UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CIG-PROPLAN SETEMBRO, 2013

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1 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CIG-PROPLAN ANÁLISE DO IGC DA UFPE SETEMBRO, 2013

2 Apresentação Este relatório contém o resultado da análise do Índice Geral de Cursos (IGC) da UFPE durante os anos de 2007 a 2012, bem como a posição da UFPE em relação as 10 maiores universidades públicas de 2011, o desempenho de cada um dos cursos da UFPE no ENADE e os demais indicadores que compõem o IGC. Além de apresentar os valores dos indicadores referidos também serão descritos os métodos de cálculo de cada um dos indicadores. Índice Geral de Cursos O Índice Geral de Curso (IGC) é um indicador de qualidade da instituição calculado em função da qualidade dos cursos de graduação (ENADE) e nota CAPES dos programas de pósgraduação, bem como do número de alunos. O IGC é uma média ponderada dos conceitos dos cursos de graduação e pós-graduação da IES, obtida a partir da equação (1): IGC = αg + (1 α)β 2 (M + 5) + (1 α)(1 β) (D + 10), ( 1 ) 3 onde G é o conceito médio da graduação, M é o conceito médio do mestrado, D é o conceito médio do doutorado, α é a porcentagem de graduandos no total da IES (em termos de graduando equivalente) e β é a porcentagem de mestrandos no total da Pós-Graduação da IES (em termos de graduando equivalente). O IGC varia desde 0 a 5 e classificado em faixas de 1 a 5, conforme apresentado na Tabela 1. Tabela 1 Distribuição dos conceitos do IGC IGC - Faixas IGC - Contínuo 1 0 IGC< 0, ,945 IGC< 1, ,945 IGC< 2, ,945 IGC< 3, ,945 IGC 5

3 O conceito médio do mestrado é obtido a partir da equação (2), onde M i é a nota dos alunos de mestrado do programa i e θ i a proporção de alunos matriculados no mestrado do programa i entre os matriculados nos mestrados da IES para os quais se atribuiu a nota Capes. Sendo C i o conceito obtido pelo programa de pós-graduação i na CAPES, a nota dos alunos de mestrado do programa é dada por M i = C i caso C i 5 ou M i = 5 caso C i > 5. Consideram-se apenas programas de pós-graduação que obtiveram conceito CAPES maiores ou iguais a 3. m M = M i θ i i O conceito médio do doutorado é obtido a partir da equação (3), onde D i é a nota dos alunos de doutorado do programa i e γ i a proporção dos alunos matriculados no doutorado do programa i entre os matriculados nos doutorados da IES para os quais se atribuiu a nota Capes. A nota dos alunos de doutorado do programa de pós-graduação i é dada por D i = C i 2. Novamente, consideram-se apenas programas que obtiveram conceito CAPES maiores que ou iguais a 3. (2) h D = D i γ i i (3) O conceito médio da graduação é obtido a partir da equação (4), onde CPC i é o conceito preliminar da Unidade i e i a proporção dos alunos matriculados na Unidade i entre os matriculados dos cursos de graduação para os quais foi possível calcular o CPC (Conceito Preliminar de Curso). A Unidade de Observação (Unidade) i consiste no conjunto de cursos que compõe uma área de avaliação específica do ENADE de uma Instituição de Educação Superior em um município específico. n G = CPC i i i O CPC combina diversas medidas relativas à qualidade do curso: as informações de infraestrutura, recursos didático-pedagógicos e corpo docente oferecidas por um curso; o desempenho obtido pelos estudantes concluintes no ENADE; e os resultados do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD). Ao todo, o CPC contempla sete componentes, sete medidas de qualidade do curso. A combinação das medidas de qualidade do curso padronizadas e transformadas em notas variando de 0 a 5, resulta na equação (5): (4)

4 CPC = 0,15 NPD + 0,075 (NPM + NPR + NF + NO) + 0,35 NIDD + 0,20 NC, (5) em que NPD, NPM e NPR são as notas referentes a proporção de professores com no mínimo Doutorado, com no mínimo Mestrado e com regime de dedicação integral ou parcial no total de professores da Unidade, respectivamente; NF e NO são as respectivas notas de infraestrutura e da organização didático-pedagógica, calculadas com base no questionário socioeconômico respondido pelos alunos participantes do ENADE 2011; NC é a nota dos concluintes do ENADE 2011; e NIDD é a nota do indicador de diferenças entre os desempenho observado e esperado. A pergunta do questionário do ENADE sobre infraestrutura utilizada é a seguinte: Os equipamentos e/ou materiais disponíveis nos ambientes para aulas práticas são suficientes para o número de estudantes? (Se for estudante de EAD Educação a distância, considere as condições do pólo de apoio presencial e/ou sede). As alternativas de resposta são: (A) = Sim, todos; (B) = Sim, a maior parte; (C) = Somente alguns; (D) = Nenhum. A partir desta pergunta, considera a proporção dos que avaliaram positivamente a infraestrutura de acordo com os pesos atribuídos para cada item da questão 26: (A)=1, (B)=1, (C)=0,5 e (D)=0. Já a pergunta do questionário do ENADE sobre a organização didático-pedagógica utilizada é a seguinte: Na maioria das vezes, os planos de ensino apresentados pelos professores contêm os seguintes aspectos: objetivos, metodologias de ensino e critérios de avaliação, conteúdos e bibliografia da disciplina?. As alternativas de resposta são: A) Sim, todos os aspectos; B) Sim, a maior parte dos aspectos; C) Somente alguns aspectos; D) Nenhum dos aspectos; E) Não sei responder. Neste caso, os pesos atribuídos para cada item foram: (A)=1, (B)=0,5, (C)=0,5, (D)=0 e (E) não foi considerada por ser uma resposta imprecisa. O IDD de cada curso é, na verdade, resultante da diferença entre o desempenho médio obtido no ENADE pelos alunos concluintes de um curso e o desempenho médio que era esperado para esses mesmos alunos, dadas as informações existentes sobre o perfil dos ingressantes desse curso. Ou seja, idd = q = c c I, onde c é a média ponderada das notas de conteúdo específico e de formação geral no ENADE dos concluintes e c I é o desempenho previsto dos estudantes concluintes no seu momento de ingresso, calculado utilizando as seguintes variáveis: a nota dos ingressantes da Unidade i no Enem, a proporção de estudantes da Unidade i cujos pais têm pelo menos ensino superior e a razão entre o número de concluintes e o de ingressantes inscritos. As variáveis relativas à qualidade da Unidade i foram utilizadas para diminuir o viés de estimativa dos coeficientes associados às variáveis características dos ingressantes, já que provavelmente, o desempenho dos ingressantes é positivamente correlacionado com a qualidade dos cursos, uma vez que estudantes com boa formação prévia têm maiores chances de ingressar em cursos de melhor qualidade. Assim, parte da qualidade da Unidade i seria captada por estes coeficientes associados às características dos ingressantes, o que faria subestimar o IDD para os cursos que recebem os melhores estudantes. Procurando diminuir este viés, foram incluídas as seguintes variáveis: proporção de docentes com título mínimo de

5 doutor; proporção de docentes com título mínimo mestre; proporção de docentes com regime de trabalho integral ou parcial; proporção de alunos que avaliaram positivamente um aspecto da infra-estrutura do curso; proporção de alunos que avaliaram positivamente um aspecto da organização didático-pedagógica do curso. O desempenho médio dos ingressantes e respostas do Questionário Socioeconômico sobre a escolaridade dos pais dos ingressantes foi retirados do Enem 2009 ou 2010 (considera a edição na qual foi encontrado o CPF do ingressante inscrito no ENADE. Se houver um mesmo CPF nas duas edições, será considerado o de maior desempenho médio). As Informações sobre o corpo docente (número de docentes: total, com Mestrado, com Doutorado e com regime de trabalho parcial ou integral) foram retiradas do Censo da Educação Superior referente a São consideradas, no cálculo do Conceito ENADE e do CPC, as informações dos estudantes concluintes, inscritos na condição de regular, que compareceram ao exame, ou seja, os concluintes participantes do ENADE. Aquelas Unidades com apenas um ou sem nenhum concluinte participante não obtêm os indicadores Conceito ENADE e CPC, ficando os mesmos Sem Conceito (SC).

6 Análise dos Resultados Analisando o IGC da UFPE nos anos 2007 a 2012, observamos que esse índice subiu de 3,53, em 2007, para 3,69, em 2010, com uma pequena queda em 2011 e 2012, mas conseguiu se manter na mesma faixa durante esses anos, conforme mostra os dados da Tabela 2. Quanto aos dados que compõem o IGC, temos que a porcentagem de graduandos no total da IES (em termos de graduando equivalente) diminuiu durante o período de 2007 a 2011, o que pode ser explicado pelo o aumento do número de cursos da pós-graduação e, conseqüentemente o número de alunos matriculado da pós. O aumento no número de cursos do doutorado, fez com que a porcentagem de mestrandos no total da Pós-Graduação da IES (em termos de graduando equivalente) diminuísse de 2007 a 2009, e apesar ter subido em 2010, a partir de 2011 voltou a cair. Tabela 2 Evolução dos dados que compõem o IGC durante os anos Ano de Edição G - Conceito médio da Graduação 3,085 3,114 2,991 3,109 2,888 2,924 M - Conceito médio do Mestrado 4,420 4,387 4,348 4,283 4,246 4,203 D - Conceito médio do Doutorado 2,854 2,738 2,737 2,657 2,650 2,655 α - Porcentagem de graduandos no total da IES (em termos de graduando equivalente) 0,693 0,673 0,645 0,574 0,575 0,594 β - Porcentagem de mestrandos no total da Pós-Graduação da IES (em termos de graduando equivalente) 0,590 0,581 0,571 0,591 0,576 0,543 IGC contínuo 3,530 3,560 3,520 3,690 3,553 3,534 IGC faixa Posição entre as universidades públicas segundo o IGC Em relação aos conceitos médio da graduação, mestrado e doutorado, observamos no Gráfico 1 que o conceito médio do mestrado é bem superior aos conceitos da graduação e doutorado. Os conceitos M e D relacionados à pós-graduação, que envolvem a nota da CAPES e número de alunos de mestrado e doutorado retirado dos dados da CAPES, apresenta uma diminuição gradativa ao longo dos anos. Já o conceito da graduação, que envolve o Conceito Preliminar do Curso (CPC) e o número de graduandos matriculados, retirado do CENSO, variou ao longo desse período, tendo sua melhor avaliação no ano de 2008.

7 4,5 4 Gráfico 1-Evolução dos conceitos médios do mestrado, doutorado e graduação da UFPE 2007/2012 4,4196 4,3869 4,3479 4,2827 4,2464 4,203 3,5 3 2,5 3,0845 3,1142 2,8538 2,7383 2,7365 2,9912 3,1087 2,8880 2,924 2,6568 2,665 2, G - Conceito médio da Graduação D - Conceito médio do Doutorado M - Conceito médio do Mestrado Comparando a UFPE com as demais universidades públicas de todo o Brasil, a melhor colocação da UFPE foi no ano de 2008, quando ocupou 16º lugar no ranking a partir do IGC. As melhores universidades, segundo o IGC 2012, todas classificadas na faixa 5 foram: UFRGS (4,28), UFABC (4,23), UFLA (4,23), UNICAMP (4,18), UFMG (4,10), UFTM (4,04), UFSCAR (4,03),UFV (4,01), UFSPA (4,00). Todas estas universidades são do Sul e Sudeste do Brasil, 4 delas pertencem ao estado de Minas Gerais e 3 delas pertencem à São Paulo. A diferença dessa lista para a de 2011 é o aparecimento da UFABC, que até então não tinha sido avaliada, e UFRJ e UFNIFEI que tinham ficados na 8º e 10º posições, respectivamente, em 2011 e passaram para 14º e 23º colocações no último ano. No entanto, comparando a UFPE apenas com as 16 maiores universidades do Brasil, em termos de número de alunos matriculados na graduação em 2010 e entre as quais ela fica em 6º lugar em quantidade de alunos, observamos através do Gráfico 2 e da Tabela 3 que a UFPE ficou também em 9º lugar nos dois últimos anos e nos dois anos anteriores ficou em 7º lugar.

8 5,00 4,50 4,00 3,50 3,00 2,50 2,00 1,50 1,00 0,50 0,00 Gráfico 2 - IGC Contínuo das 16 maiores IES de 2011 IGC Contínuo 2008 IGC Contínuo 2009 IGC Contínuo 2010 IGC Contínuo 2011 IGC Contínuo 2012

9 Tabela 3 Valores do IGC e Posição das 16 maiores universidades, em termos de número de alunos matriculados na graduação em 2011, nos anos Matriculados 2011 Sigla IGC 2008 IGC 2009 IGC 2010 IGC 2011 IGC 2012 Valor Posição Valor Posição Valor Posição Valor Posição Valor Posição UFRGS 4,22 1 4,15 1 4,30 1 4,28 1 4, UFMG 4,17 2 4,13 2 4,25 2 4,14 2 4, UNB 3,86 4 3,89 4 3,91 4 3,88 3 3, UFRJ 3,95 3 3,90 3 4,01 3 3,85 4 3, UFRN 3,41 8 3,40 7 3,49 8 3,66 5 3, UFPE 3,50 5 3,56 5 3,69 6 3,55 6 3, UFPR 3,50 6 3,40 6 3,71 5 3,54 7 3, UFC 3,30 9 3,29 8 3,40 9 3,52 8 3, UFPB 3, , , ,41 9 3, UFBA 3, , , , , UFF 3,44 7 3,27 9 3,50 7 3, , UFS 2, , , , , UFPA 2, , , , , UFPI 2, , , , , UFAL 2, , , , , UFAM 2, , , , ,72 16

10 Como cada área do conhecimento é avaliada de três em três no ENADE, o IGC levará em conta sempre um triênio. Assim, o IGC 2007 considerou os CPC's dos cursos de graduação que fizeram o ENADE em 2007, 2006 e 2005; o IGC 2008 considerou os CPC's dos cursos que participaram do ENADE em 2008, 2007 e 2006; e assim, sucessivamente. A medida de qualidade da graduação que compõe o IGC é igual à média dos CPC's para o triênio de interesse. A Tabela 4 apresenta a quantidades de cursos da UFPE participantes do ENADE, classificados de acordo com as faixas do CPC durante os anos de 2005 a 2011, por triênio. Podemos verificar que no triênio de os cursos tiveram um melhor desempenho, de modo que o número de cursos sem conceito foi a menor e a porcentagem de cursos com conceito 5 foi a maior. Tabela 4 Número de cursos segundo a Faixa do CPC durante os anos Conceito CPC N % N % N % N % N % N % 1 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0, ,5 3 6,8 4 9,3 4 9,1 6 11,1 6 10, , , , , , , , , , , , , ,0 3 6,8 2 4,7 2 4,5 3 5,6 4 7,0 Sem Conceito Total Os cursos avaliados em 2005, 2008 e 2011 pertenciam às áreas de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Biologia, Ciências Sociais, Computação, Educação Física (Licenciatura), Engenharias, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Música (Licenciatura), Pedagogia, Química e Sistema de Informação, conforme os dados apresentados na Tabela A1 (Anexo). A partir de 2011, os cursos de bacharelados e licenciaturas foram analisados separadamente, o que elevou o número de cursos avaliados pelo ENADE nesse ultimo ano. Em 2005, observamos através dos dados apresentados na Tabela 5 que 50% dos cursos avaliados receberam conceito CPC 4, e os que ficaram sem conceito foram os mesmos que ficaram sem a nota do ENADE, entre eles Engenharia Cartográfica e Engenharia de Minas não tiveram concluintes participantes do ENADE. Em 2008, houve o acréscimo do curso de Ciências Biológicas do Campus de Vitória, o qual ficou sem conceito por não haver ainda concluintes no curso, e a área de Geografia que ficou com conceito 2. Nesse último ano houve um aumento no número de cursos com conceito 4, 60% dos cursos avaliados ficaram nessa faixa, os cursos de Física passaram a ter Conceito 5 e apenas dois cursos tiverem um conceito menor do que na avaliação anterior, Química e Engenharia Química, que passaram do Conceito 4 para o 3, devido uma diminuição nas notas de professores doutores e da organização didático-pedagógica.

11 Tabela 5 Número de cursos segundo os conceitos do ENADE e CPC nos anos 2005, 2008 e ENADE CPC ENADE CPC ENADE CPC Conceito N % N % N % N % N % N % 1 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 2 6,3 0 0, ,0 0 0,0 3 15,0 2 10,0 6 18,8 4 13, ,0 7 43,8 4 20,0 5 25, , , ,0 9 56,3 7 35, ,0 6 18,8 8 26, ,0 0 0,0 6 30,0 1 5,0 4 12,5 2 6,7 Sc Total No ano de 2006 os cursos avaliados, todos do Campus Recife, pertenciam às áreas de Administração, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Design, Direito, Música, Psicologia, Secretariado Executivo, Teatro e Turismo, conforme mostrado na Tabela A2 (Anexo). Destas, apenas Teatro, o qual pertencia o curso Educação Artística Artes Cênicas, não teve conceito e o curso de Administração ficou com conceito 5. Essas áreas foram reavaliadas em 2009, com exceção da área de Secretariado Executivo e com a inclusão dos cursos do Campus de Caruaru - Administração, Design e Ciências Econômicas - os quais ficaram sem conceito por ainda não terem concluintes. Por este mesmo motivo o curso de Cinema ficou sem conceito. Além destes, o curso de Administração Recife não obteve conceito, pois não teve concluintes participantes no ENADE Em relação à 2006, houve uma diminuição na porcentagem dos cursos com conceitos ENADE e CPC maiores ou iguais à 3 em Os cursos com conceito 4 na avaliação anterior, Biblioteconomia, Direito e Psicologia passaram para o conceito 3, e curso de Música passou para o conceito 2. Todos estes cursos tiveram a nota do ENADE e a do IDD rebaixada, os cursos com conceito do ENADE 4 na avaliação anterior, Biblioteconomia e Direito passaram para o conceito 3, e cursos de Música e Psicologia passaram para o conceito 2. A Tabela 5 apresenta a quantidade de curso por faixa de conceito de ENADE e CPC. Tabela 6 Número de cursos segundo os conceitos do ENADE e CPC nos anos 2006, 2009 e Conceito ENADE CPC ENADE CPC ENADE CPC N % N % N % N % N % N % 1 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0, ,3 0 0,0 3 25,0 1 8,3 0 0,0 0 0, ,4 5 38,5 3 25,0 5 41,7 5 38,5 5 38, ,9 7 53,8 4 33,3 6 50,0 6 46,2 7 53, ,4 1 7,7 2 16,7 0 0,0 2 15,4 1 7,7 Sem Conceito Total

12 Nos anos de 2007 e 2010 as áreas avaliadas foram Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional, apenas Educação Física foi avaliada apenas em Os dados referentes às estas avaliações estão na Tabela A3 (Anexo). Através da Tabela 6, observamos que em 2010, os desempenho dos cursos foram bem superiores a 2007, com mais de 80% dos cursos com conceito 4 no ENADE e 75% no CPC. Os cursos de Enfermagem e Nutrição do Campus de Vitória que ficaram sem conceito em 2007, pois ainda não possuíam concluintes, só em 2010 que eles receberam o conceito 4 cada. O curso de Fisioterapia, avaliado com o conceito 5 em 2007, passou para o conceito 4 em 2010, tanto no ENADE como no CPC. Outros cursos avaliados com conceito CPC menor em 2010, foram Medicina, que passou de 4 para 3, e Terapia Ocupacional, que passou de 3 para 2. No caso específico do curso de Terapia Ocupacional o fato ocorrido foi que a grande maioria dos concluintes entregou a prova em branco o que impediu o cálculo do IDD que foi então substituído pela média das notas dos concluintes que naturalmente foi muito baixa. Todos os cursos que tiveram o seu conceito CPC rebaixado tiveram menor conceito ENADE e menor nota IDD. Já o curso de Serviço Social passou do conceito 2 para o 5, devido o aumento na nota do ENADE e do IDD, e os cursos de Biomedicina e Farmácia aumentaram o seu conceito para 4 cada. Tabela 6 Número de cursos segundo s conceitos do ENADE e CPC nos anos 2007 e Conceito ENADE CPC ENADE CPC N % N % N % N % 1 1 9,1 0 0,0 1 8,3 0 0, ,0 1 9,1 0 0,0 1 8, ,4 4 36,4 0 0,0 1 8, ,4 5 45, ,3 9 75, ,2 1 9,1 1 8,3 1 8,3 Sem Conceito Total

13 Comentários Em 2010, a UFPE obteve o valor mais alto do IGC desde a sua primeira divulgação. Os fatores que colaboraram com esse resultado foi a recuperação do conceito médio da graduação, a diminuição da porcentagem de graduandos no total da IES com o conseqüente aumento da proporção de mestrando no total da pós-graduação, o que possibilitou uma maior contribuição dos conceitos médios do mestrado e doutorado no IGC. No entanto, é perceptível a necessidade de melhorar os conceitos médios da pós-graduação, para aumentarmos ainda mais o conceito do IGC. Em relação aos CPC s dos cursos, temos que em relação à avaliação anterior, os cursos avaliados em 2008 e 2010 tiveram um desempenho superior, já os cursos avaliados em 2009, no geral pioraram o seu desempenho, principalmente por causa da nota do ENADE e do IDD.

14 Bibliografia INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA INEP; MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC. Índice Geral de Cursos (IGC). Disponível em: <http://download.inep.gov.br/download/areaigc/downloads/nota_tecnica_igc_2009.pdf>. Acesso em 23 de Nov INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA INEP; MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC. Cálculo do Conceito Preliminar de Curso (CPC). Disponível em: < Acesso em 19 de Nov. 2010

15 ANEXOS

16 Tabela A1 - Insumos e demais dados utilizados no cálculo dos indicadores provenientes da graduação das áreas/cursos avaliados pelo ENADE nos anos 2005, 2008 e 2011 Município Cursos UFPE Ano Matriculas NF NO NPM NPD NPR NC Vitória Recife CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ARQUITETURA E URBANISMO ,88 1,56 4,37 3,61 5 Conceito ENADE NIDD CPC ,87 2,69 3,86 3,46 5 3,92 4 4,05 3, ,08 1,14 3,49 5 3,90 4 2,50 3, ,38 1,33 3,50 3,59 5 4,03 5 3,60 3, ,32 1,20 3,79 3,56 5 2,71 3 1,87 2,58 3 ARTES VISUAIS ,70 2,31 3,64 2,69 5 4,08 5 4,32 3,68 4 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ,36 0,85 4,45 5 2,90 3 1,74 2, ,50 1,94 4,85 4,42 5 2,99 4 2,30 3,22 4 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS(BAC) E CIÊNCIAS BIOLÓGICAS/CIÊNCIAS AMBIENTAIS ,94 1,40 4,50 4,50 5 2,72 3 1,68 2,77 3 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS(LIC) ,90 0,75 4,54 4,24 5 2,38 3 1,74 2,71 3 CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO CIÊNCIAS SOCIAIS ,00 0,80 5,00 5 3,79 4 0,92 2, ,00 2,50 5,00 4,80 5 4,15 5 1,69 3, ,05 1,71 4,00 3,77 5 3,45 4 2,59 3, ,94 0,59 4,29 5 3,00 4 2,04 2, ,08 1,15 3,33 3,63 5 2,68 3 2,68 3,09 4 CIÊNCIAS SOCIAIS (BAC) ,67 1,83 4,57 3,83 5 1,31 2 1,74 2 CIÊNCIAS SOCIAIS (LIC e BAC/LIC) ,00 1,54 4,17 3,88 5 1,78 2 0,62 1,96 3 EDUCAÇÃO FÍSICA (LIC) ,50 1,08 3,37 3,38 5 2,01 3 1,61 2,22 3 ENGENHARIA CARTOGRÁFICA ENGENHARIA CIVIL ,35 1,39 3, ,48 0,54 2,91 3,90 5 1,21 2 1,21 1, ,81 1,62 3,30 3,26 5 0,94 1 0,57 1, ,35 1,39 3,72 5 3,70 4 2,73 3, ,53 1,85 4,18 3,50 5 3,15 4 2,61 3, ,54 1,33 3,37 3,15 5 2,52 3 1,84 2,61 3 Faixa CPC

17 Tabela A1 - Insumos e demais dados utilizados no cálculo dos indicadores provenientes da graduação das áreas/cursos avaliados pelo ENADE nos anos 2005, 2008 e Continuação Município Cursos UFPE Ano Matriculas NF NO NPM NPD NPR NC Recife ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE MINAS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA ,00 0,80 5,00 5 Conceito ENADE NIDD CPC ,46 2,41 4,04 4,95 5 2,98 4 1,14 3, ,65 0,55 3,32 4,26 5 3,26 4 3,32 3, ,00 2,50 3, ,26 3,12 3,13 5,00 5 2,00 3 2,00 2, ,61 0,22 3,08 3,27 5 0,70 1 0,00 1, ,50 2,50 4,08 5 3,09 4 0,00 2, ,94 1,67 4,63 4,79 5 3,48 4 2,21 3, ,86 0,83 3,56 3,65 5 3,29 4 2,19 2, ,30 1,59 3,96 5 2,50 3 1,77 2, ,33 1,74 4,20 4,16 5 2,45 3 1,69 2, ,59 1,57 3,24 3,45 5 2,53 3 1,57 2,43 3 ENGENHARIA ELETRÔNICA ,01 0,00 2,78 3,97 5 2,29 3 1,39 2,12 3 ENGENHARIA MECÂNICA ENGENHARIA QUÍMICA FILOSOFIA FÍSICA ,50 0,83 3,60 5 2,00 3 3,81 2, ,68 0,97 3,60 3,29 5 3,17 4 3,15 3, ,96 1,25 2,77 3,04 5 1,39 2 1,39 2, ,09 1,09 4,03 5 2,90 3 3,87 3, ,63 0,93 3,70 3,92 5 3,09 4 1,84 2, ,27 0,21 2,29 3,42 5 2,69 3 2,76 2, ,88 0,63 4,19 5 2,20 3 2,20 2, ,16 0,00 3,39 3,41 5 3,37 4 1,83 2, ,61 0,37 4,06 3,50 5 3,72 4 3,76 3, ,92 2,50 4,38 5 3,90 4 3,72 3, ,68 2,19 4,22 4,12 5 4,43 5 4,02 4,02 5 FÍSICA (BAC) ,01 2,86 1,28 3,01 5 2,73 3 3,93 3,36 4 FÍSICA (LIC) ,24 1,29 3,80 3,76 5 2,19 3 2,03 2,71 3 Faixa CPC

18 Tabela A1 - Insumos e demais dados utilizados no cálculo dos indicadores provenientes da graduação das áreas/cursos avaliados pelo ENADE nos anos 2005, 2008 e Continuação Conceito Município Cursos UFPE Ano Matriculas NF NO NPM NPD NPR NC ENADE NIDD CPC Faixa CPC Recife Caruaru GEOGRAFIA ,50 1,23 4,21 3,58 5 1,13 2 0,00 1,76 2 GEOGRAFIA (BAC e BA/LIC) ,70 1,96 2,82 3,52 5 3,99 5 3,29 3,34 4 GEOGRAFIA (LIC) ,47 1,55 3,63 3,08 5 3,48 2,67 3,04 * HISTÓRIA ,56 2,40 4,67 5 3,90 4 2,18 3, ,57 0,75 4,84 4,19 5 3,68 4 2,89 3,39 4 HISTÓRIA (BAC) ,67 2 sc HISTÓRIA (LIC) ,92 1,14 4,17 3,52 5 1,62 2 0,00 1,77 2 LETRAS MATEMÁTICA ,11 1,69 5,00 5 2,90 3 2,97 3, ,38 1,90 5,00 5,00 5 4,07 5 2,94 3, ,96 1,13 4,35 3,77 5 1,95 3 sc ,57 2,14 4,15 5 2,70 3 4,40 3, ,08 2,27 4,00 4,73 5 3,32 4 3,40 3,74 4 MATEMÁTICA (BAC) ,32 1,43 0,51 3,15 5 3,90 4 3,90 3,31 4 MATEMÁTICA (LIC) ,67 1,76 3,78 3,17 5 4,00 5 4,28 3,84 4 MÚSICA (LIC) ,16 2,12 3,65 2,61 5 2,62 3 2,62 2,80 3 PEDAGOGIA QUÍMICA ,18 2,19 5,00 5 3,40 4 3,13 3, ,84 1,44 4,78 5,00 5 3,69 4 3,06 3, ,98 1,43 4,43 4,16 5 2,06 3 1,39 2, ,50 2,05 4,43 5 2,70 3 2,60 2, ,93 1,43 4,18 4,02 5 2,41 3 1,97 2,76 3 QUÍMICA (BAC) E QUÍMICA INDUSTRIAL ,89 0,78 3,44 4,07 5 2,21 3 1,59 2,52 3 QUÍMICA (LIC) ,52 1,79 5,00 5,00 5 1,20 2 0,41 2,36 3 ENGENHARIA CIVIL ,20 4,52 4,19 3,45 5 4,54 5 4,42 4,32 * PEDAGOGIA ,06 3,84 4,62 4,29 5 4,16 5 4,02 4,12 5

19 Tabela A2 - Insumos e demais dados utilizados no cálculo dos indicadores provenientes da graduação das áreas/cursos avaliados pelo ENADE nos anos 2006, 2009 e 2012 Município Caruaru Recife Curso ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS ECONÔMICAS Ano Matriculas NF NO NPM NPD NPR NI NC ,830 2,292 3,438 3, ,916 Conceito ENADE NIDD CPC Faixa CPC , , ,909 2,536 3,046 2, ,787 0,000 0,000 0, , ,010 4 DESIGN ,414 2,928 4,571 1, ,861 0,000 0,000 0,000 0 ADMINISTRAÇÃO BIBLIOTECONOMIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS CIÊNCIAS ECONÔMICAS , , ,297 2,031 5, , ,560 4, ,295 1,053 3,462 4, , , , ,000 0,630 2, , ,910 3, ,100 0,610 3,289 2, ,131 2, ,665 2, ,064 1,354 5, , ,710 3, ,875 1,471 2,986 3, ,283 3, ,650 3, , , ,705 0,833 3, , ,140 2, ,656 1,747 3,775 3, ,632 3, ,537 3, , ,000 4 CINEMA ,447 4,705 4,773 3, ,795 DESIGN DIREITO JORNALISMO ,191 1,430 4, , ,770 2, ,057 2,000 4,259 4, ,011 3, ,798 3, , , ,524 1,035 5, , ,400 3, ,719 0,425 3,883 5, ,921 2, ,000 2, , , ,429 0,794 5, , ,930 3, ,203 1,382 4,045 4, ,546 3, ,783 3, , ,480 4

20 Tabela A2 - Insumos e demais dados utilizados no cálculo dos indicadores provenientes da graduação das áreas/cursos avaliados pelo ENADE nos anos 2006, 2009 e 2011 Continuação Município Recife Curso MÚSICA PSICOLOGIA PUBLICIDADE E PROPAGANDA RADIALISMO SECRETARIADO EXECUTIVO TEATRO TURISMO Ano Matriculas NF NO NPM NPD NPR NI NC Conceito ENADE NIDD CPC ,306 0,833 1, , ,550 2, ,068 0,898 3,527 2, ,366 1, ,208 1, ,551 2,200 3, , ,050 3, ,421 2,026 3,977 3, ,595 1, ,000 2, , , ,429 0,794 5, , ,930 2, ,893 0,556 3,704 5, ,572 4, ,913 3, ,720 4, ,429 0,794 5, , ,930 2, ,920 1,296 3,529 3, ,187 1, ,774 2, ,250 1,818 5, , ,230 2, , , ,000 3,846 4, , ,021 2,035 2,821 2, ,214 2, ,250 2, ,981 1,635 5, , ,630 3, ,750 1,739 3,318 3, ,280 4, ,956 3, , ,450 4 Faixa CPC

21 Município Vitória Recife Tabela A3 - Insumos e demais dados utilizados no cálculo dos indicadores provenientes da graduação das áreas/cursos avaliados pelo ENADE nos anos 2007 e 2010 Curso ENFERMAGEM NUTRIÇÃO Ano Matriculas NF NO NPM NPD NPR NI NC Conceito ENADE NIDD CPC ,823 2,291 4,034 3, ,895 3, ,267 3, , ,166 2,697 4,751 4, ,137 3, ,092 3, ,697 0,472 4, , ,120 2,920 3 BIOMEDICINA ,054 0,441 4,550 3, ,881 3, ,647 3,171 4 EDUCAÇÃO FÍSICA ,930 0,556 4, , ,230 2,070 3 ENFERMAGEM FARMÁCIA FISIOTERAPIA FONOAUDIOLOGIA MEDICINA NUTRIÇÃO ODONTOLOGIA SERVIÇO SOCIAL TERAPIA OCUPACIONAL ,658 0,833 4, , ,070 3, ,164 0,970 4,305 4, ,781 3, ,163 3, ,375 0,606 3, , ,160 1, ,609 4,455 4, ,361 3, ,355 2, ,275 1,471 5, , ,940 3, ,005 0,056 4,370 4, ,927 3, ,010 3, ,667 3,333 4, , ,570 3, ,427 3,487 3,396 3, ,141 3, ,931 3, ,833 0,616 3, , ,340 3, ,258 0,340 4,313 3, ,211 3, ,828 2, ,615 1,154 5, , ,070 3, ,597 0,766 3,944 4, ,861 3, ,098 3, ,065 0,000 3, , ,570 3, ,792 1,009 3,864 3, ,150 3, ,095 3, ,000 1,000 4, , ,650 1, ,473 2,000 4,091 4, ,901 4, ,000 4, ,800 1,957 2, , ,640 2, ,400 1,000 4,369 3, ,452 0, ,787 2 Faixa CPC

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