OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR"

Transcrição

1 OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR Resumo O presente artigo é parte de um projeto de pesquisa de doutorado e tem como objetivo analisar como as políticas de valorização do professor, referente à formação, estão contempladas nos planos de carreira dos doze municípios que formam o primeiro anel da região metropolitana de Curitiba, no Paraná. Para esta análise definiu se verificar como os aspectos de formação do professor estão postos nos documentos nacionais, buscando uma leitura da valorização: Lei de Diretrizes e Bases da Educação N , Lei do FUNDEF e FUNDEB, Resoluções do Conselho Nacional que fixam diretrizes nacionais para a carreira do magistério, Lei do Piso Nacional do Magistério e Decreto Nº Na sequência buscou se identificar nas leis municipais que regulamentam as carreiras dos professores da educação básica, se a forma como se estabelece os aspectos da formação do professor, inicial e continuada, propõem condições para a sua valorização. Universidade Federal do Paraná Palavras chave: Valorização do professor, carreira, formação. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.1

2 O objetivo deste artigo é identificar elementos que são pressupostos para a valorização do professor ao longo de sua carreira, em doze municípios que compõe o primeiro anel da região metropolitana de Curitiba (PARMC) no Paraná, em especial no que trata da formação do professor. Tem como partida a análise das leis e documentos nacionais e das legislações que regulamentam os planos de carreiras dos municípios estudados. Entende se como PARMC, a composição dos municípios que fazem limite com a capital de Curitiba, sendo: Araucária, Almirante Tamandaré, Campina Grande, Campo Largo, Campo Magro, Colombo,Curitiba, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras e São José dos Pinhais. Foram analisados as leis municipais que fixam a carreira dos professores nos referidos municípios, buscando identificar o que as mesmas dispõem sobre a formação enquanto um princípio de valorização. Primeiramente faz se necessário definir neste estudo a partir de que concepção se concebe a valorização do professor, que deve estar intrinsecamente ligada a dois princípios: o primeiro à qualidade de ensino; o segundo, a qualidade de vida e bem estar do trabalhador, propiciado por meio de quatro elementos que viabilizem esta valorização sendo: a) formação; b) condições de trabalho; c) leis que regulamentam as carreiras, d) remuneração. Neste sentido, este estudo se debruçará sobre dois elementos da valorização, formação e leis que regulamentam as carreiras, identificando como a formação está contemplada (ou não), nos planos de carreira dos municípios do PARMC. Terá como percurso, primeiramente, identificar nos documentos nacionais as proposições sobre a formação enquanto valorização do professor e na sequência, o levantamento de como a formação está (ou não) regulamentada, nas legislações municipais de forma a propiciar a valorização do professor nos municípios do PARMC. Neste sentido, serão levantadas reflexões sobre formação inicial: titulação para ingresso e, formação continuada: as políticas de formação nas rede de ensino, licenças para estudos e como a formação se vincula as progressões dos professores nas suas carreiras. Para Carissimi e Trojan (2011, p.61) a formação dos profissionais de educação deve ser entendida na perspectiva social e alçada ao nível da política pública, tratada como direito e superando o estágio das iniciativas individuais para aperfeiçoamento próprio, X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.2

3 ou seja, a formação, enquanto um mecanismo para a valorização do professor deve ser pensada a partir do entendimento de uma política educacional, de forma contínua e, não somente definida por meio de programas de governo. Deve ser construída de forma que ultrapasse a visão da vontade do indivíduo de realizar este ou aquele curso, estando inserido dentro de um projeto de sociedade, que visa a melhoria da educação pública nacional. Neste sentido este trabalho, entende formação como: inicial e continuada. Formação inicial é aquela que se dá por meio dos cursos que propiciam o ingresso dos professores na rede de ensino, seja a nível médio (magistério modalidade normal) ou de graduação. Formação continuada é aquela que acontece durante a carreira do professor seja por meio de cursos, palestras, assessoramentos, ou por meio das pós graduações (especializações, mestrado e doutorado). O desafio deste artigo é propor reflexões de como a formação inicial e a formação continuada constituem se em um elemento de valorização do professor ao longo de sua carreira de trabalho, para entanto, torna se importante neste contexto, compreender o significado de carreira que para Bollmann é: O mecanismo de estímulo ao exercício do magistério e à evolução acadêmico científica. Pressupõe indivíduos preparados para o exercício da profissão, portadores de título compatível com as necessidades do nível de ensino a que o trabalho docente se destina. Vincula se à formação e às condições de trabalho, podendo assumir a avaliação de desempenho por mérito, sem ser submetida a critérios classificatórios de competitividade. Constitui a coluna dorsal do processo educativo, exercendo grande influência no nível de aprendizagem dos alunos nos diferentes níveis e modalidades de educação. Assim, a formação é um elemento de grande importância para a valorização pois, além de qualificar e promover a qualidade de ensino é elemento para o ingresso nas redes e para os avanços nas carreiras, promovendo a qualidade de vida do professor. Neste sentido é importante fazer um breve resgate sobre o que os documentos e legislações nacionais propõem a respeito da formação como um elemento de valorização. Tomamos como início a Constituição Federal de 1988, que coloca no seu artigo 206, como um dos princípios para que o ensino seja ministrado é: Valorização dos profissionais da X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.3

4 educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas 1 (BRASIL, 1988). A lei nacional fixa a valorização dos professores como um princípio para a educação brasileira, esta valorização deve acontecer vinculado aos planos de carreiras. O desafio, no entanto, é identificar se estes planos de carreira, que são de prerrogativa dos estados e municípios, abarcam elementos que de fato promovam ao longo da carreira a valorização do professor, em especial aqui elencado, aspectos sobre a formação. É neste sentido, que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira 9394\1996, é mais especifica quando indica em seu artigo 67 quais elementos devem consolidar se para que de fato aconteça a valorização do professor. Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, Assegurando lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público: I ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos; II aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim; III piso salarial profissional; IV progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho; V período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho; VI condições adequadas de trabalho. A LDB 9394/96 propõe importantes encaminhamentos sobre formação como uma estratégia de valorização do professor, três dos incisos deste artigo indicam questões relevantes sobre a formação, como aperfeiçoamento continuado, licenças periódicas e remuneradas para estudos, progressão na carreira baseada na titulação e período para estudos inclusa na jornada de trabalho. Ainda em seu artigo 87, define que os Municípios, Estado e União devem realizar programas de capacitação para todos os professores em exercício, utilizando também para isto, os recursos da educação à distância (BRASIL, 1996). Assim, a LDB é específica nos encaminhamentos sobre os aspectos da formação do professor (inicial e continuada), enquanto estratégia de valorização, no entanto, a regulamentação e a efetivação destes elementos acabam sendo efetivados (ou não) nas esferas municipais e estaduais. 1 Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.4

5 Outra legislação aprovada no mesmo ano da LDB, foi a do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e trata do financiamento da educação. Esta lei propunha questões referentes à formação, porém, disciplina aspectos mais voltados para a formação inicial: Art. 9º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão, no prazo de seis meses da vigência desta Lei, dispor de novo Plano de Carreira e Remuneração do Magistério, de modo a assegurar: 1º Os novos planos de carreira e remuneração do magistério deverão contemplar investimentos na capacitação dos professores leigos, os quais passarão a integrar quadro em extinção, de duração de cinco anos. 2º Aos professores leigos é assegurado prazo de cinco anos para obtenção da habilitação necessária ao exercício das atividades docentes. 3º A habilitação a que se refere o parágrafo anterior é condição para ingresso no quadro permanente da carreira conforme os novos planos de carreira e remuneração. A lei propunha que os planos de carreira deveriam assegurar, inclusive recursos financeiros, para o investimento em formação dos professores em nível superior, em especial para aqueles considerados leigos, tal indicação provem de uma necessidade de se ter professores qualificados nas redes públicas, que até então, era na sua maioria, constituída por professores leigos ou com formação a nível médio. Sobre a formação continuada, a lei que regulamentava as políticas de fundos nada referia. Visto que a LDB e a Lei do FUNDEF indicam a necessidade de planos de carreira dos professores, o Conselho Nacional de Educação, neste contexto, aprova a Resolução nº 03 de 1997, que fixa as diretrizes nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração do Magistério. Este documento se consolidou como importante referencial para os debates a respeito da valorização dos professores, pois propõe elementos relevantes para a consolidação desta política, inclusive referendando questões sobre a formação que já eram explicitadas na LDB, mas com um grande avanço quando define o total de vinte por cento de hora atividade na jornada de trabalho e propõe como critérios de progressão na carreira, a qualificação. Este cenário modifica se com a aprovação da Emenda Constitucional Nº 53 de 2006 e a criação do Fundo de Manutenção e Valorização dos Profissionais da Educação Básica (FUNDEB) em 2007, que deixa de contemplar somente o ensino fundamental e amplia o X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.5

6 financiamento educacional para toda a educação básica. A Lei que regulamenta o novo fundo Nº 11494\2007 coloca que: Art. 40. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão implantar Planos de Carreira e remuneração dos profissionais da educação básica, de modo a assegurar: (...) Parágrafo único. Os Planos de Carreira deverão contemplar capacitação profissional especialmente voltada à formação continuada com vistas na melhoria da qualidade do ensino. Com a criação do FUNDEB e a abrangência para a educação básica, surge a necessidade do CNE substituir a Resolução 03 de Aprova se então as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais do Magistério da Educação Básica Pública, Resolução Nº 09 de 28 maio de 2009, onde novamente reforçase a formação como uma estratégia de valorização, referendando o que a LDB já contempla e avançando quando propõe que a formação inicial deve ser dar em parceria com os sistemas de ensino e a formação continuada deve abranger os contextos de capacitação e aperfeiçoamento (estágios supervisionados e licenças sabáticas). É neste ano também que o Ministério da Educação (MEC) aprova o Decreto Nº 6755 que institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica. Como um dos princípios consta neste decreto a: [...] importância do docente no processo educativo da escola e de sua valorização profissional, traduzidas em políticas permanentes de estimulo à profissionalização, à jornada única, à progressão na carreira, à formação continuada, à dedicação exclusiva ao magistério, à melhoria das condições de remuneração e a garantia de condições dignas de trabalho (BRASIL, 2009). Esse decreto coloca como objetivos promover a qualidade da educação básica contemplando no seu inciso V o seguinte: promover a valorização docente, mediante ações de formação inicial e continuada que estimulem o ingresso, a permanência e a progressão na carreira (BRASIL, 2009). Percebe se que esta política de formação, prevê não apenas a qualificação do trabalho do professor, mas a entende como um mecanismo de valorização, por meio do: ingresso; da fixação deste trabalhador na rede de ensino a partir de cursos, palestras, oficinas e pós graduação que lhe assegurem condições de X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.6

7 exercer sua profissão com segurança e qualidade e; como condição de ascensão na carreira. A lei do piso salarial do magistério, aprovada em 2008, também se constitui em um importante documento para a valorização do professor, quando fixa a hora atividade de 33%. Este indicativo pode significar avanços no que diz respeito a formação continuada do professor, possibilitando espaços dentro de sua jornada de trabalho para a realização de estudos. Frente a este breve resgate das legislações nacionais que colocam a formação como um elemento para a valorização do professor durante suas carreiras, pretende se neste momento identificar de que forma os municípios do PARMC referendam em seus estatutos ou planos de carreira as questões sobre a formação e a valorização do professor. Os Planos de Carreira dos municipios do primeiro anel da região metropolitana de Curitiba e os elementos referentes à formação como valorização do professor A análise da legislação referente aos municípios do PARMC, nos permite perceber que entre eles existem diferenças e semelhanças, concluindo que as diretrizes nacionais não são o eixo de elaboração destes documentos. Por exemplo, verifica se que a maioria dos municípios possuem planos de carreira próprios do magistério, mas que dois dos municípios, São José dos Pinhais e Quatro Barras, possuem suas carreiras regulamentadas em planos gerais dos servidores públicos municipais, conforme demonstra o quadro abaixo. Município Tipologia Titulação para ingresso Almirante Tamandaré Estatuto Próprio do Magistério Nível superior Araucária Estatuto Próprio do Magistério Nível superior Campina Grande Estatuto Próprio do Magistério Nível superior Colombo Estatuto Próprio do Magistério Nível superior Campo Largo Estatuto Próprio do Magistério Nível superior Campo Magro Estatuto Próprio do Magistério Nível superior X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.7

8 Curitiba Estatuto Próprio do Magistério Nível superior Fazenda Rio Grande Estatuto Próprio do Magistério Nível médio Piraquara Estatuto Próprio do Magistério Nível médio Pinhais Estatuto Próprio do Magistério Nível superior Quatro Barras São José dos Pinhais Estatuto dos Servidores Públicos Municipais Estatuto dos Servidores Públicos Municipais Nível médio Nível Superior QUADRO 1 ESTRUTURA E INGRESSO NAS CARREIRAS DAS REDES MUNICIPAIS FONTE: ALMIRANTE TAMANDARÉ, ARAUCARIA, CAMPINA GRANDE DO SUL, CAMPO LARGO, CAMPO MAGRO, COLOMBO, CURITIBA, FAZENDA RIO GRANDE, PINHAIS, PIRAQUARA, QUATRO BARRAS, SÃO JOSE DOS PINHAIS. Elaborado pela autora. Em relação ao ingresso, verifica se que maioria dos municípios exigem o nível superior para ingresso na rede municipal. Fazenda Rio Grande, Quatro Barras e Piraquara mantêm o ingresso ainda com formação nível médio, tal perspectiva pode caracterizar uma carreira com maior quantidade de progressões no que diz respeito as titulações, dependendo a forma como a mesma é estruturada. Pela análise a única menção feita pelas legislações municipais sobre formação inicial esta relacionada a titulação para ingresso. O município de Fazenda Rio Grande é o único que relata de responsabilidade do município a prioridade da formação em nível superior, por meio de parcerias e custeio de mensalidades, no restante dos municípios não verificou se movimentos de parcerias ou incentivos para a formação inicial, até porque a maioria possuem o ingresso por meio da graduação. Sobre a formação continuada, a maioria dos municípios relatam em suas legislações de quem é competência e responsabilidade, colocando como dever do gestor ofertar capacitação, treinamento e qualificação como demonstra o quadro 2. Almirante Tamandaré Araucária Campina Grande Colombo A secretaria municipal de educação estabelecerá um plano de formação profissional para a carreira do profissional de educação. Trata da qualificação profissional, porém não responsabiliza o município por esta ação. XXXXX A secretaria de educação estabelecerá um plano de formação profissional para a carreira do magistério. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.8

9 Campo Largo Terá programas estabelecidos pelo município, definidos em regulamento próprio. O município garantirá 40 horas anuais. A secretaria municipal estabelecerá um plano de formação profissional para a carreira do profissional do magistério. Campo Magro A Secretaria Municipal de Educação estabelecerá um plano de formação profissional para a carreira do Profissional da Educação Municipal. Curitiba O Município priorizará o investimento na formação dos Profissionais do Magistério, até o final da década da educação (Graduação, especialização para a educação especial) Fazenda Rio Grande Piraquara Pinhais Quatro Barras São José dos Pinhais Priorizará o investimento na formação dos professores em nível superior, de responsabilidade do município. O município assegurará subsídios para o custeio da mensalidade de cada aluno professor, até o limite de 5% dos recursos a manutenção e desenvolvimento do ensino, por meio de convênios e regulamentação municipal, com instituições educacionais reconhecidas pelos Órgãos competentes. Programa de formação continuada (Capítulo VI da qualificação profissional) Qualificação profissional prevista no plano de carreira (estabelecendo plano de formação profissional para a carreira do magistério público municipal) XXXXX XXXX QUADRO 2 A POLITICA MUNICIPAL DE FORMAÇÃO PARA PROFESSORES NAS REDES MUNICIPAIS FONTE: ALMIRANTE TAMANDARÉ, ARAUCARIA, CAMPINA GRANDE DO SUL, CAMPO LARGO, CAMPO MAGRO, COLOMBO, CURITIBA, FAZENDA RIO GRANDE, PINHAIS, PIRAQUARA, QUATRO BARRAS, SÃO JOSE DOS PINHAIS. Elaborado pela autora. Nas pesquisas realizadas, cinco municípios, Almirante Tamandaré, Colombo, Campo Largo, Campo Magro e Pinhais tratam em suas legislações sobre a elaboração de planos de formação para a carreira. Três deles sendo São José dos Pinhais, Quatro Barras e Campina Grande não mencionam regulamentações sobre formação continuada. O município de Piraquara tem no plano de carreira um capítulo específico na lei que trata da qualificação profissional. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.9

10 Um dos indicativos da LDB e das diretrizes do Conselho Nacional diz respeito as licenças remuneradas para estudo, no entanto, a realidade posta nos municípios sobre este elemento não reflete a indicação nacional, conforme demonstra o Quadro 3. Almirante Tamandaré Araucária Campina Grande Colombo Campo Largo Campo Magro Curitiba Fazenda Rio Grande Piraquara Pinhais Quatro Barras São José dos Pinhais Assegura se períodos de licença remunerada para cursos de aperfeiçoamento profissional, conforme regulamentação própria. Requerer afastamento para frequentar cursos de mestrado e doutorado, desde que não seja necessária a contratação para a substituição e com autorização prévia da Secretaria de Educação, que estabelecerá critérios e condições regulamentadas por decreto Executivo. Nomeada comissão para apresentar proposta de critérios de afastamento remunerado para a qualificação profissional. Xxxx Participação de cursos de pós graduação em nível de Mestrado poderão afastar se desde que não necessária contratação para substituição e com autorização do Secretário de Educação, onde demais critérios e condições serão regulamentados por decreto do Executivo. Nível de Mestrado e Doutorado na área de educação, poderá requerer afastamento remunerado, mediante critérios e condições estabelecidas e regulamentadas por ato privativo do Executivo. Poderá solicitar período de licença sem vencimentos para cursos de aperfeiçoamento profissional, conforme interesse da Administração XXX Xxxx Estagio curricular supervisionado, na área da educação Xxxx Poderá ausentar se do município para estudos, desde que autorizado pela maior autoridade a que estiver subordinado. Não excederá a quatro anos Estudos determinados pela administração Curso de aperfeiçoamento, atualização, especialização, mestrado e doutorado, a interesse da gestão. QUADRO 3 AS LICENÇAS PARA ESTUDOS NAS REDES MUNICIPAIS FONTE: ALMIRANTE TAMANDARÉ, ARAUCARIA, CAMPINA GRANDE DO SUL, CAMPO LARGO, CAMPO MAGRO, COLOMBO, CURITIBA, FAZENDA RIO GRANDE, PINHAIS, PIRAQUARA, QUATRO BARRAS, SÃO JOSE DOS PINHAIS. Elaborado pela autora. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.10

11 Relacionado a questão dos afastamentos, os municípios de Campina Grande, Fazenda Rio Grande, Pinhais e Curitiba não fazem menção sobre direitos a afastamentos. Os municípios a seguir preveem condições de afastamentos para estudos, porém todos vinculados a vontade do gestor e não como um direito do trabalhador. Quanto à remuneração das licenças para estudo também fica a cargo do gestor. Araucária não cita possibilidades de licença, mas indica sobre a criação de uma comissão para proposta de critérios de afastamento remunerado para a qualificação profissional. Piraquara regulamenta o afastamento somente para estágio supervisionado na área de educação. Compreendendo que o PSPN se constitui num importante documento para a valorização do professor, em especial ao número de hora atividade, que pode ser destinado também a formação continuada, verifica se a seguinte realidade municipal, frente a este elemento: Almirante Tamandaré 20% de hora atividade Araucária 20% da hora atividade Campina Grande 20% da hora atividade. Colombo 20% da hora atividade Campo Largo 20% de hora atividade. Curitiba XXX Fazenda Rio Grande 20% da hora atividade. Piraquara 20% de hora atividade, podendo chegar a 25% PINHAIS 20% da carga horária) Quatro Barras Será fixada por decreto do prefeito municipal. São José dos Pinhais 20% hora atividade QUADRO 4 A REGULAMENTAÇÃO DA HORA ATIVIDADE NOS MUNICIPIOS FONTE: ALMIRANTE TAMANDARÉ, ARAUCARIA, CAMPINA GRANDE DO SUL, CAMPO LARGO, CAMPO MAGRO, COLOMBO, CURITIBA, FAZENDA RIO GRANDE, PINHAIS, PIRAQUARA, QUATRO BARRAS, SÃO JOSE DOS PINHAIS. Elaborado pela autora. Nenhum dos municípios analisados possuem regulamentado em suas legislações a hora atividade de 33%. Todos fixam os 20% da carga horária de trabalho, em Piraquara podendo chegar a 25%. Em Quatro Barras será ainda, fixada por decreto do prefeito do município. Tal indicativo pode significar que os municípios não cumprem a Lei Federal de 2008 referente ao percentual destinado a hora atividade, o que não contribui para os aspectos de formação continuada, pois o aumento da hora atividade, pode significar uma alternativa para a realização de estudos e pesquisas durante a jornada de trabalho. Almirante Tamandaré Forma vertical, por habilitação e na forma horizontal por meio da avaliação de desempenho Forma vertical, por habilitação e horizontal tendo como mecanismos, tempo de serviço (trienal), avaliação de X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.11

12 Araucária Campina Grande Colombo Campo Largo Campo Magro Curitiba desempenho (trienal) e certificações (trienal). Vertical por habilitação e diagonal por merecimento Forma vertical por habilitação e horizontal pela avaliação de desempenho Forma vertical por escolaridade e horizontal pela avaliação de desempenho e apresentações de cursos Forma vertical, por titulação e de forma horizontal pela avaliação de desempenho. Forma vertical procedimento seletivo especifico, a partir de dois mil e sete por titulação e horizontal, por meio de cursos, capacitações, publicações, participação em comissões designadas pelo prefeito, participação nos conselhos escolares e associações de pais e mestres de forma bienal Fazenda Rio Grande A promoção se dá a partir da apresentação da titulação, e a progressão por meio da mudança de classe com interstício de 02 (dois) anos, obedecendo a critérios específicos de avaliação de desempenho e a participação em programas de desenvolvimento para a carreira. Piraquara Pinhais Quatro Barras São José dos Pinhais O crescimento vertical acontece por meio da habilitação e o crescimento horizontal por meio de avaliação de desempenho e participação em programas de desenvolvimento na carreira. Forma vertical por habilitação e, de forma horizontal,por meio de avaliação de critérios tempo de serviço, desempenho profissional, produções acadêmicas, avaliação de conhecimento e desempenho. Forma horizontal pela titulação e de forma vertical pela avaliação de desempenho. A progressão simples, se dá por avaliação de desempenho que lhe dá o direito a passar pela progressão qualificada, que se dá pela titulação. QUADRO 5 A FORMAÇÃO E AS PROGRESSOES NAS CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PARMC FONTE: ALMIRANTE TAMANDARÉ, ARAUCARIA, CAMPINA GRANDE DO SUL, CAMPO LARGO, CAMPO MAGRO, COLOMBO, CURITIBA, FAZENDA RIO GRANDE, PINHAIS, PIRAQUARA, QUATRO BARRAS, SÃO JOSE DOS PINHAIS. Elaborado pela autora. Em relação as progressões na carreira verifica se que todos os municípios contemplam crescimentos na carreira por meio da formação continuada, em especial as titulações (especialização, mestrado e doutorado). Em relação aos cursos, treinamentos, capacitações apenas seis municípios (Araucária, Campo Largo, Curitiba, Fazenda Rio X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.12

13 Grande, Piraquara e Pinhais) absorvem como critérios para as progressões nas carreiras dos professores, ou seja, 50% dos municípios apenas. Considerações finais A análise dos planos de carreira dos doze municípios do primeiro anel da região metropolitana de Curitiba permite levantar algumas considerações sobre a formação e a valorização dos professores: Os documentos e as leis nacionais propõem a formação para a valorização do professor, no entanto, nas leis municipais, pouco se concretiza destes encaminhamentos; Verifica se que em termos de formação, cada município regulamenta ou não nos planos de carreira, conforme sua vontade; As políticas de formação inicial pouco são contempladas nos planos municipais; As licenças para estudo são contempladas em algumas leis das carreiras municipais, no entanto, são condicionadas a vontade do gestor em todos os municípios, não se constituindo como um direito; Algumas legislação tratam da formulação de planos municipais de formação, o que caracteriza se como algo positivo nas redes, desde que de fato aconteça e os professores possam beneficiar se destas diretrizes; Perante as progressões, a formação por titulação é a mais contemplada, indicando a necessidade de reflexões a respeito de como a formação continuada (cursos, assessoramentos, etc...) pode contribuir para a progressão na carreira e a valorização do professor. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.13

14 Referencias BOLLMANN. Valorização do magistério. In OLIVEIRA.D.A; DUARTE.A.M.C; VIEIRA.L.M.F. Dicionário: trabalho, profissão e condição docente. Belo Horizonte. UFMG/Faculdade de Educação, CD ROM. Constituição (1988). Constituição da Republica Federativa promulgada em 5 de outubro de Brasília, do Brasil:. Lei nº 9394/1996, de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes da educação nacional. Brasília, Ministério da Educação e Cultura. (1996). Lei 9.424/96 (FUNDEF). Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério, na forma prevista no art. 60, 7º, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, e dá outras providências, de 24 de dezembro de Brasília, DF., Ministério da Educação e Cultura, CNE, CEB. Resolução n. 3/1997. Fixa diretrizes para os novos planos de carreira e de remuneração para o Magistério dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, de 8 de outubro de Brasília, DF.. Emenda Constitucional nº 53, de 19 de dezembro de Dá nova redação aos art. 7º, 23, 30, 206, 211 e 212 da Constituição Federal e ao art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Disponível em: < Acesso em agosto Lei , de 20 de junho de Regulamenta o Fundo de Manutenção e desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Fundeb. Disponível em: < em: fevereiro Lei nº 11738, de 16 de julho de Regulamenta a alínea e do inciso III do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para instituir o piso salarial profissional do magistério publico de educação básica. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 17 de julho Disponível em: Acesso em: setembro Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução nº 02, de Fixa as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais do Magistério da Educação Pública. Disponível em: < Acesso em:setembro X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.14

15 . Decreto 6755, de 29 de janeiro de Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,disciplina a atuação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES no fomento a programas de formação inicial e continuada, e dá outras providências.disponível em Acessado em 05 outubro de CARISSIMI.A.C.V; TROJAN.R.M. A valorização do professor no Brasil no contexto das tendências globais. Jornal de Políticas Educacionais, n.10, agosto/dezembro de 2011 X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.15

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA Regulamenta o inciso VIII do artigo 206 da Constituição Federal, para instituir o piso salarial profissional

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 Destaques da Proposta de Programa de Capacitação dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação aprovados durante a 435ª Reunião do Conselho Diretor PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 ALTERAÇÕES GERAIS

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 013/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca de critérios para abertura e funcionamento de Curso de Instrumentação Cirúrgica. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico ao

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA Regulamenta o inciso VIII do artigo 206 da Constituição Federal, para instituir o piso salarial profissional

Leia mais

UNCME RS FALANDO DE PME 2015

UNCME RS FALANDO DE PME 2015 UNCME RS FALANDO DE PME 2015 DIRETORIA UNCME-RS VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO CONTATOS: Site: www.uncmers E-MAIL: uncmers@gmail.com.br

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL

MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL LEGISLAÇÃO BÁSICA LEI Nº 11.738, DE 16/07/2008 1 Profissionais têm direito ao piso piso. O art. 1º e o 2º do art. 2º definem quais profissionais têm direito

Leia mais

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013.

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. REESTRUTURA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO, O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FAZENDA VILANOVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO ANTONIO DORNELLES, PREFEITO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 13.421, DE 05 DE ABRIL DE 2010. (publicada no DOE nº 062, de 05 de abril de 2010 2ª edição) Institui a Carreira

Leia mais

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES PROJETO DE LEI Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC; altera as Leis n os 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.755, DE 29 DE JANEIRO DE 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 3 DE AGOSTO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 3 DE AGOSTO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 3 DE AGOSTO DE 2010 (*) Fixa as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Funcionários

Leia mais

Marcia Andreia Grochoska UFPR

Marcia Andreia Grochoska UFPR OS DESAFIOS FRENTE AOS PLANOS DE CARREIRA DO MAGISTÉRIO DOS MUNICIPIOS DO 1º ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA PERANTE A APROVAÇÃO DA LEI FUNDEB Marcia Andreia Grochoska UFPR Resumo: Este artigo

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL BOMBINHAS-SC

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL BOMBINHAS-SC LEI COMPLEMENTAR Nº 034, de 13 de dezembro de 2005. Institui o Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos do Pessoal do Poder Legislativo do Município de Bombinhas e dá outras providências.. Júlio César Ribeiro,

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES

PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 CÂMARA DE LEGISLAÇÃO E NORMAS INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES MUNICÍPIO: ITAIPULÂNDIA

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Marcos Neves Comissão Central PDI do IFSC PNE EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL O art.

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010 Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Art. 3º Os detentores de cargo de Educador Infantil atuarão exclusivamente na educação infantil.

Art. 3º Os detentores de cargo de Educador Infantil atuarão exclusivamente na educação infantil. LEI Nº 3464/2008 de 20.03.08 DÁ NOVA DENOMINAÇÃO AO CARGO DE MONITOR, INCLUI SEUS OCUPANTES NO PLANO DE CARGOS, CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO MUNICIPAL DE FRANCISCO BELTRÃO, NA ÁREA DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

Ednei Nunes de Oliveira - Candidato a Diretor. Por uma EaD focada no aluno e na qualidade com inovação: crescer com justiça e humanização.

Ednei Nunes de Oliveira - Candidato a Diretor. Por uma EaD focada no aluno e na qualidade com inovação: crescer com justiça e humanização. PROGRAMA DE TRABALHO PARA O QUADRIÊNIO 2015-2019 DOS CANDIDATOS À DIREÇÃO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Ednei Nunes de Oliveira - Candidato a Diretor

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE Ministério da Educação Novembro de 2013 1 SUMÁRIO 1. Apresentação 1.1 Introdução 1.2 Base Legal 1.3 Justificativa 2.

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Profissionais da educação: formação inicial e continuada 1.1. Implantar

Leia mais

Dispõe sobre a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu pela Universidade Federal do Pará

Dispõe sobre a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu pela Universidade Federal do Pará Dispõe sobre a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu pela Universidade Federal do Pará O REITOR DA, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral, obedecidas a legislação

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta o Decreto nº 7.385, de 8 de dezembro de 2010, que instituiu o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS). Os MINISTROS

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014 ESTUDO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014 Ana Valeska Amaral Gomes Paulo Sena Consultores Legislativos da Área XV Educação, Cultura e Desporto Nota

Leia mais

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Principais aspectos

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Principais aspectos INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Principais aspectos XIX SEMINÁRIO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014 Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação Resolução COMEV Nº. 01/2014 Fixa normas relativas à Organização e Funcionamento do Ciclo Inicial de Aprendizagem do Ensino Fundamental na

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior ASSUNTO: Aprecia Indicação CNE/CP nº 2/2002 sobre Diretrizes Curriculares

Leia mais

Constituição Federal

Constituição Federal Constituição Federal CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 1988 COM A INCORPORAÇÃO DA EMENDA 14 Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007 RESOLUÇÃO Nº 21/2007 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, CONSIDERANDO o que consta do Processo nº 25.154/2007-18 CENTRO DE EDUCAÇÃO (CE); CONSIDERANDO

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente

Leia mais

Disciplina Estrutura e Funcionamento da. Licenciatura em Química Professor: Weslei Cândido

Disciplina Estrutura e Funcionamento da. Licenciatura em Química Professor: Weslei Cândido Disciplina Estrutura e Funcionamento da Educação básicab Licenciatura em Química Professor: Weslei Cândido Ementa da Disciplina Os caminhos da educação brasileira. A estrutura e organização do ensino no

Leia mais

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) I ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DE CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10. MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10. MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10 MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010 Senhor Presidente, Tenho a honra de encaminhar a Vossa Excelência, para ser apreciado por essa Assembléia Legislativa,

Leia mais

META NACIONAL 20- ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto

META NACIONAL 20- ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto META NACIONAL 20- ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto - PIB do País no 5 o (quinto) ano de vigência

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 021/2014

ATO NORMATIVO Nº 021/2014 ATO NORMATIVO Nº 021/2014 Altera o Ato Normativo nº 003/2011 que regulamenta a Lei nº 8.966/2003, com alterações decorrentes das Leis n os 10.703/2007, 11.171/2008 e 12.607/2012 que dispõem sobre o Plano

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

http://www.legislabahia.ba.gov.br/verdoc.php?id=65585&voltar=voltar

http://www.legislabahia.ba.gov.br/verdoc.php?id=65585&voltar=voltar Page 1 of 11 Voltar Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." LEI Nº 11.374 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2009 Ver também: Decreto 14.488 de 23 de maio de 2013 - Regulamenta

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn

RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn INSTITUI O PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO E ESTABELECE NORMAS PARA A CONCESSÃO DE HORÁRIO PARA SERVIDORES ESTUDANTES, AFASTAMENTO PARA ESTUDOS E PROMOÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Educação Técnica e Tecnológica Aberta e a Distância NETTAD - CAVG. O Presidente em exercício do Conselho Coordenador do

Leia mais

Questões fundamentadas Lei 9.394/96 - LDB

Questões fundamentadas Lei 9.394/96 - LDB Para adquirir apostila digital de 500 Questões Fundamentadas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Lei 9.394/96 (LDB) acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br OBS.: ESSA APOSTILA DIGITAL SERÁ

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 16/01/2014 (nº 11, Seção 1, pág. 26) Institui o Plano Nacional de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA. Victória Lança

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA. Victória Lança 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA Victória Lança CARREIRAS DO MAGISTÉRIO PÚBLICO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS REDES DE EDUCAÇÃO DA REGIÃO

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: UF Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre a oferta de cursos de pósgraduação lato sensu

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

O Presidente da Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições,

O Presidente da Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 13/2008 Revoga a Resolução Nº 13/2007 desta Câmara, e dá nova redação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 122, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 69ª Reunião Ordinária, realizada no dia 26 de novembro de 2015, no uso das atribuições que

Leia mais

Exmº Senhor Presidente da Assembleia Legislativa: Deputado Theodorico de Assis Ferraço

Exmº Senhor Presidente da Assembleia Legislativa: Deputado Theodorico de Assis Ferraço Vitória, 04 de março de 2015 Mensagem nº 32/2015 Exmº Senhor Presidente da Assembleia Legislativa: Deputado Theodorico de Assis Ferraço Encaminho ao exame dessa Casa de Leis o incluso Projeto de Lei Complementar

Leia mais

3.2. Os projetos de pesquisa e de extensão deverão, necessariamente, referir-se ao Poder Legislativo e ser vinculados às seguintes linhas temáticas:

3.2. Os projetos de pesquisa e de extensão deverão, necessariamente, referir-se ao Poder Legislativo e ser vinculados às seguintes linhas temáticas: CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETORIA-GERAL DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO FORMAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA E EXTENSÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EDITAL Nº 14,

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 25/06/2007

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 25/06/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Instituto Monte Horebe UF: DF ASSUNTO: Solicita manifestação quanto à legalidade da Resolução CFC nº 991/2003, de 11/12/2003, e a situação

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR - CAPES FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO (versão preliminar) Brasília, setembro

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº XXXX DE XX DE XXXXXX DE 201X ALTERA A LEI Nº 6720, DE 25 DE MARÇO DE 2014, QUE INSTITUI PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E REMUNERAÇÃO DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO Presidente Carmen Maria Teixeira Moreira Serra Secretário

Leia mais

DECRETO Nº 1040, DE 28 DE ABRIL DE 2015

DECRETO Nº 1040, DE 28 DE ABRIL DE 2015 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 1040, DE 28 DE ABRIL DE 2015 Regulamenta as Atividades de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal e o Adicional de Incentivo à Profissionalização. O PREFEITO DE GOIÂNIA,

Leia mais

PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO I. INTRODUÇÃO: Plano de Carreira é o conjunto de normas que disciplinam o ingresso e instituem oportunidades e estímulos ao desenvolvimento

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEI N. 1.694, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2005 Institui o Sistema Público da Educação Básica do Estado do Acre, face às diretrizes da Educação Nacional e demais instrumentos legais relativos ao regime de colaboração

Leia mais

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS NOTA TÉCNICA 34 2013 Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS Brasília, 24 de agosto de 2013 I NTRODUÇÃO NOTA TÉCNICA 34 2013 Nesta Nota Técnica vamos analisar a proposta do

Leia mais

Prefeitura Municipal de Sabará Rua Dom Pedro II, 200 CEP: 34505-000 Sabará MG Fones: (31) 3672-7672 - (31) 3674-2909

Prefeitura Municipal de Sabará Rua Dom Pedro II, 200 CEP: 34505-000 Sabará MG Fones: (31) 3672-7672 - (31) 3674-2909 PROJETO DE LEI Nº 023, de 05 de maio de 2015 Dispõe sobre o processo de ingresso à direção das Instituições de Ensino do Municipio, estabelece a estrutura de cargos e salários dos Diretores e Vice Diretores

Leia mais

Planejando a Próxima Década. Alinhando os Planos de Educação

Planejando a Próxima Década. Alinhando os Planos de Educação Planejando a Próxima Década Alinhando os Planos de Educação EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 59, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2009 Art. 4º O caput do art. 214 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação,

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004 CRIA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE MORMAÇO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. FAÇO

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

Assessoria de Imprensa e Comunicação

Assessoria de Imprensa e Comunicação PORTARIA 74/06 - SMG Assessoria de Imprensa e Comunicação Dispõe sobre os critérios e procedimentos para valoração e apuração dos pontos relativos à capacitação e participação em atividades realizadas

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 Regulamenta a Lei nº 4.119, de agosto de 1962, que dispõe sobre a Profissão de Psicólogo. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o art.87, item

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE CIENCIAS DA SAUDE COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

ESCOLA SUPERIOR DE CIENCIAS DA SAUDE COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESCOLA SUPERIOR DE CIENCIAS DA SAUDE COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DO TRABALHO E EDUCAÇÃO NA SAÚDE 1- Introdução: contextualização a iniciativa O curso

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Estabelece Normas Operacionais Complementares em conformidade com o Parecer CNE/CEB nº 06/2010, Resoluções CNE/CEB nº 02/2010

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT.

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. Fixa normas complementares, para o Sistema Estadual de Ensino, à lmplementação das Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Infantil e dos anos iniciais

Leia mais

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE REGULAMENTO DOS NÚLCLEOS DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS (NEABIs) DO IFRS Aprovado pelo Conselho Superior do IFRS, conforme Resolução nº 021, de 25 de fevereiro de 2014. CAPÍTULO I: DA NATUREZA

Leia mais

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) -

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) - CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Participar do processo de planejamento e elaboração da proposta pedagógica da escola; orientar a aprendizagem dos alunos; organizar as atividades inerentes ao processo

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica UF: DF ASSUNTO: Consulta sobre profissionais de Educação Infantil que atuam em redes

Leia mais

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE)

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) [Segunda versão, 11.08.2009, a partir de construção evolutiva trabalhada com a Comissão de Autonomia da Andifes, sujeita à apreciação do

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E METAS Art. 1º. O Programa de Capacitação Institucional PCI tem por objetivo promover a melhoria da qualidade das funções

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.074, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.074, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.074, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Dispõe sobre os Planos Acadêmicos, Regimes e Horário de

Leia mais

Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu

Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Os cursos de pós-graduação lato sensu da FACULDADE UNIDA são regidos pela Resolução n. º 01, de 8 de junho de 2007,

Leia mais

RESOLUÇÃO CEP 10/2015 25 de março de 2015

RESOLUÇÃO CEP 10/2015 25 de março de 2015 RESOLUÇÃO CEP 10/2015 25 de março de 2015 Aprova o Regulamento de Educação Continuada Docente. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA DA FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO, no uso de suas atribuições regimentais,

Leia mais

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte,

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte, LEI Nº 302/05 "DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que

Leia mais

APROVAR as normas para concessão de afastamento para pós-graduação aos servidores do IF-SC. CAPÍTULO I DOS TIPOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

APROVAR as normas para concessão de afastamento para pós-graduação aos servidores do IF-SC. CAPÍTULO I DOS TIPOS DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO N o 019/2012/CDP Florianópolis, 03 de maio de 2012. A PRESIDENTE DO DO INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo Regimento Geral do IF-SC e pelo

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Regulamenta o inciso XVI do art. 22 da Constituição Federal que trata da organização do sistema nacional de emprego, para a adoção de políticas

Leia mais

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN PL 8035/2010 Plano Nacional de Educação 2011/2020 UMA POLÍTICA DE ESTADO Maria de Fátima Bezerra Deputada Federal PT/RN Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal O PNE foi construído

Leia mais

LEI Nº 13.574, DE 12 DE MAIO DE 2003. (Projeto de Lei nº 611/02, da Vereadora Claudete Alves - PT)

LEI Nº 13.574, DE 12 DE MAIO DE 2003. (Projeto de Lei nº 611/02, da Vereadora Claudete Alves - PT) LEI Nº 13.574, DE 12 DE MAIO DE 2003 (Projeto de Lei nº 611/02, da Vereadora Claudete Alves - PT) Dispõe sobre a transformação e inclusão no Quadro do Magistério Municipal, do Quadro dos Profissionais

Leia mais