Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Consulta Pública n 13, de 26 de abril de 2013 D.O.U de 29/04/2013

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 13, de 26 de abril de 2013 D.O.U de 29/04/2013"

Transcrição

1 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Consulta Pública n 13, de 26 de abril de 2013 D.O.U de 29/04/2013 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e IV, do art. 15 da Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o inciso V, e 1 e 3 do art. 54 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria nº 354 da ANVISA, de 11 de agosto de 2006, republicada no DOU de 21 de agosto de 2006, e suas atualizações, tendo em vista o disposto nos incisos III, do art. 2º, III e IV, do art. 7º da Lei n.º 9.782, de 1999, no art. 35 do Decreto n.º 3.029, de 16 de abril de 1999, e o Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Agência, instituído por meio da Portaria nº 422, de 16 de abril de 2008, resolve submeter à consulta pública, para comentários e sugestões do público em geral, proposta de ato normativo em Anexo, conforme deliberado em reunião realizada em 18 de abril de 2013, e eu, Diretor-Presidente Substituto, determino a sua publicação. Art. 1º Fica aberto o prazo de 30 (trinta) dias para envio de comentários e sugestões ao texto da proposta de Resolução que dispõe sobre Boas Práticas Regulatórias no âmbito da Anvisa, conforme Anexo. Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo terá início 7 (sete) dias após a data de publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. Art. 2º A proposta de ato normativo estará disponível na íntegra no portal da Anvisa na internet e as sugestões deverão ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário específico, disponível no endereço: 1º As contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado por meio de ferramentas contidas no formulário eletrônico, no menu resultado, inclusive durante o processo de consulta. 2º Ao término do preenchimento do formulário eletrônico será disponibilizado ao interessado número de protocolo do registro de sua participação, sendo dispensado o envio postal ou protocolo presencial de documentos em meio físico junto à Agência. 3º Em caso de limitação de acesso do cidadão a recursos informatizados será permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Núcleo de Regulação e Boas Práticas Regulatórias - Nureg, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP º Excepcionalmente, contribuições internacionais poderão ser encaminhadas em meio físico, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/ Núcleo de Assessoramento em Assuntos Internacionais (Naint), SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. 1º, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária promoverá a análise das contribuições e, ao final, publicará o resultado da consulta pública no portal da Agência. Parágrafo único. A Agência poderá, conforme necessidade e razões de conveniência e oportunidade, articular-se com órgãos e entidades envolvidos com o assunto, bem como aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para subsidiar posteriores discussões técnicas e a deliberação final da Diretoria Colegiada. JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA

2 PROPOSTA EM CONSULTA PÚBLICA Processo n.º: / Assunto: Boas Práticas Regulatórias no âmbito da Anvisa. Agenda Regulatória 2012: Não é tema da Agenda Regime de Tramitação: Comum Área responsável: Núcleo de Regulação e Boas Práticas Regulatórias - Nureg Relator: Jaime César de Moura Oliveira RESOLUÇÃO - RDC N., DE DE DE 2013 Dispõe sobre Boas Práticas Regulatórias no âmbito da Anvisa. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o inciso IV do art. 11do Regulamento aprovado pelo Decreto nº , de 16 de abril de1999, e tendo em vista o disposto no inciso II e nos 1º e 3º do art.54 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria nº. 354 da Anvisa, de 11 de agosto de 2006, republicada no Diário Oficial da União (DOU) de 21 de agosto de 2006, em reunião realizada em XX de XXXXX de 2013, adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. 1º Esta Resolução estabelece diretrizes, normas e procedimentos relativos ao cumprimento de Boas Práticas Regulatórias para a adoção de medidas regulatórias em matérias do âmbito de competência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 1º As Boas Práticas Regulatórias abrangem um conjunto de estratégias destinadas a promover o aperfeiçoamento contínuo da qualidade regulatória. 2º O disposto nesta Resolução se aplica às propostas de medidas regulatórias a serem submetidas à deliberação da Diretoria Colegiada da Anvisa. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 2º A atividade regulatória da Agência atenderá aos princípios da legalidade, celeridade, finalidade, razoabilidade, impessoalidade, imparcialidade, publicidade, moralidade, economia processual, motivação, proporcionalidade, interesse público e eficiência. Art. 3º São diretrizes para as Boas Práticas Regulatórias da Anvisa: I - a proteção da saúde da população; II - a promoção do alinhamento contínuo da atuação regulatória às políticas setoriais de saúde e aos demais objetivos de desenvolvimento econômico e social do País, bem como às recomendações de organismos internacionais multilaterais em saúde; III - a modernização e o fortalecimento de sua capacidade institucional para gestão em regulação; IV - o envolvimento dos atores afetados e demais interessados em assuntos objeto de atuação regulatória por meio de ações de previsibilidade, transparência e participação social; V - a articulação da atuação regulatória junto ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária; e VI - a busca pela qualidade e efetividade das medidas regulatórias adotadas. CAPÍTULO II DAS MEDIDAS REGULATÓRIAS

3 Art. 4º Constituem medidas regulatórias, para os fins desta Resolução: I - Acordo Setorial; II - Diretiva do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária; III - Recomendação Técnica; IV - Regulamentação; e V - Termo de Ajustamento de Conduta. Art. 5º O Acordo Setorial constitui medida de natureza contratual de alcance externo e abrangência coletiva, firmado voluntariamente entre a Diretoria Colegiada e agentes públicos ou econômicos sujeitos à atuação regulatória da Agência. 1º A medida de que trata este artigo se destina ao cumprimento de compromissos regulatórios em busca de objetivos sanitários comuns, previamente determinados, com previsão de metas e sanções, em caso de descumprimento. 2º Os Acordos Setoriais serão firmados mediante prévia convocação, formalizada por meio de Edital de Chamamento ao público externo a ser publicado no Diário Oficial da União (DOU), o qual estabelecerá o escopo, prazos e condições para sua elaboração. Art. 6º A Diretiva do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária constitui medida expedida pela Diretoria Colegiada da Anvisa para coordenação e articulação de ações regulatórias junto aos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. Parágrafo único. As diretivas se destinam a orientar e balizar a atuação das esferas da federação na atividade regulatória das ações de vigilância sanitária e serão elaboradas em articulação e colaboração do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Art. 7º A Recomendação Técnica constitui orientação colegiada de caráter voluntário, destinada a nortear agentes públicos e econômicos acerca de procedimentos, rotinas e métodos tecnicamente válidos, como forma opcional para observância e cumprimento de requisitos sanitários. 1º A recomendação técnica expedida pela Anvisa em matérias de competência comum dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária tem natureza subsidiária e não prevalece, nem dispensa o cumprimento de normas específicas de alcance estadual ou municipal expedidas pela autoridade sanitária competente. 2º A inobservância de recomendação técnica em matéria de competência comum aos órgãos estaduais ou municipais de vigilância sanitária não constituirá infração sanitária, desde que atendida regulamentação específica da autoridade local ou, na ausência desta, os objetivos e resultados esperados tenham sido atendidos pelo interessado, nos termos desta Resolução. 3º Também não caracterizará infração sanitária a inobservância de recomendação técnica em matéria de competência privativa ou exclusiva da Anvisa quando os objetivos e resultados esperados tenham sido atendidos pelo interessado, ainda que por meio diverso do previsto na recomendação. 4º O disposto nos 2º e 3º deverá ser comprovado mediante justificativa e documentação tecnicamente válidas a serem apresentadas pelo interessado perante a autoridade sanitária competente. Art. 8º A Regulamentação consiste na disposição de um conjunto de regras e preceitos de caráter normativo, cujo cumprimento é obrigatório. Parágrafo único. A Regulamentação de que trata esta Resolução refere-se a matérias de competência normativa da Anvisa conferidas por lei e deliberadas pela Diretoria Colegiada. Art. 9º O Termo de Ajustamento de Conduta consiste em instrumento legal firmado individual ou coletivamente entre a Anvisa e agentes públicos ou econômicos sujeitos à regulação sanitária, com o propósito de estabelecer compromisso de ajustamento de sua conduta às exigências legais, mediante cominações, com eficácia de título executivo extrajudicial.

4 Parágrafo único. Os procedimentos para edição e publicação de termos de ajustamento de conduta serão estabelecidos pela Diretoria Colegiada em ato normativo específico. CAPÍTULO III DA AGENDA REGULATÓRIA Art. 10. A Agenda Regulatória constitui instrumento destinado a promover a gestão, a transparência, a previsibilidade e a eficiência ao processo regulatório da Anvisa, além de ampliar a participação e o controle social em questões relacionadas à vigilância sanitária. 1º A Agenda é composta pelo conjunto de temas que a Anvisa pretende priorizar em sua atuação regulatória num determinado período. 2º A Agenda não possui caráter exaustivo, podendo a Agência adotar medidas regulatórias em temas distintos daqueles listados como prioritários, mediante justificativa a ser apresentada no ato da proposição da iniciativa. Art. 11. O processo de construção da Agenda Regulatória será norteado por diretrizes estratégicas de médio e longo prazo, a serem periodicamente estabelecidas pela Diretoria Colegiada. 1º A Diretoria Colegiada fará publicar documento orientador contendo o alinhamento estratégico e os procedimentos para elaboração da Agenda Regulatória em cada período. 2º O documento orientador permanecerá disponível em meio eletrônico para consulta no sítio eletrônico da Anvisa na internet (Portal da Anvisa). Art. 12. O monitoramento e os resultados da Agenda Regulatória serão periodicamente divulgados no Portal da Anvisa. CAPÍTULO IV DA ANÁLISE DE IMPACTO REGULATÓRIO Art. 13. A Análise de Impacto Regulatório (AIR) constitui procedimento sistematizado para coleta e análise de dados e informações destinados a subsidiar previamente o processo de tomada de decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa. Parágrafo único. A AIR promove racionalização administrativa e transparência processual da Agência. Art. 14. A AIR objetiva analisar a necessidade de determinada medida regulatória e os possíveis efeitos que ela pode apresentar para a sociedade, além de auxiliar na identificação de diferentes alternativas de que dispõe a Agência para atuar. Parágrafo único. Os procedimentos de AIR serão adotados em três níveis diferenciados de análise, segundo complexidade e abrangência da matéria, nos termos desta Resolução. Art. 15. São elementos básicos para AIR no âmbito da Agência: I - descrição e análise do problema; II - especificação de competência para agir; III - indicação dos objetivos e dos resultados esperados com a medida proposta; IV - levantamento de experiências internacionais, quando existentes; V - identificação de grupos potencialmente afetados; VI - descrição e mensuração dos impactos, sempre que possível;

5 VII - identificação e análise de vantagens e desvantagens da proposta escolhida; VIII - identificação dos principais atores interessados em conhecer e discutir a proposta; IX - previsão de meios para consulta e participação social; X - estabelecimento de metas e indicadores para acompanhamento dos resultados, quando cabível; e XI - identificação de eventuais alterações ou revogações de normas vigentes. Art. 16. A AIR nível 1 constitui grau básico de análise a ser realizada pela área responsável pela elaboração da proposta e consiste no levantamento de dados e informações gerais acerca dos aspectos mais relevantes para tomada de decisão. 1º A AIR nível 1 terá ênfase para coleta de dados e informações qualitativos, contidos em base de dados e documentos já disponíveis ou de fácil acesso no âmbito da Agência. 2º O Diretor Relator poderá requerer instrução complementar, para coleta de dados e informações, nos termos desta Resolução. Art. 17. A AIR nível 2 constitui grau intermediário de análise e consiste no levantamento adicional de dados e informações relativas aos impactos potenciais de determinada proposta, à governança do processo regulatório e aos aspectos internacionais, econômicos, sociais e operacionais. 1º A AIR nível 2 será promovida e coordenada pela unidade organizacional responsável pela gestão das boas práticas regulatória no âmbito da Anvisa, mediante solicitação da Diretoria Colegiada, que determinará o escopo e o prazo para conclusão da análise. 2º Este nível de AIR dará ênfase à coleta e sistematização de dados qualitativos e quantitativos, bem como à busca adicional de dados primários ou secundários, conforme necessidade, complexidade e especificidade do caso em análise. 3º A coleta de dados e informações de que trata o 2º poderá ser realizada por meio de requerimento de informação, consulta dirigida e métodos de pesquisa apropriados para o caso. Art. 18. A AIR nível 3 constitui grau avançado de análise, baseado em métodos quantitativos específicos, tais como análise custo-benefício, custo-eficácia e custo-efetividade. 1º Este nível de análise se aplica aos casos em que determinada proposta possa afetar significativamente a Administração Pública, os agentes econômicos ou demais atores da sociedade. 2º A AIR nível 3 será promovida e coordenada pela unidade organizacional responsável pela gestão das boas práticas regulatória no âmbito da Anvisa, mediante solicitação da Diretoria Colegiada, por razões de oportunidade e conveniência, instância que definirá o escopo e abrangência da análise. Art. 19. A realização de AIR níveis 2 e 3 poderá contar com a colaboração de entidades ou especialistas externos, mediante a celebração de termos de cooperação técnica, contratos, convênios ou outros instrumentos legais que envolvam ou não repasse de recursos. Art. 20. A Agência poderá requisitar dados e informações dos agentes econômicos e demais atores da sociedade sujeitos à regulação sanitária, a fim de subsidiar e instruir os procedimentos em todos os níveis de AIR de que trata esta Resolução. 1º A solicitação de dados e informações de que trata este artigo será realizada mediante publicação de Edital de Chamamento ou de Requerimento de Informação no DOU, nos termos desta Resolução. 2º A recusa ou o fornecimento de informações inverídicas à Agência constituirá infração sanitária, conforme regramento contido no respectivo edital, nos termos da Lei n , de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo da responsabilidade civil e penal cabíveis. CAPÍTULO V

6 DO PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO Seção I Das Disposições Iniciais Art. 21. A elaboração, a alteração e a revogação de atos normativos de competência da Agência a serem apreciados e deliberados pela Diretoria Colegiada deverão atender ao disposto nesta Resolução. 1º Os fluxos, etapas, rotinas, modelos de documentos e demais orientações procedimentais constarão do Guia de Boas Práticas Regulatórias da Agência, que permanecerá disponível no Portal da Anvisa para consulta e acesso dos interessados. 2º O disposto neste Capítulo se aplica, no que couber, às demais medidas regulatórias relacionadas nesta Resolução. Seção II Dos Regimes de Tramitação Art. 22. O processo de regulamentação da Agência contará com regimes diferenciados de tramitação, conforme situação e características do assunto em apreciação. Parágrafo único. O regime de tramitação consiste no rito a ser seguido para elaboração de propostas de atos normativos, a partir do qual são definidas as etapas do processo de regulamentação. Art. 23. São regimes de tramitação do processo de regulamentação no âmbito da Anvisa: I - regime comum; e II - regime especial. 1º O regime comum corresponde ao rito completo, composto pelo conjunto de etapas do processo de regulamentação estabelecidos nesta Resolução, que prevê a realização de AIR nível 1 e de consulta pública, obrigatoriamente, como subsídios à tomada de decisão. 2º O regime especial corresponde ao rito simplificado, mais célere, aplicável para situações específicas estabelecidas nesta Resolução, cujas circunstâncias ou natureza do objeto justificam, por razões de interesse público, a supressão de determinadas etapas do processo de regulamentação. Subseção I Do Regime Comum Art. 24. O regime comum envolve a realização das seguintes etapas: I - iniciativa; II - instrução e elaboração da proposta; III - consulta e participação social; IV - instrução complementar, quando necessária; e V - deliberação final. 1º O regime comum se aplica aos processos de regulamentação em geral, bem como para elaboração, harmonização e internalização de regulamentos no âmbito do Mercosul.

7 2º A instrução complementar de que trata o inciso IV poderá ser realizada a qualquer tempo, até a deliberação final do processo, segundo conveniência e oportunidade dos diretores ou da Diretoria Colegiada. Subseção II Do Regime Especial Art. 25. O regime especial pode ser adotado para a regulamentação de assuntos regulatórios em situações específicas de urgência ou nos casos de menor complexidade com baixo impacto para a sociedade, sendo composto pelas seguintes etapas: I - iniciativa e instrução simplificadas; II - elaboração da proposta; e III - deliberação final. Parágrafo único. Os processos de regulamentação em regime de tramitação especial estão dispensados da realização de AIR, consulta pública e atividades relacionadas à instrução complementar. Seção III Das Etapas do Processo de Regulamentação Subseção I Da Etapa de Iniciativa Art. 26. A iniciativa constitui etapa de avaliação da conveniência e oportunidade de atuação regulatória da Anvisa, promovendo a gestão, a transparência e a previsibilidade do processo regulatório. Parágrafo único. A deliberação sobre a iniciativa é de competência exclusiva da Diretoria Colegiada. Art. 27. A realização da etapa de iniciativa contempla as seguintes atividades: I - abertura de processo administrativo; II - preenchimento do formulário de proposta de iniciativa; III - elaboração da minuta de Despacho; IV - encaminhamento do processo à Diretoria de Regulação Sanitária; V - inclusão da proposta de iniciativa na pauta da reunião da Diretoria Colegiada para deliberação; VI - decisão sobre a proposta de iniciativa; e VII - publicação de despacho no DOU. 1º As propostas de iniciativa serão instruídas pelas unidades organizacionais da Agência e encaminhadas à Diretoria de Regulação Sanitária para fins de coordenação e acompanhamento da atuação regulatória. 2º O formulário de proposta de iniciativa de que trata o inciso II deste artigo permanecerá disponível no Guia de Boas Práticas Regulatória da Anvisa. 3º O adequado preenchimento do formulário de que trata o parágrafo anterior é requisito de admissibilidade para a deliberação pela Diretoria Colegiada. Art. 28. Todas as propostas de iniciativa encaminhadas à Diretoria de Regulação Sanitária serão incluídas em pauta de reunião da Diretoria Colegiada.

8 Parágrafo único. Para subsidiar a deliberação da Diretoria Colegiada, o Diretor de Regulação Sanitária apresentará relatório circunstanciado sobre a proposta de iniciativa. Art. 29. A Diretoria Colegiada, ao decidir pelo prosseguimento do processo, definirá o respectivo regime de tramitação e o diretor responsável pela relatoria da matéria. 1º A Diretoria Colegiada poderá promover ajustes na proposta de iniciativa, com vistas à continuidade do processo, bem como determinar o sobrestamento ou o arquivamento da proposta. 2º Na hipótese de sobrestamento, a Diretoria Colegiada determinará o prazo de suspensão do processo ou as condições para nova apreciação. 3º A decisão de aprovação de iniciativa será publicada no DOU, por meio de Despacho do Diretor- Presidente ou de seu substituto legal. 4º Os despachos de iniciativa permanecerão disponíveis para consulta no Portal da Anvisa, contendo informações para identificação e acompanhamento do processo. 5º Nos casos de regime especial, a Diretoria Colegiada poderá dispensar a publicação do despacho de iniciativa, por razões de urgência e economia processual, fazendo constar referida decisão no preâmbulo do ato aprovado em deliberação final. 6º O regime de tramitação poderá ser modificado a qualquer tempo pela Diretoria Colegiada, até a deliberação final do processo, mediante solicitação do próprio Relator ou de qualquer dos diretores. 7º A alteração do regime de tramitação ensejará publicação de despacho no DOU e produzirá efeitos sobre as etapas do processo para fins de adequação ao novo regime. 8º Caso o regime seja alterado de especial para comum, o Relator e a área responsável pela proposta deverão promover os ajustes necessários à instrução, de modo a atender os requisitos especificados no art. 33. Subseção II Da Etapa de Instrução e Elaboração da Proposta Art. 30. A instrução constitui etapa de análise e preparação de documentos, dados e informações para subsidiar a tomada de decisão da Diretoria Colegiada. Art. 31. A elaboração da proposta constitui etapa de expressar em redação normativa o objeto da atuação regulatória e as regras a serem observadas pelos atores por ela afetados. Parágrafo único. A redação deve seguir as diretrizes de técnica legislativa, como a busca pela clareza, precisão e ordem lógica dos dispositivos do ato normativo proposto. Art. 32. O Diretor designado como Relator da matéria ficará incumbido de promover e acompanhar o andamento e a instrução do processo até a etapa de deliberação final da proposta pela Diretoria Colegiada. 1º Nos casos de suspeição ou impedimento superveniente do Relator, a Diretoria Colegiada designará nova relatoria. 2º A substituição de relatoria também poderá ocorrer mediante solicitação motivada pelo próprio Relator ou nos casos em que seus afastamentos legais ou eventuais possam comprometer de modo significativo o andamento e a apreciação da matéria pela Diretoria Colegiada. Art. 33. A realização da etapa de instrução e elaboração da proposta contempla as seguintes atividades: I - preenchimento do formulário de AIR nível 1; II - elaboração da minuta do ato proposto para fins de consulta pública;

9 III - encaminhamento à Procuradoria pelo Relator para análise e parecer jurídico; IV - inclusão do processo de regulamentação, com a minuta do ato proposto, na pauta da reunião da Diretoria Colegiada, para deliberação; V - decisão sobre a proposta; e VI - publicação da decisão no DOU. 1º A documentação utilizada como subsídio à elaboração da proposta de ato normativo deve ser juntada ao respectivo processo administrativo. 2º O adequado preenchimento do formulário de AIR nível 1 é requisito de admissibilidade para a deliberação pela Diretoria Colegiada quanto ao mérito do ato normativo proposto; 3º A análise jurídica de que trata o inciso III destina-se ao exame da legalidade do ato e se formaliza por meio de parecer a ser juntado aos autos do processo administrativo. 4º A Diretoria Colegiada poderá decidir pela aprovação da proposta, pela promoção de ajustes ou pela realização de atividades de instrução complementar, bem como determinar o sobrestamento ou o arquivamento da proposta. 5º Na hipótese de sobrestamento, a Diretoria Colegiada determinará o prazo de suspensão do processo ou as condições para nova apreciação. 6º A elaboração, harmonização e internalização de regulamentos no âmbito do Mercosul e os assuntos de caráter normativo relacionados à Farmacopeia Brasileira receberão tratamento específico e diferenciado, conforme circunstâncias e peculiaridades de seus respectivos objetos e ambientes de atuação. Art. 34. O Relator e a área responsável pela proposta poderão, a qualquer momento, promover atividades necessárias para subsidiar a discussão, análise e instrução do processo, no âmbito de suas respectivas atribuições. Parágrafo único. Para os fins deste artigo, é facultado ao Relator promover ou solicitar atividades da etapa de instrução complementar, conforme Subseção IV. Art. 35. Ao concluir o procedimento de AIR nível 1, a área responsável deve encaminhar o processo ao respectivo Relator para análise inicial de mérito, a fim de promover a continuidade do processo e subsidiar posterior deliberação da Diretoria Colegiada. 1º O Relator poderá encaminhar o processo para análise jurídica, propor ajustes à proposta ou solicitar instrução complementar, conforme disposto no art. 34 e na Subseção IV. 2º Após a elaboração do parecer jurídico, a Procuradoria devolverá o processo administrativo ao Relator. 3º O Relator não recusará, obstará ou arquivará processo de regulamentação em andamento por iniciativa da Diretoria Colegiada, cabendo-lhe solicitar a inscrição do respectivo processo em pauta para deliberação quanto ao respectivo prosseguimento. 4º Ao Relator é facultado propor à Diretoria Colegiada a aprovação da proposta para fins de consulta pública, a realização de AIR nível 2 ou 3, a realização de audiência pública ou o arquivamento do processo. 5º O Relator apresentará à Diretoria Colegiada relatório circunstanciado sobre a proposta, contendo informações sobre a tramitação do processo e os subsídios para tomada de decisão. 6º A decisão de arquivamento do processo pela Diretoria Colegiada será publicada no DOU, por meio de despacho do Diretor-Presidente ou de seu substituto legal. Art. 36. Os processos que tramitam em regime especial devem conter instrução simplificada, que corresponde ao atendimento do disposto nos artigos 30 e 31, porém estão isentos da realização de AIR nível 1, consulta pública e atividades relacionadas à instrução complementar, nos termos do art. 25.

10 1º A realização da etapa de instrução simplificada contempla as seguintes atividades: I - elaboração da minuta do ato proposto, acompanhada de justificativa; II - encaminhamento à Procuradoria pelo Relator para análise e parecer jurídico; III - inclusão da minuta do ato proposto na pauta da reunião da Diretoria Colegiada para deliberação; IV - decisão sobre a proposta; e V - publicação da decisão no DOU. 2º A justificativa de que trata o inciso I deste artigo deve conter a motivação do enquadramento da tramitação do processo em regime especial, bem como os fatos e razões que indicam a necessidade de regulamentação e os aspectos técnicos que embasem a proposta. Subseção III Da Etapa de Consulta e Participação Social Art. 37. A etapa de consulta pública e participação social se destina a possibilitar a manifestação de atores diretamente afetados pela proposta, identificar os aspectos relevantes da matéria em discussão, obter subsídios para tomada de decisão da Anvisa, além de promover transparência e previsibilidade ao processo regulatório. Art. 38. As propostas de atos normativos referentes a processos de regulamentação que tramitam em regime comum serão obrigatoriamente submetidas à consulta pública, previamente à deliberação final da Diretoria Colegiada. Parágrafo único. A etapa de consulta e participação social não se aplica aos processos submetidos ao regime de tramitação especial, por razões de interesse público, conforme disposto no art. 25 e no art. 36. Art. 39. A realização da etapa de consulta e participação social contempla as seguintes atividades: I - divulgação da consulta pública; II - recebimento das contribuições; III - análise e consolidação das contribuições recebidas; IV - elaboração de relatório de análise de contribuições; V - elaboração da proposta final do ato normativo; VI - encaminhamento à Procuradoria pelo Relator para análise e parecer jurídico; VII - inclusão da proposta na pauta da reunião da Diretoria Colegiada para deliberação; VIII - decisão sobre a proposta; e IX - publicação da decisão no DOU. Art. 40. A consulta pública será publicada no DOU e permanecerá disponível no Portal da Anvisa, acompanhada de justificativa. Parágrafo único. Juntamente com a proposta de ato normativo em discussão, permanecerão disponíveis, no Portal da Anvisa na internet, as informações referentes à análise de impacto regulatório realizada. Art. 41. O prazo e demais condições para envio de contribuições será especificado no ato da consulta, sendo de no mínimo 30 (trinta) dias, contados sete dias após a data de sua publicação.

11 1º As consultas relativas aos assuntos que tenham impacto internacional terão prazo mínimo de 60 (sessenta) dias para envio de contribuições. 2º As contribuições deverão ser realizadas por meio de formulário próprio, disponibilizado no Portal da Agência, no prazo estabelecido no ato da consulta. Art. 42. As contribuições recebidas são consideradas públicas e de livre acesso aos interessados, salvo restrições estabelecidas nos termos da Lei nº , de º As contribuições recebidas serão disponibilizadas no Portal da Agência em até 30 (trinta) dias após o encerramento do prazo de que trata o art º Todas as contribuições recebidas deverão instruir o processo administrativo, podendo ser juntadas em meio físico ou digital. Art. 43. A análise e a consolidação das contribuições recebidas serão realizadas pela área responsável pela proposta ou, quando for o caso, pelo grupo de trabalho instituído para esse fim. 1º Serão consideradas inválidas as contribuições enviadas fora do prazo, aquelas não relacionadas com o objeto da consulta, bem como as realizadas por meio ou forma diversa da especificada no ato da consulta. 2º O resultado da análise deve constar de relatório a ser juntado ao processo administrativo e submetido ao Relator. 3º O relatório de análise da consulta pública será disponibilizado no Portal da Agência em até 30 (trinta) dias após a publicação do ato normativo. Art. 44. Ao concluir a análise das contribuições, a área responsável deve concluir a instrução e elaboração da minuta de ato normativo final, nos termos dos artigos 30 e 31. Art. 45. A proposta deve ser encaminhada ao Relator, por meio do processo administrativo devidamente instruído, para análise inicial de mérito, a fim de promover a continuidade do processo e subsidiar posterior deliberação da Diretoria Colegiada. 1º O Relator poderá encaminhar o processo para análise jurídica, propor ajustes à proposta ou solicitar instrução complementar, conforme disposto no art. 34 e na Subseção IV. 2º Após a elaboração do parecer jurídico, a Procuradoria devolverá o processo administrativo ao Relator. 3º O Relator não recusará, obstará ou arquivará processo de regulamentação em andamento por iniciativa da Diretoria Colegiada, cabendo-lhe solicitar a inscrição do respectivo processo em pauta para deliberação quanto ao respectivo prosseguimento. 4º Ao Relator é facultado propor à Diretoria Colegiada a aprovação da proposta para fins de consulta pública, a realização de AIR nível 2 ou 3, a realização de audiência pública ou o arquivamento do processo. 5º O Relator apresentará à Diretoria Colegiada relatório circunstanciado sobre a proposta, contendo informações sobre a tramitação do processo e os subsídios para tomada de decisão. Art. 46. A realização de audiência pública constitui atividade opcional do processo de regulamentação, para ampliar a transparência e participação social e permitir discussão entre representantes da Anvisa e os atores afetados pela atuação regulatória sobre os aspectos relevantes da matéria proposta, provendo subsídios para tomada de decisão. Parágrafo único. A realização de audiência pública é considerada etapa de instrução complementar, nos termos da Subseção IV. Subseção IV Da Etapa de Instrução Complementar

12 Art. 47. A instrução complementar constitui etapa de análise e preparação de documentos, dados e informações adicionais para subsidiar a tomada de decisão da Diretoria Colegiada. 1º Os procedimentos e atividades contidos nesta subseção não se aplicam aos processos em regime especial, sendo facultados ao regime comum, segundo conveniência e oportunidade dos diretores ou da Diretoria Colegiada, nos termos desta Resolução. 2º A etapa de instrução complementar pode ser promovida a qualquer tempo pelo Relator ou pela Diretoria Colegiada, nos termos desta Resolução. Art. 48. A realização da etapa de instrução complementar contempla as seguintes atividades opcionais: I - instituição de grupos de trabalho, com possibilidade de participação de especialistas ou demais interessados e colaboradores externos; II - promoção de painéis de caráter técnico-científico, seminários e demais eventos destinados a promover o debate ou a troca de experiências e opiniões no meio acadêmico e profissional; III - realização ou acompanhamento de visitas técnicas, projetos-piloto ou consultas dirigidas ao público externo para obter dados e informações complementares para tomada de decisão; IV - requerimento de informação; V - condução de procedimentos de AIR de nível 2 ou 3, nos termos do Capítulo IV desta Resolução; e VI - realização de audiência pública. Art. 49. A formalização de grupos de trabalho deve ser realizada por meio de Portaria do Relator e conter objetivo, atribuições e prazo para conclusão dos resultados. 1º A portaria para criação de grupos de trabalho com participantes internos será publicada no Boletim de Serviço da Agência. 2º A portaria para criação de grupos de trabalho com participantes externos será publicada no DOU. 3º Os registros, memórias, listas de presença e demais documentos relacionados ou produzidos em razão das reuniões dos grupos de trabalho devem constar do respectivo processo para instruir e subsidiar a tomada de decisão. Art. 50. A promoção de painéis de caráter técnico-científico, seminários e demais eventos de que trata o inciso II do art. 48 será realizada pela área responsável pela proposta, que contará com apoio e assistência da área de eventos da Agência, mediante solicitação do Relator ou da Diretoria Colegiada. Art. 51. As visitas técnicas, projetos-piloto e consultas dirigidas serão executados pela área responsável pela AIR, conforme solicitação do Relator ou da Diretoria Colegiada. 1º Caberá ao Relator ou à Diretoria Colegiada determinar o escopo, o público-alvo, o prazo e as condições para realização e conclusão das atividades de que trata este artigo. 2º A consulta dirigida não se confunde e nem substitui a consulta pública de que trata a Subseção III, devendo ser formalizada por meio de Edital de Chamamento a ser publicado no DOU, com especificação das informações contidas no 1º. 3º Os resultados das visitas técnicas, dos projetos-pilotos e das consultas dirigidas devem constar de relatório circunstanciado a ser juntado ao respectivo processo e são considerados públicos e de livre acesso aos interessados, salvo restrições estabelecidas nos termos da Lei nº , de Art. 52. A atividade de requerimento de informação de que trata o inciso IV, do art. 48 também integra o procedimento de AIR, conforme solicitação do Relator ou da Diretoria Colegiada.

13 1º Caberá ao Relator ou à Diretoria Colegiada determinar o escopo, o público-alvo, o prazo e as condições para realização e conclusão das atividades de que trata este artigo. 2º O requerimento de informação será formalizado por meio de publicação de Edital de Requerimento de Informação no DOU. 3º Os resultados do edital devem constar de relatório circunstanciado a ser juntado ao respectivo processo e são considerados públicos e de livre acesso aos interessados, salvo restrições estabelecidas nos termos da Lei nº , de Art. 53. A AIR de nível 2 ou de nível 3 será promovida e coordenada pela unidade organizacional responsável pela gestão das boas práticas regulatória no âmbito da Anvisa, mediante deliberação da Diretoria Colegiada. 1º Caberá à Diretoria Colegiada determinar o escopo e o prazo para conclusão da análise, conforme disposto nos artigos 17 e 18. 2º Os resultados da AIR complementarão a instrução do processo para subsidiar a deliberação da Diretoria Colegiada e deverão ser disponibilizados no Portal da Agência, salvo restrições estabelecidas nos termos da Lei n.º , de Art. 54. A realização de audiência pública dependerá de deliberação da Diretoria Colegiada e será promovida e coordenada pela área responsável pela proposta. 1º A realização de audiência pública será precedida de publicação no DOU do respectivo Aviso para chamamento dos interessados em participar da discussão presencial 2º O Aviso deverá ser publicado com antecedência mínima de 15 (quinze) dias da data da audiência, além de divulgado no Portal da Anvisa, juntamente com informações que auxiliem a participação da sociedade. 3º As críticas e contribuições orais recebidas durante a audiência pública serão gravadas, sempre que possível, e sua respectiva mídia de gravação juntada ao processo e disponibilizada no Portal da Agência em até 30 (trinta) dias após a sua realização. 4º As contribuições apresentadas na audiência devem ser analisadas pela área responsável pela proposta e constar de relatório circunstanciado a ser juntado ao respectivo processo. Subseção V Da Deliberação Final Art. 55. Caberá ao Relator solicitar a inscrição do respectivo processo em pauta de reunião da Diretoria Colegiada para deliberação final da proposta. Parágrafo único. Ao Relator será facultado solicitar o arquivamento do processo junto à Diretoria Colegiada. Art. 56. A Diretoria Colegiada apreciará a matéria e promoverá deliberação final, podendo aprovar a medida regulatória proposta, promover ajustes ou solicitar instrução complementar para continuidade do processo, bem como determinar o seu respectivo arquivamento. Parágrafo único. A decisão de arquivamento do processo pela Diretoria Colegiada será publicada no DOU por meio de despacho do Diretor-Presidente ou de seu substituto legal. Art. 57. A proposta aprovada pela Diretoria Colegiada será publicada no DOU e permanecerá disponível para consulta no Portal da Agência. Parágrafo único. O texto do ato publicado também deve ser disponibilizado no Sistema de Legislação da Saúde do Ministério da Saúde (Saúde Legis).

14 CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 58. A Anvisa promoverá a divulgação e o acompanhamento de sua atuação regulatória por meio de seu Portal na internet. Art. 59. A Agência realizará periodicamente a atualização de suas normas, a fim de promover a simplificação administrativa e facilitar o acesso à legislação por meio da compilação, consolidação e revisão de atos normativos de sua competência. 1º A compilação e a consolidação dos atos normativos da Anvisa serão realizados gradualmente e disponibilizados no Sistema de acesso e busca à Legislação de Saúde do Ministério da Saúde (Saúde Legis). 2º A consolidação e revisão dos atos normativos vigentes será promovida por meio das unidades organizacionais dotadas de competência regulatória e pela Subcomissão Permanente de Consolidação e Revisão de Atos Normativos da Anvisa. Art. 60. A Anvisa promoverá continuamente o monitoramento e a avaliação do Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação, instituído pela Portaria n.º 422, de 16 de abril de Parágrafo único. A Anvisa dará publicidade aos resultados e indicadores de qualidade regulatória relacionados ao Programa. Art. 61. O Guia de Boas Práticas Regulatórias deve ser atualizado periodicamente e permanecer disponível no Portal da Agência para consulta. 1º O Guia de que trata este artigo deve ser amplamente divulgado às unidades organizacionais da Anvisa. 2º O Guia deve conter modelos de documentos a serem adotados pelas áreas responsáveis pelo processo de regulamentação. Art. 62. Os procedimentos estabelecidos nesta Resolução se aplicam aos processos de regulamentação em andamento que ainda não foram submetidos a procedimento de consulta pública, produzindo efeitos a partir da etapa em que se encontram. Parágrafo único. Para os fins deste artigo, a Diretoria de Regulação Sanitária promoverá o levantamento dos processos em andamento e submeterá à Diretoria Colegiada para deliberação quanto aos respectivos regimes de tramitação. Art. 63. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. DIRCEU BRÁS APARECIDO BARBANO Diretor-Presidente

15 JUSTIFICATIVA DA PROPOSTA Processo nº: / Despacho de iniciativa n.º: 96/2012 e 10/2013 Consulta Pública nº 13/2013 Agenda Regulatória 2012: não é tema da Agenda vigente Assunto: Proposta de Resolução (RDC) que dispõe sobre Boas Práticas Regulatórias no âmbito da Anvisa Diretor Relator: Jaime César de Moura Oliveira Área responsável: Núcleo de Regulação e Boas Práticas Regulatórias (Nureg) Brasília, 29 de abril de 2013 A Anvisa foi instituída por meio da Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999, com a finalidade institucional de promover a proteção da saúde da população, por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo, bem como o controle de portos, aeroportos e de fronteiras. Além disso, também é responsável pela coordenação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), que compreende o conjunto de atividades de regulação, normatização, controle e fiscalização na área de vigilância sanitária, executadas por instituições da Administração Pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A atuação regulatória da Agência, no cumprimento de sua competência legal, sempre foi muito intensa devido à complexidade e abrangência de seu campo de atuação, relacionado com diversos setores da sociedade indispensáveis para a promoção e a proteção da saúde da população e para o desenvolvimento econômico e social do País, sendo o regulamento um importante instrumento para o exercício de sua competência normativa e para o cumprimento do papel regulador do Estado junto à sociedade. Desde sua criação, em seus quatorze anos de existência, a Anvisa já editou mais de Resoluções de Diretoria Colegiada (RDC) para regular, do ponto de vista sanitário ou administrativo, a produção e o comércio de produtos, a prestação de serviços de interesse à saúde, além de aspectos relacionados à gestão interna da Agência. Também já realizou mais de Consultas Públicas (CP) e editou, nos últimos três anos, cerca de trinta Instruções Normativas (IN), que são atos complementares às Resoluções (RDC), editados com o propósito de prevenir, impedir ou minimizar comportamentos ou situações que possam expor ou causar riscos ou danos à saúde da população. O País cresce no âmbito econômico e social e a cada ano há um aumento de participação no Produto Interno Bruto (PIB) dos setores regulados pela Agência, assim como no número de pessoas com acesso a bens e serviços de saúde. Diante desse cenário, tem sido cada vez mais exigida uma atuação regulatória efetiva e eficiente por parte da Agência, que perceba riscos e seja capaz de evitá-los para 1

16 proteger a saúde, mas também que seja capaz de promover a inovação e impulsionar o desenvolvimento econômico e social do País. Nesse sentido, considerando que existe uma relação clara entre o desempenho econômico e social de um País no longo prazo e a qualidade de seu marco regulatório (OCDE, 2008), a Anvisa concebeu em 2008 um programa de melhoria regulatória, denominado de Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação, inspirado e apoiado em boas práticas internacionais e no Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para Gestão em Regulação - PRO-REG, instituído pelo Decreto n.º 16 de março de 2007, na perspectiva de fortalecer sua capacidade institucional para gestão em regulação, bem como ampliar a transparência e o controle social para melhorar continuamente a qualidade de sua atuação regulatória. Desde 2008, portanto, a Anvisa deu início e tem promovido um ciclo de inovações em gestão regulatória, a fim de incorporar de forma institucionalizada, e por vezes inovadora no âmbito da Administração Pública brasileira, diversos mecanismos de transparência, participação social e accountability ao desempenho de suas atribuições legais, visando o alinhamento estratégico da Agência com as políticas setoriais de promoção e proteção da saúde e ao planejamento macroeconômico de desenvolvimento e de inclusão social do País, com foco no cidadão e na busca pela real satisfação dos anseios e interesses legítimos da sociedade. De forma inovadora, a Anvisa instituiu uma agenda regulatória, com o propósito de estabelecer um novo paradigma na interlocução da Agência com a sociedade e demais órgãos de governo. Também instituiu um guia de boas práticas regulatórias e vem incorporando gradualmente a análise de impacto regulatório (AIR) ao seu processo de tomada de decisão. Desde 2011 passou a realizar reuniões da Diretoria Colegiada abertas ao público, transmitidas em tempo real pela internet, e foi a primeira agência reguladora a prestar contas anualmente ao Congresso Nacional, como parte da estratégia de fortalecimento da legitimidade institucional por meio da transparência e da responsabilização dos agentes públicos perante os representantes democraticamente eleitos pela sociedade. Após quatro anos de implementação do Programa, ajustes e novas perspectivas impuseram o redesenho do processo de regulamentação da Agência, a fim de consolidá-lo e aperfeiçoá-lo ao futuro da regulação sanitária, alinhando-se ao planejamento estratégico da Anvisa e aos novos desafios para a melhoria contínua do processo regulatório. Em 2012, diversas melhorias foram propostas e têm sido gradualmente implementadas e incorporadas às rotinas institucionais. O processo de construção da Agenda Regulatória foi reformulado e passou a contar com ampliação do processo de participação da sociedade, além de aperfeiçoar os mecanismos de alinhamento estratégico da regulação com demais programas e políticas setoriais do País. O processo de regulamentação ganhou novo instrumento de coordenação e transparência que pode favorecer ainda mais a participação e o controle social. O início do processo de regulamentação passou a ser apreciado e determinado pela Diretoria Colegiada e divulgado à sociedade por meio de 2

17 publicação de despacho de iniciativa no Diário Oficial da União, antes mesmo de dar seguimento ou andamento aos trabalhos técnicos nessa atividade regulatória. Assim, qualquer interessado poderá identificar e acompanhar o processo desde seu início. No despacho de iniciativa são divulgadas informações gerais sobre a atuação regulatória da Agência como, por exemplo, o número do processo; o assunto; a área responsável; o diretor designado como relator da matéria etc. Juntamente com a Agenda Regulatória, tais medidas visam ampliar a transparência e promover maior previsibilidade para a atuação regulatória, além de permitir melhor interlocução e acompanhamento com a sociedade. A etapa de consulta pública passou a contar com ferramenta informatizada que permite o acompanhamento pela internet, em tempo real, das contribuições recebidas. Informações complementares sobre o assunto também estão sendo disponibilizadas pelo portal da Agência, que foi reformulado para facilitar o acesso às informações regulatórias. Assim, qualquer interessado poderá acompanhar e obter dados e informações relativas à participação e contribuições recebidas pela Agência durante as consultas públicas realizadas, independentemente de solicitação, conforme preconizado pela Lei de Acesso à Informação (Lei n.º , de 2011). Apesar dos avanços, ainda subsistem desafios e medidas a serem adotadas não apenas para consolidar, mas também para promover o aperfeiçoamento contínuo da qualidade regulatória no âmbito da Agência, inclusive no que se refere ao seu papel de coordenadora do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. A complexidade e a diversidade inerente ao campo de atuação da vigilância sanitária, também sinalizam a necessidade de se buscar cada vez mais a interação e a interlocução com a sociedade e demais órgãos de governo e poderes das diversas esferas da federação, na perspectiva de possibilitar que a Agência desempenhe seu papel de forma cada vez mais eficaz, eficiente e efetiva frente à dinâmica do desenvolvimento econômico, científico e tecnológico e à complexidade e diversidade sócio-cultural brasileira, sem dúvida, fontes de desafios, mas também de legitimidade para as ações de proteção e defesa da saúde da população, no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). Dessa forma, em continuidade às estratégias de melhoria e aperfeiçoamento contínuo da qualidade regulatória no campo da vigilância sanitária, a Anvisa busca, por meio da presente proposta de consulta pública, ouvir a sociedade a fim de obter comentários e sugestões que possam subsidiar a Diretoria Colegiada no propósito de consolidar uma política e uma cultura institucional de boas práticas regulatórias, em sintonia com as melhores práticas internacionais e com as diretrizes e objetivos do Programa do Governo Federal para o fortalecimento e aperfeiçoamento da regulação no País (Proreg), mas também com os anseios, valores e expectativas da sociedade como um todo, acerca da atuação regulatória da Agência. Em síntese, a presente proposta disciplina e sistematiza os procedimentos e etapas do processo de regulamentação, desde a elaboração e construção do planejamento regulatório da Agência para cada ciclo de quatro anos até a etapa fina de deliberação da Diretoria Colegiada. Também estabelece diretrizes gerais para adoção de boas práticas regulatórias e institucionaliza rotinas e práticas para atuação da Agência, fortalecendo os valores e compromissos da organização junto à sociedade no que diz respeito à atuação 3

18 ética e responsável como agentes públicos; capacidade de articulação e integração; excelência na gestão; conhecimento como fonte para a ação; transparência e responsabilização. Para tanto, define regimes de tramitação diferenciados (comum e especial), segundo circunstâncias e complexidade do assunto a ser regulado. O regime comum é a regra geral e estabelece as etapas do processo de regulamentação, compreendendo a iniciativa, a instrução e elaboração da proposta, a participação da sociedade, a possibilidade de instrução complementar e a deliberação final. Na instrução complementar, a ser realizada segundo critérios de conveniência e oportunidade da Agência, pode envolver a realização de grupos de trabalho; painéis de caráter técnico-científico, seminários e eventos de mesma natureza; visitas técnicas, projetos-piloto; consultas dirigidas ao público externo; requerimento de informação; níveis mais avançados de análise de impacto regulatório; e audiência pública. A Análise de Impacto Regulatório (AIR) é um procedimento inovador na administração pública brasileira que visa auxiliar na reflexão sobre a melhor medida a ser adotada, considerando o problema que se pretende solucionar, atores afetados, possíveis impactos sobre o SNVS e outros contextos. Os procedimentos de AIR previstos na proposta poderão ser adotados em três níveis diferenciados segundo complexidade e abrangência da matéria. A AIR nível 1 constitui grau básico de análise a ser realizada pela área responsável pela elaboração da proposta e consiste no levantamento de dados e informações gerais acerca dos aspectos mais relevantes para tomada de decisão. A AIR nível 2 corresponde a grau intermediário de análise e compreende o levantamento adicional de dados e informações relativas aos impactos potenciais de determinada proposta, relativos à governança do processo regulatório e aos aspectos internacionais, econômicos, sociais e operacionais. A AIR nível 3 aplica, em grau avançado, métodos quantitativos específicos, tais como análise custo-benefício, custo-eficácia e custo-efetividade. Nos casos de urgência ou situações de menor complexidade com baixo impacto para a sociedade a proposta prevê a realização de um regime especial, que contempla procedimento mais simples, sem previsão de consulta pública, como, por exemplo, eventual prorrogação de prazos, atualização de dizeres formais, atualização de cepas de vacinas etc. Referida previsão visa atender eventuais necessidades de saúde pública e promover celeridade aos procedimentos de regulamentação de menor impacto e complexidade a fim de possibilitar a racionalidade e simplificação da atividade regulatória no âmbito da Agência, por meio de critérios previamente estabelecidos. Inovação importante contida na proposta de regulamentação de boas práticas regulatórias no âmbito da Anvisa, diz respeito à institucionalização de novas medidas regulatórias, a fim de dotar a Agência de instrumentos e alternativas adicionais, apropriadas ao enfrentamento dos desafios que tem sido apresentados diante da atuação regulatória da Agência, sobretudo em seu papel de coordenação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Além disso, também visam incorporar medidas regulatórias alternativas à regulamentação, no intuito de promover o desenvolvimento de uma cultura regulatória cada vez mais premida pelo fortalecimento da participação social em seu processo de elaboração e pela responsabilização e seu compartilhamento com os diversos atores da sociedade, na busca pela satisfação 4

19 do interesse público. As novas medidas previstas são: Acordo Setorial; Diretivas do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária; Recomendação Técnica e Termo de Ajustamento de Conduta. O ACORDO SETORIAL corresponde a uma medida de natureza contratual de alcance externo e abrangência coletiva, firmado voluntariamente com agentes públicos ou econômicos sujeitos à atuação regulatória da Agência. O principal objetivo é dotar a Agência de um instrumento regulatório de natureza consensual, que propicie uma relação mais horizontal entre diversos atores do Estado, mercado e sociedade. É condizente com os mais modernos mecanismos de discussão e implementação de políticas públicas, constituindo potencial para o fortalecimento da governança regulatória no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), a partir do compartilhamento de responsabilidades entre os diversos atores, em busca de uma regulação mais responsiva à realidade política, econômica e social do País. Essa medida é inspirada na Lei nº /10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A citada lei é recente e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos, cuja similaridade com as questões sanitárias apontam para a pertinência de aplicação deste novo instrumento às práticas regulatórias da Agência, a exemplo da experiência que vem sendo promovida pela Agência com relação ao descarte de medicamentos. O Acordo Setorial pode ser internalizado na prática em situações que requeiram ação mais indutora por parte da Agência e haja disponibilidade, interesse e compromisso dos setores regulados na busca por consensos e objetivos comuns que favoreçam o alcance de objetivos sanitários que favoreçam o desenvolvimento econômico e social do País. A DIRETIVA DO SNVS corresponde a uma medida expedida pela Anvisa para orientação e estabelecimento de diretrizes voltadas para a coordenação e articulação de ações regulatórias junto aos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. O histórico de atuação da Anvisa e sua relação com demais atores do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária nas diferentes esferas de atuação (federal, estadual e municipal) tem sinalizado a necessidade de instrumentos específicos para o papel de coordenação do sistema, por parte da Anvisa. Isso porque, ao longo do tempo, remanescem críticas para a atuação regulatória da Agência por meio de Resoluções que impactam diretamente sobre as atividades do SNVS. Referida medida, portanto, se torna importante para situações que possuem abrangência nacional, mas que estão presentes diversidades e singularidades regionais, estaduais ou mesmo municipais, como, por exemplo, as políticas de inclusão produtiva e combate à extrema pobreza, nos quais a interface com atividades da vigilância sanitária, sobretudo na esfera local, são evidentes, impondo desafios para o papel de coordenação da Anvisa. A RECOMENDAÇÃO TÉCNICA corresponde a uma orientação da Diretoria Colegiada de caráter subsidiário aos agentes regulados, destinada a nortear os procedimentos, rotinas e métodos tecnicamente válidos, como forma opcional para observância e cumprimento de requisitos sanitários. Os desafios da regulação para o século XXI apontam para a necessidade de instrumentos mais flexíveis quanto aos meios, 5

20 que garantam a proteção sanitária, mas que também favoreçam a incorporação de novas tecnologias e o desenvolvimento econômico e social do país. Este novo instrumento é inspirado nos guidelines do FDA e possui a finalidade de possibilitar uma regulação indutiva, como, por exemplo, no caso da Agência entender que determinada prática seja recomendável, muito embora não deva ser necessariamente uma obrigatoriedade para o setor como um todo. Além disso, as recomendações técnicas também podem ser utilizadas em assuntos ainda não consolidados, devido à dinâmica dos inevitáveis avanços tecnológicos e mudanças com relação ao conhecimento científico, refletindo o atual estágio de desenvolvimento e entendimento técnico para determinado assunto. Também pode ser utilizado para estabelecer ou harmonizar procedimentos e práticas de setores de interesse à saúde, porém de competência mais específica dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária, tais como salões de beleza, casas de massagem, academias etc. Este instrumento será importante em tais casos, em que subsistem diversidades regionais e locais muito evidentes, mas que demandam atribuição da Anvisa, na qualidade de coordenadora do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. O TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA (TAC) corresponde a um instrumento legal firmado individual ou coletivamente com agentes públicos ou econômicos para estabelecer compromisso de ajustamento de sua conduta. Essa ferramenta já é consagrada no direito administrativo e legislação do País, possuindo previsão legal estabelecida no 6, do art. 5º, da Lei 7.334, de 24 de julho de 1985, e posteriores alterações, que disciplina a Ação Civil Pública, atribuindo competência às autarquias para tomar dos interessados compromisso de ajustamento de sua conduta às exigências legais, mediante cominações, que terá eficácia de título executivo extrajudicial. A institucionalização deste instrumento no âmbito da Agência pode contribuir, sobretudo, para o combate efetivo e mais célere de condutas infracionais, comparando-se com os trâmites estabelecidos na Lei n.º 6.437, de 1977, na medida em que visa a adoção imediata de ajustamento de condutas, voluntariamente firmados pelas partes, na busca pela correção e alinhamento das práticas eventualmente em desacordo com a legislação sanitária. A medida também possibilita a restauração da imagem e compromisso das empresas e prestadores de serviço junto à sociedade. Seu descumprimento constitui título executivo extrajudicial e pode contemplar, conforme as especificidades de cada caso, no ajustamento consensual de condutas reparadoras ou mitigadoras de danos ou riscos sanitários eventualmente ocorridos, possibilitando o atendimento mais célere e efetivo aos anseios e expectativas da sociedade para a proteção e defesa da saúde da população. Esse conjunto de medidas não visa substituir a regulamentação, mas complementar a atividade regulatória da Anvisa com novos instrumentos que possibilitem dotar a Agência dos meios legítimos e necessários para o desempenho de suas atribuições na perspectiva do cumprimento de sua missão institucional, conforme singularidades e especificidades de cada caso. Referidas inovações constituirão importante paradigma para a administração pública brasileira em termos de diálogo e articulação intragovernamental e social que demandará o amadurecimento cultural por parte da Agência e dos 6

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 37, de 26 de agosto de 2013. D.O.U de 27/08/2013

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 37, de 26 de agosto de 2013. D.O.U de 27/08/2013 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 37, de 26 de agosto de 2013. D.O.U de 27/08/2013 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 13, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 Dispõe sobre a documentação para regularização de equipamentos médicos das Classes de Risco I e II. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância

Leia mais

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013.

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. Aprova o Regimento Interno da Auditoria Interna do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO,

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS PORTARIA ANVISA Nº 617, DE 30 DE AGOSTO DE 2007 DOU 03.09.2007 Dispõe sobre a Política de Atendimento ao Público da Agência Nacional

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008. Dispõe sobre o processo de contratação de serviços de Tecnologia da Informação pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional. O SECRETÁRIO

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 14, DE 5 DE ABRIL DE 2011.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 14, DE 5 DE ABRIL DE 2011. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 14, DE 5 DE ABRIL DE 2011.

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DECRETO Nº 1.153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015. Aprova o Regimento Interno do Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso das atribuições

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO-RDC Nº 2, DE 25 DE JANEIRO DE 2010 (*) Dispõe sobre o gerenciamento de tecnologias em saúde em estabelecimentos de saúde. A Diretoria

Leia mais

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 25, DE 4 DE ABRIL DE 2008.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 25, DE 4 DE ABRIL DE 2008. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 25, DE 4 DE ABRIL DE 2008. Dispõe sobre o procedimento de recurso administrativo no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e dá outras providências.

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RDC N 24, DE 8 DE JUNHO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RDC N 24, DE 8 DE JUNHO DE 2015 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RDC N 24, DE 8 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre o recolhimento de alimentos e sua comunicação à Anvisa e aos consumidores. A Diretoria Colegiada

Leia mais

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO No- 1, DE 9 DE JUNHO DE 2015 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional dos Direitos Humanos - CNDH. O PLENÁRIO DO CONSELHO

Leia mais

Consulta Pública nº 21/2013. Recolhimento de. Suzany Portal S. Moraes Gerência Geral de Alimentos. Brasília, 3 de abril de 2014.

Consulta Pública nº 21/2013. Recolhimento de. Suzany Portal S. Moraes Gerência Geral de Alimentos. Brasília, 3 de abril de 2014. Consulta Pública nº 21/2013 Recolhimento de Suzany Portal S. Moraes Gerência Geral de Alimentos Brasília, 3 de abril de 2014. Consulta Pública nº. 21/2013 Prazo para envio das contribuições: encerrado

Leia mais

PORTARIA Nº 79, 26 DE maio DE 2015

PORTARIA Nº 79, 26 DE maio DE 2015 PORTARIA Nº 79, 26 DE maio DE 2015 Institui, no âmbito da Autoridade Pública Olímpica APO, o Serviço de Informação ao Cidadão SIC, e revoga a Portaria nº 41, de 2013, que instituíra e disciplinava o Serviço

Leia mais

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991.

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. ALTERADO PELOS DECRETOS SC N 322/1995; 2.155/1997; 2.442/1997 DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. Dispõe sobre a competência do Conselho de Meio Ambiente - CONSEMA - SC O GOVERNADOR DO ESTADO DE

Leia mais

2013 GOIÂNIA, 16 DE ABRIL - TERÇA-FEIRA PÁG. 01 PORTARIAS... PÁG. 23 EXTRATO... PÁG. 29 EDITAL DE CONVOCAÇÃO... PÁG. 29 TERMO DE HOMOLOGAÇÃO...

2013 GOIÂNIA, 16 DE ABRIL - TERÇA-FEIRA PÁG. 01 PORTARIAS... PÁG. 23 EXTRATO... PÁG. 29 EDITAL DE CONVOCAÇÃO... PÁG. 29 TERMO DE HOMOLOGAÇÃO... GRANDEZA PELA DA PÁTRIA Diário Oficial MUNICÍPIO DE GOIÂNIA 2013 GOIÂNIA, 16 DE ABRIL - TERÇA-FEIRA N 5.572 DECRETOS... PÁG. 01 PORTARIAS... PÁG. 23 EXTRATO... PÁG. 29 EDITAL DE CONVOCAÇÃO... PÁG. 29 TERMO

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 Aprova o Estatuto Social da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso

Leia mais

ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO

ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - Conarenf, criada pela

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL JUNTO ao IFC

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL JUNTO ao IFC ORDEM DE SERVIÇO CONJUNTA Nº 01/GR/PF-IFC, de 04 DE DEZEMBRO DE 2013. O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE E O PROCURADOR-CHEFE DA PROCURADORIA FEDERAL JUNTO AO IF

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências.

Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências. DECRETO N o 3.474, DE 19 DE MAIO DE 2000. Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2015. Art. 1º Aprovar, na forma do Anexo, a Norma de Capacitação de Servidores da APO.

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2015. Art. 1º Aprovar, na forma do Anexo, a Norma de Capacitação de Servidores da APO. RESOLUÇÃO Nº 11, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2015 A DIRETORIA EXECUTIVA DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA APO, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso XIV do Parágrafo Segundo da Cláusula Décima Quinta

Leia mais

Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado

Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM DIREITO Sumário CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA... 1 CAPÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA...2 CAPÍTULO III DO CORPO DOCENTE,

Leia mais

Universidade de Brasília Centro de Excelência em Turismo

Universidade de Brasília Centro de Excelência em Turismo Universidade de Brasília Centro de Excelência em Turismo Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A Asa Norte, 70 910 900 Brasília, DF Tel.

Leia mais

Publicado Edital de Processo Seletivo para cargo comissionado na Anvisa

Publicado Edital de Processo Seletivo para cargo comissionado na Anvisa Publicado Edital de Processo Seletivo para cargo comissionado na Anvisa A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulga Edital do Processo Seletivo destinado ao preenchimento do cargo em comissão

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária. Página Inicial Pesquisa Complementar Estatísticas do site Normas Consolidadas Publicações de Hoje Glossário Ajuda

Legislação em Vigilância Sanitária. Página Inicial Pesquisa Complementar Estatísticas do site Normas Consolidadas Publicações de Hoje Glossário Ajuda Legislação em Vigilância Sanitária Página Inicial Pesquisa Complementar Estatísticas do site Normas Consolidadas Publicações de Hoje Glossário Ajuda título: Resolução RDC nº 99, de 30 de dezembro de 2008

Leia mais

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM O Conselho de Supervisão da BM&FBOVESPA SUPERVISÃO DE MERCADOS (BSM), no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social da entidade e após a autorização da Comissão

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO REGIMENTO INTERNO Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º O Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI/Campinas), criado pela Lei Municipal

Leia mais

ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI

ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI I - DA DENOMINAÇÃO,

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS PORTARIA Nº 160, DE 5 DE MARÇO DE 2013 Dispõe sobre a habilitação das instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio e sobre a adesão das respectivas mantenedoras

Leia mais

<&0?24}66n& t.yyac 09itzca!& Xeatôpa>

<&0?24}66n& t.yyac 09itzca!& Xeatôpa> Poder Judiciário INSTRUÇÃO NORMATIVA 6 4 DE 7 DE ABRIL DE 2015 Dispõe sobre projetos institucionais no âmbito do Conselho Nacional de Justiça. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso

Leia mais

Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002

Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002 Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002 Ementa: Estabelece normas de organização, funcionamento e eleição, competências das Comissões de Ética Médica dos estabelecimentos

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SCJ Nº 001/2013 O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA DÉCIMA OITAVA REGIÃO, no uso de suas

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SCJ Nº 001/2013 O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA DÉCIMA OITAVA REGIÃO, no uso de suas PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SCJ Nº 001/2013 O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA DÉCIMA OITAVA REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o avanço tecnológico,

Leia mais

3. A quem se aplica a RDC 67/2009? A todos os detentores de registro (inclusive cadastro) de produtos para a saúde sediados no Brasil.

3. A quem se aplica a RDC 67/2009? A todos os detentores de registro (inclusive cadastro) de produtos para a saúde sediados no Brasil. PERGUNTAS E RESPOSTAS RDC 67/2009 1. O que é a RDC 67/2009 e do que trata? É uma Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que regulamenta a organização da tecnovigilância

Leia mais

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO DECRETO Nº. 584, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2014. Homologa Regimento Interno do Fórum Municipal de Educação de Alegrete. O PREFEITO MUNICIPAL, no uso de sua atribuição, que lhe confere o Art. 101, IV, da Lei

Leia mais

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda:

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda: 1 DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009 Regulamenta, no âmbito da Administração pública municipal, o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº. 8.666, de 21 de junho de 1993, e

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Este regimento interno disciplina o funcionamento do Conselho Municipal de Políticas Culturais,

Leia mais

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES.

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES. REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES Seção I Da Natureza e Finalidade das Inspetorias Art. 1º A Inspetoria

Leia mais

GABINETE DO VICE - PREFEITO

GABINETE DO VICE - PREFEITO 4 GABINETE DO VICE - PREFEITO ESTRUTURA O RGANIZACIONAL GABINETE DO VICE-PREFEITO - Cadastro Organizacional/PMS Gabinete do Vice- Prefeito VICE-PREFEITO Coordenadoria Administrativa Setor de Material e

Leia mais

PARECER DO RELATOR DESIGNADO PARA MANIFESTAR-SE PELA COMISSÃO ESPECIAL INCUMBIDA DA APRECIAÇÃO DA MATÉRIA

PARECER DO RELATOR DESIGNADO PARA MANIFESTAR-SE PELA COMISSÃO ESPECIAL INCUMBIDA DA APRECIAÇÃO DA MATÉRIA 1 PARECER DO RELATOR DESIGNADO PARA MANIFESTAR-SE PELA COMISSÃO ESPECIAL INCUMBIDA DA APRECIAÇÃO DA MATÉRIA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 2.057, DE 2003 (Apensos os Projetos de Lei nº 2.633, de 2003;

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 022/2011, DE 28 DE ABRIL DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 022/2011, DE 28 DE ABRIL DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL-MG Secretaria Geral RESOLUÇÃO Nº 022/2011, DE 28 DE ABRIL DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho

Leia mais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z O Projeto de Lei 7.168/2014 avança na construção de um novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Ele trata das relações entre Estado e OSCs e estabelece

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

ANEXO 05 - Minutas de Ato Autorizativo para PCH

ANEXO 05 - Minutas de Ato Autorizativo para PCH ANEXO 05 - Minutas de Ato Autorizativo para PCH A) Para Autoprodução PORTARIA Nº, DE DE DE 2005 Autoriza a empresa... a estabelecer-se como Autoprodutor de Energia Elétrica, mediante a implantação e exploração

Leia mais

PORTARIA CADE Nº 271, DE 11 DE SETEMBRO DE 2015.

PORTARIA CADE Nº 271, DE 11 DE SETEMBRO DE 2015. Boletim de Serviço Eletrônico em 14/09/2015 Minist ério da Just iça - MJ Conselho Administ rat ivo de Def esa Econômica - CADE SEPN 515 Conjunto D, Lote 4 Ed. Carlos Tauris ano, 4º andar - Bairro As a

Leia mais

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente Substituto, determino a sua publicação:

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente Substituto, determino a sua publicação: Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 41, de 26 de julho de 2006. D.O.U de 28/07/2006 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS (Texto compilado) AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. Estabelece a Política de Capacitação e Desenvolvimento dos Servidores da Agência Nacional de Aviação

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

Leia mais

Regimento Interno da Comissão Permanente de Perícia Médica, Segurança e Higiene do Trabalho CPMSHT

Regimento Interno da Comissão Permanente de Perícia Médica, Segurança e Higiene do Trabalho CPMSHT Título I Da Comissão Capítulo I Disposições Gerais Art. 1º - A Comissão Permanente de Perícia Médica, Segurança e Higiene do Trabalho CPMSHT, instituída pelo Decreto nº 9.321, de 1 de março de 2011, integrante

Leia mais

RESOLVE: Profª. MARIA CERES RODRIGUES MURAD Diretora Acadêmica

RESOLVE: Profª. MARIA CERES RODRIGUES MURAD Diretora Acadêmica RESOLUÇÃO Nº 5, DE 16 DE JULHO DE 2014 REGIMENTO DE PRÁTICA JURÍDICA Dispõe sobre a Prática Jurídica no âmbito da UNDB. O CONSELHO TÉCNICO- ADMINISTRATIVO, no uso das competências que lhe confere o art.

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA REGULAMENTO DA OUVIDORIA CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO DA OUVIDORIA Por decisão da Diretoria da AIG Seguros Brasil S/A, doravante denominada simplesmente AIG Seguros, foi instituída sua Ouvidoria na forma da

Leia mais

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 Atualização do fluxo de notificações em farmacovigilância para os Detentores de Registro de Medicamentos no Estado de São Paulo e dá providências correlatas;

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CURSO DE JORNALISMO

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CURSO DE JORNALISMO Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá Normatiza a organização e funcionamento do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado para o Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Federal do Amapá Normatiza a organização e funcionamento do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE BIOMEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE BIOMEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE BIOMEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE Dispõe sobre o regimento interno da Comissão de Iniciação Científica da Faculdade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Cria e estabelece o Regimento Interno do órgão suplementar, Centro de Educação a Distância (CEAD) da Universidade Federal de Juiz de Fora. O CONSELHO SUPERIOR da

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA RUI VALDIR OTTO BRIZOLARA, Prefeito Municipal de Morro Redondo, Estado do Rio

Leia mais

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇO, ENSINO E PESQUISA LTDA - UNISEPE REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA)

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇO, ENSINO E PESQUISA LTDA - UNISEPE REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) Agosto/2011 CAPÍTULO I SEÇÃO I DA NATUREZA Art. 1º A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da União das Instituições de Serviço, Ensino

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Regimento Interno do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Alagoas. CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º. O Conselho Superior, instituído pela Lei n 11.892,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 006 CONSUPER/2014

RESOLUÇÃO Nº 006 CONSUPER/2014 RESOLUÇÃO Nº 006 CONSUPER/2014 Dispõe sobre o Regulamento das Atividades do Núcleo de Gestão Ambiental do Instituto Federal Catarinense. O Presidente do do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Meio Ambiente, dá outras providências sobre o Fundo Municipal de Meio Ambiente, revoga e altera disposições indicadas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 Dispõe sobre a transparência das informações no âmbito da saúde suplementar, estabelece

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012 Institui a Infraestrutura Nacional de Dados Abertos INDA. O SECRETÁRIO DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO,

Leia mais

MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015

MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015 MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015 PORTARIA Nº..., de...de...de 2015 Dispõe sobre a participação complementar da iniciativa privada na execução de ações e serviços de saúde, e o credenciamento de prestadores

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE CAPÍTULO 1 DAS FINALIDADES DE REGIMENTO INTERNO DA CEUA Art. 1 A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da Fundação Universidade Federal de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011.

RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011. RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011. Dispõe sobre Criação de Regimento Interno da Comissão de Ética no Uso de Animais - CEUA/URI. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI,

Leia mais

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica:

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica: REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO IFRR N A regulamentação geral de estágio tem por objetivo estabelecer normas e diretrizes gerais que definam uma política

Leia mais

1ª PARTE LEIS E DECRETOS 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO

1ª PARTE LEIS E DECRETOS 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO 1ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração. 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 813, DE 28 DE SETEMBRO DE 2012. Aprova as Normas para a Realização das Atividades de Auditoria e

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPE N. 0146/2007 Regulamenta procedimentos acadêmicos e administrativos para os Cursos de Graduação da Universidade Estadual de Londrina. RESOLUÇÃO CEPE Nº XXX/2011 Regulamenta procedimentos

Leia mais

PORTARIA CADE Nº 88, DE 12 DE ABRIL DE 2016.

PORTARIA CADE Nº 88, DE 12 DE ABRIL DE 2016. Boletim de Serviço Eletrônico em 13/04/2016 Ministério da Justiça MJ Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE SEPN 515 Conjunto D, Lote 4 Ed. Carlos Taurisano, 1º andar Bairro Asa Norte, Brasília/DF,

Leia mais

Associação Matogrossense dos Municípios

Associação Matogrossense dos Municípios RESOLUÇÃO N.º 004/2010 Dispõe sobre a produção de normas e procedimentos para realização de auditorias internas e inspeções na Associação Matogrossense dos Municípios - AMM. A Presidência da Associação

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º O presente instrumento

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 12.234, DE 13 DE JANEIRO DE 2005. (publicada no DOE nº 09, de 14 de janeiro de 2005) Dispõe sobre normas para

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES COM RECURSOS PÚBLICOS FUNDAÇÃO SICREDI

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES COM RECURSOS PÚBLICOS FUNDAÇÃO SICREDI REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES COM RECURSOS PÚBLICOS FUNDAÇÃO SICREDI A FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E CULTURAL DO SISTEMA DE CRÉDITO COOPERATIVO FUNDAÇÃO SICREDI, institui o presente

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento que disciplina a prestação de serviço de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamentos integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro

Leia mais

LEI DELEGADA Nº 15, DE 18 DE MARÇO DE 2003.

LEI DELEGADA Nº 15, DE 18 DE MARÇO DE 2003. ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR LEI DELEGADA Nº 15, DE 18 DE MARÇO DE 2003. DISPÕE SOBRE A ESTRUTURA DA CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO CGE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE PORTO ALEGRE JOAQUIM JOSÉ FELIZARDO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE PORTO ALEGRE JOAQUIM JOSÉ FELIZARDO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE PORTO ALEGRE JOAQUIM JOSÉ FELIZARDO TÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Art. 1º. O Museu de Porto Alegre Joaquim

Leia mais

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I Da Apresentação Art. 1º O presente Estatuto orienta a organização, as competências e o funcionamento do da Biblioteca Virtual em Saúde Brasil (BVS

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1º. O presente Regulamento rege as Atividades de Estágio Supervisionado,

Leia mais

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral.

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre pesquisas eleitorais (Eleições de 2010).

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná CEP - Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS DA UNIVERSIDADE

Leia mais

EDUARDO BRAGA Governador do Estado

EDUARDO BRAGA Governador do Estado DECRETO N.º 24031, DE 26 DE JANEIRO DE 2.004 APROVA o Regimento Interno da SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO, ÉTICA E TRANSPARÊNCIA - SCI, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS, no

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 REGULAMENTA O SISTEMA DE SUPRIMENTOS NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR

Leia mais

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 27, de 06 de abril de 2015 D.O.U de 08/04/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 21, de 06 de junho de 2013 D.O.U de 10/06/2013

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 21, de 06 de junho de 2013 D.O.U de 10/06/2013 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 21, de 06 de junho de 2013 D.O.U de 10/06/2013 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições,

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, CONSELHOS COMUNITÁRIOS Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: CONSELHOS COMUNITÁRIOS ORGAO COLEGIADO GABINETE DO PREFEITO Tornar os cidadãos parte ativa no exercício do governo, mediante

Leia mais

Define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951, e determina outras providências.

Define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951, e determina outras providências. LEI Nº 9.474, DE 22 DE JULHO DE 1997. Define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951, e determina outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (CEUA - UFV) CAPÍTULO I DO OBJETO E SUAS FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (CEUA - UFV) CAPÍTULO I DO OBJETO E SUAS FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (CEUA - UFV) CAPÍTULO I DO OBJETO E SUAS FINALIDADES Seção I Do objeto Art. 1 0 A Comissão de Ética no Uso de

Leia mais

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015.

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. Define os procedimentos para apuração da responsabilidade administrativa e para celebração do acordo de leniência de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS

REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E DAS FINALIDADES Art. 1º. A pós-graduação do Instituto

Leia mais

RESOLUÇÃO 41/97. Vitória da Conquista, 10 de novembro de 1997. REGIMENTO DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE

RESOLUÇÃO 41/97. Vitória da Conquista, 10 de novembro de 1997. REGIMENTO DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições legais, de acordo com o artigo 24 do Estatuto da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, para observância

Leia mais