*Palestra Proferida em 03/10/2009, Joinville - ENCONAMPE,**Economista, Ms, Prof. Coord. de Projetos, Área Inovação- FAPESC

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1 POLÍTICA CATARINENSE DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO e FONTES DE RECURSOS PARA INOVAÇÃO * Jesiel de Marco Gomes** *Palestra Proferida em 03/10/2009, Joinville - ENCONAMPE,**Economista, Ms, Prof. Coord. de Projetos, Área Inovação- FAPESC

2 SUMÁRIO 1A FAPESC 2A LEI CATARINENSE DE INOVAÇÃO E A POLÍTICA DE C, T & I 3AÇÕES DESENVOLVIDAS 4AÇÕES RECENTES 5 EDITAIS ABERTOS

3 1 A FAPESC

4 FAPESC Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina Tem por finalidade o apoio e o fomento à pesquisa científica e tecnológica, para o avanço de todas as áreas do conhecimento, para o equilíbrio regional, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população do Estado de Santa Catarina.

5 CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA ESTADUAL DE CIÊNCIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Criação da FAPESC I Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia & Inovação realizada em Lages, em julho de 2003, no campus da Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC. II Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia & Inovação, realizada em Joinville, em novembro de 2004, no campus da Universidade Regional de Joinville - UNIVILLE. Criação do CONCITI Osvaldo Cruz ( )

6 2A LEI CATARINENSE DE INOVAÇÃO E A POLÍTICA DE C, T & I

7 Baseada na Lei , de Lei Brasileira de Inovação A Lei Catarinense da Inovação - Lei no , de 15 de janeiro de 2008 dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e sustentável.

8 Hippocrates (377 a.c.) POLÍTICA CATARINENSE DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO A política catarinense de ciência, tecnologia e inovação consiste no direcionamento estratégico de governo, de instituições de ensino, pesquisa e extensão e de agentes econômicos e sociais, para o avanço do conhecimento, o desenvolvimento de novas tecnologias, a concepção, desenvolvimento e incorporação de inovações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida de todos os habitantes de Santa Catarina, de forma sustentável.

9 FUNDAMENTOS CONSTITUCIONAIS DA POLÍTICA CATARINENSE DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 DOS PRINCÍPIOS GERAIS DA ATIVIDADE ECONÔMICA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Constituição do Estado de Santa Catarina de 1989 PRINCÍPIOS GERAIS DA ECONOMIA CATARINENSE DO DESENVOLVIMENTO RURAL DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Johannes Gutenberg ( )

10 Fritz Muller ( ) PRINCÍPIOS Os princípios a serem observados pela Política Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação são os seguintes: 1 justiça social; 2 respeito à vida, à saúde humana e ambiental, aos valores culturais do povo; 3 uso racional e não-predatório dos recursos naturais; 4 preservação e valorização do meio ambiente; 5 participação da sociedade civil e das comunidades; e 6 incentivo permanente à formação de recursos humanos.

11 PRESSUPOSTOS Pythagoras (570 a.c a.c.) 1 Existe uma forte correlação entre o grau de desenvolvimento de um país e seu esforço em C,T&I, expresso pelos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e pela dimensão de sua comunidade de pesquisa. 2 Os países com economias desenvolvidas têm forte atividade de pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas financiadas por elas próprias e pelo governo.

12 PRESSUPOSTOS 3 No cenário atual da economia, a competitividade é garantida pela inovação. 4 Na economia globalizada, a localização geoespacial é elementochave da competitividade e do desenvolvimento socioeconômico regional. 5 A pesquisa e a inovação devem contribuir para a preservação e a valorização do meio ambiente. Aristóteles (384 a.c a.c.)

13 PRESSUPOSTOS 6 As três dimensões básicas do desenvolvimento sustentável: melhoria das condições econômicas, ambientais e sociais para todos - equidade intrageracional -, sem desconsiderar as possibilidades para as próximas gerações - equidade intergeracional. 7 A ação fomentadora, articuladora e de apoio do Estado em CT& I. 8 Solidificar o processo de descentralização, administrativo-governamental.promovendo a descentralização espacial, institucional e do conhecimento científico-tecnológico, visando os desenvolvimentos regionais. Isaac Newton ( )

14 OBJETIVO Promover o avanço do conhecimento científico, tecnológico e de inovações no ambiente produtivo, nas instituições de ensino, pesquisa e extensão, nos agentes econômicos e sociais e nos órgão de governo, visando a qualidade de vida dos habitantes e o desenvolvimento social e econômico do Estado de Santa Catarina, com sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional. Alexander Fleming ( )

15 EIXOS ESTRATÉGICOS I. EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA CATARINENSE DE CT&I 1.1. Consolidação do Sistema Catarinense de CT&I 1.2. Formação de Recursos Humanos para CT&I 1.3. Infraestrutura para a Pesquisa Científica e Tecnológica Santos Dumont

16 EIXOS ESTRATÉGICOS II. PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 2.1. Pesquisa Científica e Tecnológica 2.2. Pesquisas em Ciências Agrárias e Meio Ambiente Burle Max ( )

17 EIXOS ESTRATÉGICOS III. INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 3.1. Apoio ao avanço tecnológico e às inovações nas empresas e outras organizações públicas e privadas Incentivo à Criação e Consolidação de Empresas Intensivas em Tecnologia Ozires Silva (1931)

18 EIXOS ESTRATÉGICOS IV. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E REGIONAL SUSTENTÁVEL 4.1. Capacitação de recursos humanos para CT&I Priorização de pesquisas Interiorização do conhecimento Promoção da inclusão digital Fomento à disseminação da CT&I Programa Comunitário de Tecnologia e Cidadania C&T com enfoque em desenvolvimento local e APLs Apoio à P&D aplicado à saúde e à segurança alimentar e nutricional Pesquisa, desenvolvimento agropecuário e agroindustrial para inserção social Fomento a pesquisas para melhoria da habitação e saneamento básico Capacitação em CT&I para o Desenvolvimento Social Apoio a pesquisas em áreas potenciais em tecnologia e inovação.

19 TRIÂNGULO VIRTUOSO DO DESENVOLVIMENTO

20 OBJETIVO P C C T & I CONHECIMENTO Princípios Eixos Estratégicos Linhas de Ação Prioridades Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida da População, com Equilíbrio Regional.

21 3 AÇÕES DESENVOLVIDAS

22 -APL - Móveis -APL Cerâmica Vermelha -APL Textil / TIC -PAPPE -INOVA/SC -SINAPSE -PROGRAMA INCUBADORAS

23

24 4AÇÕES RECENTES

25 CHAMADA PÚBLICA 002/2009 PROGRAMA DE APOIO À PESQUISA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE SANTA CATARINA FAPESC FINEP PROGRAMA InovaSC PROGRAMA SINAPSE DA INOVAÇÃO OPERAÇÃO SC 2009 MONTANTE TOTAL : R$ 3.000,0 (FINEP e FAPESC (50% cada ) 50 PROJETOS SELECIONADOS ( APROX. R$ ,00/projeto)

26 PAPPE SUBVENÇÃO/SC - FAPESC/SEBRAE-SC/FINEP Edital 04/2008 Situação: em pré-operação

27 5 EDITAIS ABERTOS

28 Programa de Pesquisa para o SUS - PPSUS: Gestão compartilhada em Saúde FAPESC/MS-CNPq/SES-SC, Edital 04/2009 Situação:Aguardando Resultado Apoio a Infra-Estrutura de CT& para Jovens Pesquisadores - FAPESC/CNPq Edital, 05/2009 Situação:Aberto. Rec. previstos: R$ 350,00 mil (FAPESC);R$ mil (CNPq.) Programa de Aperfeiçoamento de Profissionais Com Atuação na área de Mineração FAPESC/CESMAT, Edital 06/2009 Situação: Aberto.Rec.previstos: R$ 125,5 mil (FAPESC) Apoio à pesquisa científica e tecnológica em todas as áreas do conhecimento FAPESC, Edital 07/2009 Situação: Aberto.Rec.previstos: R$ 6.000,00 mil Pesquisa Científica, Tecnológica e Inovação em Ciências Agrárias FAPESC Edital 08/2009 Situação: Aberto.Rec.previstos em 2 anos: R$ 5.250,00 mil (3.500,00 mil(fapesc); R$ 2.200,00 mil

29 Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação em Biodiversidade FAPESC, Edital 09/2009 Situação: Aberto. Rec.previstos: R$ 5.000,00 (FAPESC, em 2 anos) Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação em Prevenção de Catástrofes Naturais FAPESC, Edital 10/2009 Situação: Aberto. Rec.previstos: R$ 2.000,00 ( FAPESC, em 2 anos) Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Regional do Estado de Santa Catarina - FAPESC, Edital 11/2009 Situação: Aberto. Rec.previstos: R$ ,00 mil (FAPESC, em 2 parcelas: R$ 6.000,00 (2009) e R$ ,00 (2010).R$ 500,00 mil /SDR, 1 ou + proj. Prêmio Mérito Universitário Catarinense - FAPESC, Edital 12/2009 Situação: Aberto. Rec.previstos: R$ 1.203,00 mil. R$ 300,00/mês. Programa de Bolsas Ms./ Dr. da FAPESC, Edital 13/09 Situação: Aberto.Rec. Previstos: R$ 3.600,00 mil (bolsas); R$ 300,00 (taxas escolares)

30 CHAMADA PÚBLICA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA Nº 12/2009 Objetivo: Apoio a projetos de C,T&I, que visem o desenvolvimento sustentável da SDRs do Estado de Santa Catarina, e que possam promover relevantes impactos sociais, ambientais e econômicos para a sociedade local. Recursos: R$ 18 milhões Cada SDR disporá de R$ 500 mil, para aplicar em projetos de no mínimo R$ 50 mil cada.

31 Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável Onofre Santo Agostini Secretário Secretaria de Estado de Agricultura e Desenvolvimento Rural Antônio Ceron Secretário Governo do Estado Luiz Henrique da Silveira : Governador Leonel Pavan : Vice - Governador Secretaria de Estado da Educação Paulo Bauer Secretário FAPESC Antônio Diomário de Queiroz Presidente Maria Zilene Cardoso Diretora de Administração César Zucco Diretor de Pesquisa Científica e Tecnológica Tel/FAX : (48) Zenório Piana Diretor de Pesquisa Agropecuária Marco Antônio Azambuja Procurador Jurídico

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