DESDE QUE TENHAM A DURAÇÃO MÁXIMA DE 10 MINUTOS A AUTORIZAÇÃO DE RECOLHA DE IMAGENS NOS JOGOS DAS PROVAS NACIONAIS CABE AO CLUBE PROPRIETÁRIO OU ARRENDATÁRIO DO RECINTO ONDE ESTES SE REALIZAM FICAM IGUALMENTE SUJEITAS À AUTORIZAÇÃO DA DIRECÇÃO DA FPF AS TRANSMISSÕES PARA TERRITÓRIO NACIONAL OU ESTRANGEIRO DOS JOGOS REALIZADOS POR EQUIPAS DE CLUBES PORTUGUESES COM CONGÉNERES ESTRANGEIRAS. 5

6 A DIRECÇÃO DA FPF PODERÁ AUTORIZAR A TRANSMISSÃO PELA TELEVISÃO OU A GRAVAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DE JOGOS EM QUE INTERVENHAM AS SELECÇÕES NACIONAIS, SEM NECESSIDADE DE AUTORIZAÇÃO DOS CLUBES PROPRIETÁRIOS DOS PAVILHÕES ONDE OS MESMOS SE REALIZEM QUE, POR ESSE MOTIVO, NÃO SE PODEM OPOR À TRANSMISSÃO OU GRAVAÇÃO A DURAÇÃO DOS JOGOS NOS DIVERSOS ESCALÕES SÃO: SENIORES E JUNIORES A JUNIORES B, C, D E E SENIORES E JUNIORES A JUNIORES B, C E D MASCULINOS.. 40 MINUTOS MINUTOS FEMININOS.. 40 MINUTOS MINUTOS OS JOGOS TERÃO A DURAÇÃO DO TEMPO ACIMA REFERIDO, DIVIDIDO EM DUAS PARTES DE 20 E 15 MINUTOS, CADA, SEPARADOS POR UM INTERVALO QUE NÃO EXCEDA OS 15 MINUTOS DOS JOGADORES NOS JOGOS ANULADOS E MANDADOS REPETIR, POR MOTIVO DE PROTESTO JULGADO PROCEDENTE, SÓ PODERÃO PARTICIPAR JOGADORES QUE SATISFAZIAM AS CONDIÇÕES REGULAMENTARES DE INSCRIÇÃO NA DATA DO JOGO ANULADO OS JOGADORES QUE ESTAVAM CUMPRINDO CASTIGO QUE OS IMPEDIA DE TOMAR PARTE NO JOGO ANULADO, NÃO PODERÃO PARTICIPAR NO JOGO REPETIDO A PARTICIPAÇÃO DE JOGADORES NAS PROVAS DA FPF DEPENDE DE PRÉVIA INSCRIÇÃO, A QUAL SÓ SERÁ CONCEDIDA DESDE QUE, CUMULATIVAMENTE: a) ESTEJAM PREENCHIDOS TODOS OS REQUISITOS FORMAIS E REGULAMENTARES DE INSCRIÇÃO; b) SEJA LEGÍTIMO O VÍNCULO DE REPRESENTAÇÃO DO CLUBE INVOCADO NO ACTO DE INSCRIÇÃO, NOMEADAMENTE AO ABRIGO DA REGULAMENTAÇÃO DESPORTIVA APLICÁVEL A INSCRIÇÃO DE JOGADORES PROFISSIONAIS NAS PROVAS DE FUTSAL, SERÁ REGIDA POR REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL À INSCRIÇÃO DE JOGADORES PROFISSIONAIS NAS PROVAS DE FUTEBOL DE ONZE, COM AS NECESSÁRIAS ADAPTAÇÕES a) FORA DOS CASOS PREVISTOS NA ALÍNEA b) SÓ PODERÃO SER INSCRITOS EM QUALQUER ESCALÃO, JOGADORES QUE POSSAM REPRESENTAR AS SELECÇÕES NACIONAIS, DE ACORDO COM A REGULAMENTAÇÃO DA FIFA, OU QUE, EMBORA O NÃO POSSAM POR TER REPRESENTADO A SELECÇÃO DE OUTRO PAÍS, TENHAM OBTIDO A NACIONALIDADE PORTUGUESA, MANTENDO OU NÃO OUTRA NACIONALIDADE; b) PODERÃO SER INSCRITOS OS SEGUINTES NÚMEROS MÁXIMOS DE JOGADORES, QUE NÃO POSSAM REPRESENTAR A SELECÇÃO NACIONAL: 1. 2 JOGADORES PARA OS CLUBES DA I DIVISÃO NACIONAL, PODENDO SER UTILIZADOS EM SIMULTÂNEO; 2. 2 JOGADORES PARA OS CLUBES DA II E DA III DIVISÃO NACIONAL, SÓ PODENDO SER UTILIZADO, EM CADA JOGO, ATRAVÉS DA SUA INCLUSÃO NA FICHA TÉCNICA (MODELO 144) UM JOGADOR; 6

7 3. 1 JOGADOR PARA AS DIVISÕES DISTRITAIS, RESTANTES CATEGORIAS NÃO SENIORES E FEMININO, POR CATEGORIA E PARA A DISPUTA DE PROVAS NESSA CATEGORIA. c) SÃO EXCLUÍDOS DA CONTAGEM PREVISTA NA ALÍNEA b) DO PRESENTE ARTIGO, OS JOGADORES COMUNITÁRIOS E OS JOGADORES BRASILEIROS COM O ESTATUTO DE IGUALDADE DE DIREITOS E DEVERES QUE SE INSCREVAM COMO PROFISSIONAIS. d) SÃO IGUALMENTE EXCLUÍDOS DA CONTAGEM PREVISTA NA ALÍNEA b) DESTE ARTIGO, OS JOGADORES AMADORES COM IDADE ATÉ 17 ANOS, DESDE QUE RESIDAM EM PORTUGAL NA COMPANHIA DOS ASCENDENTES EM LINHA RECTA E ESTES SEJAM POSSUIDORES DA RESPECTIVA AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA e) OS JOGADORES ABRANGIDOS PELA SITUAÇÃO PREVISTA NA ALÍNEA ANTERIOR PODERÃO BENEFICIAR DELA ATÉ AO FIM DA ÉPOCA EM QUE COMPLETEM 17 ANOS. f) EM NENHUM CASO OS JOGADORES CONTEMPLADOS PELOS DISPOSITIVOS CONSTANTES DAS ALÍNEAS c), d) E e) PODERÃO BENEFICIAR DESTA SITUAÇÃO SE, EVENTUALMENTE, PARTICIPAREM NO ESCALÃO SÉNIOR A TRANSFERÊNCIA DE JOGADORES PROFISSIONAIS NAS PROVAS DE FUTSAL, SERÁ REGIDA PELA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL À TRANSFERÊNCIA DE JOGADORES PROFISSIONAIS NAS PROVAS DE FUTEBOL DE ONZE PUBLICIDADE É AUTORIZADO O USO DE PUBLICIDADE NAS PROVAS OFICIAIS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL A PUBLICIDADE TEM QUE SER HOMOLOGADA PELA FPF NO QUE CONCERNE AOS CAMPEONATOS NACIONAIS. OS CLUBES QUE PRETENDAM DIVULGAR PUBLICIDADE DEVEM ENVIAR CONJUNTAMENTE COM O SEU PEDIDO, PARA ALÉM DO FORMULÁRIO EM TRIPLICADO PREVISTO PARA ESSE EFEITO, UMA FOTOGRAFIA COM A PUBLICIDADE ESTAMPADA NO EQUIPAMENTO (COM A MEDIDA APROXIMADA DE 16 * 10 CM). AO PROCEDEREM À ENTREGA NA SUA ASSOCIAÇÃO DISTRITAL OU REGIONAL DAQUELE PEDIDO ENTREGAM, A TÍTULO DEVOLUTIVO NO ACTO, UM EXEMPLAR DA CAMISOLA PARA CONFRONTO COM A FOTOGRAFIA E MEDIÇÃO DA ÁREA DA PUBLICIDADE. QUANDO SE TRATE DA ÉPOCA ANTERIOR PARA CONFIRMAR NA POSTERIOR, APENAS TERÃO DE COMUNICAR, ATRAVÉS DA ASSOCIAÇÃO DISTRITAL OU REGIONAL, ESSE FACTO À FPF É ADMITIDA A PUBLICIDADE DE DOIS ANUNCIADOS DURANTE TODA A ÉPOCA E POR CATEGORIA DE EQUIPA A PUBLICIDADE PODERÁ SER COLOCADA NA FRENTE E ATRAS DA CAMISOLA, FICANDO INTERDITA SOBRE TODAS AS OUTRAS PARTES DO EQUIPAMENTO A AREA DE PUBLICIDADE NÃO PODE EXCEDER: a) NA PARTE DA FRENTE DA CAMISOLA: 600 CM 2 b) NA PARTE DE TRÁS DA CAMISOLA: 450 CM 2 ; A PUBLICIDADE DEVE ENQUADRAR-SE COM AS CORES ORIGINAIS DO EQUIPAMENTO E NÃO PODE TER EFEITO CRÍTICO PARA OS JOGADORES, ÁRBITROS, CRONOMETRISTAS, DIRIGENTES E ESPECTADORES. 7

8 ALÉM DA PUBLICIDADE ESTÁ AUTORIZADO O EMBLEMA OU NOME DO FABRICANTE DO EQUIPAMENTO, DUMA FORMA DISCRETA E A NÃO EXCEDER 16 CM 2. O EMBLEMA DO CLUBE É OBRIGATÓRIO, NÃO DEVENDO EXCEDER 100 CM 2 E NÃO PODENDO TER MAIS QUE O NOME OFICIAL DO CLUBE. O EMBLEMA DEVE SITUAR-SE A UMA DISTÂNCIA CONVENIENTE DA SUPERFICIE DA PUBLICIDADE, NÃO PODENDO NUNCA CONFUNDIR-SE COM ELA A FPF DECLINA TODA A RESPONSABILIDADE OU COMPETÊNCIA EM CASO DE CONFLITO PROVENIENTE DO CONTRATO ENTRE UM CLUBE E A EMPRESA PUBLICITÁRIA OS ÁRBITROS E CRONOMETRISTAS PODERÃO FAZER PUBLICIDADE NOS SEUS EQUIPAMENTOS, DESDE QUE DEVIDAMENTE HOMOLOGADOS PELA FPF SORTEIOS OS SORTEIOS PARA ELABORAÇÃO DOS JOGOS PARA OS CALENDÁRIOS DE PROVAS SERÃO REALIZADOS NA SEDE DA FPF OU EM LOCAL A INDICAR POR ESTA, PODENDO A ELES ASSISTIR OS DELEGADOS DAS ASSOCIAÇÕES, DOS CLUBES E OS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, PARA O QUE SERÃO AVISADOS PREVIAMENTE ADMITEM-SE, PARA OS SORTEIOS, ARRANJOS E AGRUPAMENTOS DE JOGOS, EM DEFESA DOS INTERESSES DESPORTIVOS E FINANCEIROS DAS PROVAS. ESTES ARRANJOS E AGRUPAMENTOS DEVEM SER COMUNICADOS À FEDERAÇÃO NOS PRAZOS QUE, POR ESTA, FOREM FIXADOS ÀS RESPECTIVAS ASSOCIAÇÕES DENTRO DAS POSSIBILIDADES QUE O ESQUEMA DA PROVA PERMITA, A FEDERAÇÃO TOMARÁ EM CONSIDERAÇÃO OS ARRANJOS E AGRUPAMENTOS QUE LHE FOREM SUGERIDOS OUTRAS DISPOSIÇÕES NAS PROVAS OFICIAIS PODERÃO SER SUBSTITUÍDOS JOGADORES SEM QUALQUER LIMITE E SEM DISTINÇÃO DE LUGARES, PODENDO OS JOGADORES SUBSTITUÍDOS VOLTAR AO TERRENO DE JOGO A NUMERAÇÃO NAS CAMISOLAS DOS JOGADORES É OBRIGATÓRIA, DE ACORDO COM AS NORMAS SEGUINTES: a) A NUMERAÇÃO DAS CAMISOLAS DOS JOGADORES É OBRIGATÓRIA NAS COSTAS, FACULTANDO-SE, NO ENTANTO A SUA APLICAÇÃO NOS CALÇÕES E NA FRENTE DAS CAMISOLAS; b) OS NÚMEROS DEVEM SER EM COR QUE CONTRASTE COM AS CORES PRÓPRIAS DAS CAMISOLAS / CALÇÕES; c) NAS COSTAS DAS CAMISOLAS OS NÚMEROS DEVEM TER, PELO MENOS, 25 CM DE ALTURA E NOS CALÇÕES E NA FRENTE DAS CAMISOLAS PELOS MENOS 10 CM DE ALTURA; d) A NUMERAÇÃO INICIAL DOS JOGADORES É LIVRE, DEVENDO, NO ENTANTO, O NÚMERO 1 ESTAR RESERVADO PARA UM GUARDA-REDES; e) A FALTA OU TROCA DE NÚMEROS OU O SEU ARRANCAMENTO CONSTITUEM ACTOS DE CONDUTA INCORRECTA, DEVENDO SER PUNIDOS COMO TAL; 8

9 COM A ANTECEDÊNCIA MÍNIMA DE TRINTA MINUTOS ANTES DO INÍCIO DE CADA JOGO OS DELEGADOS ENTREGARÃO AO ÁRBITRO PRINCIPAL A RELAÇÃO DOS JOGADORES E TÉCNICOS (MODELO 144), ACOMPANHADA DOS CARTÕES LICENÇA, NÃO PODENDO SER MENCIONADOS NESSA RELAÇÃO MAIS DO QUE 12 JOGADORES. O MODELO 144 É FORNECIDO PELA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL A VISTORIA DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS COMPETE ÀS ASSOCIAÇÕES. NO INÍCIO DE CADA ÉPOCA AS ASSOCIAÇÕES DEVERÃO INFORMAR A FPF, SOCORRENDO- SE DE INFORMES DOS SEUS FILIADO PRESTADOS EM AUTO PRÓPRIO QUE PARA O EFEITO LHES SERÁ FORNECIDO, SOBRE AS CONDIÇÕES DOS PAVILHÕES A UTILIZAR EM PROVAS NACIONAIS. NO MOMENTO DA VISTORIA DEVERÁ SER INDICADA NO AUTO O LOCAL PREFERENCIAL DE AQUECIMENTO DOS JOGADORES SUPLENTES DE AMBAS AS EQUIPAS, SENDO AINDA ESSA INFORMAÇÃO COMUNICADA AO PROPRIETÁRIO DO PAVILHÃO. A FPF PODERÁ, SEMPRE QUE O ENTENDER, FAZER A VISTORIA DOS PAVILHÕES A UTILIZAR NAS SUAS PROVAS COMPETE AO ÁRBITRO VERIFICAR, ANTES DO INÍCIO DO JOGO, SE O PAVILHÃO OBEDECE ÀS CONDIÇÕES PREVISTAS NO ARTIGO E DISPÕE DA TOTALIDADE DAS MARCAÇÕES PREVISTAS NAS LEIS DO JOGO. EM CASO NEGATIVO O ÁRBITRO JUNTO DA EQUIPA VISITADA, DEVERÁ TENTAR REMEDIAR A ANOMALIA VERIFICADA, SÓ DEVENDO ACEDER À SUA EFECTIVAÇÃO SE ENTENDER QUE AS CONDIÇÕES NÃO PÕEM EM RISCO A VERDADE DESPORTIVA. EM QUALQUER DOS CASOS ENVIARÁ UM RELATÓRIO DETALHADO À FPF COM O OBJECTIVO DE PERMITIR UMA RÁPIDA E INEQUÍVOCA IDENTIFICAÇÃO POR PARTE DAS EQUIPAS E DOS ÁRBITROS DO MOMENTO EM QUE UM JOGADOR EXPULSO DO TERRENO DE JOGO PODE SER SUBSTITUÍDO, O CRONOMETRISTA COLOCARÁ NA MESA, DO LADO EM QUE SE SITUA O BANCO DA EQUIPA A QUE PERTENCE O REFERIDO JOGADOR, UMA PLACA FORNECIDA PELA FPF COM A INDICAÇÃO DA EQUIPA, NÚMERO DO JOGADOR EXPULSO E MINUTO E SEGUNDO NO QUAL A SUA SUBSTITUIÇÃO PODE TER LUGAR AO CLUBE VISITADO COMPETE SEMPRE FORNECER AS BOLAS NECESSÁRIAS PARA O JOGO. NO ENTANTO PERMITE-SE QUE CADA UM DOS CLUBES APRESENTE UMA BOLA PARA CADA METADE DO JOGO. NOS JOGOS EM CAMPO NEUTRO ESTA ÚLTIMA REGRA DEVERÁ SER OBSERVADA O ÁRBITRO PRINCIPAL, SE NÃO CONSIDERAR UMA DAS BOLAS EM CONDIÇÕES, DEVERÁ RECUSÁ-LA A ENTRADA DAS TRÊS EQUIPAS NO TERRENO DE JOGO DEVERÁ SER EFECTUADA EM SIMULTÂNEO, COM OS ÁRBITROS À FRENTE E OS JOGADORES LADO A LADO, ATRAS DE CADA UM DOS ÁRBITROS. AS EQUIPAS DEVERÃO ALINHAR EM SEGUIDA, DE ACORDO COM O PREVISTO NOS REGULAMENTOS, MAS COM A PRESENÇA DE TODOS OS JOGADORES. COM O OBJECTIVO DE PERMITIR INICIAR OS JOGOS À HORA PREVISTA, AS EQUIPAS DEVERÃO ESTAR JUNTO DA EQUIPA DE ARBITRAGEM, PREPARADAS PARA ENTRAR NO TERRENO DE JOGO, 3 MINUTOS ANTES DA HORA PREVISTA PARA O INÍCIO DO MESMO QUANDO DOIS CLUBES UTILIZAREM EQUIPAMENTOS SEMELHANTES OU DE DIFICIL DESTRINÇA, SERÁ OBRIGADO A MUDAR DE EQUIPAMENTO O CLUBE QUE CONSTAR EM PRIMEIRO LUGAR NO SORTEIO OS CLUBES DEVERÃO OBRIGATORIAMENTE COMUNICAR À FPF, ANTES DO INÍCIO DA ÉPOCA, AS CORES DOS EQUIPAMENTOS QUE UTILIZAM COMO PRINCIPAL E DE RESERVA, DEVENDO A FPF DIVULGAR ATRAVÉS DE COMUNICADO OFICIAL. 9

10 OS JOGADORES SUPLENTES, SEMPRE QUE SE ENCONTRAREM NA ZONA DESTINADA AO AQUECIMENTO, DEVERÃO MANTER VESTIDOS, POR CIMA DAS CAMISOLAS DE JOGO, UM VESTUÁRIO QUE OS PERMITA DIFERENCIAR DOS RESTANTES INTERVENIENTES NO JOGO. ESTE VESTUÁRIO PODERÁ SER CONSTITUÍDO, ENTRE OUTROS, POR UM COLETE, FATO DE TREINO OU BLUSÃO DE TREINOS A ORGANIZAÇÃO TÉCNICA DAS PROVAS NO QUE RESPEITA À QUALIFICAÇÃO DE JOGADORES, ELABORAÇÃO DE CALENDÁRIOS, HOMOLOGAÇÃO DE RESULTADOS, JULGAMENTO DE RECLAMAÇÕES E APLICAÇÃO DE SANÇÕES DISCIPLINARES PERTENCE À FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL OS REPRESENTANTES DAS REGIÕES AUTÓNOMAS DOS AÇORES E DA MADEIRA NOS CAMPEONATOS NACIONAIS SERÃO INCLUÍDOS NA ZONA OU SÉRIE QUE REUNA MAIOR NÚMERO DE CLUBES DE LISBOA EM CASO ALGUM UM CLUBE QUE TENHA SIDO DESPROMOVIDO AOS CAMPEONATOS DISTRITAIS OU REGIONAIS PODE, NA ÉPOCA IMEDIATAMENTE A SEGUIR, PARTICIPAR EM PROVAS NACIONAIS DESSA CATEGORIA, MESMO QUE TENHA DISPUTADO TAMBÉM O CAMPEONATO DISTRITAL OU REGIONAL E TENHA OBTIDO CLASSIFICAÇÃO QUE LHE PERMITISSE O ACESSO AOS NACIONAIS. CASO SE VERIFIQUEM SITUAÇÕES DESTA NATUREZA, CABE ÀS ASSOCIAÇÕES INDICAR O(S) SEU(S) REPRESENTANTE(S) EXCLUEM-SE DA OBRIGATORIEDADE PREVISTA NOS ARTIGOS E ÀS ASSOCIAÇÕES ACADÉMICAS UNIVERSITÁRIAS. CAPÍTULO 3 ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA COMPETÊNCIA A ORGANIZAÇÃO DE TODOS OS JOGOS DAS PROVAS DA FPF FICARÁ A CARGO DESTA, QUE A PODERÁ DELEGAR NAS ASSOCIAÇÕES DISTRITAIS OU REGIONAIS DISPOSIÇÕES GERAIS OS ENCARGOS COM AS DESLOCAÇÕES DOS CLUBES VISITANTES, CONCORRENTES AOS CAMPEONATOS NACIONAIS, SÃO DA SUA CONTA, COM EXCEPÇÃO AS DESLOCAÇÕES DE E PARA AS REGIÕES AUTÓNOMAS DOS AÇORES E MADEIRA, QUE OBEDECEM A REGULAMENTAÇÃO FINANCEIRA ESPECIAL NOS JOGOS DISPUTADOS EM RECINTO NEUTRO PELOS MOTIVOS REFERIDOS NO ARTIGO AS DESPESAS DE ORGANIZAÇÃO SERÃO SUPORTADAS PELO CLUBE CUJO RECINTO SE ENCONTRA INTERDITADO OS CLUBES QUE INDICAREM PAVILHÕES QUE NÃO SEJAM SUA PROPRIEDADE, SUPORTARÃO DE SUA CONTA TODAS AS DESPESAS QUE NÃO ESTEJAM NESTE REGULAMENTO NOS JOGOS DE REPETIÇÃO, INCLUINDO OS INDICADOS NO ARTIGO , AS DESPESAS DE DESLOCAÇÃO DO CLUBE VISITANTE, SE AS HOUVER, SERÃO CONSIDERADAS COMO DESPESAS DE ORGANIZAÇÃO. A RECEITA LÍQUIDA REVERTERÁ A FAVOR DO CLUBE VISITADO. 10

11 a) AS DESPESAS DE DESLOCAÇÃO PREVISTAS NESTE ARTIGO ALUDEM AO TRANSPORTE POR ESTRADA E A HOSPEDAGEM (QUANDO NECESSÁRIO) PARA UM MÁXIMO DE 17 PESSOAS. A IMPORTÂNCIA DA SUBVENÇÃO INDIVIDUAL PARA A HOSPEDAGEM, BEM COMO O NÚMERO DE DIÁRIAS PARA CADA DESLOCAÇÃO, CONSTARÃO DE UMA TABELA A ELABORAR PELA FPF E A INCLUIR EM COMUNICADO OFICIAL. b) NO CASO DE TER HAVIDO DESPESAS DE DESLOCAÇÃO, O CLUBE VISITANTE APRESENTARÁ CONTA DESSAS DESPESAS À FPF E AO SEU ADVERSÁRIO NO PRAZO DE SETE DIAS. c) O CLUBE QUE, NOS TERMOS DESTE ARTIGO, FOR CONSIDERADO DEVEDOR DE QUALQUER IMPORTÂNCIA AO SEU ADVERSÁRIO DEVERÁ EFECTUAR O PAGAMENTO DESSA IMPORTÂNCIA POR INTERMÉDIO DA FPF E NO PRAZO DE CINCO DIAS, CONTADOS DAQUELE EM QUE TENHA RECEBIDO DA FEDERAÇÃO O AVISO PARA PAGAR OS ENCARGOS DA ORGANIZAÇÃO SERÃO DEVIDAMENTE ESPECIFICADOS E DEVERÃO SUBORDINAR-SE AO QUE SE ENCONTRA DETERMINADO NESTE REGULAMENTO OS CLUBES QUANDO EFECTUAREM JOGOS EM CAMPO NEUTRO OU NEUTRALIZADO, TERÃO A FACULDADE DE INSPECCIONAR A ORGANIZAÇÃO DESSES JOGOS, CORRENDO POR SUA CONTA TODOS OS ENCARGOS INERENTES A ESSA INSPECÇÃO QUANDO POR MOTIVOS IMPREVISTOS NÃO SE INICIAR QUALQUER JOGO OFICIALMENTE MARCADO, OS PORTADORES DE BILHETES PARA ELE VENDIDOS TERÃO DIREITO AO REEMBOLSO DAS RESPECTIVAS IMPORTÂNCIAS BILHETES OS PREÇOS DOS BILHETES DE ENTRADA NOS PAVILHÕES ONDE SE REALIZAM OS JOGOS DAS PROVAS ORGANIZADAS PELA FPF, SERÃO OS FIXADOS PELA SUA DIRECÇÃO E DIVULGADOS EM COMUNICADO OFICIAL COMPETE AO CLUBE VISITADO A EMISSÃO DOS BILHETES PARA OS JOGOS QUE REALIZAR NESSA CONDIÇÃO. O MODELO DOS BILHETES DEVE SER PREVIAMENTE SUBMETIDO A APROVAÇÃO DA FPF CONSTITUI INFRACÇÃO DISCIPLINAR A VENDA DE BILHETES NÃO HOMOLOGADOS PELA FPF BEM COM A EMISSÃO DE BILHETES COM PREÇOS DIFERENTES DOS APROVADOS PARA A PROVA EM DISPUTA. CAPÍTULO CLUBES SATÉLITES AOS CLUBES SATÉLITES NAS PROVAS DE FUTSAL APLICA-SE O PREVISTO NO REGULAMENTO DE PROVAS OFICIAIS PARA OS CLUBES E PROVAS DE FUTEBOL DE ONZE, ADAPTANDO-SE O NÚMERO DE JOGADORES ESTRANGEIROS AO PREVISTO NO ARTIGO CAPÍTULO NÍVEL DOS TREINADORES OS SELECCIONADOS E TREINADORES DAS SELECÇÕES NACIONAIS DEVEM POSSUIR O III NÍVEL DE HABILITAÇÃO. 11

12 OS CLUBES PARTICIPANTES EM COMPETIÇÕES OFICIAIS DE FUTSAL DEVEM TER AO SEU SERVIÇO UM QUADRO TÉCNICO COMPOSTO, PELO MENOS, PELOS SEGUINTES ELEMENTOS QUE DEVERÃO POSSUIR AS QUALIFICAÇÕES MÍNIMAS SEGUINTES: a) CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO: UM TREINADOR PRINCIPAL COM A HABILITAÇÃO DE III NÍVEL b) CAMPEONATOS NACIONAIS DA II E III DIVISÕES: UM TREINADOR PRINCIPAL COM O NÍVEL II DE HABILITAÇÃO c) OS RESTANTES CLUBES, SELECÇÕES DISTRITAIS E REGIONAIS DEVEM TER AO SEU SERVIÇO, PELO MENOS, UM TREINADOR POR CADA EQUIPA FILIADA NO ORGANISMO DA TUTELA, COM O MÍNIMO DE I NÍVEL DE HABILITAÇÃO NÃO É PERMITIDO ACUMULAR FUNÇÕES DE TREINADOR / JOGADOR E VICE-VERSA, MESMO QUE PARA O EFEITO ESTEJA HABILITADO OS CLUBES SÃO OBRIGADOS A INSCREVER NO ORGANISMO DESPORTIVO DA TUTELA OS TREINADORES QUE COMPÕEM O SEU QUADRO TÉCNICO, CONFORME ESPECIFICA ESTE REGULAMENTO, ATÉ 15 DIAS ANTES DO INÍCIO DAS PROVAS OFICIAIS DAS RESPECTIVAS ÉPOCAS, E EM QUE ESTEJAM INSERIDOS EM CASO DE IMPEDIMENTO LEGAL, DOENÇA OU SITUAÇÃO PONTUAL IMPREVISTA, O TREINADOR PRINCIPAL PODERÁ SER SUBSTITUÍDO PELO TREINADOR ADJUNTO, OU POR OUTRO TREINADOR QUE POSSUA HABILITAÇÃO E ESTEJA INSCRITO PELO CLUBE NO ORGANISMO DA TUTELA DURANTE O DECORRER DAS PROVAS OFICIAIS, NO CASO DE POR QUALQUER MOTIVO, OS CLUBES SE ENCONTREM IMPOSSIBILITADOS DE APRESENTAR UM TREINADOR DEVIDAMENTE HABILITADO, TERÁ UM PRAZO DE 15 DIAS PARA PREENCHER OS REQUISITOS LEGAIS, CONSTANTES DESTE REGULAMENTO. ESTE PRAZO TEM INICIO NA DATA EM QUE SE REALIZE O PRIMEIRO JOGO OFICIAL EM QUE O CLUBE NÃO PÔDE CUMPRIR AS NORMAS ESTABELECIDAS OS CLUBES SÃO OBRIGADOS A INDICAR NA FICHA TÉCNICA O TREINADOR DA EQUIPA QUE SEJA O RESPONSÁVEL TÉCNICO DESSE JOGO, BEM COMO O RESPECTIVO NÍVEL DE HABILITAÇÃO A COMPOSIÇÃO DAS EQUIPAS TÉCNICAS, SERÁ OBRIGATÓRIA A PARTIR DA ÉPOCA DE 2004/ OS TREINADORES E SELECCIONADORES NACIONAIS OU DISTRITAIS DESTINADOS À VARIANTE DE FUTSAL TERÃO QUE TER OS NÍVEIS EXIGIDOS DE ACORDO COM OS CURSOS DA VARIANTE DE FUTSAL TODOS OS SELECCIONADORES E TREINADORES NACIONAIS, DISTRITAIS OU REGIONAIS, BEM COMO OS SECRETÁRIOS TÉCNICOS E TREINADORES DOS RESPECTIVOS CLUBES TERÃO QUE ENVIAR DEVIDAMENTE PREENCHIDA A FICHA DE IDENTIFICAÇÃO PARA O CARTÃO DE INGRESSO PARA A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TREINADORES DE FUTEBOL, SEM O QUAL NÃO LHE SERÁ PASSADO O RESPECTIVO CARTÃO. 12

13 CAMPEONATO NACIONAL I DIVISÃO CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO TÉCNICA O CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO SERÁ DISPUTADO POR CATORZE CLUBES, EM DUAS FASES A PRIMEIRA FASE SERÁ CONSTITUÍDA POR CATORZE CLUBES QUE JOGAM ENTRE SI POR PONTOS A DUAS VOLTAS A PROVA TERÁ INICIO EM DATA A INDICAR PELA FPF EM COMUNICADO OFICIAL TODOS OS JOGOS SERÃO DISPUTADOS EM RECINTO COBERTO, SENDO OBRIGATÓRIO OS CLUBES INDICAREM O PAVILHÃO ANTES DO SORTEIO DA PROVA OS JOGOS SERÃO DISPUTADOS COM A BOLA INDICADA PELA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL EM COMUNICADO OFICIAL OS OITO PRIMEIROS CLASSIFICADOS DA PRIMEIRA FASE SÃO APURADOS PARA O PLAY- OFF E OS SEIS ÚLTIMOS CLASSIFICADOS PARA O PLAY-OUT O PLAY-OFF SERÁ DISPUTADO EM ELIMINATÓRIAS OBEDECENDO AO SEGUINTE ESQUEMA: 1ª ELIMINATÓRIA MEIAS-FINAIS FINAL JOGO A 1º CLASS. 1ª FASE * 8º CLASS. 1ª FASE JOGO B 2º CLASS 1ª FASE * 7º CLASS 1ª FASE JOGO C 3º CLASS 1ª FASE * 6º CLASS. 1ª FASE JOGO D 4º CLASS 1ª FASE * 5º CLASS 1ª FASE JOGO E VENCEDOR JOGO A * VENCEDOR JOGO D JOGO F VENCEDOR JOGO B * VENCEDOR JOGO C JOGO G VENCEDOR JOGO E * VENCEDOR JOGO F O CAMPEÃO NACIONAL DA I DIVISÃO SERÁ O VENCEDOR DO JOGO G AS ELIMINATÓRIAS SERÃO DISPUTADAS À MELHOR DE TRÊS, SENDO O PRIMEIRO JOGO DISPUTADO NO PAVILHÃO INDICADO PELA EQUIPA PIOR CLASSIFICADA DA PRIMEIRA FASE (ENTRE AS QUE DISPUTAM ESSE JOGO). SE NO FINAL DO TEMPO REGULAMENTAR SE VERIFICAR UMA IGUALDADE PROCEDA-SE NOS TERMOS DO ARTIGO INDEPENDENTEMENTE SERÁ DISPUTADO UM TERCEIRO JOGO NO RECINTO INDICADO PELO CLUBE MELHOR CLASSIFICADO NA 1ª FASE. O VENCEDOR DO TERCEIRO JOGO SERÁ DECLARADO O VENCEDOR DA ELIMINATÓRIA O PLAY-OUT SERÁ DISPUTADO PELAS EQUIPAS CLASSIFICADAS NOS SEIS ÚLTIMOS LUGARES DA PRIMEIRA FASE, POR PONTOS A UMA VOLTA. CADA EQUIPA INICIARÁ O PLAY-OUT COM 50% DOS PONTOS OBTIDOS NA 1ª FASE, COM ARREDONDAMENTO POR EXCESSO PARA O INTEIRO MAIS PRÓXIMO OS CLUBES QUE DISPUTAM O CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO TERÃO QUE DISPÔR OBRIGATORIAMENTE DE UMA EQUIPA DE JUNIORES A, B, C e D ou F, QUE PARTICIPAM NAS PROVAS OFICIAIS DA RESPECTIVA CATEGORIA. 13

14 5502. HORÁRIO DOS JOGOS OS HORÁRIOS DE INÍCIO DOS JOGOS SÃO OS SEGUINTES, SEM NECESSIDADE DE ACORDO DO CLUBE VISITANTE, DESDE QUE O PEDIDO DE MARCAÇÃO DOS JOGOS TENHA SIDO EFECTUADO PELO CLUBE VISITADO ATÉ 12 DIAS ANTES DAS DATAS DOS JOGOS PREVISTAS NO CALENDÁRIO DA PROVA: a) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI ATÉ 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO): SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00 E ENTRE AS 21H00 E AS 21H30; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00. b) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI MAIS DE 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO): SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 17H A FEDERAÇÃO AUTORIZARÁ OUTROS HORÁRIOS, DESDE QUE HAJA ACORDO ENTRE AMBAS AS EQUIPAS. NO ENTANTO, EM CASO ALGUM UM JOGO PODERÁ TER INICIO APÓS AS 21H A FEDERAÇÃO AUTORIZARÁ, TAMBÉM, OUTROS HORÁRIOS PARA OS JOGOS TRANSMITIDOS EM DIRECTO POR UMA ESTAÇÃO DE TELEVISÃO, SEM NECESSIDADE DE ACORDO DO CLUBE VISITANTE MUDANÇAS DE DIVISÃO DESCEM AUTOMATICAMENTE À II DIVISÃO NACIONAL OS CLUBES CLASSIFICADOS NOS QUATRO ÚLTIMOS LUGARES DO PLAY-OUT ASCENDEM À I DIVISÃO NACIONAL OS DOIS PRIMEIROS CLASSIFICADOS DE CADA UMA DAS DUAS SÉRIES DA II DIVISÃO NACIONAL. CAPITULO II ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA OS JOGOS DO CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO SÃO EFECTUADOS COM ENTRADAS PAGAS OS ENCARGOS COM A ORGANIZAÇÃO DOS JOGOS SÃO OS SEGUINTES: a) QUOTA PARA ARBITRAGEM; b) POLICIAMENTO PRÉMIOS A FPF INSTITUIRÁ PARA O CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO OS SEGUINTES PRÉMIOS: a) UMA TAÇA PARA O CLUBE VENCEDOR; b) 21 MEDALHAS EM PRATA DOURADA PARA PREMIIAR O CLUBE VENCEDOR 14

15 5506. OUTRAS DISPOSIÇÕES EM TODOS OS CASOS NÃO PREVISTOS NO PRESENTE REGULAMENTO SÃO APLICÁVEIS TODOS OS REGULAMENTOS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL, COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES O CONSELHO DE ARBITRAGEM DA FPF NOMEARÁ, PARA CADA JOGO, AS RESPECTIVAS EQUIPAS DE ARBITRAGEM QUE SERÃO COMPOSTAS POR DOIS ÁRBITROS E UM CRONOMETRISTA. 15

16 CAMPEONATO NACIONAL II DIVISÃO CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO TÉCNICA O CAMPEONATO NACIONAL DA II DIVISÃO SERÁ DISPUTADO POR VINTE E OITO CLUBES A PRIMEIRA FASE ENGLOBA VINTE E OITO CLUBES DIVIDIDOS POR DUAS SÉRIES (A E B), CONSTITUÍDAS POR CATORZE CLUBES QUE JOGAM ENTRE SI, POR PONTOS A DUAS VOLTAS, PARA APURAR O PRIMEIRO CLASSIFICADO DE CADA SÉRIE A PROVA TERÁ INÍCIO EM DATA A INDICAR PELA FPF EM COMUNICADO OFICIAL A DISTRIBUIÇÃO DOS CLUBES PELAS RESPECTIVAS SÉRIES SERÁ FEITA PELA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL, LEVANDO SEMPRE EM LINHA DE CONTA O MAIOR ENCURTAMENTO POSSÍVEL DA DISTÂNCIA EM FUNÇÃO DA SITUAÇÃO GEOGRÁFICA DOS CONTENDORES E TENDO EM VISTA MINIMIZAR OS ENCARGOS FINANCEIROS COM AS DESLOCAÇÕES AS ASSOCIAÇÕES QUE POSSAM VIR A DAR CLUBES DA MESMA LOCALIDADE PARA SÉRIES DIFERENTES NA PRIMEIRA FASE, TERÃO QUE FAZER A SUA SELECÇÃO POR SORTEIO, SALVO ACORDO ENTRE OS CLUBES INTERESSADOS E AS DUAS ASSOCIAÇÕES TODOS OS JOGOS SERÃO DISPUTADOS EM RECINTO COBERTO, SENDO OBRIGATÓRIO OS CLUBES INDICAREM O PAVILHÃO ANTES DO SORTEIO DA PROVA A SEGUNDA FASE SERÁ DISPUTADA PELOS PRIMEIROS CLASSIFICADOS DE CADA SÉRIE DA PRIMEIRA FASE, NUMA ELIMINATÓRIA A DUAS MÃOS, SENDO O PRIMEIRO JOGO DISPUTADO NO PAVILHÃO DO CLUBE SORTEADO EM PRIMEIRO LUGAR E O VENCEDOR DETERMINADO DE ACORDO COM O PREVISTO NO ARTIGO SERÁ CAMPEÃO NACIONAL DA II DIVISÃO O VENCEDOR DA ELIMINATÓRIA DISPUTADA NOS TERMOS DO ARTIGO OS JOGOS SERÃO DISPUTADOS COM A BOLA INDICADA PELA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL EM COMUNICADO OFICIAL OS CLUBES QUE DISPUTEM O CAMPEONATO NACIONAL DA II DIVISÃO TERÃO QUE DISPOR, OBRIGATORIAMENTE, DE UMA EQUIPA DE JUNIORES ( A, B, C, D OU E ), QUE PARTICIPARÁ NAS PROVAS OFICIAIS DA RESPECTIVA CATEGORIA HORÁRIOS DOS JOGOS OS HORÁRIOS DE INÍCIO DOS JOGOS SÃO OS SEGUINTES, SEM NECESSIDADE DE ACORDO DO CLUBE VISITANTE, DESDE QUE O PEDIDO DE MARCAÇÃO DOS JOGOS TENHA SIDO EFECTUADO PELO CLUBE VISITADO ATÉ 12 DIAS ANTES DAS DATAS DOS JOGOS PREVISTAS NO CALENDÁRIO DA PROVA: a) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI ATÉ 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO). SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00 E ENTRE AS 21H00 E AS 21H30; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00. b) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI MAIS DE 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO): 16

17 SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 17H A FEDERAÇÃO AUTORIZARÁ OUTROS HORÁRIOS, DESDE QUE HAJA ACORDO ENTRE AMBAS AS EQUIPAS. NO ENTANTO, EM CASO ALGUM UM JOGO PODERÁ TER INICIO APÓS AS 21H MUDANÇAS DE DIVISÃO DESCEM AUTOMATICAMENTE À III DIVISÃO NACIONAL OS QUATRO CLUBES CLASSIFICADOS A PARTIR DO 11º LUGAR, INCLUSIVE, DE CADA SÉRIE ASCENDEM À I DIVISÃO NACIONAL OS DOIS PRIMEIROS CLASSIFICADOS DE CADA UMA DAS DUAS SÉRIES DA II DIVISÃO NACIONAL. CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA OS JOGOS DO CAMPEONATO NACIONAL DA II DIVISÃO SÃO EFECTUADOS COM ENTRADAS PAGAS OS ENCARGOS COM A ORGANIZAÇÃO DOS JOGOS SÃO OS SEGUINTES: a) QUOTA PARA A ARBITRAGEM; b) POLICIAMENTO PRÉMIOS A FPF INSTITUIRÁ PARA O CAMPEONATO NACIONAL DA II DIVISÃO OS SEGUINTES PRÉMIOS: a) UMA TAÇA PARA O CLUBE VENCEDOR. b) 21 MEDALHAS EM PRATA DOURADA PARA PREMIAR O CLUBE VENCEDOR OUTRAS DISPOSIÇÕES EM TODOS OS CASO NÃO PREVISTOS NO PRESENTE REGULAMENTO SÃO APLICÁVEIS TODOS OS REGULAMENTOS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL, COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES O CONSELHO DE ARBITRAGEM DA FPF NOMEARÁ, PARA CADA JOGO, AS RESPECTIVAS EQUIPAS DE ARBITRAGEM QUE SERÃO COMPOSTAS POR DOIS ÁRBITROS E UM CRONOMETRISTAS. 17

18 CAMPEONATO NACIONAL III DIVISÃO CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO TÉCNICA O CAMPEONATO NACIONAL DA III DIVISÃO SERÁ DISPUTADO POR CINQUENTA E SEIS CLUBES A PRIMEIRA FASE ENGLOBA CINQUENTA E SEIS CLUBES DIVIDIDOS POR QUATRO SÉRIES (A, B, C e D), CONSTITUÍDAS POR CATORZE CLUBES EM CADA SÉRIE QUE JOGAM ENTRE SI, POR PONTOS A DUAS VOLTAS, PARA APURAR O PRIMEIRO CLASSIFICADO DE CADA SÉRIE A PROVA TERÁ INICIO EM DATA A INDICAR PELA FPF EM COMUNICADO OFICIAL A DISTRIBUIÇÃO DOS CLUBES PELAS RESPECTIVAS SÉRIES SERÁ FEITA PELA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL, LEVANDO SEMPRE EM LINHA DE CONTA O MAIOR ENCURTAMENTO POSSÍVEL DA DISTÂNCIA EM FUNÇÃO DA SITUAÇÃO GEOGRÁFICA DOS CONTENDORES E TENDO EM VISTA MINIMIZAR OS ENCARGOS FINANCEIROS COM AS DESLOCAÇÕES AS ASSOCIAÇÕES QUE POSSAM VIR A DAR CLUBES DA MESMA LOCALIDADE PARA SÉRIES DIFERENTES NA PRIMEIRA FASE, TERÃO QUE FAZER A SUA SELECÇÃO POR SORTEIO, SALVO ACORDO ENTRE OS CLUBES INTERESSADOS E AS SUAS ASSOCIAÇÕES TODOS OS JOGOS SERÃO DISPUTADOS EM RECINTO COBERTO, SENDO OBRIGATÓRIO OS CLUBES INDICAREM O PAVILHÃO ANTES DO SORTEIO DA PROVA A SEGUNDA FASE SERÁ DISPUTADA PELOS PRIMEIROS CLASSIFICADOS DE CADA SÉRIE DA PRIMEIRA FASE, POR PONTOS A DUAS VOLTAS NUMA SÓ SÉRIE O PRIMEIRO CLASSIFICADO DA SEGUNDA FASE SERÁ O CAMPEÃO NACIONAL DA III DIVISÃO OS JOGOS SERÃO DISPUTADOS COM A BOLA INDICADA PELA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL EM COMUNICADO OFICIAL OS CLUBES QUE DISPUTAM O CAMPEONATO NACIONAL DA III DIVISÃO TERÃO QUE DISPÔR OBRIGATÓRIAMENTE DE UMA EQUIPA DE JUNIORES A, B, C, D ou E QUE PARTICIPARÁ NAS PROVAS OFICIAIS DA RESPECTIVA CATEGORIA HORÁRIO DOS JOGOS OS HORÁRIOS DE INÍCIO DOS JOGOS SÃO OS SEGUINTES, SEM NECESSIDADE DE ACORDO DO CLUBE VISITANTE, DESDE QUE O PEDIDO DE MARCAÇÃO DOS JOGOS TENHA SIDO EFECTUADO PELO VISITADO ATÉ 12 DIAS ANTES DAS DATAS DOS JOGOS PREVISTAS NO CALENDÁRIO DA PROVA: a) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI ATÉ 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO): SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00 E ENTRE AS 21H00 E AS 21H30; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00. b) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI MAIS DE 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO): 18

19 SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 17H A FEDERAÇÃO AUTORIZARÁ OUTROS HORÁRIOS, DESDE QUE HAJA ACORDO ENTRE AMBAS AS EQUIPAS. NO ENTANTO, EM CASO ALGUM UM JOGO PODERÁ TER INÍCIO ÁS 21H MUDANÇAS DE DIVISÃO DESCEM AUTOMATICAMENTE ÀS DIVISÕES DISTRITAIS OS CLUBES CLASSIFICADOS A PARTIR DO 10º LUGAR DE CADA SÉRIE, INCLUSIVÉ ASCENDEM À III DIVISÃO NACIONAL OS CAMPEÕES DOS AÇORES E DA MADEIRA E OS CLUBES CAMPEÕES DISTRITAIS DAS ASSOCIAÇÕES DO CONTINENTE QUE TENHAM ORGANIZADO UM CAMPEONATO DISTRITAL COM UM MINIMO DE QUATRO CLUBES PARA COMPLETAR O NÚMERO DE CINQUENTA E SEIS CLUBES, SÃO APURADOS POR COEFICIENTE EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE CLUBES A DISPUTAR PROVAS DISTRITAIS DESTA CATEGORIA NAS ASSOCIAÇÕES DISTRITAIS OU REGIONAIS. EM CASO DE IGUALDADE NO COEFICIENTE O DESEMPATE FAR-SE-À PELO MAIOR NÚMERO DE CLUBES QUE DISPUTEM AS PROVAS DISTRITAIS EM CASO ALGUM UM CLUBE QUE TENHA SIDO DESPROMOVIDO ÀS DIVISÕES DISTRITAIS PODE, NA ÉPOCA SEGUINTE, PARTICIPAR NOS CAMPEONATOS NACIONAIS, MESMO QUE TENHA DISPUTADO TAMBÉM O CAMPEONATO DISTRITAL RESPECTIVO E TENHA SIDO CLASSIFICADO EM LUGAR QUE LHE PERMITISSE O ACESSO AO CAMPEONATO NACIONAL DA III DIVISÃO. NESTE CASO, O LUGAR SERÁ OCUPADO PELA EQUIPA CLASSIFICADA IMEDIATAMENTE A SEGUIR NO CAMPEONATO DISTRITAL. CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA OS JOGOS DO CAMPEONATO NACIONAL DA III DIVISÃO SÃO EFECTUADOS COM ENTRADAS PAGAS OS ENCARGOS COM A ORGANIZAÇÃO DOS JOGOS SÃO OS SEGUINTES: a) QUOTA PARA A ARBITRAGEM; b) POLICIAMENTO PRÉMIOS A FPF INSTITUIRÁ PARA O CAMPEONATO NACIONAL DA III DIVISÃO OS SEGUINTES PRÉMIOS: a) UMA TAÇA PARA O CLUBE VENCEDOR. b) 21 MEDALHAS EM PRATA DOURADA PARA PREMIAR O CLUBE VENCEDOR. 19

20 5525. OUTRAS DISPOSIÇÕES EM TODOS OS CASOS NÃO PREVISTOS NO PRESENTE REGULAMENTO SÃO APLICÁVEIS TODOS OS REGULAMENTOS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL, COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES O CONSELHO DE ARBITRAGEM DA FPF NOMEARÁ, PARA CADA JOGO, AS RESPECTIVAS EQUIPAS DE ARBITRAGEM QUE SERÃO COMPOSTAS POR DOIS ÁRBITROS E UM CRONOMETRISTA. ÉPOCA DE TRANSIÇÃO QUE OCORRERÁ EM 2003 / 2004 CAMPEONATO NACIONAL I DIVISÃO ESTE CAMPEONATO É FORMADO POR 16 CLUBES; DESCEM AUTOMATICAMENTE À II DIVISÃO NACIONAL OS CLUBES CLASSIFICADOS NOS 4 ÚLTIMOS LUGARES; ASCENDEM À I DIVISÃO NACIONAL OS PRIMEIROS CLASSIFICADOS DE CADA UMA DAS DUAS SÉRIES DA II DIVISÃO NACIONAL. CAMPEONATO NACIONAL II DIVISÃO O CAMPEONATO É COMPOSTO POR DUAS SÉRIES A e B COM 16 CLUBES CADA; DESCEM AUTOMATICAMENTE À III DIVISÃO NACIONAL 10 CLUBES (OS ÚLTIMOS 5 DE CADA SÉRIE); ASCEDEM À II DIVISÃO NACIONAL OS PRIMEIROS CLASSIFICADOS DE CADA UMA DAS TRÊS SÉRIES DA III DIVISÃO NACIONAL E O MELHOR CLASSIFICADO DE ENTRE OS SEGUNDOS DE CADA UMA DAS TRÊS SÉRIES DA III DIVISÃO NACIONAL EM SISTEMA DE POULE. CAMPEONATO NACIONAL III DIVISÃO DISPUTAM ESTA PROVA 48 CLUBES, DIVIDIDOS EM 3 SÉRIES DE 16 CLUBES CADA UMA A, B e C ; DESCEM AUTOMATICAMENTE AOS CAMPEONATOS DISTRITAIS 18 CLUBES, OS 6 ÚLTIMOS CLASSIFICADOS DE CADA SÉRIE; ASCENDEM À III DIVISÃO NACIONAL OS CAMPEÕES DOS AÇORES E DA MADEIRA E OS CLUBES CAMPEÕES DISTRITAIS DAS ASSOCIAÇÕES DO CONTINENTE QUE ORGANIZEM UM CAMPEONATO DISTRITAL COM PELO MENOS 6 CLUBES; O REPRESENTANTE DOS AÇORES SERÁ APURADO, ATRAVÉS DE UMA POULE ENTRE OS CAMPEÕES DAS TRÊS ASSOCIAÇÕES REGIONAIS; PARA COMPLETAR OS 56 CLUBES SUBIRÃO TAMBÉM OS SEGUNDOS CLASSIFICADOS DAS I DIVISÕES DISTRITAIS DAS ASSOCIAÇÕES COM MAIOR NÚMERO DE CLUBES SENIORES EM ACTIVIDADE NOS RESPECTIVOS CAMPEONATOS DISTRITAIS DE FUTSAL. EM CASO DE IGUALDADE SERÁ CONSIDERADA A TOTALIDADE DOS CLUBES EM ACTIVIDADE. 20

21 TAÇA DE PORTUGAL CAPÍTULO I GENERALIDADES A TAÇA DE PORTUGAL SERÁ DISPUTADA POR 96 CLUBES A SABER: 16 CLUBES DA I DIVISÃO NACIONAL; 32 CLUBES DA II DIVISÃO NACIONAL; 48 CLUBES DA III DIVISÃO NACIONAL. PROPOSTA A TAÇA DE PORTUGAL SERÁ DISPUTADA POR 98 CLUBES A SABER: 14 CLUBES DA I DIVISÃO NACIONAL; 28 CLUBES DA II DIVISÃO NACIONAL; 56 CLUBES DA III DIVISÃO NACIONAL A TAÇA DE PORTUGAL SERÁ DISPUTADA DO SEGUINTE MODO: 1ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 80 CLUBES QUE DISPUTAM OS CAMPEONATOS NACIONAIS DA II E III DIVISÕES, AGRUPADOS POR DUAS ZONAS NORTE E SUL. NESTA ELIMINATÓRIA FICAM ISENTOS DOIS CLUBES. PROPOSTA 1ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 84 CLUBES QUE DISPUTAM OS CAMPEONATOS NACIONAIS DA II E III DIVISÕES, AGRUPADOS POR DUAS ZONAS NORTE E SUL. 2ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 41 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR MAIS OS 16 CLUBES DO CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO, AGRUPADOS POR DUAS ZONAS NORTE E SUL. NESTA ELIMINATÓRIA FICA ISENTO UM CLUBE. PROPOSTA 2ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 42 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR MAIS OS 16 CLUBES DO CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO, AGRUPADOS POR DUAS ZONAS NORTE E SUL 3ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 29 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR. NESTA ELIMINATÓRIA FICA ISENTO UM CLUBE. PROPOSTA 3ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 28 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR. NESTA ELIMINATÓRIA FICAM ISENTOS DOIS CLUBES. 4ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 15 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR. NESTA ELIMINATÓRIA FICA ISENTO UM CLUBE. 5ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 8 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR. 6ª ELIMINATÓRIA (FINAL FOUR) PARTICIPAM OS 4 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR, QUE JOGARÃO EM DUAS JORNADAS. 21

22 PROPOSTA 6ª ELIMINATÓRIA PARTICIPAM OS 4 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR. FINAL PARTICIPAM OS 2 CLUBES APURADOS NA ELIMINATÓRIA ANTERIOR A TAÇA DE PORTUGAL SERÁ DISPUTADA NAS DATAS INDICADAS PELA FPF EM COMUNICADO OFICIAL OS JOGOS SERÃO DISPUTADOS COM A BOLA INDICADA PELA FPF OS JOGOS DA TAÇA DE PORTUGAL SERÃO DISPUTADOS OBRIGATORIAMENTE EM RECINTO COBERTO ORGANIZAÇÃO TÉCNICA O DESENROLAR DA PROVA ENGLOBA CINCO ELIMINATÓRIAS E DECIDE O VENCEDOR POR UMA FINAL FOUR. PROPOSTA O DESENROLAR DA PROVA ENGLOBA SEIS ELIMINATÓRIAS E A FINAL OS JOGOS DE CADA ELIMINATÓRIA REALIZAM-SE A UMA MÃO, NOS RECINTOS DOS CLUBES INDICADOS EM PRIMEIRO LUGAR, OS QUAIS SERÃO NEUTRALIZADOS SE O RECINTO ONDE A ELIMINATÓRIA A UMA MÃO HOUVER DE SER REALIZADA ESTIVER INTERDITO, O JOGO DISPUTAR-SE-À NO RECINTO DO ADVERSÁRIO, EU SERÁ IGUALMENTE NEUTRALIZADO NO CASO DE AMBOS OS RECINTOS ESTAREM INTERDITOS, O JOGO REALIZAR-SE-À EM RECINTO NEUTRO, A DESIGNAR PELA DIRECÇÃO DA FPF, QUE SERÁ NEUTRALIZADO A FINAL FOUR SERÁ EFECTUADA EM DUAS JORNADAS ENTRE OS QUATRO CLUBES APURADOS NA 5ª ELIMINATÓRIA E É ORGANIZADA DIRECTAMENTE PELA FPF. PROPOSTA A FINAL SERÁ EFECTUADA ENTRE OS CLUBES APURADOS NA 6ª ELIMINATÓRIA E É ORGANIZADA DIRECTAMENTE PELA FPF OS JOGOS DA 1ª JORNADA DA FINAL FOUR SÃO SORTEADOS, DEFRONTANDO-SE NA 2ª JORNADA OS VENCEDORES DA JORNADA ANTERIOR PARA APURAR O CAMPEÃO E O FINALISTA VENCIDO PROPOSTA O JOGO DA FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL SERÁ REALIZADO NUM PAVILHÃO A DECIDIR PELA FPF ANUALMENTE FORMAS DE DESEMPATE SE NO FINAL DOS ENCONTROS SE VERIFICAR UMA IGUALDADE, PROCEDER-SE Á NOS TERMOS DO ARTIGO DO POR HORÁRIOS DOS JOGOS OS HORÁRIOS DE INÍCIO DOS JOGOS SÃO OS SEGUINTES, SEM NECESSIDADE DE ACORDO DO CLUBE VISITANTE, DESDE QUE O PEDIDO DE MARCAÇÃO DOS JOGOS TENHA SIDO EFECTUADO PELO CLUBE VISITADO ATÉ 12 DIAS ANTES DAS DATAS DOS JOGOS PREVISTAS NO CALENDÁRIO DA PROVA: 22

23 a) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI ATÉ 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO): SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00 E ENTRE AS 21H00 E AS 21H30; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00. b) ENTRE EQUIPAS QUE DISTEM ENTRE SI MAIS DE 100 KM (MEDIDAS ENTRE AS CAPITAIS DE DISTRITO: SÁBADOS ENTRE AS 15H00 E AS 19H00; DOMINGOS ENTRE AS 15H00 E AS 17H A FEDERAÇÃO AUTORIZARÁ OUTROS HORÁRIOS, DESDE QUE HAJA ACORDO ENTRE AMBAS AS EQUIPAS. NO ENTANTO, EM CASO ALGUM UM JOGO PODERÁ TER INICIO APÓS AS 21H A FEDERAÇÃO AUTORIZARÁ, TAMBÉM, OUTROS HORÁRIOS PARA OS JOGOS TRANSMITIDOS EM DIRECTO POR UMA ESTAÇÃO DE TELEVISÃO, SEM NECESSIDADE DE ACORDO DO CLUBE VISITANTE. CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA NAS ELIMINATÓRIAS DA TAÇA DE PORTUGAL OS ENCARGOS DA ORGANIZAÇÃO SERÃO SUPORTADOS PELO CLUBE ANFITRIÃO. PROPOSTA CONSTITUEM ENCARGOS DE ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA DAS ELIMINATÓRIAS DA TAÇA DE PORTUGAL: a) TAXA FIXA PARA A FPF, DE VALOR IGUAL À TAXA A APLICAR NA DIVISÃO MAIS ELEVADA A QUE PERTENCEM OS CLUBES PARTICIPANTES NO JOGO; b) POLICIAMENTO; c) OUTRAS TAXAS E IMPOSTOS NAS ELIMINATÓRIAS DA TAÇA DE PORTUGAL OS ENCARGOS SÃO OS SEGUINTES: a) TAXA FIXA PARA A FPF DE VALOR IGUAL À TAXA A APLICAR NA DIVISÃO MAIS ELEVADA A QUE PERTENCEM OS CLUBES PARTICIPANTES NO JOGO; b) POLICIAMENTO. PROPOSTA CONSTITUEM ENCARGOS DE ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA DA FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: a) CUSTOS DE ARBITRAGEM; b) POLICIAMENTO; c) PESSOAL; d) TAXAS E IMPOSTOS NAS ELIMINATÓRIAS DA TAÇA DE PORTUGAL AS RECEITAS DO JOGO SÃO ATRIBUÍDAS AO CLUBE ANFITRIÃO. 23

24 PROPOSTA NAS ELIMINATÓRIAS DA TAÇA DE PORTUGAL OS ENCARGOS DA ORGANIZAÇÃO SERÃO SUPORTADOS PELO CLUBE VISITADO, SENDO AS RECEITAS DO JOGO ATRIBUÍDAS TAMBÉM AO CLUBE VISITADO NA FINAL FOUR A ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA É DA RESPONSABILIDADE DA FPF. PROPOSTA A ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA DA FINAL É DA RESPONSABILIDADE DA FPF AS RECEITAS DA FINAL DEDUZIDAS DOS RESPECTIVOS ENCARGOS DE ORGANIZAÇÃO, SERÃO DISTRIBUÍDAS EM PARTES IGUAIS PELOS CLUBES FINALISTAS PRÉMIOS A FPF INSTITUIRÁ PARA A TAÇA DE PORTUGAL OS SEGUINTES PRÉMIOS: a) UMA TAÇA PARA O CLUBE VENCEDOR; b) MEDALHAS EM PRATA DOURADA PARA PREMIAR OS CLUBES FINALISTAS A ATRIBUIR DA SEGUINTE FORMA: AOS JOGADORES EFECTIVAMENTE UTILIZADOS NO DECORRER DA PROVA; 2 TREINADORES; 1 MÉDICO; 1 ENFERMEIRO / MASSAGISTAS; 2 DELGADOS; CHEFE DO DEPARTAMENTO DE FUTSAL. PROPOSTA A FPF INSTITUIRÁ PARA A TAÇA DE PORTUGAL OS SEGUINTES PRÉMIOS: a) UMA TAÇA PARA O CLUBE VENCEDOR. b) 21 MEDALHAS EM PRATA DOURADA PARA PREMIAR OS CLUBES FINALISTAS OUTRAS DISPOSIÇÕES EM TODOS OS CASOS NÃO PREVISTOS NO PRESENTE REGULAMENTO SÃO APLICÁVEIS TODOS OS REGULAMENTOS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL, COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES O CONSELHO DE ARBITRAGEM DA FPF NOMEARÁ PARA OS JOGOS DA TAÇA DE PORTUGAL AS RESPECTIVAS EQUIPAS DE ARBITRAGEM QUE SERÃO COMPOSTAS POR DOIS ÁRBITROS E UM CRONOMETRISTA. 24

25 SUPER TAÇA NACIONAL CAPÍTULO I GENERALIDADES A FPF ORGANIZARÁ, EM CADA ÉPOCA, UMA PROVA DENOMINADA SUPER TAÇA NACIONAL DE FUTSAL A SUPER TAÇA SERÁ DISPUTADA EM DATA A INDICAR PELA FPF EM COMUNICADO OFICIAL A SUPER TAÇA SERÁ DISPUTADA COM A BOLA INDICADA PELA FPF A SUPER TAÇA SERÁ DISPUTADA OBRIGATORIAMENTE EM RECINTO COBERTO ORGANIZAÇÃO TÉCNICA ESTA PROVA SERÁ DISPUTADA OBRIGATORIAMENTE PELOS VENCEDORES DO CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO E DA TAÇA DE PORTUGAL NO CASO DE O VENCEDOR DO CAMPEONATO NACIONAL DA I DIVISÃO SER O MESMO DA TAÇA DE PORTUGAL, PARTICIPARÁ NA SUPER TAÇA O CLUBE FINALISTA VENCIDO DA FINAL DA TAÇA DA PORTUGAL A SUPER TAÇA SERÁ DISPUTADA NUMA ELIMINATÓRIA A DUAS MÃOS, SENDO O PRIMEIRO JOGO DISPUTADO NO PAVILHÃO DO CLUBE SORTEADO EM PRIMEIRO LUGAR A SUPER TAÇA NÃO TERÁ FINALISSIMA, SENDO A PROVA DECIDIDA, EM CASO DE EMPATE NOS TERMOS DO ARTIGO DO POR. CAPITULO II ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA A ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA DA SUPER TAÇA É DA RESPONSABILIDADE DA FPF PRÉMIOS A FPF INSTITUIRÁ PARA A SUPER TAÇA OS SEGUINTES PRÉMIOS: a) UMA TAÇA PARA O CLUBE VENCEDOR. b) MEDALHAS EM PRATA DOURADA PARA PREMIAR OS CLUBES FINALISTAS A ATRIBUIR DA SEGUINTE FORMA: AOS JOGADORES EFECTIVAMENTE UTILIZADOS NO DECORRER DA PROVA; 2 TREINADORES; 1 MÉDICO; 1 ENFERMEIRO / MASSAGISTA; 2 DELEGADOS; CHEFE DO DEPARTAMENTO DE FUTSAL. 25

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