TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 1

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 1"

Transcrição

1 TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem Ronaldo de Freitas Zampolo LaPS/ENGCOMP/ITEC/UFPA TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 1

2 Tópicos Introdução à Linguagem de Montagem Macros O Processo de Montagem Ligação e Carga de Procedimentos TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 2

3 Introdução à Linguagem de Montagem Tradutores: Montagem: linguagem-fonte é essencialmente uma representação simbólica para uma linguagem-alvo numérica Compilador: linguagem-fonte de alto-nível, com linguagem-alvo numérica ou uma representação simbólica para uma linguagem-alvo numérica TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 3

4 Introdução à Linguagem de Montagem O que é uma linguagem de montagem? Linguagem pura (sem aditivos): cada comando = uma instrução ISA Opcodes ISA mnemônicos Posições de memória nomes simbólicos Registradores nomes simbólicos TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 4

5 Introdução à Linguagem de Montagem Por que usar uma linguagem de montagem? Acesso a todas as características do nível ISA Baixa portabilidade Acesso total ao hardware Desenvolvimento mais lento e caro Alto desempenho Uso eficiente da memória TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 5

6 Introdução à Linguagem de Montagem Programadores -hora Tempo de execução (u.t.) Linguagem de montagem Linguagem de alto-nível Primeira etapa: Código crítico: 10% 1 90 Outra partes: 90% 9 10 Total Segunda etapa: Código crítico: 10% Outra partes: 90% 9 10 Total TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 6

7 Introdução à Linguagem de Montagem Formato de comandos Label: Opcode Operandos ;comentários Label: nomes simbólicos para endereços de memória Opcode: ou código de operação, especifica o que a máquina deve realizar Operandos: define onde buscar os dados a serem manipulados e onde armazenar o resultado produzido Comentários: (auto explicativo) TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 7

8 Introdução à Linguagem de Montagem Exemplo 01: FORMULA: MOV EAX, I ;registrador EAX = I ADD EAX, J ;registrador EAX = I + J MOV N,EAX ;N = I + J I DW 3 ;reseva 4 bytes com valor inicial 3 J DW 4 ;reseva 4 bytes com valor inicial 4 N DW 0 ;reseva 4 bytes com valor inicial 0 TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 8

9 Introdução à Linguagem de Montagem Exemplo 02: CBLOCK 0x20 I J N ;associa I ao endereço 0x20 ;associa J ao endereço 0x21 ;associa N ao endereço 0x22 ENDC MOVLW 3 ;carrega 3 para W MOVWF I ;I=3 MOVLW 4 ;carrega 4 para W MOVWF J ;J = 4 MOVF I, W ;registrador W = I ADDWF J, W ;registrador W = I + J MOVWF N ;N = I + J TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 9

10 Introdução à Linguagem de Montagem Pseudo-intruções São comandos para o próprio montador. Também chamadas de diretivas do montador Exemplos: Instruções de alocação de memória para variáveis Definição de início ou fim de procedimentos (PROC/ENDP) Controle de visibilidade de símbolos (PUBLIC, EXTERN) Busca e inclusão de um novo arquivo (INCLUDE) TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 10

11 Macros Definição, chamada e expansão de macros Definição de macro: maneira de se atribuir um nome a uma parte do código em linguagem de montagem. Após a definição: nome da macro referencia as instruções que a compõem. Macro procedimento Itens da definição: Cabeçalho: marca o início da macro e informa o seu nome Texto: instruções que fazem parte do corpo da macro Pseudo instrução: para marcação do final da macro TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 11

12 Macros Definição, chamada e expansão de macros Chamada da macro: uso do nome da macro como se fosse um código de operação Expansão da macro: substituição do nome da macro pelo nome da macro (ocorre durante o processo de montagem) Passos: Passo 01: são salvas todas as definições de macro e realizadas todas as expansões Passo 02: o código resultante é processado como se fosse um novo programa-fonte. TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 12

13 Macros Definição, chamada e expansão de macros Definição de macro (exemplo) MOV EAX, P SWAP MACRO MOV EBX, Q MOV EAX,P MOV Q, EAX MOV EBX,Q MOV P, EBX MOV Q, EAX MOV P, EBX MOV EAX, P ENDM MOV EBX, Q MOV Q, EAX SWAP MOV P, EBX SWAP TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 13

14 Macros Uso de macros com parâmetros Definição da macro: parâmetros formais Chamada da macro: parâmetros reais Expansão da macro: troca parâmetros formais pelos reais Características avançadas Possibilidade de definição de macros dentro de outras macros Possibilidade de macros chamarem a si mesmas (cuidado com loop infinito) TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 14

15 Macros Uso de macros com parâmetros (exemplo) MOV EAX, P CHANGE MACRO P1,P2 MOV EBX, Q MOV EAX,P1 MOV Q, EAX MOV EBX,P2 MOV P, EBX MOV P2, EAX MOV P1, EBX MOV EAX, R ENDM MOV EBX, S MOV S, EAX CHANGE P, Q MOV R, EBX CHANGE R, S TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 15

16 O Processo de Montagem Montadores de dois passos Problema da referência posterior INICIO. ORG GOTO. BANK1 MOVLW.. 0x00 INICIO. B TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 16

17 O Processo de Montagem Montadores de dois passos Abordagem A: Passo 01: coleta de definições de símbolos (labels, macros, etc.) Passo 02: montagem propriamente dita Abordagem B: Passo 01: conversão do programa-fonte para um formato intermediário, gerando uma tabela na memória Passo 02: montagem executada sobre a tabela (as macros são expandidas no passo 01) TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 17

18 O Processo de Montagem O passo 01 Principal função: contruir a tabela de símbolos O endereço em tempo de execução é dado pelo ILC (instruction location counter) TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 18

19 O Processo de Montagem O passo 01 Label Opcode Operandos Comentários Tamanho ILC MARIA: MOV EAX,I EAX=I MOV EBX,J EBX=J ROBERTA: MOV ECX,K ECX=K IMUL EAX,EAX EAX=I*I IMUL EBX,EBX EBX=J*J IMUL ECX,ECX ECX=K*K MARILYN: ADD EAX,EBX EAX=EAX+EBX ADD EAX,ECX EAX=EAX+ECX STEPHANY: JMP DONE Vai para DONE TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 19

20 O Processo de Montagem O passo 01 (Tabela de símbolos) Símbolo Valor Outras informações MARIA: 100 ROBERTA: 111 MARILYN: 125 STEPHANY: 129 Além da tabela de símbolos: Tabela de pseudo-intruções Tabela de códigos de operação Tabela para literais TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 20

21 O Processo de Montagem O passo 02 Gerar o programa-objeto (objetivo principal) Gerar listagem do programa-fonte e informações da montagem Tornar disponíveis informações que são usadas pelo linker TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 21

22 Ligação e carga de procedimentos Montadores e compiladores: tradução de um procedimento por vez (resultado em disco) Para execução: formação de um único texto de código (localização e ligação) Ligação não representa mudança de nível Source procedure 1 module 1 Source procedure 2 Translator module 2 Linker Executable binary program Source procedure 3 module 3 TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 22

23 module A CALL B MOVE P TO X BRANCH TO 200 module C CALL D MOVE R TO X BRANCH TO module B CALL C MOVE Q TO X BRANCH TO 300 module D MOVE S TO X BRANCH TO 200 Linguagem de montagem Ligação e carga de procedimentos Módulos-objeto (cada qual no seu espaço de endereçamento próprio) TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 23

24 MOVE S TO X BRANCH TO 200 CALL D MOVE R TO X BRANCH TO 200 CALL C MOVE Q TO X BRANCH TO 300 CALL B MOVE P TO X BRANCH TO 200 module B module A module D module C MOVE S TO X BRANCH TO 1800 CALL 1600 MOVE R TO X BRANCH TO 1300 CALL 1100 MOVE Q TO X BRANCH TO 800 CALL 500 MOVE P TO X BRANCH TO 300 module B module A module D module C Linguagem de montagem Ligação e carga de procedimentos Módulos na memória (formação da imagem do binário executável e relocaçãco) TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 24

25 Ligação e carga de procedimentos Passos executados pelo ligador: construção de tabela contendo todos os módulos-objeto e seus respectivos tamanhos atribuição de um endereço inicial a cada módulo-objeto soma os endereços das instruções que fazem referência à memória inserção do endereço dos procedimentos Módulo Tamanho Endereço inicial A B C D TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 25

26 End of module Relocation dictionary Machine instructions and constants External reference table Entry point table Identification TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 26

27 MOVE S TO X BRANCH TO 1800 CALL 1600 MOVE R TO X BRANCH TO 1300 CALL 1100 MOVE Q TO X BRANCH TO 800 CALL 500 MOVE P TO X BRANCH TO 300 module B module A module D module C Linguagem de montagem TE11008 Arquitetura e Organização de Computadores Nível da Linguagem de Montagem p. 27

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 5 - O NÍVEL DA LINGUAGEM DE MONTAGEM 1. INTRODUÇÃO É relativamente fácil compreender os fundamentos da programação de computadores, sob o ponto de vista da inteligibilidade dos comandos de alto

Leia mais

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM 71 Introdução Difere dos níveis inferiores por ser implementado por tradução A tradução é usada quando um processador está disponível para uma mensagem fonte mas

Leia mais

Software Básico. nível de linguagem de montagem (assembly) Tanembaum, capítulo 7

Software Básico. nível de linguagem de montagem (assembly) Tanembaum, capítulo 7 Software Básico nível de linguagem de montagem (assembly) Tanembaum, capítulo 7 Linguagem de montagem (Assembly) Abstração simbólica da linguagem de máquina Traduzida pelo programa assembler Mapeada diretamente

Leia mais

Capítulo 7 Nível da Linguagem Assembly

Capítulo 7 Nível da Linguagem Assembly Capítulo 7 Nível da Linguagem Assembly Presente em quase todos os computadores modernos. Implementado por tradução. Linguagem fonte => Linguagem alvo. O programa no arquivo fonte não é executado diretamente

Leia mais

3. O NIVEL DA LINGUAGEM DE MONTAGEM

3. O NIVEL DA LINGUAGEM DE MONTAGEM 3. O NIVEL DA LINGUAGEM DE MONTAGEM Nas aulas anteriores tivemos a oportunidade de discutir dois diferentes níveis presentes na maioria dos computadores atuais. Nesta aula dedica-se a outro nível que também

Leia mais

Introdução à Arquitetura de Computadores

Introdução à Arquitetura de Computadores 1 Introdução à Arquitetura de Computadores Hardware e software Organização de um computador: Processador: registradores, ALU, unidade de controle Memórias Dispositivos de E/S Barramentos Linguagens de

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Rogério Spindula Rosa

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Rogério Spindula Rosa ARQUITETURA DE COMPUTADORES 1 Rogério Spindula Rosa 2 EXECUÇÃO DE PROGRAMAS PROGRAMA 3 4 INTRODUÇÃO Hoje é raro escrever um programa diretamente em linguagem de computador em virtude da enorme dificuldade

Leia mais

O que é um programa? Programa é uma lista de instruções que descrevem uma tarefa a ser realizada pelo computador.

O que é um programa? Programa é uma lista de instruções que descrevem uma tarefa a ser realizada pelo computador. O que é um programa? Programa é uma lista de instruções que descrevem uma tarefa a ser realizada pelo computador. Linguagem de Programação Uma linguagem de programação é um método padronizado para expressar

Leia mais

Conjunto de instruções do CPU. Arquitectura de um computador. Definição das instruções (1) Definição das instruções (2)

Conjunto de instruções do CPU. Arquitectura de um computador. Definição das instruções (1) Definição das instruções (2) Arquitectura de um computador Caracterizada por: Conjunto de instruções do processador (ISA Estrutura interna do processador (que registadores existem, etc Modelo de memória (dimensão endereçável, alcance

Leia mais

[RÓTULO:] MNEMÔNICO [OPERANDOS] [;COMENTÁRIO]

[RÓTULO:] MNEMÔNICO [OPERANDOS] [;COMENTÁRIO] Instruções de uso do montador DAEDALUS (baseadas em texto extraído da monografia apresentada como trabalho de diplomação no curso de Bacharelado em Ciência da Computação por Luís Ricardo Schwengber, sob

Leia mais

ALP Algoritmos e Programação. . Linguagens para Computadores

ALP Algoritmos e Programação. . Linguagens para Computadores ALP Algoritmos e Programação Iniciação aos computadores. Linguagens para Computadores. Compiladores, Interpretadores. Ambientes de Programação 1 Linguagens para Computadores. Linguagem binária: Dispositivos

Leia mais

Componentes do Computador e. aula 3. Profa. Débora Matos

Componentes do Computador e. aula 3. Profa. Débora Matos Componentes do Computador e modelo de Von Neumann aula 3 Profa. Débora Matos O que difere nos componentes que constituem um computador? Princípios básicos Cada computador tem um conjunto de operações e

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores Apresentação do curso Ronaldo de Freitas Zampolo zampolo@ieee.org, zampolo@ufpa.br Tópicos Como iremos trabalhar Atendimento, avaliação, etc. Introdução e conceitos básicos

Leia mais

Geração e Otimização de Código

Geração e Otimização de Código Geração e Otimização de Código Representação de código intermediária Código de três endereços, P-código Técnicas para geração de código Otimização de código Prof. Thiago A. S. Pardo 1 Estrutura geral de

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 3 Software Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br SO - Prof. Edilberto Silva Barramento Sistemas Operacionais Interliga os dispositivos de E/S (I/O), memória principal

Leia mais

Introdução às Linguagens de Programação

Introdução às Linguagens de Programação Introdução às Linguagens de Programação Histórico de Linguagens de Programação O computador não faz nada sozinho Precisamos informar, de forma clara, como ele deve executar as tarefas Ou seja, o computador

Leia mais

Edeyson Andrade Gomes

Edeyson Andrade Gomes Sistemas Operacionais Conceitos de Arquitetura Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Máquinas de Níveis Revisão de Conceitos de Arquitetura 2 Máquina de Níveis Máquina de níveis Computador

Leia mais

INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO BCC 201 TURMAS 31, 32 E 33 2015-2 AULA TEÓRICA 2 PROF. MARCELO LUIZ SILVA (R E D)

INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO BCC 201 TURMAS 31, 32 E 33 2015-2 AULA TEÓRICA 2 PROF. MARCELO LUIZ SILVA (R E D) Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO BCC 201 TURMAS 31, 32 E 33 2015-2 1 AULA TEÓRICA 2

Leia mais

Software Básico (INF1018)

Software Básico (INF1018) Software Básico (INF1018) http://www.inf.puc-rio.br/~inf1018 Noemi Rodriguez (noemi@inf.puc-rio.br) Ana Lúcia de Moura (amoura@inf.puc-rio.br) 1 Objetivo do curso Entender como funciona um computador típico,

Leia mais

NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann

NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann Universidade Federal de Santa Maria NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann O modelo (ou arquitetura) de von

Leia mais

Componentes da linguagem C++

Componentes da linguagem C++ Componentes da linguagem C++ C++ é uma linguagem de programação orientada a objetos (OO) que oferece suporte às características OO, além de permitir você realizar outras tarefas, similarmente a outras

Leia mais

Geração de código. Ivan Ricarte INTRODUÇÃO À COMPILAÇÃO

Geração de código. Ivan Ricarte INTRODUÇÃO À COMPILAÇÃO Geração de código Ivan Ricarte 2008 Sumário Geração de código intermediário Código de três endereços Notação pós-fixa Otimização de código Heurísticas de otimização Geração de código em linguagem simbólica

Leia mais

Introdução. Nível da Linguagem de Montagem. Linguagem de Montagem (2) Linguagem de Montagem (1) Linguagem de Montagem

Introdução. Nível da Linguagem de Montagem. Linguagem de Montagem (2) Linguagem de Montagem (1) Linguagem de Montagem Nível da Linguagem de Montagem (Aula 15) Linguagem de Montagem Roberta Lima Gomes - LPRM/DI/UFES Sistemas de Programação I Eng. Elétrica 2007/2 Introdução Tradutores Programas que convertem um programa

Leia mais

Linguagem de Programação I

Linguagem de Programação I Linguagem de ção I Curso de Sistemas de Informação Karla Donato Fook karladf@ifmaedubr DESU / DAI 2015 O que é um programa de computador? 2 1 de computador E_1 E_n Resultado Entrada(s) Processamento Saída(s)

Leia mais

Figura 1 - O computador

Figura 1 - O computador Organização e arquitectura dum computador Índice Índice... 2 1. Introdução... 3 2. Representação da informação no computador... 4 3. Funcionamento básico dum computador... 5 4. Estrutura do processador...

Leia mais

Nível da Linguagem de Montagem

Nível da Linguagem de Montagem Nível da Linguagem de Montagem (Aula 15) Linguagem de Montagem Roberta Lima Gomes - LPRM/DI/UFES Sistemas de Programação I Eng. Elétrica 2007/2 Introdução Tradutores Programas que convertem um programa

Leia mais

Introdução. Introdução. Introdução. Organização Estruturada de Computadores. Introdução. Máquinas Multiníveis

Introdução. Introdução. Introdução. Organização Estruturada de Computadores. Introdução. Máquinas Multiníveis Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Máquinas Multiníveis Prof. Sergio Ribeiro Computador digital máquina que resolve problemas executando uma série de instruções. Programa conjunto de instruções

Leia mais

28/9/2010. Unidade de Controle Funcionamento e Implementação

28/9/2010. Unidade de Controle Funcionamento e Implementação Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Funcionamento e Implementação Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Operação da Unidade de Controle Unidade de controle: parte do

Leia mais

Arquiteturas RISC. (Reduced Instructions Set Computers)

Arquiteturas RISC. (Reduced Instructions Set Computers) Arquiteturas RISC (Reduced Instructions Set Computers) 1 INOVAÇÕES DESDE O SURGIMENTO DO COMPU- TADOR DE PROGRAMA ARMAZENADO (1950)! O conceito de família: desacoplamento da arquitetura de uma máquina

Leia mais

Nivel de Linguagem de Montagem (Assembly)

Nivel de Linguagem de Montagem (Assembly) Nivel de Linguagem de Montagem (Assembly) Orlando Loques setembro 2006 Referências: Structured Computer Organization (capítulo 7), A.S. Tanenbaum, (c) 2006 Pearson Education Inc Computer Organization and

Leia mais

1. SINTAXE DA LINGUAGEM ASSEMBLY

1. SINTAXE DA LINGUAGEM ASSEMBLY 1. SINTAXE DA LINGUAGEM ASSEMBLY Antes de se escrever em assembly, é conveniente construir um fluxograma do programa. Um fluxograma não faz referência à linguagem a utilizar, pelo que pode ser utilizado

Leia mais

Arquitetura de Computadores - Arquitetura RISC. por Helcio Wagner da Silva

Arquitetura de Computadores - Arquitetura RISC. por Helcio Wagner da Silva Arquitetura de Computadores - Arquitetura RISC por Helcio Wagner da Silva Introdução RISC = Reduced Instruction Set Computer Elementos básicos: Grande número de registradores de propósito geral ou uso

Leia mais

INE5317 Linguagens Formais e Compiladores. AULA 2: Es trutura geral dos Compiladores

INE5317 Linguagens Formais e Compiladores. AULA 2: Es trutura geral dos Compiladores INE5317 Linguagens Formais e Compiladores AULA 2: Es trutura geral dos Compiladores bas eado em material produzido pelo prof Olinto Jos é Varela Furtado Ricardo Azambuja Silveira INE-CTC-UFSC E-Mail: silveira@inf.ufsc.br

Leia mais

Linguagem de Montagem 2. Operações e Operandos

Linguagem de Montagem 2. Operações e Operandos Linguagem de Montagem 2 Operações e Operandos Revisão Para executar uma tarefa qualquer, um computador precisa receber instruções precisas sobre o que fazer Esse conjunto de instruções chamamos de algoritmo

Leia mais

Geração de código intermediário. Novembro 2006

Geração de código intermediário. Novembro 2006 Geração de código intermediário Novembro 2006 Introdução Vamos agora explorar as questões envolvidas na transformação do código fonte em uma possível representação intermediária Como vimos, nas ações semânticas

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional

Sistemas Operacionais. Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Sistemas Operacionais Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Hardware HARDWARE Sistema Computacional = conjunto de circuitos eletrônicos interligados formado por processador, memória, registradores,

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO Capítulo 1 INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 1.1 Histórico de Linguagens de Programação Para um computador executar uma dada tarefa é necessário que se informe a ele, de uma maneira clara, como ele

Leia mais

Curso de C. Introdução. Copyright @ 2005 by Arnaldo V. Moura e Daniel F. Ferber

Curso de C. Introdução. Copyright @ 2005 by Arnaldo V. Moura e Daniel F. Ferber Curso de C Introdução Introdução Roteiro: Recordando Algoritmos Linguagem de Programação O computador Instruções de Máquina Níveis de Abstração Compilação Algoritmos Recordando: Algoritmo: conjunto finito

Leia mais

Conjunto de instruções. O Conjunto de Instruções. Conjunto de instruções. Instruções típicas. Instruções típicas. Instruções típicas

Conjunto de instruções. O Conjunto de Instruções. Conjunto de instruções. Instruções típicas. Instruções típicas. Instruções típicas Conjunto de instruções O Conjunto de Instruções ISA Instruction Set Architecture Alguns conceitos... Linguagem máquina Combinação de 0 s e 1 s organizados segundo palavras que são as instruções que o processador

Leia mais

ANHANGUERA EDUCACIONAL. Capítulo 2. Conceitos de Hardware e Software

ANHANGUERA EDUCACIONAL. Capítulo 2. Conceitos de Hardware e Software ANHANGUERA EDUCACIONAL Capítulo 2 Conceitos de Hardware e Software Hardware Um sistema computacional é um conjunto de de circuitos eletronicos. Unidade funcionais: processador, memória principal, dispositivo

Leia mais

Introdução à Arquitetura de Computadores IFES Campus Serra

Introdução à Arquitetura de Computadores IFES Campus Serra Os computadores atuais possuem seis ou mais níveis de máquinas conforme podemos observar no quadro abaixo Nível de linguagem orientada para problemas Nível de linguagem de montagem Nível de sistema operacional

Leia mais

Programação I. Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias

Programação I. Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias Programação I Prof. Bruno Vilela Oliveira bruno@cca.ufes.br http://www.brunovilela.webnode.com.br Programas e Linguagens Para executar uma tarefa

Leia mais

Programação de Computadores III

Programação de Computadores III Programação de Computadores III Introdução a Linguagens de Programação Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2013.1/tcc-00.157

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INFORMÁTICA APLICADA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INFORMÁTICA APLICADA Responda 1) Quem desenvolveu a linguagem C? Quando? 2) Existe alguma norma sobre a sintaxe da linguagem C? 3) Quais são os tipos básicos de dados disponíveis na linguagem C? 4) Quais são as principais

Leia mais

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto O SUPORTE DO PROCESSAMENTO O primeiro tipo de sistema operacional (1956) permitia entrar com diversas tarefas ao mesmo tempo e essas tarefas assim agrupadas

Leia mais

IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira

IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira IFPE Disciplina: Sistemas Operacionais Prof. Anderson Luiz Moreira SERVIÇOS OFERECIDOS PELOS SOS 1 Introdução O SO é formado por um conjunto de rotinas (procedimentos) que oferecem serviços aos usuários

Leia mais

3 Revisão de Software

3 Revisão de Software 1 3 Revisão de Software O software é indispensável para a utilização do hardware. Sem o software para utilizar o computador precisaríamos ter um profundo conhecimento do hardware. Alguns softwares são

Leia mais

Usando o simulador MIPS

Usando o simulador MIPS Usando o simulador MIPS O objetivo desta aula prática será a utilização do simulador MipsIt para executar programas escritos em linguagem de máquina do MIPS. 1 Criando um projeto Cada programa a ser executado

Leia mais

Capítulo 2: Introdução à Linguagem C

Capítulo 2: Introdução à Linguagem C Capítulo 2: Introdução à Linguagem C INF1005 Programação 1 Pontifícia Universidade Católica Departamento de Informática Programa Programa é um algoritmo escrito em uma linguagem de programação. No nosso

Leia mais

Exercícios Gerência de Memória

Exercícios Gerência de Memória Exercícios Gerência de Memória 1) Considerando o uso de particionamento Buddy em um sistema com 4 GB de memória principal, responda as seguintes perguntas: a) Esboce o gráfico que representa o uso da memória

Leia mais

O Processo de Programação

O Processo de Programação Programação de Computadores I Aula 04 O Processo de Programação José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/23 Algoritmo Um algoritmo é uma seqüência de

Leia mais

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy)

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Capítulo 4 João Lourenço Joao.Lourenco@di.fct.unl.pt Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa 2007-2008 MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Adaptado dos transparentes

Leia mais

Breve Histórico & Conceitos Básicos

Breve Histórico & Conceitos Básicos Breve Histórico & Conceitos Básicos compiladores interpretadores montadores filtros pré-processadores carregadores linkers compilador cruzado (cross-compiler) auto-compilável (bootstraping) auto-residente

Leia mais

Máquina Multinível. Um programa pode ser definido como uma seqüência de instruções que descrevem como executar uma determinada tarefa.

Máquina Multinível. Um programa pode ser definido como uma seqüência de instruções que descrevem como executar uma determinada tarefa. Máquina Multinível Um programa pode ser definido como uma seqüência de instruções que descrevem como executar uma determinada tarefa. Uma instrução pode ser definida como um comando para o processador.

Leia mais

BARRAMENTO DO SISTEMA

BARRAMENTO DO SISTEMA BARRAMENTO DO SISTEMA Memória Principal Processador Barramento local Memória cachê/ ponte Barramento de sistema SCSI FireWire Dispositivo gráfico Controlador de vídeo Rede Local Barramento de alta velocidade

Leia mais

Arquitetura de Computadores Paralelismo, CISC X RISC, Interpretação X Tradução, Caminho de dados

Arquitetura de Computadores Paralelismo, CISC X RISC, Interpretação X Tradução, Caminho de dados Arquitetura de Computadores Paralelismo, CISC X RISC, Interpretação X Tradução, Caminho de dados Organização de um Computador Típico Memória: Armazena dados e programas. Processador (CPU - Central Processing

Leia mais

Processos. Adão de Melo Neto

Processos. Adão de Melo Neto Processos Adão de Melo Neto 1 EXECUTE O SEGUINTE Baixa a aula dos dias 20 MAR 15 e 08 MAI 15 e salve no computador. Feche o browser Inicialize o vmware player e inicialize a máquina virtual ubuntu Inicialize

Leia mais

Processadores BIP. Conforme Morandi et al (2006), durante o desenvolvimento do BIP, foram definidas três diretrizes de projeto:

Processadores BIP. Conforme Morandi et al (2006), durante o desenvolvimento do BIP, foram definidas três diretrizes de projeto: Processadores BIP A família de processadores BIP foi desenvolvida por pesquisadores do Laboratório de Sistemas Embarcados e Distribuídos (LSED) da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI com o objetivo

Leia mais

Protótipo de Gerador de Código Executável no Ambiente FURBOL

Protótipo de Gerador de Código Executável no Ambiente FURBOL Protótipo de Gerador de Código Executável no Ambiente FURBOL Acadêmico: Geovânio Batista André Orientador: José Roque Voltolini da Silva Trabalho de Conclusão de Curso Área/SubÁrea Compiladores/Geração

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I. de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores I. de Computadores Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Organização Básica B de Computadores

Leia mais

Capacidade de Armazenamento

Capacidade de Armazenamento Capacidade de Armazenamento Disquete 3½: 720 Kb ou 1.44 Mb Disco rígido: Zip disco De 20 Gb... 120 Mb Armazenamento e Organização Arquivo Tipos:.BAT.COM.EXE.TXT... Sistema de Computação HARDWARE X SOFTWARE

Leia mais

Capítulo 8. Software de Sistema

Capítulo 8. Software de Sistema Capítulo 8 Software de Sistema Adaptado dos transparentes das autoras do livro The Essentials of Computer Organization and Architecture Objectivos Conhecer o ciclo de desenvolvimento da linguagem Java

Leia mais

O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema.

O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema. O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema. Unidade aritmética e lógica - Executa operações aritméticas (cálculos);

Leia mais

Introdução aos Sistemas Operativos

Introdução aos Sistemas Operativos Introdução aos Sistemas Operativos Computadores e Redes de Comunicação Mestrado em Gestão de Informação, FEUP 06/07 Sérgio Sobral Nunes mail: sergio.nunes@fe.up.pt web: www.fe.up.pt/~ssn Sumário Definição

Leia mais

Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1

Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1 Conjunto de Instruções e Arquitectura Luís Nogueira luis@dei.isep.ipp.pt Departamento Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1 Organização

Leia mais

4-1. Parte2: A Arquitetura do Conjunto de Instruções

4-1. Parte2: A Arquitetura do Conjunto de Instruções 4-1 Parte2: A Arquitetura do Conjunto de Instruções 4-2 Bibliografia [1] Miles J. Murdocca e Vincent P. Heuring, Introdução à Arquitetura de Computadores [2] Marcelo Rubinstein Transparências do curso

Leia mais

Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores.

Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. 7.3.1.2 Registradores: São pequenas unidades de memória, implementadas na CPU, com as seguintes características:

Leia mais

Arquitetura de Computadores RISC x CISC. Gustavo Pinto Vilar

Arquitetura de Computadores RISC x CISC. Gustavo Pinto Vilar Arquitetura de Computadores RISC x CISC Gustavo Pinto Vilar PPF / DPF Papiloscopista Policial Federal Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior UFRJ Graduado em Ciência da Computação e Processamento

Leia mais

O Nível ISA. Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel

O Nível ISA. Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel O Nível ISA Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel Nível ISA (Instruction Set Architecture) Tipos de dados Inteiros (1, 2, 4 ou 8 bytes) Servem também para representar

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso TUTORIAL DA LINGUAGEM ASSEMBLY UTILIZANDO O VXT

Trabalho de Conclusão de Curso TUTORIAL DA LINGUAGEM ASSEMBLY UTILIZANDO O VXT Trabalho de Conclusão de Curso TUTORIAL DA LINGUAGEM ASSEMBLY UTILIZANDO O VXT Acadêmica: Marilene Linzmeier Orientador: Antônio Carlos Tavares Área/Sub-Área do Trabalho Desenvolvimento de Sistemas/Informática

Leia mais

Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos

Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos Prof. Vanderlei Bonato Prof. Cláudio Fabiano Motta Toledo Sumário Análise e solução de

Leia mais

3. Arquitetura Básica do Computador

3. Arquitetura Básica do Computador 3. Arquitetura Básica do Computador 3.1. Modelo de Von Neumann Dar-me-eis um grão de trigo pela primeira casa do tabuleiro; dois pela segunda, quatro pela terceira, oito pela quarta, e assim dobrando sucessivamente,

Leia mais

INF 1005 Programação I

INF 1005 Programação I INF 1005 Programação I Aula 03 Introdução a Linguagem C Edirlei Soares de Lima Estrutura de um Programa C Inclusão de bibliotecas auxiliares: #include Definição de constantes:

Leia mais

Linguagem de Montagem Funcionamento de CPU e Assembly Rudimentar

Linguagem de Montagem Funcionamento de CPU e Assembly Rudimentar Componentes de um Computador (5) Linguagem de Montagem Funcionamento de CPU e Assembly Rudimentar Prof. João Paulo A. Almeida (jpalmeida@inf.ufes.br) 2007/01 - INF02597 Com slides de Roberta Lima Gomes

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866 7 Unidade Central de Processamento (UCP): O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento e de controle, durante a execução de um

Leia mais

PIC16F628a. Pinagem do PIC16F628a:

PIC16F628a. Pinagem do PIC16F628a: PIC16F628a O PIC16F628a é um microcontrolador fabricado pela Microchip Technology (www.microchip.com), com as seguintes características: - composto de 18 pinos; - possui somente 35 instruções no seu microcódigo;

Leia mais

Introdução à Programação

Introdução à Programação Introdução à Programação Introdução a Linguagem C Construções Básicas Programa em C #include int main ( ) { Palavras Reservadas } float celsius ; float farenheit ; celsius = 30; farenheit = 9.0/5

Leia mais

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES CAPÍTULO II AULA X

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES CAPÍTULO II AULA X ARQUITECTURA DE COMPUTADORES CAPÍTULO II AULA X Índice Traduzindo e iniciando uma aplicação Compiladores Assembladores Linkers Loaders DLLs Iniciando um programa em Java Após toda a matéria abordada nesta

Leia mais

Organização Básica do Computador

Organização Básica do Computador Organização Básica do Computador Modelo de Von Neumann MEMÓRIA ENTRADA ARITMÉTICA LÓGICA SAÍDA CONTROLE Modelo de Von Neumann Introduziu o conceito do computador controlado por programa armazenado. Todo

Leia mais

Primeiro Curso de Programação em C 3 a Edição

Primeiro Curso de Programação em C 3 a Edição Edson Luiz França Senne Primeiro Curso de Programação em C 3 a Edição Visual Books Sumário Prefácio da Terceira Edição 9 Prefácio da Primeira Edição 11 Aula 1 13 Regras de sintaxe de uma linguagem de programação...

Leia mais

Programação de Computadores

Programação de Computadores Programação de Computadores INTRODUÇÃO AOS ALGORITMOS E À PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES PARTE 1 Renato Dourado Maia Instituto de Ciências Agrárias Universidade Federal de Minas Gerais Programas e Programação

Leia mais

Capítulo 1 Introdução

Capítulo 1 Introdução Capítulo 1 Introdução Programa: Seqüência de instruções descrevendo como executar uma determinada tarefa. Computador: Conjunto do hardware + Software Os circuitos eletrônicos de um determinado computador

Leia mais

Representação de Dados (inteiros não negativos)

Representação de Dados (inteiros não negativos) Representação de Dados (inteiros não negativos) 1 Memória Armazena instruções e dados durante a execução de um programa A memória principal pode ser vista como um array de bytes, cada um com seu endereço

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.

Leia mais

Informática I. Aula 5. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 5-13/05/2006 1

Informática I. Aula 5. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 5-13/05/2006 1 Informática I Aula 5 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 5-13/05/2006 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação

Leia mais

SIS17-Arquitetura de Computadores

SIS17-Arquitetura de Computadores Sistema de Computação SIS17-Arquitetura de Computadores Apresentação da Disciplina Peopleware Hardware Software Carga Horária: 40 horas 2 Computadores atuais Unidade Central de Processamento Entrada Computadores

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

Software. Professora Milene Selbach Silveira Prof. Celso Maciel da Costa Faculdade de Informática - PUCRS

Software. Professora Milene Selbach Silveira Prof. Celso Maciel da Costa Faculdade de Informática - PUCRS Software Professora Milene Selbach Silveira Prof. Celso Maciel da Costa Faculdade de Informática - PUCRS ESQUEMA DE UM SISTEMA DE COMPUTADOR Unidades de Entrada - Teclado - Scanner - Caneta Ótica - Leitora

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência de Arquivos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Conceituação de arquivos Implementação do sistemas de arquivo Introdução Sistema de

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

ORGANIZAÇÃO BÁSICA DE COMPUTADORES E LINGUAGEM DE MONTAGEM

ORGANIZAÇÃO BÁSICA DE COMPUTADORES E LINGUAGEM DE MONTAGEM Cap1.1 ORGANIZAÇÃO BÁSICA DE COMPUTADORES E LINGUAGEM DE MONTAGEM 1. Conceitos básicos Bit = BInary digit = vale sempre 0 ou 1 elemento básico de informação Byte Word = 8 bits processados em paralelo (ao

Leia mais

Microprocessadores. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Microprocessadores. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Microprocessadores Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Arquitetura de Microprocessadores; Unidade de Controle UC; Unidade Lógica Aritméticas ULA; Arquitetura de von Neumann; Execução de

Leia mais

MC-102 Aula 01. Instituto de Computação Unicamp

MC-102 Aula 01. Instituto de Computação Unicamp MC-102 Aula 01 Introdução à Programação de Computadores Instituto de Computação Unicamp 2015 Roteiro 1 Por que aprender a programar? 2 Hardware e Software 3 Organização de um ambiente computacional 4 Algoritmos

Leia mais

UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com

UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com 1 Algoritmos Representação Exercícios Linguagens de Programação Compilador Interpretador Ambiente de Desenvolvimento Python Característica Para que serve Onde

Leia mais

MIPS. Prof. Carlos Bazilio http://www.ic.uff.br/~bazilio bazilio@ic.uff.br

MIPS. Prof. Carlos Bazilio http://www.ic.uff.br/~bazilio bazilio@ic.uff.br MIPS Prof. Carlos Bazilio http://www.ic.uff.br/~bazilio bazilio@ic.uff.br Introdução Plataforma projetada da parceria entre NEC, Nintendo, Silicon Graphics e Sony Possui um conjunto de instruções que e

Leia mais

RISC - Reduced Instruction Set Computer

RISC - Reduced Instruction Set Computer Arquietura MAC 412- Organizãção de Computadores - Siang W. Song Baseado no livro de Tanenbaum - Structured Computer Organization Arquietura Índice 1 Avaliação da arquitetura CISC (microprogramada) Críticas

Leia mais