Período Democrático e o Golpe de 64
GUERRA FRIA (1945 1990) Estados Unidos X União Soviética Capitalismo X Socialismo
Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946 1950) Período do início da Guerra Fria Rompimento das relações com a União Soviética e fechamento do Partido Comunista Abertura do mercado nacional às empresas estrangeiras Plano SALTE
Retorno de Getúlio Vargas (1951 1954) Sua campanha eleitoral se baseou em dois fatores: nos braços do povo Populismo e Nacionalismo
A política nacionalista de Getúlio ficou evidente, sobretudo em outubro de 1953, quando criou a Petrobrás para nacionalizar e proteger o petróleo brasileiro com o slogan: Sua principal medida adotada em favor dos trabalhadores foi o aumento de 100% no salário mínimo em 1954
Considerado seu maior inimigo, Carlos Lacerda, deputado líder da oposição e dono de Jornal sofreu um atentado. O atentado foi atribuído a Getúlio, pois Gregório, o chefe de sua segurança foi descoberto como o mandante.
As pressões aumentaram contra Getúlio. Os chefes militares reuniramse com o presidente para tentar obrigá-lo a renunciar, mas ele não aceitou. E na manhã seguinte uma notícia correu o país:
Juscelino Kubitschek (1956 1961) Plano de Metas
Foi nessa época que se instalaram no Brasil, a Ford, a General Motors, a Willys e a Volkswagem.
A obra de Juscelino considerada maior e mais importante foi a construção de Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960
Jânio Quadros (1961) Discurso conservador e anticomunista
Tomou atitudes independentes em relação ao alinhamento com os Estados Unidos em relação a Guerra Fria Condecorou o líder revolucionári o de Cuba, Ernesto "Che" Guevara, com a Ordem do Cruzeiro do Sul
Revolução Cubana - 1959
João Goulart (1961 1964) Com a renúncia de Jânio, o vice-presidente deveria assumir, mas João Goulart (Jango) era suspeito de tendência socialista, e ainda para agravar a situação, no momento ele estava em visita a China Comunista.
os chefes militares resolveram não deixá-lo assumir, e prendê-lo logo que desembarcasse no país. No entanto, eles não haviam contado com uma forte reação, de modo especial no Rio Grande do Sul, onde o governador Leonel Brizola liderou a chamada campanha da legalidade
Os chefes militares logo perceberam que se insistissem poderiam jogar o país em uma guerra civil, e então recuaram, permitindo que Jango assumisse, mas num sistema parlamentarista de governo.
Jango aceitou, porém não se conformou com a limitação de seus poderes, e em janeiro de 1963 promoveu um plebiscito, pedindo ao povo que se manifestasse em favor do parlamentarismo ou presidencialismo.
Comício das Reformas de Base Reforma agrária Reforma urbana Reforma educacional Reforma eleitoral Reforma tributária
Contra Jango, as classes dominantes promoveram as marchas Deus pela Liberdade. da Família com
Golpe de 64 Os militares assumiram o comando do Brasil sob o braço forte de uma violenta ditadura baseada na Doutrina de Segurança Nacional, com apoio do governo norte-americano.
Outros golpes militares também forma promovidos no chamado Cone-Sul da América Latina. Na Argentina, no início de 1976, um golpe colocou o poder nas mãos de uma junta governamental militar.
No Chile o presidente socialista Allende é derrubado e morto por um golpe do General Pinochet em 1973.
No Brasil, para evitar protestos da sociedade, o regime militar cassou o direito de voto e calou as oposições por meio da censura ou pela violência da repressão da polícia política que torturou e matou muitos brasileiros.
Através dos decretos-lei chamados de Atos institucionais (AI) que davam ao governo amplos poderes que se sobrepunham à própria Constituição, os militares comandaram e controlaram a política, a economia e a sociedade do país. Se alguém ousasse discordar do regime, eram poucas as alternativas: prisão, cassação, exílio ou a perigosa clandestinidade. Universidades e sindicatos foram invadidos, e muitos professores, estudantes e trabalhadores foram presos e submetidos a Inquéritos Policiais Militares sob acusação de subversão.
Castelo Branco Presidentes Militares Costa e Silva Emílio Garrastazu Médici Ernesto Geisel João Figueiredo