Palestra: Instrutora: Dra. Patrícia Peck. O Direito Digital no Crédito e na Cobrança

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1 Palestra: O Direito Digital no Crédito e na Cobrança Instrutora: Dra. Patrícia Peck

2 PECK 2

3 A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA desafia a MUDANÇA DE CULTURA nas empresas Fonte imagem: CAYUSA. Just Full Of Ideas. Disponível no Flickr em > acesso em 13/01/2012 às 10h32 3

4 Já se passaram 40 anos desde a Arpanet e 22 anos de WWW (World Wide Web) 81,3 milhões de internautas brasileiros. Fonte: março 2011 Imagem:http://blig.ig.com.br/vimer/files/2010/01/Casal-Internauta.jpg 4

5 Um a cada quatro norteamericanos, lê livros digitais. Fonte: Imagem: 5

6 2001 Polaroid declarou falência 2012 Ressurgiu lançando sua câmera digital Foto: O que isso representa? DESMATERIALIZAÇÃO 6

7 Em 2011 a Olivetti ressurgiu e lançou o OLIPAD. Fonte: acesso em 06/07/2011 7

8 A tecnologia mata um gigante dos livros Em 11 de setembro de 2011 a Borders, 2ª maior livraria física dos Estados Unidos, fechou as portas. Motivo: o novo paradigma do mercado digital. 8

9 Independência de suporte! Fonte imagens: Flickr CDs: ipod: Livros: Kindle: 9

10 Meios de Pagamento Móvel ( m-wallet e m-banking ) ST1 Fuente: acesso em 16/08/

11 Slide 10 ST1 Anúncios do Google FIA MBA Internacional - Junte-se ao próximo 2012 FIA Business School MBA Internacional no Brasil / InternationalMBA Quando se tratar de pagamentos móveis, os consumidores confiam que as empresas de cartão de crédito, tais como Visa, MasterCard e American Express - mais de marcas de tecnologia, incluindo Facebook, Google e Apple, de acordo com um estudo recente conduzido pela Ogilvy & Mather, agência de publicidade internacional, marketing e público agência de relações. Uma série de tecnologias de pagamento móvel tem sido desenvolvido ao longo dos últimos anos, incluindo a Praça e Carteira Google. E Paypal recentemente demoed uma nova versão do seu aplicativo móvel que irá incluir a tecnologia de comunicação de campo próximo, permitindo que os usuários do Android para iniciar os pagamentos com o outro, tocando em seus dispositivos. No estudo, 500 usuários on-line dos EUA foram convidados a escolher marcas como muitos como eles queriam na resposta à pergunta: "Quem você confiaria com pagamentos móveis?" Abaixo são os resultados do estudo. Será que esta ordem de confiabilidade jive com seus próprios pensamentos sobre quem você confia com pagamentos móveis? Deixe-nos saber nos comentários abaixo. Sandra Tomazi; 09/08/2012

12 Mais de 2,2 milhões de usuarios utilizam mobile banking no Brasil. Fuente: Febraban imagen:

13 SOCIAL COMMERCE Negócios na plataforma serão concretizados... 12

14 Caso Bradesco F-Banking Dados da conta Contatos de suporte 13

15 Caso Bradesco F-Banking Conexão Segura Pede senha e token 14

16 Caso Bradesco F-Banking Termo de Uso e Política de Privacidade Aceitação essencial (barreira navegação) 15

17 Caso Bradesco F-Banking Pode consultar extrato Fazer pagamentos 16

18 ST2 ST3 Até 2016, Gartner prevê 448 milhões de usuários pagando através da tecnologia NFC. Fonte: e imagen: 17

19 Slide 17 ST2 A tecnologia NFC (Near Field Communication) tem um sistema bem simples de ser utilizado: apenas com a proximidade de dois dispositivos eletrônicos compatíveis, você é capaz de realizar a troca de informações de maneira bastante segura. Com isto, é possível captar informações de qualquer objeto em que a tecnologia for aplicada. Por exemplo, você pode obter informações de um cartaz ou de um display em um supermercado, apenas encostando seu celular nele. Comprar ingressos para um espetáculo aproximando seu celular do cartaz que anuncia o show. Outras aplicações para a tecnologia seriam a aquisição de produtos e serviços, além de fazer parte de documentos, como a identidade ou o passaporte. Como isso tudo surgiu? A NFC é uma tecnologia que surgiu a partir da RFID (Radio Frequency Identification). A RFID permite a comunicação de dois aparelhos à longa distância, por meio de radiofrequência: um deles traz uma fonte de energia e age ativamente, buscando informações no outro dispositivo, que não necessita de uma fonte de energia própria para funcionar. A Near Field Communication, como o nome sugere, limita o campo de atuação de frequências para uma distancia de até 10 centímetros. Assim, é necessário estar bastante próximo ao objeto para que haja a troca de dados - o que a torna bastante segura. É importante observar que os dados são obtidos da fonte passiva pela fonte ativa. Assim, as informações contidas em qualquer aparelho que use a tecnologia não podem ser acessadas por outros dispositivos. A NFC foi criada para transmitir dados de maneira mais segura. Enquanto a RFID é a melhor opção para o rastreamento de animais, por exemplo, a NFC pode ser aplicada para a realização operações bancárias. Isso por que a abrangência da frequência RFID poderia ser utilizada por pessoas com más intenções, para tentar obter dados sem autorização ou clonar aparelhos, o que a necessidade de proximidade da NFC não permite. Mas como isso está sendo usado? Se esta é uma tecnologia que pode trazer tantas facilidades para a vida das pessoas, ela deve estar em um gadget que esteja presente 24 horas por dia na mão dos usuários. Por isso, a melhor aplicação encontrada até agora é a implementação da NFC em aparelhos celulares. Em países como o Japão, já é possível conferir a tecnologia sendo utilizada no dia a dia: o sistema de metrô permite que passagens sejam compradas com a aproximação do aparelho de telefone às catracas. Desta forma, objetos comuns do cotidiano transformam-se em "objetos inteligentes", capazes de armazenar e transmitir informações. Existem inúmeras formas de usar a NFC. Muitos acreditam que ela deve substituir os códigos de barras e até mesmo os cartões de crédito. Assim, o consumidor não precisaria mais buscar por máquinas de leitura nas lojas: basta aproximar o celular para conferir o preço do produto. Ao final da compra, para efetuar o pagamento, basta a mesma ação em um aparelho instalado no caixa. A BMW apresentou um protótipo de chave que utiliza o NFC. Com ela, seria possível realizar várias atividades. Em um breve vídeo, as possibilidades são demonstradas: os usuários seriam capazes de comprar passagens de trem ou metrô usando um sistema exclusivo adaptado ao carro, além de pagar por qualquer outro serviço ou produto em pontos de venda.

20 Slide 17 (Continuado) Outra facilidade proporcionada por este modelo de chave seria a verificação das condições do carro, apenas com a aproximação a aparelhos com NFC. Segundo engenheiros da empresa, o sistema aplicado à chave seria ainda mais seguro do que em outros aparelhos portáteis. Além disso, a tecnologia pode estar em documentos, facilitando o impedimento de acesso de adolescentes a locais como bares e clubes noturnos, por exemplo. Com a NFC, também seria possível assistir ao trailer de um filme apenas colocando o aparelho celular próximo ao seu cartaz. Estima-se que a tecnologia NFC faça parte ativa do cotidiano de usuários na América do Norte até o ano de Gadgets com NFC Ampliando os campos da NFC, o novo modelo da Samsung, Nexus S, traz a tecnologia já acoplada ao aparelho. Com o funcionamento no sistema Android, é possível perceber que a Google está disposta a investir nesta nova maneira de transmissão de dados. Boatos circulam pela internet, com informações de que a Visa estaria testando na Europa um sistema de pagamento de metrô, similar ao de Tóquio, utilizando o último modelo do iphone. Com isso, espera-se também que a nova geração dos gadgets da Apple - iphone, ipod Touch e ipad - contem também com o sistema. Entretanto, a informação não é confirmada pela Apple. Em contrapartida, pesquisas realizadas pela Visa demonstram que 87% dos usuários do iphone estariam dispostos a comprar um hardware para ser acoplado em seus aparelhos, possibilitando a realização de pagamentos via NFC. Isso talvez possa acelerar a inclusão da tecnologia no uso diário, transformando em poucos meses a forma como consumimos informações e produtos. O sucesso do NFC é bastante esperado, já que o custo de produção dos dispositivos que enviam dados são relativamente baixos. Veja as fotos Mais notícias de Hardware e Software» Sandra Tomazi; 08/08/2012 ST3 Cielo terá tecnologia de comunicação por proximidade em todos os terminais até 2014 Wilian Miron A Cielo deve ter todos os seus terminais POS (do inglês point of sale) equipados com a tecnologia NFC (Near Field Communication), de comunicação por proximidade, nos próximos dois anos. A tendência é que eles sejam substituídos gradativamente, conforme a renovação do parque de máquinas da adquirente do mercado de cartões, processo que dura aproximadamente um ano e meio. Hoje, já são mais de 300 mil POS com a tecnologia no varejo brasileiro e, caso a previsão se confirme, até 2014 serão mais de 1,6 milhão de dispositivos capazes de fazer transações via NFC. Segundo Rogério Sgnorini, diretor de inovação e produtos emergentes da Cielo para a área de mobile payment, a empresa já projeta que as

21 E-WALLETS E-wallets são contas virtuais onde você pode transferir e receber fundos e paga taxa sobre as operações. PagSeguro PayPal Google Wallet Skrill Imagem: 18

22 Depósito de Cheque pelo Celular ING Bank - EUA Fonte: ING Direct - acesso em 11/05/

23 Caso Bradesco F-Banking Términos de Uso del aplicativo Política de Privacidad 20

24 Nuevas Operaciones Social Lending Una modalidad de préstamo que ofrece tasas más bajas de interés comparada con las instituciones financieras: 21

25 Web_0_ html 22

26 Cuidado com a sua Reputação Digital 23 Acessado em às 16:50.

27 Vc lembra deste comercial? Fonte: Itaú - comercial "Bebê sem papel" Várias áreas do mercado estão se mobilizando rumo a sociedade Paperless 24

28 É notícia! São Paulo possui Atestado Médico Digital A novidade, lançada pela Associação Paulista de Medicina (APM), permitirá que empregadores verifiquem pela internet a autenticidade dos documentos apresentados por seus funcionários. O recurso, garante a associação, ajudará a combater fraudes no sistema de saúde. [...] Para emitir o chamado e-atestado, o médico deverá ter um documento eletrônico de identidade (e-cpf) e registrar as informações do paciente nos campos indicados no site da APM. Fonte:http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/sao-paulo-tera-atestado-medico-digital/ 25

29 A Receita Federal não aceita mais declarações de Imposto de Renda em papel desde Fonte imagens: Flickr - e 26

30 A Nota Fiscal eletrônica já é uma realidade desde Fonte imagens: 27

31 O Poder Judiciário desde 2006 incentiva o Processo Judicial Eletrônico Fonte: CNJ Imagem: 28

32 Desde 2000 o Brasil faz uso de eleição 1996 foi o ano de substituição do voto em papel... informatizada. Fonte imagem: Urna - Wikipedia -http://pt.wikipedia.org/wiki/ficheiro:urna_eletr%c3%b4nica.jpeg 29

33 Evolução: ser formal mas sem papel! Fonte: Flickr- acesso em 01/08/

34 Petrobrás faz contratação eletrônica desde 2009 Até então, a empresa de energia utilizava a certificação digital apenas em processos internos, como pareceres jurídicos e na assinatura de plantas de engenharia. O contrato firmado com a Algas, que comercializa gás natural no estado de Alagoas, quebra um paradigma e deve servir para massificar a tecnologia em diversos mercados. [...] De acordo com Baruzzi, a certificação digital atingiu um ponto de maturação suficiente para que a tecnologia possa ser utilizada em larga escala. Não há problema de confiança, afirma. Entre os benefícios, estão a eliminação do papel e da burocracia, dispensando o uso de cartórios para reconhecimento de firma. Fonte: 14/09/2009

35 Desde 2010 Fiat já anunciava o uso de certificação Digital Com mais de 8 mil contratos gerados em maio de 2005 e a necessidade de obter mais de 40 mil assinaturas devido à obrigatoriedade de emitir a documentação em três vias, a Fiat Finanças, responsável pelas operações financeiras do grupo Fiat no Brasil, trabalha, desde janeiro de 2006, com a certificação digital. Fonte: 10/05/2012

36 MAS SERÁ QUE ESTAMOS PREPARADOS PARA ESSA MUDANÇA DE CULTURA? Fonte: Flickr acesso em 01/08/

37 Alguém já fez isso? É um ciclo Vicioso! Qual o risco deste procedimento? A pessoa guardou as cópias, não os originais. 34

38 Mas a realidade é outra. Hoje o judiciário já está eletrônico e cada vez mais aumenta o volume de PROVAS ELETRÔNICAS Pesquisa feita com 101 advogados revela que 79% já usaram prova eletrônica em seus processos. Fonte:www.gejur.com.br 35

39 Jurisprudência Responsabilidade civil subjetiva. Contrato de Subagência marítima. Fato jurídico que pode ser provado mediante presunção que não contrarie as provas dos autos. Correio eletrônico que serve de documento probatório. Atuação culposa da apelante configurada, quando não observa conhecimentos exigíveis, ocasionando a retenção da mercadoria no porto por falta de documentação adequada. Subagente que não se desincumbiu de seu ônus probatório no sentido de ter operado sem culpa. Sentença mantida. Recurso ao qual se nega provimento. (TJ/RJ, Relator Antônio Iloizio B. Bastos, Apelação n , julgado em 17/08/2010). Fonte:www.gejur.com.br 36

40 Jurisprudência RESPONSABILIDADE CIVIL Danos morais e materiais - Cartão de crédito Inclusão do nome do autor nos cadastros de inadimplentes Tutela antecipada concedida para o fim de exclusão Alegação de ausência de desbloqueio e utilização Pedido julgado parcialmente procedente - Juntada de prova eletrônica Admissibilidade Sentença reformada Recurso provido. (TJ/SP, Relator Cardoso Neto, Apelação nº: , julgado em 29/02/2012) Fonte:www.gejur.com.br 37

41 A lei reconhece a eficácia de documentos em suporte diverso ao papel: Art Todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados neste Código, são hábeis para provar a verdade dos fatos, em que se funda a açãoouadefesa. 38

42 Qual o conceito jurídico de documento? Para o Processo Penal: Art Consideram-se documentos quaisquer escritos ou papéis, públicos ou particulares. Parágrafo único. À fotografia do documento, devidamente autenticada, se dará o mesmo valor do original. Para o Processo Civil Encontramos também referências sobre documento, seja ele público ou particular, nos artigos: 231 a 238 do CPP; 212 inciso II e 215 a 226 do CC; e 364 a 399 do CPC. Fonte imagem: Flickr - 39

43 ESCRITO NÃO QUER DIZER PAPEL! Gênero Documento Espécie Físico Espécie Digital Fonte: Flickr- e 40

44 A validade do documento está associada a: a)capacidade de perícia b)comprovação da manifestação de vontade c) Integridade Fonte imagem: Flickr- 41

45 Autoria ou Autenticidade Garantia que o autor é quem está indicado Integridade Garantia de que o documento não foi alterado Fonte imagem: Flickr- 42

46 Cenário Internacional - EUA Desde 1980 com o Paperwork Reduction Act, os Estados Unidos vêm implementando uma política que visa reduzir as exigências do Governo Federal quanto à coleta de dados e informações documentadas. Desde então o país já vinha buscando aliviar o ônus documental das empresas, indivíduos e organizações, fazendo uso da tecnologia para reduzir custos e garantir maior efetividade e agilidade à informação exigidas dos particulares pelos órgãos públicos. O Government Paperwork Elimination Act (GPEA), de 1998, determina às agências e órgãos do governo a substituição dos documentos físicos pela coleta e guarda de informações eletrônicas, mediante uso e aceitação da assinatura eletrônica sempre que possível. A norma visa expressamente conferir efeitos legais e compulsoriedade aos documentos, registros e assinaturas eletrônicas. Fontes: Nacional Archives(http://1.usa.gov/21NKjV), FederationofAmerican Scientists(http://bit.ly/pQCMAu),White House(http://1.usa.gov/qg6vlo)acesso em 05/10/

47 Cenário Internacional - EUA A maioria dos Tribunais americanos possui sistemas informatizados, em que a prova documental é digitalizada e enviada eletronicamente. Nas cortes em que este sistema é previsto, a versão digital alcança status de original, e o documento físico não será solicitado. Apenas em algumas situações especiais o documento deve ser apresentado na sua forma física. O descarte dos documentos físicos é tratado no contrato entre o advogado e o cliente. A destruição ou manutenção dos originais depende da política de cada escritório, uma vez que o descarte é permitido pelo BAR Association. Fonte: American Bar Association(http://bit.ly/QP1nhh), acesso em 08/10/2012 às 10h02. The Documentalist: Legal Considerations for Electronic Evidence, (http://bit.ly/bwnlcl), acessoem02/08/

48 Cenário Internacional AGENDA DIGITAL DA UNIÃO EUROPÉIA A Agenda Digital da Comissão Europeia constitui um dos sete pilares da Estratégia Europa Esta Agenda Digital propõe explorar melhor o potencial das tecnologias da informação e da comunicação (TIC) para promover a inovação, o crescimento económico e o progresso. O principal objetivo é desenvolver um mercado único digital, com vista a um crescimento inteligente, sustentável e socialmente inclusivo na Europa. Dentre as ações previstas, estão a simplificação das formas de pagamento, privilegiando a fatura eletrônica através da criação do Espaço Único de Pagamentos em Euros (SEPA), e, ainda, rever a diretiva relativa às assinaturas eletrônicas para proporcionar sistemas seguros de autenticação eletrônica. Fonte: Síntese da Legislação da Europa (http://europa.eu/legislation_summaries/information_society/strategies/si0016_pt.htm), acesso em 05/10/

49 Cenário Internacional - ITÁLIA A Itália possui uma Agência para a Itália Digital, uma Política de Gestão de Documentos e um Código de Administração Digital (DecretoLegislativo82,de7demarçode2005). Apolíticaéfundadananecessidadedeadoçãoeutilizaçãodenormas que assegurem a interoperabilidade dos sistemas de informação utilizados pelas diferentes instituições, do uso de tecnologia de hipertexto e sistemas de fluxo de trabalho. A gestão de documentos eletrônicos, em particular de contabilidade das empresas, torna obrigatória a adoção e utilização de regras capazes de garantir a interoperabilidade dos sistemas de informação das várias instituições envolvidas nos processos de contabilidade. Fonte: DigitPA(http://www.digitpa.gov.it/amministrazione-digitale/CAD-testo-vigente), acesso em 05/10/

50 Cenário Internacional - COLÔMBIA Ley 594 de 2000 Lei Geral de Arquivos A lei de arquivos da Colômbia comenta no Art. 47 que os documentos poderão ser copiados em novo suporte, desde que haja um programa de transferência de informação para garantir a preservação e conservação do documento. Ley 527 de 1999 Lei de Mensagem de Dados, Comércio Eletrônico, Assinatura digital e estabelece as entidades de Certificação Esta lei admite e valida os documentos eletrônicos, comenta que produzem os mesmos efeitos jurídicos que os documentos físicos. Ainda não foi criada uma regra específica sobre mudança de suporte de documentos, mas a Colômbia tem buscado boas práticas para a conservação de documentos em suporte eletrônico. Fonte: Arquivo Geral da Colômbia / / acesso em 02/08/

51 Cenário Internacional - AUSTRÁLIA Há mais de 80 leis, regulamentos e regras que especificam os requisitos de retenção de documentos aplicáveis às empresas sob a lei australiana. Os documentos devem ser mantidos por pelo menos o período mínimo previsto em qualquer lei ou regulamentação aplicável. São admitidos documentos eletrônicos em processos judiciais na Austrália. O país não prevê em lei o descarte de documentos, mas deixa a critério das empresas na Política de Gestão Documental. Fonte: acesso em 02/08/

52 Cenário Internacional - FRANÇA No Código Civil Fancês, com os acréscimos feitos pela Lei de 13/03/2000, o documento eletrônico é tratado nas disposições gerais sobre a prova documental. ART : O documento em forma eletrônica é admitido como prova do mesmo modo que o documento em suporte de papel, desde que possa ser devidamente identificada a pessoa que emitiu e que seja estabelecido e mantido em condições que assegurem a sua integridade. ART : O documento em suporte eletrônico tem a mesma força probante que o documento em suporte de papel. Fonte: Legifrance (http://www.legifrance.gouv.fr/affichcode.do?cidtexte=legitext ),acesso em 05/10/

53 Cenário Internacional - URUGUAI No Uruguai, a Lei /2000, ao tratar do Sistema Informático do Estado, determina que os documentos eletrônicos gerados pela Administração têm a mesma validade jurídica e probatória que o expediente tradicional. A lei estabelece ainda a validade e eficácia da assinatura digital, sempre que autenticadas por chaves ou outros procedimentos seguros. O Código Processual Civil não foi alterado para admitir especificamente o documento eletrônico como meio de prova, valendo o artigo 172 que admite todos os tipos de documentos, incluindo, fotografias, mapas, diagramas, filmes cinematográficos e similares. Fonte: Poder Legislativo do Uruguai (http://www0.parlamento.gub.uy/leyes/accesotextoley.asp?ley=17243&anchor=#art25), acesso em 05/10/

54 Do cliente ao credor, todos estão de olho! Fonte imagem: Blog Tenso acesso em 01/12/2012 às 18h08 51

55 Processo Eletrônico MP /2001 Certificados e Assinaturas Digitais Regulamentou, oficialmente, a validade dos documentos eletrônicos no Brasil; Instituiu a Autoridade Certificadora Raiz O Instituto Nacional de Tecnologia de Informação (ITI); Conferiu efeito de presunção de veracidade para os documentos eletrônicos assinados com chaves ICP-Brasil e oponibilidade contra terceiros; e Tornou possível um método de autenticação remota segura do usuário, pela utilização do Certificado Digital; 52

56 Processo Eletrônico MP /2001 Certificados e Assinaturas Digitais Certificados ICP-Brasil são tão fortes quanto a assinatura manuscrita para autenticação de documentos e atos oficiais; É de uso pessoal e intransferível. Possui mais segurança de autenticação que a senha; Certificados não ICP-Brasil podem ser utilizados perfeitamente entre particulares, ou ainda, outras formas de assinaturas digitais. Contudo, não suprem as exigências de atos oficiais; Certificados Digitais possuem prazo de validade e, quando expirados, não produzem efeito jurídico. 53

57 Contudo, a MP /2001 não veda a utilização de outros mecanismos para comprovação de autoria e integridade de documentos em forma eletrôncia Senha Biometria Imagem:

58 Autenticação forte: Sei ( senha) Tenho ( certificado digital, token) Sou ( biometria) 55

59 Conforme sua concepção: TIPOS DE DOCUMENTOS 1.Puramente físico: nasce físico e é guardado físico 2.Puramente eletrônico: nasce eletrônico e é guardado eletrônico 3.Originalmente físico: nasce físico e é guardado eletrônico (podendo ou não haver eliminação do original físico) 4.Originalmente Eletrônico: nasce eletrônico é guardado físico(normalmente impresso) 56

60 Análise de Risco Há dois tipos de incidentes de falsidade: Na emissão (assinatura) No manuseio e guarda (quebra de integridade) Imagem: Flickr - 57

61 Análise de Risco Verificação do grau de segurança jurídica do documento original físico, no tocante a autenticidade: É um original mesmo ou uma cópia? Ele tem identificação de autoria clara? Ele está assinado (precisa de assinatura)? Ele está assinado e rubricado em todas as páginas? Ele está assinado, rubricado e com firma reconhecida? Ele está assinado, rubricado, com firma reconhecida e registrado em cartório? Imagem: Flickr - 58

62 Análise de Risco Verificação do grau de segurança jurídica do documento original físico, no tocante a integridade: Ele é guardado em arquivo aberto? Ele é guardado em arquivo fechado com chave? Ele é guardado em arquivo fechado com chave e com controle de acesso e registro de pessoas? Há algum histórico de repúdio deste tipo de documento na empresa? Imagem: Flickr - 59

63 O problema não está em eliminar o papel, mas sim quando há migração de suporte. Pois perdemos capacidade de perícia. Contudo isso não é um assunto novo e já é previsto desde 1968! 60

64 Migração de Suporte Possibilidade desde 1968 Microfilmagem Lei Regulamenta a Microfilmagem (Decreto 1799/96) Estamos evoluindo para a Digitalização Adotar procedimento que garanta autenticidade e integridade do documento Fonte imagem: Flickr- 61

65 Legislação Brasileira Digitalização Projeto de Lei 1.532/1999 PL Senado 146/2007 (Rejeitado) PL Câmara 11/2007 (substitui o de 1999) Lei , de 9 de julho de 2012 Conversão em Lei do PLC 11/

66 O que mudou de 1999 para 2012? Quando o Projeto foi proposto ainda não tínhamos a MP /01(Certificado Digital ICP-Brasil) O Projeto sofreu alteração em sua redação inicial para a partir do uso do Certificado permitir a destruição do original antes de transcorrer o prazo prescricional Preocupação ainda maior com o Meio ambiente, redução de papel! 63

67 Legislação Brasileira PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Dispõe sobre a elaboração e arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos Esse projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados nos termos do substitutivo do Deputado Paes Landim Pontos destacados durante a análise enquanto estava na Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania: Optou por não definir na lei o processo de digitalização Indicou a Secretaria Nacional de Justiça como responsável por registrar a digitalização 64

68 Legislação Brasileira PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Continuação... Necessidade de utilizar o certificado digital durante o processo de digitalização Dá-se aos documentos digitalizados os mesmos efeitos dos documentos microfilmados Recomendação de usar como base o procedimento adotado no Decreto nº 1.799/96 65

69 PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Recomendações sobre o procedimento (Relatório): Utilizar quaisquer equipamentos e tecnologias que permitam a fiel reprodução das informações contidas nos documentos a serem digitalizados Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 66

70 PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Recomendações sobre o procedimento (Relatório): Utilização de assinatura digital no momento da digitalização dos documentos físicos, de modo que se tornem inalteráveis os documentos digitais correspondentes. Apenas e unicamente no momento da digitalização, quando um arquivo digital é criado, contendo a fiel imagem do documento digitalizado, é este que deverá ser assinado digitalmente. Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 67

71 PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Recomendações sobre o procedimento (Relatório): Os documentos digitais deverão ter área reservada para a sua identificação e numeração, de modo que seja permitida a sua fácil indexação e posterior localização Além de a data da digitalização e identificação da entidade digitalizadora, do responsável pela digitalização e dos sistemas utilizados previamente registrados no órgão competente. Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 68

72 PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Recomendações sobre o procedimento (Relatório): Os documentos digitais deverão ter cópias de segurança (backups) em locais distintos Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 69

73 PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Recomendações sobre o procedimento (Relatório): Na digitalização poderá ser utilizado qualquer grau de redução, desde que garantida a sua legibilidade e a reprodução Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 70

74 PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Recomendações sobre o procedimento (Relatório): As mídias de armazenamento deverão atender a requisitos tecnológicos que permitam a sua durabilidade Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 71

75 PLC nº 1.532/1999 PLC 11/2007 Recomendações sobre o procedimento (Relatório): Prévio cadastramento de empresas e cartórios que realizem a digitalização de documentos perante o órgão competente, sujeitando-os à fiscalização, inclusive quanto aos procedimentos adotados e aos certificados digitais utilizados Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 72

76 Durante seu trâmite no Senado, foi apresentado substitutivo, porém em maio de 2012 o PLC 11/2007 foi aprovado pelo Senado com o texto enviado pela Câmara dos Deputados. Imagem -http://icons.iconarchive.com/icons/tpdkdesign.net/refresh-cl/256/hardware-scanner-2-icon.png 73

77 Redação do PLC 11/2007 O que foi aprovado e o que foi vetado O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A digitalização, o armazenamento em meio eletrônico, óptico ou equivalente e a reprodução de documentos públicos e privados serão regulados pelo disposto nesta Lei. Parágrafo único. Entende-se por digitalização a conversão da fiel imagem de um documento para código digital. 74

78 Justificativa do Veto Lei n.º , de 9 de julho de 2012 Ao regular a produção de efeitos jurídicos dos documentos resultantes do processo de digitalização de forma distinta, os dispositivos ensejariam insegurança jurídica. Ademais, as autorizações para destruição dos documentos originais logo após a digitalização e para eliminação dos documentos armazenados em meio eletrônico, óptico ou equivalente não observam o procedimento previsto na legislação arquivística. A proposta utiliza, ainda, os conceitos de documento digital, documento digitalizado e documento original de forma assistemática. Por fim, não estão estabelecidos os procedimentos para a reprodução dos documentos resultantes do processo de digitalização, de forma que a extensão de efeitos jurídicos para todos os fins de direito não teria contrapartida de garantia tecnológica ou procedimental que a justificasse. 75

79 Por que o Procedimento não foi apresentado? A Câmara dos Deputados pretendia uma Lei com texto objetivo A intenção era que o procedimento fosse tratado posteriormente, como foi com a Microfilmagem Vocês Lembram quanto tempo demorou entre a Lei de Microfilmagem e o Decreto? 28 anos!!! A falta de um procedimento influenciou no momento do Veto 76

80 Por que não digitalizar e destruir os documentos que hoje já são microfilmados e descartados? Temos que pensar que a Digitalização é uma evolução da microfilmagem Pensando desta forma, o Projeto não estaria em confronto com a legislação arquivística 77

81 Qual o efeito prático da Lei /12? Não permite o descarte. Quem destruir deve considerar o RISCO. Gerou dúvidas sobre a aceitação de documentos digitalizados sem uso de certificado ICP-Brasil 78

82 NOSSO ENTENDIMENTO O Judiciário já aceitava documentos digitalizados sem uso do certificado ICP-Brasil, assim como cópia simples de documento. Art. 365 do CPC - Fazem a mesma prova que os originais: [...] VI as reproduções digitalizadas de qualquer documento, público ou particular, quando juntado aos autos pelos órgãos da Justiça e seus auxiliares, pelo Ministério Público e seus auxiliares, pelas procuradorias, pelas repartições públicas em geral e por advogados públicos ou privados, ressalvada a alegação motivada e fundamentada de adulteração antes ou durante o processo de digitalização. 1º Os originais dos documentos digitalizados, mencionados no inciso IV do caput deste artigo, deverão ser preservados pelo seu detentor até o final do prazo para interposição de ação rescisória. 79

83 Jurisprudência Apelação Cível - Indenização por danos morais Cópia de é meio de prova apto a ensejar indenização pleiteada pela autora Sentença mantida Art. 252 do Regimento. Interno Recurso não provido. (TJSP, Apelação Cível c/ Revisão n. º , Relator Piva Rodrigues, julgado em 20/09/2011). 80

84 Jurisprudência CÉDULA DE CREDITO BANCÁRIO - Execução de Título Extrajudicial. - Documento digitalizado - Admissibilidade - Suficiente a juntada do documento eletrônico, considerado original. Inteligência do artigo 365, inciso VI, do CPC. Recurso improvido CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO - Caracterização como título executivo extrajudicial- Pretensão à declaração incidental da inconstitucionalidade da Lei n /04 - Inadmissibilidade - Hipótese em que tal diploma legal não contempla ofensa direta à Constituição Federal- Recurso improvido. CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO - Caracterização como título executivo extrajudicial, nos termos dos artigos 28, da Lei n /04 Eficácia executiva reconhecida por expressa disposição legal - Exceção de pré-executividade rejeitada Decisão mantida - Recurso improvido. (TJSP, Agravo de Instrumento nº , Rel. Des. Denise Andréa Martins Retamero, j. em ). 81

85 Jurisprudência AGRAVO DE INSTRUMENTO - Execução - Contrato original: desnecessidade Cópias e reproduções digitalizados fazem a mesma prova que os originais- CPC, art. 365, V e VI - Recurso provido. (TJSP, Agravo de Instrumento n.º , Rel. Des. Maury Bottesini, julgado em 25/03/11) 82

86 NOSSO ENTENDIMENTO Como não há descarte do documento original, caso haja questionamento, basta apresentá-lo. Se após análise de RISCO o proprietário do documento optar por destruí-lo e o digitalizado for questionado, apresente outros elementos probatórios. Há muitos documentos em papel que são cópias. É importante mapear os documentos e criar uma Tabela de Temporalidade. 83

87 IMPORTANTE Se o documento original já tinha algum vício, seja em relação à autoria ou em relação ao conteúdo, ele permanece mesmo após a digitalização, ainda que ela seja com certificado ICP-Brasil O uso do certificado digital ICP-Brasil serve para preservar a integridade do documento digitalização É adotado como um mecanismo de segurança da informação. Independentemente da Lei /12, essa já era uma melhor prática 84

88 Do Uso dos Registros Públicos Imagem: 85

89 Arcabouço Normativo Registral Art. 236 da CF Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, por delegação do Poder Público. Lei Federal nº 6.015, de 31/12/1973 Dispõe sobre os registros públicos. Lei 8.935, de 18/11/94 Dispõe sobre serviços notariais e de registro. 86

90 Lei 8.935/94 Art Incumbe aos notários e aos oficiais de registro praticar, independentemente de autorização, todos os atos previstos em lei necessários à organização e execução dos serviços, podendo, ainda, adotar sistemas de computação, microfilmagem, disco ótico e outros meios de reprodução. 87

91 Das atribuições e Competências Lei 8.935/94 Art. 7º Aos tabeliães de notas compete com exclusividade: I - lavrar escrituras e procurações, públicas; II - lavrar testamentos públicos e aprovar os cerrados; III - lavrar atas notariais; IV - reconhecer firmas; V - autenticar cópias. Art. 12. Aos oficiais de registro de imóveis, de títulos e documentos e civis das pessoas jurídicas, civis das pessoas naturais e de interdições e tutelas compete a prática dos atos relacionados na legislação pertinente aos registros públicos [...] 88

92 O que é Digitalização Registrada? É Art. a trasladação 142. O registro do documento integral dos emdocumentos papel para oconsistirá digital, por na meio trasladação Art digitalização, dos No Registro mesmos, sendo de Títulos que como adocumento e Documentos mesma eletrônico ortografia será feita ée registrado pontuação, a transcrição: em com Cartório referênciadeàs Registro entrelinhasde outítulos quaisquer e Documentos, acréscimos, alterações, para fins defeitos guarda ouevícios conservação. que tiver( oartigos original 127 apresentado, evii facultativo, da Lei e, bem 6.015/73). de assim, quaisquer com documentos, menção precisa para aos sua seus característicos conservação. exteriores e às formalidades legais, podendo a transcrição O oficial dedos RTD documentos certifica que mercantis, os documentos quando levados ora ema formato registro, eletrônico ser feita na temmesma o mesmo disposição valor dos gráfica respectivos em que originais, estiverempara escritos, todosseos ofins interessado de direitoassim o desejar. 89

93 O que é Digitalização Autenticada? A autenticação digital possui o mesmo amparo legal da autenticação tradicional através de selos e carimbos, que consiste na reprodução fiel de um documento pelo tabelião de notas. O tabelião de notas certifica que o documento confere com o original. 90

94 Gestão Documental exige visão de 3 cenários Documentos: Físico, Digitalizado e Eletrônico; Postura da equipe durante todo o ciclo de vida do documento; Melhores práticas para contratação de terceiros que irão executar serviços relacionados a gestão de documentos. Ex: digitalização, indexação, guarda, transporte, etc.

95 Tabela de Temporalidade:

96 Conclusão: Já quebramos o PARADIGMA DA SOCIEDADE DO SEM PAPEL (PAPERLESS). Isso traz uma nova forma de se fazer a gestão documental: Original não é cópia não confunda! Precisamos garantir a disponibilidade do documento ( inclusive do eletrônico) Fonte imagem: Flickr - 93

97 Conclusão: Preocupações: O que GUARDAR? Em que FORMATO? Por quanto TEMPO? Qual SOLUÇÃO implementar? Imagem Flickrhttp://www.flickr.com/photos/saeba/ / 94

98 Conclusão: Precisamos pensar em gerar documentos puramente eletrônicos. A migração deve ser um paliativo para diminuir o legado em papel. A Lei /12 não resolveu a questão do descarte dos documentos antes de encerrar o prazo prescricional. Imagem Flickrhttp://www.flickr.com/photos/saeba/ / 95

99 No meio eletrônico, tudo deixa rastro! Prova escrita literal!!! Fonte imagem: 96

100 Missão: Educar no uso ético, seguro e legal da Tecnologia Público-alvo: jovens, pais, professores Voluntários 250 Cidades Brasileiras 350 Escolas atendidas 170 mil alunos 60 países acessam o site 200 mil cartilhas impressas 8 filmes para o cinema 8 filmes para internet (port, ing, esp) 160 registro na imprensa 15 exposições em TV Apoio: Magno Studio e Brado

101 Vamos promover a Internet do Bem! Facebook: 98

102 AGENDA DE TREINAMENTOS Outubro/2012 Contratos de TI e Cloud Computing - 18/10 10h às 17h Rede Social Corporativa - 26/10 10h às 17h Novembro/2012 Comércio Eletrônico - 23/11 10h às 17h Direito Digital para Administração Pública - 27 e 28/11 9h às 17h /ppptreinamentos 2012 Todos direitos reservados. PPP Treinamentos /ppptreinamentos

103 Dra. Patricia Peck Pinheiro Advogada formada pela Universidade de São Paulo; Especialização Negócios Harvard Business School; Gestão de Riscos pela Fundação Dom Cabral; MBA Marketing Madia Marketing School; Formada pela Escola de Inteligência do Exército Brasileiro; Condecorada com Medalha do Pacificador pelo Exército em 2009; Condecorada com Medalha Tamandaré pela Marinha em 2011; Condecorada com Medalha Ordem do Mérito Militar pelo Exército em 2012; Prêmio Advogada mais Admirada em Propriedade Intelectual em 2010 e 2011; Prêmio A Nata dos Profissionais Segurança Informação 2006 e 2008; Condecorada com Prêmio Excelência Acadêmica Melhor Docente FIT Impacta SP Fundadora do escritório Patricia Peck Pinheiro Adv; Idealizadora do Movimento Criança Mais Segura Internet; Programadora desde os 13 anos, com experiência EUA, Portugal e Coréia; Autora diversas obras (www.saraiva.com.br e Co-autora dos livros e-dicas, Internet Legal e Direito e Internet II ; Professora de pós-graduação (Senac-SP, IMPACTA, IBTA, FATEC); Colunista do IDG Now, Revista Visão Jurídica, Revista Partner Sales, Programa Conta Corrente da Globonews.

104 Fone: (55 11) DIGITAL Viviane Luswarghi PRESENCIAL Maria Aparecida Blasio SECRETARIA GERAL Helen Fernandes Nos acompanhe nas Redes Sociais PPPTreinamentos /ppptreinamentos 10 1

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