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Transcrição:

FIGURA 1A FIGURA 1B MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 7

FIGURA 1C FIGURA 2A FIGURA 2B (vista do barril) FIGURA ILUSTRATIVA FIGURA ILUSTRATIVA Nota: figuras 1B, 2A e 2B referem-se exclusivamente ao código 15018683, aplicável ao cabo 16mm 2. FIGURA 3 OBS.: 1) Medidas em milímetros. 2) Dimensões ver Tabela 1. MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 2 de 7

TABELA 1 NTC PADRÃO 812910 CÓDIGO COPEL CONDUTORES DE COBRE (mm 2 ) APLICAÇÃO DIÂMETROS MÍNIMO E MÁXIMO A SEREM APLICADOS (mm) TIPO NÚMERO DE FUROS TORQUE DE INSTALAÇÃO DOS PARAFUSOS (danxm) RESISTÊNCIA MÍNIMA À TRAÇÃO (dan) (a) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) (b) 15018683 16 4,50-4,90 ISOLADO 90 98 15018712 35 7,35-7,65 NU 1 90 155 15018742 50 7,80-8,30 ISOLADO 90 189 15018746 50 7,80-8,30 ISOLADO 90 189 4,7 15018770 70 10,15-10,56 NU 2 113 240 15018778 120 14,21-14,79 NU 221 326 15018802 120 12,40-13,20 ISOLADO 1 221 326 15018806 120 12,40-13,20 ISOLADO 2 221 326 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Nota: (a) Conectores de tração parcial (NBR 11788:2016 item 5.3.1). (b) Correntes indicadas correspondem a uma elevação de temperatura do condutor de 30 C sobre uma temperatura ambiente de 40 C, medida após estabilização da temperatura; velocidade do vento, 0,55km/h. MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 3 de 7

CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO TABELA 2 NTC PADRÃO CÓDIGO COPEL NÚMERO DA FIGURA DIMENSÕES (mm) A ± 2,0 B ± 1,0 C ± 1,0 D ± 3,0 E ± 2,0 F ± 2,0 ØG ± 2,0 ØH ± 2,0 L ± 3,0 ØE ØI 15018683 1B 32,0 41,5 26,0 16,5 11,5 107 10,2 ± 0,3 5,0 + 0,2-0 15018712 1A 32,0 55,5 - - - 95 13,0 ± 0,3 8,5 ± 0,2 15018742 1A 32,0 68,5 - - - 108 13,0 ± 0,3 15018746 1C 76,5 63,0 - - - 147 13,0 ± 0,3 812910 31,2 16,0 7,0 15018770 1C 76,5 66,0 - - - 150 16,0 ± 0,3 15018778 1C 76,5 76,0 - - - 160 22,2 ± 0,3 8,7 + 0,2-0,1 8,7 + 0,2-0,1 11,0 + 0,2-0 15,5 + 0,2-0 15018802 1A 32,0 95,5 - - - 135 22,2 ± 0,3 14,0 ± 0,2 15018806 1C 76,5 89,0 - - - 173 22,2 ± 0,3 14,0 ± 0,2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 1 OBJETIVO Esta NTC padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas dos Conectores Terminais de Compressão a serem instalados nas Redes Aéreas de Distribuição localizadas em ambientes agressivos (poluição marinha ou industrial), bem como na conexão de jumpers. 2 NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Conforme a norma de Materiais de Distribuição - Especificação - NTC 810061. 3 DEFINIÇÕES Conforme NBR 5474. 4 CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Identificação 4.1.1 Do conector: deve ser gravado no corpo do conector terminal de compressão, de forma legível e indelével, no mínimo: a) marca ou nome do fabricante; b) seção em mm² e tipo do condutor aplicável; c) índice da matriz aplicável e número de compressões com indicação das partes a serem comprimidas. 4.1.2 Dos parafusos: deve ser gravado de forma legível e indelével, preferencialmente na cabeça dos parafusos ou no corpo do conector, no mínimo: a) marca ou nome do fabricante do parafuso; b) torque de instalação em danxm. MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 4 de 7

4.2 Condições de Utilização Os conectores terminais de compressão objeto desta Padronização, são próprios para fazer ligações de condutores de com barramentos, chaves fusíveis, chaves a óleo e transformadores. OBS.: 3) Para o conector tipo barril (15018683), a compressão deve ser feita somente na parte indicada no conector (vide figura 2A); o cabo deve ser descascado somente para esta parte comprimível, sendo mantida a cobertura na parte do cabo correspondente ao barril, onde não deve haver compressão. FIGURA 4 4.3 Roscas Os parafusos e porcas devem ter rosca métrica ISO, passo normal, classe de tolerância média, conforme a NBR ISO 965, sendo: 6 g - para os parafusos; 6 H - para as porcas. As roscas dos parafusos devem ser do tipo laminadas (estampadas). 4.4 Acabamento 4.4.1 O conector, parafusos, porcas e arruelas devem ser isentos de trincas, riscos, lascas, porosidades, rachas ou falhas. Devem ser isentos de inclusões, arestas vivas, partes pontiagudas e rebarbas que possam danificar o condutor. 4.4.2 Devem ser fornecidos revestidos com partículas de liga de -berílio duro ou outro tipo de material de dureza e condutividade elétrica equivalente. 4.4.3 Devem ser fornecidos completamente montados com parafusos, porcas e arruelas conforme a Figura 3. 4.4.4 O comprimento mínimo do parafuso deve ser de 50mm. 5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Material 5.1.1 Do conector: em liga de com teor máximo de zinco de 15%. 5.1.2 Parafuso(s), porca(s) e arruela(s): - parafuso, arruelas lisas e de pressão: em aço inoxidável, preferencialmente AISI 316 ou 304. - porcas: em liga de bronze silício, liga A estanhado. MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 5 de 7

Os parafusos e porcas devem atender às normas NBR 10107, NBR 7261, DIN-931 (Parafuso), DIN-934 (porca), DIN-125 (arruela lisa) e DIN-127B (arruela de pressão). 5.2 Características Técnicas 5.2.1 Características Mecânicas 5.2.1.1 Resistência à tração (ensaio de recebimento): o conector terminal de compressão instalado no condutor com as matrizes apropriadas (conforme indicação no corpo do conector), não deve permitir o escorregamento ou ruptura do condutor ou sofrer qualquer deformação ou ruptura, quando o condutor for tracionado com os valores de tração da Tabela 1. 5.2.1.2 Resistência ao torque (ensaio de recebimento): o conector terminal de compressão deve suportar, sem ruptura ou deformação permanente, a aplicação do torque de instalação de seus parafusos, acrescido de mais 20% deste valor. 5.2.2 Características Elétricas 5.2.2.1 Capacidade de condução de corrente (ensaio de recebimento): instalado o conector terminal conforme o item 5.2.1.1 desta NTC, não deve ser verificada temperatura superior à do condutor, em qualquer parte do conector após a estabilização térmica da conexão, quando o condutor for percorrido pela corrente alternada indicada na Tabela 1. 5.2.2.2 Para a aprovação da Ficha técnica devem ser executados os ensaios de resistência elétrica, aquecimento, ciclos térmicos e curtos-circuitos, conforme a NTC 810061 - Especificação de conectores de. 5.3 Embalagem e Acondicionamento Consultar a internet no seguinte endereço: www.copel.com - Fornecedores - Informações - Guia para confecção de embalagens unitizadas 6 INSPEÇÃO Os ensaios e métodos de ensaios, amostragem e critérios de aceitação ou rejeição devem estar de acordo com as respectivas normas e/ou documentos complementares citados nesta NTC ou conforme definido no documento de compra. NOTAS: - Todos os instrumentos utilizados no laboratório para a inspeção devem ter sua calibração comprovada pela apresentação dos respectivos relatórios de calibração dentro da validade (período máximo de 24 meses), emitidos por empresa acreditada junto à Rede Brasileira de Calibração RBC. Ensaios a serem realizados: 1. Inspeção geral 2. Verificação dimensional; 3. Ensaios mecânicos e elétricos conforme o item 5 desta NTC. OBS.: 4) Os condutores utilizados nos ensaios elétricos e mecânicos devem ter formação e características conforme a NTC 810531/36 e NTC 810800/10. 5) Quando o conector for em liga de extrudado, este deve ser submetido previamente a aprovação da área de normalização. 7 FORNECIMENTO O fornecimento à Copel deste material fica condicionado à avaliação de amostras e posterior homologação da Ficha Técnica do mesmo pela área de normalização da Copel Distribuição. MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 6 de 7

Para maiores informações consultar a Internet no seguinte endereço: www.copel.com Acesso rápido Normas Técnicas - Materiais Padrão para Redes de Distribuição - Ficha Técnica MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 7 de 7